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Arquivo de novembro, 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Atrizes, Bastidores | 21:28

Mistério hollywoodiano da vez: onde foi parar a ponta de Jennifer Lawrence em “Debi & Lóide 2”?

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Foto: AP

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Jennifer Lawrence é fã de “Debi & Lóide”. O filme original, de 1994, marcou a infância da hoje estrela oscarizada de Hollywood. Marcou de tal maneira que a própria J.Law telefonou para o diretor Peter Farrelly, que ao lado do irmão Bobby, dirigiu o “Debi & Lóide” original e sua sequência que estreou nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros, para pedir para fazer uma participação, por menor que fosse, no segundo filme.

Quem já viu o filme, no entanto, sabe que Jennifer Lawrence não aparece na fita. O “Hollywood Reporter” soltou hoje uma informação exclusiva a respeito. A atriz teria vetado a ponta que faz no filme porque não teria gostado do resultado. Além dos representantes da atriz não confirmarem a informação, bancada pela fonte do “Hollywood Reporter”, Peter Farrelly disse ao “CinemaBlend” que a participação de J.Law sequer foi filmada. “Nós conversamos sobre fazer isso, mas nunca conseguimos de fato ir adiante”, disse o diretor.

A guerra de versões, comum no mundo político, também é uma constante nos bastidores de Hollywood, mas é incomum uma guerra de desmentidos entre personalidades tão proeminentes e sem um histórico em comum por meio da mídia. Se de um lado a produção de “Debi & Lóide 2” deseja bombar a divulgação da fita, por outro é compreensível a postura de Jennifer Lawrence, uma estrela de primeira grandeza. Não à toa, no contrato que fez para acertar sua breve participação no filme (e quem senão uma estrela de primeira grandeza para agir desta maneira?), a atriz havia imposto uma cláusula que lhe garantia o direito de veto se não aprovasse o resultado final. Precavida ou convencida, Jennifer Lawrence, por meio de seus representantes, tem negado ter exercido este direito. O que se sabe, de fato, é que essa ponta depois de vazada em setembro deste ano foi oficializada por todos os envolvidos. Aconteceu? Foi vetada? Vai parar no Blu-ray? Aguardemos cenas do próximo capítulo!

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Análises, Diretores | 19:11

Para onde vai o cinema de Christopher Nolan depois de “Interestelar”?

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Foto: Total Film

Foto: Total Film

A bilheteria de “Interestelar” em seu primeiro final de semana nos cinemas foi vultosa. Mas não tão impactante como os estúdios que bancaram o filme (Warner e Paramount) esperavam. A crítica se dividiu quanto ao filme. Estes são fatores adversos que são, também, estranhos a Nolan. O cineasta britânico desde que caiu nas graças da Warner, estúdio para o qual rodou todos os seus filmes desde “Insônia” (2002), não sabe o que é amealhar reação adversa a seus trabalhos. Mesmo “Batman- o cavaleiro das trevas ressurge”, bastante criticado por segmentos da crítica e da cinefilia, se beneficiava do saldo positivo da trilogia do Batman.  Mas “Interestelar” é outro papo.

Estamos falando de um diretor ímpar na indústria. Um cara que, em plena ditadura do 3D, consegue demover o estúdio de lançar seus filmes no formato. A liberdade de Nolan é tamanha que ele conta com orçamentos acima de U$ 150 milhões para rodar filmes totalmente originais, difíceis de vender nos termos publicitários vigentes em Hollywood, e ainda atrai os melhores e mais disputados astros do momento.

Christopher Nolan é o triunfo da Hollywood criativa, inventiva e sem amarras. Uma Hollywood que está desaparecendo em meio à segurança das franquias multimidiáticas e dos conglomerados de comunicação. Mas Christopher Nolan não é infalível.

Depois do excelente, atemporal e surpreendentemente existencialista “O cavaleiro das trevas” (2008), Nolan chocou o mundo do cinema com “A origem”, um misto de ficção com filme de ação inventivo, incrivelmente original e inteligente, além de apresentar um refinamento estético e visual entusiasmante.

“O cavaleiro das trevas ressurge” era um filme recheado de fragilidades. Um vilão ruim logo depois do filme com o melhor vilão adensava a maior das fraquezas da fita. O fato de Nolan repisa conflitos já esgotados em “O cavaleiro das trevas”. A solução do filme era outro golpe fatal. Nolan resgatava algumas ideias trabalhadas no final de “A origem” e destinava um desfecho risível para a personagem de Marion Cotillard.

“Interestelar” era a oportunidade de não só prestar homenagem a um de seus ídolos definidores, Stanley Kubrick,

O diretor orienta a badalada, e desperdiçada em 'Interestelar", Jessica Chastain  (Foto: divulgação)

O diretor orienta a badalada, e desperdiçada em ‘Interestelar”, Jessica Chastain
(Foto: divulgação)

mas de adentrar mais a fundo a um gênero muito receptivo a cineastas criativos e talentosos como Nolan. Mas esse namoro com a ficção científica desandou. Se “Interestelar” traz todos os vícios do cinema de Nolan (diálogos expositivos em excesso, personagens emocionalmente aleijados, falta de humor, solenidade desproporcional, entre outros), não traz os méritos (fé no poder da imagem, alijamento dos clichês, sofisticação narrativa, esmiuçamento dos conflitos que movem os personagens, entre outros).

“Interestelar” não deve ser um fracasso retumbante, mas contribuirá para um agigantamento da polarização já manifesta em torno de Nolan. Trata-se, afinal, de um visionário ou de um embuste? A paixão desvia o foco do problema que a recepção taciturna ao filme enseja. Nolan pode estar em face de ver alguns de seus privilégios contraídos. O que é má notícia para quem preza a liberdade criativa no cinema.

O cineasta ainda não anunciou seu próximo projeto, mas tem se dedicado nos últimos dias à estranha rotina de defender seu filme dos muitos detratores que rapidamente a produção tem acumulado. A dica é Nolan maneirar na ambição e voltar ao básico. Talvez um filme mais barato. Mas o caminho mais provável é que ele insista na grandiloquência. Um retorno ao universo dos super-heróis (vale lembrar que um novo filme do Batman ainda não foi confirmado em meio a tantos anúncios feitos pela Warner/DC) pode estar no horizonte. A Warner compreensivelmente irá cobrar mais caro pela manutenção da liberdade usufruída por Nolan até aqui.

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Bastidores, Filmes | 05:00

O lado gay do Oscar 2015

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Cena do filme "Saint Laurent" (Foto: bastidores)

Cena do filme “Saint Laurent” (Foto: divulgação)

Ninguém esquece o ano de 2006 quando o favoritíssimo “O segredo de Brokeback Mountain” acabou derrotado na categoria principal, a do Oscar de melhor filme, por “Crash – no limite”. A percepção dominante foi a de que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood cedera a um mal resolvido preconceito e preterira o melhor filme pelo mais palatável ao gosto médio. Especulações à parte, apenas  dois filmes com temática homossexual, “Milk – a voz da igualdade” (2008) e “Minhas mães e meu pai” (2010), receberam indicação ao Oscar na categoria principal de lá para cá. Desde 2010, vale a pena frisar, a disputa pelo Oscar de melhor filme admite entre cinco e dez produções indicadas.

“O Amor é estranho”, produção independente assinada por Ira Sachs e com roteiro do brasileiro Mauricio Zacharias, é um dos filmes que suscitam algum burburinho para o Oscar 2015. A produção, que tem estreia programada para 25 de dezembro no Brasil, acompanha a saga de dois homens (Alfred Molina e John Lithgow) que após obterem a permissão para se casarem em Nova York se veem em uma situação inusitada. Depois que um deles é demitido, eles precisam vender a casa em que moram e precisam morar, separadamente, em casas de parentes e amigos. Uma situação que afeta a todos os envolvidos. “O amor é estranho” amealhou elogios calorosos da crítica e fez bilheteria notável nos EUA, tendo seu circuito de exibição expandido semana após semana.

Leia também: Brasil acerta ao apontar “Hoje eu quero voltar sozinho” para tentar o Oscar

Leia também: O cinema descortina o mundo pós-gay?

“O amor é estranho” conseguiu vencer a barreira de filme gay, algo que pode ser útil para sua inserção na corrida pelo Oscar e mais útil ainda para o cinema de vertente homossexual que deseja romper preconceitos. Outro aspecto da corrida pelo Oscar 2015 pode contribuir para esse cenário. Cinco dos oitenta três países que submeteram filmes para concorrer a uma vaga entre os finalistas na disputa pelo Oscar de filme estrangeiro apontaram filmes com temática homossexual.

“Hoje eu quero voltar sozinho” é o representante brasileiro na disputa. O Canadá submeteu “Mommy”, de Xavier Dolan – considerado um dos favoritos para ficar com uma das cinco vagas. “The circle”, sobre o surgimento de cena gay na Suíça no pós-guerra, é o representante do país. A cinebiografia do estilista francês Yves Saint-Laurent assinada pelo cineasta Bertrand Bonello (“Saint Laurent”) é o pleiteante da França. Portugal apontou um documentário em primeira pessoa em que um homossexual reflete sobre como é viver com vírus da Aids. “E agora? Lembra-me” é dirigido por Joaquim Pinto. É possível que nenhum desses filmes sejam selecionados para figurar entre os finalistas do Oscar, mas além do fato de estarem na disputa já representar um avanço, há na crítica especializada americana um clamor, e um lobby, muito grandes para que a categoria de filme estrangeiro assuma sua vocação queer em 2015.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014 Bastidores, Notícias | 20:14

Mel Gibson confirma que está no páreo para dirigir “Homem de ferro 4”

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Foto: Getty

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Robert Downey Jr. impôs as condições à Marvel. Ele volta para fazer o quarto “Homem de ferro” se Mel Gibson dirigir. Reparem que o quarto “Homem de ferro” não figura entre os nove filmes anunciados pelo estúdio até 2019. Isso quer dizer que um novo filme do vingador dourado só depois de “Os vingadores 4”? Não necessariamente. Principalmente se depender da influência de Downey Jr. em Hollywood e da disposição de Mel Gibson em dirigir “Homem de ferro 4”. Ademais, não haveria porque definir agora o diretor de um filme com lançamento para 2020, ainda mais com o vendaval midiático que a escolha de Gibson poderia significar. Tudo leva a crer que “Homem de ferro 4” poderia ser encaixado nesta já concorrida agenda de lançamentos da Marvel.

O ator e diretor admitiu em recente entrevista, que pode ser conferida em inglês no vídeo abaixo disponibilizado pelo “Daily Mail”, que está interessado em dirigir a produção. “Claro que eu topo. Sabe, eu sou muito bom em dirigir filmes. Até já ganhei algumas estatuetas”, disse Gibson fazendo referência ao Oscar e outros prêmios conquistados por “Coração Valente” (1995).

Robert Downey Jr. tem tentado convencer a Marvel a dar o filme para Gibson, de quem é amigo pessoal, dirigir. O estúdio, que foi decisivo na realocação da carreira de Downey Jr., está reticente quanto a conceder uma segunda chance a Gibson que amarga um doloroso ostracismo em Hollywood em virtude das reiteradas polêmicas que viveu com religião, ex-mulheres e alcoolismo.

De certa maneira, Gibson abordar tão publica e confortavelmente a questão dessa maneira significa que se já não há uma definição favorável a ele, ela está muito próxima de acontecer. A Marvel ainda não se pronunciou a respeito, mas Robert Downey Jr. não é o astro mais poderoso de Hollywood à toa, não é mesmo?

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terça-feira, 11 de novembro de 2014 Filmes, Notícias | 21:36

“Mortdecai” pode ser a volta por cima de Johnny Depp

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Foto: divulgação

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A carreira de Johnny Depp está em apuros. Desde “Alice no país das maravilhas” (2010), que já não era uma maravilha de filme, o ator não estrela um sucesso de público. O último filme protagonizado por ele a ser festejado pela crítica foi “Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco da rua Fleet” (2007), que lhe valeu sua última indicação ao Oscar.  Enquanto se prepara para viver novamente Jack Sparrow, seu personagem mais célebre, em “Piratas do Caribe: os mortos não contam histórias”, que será lançado em 2017, e o Chapeleiro maluco em “Alice no país das maravilhas: através do espelho”, que chega aos cinemas em 2016, Depp articula seu retorno à boa fase.

Desde que Jack Sparrow entrou em sua vida, Depp tem tido dificuldade de apartar o personagem de suas caracterizações. Em 2014 apostou na ficção científica “Transcendence”, em que dá vida a uma refinada forma de inteligência artificial, mas o filme era bem ruim. No Natal deste ano, Depp estará em “Caminhos da floresta”, filme que chega em 8 de janeiro no Brasil. Um musical que reimagina algumas figuras clássicas da Disney como a Cinderella, a Rapunzel, entre outras.  O ator dará vida ao lobo mau.

Mas é “Mortdecai”, uma comédia de ação que mistura espionagem e arte, que pode significar o pulo do gato para o ator fazer as pazes com o sucesso. Assinado por David Koepp, o filme mostra Depp como um negociador de obras de arte em busca de uma pintura roubada que pode conter orientações para um tesouro nazista. Com isso, precisará enfrentar espiões russos, o serviço secreto britânico, terroristas internacionais e sua própria esposa. Koepp dirigiu Depp em “A janela secreta” (2004), filme que marcou o início da fase áurea pós-“Piratas do Caribe” do ator.

O trailer do filme que ainda conta com Ewan McGregor, Gwyneth Paltrow e Paul Bettany pode ser conferido abaixo.”Mortdecai” estreia nos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro de 2015.

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Bastidores, Diretores, Notícias | 19:48

Quentin Tarantino revela desejo de se aposentar após seu décimo filme

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Foto: reprodução/Wired

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Quentin Tarantino já havia dito que não pensava em dirigir quando já estivesse na terceira idade. Aos 51 anos, o cineasta agora dá mais detalhes dessa intenção. Em um bate-papo com produtores e distribuidores em um evento nos EUA, ele disse que planeja se aposentar após o lançamento de seu décimo filme. Como “The hateful eight”, que será lançado em 2015, é o oitavo longa de sua carreira, a despedida pode estar mais próxima do que os fãs gostariam.

“Eu gosto da ideia de deixar o público querendo mais. Acho que o trabalho de direção é para jovens e me atrai a ideia de uma conexão do primeiro ao meu último filme. Não vou ridicularizar quem pensa diferente, mas quero sair enquanto ainda estou por cima. Essa posição não é irreversível, mas é este o plano. Se eu chegar ao décimo longa fazendo um bom trabalho, parece uma boa maneira de encerrar uma carreira. Mas se me deparar com um roteiro interessante, não vou deixar de dirigi-lo só porque disse que não faria mais isso”, declarou.

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Críticas, Filmes | 17:09

“Interestelar” é versão esnobe de “Armageddon”

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Christopher Nolan acerta ao se referenciar em “2001: uma odisseia no espaço” (1968) na confecção de “Interestelar” (2014), sua incursão mais hardcore pela ficção científica. Mas erra gravemente ao maquiar seu filme. “Interestelar” tem um 1ºato spielberguiano, em que a ideia é estabelecer os vínculos entres os personagens e destes com o público para que quando finalmente a ação se concentrar no espaço, possa haver engajamento emocional suficiente a mover a trama. O primeiro grande problema do filme surge aí. Ora por culpa do roteiro (condescendente demais em suas artimanhas narrativas), ora pela direção fria e cerebral de Nolan, o engajamento emocional não decola junto com a nave pilotada por Cooper (Matthew McConaughey).

O 2º ato, mais kubrickano, é quando Nolan destila a ciência de “Interestelar” dando viço ao conflito central do filme. A missão busca um planeta alternativo para a existência (e sobrevivência humana) já que os recursos naturais da Terra estão se esgotando e o planeta está morrendo. O 3º ato apresenta o que chamamos de “Deus ex-machina”, uma solução improvável para “arredondar” uma história. Por mais que este ato remeta às grandes questões que permeiam o cinema de Nolan, como a relação entre o homem e seu passado, ele é construído sobre fragilidades que nem mesmo viagens gravitacionais por dimensões paralelas são capazes de disfarçar.

No limiar, “Interestelar” traz complexidade a uma trama incrivelmente simples. Nolan vende um filme difícil, e se preocupa em traduzi-lo em diálogos expositivos e em sua maioria cansativos, mas entrega um filme com o mesmo recorte de “Armageddon”, sucesso de bilheteria noventista de Michael Bay. Uma missão espacial aparentemente suicida adornada pelo sacrifício paterno.

Nolan investe em um comentário superficial sobre o poder transcendental do amor, mas ao fazê-lo sublinha justamente a incapacidade de seu filme de conectar-se com a audiência em um nível menos sofisticado e mais emocional, passional.

Nolan e seu astro, Matthew  McConaughey, contemplam o horizonte: há muitos erros ao alcance dos olhos  (Foto: divulgação)

Nolan e seu astro, Matthew McConaughey, contemplam o horizonte: há muitos erros ao alcance dos olhos
(Foto: divulgação)

“Interestelar”, ainda que tecnicamente vistoso, é prejudicado por ser lançado um ano após “Gravidade”. A fita de Alfonso Cuarón é mais impressionante visualmente e mais honesta narrativamente, a despeito das críticas pelo mote simplista.

O bom elenco, além de McConaughey, há Jessica Chastain, Michael Caine, Casey Affleck e Anne Hathaway, é desperdiçado. Os personagens não são essencialmente bons. Com exceção de um que surge mais à frente na trama e cujo intérprete foi mantido em segredo pela produção para dar mais clima.

Sem cativar pelo aspecto visual e decepcionante em sua articulação dramático/narrativa, “Interestelar” se subscreve como um subproduto de “2001” que perde na comparação com um blockbuster assinado por Michael Bay. Cenário preocupante para um cineasta que outrora ostentou a alcunha de visionário.

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domingo, 9 de novembro de 2014 Atores, Notícias | 13:46

Matt Damon confirma que estrelará novo filme da franquia “Bourne” em 2016

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Foto: divulgação

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A boataria vem desde o início de maio, quando o Cineclube acusou a possibilidade de Matt Damon retornar ao personagem que o consagrou como astro de cinema e ajudou a redefinir o cinema de ação moderno. Agora, depois que o amigo Ben Affleck deu com a língua nos dentes no tapete vermelho de um evento em Hollywood na última sexta-feira, Damon confirmou que voltará a interpretar Jason Bourne em um filme que será lançado em 2016.

O retorno de Damon, e do diretor Paul Greengrass (condição imposta pelo astro para retornar à franquia) já era negociada desde setembro. Além de “A supremacia Bourne” (2004) e “O ultimato Bourne” (2007), Greengrass dirigiu Damon em “Zona verde” (2010), sobre a desamparada busca de armas por destruição em massa no Iraque invadido por George Bush. Depois de “Capitão Phillips” (2013), que concorreu ao Oscar deste ano em seis categorias (incluindo melhor filme), Greengrass estava sem nenhum projeto à vista. Damon, por seu turno, deve encerrar sua participação nas gravações  de “Manchester by the sea” e “The martian”, além de gravar o novo filme de Alexander Payne (“Downsizing”), antes de se dedicar às filmagens do novo “Bourne” que só devem ocorrer a partir do segundo trimestre de 2015.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014 Filmes, Notícias | 19:05

Mark Wahlberg aposta tudo no novo trailer de “The gambler”

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Mark Wahlberg é daqueles atores que gostam de surpreender quando menos se espera. “The gambler”, uma dramédia com a assinatura de William Monahan, roteirista de “Os infiltrados”, que não custa lembrar rendeu a única indicação de Wahlberg ao Oscar, parece ser um filme que favorece os dotes dramáticos do ator. Desde o excelente “O vencedor” (2010), Wahlberg não exercitava sua veia dramática em Hollywood. Na fita, dirigida por Ruppert Wyatt (“Planeta dos macacos: a origem”), Wahlberg interpreta um professor universitário que começa a comprometer o orçamento familiar, e entrar na mira de gente perigosa, por força de seu vício em jogos de azar.

O elenco coadjuvante tem nomes como Jessica Lange, que brilha atualmente na série “American Horror Story”, John Goodman (“O voo” e “Argo”) e Brie Larsson (“Como não perder essa mulher” e “Temporário 12”). A estreia no EUA está agendada para 19 de dezembro. No Brasil,  ainda não há data oficial.

Além do trailer, o belo cartaz original do filme pode ser conferido abaixo!

 

The gambler - poster

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Diretores, Filmes, Notícias | 06:00

Tarantino fecha elenco de “The hateful eight” que ganha sinopse oficial

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O novo, e obviamente muito aguardado filme de Quentin Tarantino, teve seu elenco fechado e divulgado. Ou quase. Apesar de muita comoção na internet em torno do anúncio de que Channing Tatum (“Anjos da lei” e “Magic Mike”) integraria o elenco do novo faroeste de Tarantino, essa informação ainda não foi oficializada pelo estúdio, a Weinstein Company. Mas sites bem cotados como o Deadline cravam que o acerto já foi feito.

De qualquer forma, “The hateful eight” terá um elenco de dar água na boca. Samuel L. Jackson como Major Marquis Warren, Kurt Russell como o caçador de recompensas John “The Hangman” Ruth, Jennifer Jason Leigh como a fugitiva Daisy Domergue, Walton Goggins como o xerife Chris Mannix, Tim Roth como o carrasco Oswaldo Mobray, Michael Madsen como o vaqueiro Joe Gage, Demian Bichir como o mexicano Bob e Bruce Dern como o General Sanford Smithers.

A trama se passa alguns anos depois do fim da Guerra Civil e acompanha uma diligência que cruza as invernais paisagens do Wyoming levando John Ruth (Russell) e sua fugitiva Daisy Domergue (Leigh) para Red Rock. Aos poucos eles vão encontrando os outros personagens acima citados até que os oito do título se reúnam. Com a intensão da nevasca, os personagens logo percebem que podem não chegar a Red Rock…

O filme começará a ser rodado agora em dezembro e, a esta altura, parece improvável que Viggo Mortensen e Jennifer Lawrence, atores comentados para se juntar ao elenco, entrem para a produção que deve ser gravada no Colorado (EUA). A expectativa de Tarantino é ter o filme pronto a tempo de inseri-lo nas programações dos festivais de Toronto e Veneza, realizados no segundo semestre de todo ano. O lançamento comercial está previsto para dezembro de 2015.

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