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Arquivo de julho, 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014 Notícias | 06:00

Programa para cinéfilo de verdade

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Michael Haneke orienta seus atores no set de "Amor": cineasta tem seus dois últimos filmes em retrospectiva na Mostra

Michael Haneke orienta seus atores no set de “Amor”: cineasta tem seus dois últimos filmes em
retrospectiva na Mostra
(Fotos: divulgação)

A Imovision, importante distribuidora nacional que traz para o país lançamentos de arte e filmes pincelados de festivais afora, está completando 25 anos. Para comemorar a ocasião, a empresa preparou uma mostra para celebrar seu catálogo. O evento será realizado na cidade de São Paulo entre os dias 24 e 30 de julho. A Mostra Imovision 25 anos destacará sete pré-estreias e fará retrospectiva de sete filmes que compõem o catálogo de mais de 300 títulos da distribuidora. Esses sete filmes foram escolhidos a partir de uma votação realizada por críticos de cinema do país. Os títulos mais votados foram “Amor à Flor da Pele”, de Wong Kar-Wai; “A Fita Branca”, de Michael Haneke; “Vincere”, de Marco Bellocchio; “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes; “Amor”, de Michael Haneke; “Dançando no Escuro”, de Lars Von Trier; e “A Separação’, de Asghar Farhadi.

Os filmes em pré-estreia são os seguintes: ‘O samba”, de Georges Gachot; “As férias do Pequeno Nicolau”, de Laurent Tirard; “A pedra de paciência”, de Atiq Rahimi; “Bem vindo a Nova York”, de Abel Ferrara; “ O casamento de May”, de Cherien Dabis; “Paraíso”, de Mariana Chenillo; e “Geronimo”, de Tony Gatlif.

 Serviço:

MOSTRA IMOVISION 25 ANOS
De 24 a 30 de Julho
Local: Reserva Cultural – Av. Paulista, 900
Ingressos: na bilheteria do cinema

PASSAPORTES
Sessão Retrospectiva: R$ 30,00 meia / R$ 60,00 inteira
(válidos para os 7 filmes da Retrospectiva na Mostra 25 anos)

Pré-estreias: R$ 70,00 meia / R$ 140,00 inteira
(válidos para os 7 filmes em Pré-estreia na Mostra 25 anos)

INGRESSOS AVULSOS
Sessão Retrospectiva: R$ 8,00 / R$ 16,00
Pré-estreias: R$ 14,00 / R$28,00

Mais informações: www.imovision.com.br

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quarta-feira, 16 de julho de 2014 Atores, Curiosidades | 23:17

Mark Wahlberg e Transformers: cinco razões para o casamento perfeito

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

1 – Mark Wahlberg é o astro mais rentável de Hollywood hoje, de acordo com a última atualização da revista Forbes. Ele gera U$ 23 a cada dólar investido.

2 – Diferentemente de Shia LaBeouf, Wahlberg curte esses filmes gigantescos e megalomaníacos que Hollywood adora fazer e aos quais a série dirigida por Michael Bay se alinha.

3 – Ele não faz um filme ruim há muito tempo. O último foi a adaptação do game “Max Payne” em 2008

4 – Ele e Michael Bay se tornaram parceiros e amigos. Uma das condições para Bay voltar a dirigir um filme da franquia foi que Wahlberg estivesse à bordo. Juntos eles fizeram o divertido e sarcástico “Sem dor, sem ganho” (2013)

5 – Mark Wahlberg é um dos poucos caras na Hollywood atual que consegue mandar bem tanto na comédia como na ação e “Transformers” precisa de gente assim

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terça-feira, 15 de julho de 2014 Bastidores, Curiosidades | 20:48

Os mercenários ficam chiques em ensaio para a Vanity Fair

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Depois de reforçar seu elenco para a terceira aventura nos cinemas, Sylvester Stallone não poupa esforços para fazer deste terceiro capítulo da franquia mais improvável do cinema de ação um dos acontecimentos do ano nos cinemas. Depois de invadir o festival de Cannes com um tanque em maio, os mercenários posaram para um ensaio exclusivo da nova edição da prestigiada revista Vanity Fair.

Quem são todos os mercenários no terceiro filme

Nas fotos, Mel GibsonSylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Antonio Banderas, Harrison Ford, a lutadora de MMA e atriz debutante Ronda Rousey, Jason Statham, Dolph Lundgren, Kellan LutzWesley Snipes e Kelsey Grammer surgem elegantes e brincalhões. Vale tudo pela atenção da plateia e Stallone e sua trupe realmente não brincam em serviço. Após as fotos, um belo pôster animado para aguçar ainda mais a curiosidade pelo filme.

“Os mercenários 3” estreia no dia 21 de agosto nos cinemas brasileiros

Fotos: Vanity fair

Fotos: Vanity fair

Vanity fair - mercenários (2)

Stallone, Schwarzenegger e seus punhos...

Stallone, Schwarzenegger e botox?

Schwarzenegger impressionado com a barba de Mel Gibson...

Schwarzenegger impressionado com a barba de Mel Gibson…

Antonio Banderas sempre se agarrando em algo...

Antonio Banderas sempre se agarrando em algo…

Stallone e "todo mundo olhando para cá..."

Stallone e “todo mundo olhando para cá…”

Stallone e o chapa Lundgren: "mas não conta para ninguém..."

Stallone e o chapa Lundgren: mas não conta para ninguém…

Apenas relaxe...

Apenas relaxe…

E para quem estava reclamando da ausência de mulher neste filme... Ronda Rousey

E para quem estava reclamando da ausência de mulher neste filme… Ronda Rousey

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segunda-feira, 14 de julho de 2014 Diretores | 22:36

Ingmar Bergman: Ah, se ele fosse vivo…

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O cineasta Ingmar Bergman  (Foto: reprodução/Premiere)

O cineasta Ingmar Bergman
(Foto: reprodução/Premiere)

Neste 14 de julho comemora-se, ou se comemoraria, o aniversário de 96 anos do sueco Ingmar Bergman. Quem? Simplesmente um dos mais altivos, influentes e importantes cineastas de todos os tempos. O Sueco morreu, aos 89 anos, em sua casa na ilha sueca de Faaro.

A importância de Bergman para o cinema pode ser traduzida na avaliação de outros dois importantes cineastas, tão prolíferos quanto foi Bergman em vida, e que admitem a influência do mestre sueco em suas obras.

“Você é hipnotizado pelos movimentos de câmera, pela riqueza temática, pela abordagem… é como assistir poesia em movimento”, disse Woody Allen em entrevista ao The Hollywood Reporter em 2011. À revista Cahiers du Cinema, a mais tradicional revista de cinema do mundo (publicada na França), o prestigiado diretor francês Jean-Luc Godard cravou: “Para Bergman, filmar é encontrar respostas para as angústias da vida. Nada poderia ser mais romântico do que isso”. A declaração foi feita na década de 50, mas Godard lembrou-se dela e a replicou em recente matéria que a mesma revista fez sobre o legado de Bergman.

O cinema do sueco, imortalizado como um dos legados da arte praticada pela humanidade, se pauta pelo interesse na razão, mas com atenção à emoção. À filosofia, Bergman dedicava o mesmo zelo dispensado à moralidade; ao estudo da fé; à compreensão da dimensão da solidão; da ardência do desejo.

Cartaz de "Persona", 1º filme em que dirigiu Liv Ullmann; seu grande amor no cinema e fora dele

Cartaz de “Persona”, 1º filme em que dirigiu Liv Ullmann; seu grande amor no cinema e fora dele

São 67 créditos como diretor.  Foram sete participações competitivas no festival de Cannes, três no festival de Berlim e outras sete presenças no festival de Veneza. Além de nove indicações ao Oscar. Ao prêmio da academia, fora nomeado como diretor, roteirista e produtor.

“Crise” (1946), seu excepcional filme de estreia, é sobre uma jovem que, ao completar 18 anos, decide deixar o interior da Suécia, onde vive com sua mãe adotiva, e ir para Estocolmo com sua mãe biológica que revelou um súbito interesse em tê-la por perto. Bergman alinha um profundo drama psicológico a partir deste mote.

Homossexualismo, mortalidade, desejo, fé, casamento e outros tópicos ainda pouco mitigados pelo cinema da metade do século XX pautam a filmografia de Bergman com destaque para as produções “O sétimo selo” (1957), “Morangos silvestres” (1957), “Vergonha” (1968), “Cenas de um casamento” (1973), “Fanny & Alexander” (1982), entre outros.

Ingmar Bergman precede o cinema no sentido de prover forma, conteúdo e espírito a uma arte que só recebeu esta alcunha depois deste sueco resolver filmar para encontrar respostas.

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sábado, 12 de julho de 2014 Críticas, Filmes | 19:59

Espaço Cult: “Cópia fiel” é cinema de questionamento

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Cópia

A primeira reação à “Cópia fiel” (FRA/Itália/Irã 2010) é de estranheza. Confusão até. A matéria prima deste filme do elogiado cineasta iraniano Abbas Kiarostami é a arte e uma das discussões mais longevas e interessantes que a gravita: Acerca do valor de uma cópia, da autenticidade do original e do quão significante é o olhar na aferição de uma obra de arte. Mas o diretor iraniano é audacioso e faz do filme que discute a arte, a própria discussão. O fórum metalinguístico de Kiarostami começa explanativo e toma contornos herméticos, ainda que a narrativa seja leve e fluída. Uma conquista notável.

Em “Cópia fiel”, o escritor inglês James Miller (William Shimell) está na região da Toscana, na Itália, para palestrar sobre seu mais recente livro (que dá nome ao filme), em que promove um debate sobre arte e cópia. Miller parece convicto de que uma cópia bem feita tem tanto valor quanto o original. Ao mesmo tempo em que relativiza o valor da arte, a cópia a afirma, defende o inglês. Ele é desafiado, em um passeio aparentemente sem rumo, pela francesa dona de uma loja de antiguidades vivida por Juliette Binoche. Elle, a personagem da atriz, é flagrada dividida entre a adoração e o repúdio às ideias de Miller.

Em um primeiro momento, Kiarostami desenvolve seu filme como uma palestra propriamente dita. Ele lança suas ideias e as defende por meio de exemplos que os personagens tricotam em uma conversa cerceada por tensão e sobressaltos. De repente, após uma conversa travada entre Elle e a dona de uma cantina italiana, “Cópia fiel” se transforma em outro filme. Uma comédia romântica madura que guarda muitas semelhanças com o duo de Richard Linkaleter Antes do amanhecer/Antes do pôr do sol. Se essa condição é proposital ou não, provoca o diretor iraniano, cabe ao olhar do espectador.

O trânsito de ideias em “Cópia fiel” é tão vasto e complexo que ao seu final não se pode afirmar se o jogo de cena dos personagens se sucedeu por curiosidade intelectual, flerte incidental ou se o jogo de cena que existia (sem nos darmos conta) deu vazão à crua realidade, ainda que temperada pelo lirismo europeu que Kiarostami filma como o turista que é.

É inegável que “Cópia fiel” é um filme de ideias. Que se pretende erudito, ainda que desenvolvido na simplicidade dos diálogos. Contudo, o grande “porém” do filme, é que, em seu âmago, ele não convence. James Miller escreveu o livro para se convencer de suas próprias ideias, admite o próprio em determinado momento. Tudo leva a crer que Kiarostami rodou este filme, seu primeiro no exílio na Europa, com o mesmo intuito. Mas “Cópia fiel” não cativa como cinema o tanto que cativa como ensaio. É uma pena. Apesar da boa química entre os atores, e Shimell em sua estréia é um achado, a fita se torna depositária do olhar do espectador. Essa volubilidade, até certo ponto pretendida, atesta a ideia do filme, mas o segmenta em apreciações genéricas como a força dos intérpretes, a beleza da Toscana ou a inteligência do roteiro de Kiarostami.

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sexta-feira, 11 de julho de 2014 Análises, Bastidores | 22:00

Sinal amarelo aceso em Hollywood

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Angelina Jolie em "Malévola": uma das grandes sensações de uma temporada pouco vistosa

Angelina Jolie em “Malévola”: uma das grandes sensações de uma temporada pouco vistosa

Os meses que compõem o verão no hemisfério norte representam a temporada de ouro para os estúdios de cinema. Não à toa, eles programam para a janela entre maio e agosto seus principais lançamentos no ano. O congestionamento na temporada já dilatou esse concorrido calendário para os meses de abril e setembro.

Pois bem, em 2014 a arrecadação nas bilheterias americanas estão mais tímidas do que o projetado por analistas da indústria.  Já era esperada uma queda em relação a 2013, ano que registrou recorde de bilheteria, mas não se esperava uma queda na casa dos 20%, conforme alinhado pelo site Box Office Mojo, referência em matéria de bilheterias.

Até poucos dias, o filme mais visto nos EUA era uma produção lançada fora da temporada. “Uma aventura lego” com U$ 257 milhões foi ultrapassado por “Capitão América: o soldado invernal” que amealhou U$ 258 milhões. Apenas há duas semanas um filme conseguiu romper a barreira dos U$ 100 milhões no fim de semana de estreia. Este filme foi “Transformers: a era da extinção”.  Essa barreira, em outros anos, fora rompida por quatro ou cinco filmes.

Isso não é tudo. Em uma temporada de poucos fracassos retumbantes, mas sem nenhum grande hit, filmes como “Vizinhos” e “A culpa é das estrelas” chamam atenção. São os filmes mais bem sucedidos da temporada na medição que considera custo de produção e retorno financeiro. Eles ocupam, respectivamente, a sétima e a nona posições do ranking dos dez filmes mais vistos da temporada. Além de “A culpa é das estrelas”, outra produção protagonizada por uma mulher tem destaque na temporada. “Malévola” já faturou U$ 217 milhões nos EUA e pouco mais de U$ 600 milhões em todo o mundo. Trata-se de um dado curioso, já que a temporada raramente apresenta filmes com protagonistas femininas.

Cena de "Capitão América: o soldado invernal", o primeiro lançamento da temporada é o filme de maior bilheteria até o momento. Tendência verificada pelo quinto ano seguido

Cena de “Capitão América: o soldado invernal”, o primeiro lançamento da temporada é o filme de maior bilheteria
até o momento. Tendência verificada pelo quinto ano seguido

A vertiginosa queda no faturamento da temporada de blockbusters, no entanto, não deve repercutir gravemente no planejamento financeiro dos estúdios. Primeiro porque estes sabem que, nos tempos atuais, o grosso do faturamento vem de mercados internacionais como Brasil, China e Europa. Segundo porque o verão americano de 2015 promete ser um dos mais lucrativos da história. Filmes como “Star Wars: episódio VII”, “Os vingadores: a era de Ultron”, “Missão impossível 5”, um novo Exterminador do futuro e o 24º filme de 007  são superproduções que devem garantir o sono tranquilo dos executivos.

No entanto, os números de 2014 – que ainda tem filmes como “Planeta dos macacos: o confronto” e “Guardiões da galáxia” à espreita – sugerem que é preciso repensar o modelo vigente.

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Filmes, Notícias | 06:00

“Amantes eternos” encerra reinado dos vampiros na cultura pop

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Filme de vampiro que é filme de arte, mas não necessariamente nesta ordem... (Foto: divulgação)

Filme de vampiro que é filme de arte, mas não necessariamente nesta ordem… (Foto: divulgação)

Desde o início da década, em pleno frisson provocado pela saga “Crepúsculo”, os vampiros reinaram na cultura pop em geral e no cinema em particular. Mas nos últimos dois anos esse reinado vem dando sinais de esgotamento. Filmes como “Abraham Lincoln: caçador de vampiros” (2012) e “Academia de vampiros – o beijo das sombras” (2014), na modéstia das bilheterias combinada à pobreza narrativa, são reveladores dessa fadiga dos vampiros conforme a década se aproxima de sua metade.

Cabe ao festejado Jim Jarmusch, diretor da cena indie americana, encerrar com chave de ouro essa fase vampírica no cinema que deve muito, em todos os sentidos possíveis e imagináveis, à fase anterior: protagonizada por belos filmes como “Drácula da Bram Stoker” (1992) e “Entrevista com o vampiro” (1994).

Em “Amantes eternos”, tradução honrosa, mas ainda acanhada do esplendido título original “Only lovers left alive” (algo como “Somente os amantes permanecem vivos”), Jarmuch reveste seus vampiros, vividos por Tom Hiddleston (o Loki de “Thor” e “Os vingadores”) e Tilda Swinton (vencedora do Oscar por “Conduta de risco”) de angústia existencial e tesão pela arte e conhecimento humanos. Adão e Eva, nomes nada acidentais, vivem há séculos e estão desencantados com o rumo da raça humana. Jarmusch usa a liberdade proposta por um filme de vampiro com tal vocação para pensar sobre conflitos essencialmente humanos. Tudo regado à arte, música e um humor perverso devidamente afiado.

O filme deve estrear nos cinemas brasileiros em 21 de agosto. Confira o trailer legendado abaixo.

 

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quinta-feira, 10 de julho de 2014 Curiosidades, Fotografia | 05:00

Olhando por trás das cortinas da magia do cinema: o antes e o depois dos efeitos especiais

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Os efeitos especiais mudaram muito ao longo dos anos e ajudaram a transformar o cinema naquilo que nós reconhecemos como cinema hoje. Do mais caro blockbuster ao filme independente, os efeitos especiais são essenciais à feitura e à narrativa de um filme. Sejam eles simples ou sofisticados. Como curiosidade, o Cineclube apresenta algumas imagens que comparam cenas de filmes pré-finalizadas (sem os efeitos especiais) e como elas foram exibidas no cinema. Fica bem claro, mesmo para os mais resistentes, que a importância dos efeitos especiais no cinema vai muito além da diversão.

"As aventuras de Pi"

“As aventuras de Pi”

"Distrito 9" (2009)

“Distrito 9” (2009)

"Gravidade"

“Gravidade”

"Planeta dos macacos: a origem"

“Planeta dos macacos: a origem”

"Alice no País das maravilhas"

“Alice no País das maravilhas”

"Amanhecer - parte 1"

“Amanhecer – parte 1”

"Batman -  o cavaleiro das trevas"

“Batman – o cavaleiro das trevas”

"Os vingadores"

“Os vingadores”

"Oz- mágico e poderoso"

“Oz- mágico e poderoso”

"O Hobbit"

“O Hobbit”

"O Grande Gatsby"

“O Grande Gatsby”

"O grande Gatsby"

“O grande Gatsby”

"Godzilla"

“Godzilla”

'O lobo de Wall Street"

‘O lobo de Wall Street”

Fontes: bussinessinsider.com, loombok.com e Hollywood Reporter

 

 

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quarta-feira, 9 de julho de 2014 Atores, Curiosidades, Notícias | 21:28

Sherlock Holmes é mais um ícone na carreira de Ian Mckellen

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Dá para dizer que, aos 75 anos de idade, Ian Mckellen é o cara. O britânico só atingiu o estrelato depois dos sessenta anos, mas antes disso já era um baita ator que mesclava os aplausos dos palcos londrinos com a efemeridade dos papeis secundários no cinema americano. Foi o trabalho com Bill Condon, que já o havia dirigido no teatro, em “Deuses e monstros” (1998), que lhe valeu indicação ao Oscar de melhor ator, que mudou o status das coisas. Mckellen passou a receber convites prazerosos e figuras icônicas da cultura pop, como vilão Magneto e o mago Gandalf, entraram em sua vida.

Profissionalmente, McKellen só se beneficiou dessa exposição. Um dos pioneiros em assumir sua homossexualidade em Hollywood, o britânico consegue amealhar admiração em qualquer frente que se observe. Agora, mais um personagem icônico marcará a carreira de Sir Ian Mckellen.  Ele dará vida à criação de Arthur Conan Doyle como um Sherlock Holmes aposentado. O trabalho marcará a retomada da colaboração com Bill Condon. “A slight trick of the mind” ainda não tem previsão de estreia, mas a primeira foto está aí para aguçar a curiosidade dos fãs do personagem e de McKellen.

A trama revela um Sherlock Holmes aposentado que é assombrado por um caso não resolvido no passado. Ele lembra apenas de fragmentos: o confronto com um marido nervoso e uma ligação secreta com sua bela e instável esposa. Longe de sua melhor forma e sem o apoio de Watson, Holmes enfrenta o caso mais difícil da sua vida.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

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terça-feira, 8 de julho de 2014 Análises, Curiosidades | 07:00

Qual o melhor cinema entre os semifinalistas da Copa do Mundo?

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Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda estão nas semifinais da competição esportiva mais importante do planeta, a Copa do Mundo. São países de muita tradição no futebol, o que implica na assunção de que qualquer prognóstico sobre o campeão do torneio pode ser mera precipitação. Em matéria de cinema, no entanto, o equilíbrio é menos acintoso.
A Alemanha sedia um dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo. O festival de Berlim é o segundo em antiguidade, só perde para Veneza, com 64 anos de existência. A Alemanha está intimamente ligada à gestação do cinema como conhecemos hoje. O expressionismo alemão é, ainda, um dos mais destacados momentos históricos do cinema. A influência artística, no entanto, não para aí. A vocação para refletir a política surge cristalina no cinema alemão. Os anos de Hitler, do comunismo e a queda do muro de Berlim, que possibilitou uma abertura ainda mais radical do cinema produzido naquele país, se relacionam com o fazer cinematográfico alemão.
O cinema alemão ostenta alguns dos cineastas mais importantes da história do cinema como Fritz Lang e F. W Murnau. Em sua contemporaneidade, revelou cineastas das mais diversas estirpes como Wolfgan Petersen, Roland Emmerich, Florian Henckel Von Donnersmarck, Marc Forster, Werner Herzog, Marcus Nispel, Tom Tykwer, Wim Wenders e Oliver Hirschbiegel. Do terror à sátira política, o cinema alemão se desdobra pelos mais variados gêneros. Entre os semifinalistas da Copa, é o país que conseguiu emplacar mais diretores no cinema americano. Filmes como “Troia” (2004), “O turista” (2011), “2012” (2009) e “007 – Quantun of solace” foram realizados por diretores alemães. A penetração em Hollywood se verifica, ainda, com o brilho de atores alemães como Michael Fassbender, Daniel Brühl e Bruce Willis. Um dos maiores astros de ação do cinema americano é, na verdade, germânico.

O Brasil, neste segmento, vem em segundo. Fernando Meirelles, Bruno Barreto, Walter Salles, José Padilha, Heitor Dhalia e Vicente Amorim são diretores brasucas que experimentaram o cinema americano com diferentes graus de sucesso. Rodrigo Santoro, Wagner Moura, Alice Braga e sua tia, Sônia Braga, são exemplos de atores brasileiros a triunfar no cinema estadunidense.

"A vida dos outros", uma poderosa reflexão sobre a Alemanha comunista, venceu o Oscar de produção estrangeira em 2007

“A vida dos outros”, uma poderosa reflexão sobre a Alemanha comunista, venceu o Oscar de produção estrangeira em 2007

"A fita é branca", do franco alemão Michael Haneke, venceu a Palma de Ouro em Cannes e foi dos filmes mais prestigiados da década passada

“A fita branca”, do franco alemão Michael Haneke, venceu a Palma de Ouro em Cannes e foi dos filmes mais prestigiados da década passada

A Argentina é cult em nossos cinemas e goza de algum prestígio na Europa. Nas duas últimas edições do Festival de Cannes, o maior e mais comentado festival de cinema do mundo, emplacou o maior número de produções nas mostras competitivas e paralelas. O cinema argentino já tem dois Oscars, enquanto nós ainda buscamos o primeiro. Os alemães também têm dois Oscars, mas são 12 indicações face as cinco do país de Maradona.
O cinema argentino ostenta ainda uma característica que somente agora o cinema brasileiro parece comportar. A capacidade de fazer entretenimento adulto com inteligência. Filmes que são ao mesmo tempo pensantes e que reúnam potencial comercial.

A comédia de humor negro argentina "Relatos salvajes" foi o único filme latino americano na disputa pela Palma de Ouro em Cannes 2014

A comédia de humor negro argentina “Relatos salvajes” foi o único filme latino americano
na disputa pela Palma de Ouro em Cannes 2014

O brasileiro "O som ao redor" iniciou sua bem sucedida carreira em festivais na Holanda: atenção ao cinema brasileiro

O brasileiro “O som ao redor” iniciou sua bem sucedida carreira em festivais na Holanda:
atenção ao cinema brasileiro

"A espiã" (2006) é o último filme holandês que conseguiu internacionalizar-se

“A espiã” (2006) foi o último filme holandês que conseguiu internacionalizar-se

Nesse jogo de empurra, a Holanda apresenta a cinematografia mais tímida. Ainda que já tenha um Oscar; conquistado justamente sobre o Brasil em 1996 com “A excêntrica família de Antônia” prevalecendo sobre “ O quatrilho”. O cinema holandês apresenta uma ou outra perola de tempos em tempos e conta com personalidades como o cineasta Paul Verhoeven (“Instinto selvagem” e “Robocop”). O principal festival de cinema realizado no país é um dos mais entusiastas do cinema brasileiro. A cinematografia nacional, ano após ano, é destaque no festival de Roterdã.
Foi lá que o cinema pernambucano, principal força a mover a produção cinematográfica brasileira atual, foi notado primeiramente. Antes mesmo de brilhar em festivais nacionais como os realizados no Rio de Janeiro, Brasília e Gramado.

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