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Arquivo de novembro, 2014

quinta-feira, 6 de novembro de 2014 Notícias | 21:30

Disney anuncia lançamento de “Toy Story 4” para junho de 2017

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Woody e Buzz vão voltar aos cinemas (Foto: divulgação)

Woody e Buzz vão voltar aos cinemas
(Foto: divulgação)

Depois de fazer grande alarde em 2010, quando do lançamento de “Toy Story 3”, que faturou mais de U$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, sobre o fim das aventuras de Woody e Buzz Lightyear, a Disney anunciou nesta quinta-feira (6) que haverá um quarto filme da franquia. “‘Toy Story 3’ terminou tão maravilhosamente bem a jornada de Woody e Buzz com Andy que nós nem sequer falamos sobre fazer outro filme”, disse em comunicado à imprensa John Lasseter, chefe criativo da divisão de animação da Disney. “Nós não faríamos nada que não fizesse jus ou superasse tudo que já foi feito com esses personagens até aqui”.

Lasseter, que dirigiu o “Toy Story” original em 1995, retorna à cadeira de diretor para o quarto filme que será lançado em junho de 2017. O roteiro, que será baseado em uma ideia do próprio Lasseter, será escrito pelos atores/roteiristas Rashida Jones e Will McCormack que anteriormente dividiram o crédito na comédia romântica “Celeste e Jesse para sempre”.

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Notícias | 20:15

Episódio VII de “Star Wars” ganha título oficial

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As filmagens já acabaram e para apimentar a ansiedade dos fãs, Disney e LucasFilm devem começar a soltar pílulas sobre o filme, dirigido por J.J Abrams, que tem estreia marcada para o dia 18 de dezembro de 2015. O nome oficial é “Star Wars: The force awakens”. Algo como “O despertar da força”, em tradução livre. A escolha por este nome em detrimento do tradicional numeral no episódio ajuda a consolidar a nova percepção da Disney para a saga com filmes mais diversificados sobre o universo criado por George Lucas.

Foto: reprodução/Twitter

Foto: reprodução/Twitter

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Críticas | 19:00

“Relatos selvagens” obriga público a fazer autoanálise

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O cinema argentino se mostra mais mesmerizante a cada novo filme. “Relatos selvagens” (Argentina, 2014), que chega ao circuito comercial brasileiro depois de fazer notável carreira nos festivais de cinema mundo afora e assegurar a vaga de candidato argentino à disputa pelo Oscar de filme estrangeiro, é um filme que trabalha muito bem as peculiaridades.

É, primeiramente, um filme episódico que mantém unidade e coesão narrativas ímpares – o que por si só já o torna peculiarmente bom. É, também, uma produção que mescla com desenvoltura gêneros diversos como comédia, drama, ação e suspense em recortes que favorecem fortes críticas aos arranjos civilizacionais à mercê dos destemperos da vida moderna.

Leia também: Filme argentino “Relatos selvagens” faz sucesso com personagens fora de controle 

Produzida por Pedro Almodóvar, a fita – que é a terceira da promissora carreira de Damián Szifron, estimula uma reflexão poderosa sobre a colisão de nossos instintos primais em uma sociedade que se habituou a convulsionar tanto por razões torpes como pelas mais frívolas. Ao esticar o humor negro, em especial no terceiro e no quinto episódios, Szifron pisca para sua plateia ao estabelecer uma dinâmica perversa de autoanálise.

Cena do último episódio, onde o humor se acentua, mas sem prescindir do nervosismo  (Foto: divulgação)

Cena do último episódio, onde o humor se acentua, mas sem prescindir do nervosismo
(Foto: divulgação)

Do conflito de classes sociais, sutilmente presentes nos respectivos episódios chamados “El más fuerte” e “La propuesta”, à demolição da fachada matrimonial em “Hasta que la muerte nos separe”, passando pela tumultuada relação entre o individuo e o sistema, tão solenemente abordada em “Tropa de elite 2 – o inimigo é agora outro”, exposta com muito mais vigor e assertividade em “Bombita”, arco protagonizado pelo excelente Ricardo Darín.

“Relatos selvagens” conjuga essa verve de radiografia das tensões sociais, ambicionada em graus distintos em cada episódio, com a satisfação implícita a um filme de entretenimento destacável por sua inteligência. Essa qualidade, tão rara de ser equalizada em qualquer cinematografia, distingue o filme de Szifron da média que frequenta as salas de cinema atualmente.

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Filmes, Listas | 17:16

Cinco filmes para assistir antes de “Interestelar”

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Chegou nesta quinta-feira aos cinemas brasileiros, um dos filmes mais aguardados do ano. Mas antes de sair de casa para se impressionar com “Interestelar”, o espectador pode fazer um intensivão em ficção científica e assistir cinco filmes essenciais para uma melhor compreensão do novo e ambicioso projeto de Christopher Nolan.

 

“2001 – uma odisseia no espaço” (EUA, 1968)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Considerado por muitos como um dos melhores filmes de todos os tempos e por muitos outros a maior ficção científica da história. O próprio Nolan já admitiu ser a obra-prima de Kubrick uma referência vívida em “Interestelar”. A trama remete a uma viagem espacial a Júpiter para investigar um misterioso e enigmático monolito que está interferindo na órbita terrestre. Durante a viagem, o computador Hal 9000 sofre uma pane e começa a eliminar os tripulantes.

“Interestelar” reaproveita muitas das ideias ensejadas por “2001”, além de resgatar o espírito filosófico do filme de Stanley Kubrick.

 “A origem” (EUA, 2010)

A origem (11)

Até a chegada de “Interestelar”, essa ficção científica cascuda sobre sonhos e o poder transformador de uma ideia carregava o status de ser o filme mais ambicioso de Nolan.  Leonardo DiCaprio faz um especialista em roubar segredos do inconsciente durante o sono. Mas ele é contratado para implantar uma ideia, algo muito mais perigoso e minucioso. Rever o filme, ou assisti-lo pela primeira vez, é aconselhável para se familiarizar com a metodologia narrativa empregada por Nolan em filmes com uma carga teórica mais densa.

“Prometheus” (EUA, 2012)

Prometheus

Em 2089, dois cientistas reúnem indícios suficientes para justificar a um milionário à beira da morte uma viagem interestelar para investigar as possíveis origens da vida na Terra. Nesta prequela de “Alien- o oitavo passageiro” (1979) conduzida pelo mesmo Ridley Scott que levou o medo em estado bruto para o espaço, há muitas potencialidades narrativas jamais preenchidas, mas o aspecto visual é impressionante e há questões presentes em “Prometheus” que são aventadas no novo filme de Nolan.

“Contato” (EUA, 1997)

Contato

Assim como no mais recente filme de Nolan, nesta ficção científica portentosa de Robert Zemeckis, há fortes vestígios de feminilidade na narrativa. Além dessa característica, há a presença de Matthew McConaughey. Assim como em 1997,  o ator agora é alvo de grande boa vontade da crítica. Em 1997, ele vinha do sucesso “Tempo de matar” e se experimentava na ficção científica. Em 2014, “Interestelar” coroa a boa fase de McConaughey em um filme de franca ambição comercial após colher vários elogios da crítica.

Outra coincidência é a presença do físico Kip Thorne como consultor. Thorne atuou na função para a produção de “Contato” e reprisou o papel em “Interestelar”, filme que assim como o de 1997 vai além da Teoria da Relatividade.

 “Gravidade” (EUA, 2013)

Gravidade

Ok, você deve ter visto este filme recentemente. Afinal, a fita do mexicano Alfonso Cuarón foi uma das grandes sensações do ano passado nos cinemas do mundo todo. Mas a revisão se faz necessária para confrontar, não só os aspectos técnicos de ambos os filmes, mas as distintas visões e narrativas perpetradas por Nolan e Cuarón. Nolan, agudo, propõe o fim da humanidade, enquanto Cuarón versa sobre o risco iminente de morte de uma única pessoa. Enquanto o mexicano investe na simplicidade narrativa, o homem que revitalizou Batman no cinema aposta no complexo e hermético.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Bastidores, Curiosidades | 06:00

Quem deve interpretar Steve Jobs no cinema?

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David Fincher queria Christian Bale para viver o Steve Jobs do filme que estava preparando para a Sony. Fincher não foi atendido pelo estúdio e acabou, também por outras razões, se afastando da produção, como o Cineclube já destacou aqui. Danny Boyle assumiu a cadeira de direção e Leonardo DiCaprio já estava apalavrado para ser o Jobs de Boyle. Ele recuou. Christian Bale, para surpresa de quem acompanhava o imbróglio desde o início, aceitou participar do filme e interpretar o criador da Apple. Menos de duas semanas depois da confirmação, Bale declinou do convite. Sua oficialização, a bem da verdade, ficou no anúncio do roteirista Aaron Sorkin. Nenhum contrato foi assinado. Agora o estúdio abriu negociações com outro ator de prestígio e talento reconhecíveis, o alemão de ascendência irlandesa Michael Fassbender.

O ator Michael Fassbender iniciou conversas com a Sony para viver Jobs (Foto: reprodução/The wire)

O ator Michael Fassbender iniciou conversas com a Sony para viver Jobs
(Foto: reprodução/The wire)

Há quem diga que Fassbender não seria o candidato ideal por não ostentar nenhuma semelhança física com Jobs. Semelhança não é facilitadora para uma boa interpretação, como o próprio passado de Jobs no cinema demonstra. Que o diga Ashton Kutcher! Ajuda, mas não atrapalha. A produção já sinalizou, pelos atores que a rejeitaram, estar disposta a contar com um astro no papel. Talvez fosse o caso de experimentar um ator menos tarimbado, mas é compreensível a intenção do estúdio de contar com um peso-pesado à frente do elenco e um bom chamariz no cartaz.

Mas se Michael Fassebender, novo desejo do estúdio, não vingar, quem poderia ser Steve Jobs?

Um critério dominante deve ser a qualidade do ator. Nessa faixa-etária, acima dos 40 anos, duas boas apostas são Ralph Fiennes e Stanley Tucci. Enquanto o primeiro já é bem experimentado no drama (“O jardineiro fiel”, “A lista de Schindler”, “O grande hotel Budapeste”, entre outros), o segundo é mais próximo das comédias, mas quando exigido corresponde em fitas mais dramáticas como em “Um olhar do paraíso” (2008). Outra alternativa seria resgatar Liam Neeson dos filmes de ação. O ator, é bem verdade, está escalado para o novo de Martin Scorsese (“Silence”), mas seria uma adição de reconhecida envergadura dramática para um papel que exige maiores cuidados.

Stanley Tucci e Ralph Fiennes já contracenaram na comédia romântica "Encontro de amor", com Jennifer Lopez (Foto: divulgação)

Stanley Tucci (à direita) e Ralph Fiennes já contracenaram na comédia romântica “Encontro de amor”, com Jennifer Lopez
(Foto: divulgação)

Day Lewis como Jobs? Por que não?  (Foto: reprodução/Time)

Day Lewis como Jobs? Por que não?
(Foto: reprodução/Time)

O libanês Keanu Reeves talvez ganhasse pontos por uma semelhança, ainda que razoavelmente distante, com Jobs. Mas a inexpressividade dramática do ator poderia lhe ser desabonadora. Se expressividade for essencial, Daniel Day Lewis é o homem para o trabalho. Duro seria convencê-lo. Spielberg, que a princípio escalaria Liam Neeson para viver Abraham Lincoln em “Lincoln”, seu premiado filme de 2012, precisou de anos para convencer Day Lewis, oscarizado pelo personagem, a participar do filme. A Sony talvez não tenha o tempo ou a disposição.

Benedict Cumberbatch, ator tão talentoso quanto camaleônico, seria uma opção para combinar ousadia e conservadorismo. Cumberbatch, afinal, já deu vida à outra personalidade polêmica do mundo digital, o australiano Julian Assange em “O quinto poder”.

Especulações à parte, a Sony tem pressa na definição do intérprete de Steve Jobs. Até porque o filme adquire status de amaldiçoado enquanto sofre para sair do papel.

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terça-feira, 4 de novembro de 2014 Notícias, Sem categoria | 17:47

Novo filme do diretor de “Drive” será terror sobre a obsessão pela beleza

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“Um dia eu acordei e percebi que estava rodeado e dominado por mulheres. Estranhamente, surgiu em mim uma vontade imensa e súbita de fazer um filme de terror sobre a obsessão e o potencial viciante da beleza”. A frase é de Nicolas Winding Refn, prestigiado diretor dinamarquês de “Drive” e “Só Deus perdoa”, que anunciou que seu novo filme será uma obra de terror, protagonizada por uma mulher, que trata justamente da enlouquecedora busca pela beleza a qualquer custo. O filme será rodado em Los Angeles no início de 2015, mas a protagonista ainda não foi escolhida. O lançamento será em 2016 e como manda o figurino depois da celebração por “Drive”, The neon demon” deve ser lançado em algum festival internacional de cinema. O slogan mexe com a libido cinéfila: “Os perversos morrem jovens”.

The neon demon

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014 Análises, Atores, Bastidores | 18:32

Todos querem ser Liam Neeson

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O ator irlandês Liam Neeson em cena do ainda inédito "Busca implacável 3"

O ator irlandês Liam Neeson em cena do ainda inédito “Busca implacável 3”

Largamente elogiada por críticos e seguramente muito admirada pelo público, que fez de seus mais recentes filmes sucessos de bilheteria, a atual fase da carreira de Liam Neeson é um fenômeno cujas implicações para a indústria do cinema ainda não se esgotaram.

Depois de construir uma sólida e venerável filmografia calcada em papéis dramáticos, Neeson abraçou o gênero da ação com “Busca implacável” (2008) e, desde então, tem se notabilizado em filmes de ambição aparentemente modestas, mas com repercussão barulhenta como “Esquadrão classe A” (2010), “Desconhecido” (2011), “A perseguição” (2011), “Busca implacável 2” (2012), “Sem escalas” (2014) e o ainda inédito “Caçada mortal” (2014). Para 2015 já tem agendado o lançamento do terceiro e derradeiro “Busca implacável”.

O êxito de Liam Neeson nessa reengenharia de carreira já foi saudado reiteradamente em diversas ocasiões, mas há um sintoma que aos poucos começa a se tornar evidente. Atores veteranos, com ou sem histórico no gênero da ação, começam a buscar projetos muito similares aos que têm destacado Neeson na presente safra de sua carreira.

Um exemplo é Denzel Washington, ator que já havia se experimentado na ação em filmes diversos como “Chamas da vingança” (2004) e “O livro de Eli” (2010), mas que jamais havia elegido um projeto na expectativa de desenvolvê-lo em uma franquia de ação. Foi o que aconteceu com “O protetor” (2014). Washington chamou seu diretor no bem sucedido “Dia de treinamento” para azeitar uma história que guarda semelhanças robustas com “Busca implacável”, tanto no desenvolvimento do personagem, como no desenvolvimento da história.

Ainda não está certo se “O protetor” terá sequência no cinema, mas a bilheteria amealhada pelo filme – cerca de U$ 200 milhões mundialmente – permite o otimismo.

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Depois de virar astro com “Matrix” (1999), Keanu Reeves amargou certo ostracismo em Hollywood. Ensaiou um

Keanu Reeves, sem meias palavras, em "De volta ao jogo"

Keanu Reeves, sem meias palavras, em “De volta ao jogo”

retorno à ação com “47 ronis” e dirigindo o filme de artes marciais “Man of tai chi” (2013). Não deu certo. O próximo passo foi escolher um projeto com a cara de Liam Neeson. Em “John Wick”, que no Brasil deve se chamar “De volta ao jogo” (sem ironias, por favor), Reeves faz um ex-assassino de aluguel que volta à ativa para se vingar de gangsteres que não deveriam ter cruzado seu caminho. O filme estreou com boa bilheteria nos EUA  há dois finais de semana, com desempenho superior a “47 ronins”, filme que custou muito mais.

A “fórmula Liam Neeson” representa a décima tentativa de Mel Gibson de dar volta por cima em Hollywood. Em “Blood father”, com previsão de estreia apenas para 2015, o ator faz um ex-presidiário que faz de tudo para proteger sua filha que está na mira de traficantes de drogas. Gibson, a bem da verdade, já investe no gênero há algum tempo, mas “Blood father”, diferentemente de filmes como “Plano de fuga” (2012) e “O fim da escuridão” parece um genérico do primeiro “Busca implacável”.

Quando largou o smoking de 007, Pierce Brosnan disse que queria experimentar coisas novas e que não tornaria a fazer ação novamente. Se produções bacanas como “Encurralados” (2007) e “O matador” (2005) não exatamente podem ser enquadradas no gênero de ação, o mesmo não se pode dizer de “November man: um espião nunca morre”. No filme, Brosnan vive um ex-agente da CIA que volta à ativa (reparem como em todos os filmes há um “retorno à ativa”) para enfrentar um ex-pupilo desertor.

De volta aos holofotes em 2014, Kevin Costner deve ao gênero, pouco explorado por ele na fase áurea da carreira, o bom momento. Filmes como “Operação sombra-Jack Ryan” e “3 dias para matar”, sobre um agente da CIA à beira da morte que tenta acertar os ponteiros com a filha, enquanto age para conseguir uma droga experimental que pode prolongar sua vida, ajudaram o ex-galã a reaparecer com força no ano.

 

O Elvis Presley do gênero

Nicolas Cage em "Fúria": ele tem a própria fórmula... (Fotos: divulgação)

Nicolas Cage em “Fúria”: ele tem a própria fórmula…
(Fotos: divulgação)

Se tem alguém que dá de ombros para a “fórmula Liam Neeson” e pratica sua própria fórmula em Hollywood é Nicolas Cage. A única razão para ser o modelo de Neeson o copiado por atores veteranos e não o de Cage é que a carreira do sobrinho de Francis Ford Coppola e ex-marido de Lisa Marie Presley (e a metáfora ali de cima é menos gratuita do você pode imaginar) segue em constante e aparentemente irreversível declínio. Mesmo assim, Nicolas Cage continua fazendo os filmes “B” que quer fazer, como “O Apocalipse” e “Fúria”, que estrearam recentemente nos cinemas brasileiros. Cage, aliás, continua levando público ao cinema, especialmente no Brasil. Mesmo seus filmes sendo ruins, há uma honestidade indevassável neles. Mas a “fórmula Nic Cage” é assunto para outro dia.

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