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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Filmes, Listas | 17:52

Quinze filmes obrigatórios para assistir em 2015

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A esta altura do campeonato, o leitor já deve ter esbarrado com um sem-número de previews para os filmes de 2015. É lógico que mal podemos esperar pelo novo Star Wars, para ver o que Ultron aprontará com os vingadores, para retornar ao parque dos dinossauros e ver se franquias como Exterminador do futuro e Mad Max ainda têm lenha para queimar. Mas a proposta deste breve e inusitado preview 2015 aqui do Cineclube é listar filmes, alguns já banhados em expectativas outros ainda abaixo do radar, que merecem sua atenção ao longo do ano. Tratam-se de filmes que prometem ir além do hype. Seja no diálogo com o público, no vigor narrativo ou na originalidade da proposta.

 

“The intern”, de Nancy Meyers

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: reprodução/splash news

Foto: reprodução/splash news

Trata-se do novo filme da diretora de “Simplesmente complicado” (2009) e “Alguém tem que ceder” (2003). Meyers faz filmes sobre relacionamentos maduros como poucas pessoas em Hollywood e agora se experimenta com essa trama em que um site de moda comandado por Anne Hathaway, de volta ao tema depois do sucesso “O diabo veste Prada”, contrata um estagiário na terceira idade, papel de Robert De Niro. É intrigante ver como o humor refinado de Meyers servirá a essa premissa de comédia rasgada.

 

“Rock the kasbah”, de Barry Levinson

Previsão de estreia: 1º semestre

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Depois de dois filmes com Al Pacino (“You don´t know Jack” e “O último ato”), Barry Levinson, diretor de perolas como “Bugsy” e “Mera coincidência”, recruta Bill Murray para protagonizar um filme sobre os descalabros da indústria musical. A trama se concentra na batalha pela representação da carreira de uma jovem prodígio afegã. O elenco ainda conta com Bruce Willis, Zooey Deschanel, Kate Hudson e Danny McBride.

 

“Trainwreck”, de Judd Apatow

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: reprodução/MTV

Foto: reprodução/MTV

Imagine um elenco tão heterodoxo como esse formado por Daniel Radcliffe, Brie Larson, Tilda Swinton, Marisa Tomei, Bill Hader, o jogador de basquete Lebron James e Ezra Miller. Trata-se da nova comédia do homem por trás da última grande fase da comédia americana e diretor de filmes como “O virgem de 40 anos” e “Ligeiramene grávidos”. Aqui, no entanto, Apatow não dirige roteiro de sua própria autoria. O texto é de Amy Schumer, que também integra o elenco do filme, apontada como o expoente da nova safra do humor americano.

 

“Crimson Peak”, de Guillermo Del Toro

Previsão de estreia: 16 de outubro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

É o retorno do aclamado cineasta mexicano às suas raízes no gênero do terror. Com a promessa  de um visual tão delirante quanto impactante, o filme vai mostrar como uma tragédia familiar afeta uma escritora que está prestes a se casar. Teria seu marido contato com o sobrenatural? Seria a casa assombrada? Como se trata de um filme de Del Toro, o horror pode ser psicológico, mas as soluções visuais devem ser arrebatadoras.  O elenco matador tem nomes como Tom Hiddleston, Jessica Chastain e Mia Wasikowska.

“Velozes e furiosos 7”, de James Wan

Previsão de estreia: 2 de abril

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Não se trata apenas de se despedir de Paul Walker, morto de maneira trágica em novembro de 2013, mas de um filme que reúne todos os ingredientes para ser o melhor da franquia. A começar por agregar o casca-grossa Jason Statham ao time que já conta com Vin Diesel e Dwyane “The Rock” Johnson. Segundo porque James Wan, diretor hábil na construção de narrativas (são dele o primeiro “Jogos mortais” e o recente hit “Invocação do mal”), debuta na série.

 

“Black Mass”, de Scott Cooper

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Johnny Depp, que vinha numa curva decadente na carreira, tem alguns projetos interessantes para serem lançados em 2015. Um deles é essa drama criminal inspirado em fatos reais em que faz um violento assassino que vira informante do FBI para desbaratar a máfia irlandesa em Boston. Kevin Bacon, Benedict Cumberbatch, Sienna Miller, Joel Edgerton, Juno Temple e Peter Sarsgaard completam o estrelado elenco. Não é nenhum exagero considerar o filme de Scott Cooper (“Coração louco”) uma das apostas para o Oscar 2016.

 

“Tomorrowland: um lugar onde nada é impossível”, de Brad Bird

Previsão de estreia: 28 de maio

Foto/divulgação

Foto/divulgação

O filme da Disney assinado pelo diretor de “Os incríveis” promete ser a produção mais original do ano. Uma jovem cheia de curiosidade pela ciência acha um objeto capaz de transportá-la para uma realidade paralela criada por um ex-garoto prodígio, hoje um homem desiludido. Com Hugh Laurie como vilão, George Clooney na receita  e roteiro de um dos criadores de “Lost”, espera-se um filme infalível.

“Mapas para as estrelas”, de David Cronenberg

Previsão de estreia: 26 de fevereiro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Este estava prometido para 2014, mas Cronenberg sempre vale a espera. Uma sátira poderosa e cheia de esquisitices de Hollywood, assinada pelo diretor de obras como “A mosca”, “Crash – estranhos prazeres” e “Senhores do crime”. Por que esse filme ainda não estreou mesmo? Espere gente surtada, sexo, metalinguagem, referências e autoparódia. E Robert Pattinson, a quem interessar possa, claro.

 

“Vício inerente”, de Paul Thomas Anderson

Previsão de estreia: 19 de favereiro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Um detetive maconheiro na Los Angeles dos anos 70 perambula pela cidade investigando o sequestro de um bilionário a pedido de uma ex-namorada. Joaquin Phoenix estrela e Paul Thomas Anderson dirige. Precisa dizer mais?

 

“Ted 2”, de Seth Macfarlane

Previsão de estreia: 9 de julho

foto/divulgação

foto/divulgação

Ainda não se sabe exatamente qual é o plot desta sequência. Mas quem se importa? “Ted” foi a última grande comédia americana. Radicalmente inteligente, altamente subversiva e ridiculamente engraçada, a fita de Seth Macfarlane foi o grande marco de 2012 no cinemão. A sequência ganha o reforço de Liam Neeson, Morgan Freeman e Amanda Seyfried. Não precisa repetir o feito do filme anterior, basta ser bom.

“Poltergeist”, de Gil Kenan

Previsão de estreia: 2º semestre

polterigist

Sam Raimi assume a posição de Steven Spielberg nessa reimaginação deste clássico do terror oitentista. Uma família é assombrada por espíritos. Mais não precisa falar. É ver como Raimi, que anda mais interessado do que nunca em revitalizar clássicos dos anos 80 para as novas gerações, vai tratar essa refilmagem. Desde já um dos guilty pleasures do ano.

“O agente da U.N.C.L.E”, de Guy Ritchie

Previsão de estreia: agosto

The man from uncle

Guy Ritchie retorna com essa estilosa adaptação de uma bem sucedida série de tv. Na trama, o improvável. A aliança entre CIA e KGB para impedir a expansão de uma organização criminosa que visa tomar o controle de armas nucleares. Os ingleses Henry Cavill, Hugh Grant, Jared Harris e até mesmo David Beckham estrelam.

St. James Place, de Steven Spielberg

Previsão de estreia: outubro

Foto: reprodução/Brooklynnews

Foto: reprodução/Brooklynnews

Steven Spielberg volta ao drama de espionagem, terreno em que se deu maravilhosamente bem com “Munique”, neste filme ainda provisoriamente intitulado “St. James Place”. Tom Hanks retoma a parceria com seu diretor de “O resgate do soldado Ryan” (1998) e “O terminal” (2004) como um advogado recrutado pela CIA para auxiliar no resgate de um piloto capturado por agentes soviéticos.

“That´s what I´m talking about”, de Richard Linklater

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: divulgação

Foto: divulgação

O cineasta disse que este novo filme é uma “sequência espiritual” de “Jovens, loucos e rebeldes” (1993), seu primeiro longa-metragem, e parte de onde “Boyhood: da infância à juventude”, seu último e premiado filme, parou. Curioso? Nós também.

“MacBeth”, de justin Kurzel

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Baseada na clássica peça de Shakespeare, essa nova versão de MacBeth traz Michael Fassbender como o general golpista consumido pela culpa e Marion Cotillard como sua esposa. São credenciais mais do que satisfatórias para erigir o filme ao posto de um dos mais aguardados de 2015.

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3 comentários | Comentar

  1. 53 Alexandre 13/01/2015 1:01

    Acredito que os estúdios estão privilegiando os efeitos especiais com mais primazia e requinte associado ao 3D que tantos gostam. Mas, os filmes não se sustentam sem um roteiro espetacular e inovador (o que faltou de fato em 2014). Observe: O Sexto Sentido e Os Outros , filmes mais próximos são brilhantes e impactantes. É necessário um roteiro original que “quebre” o óbvio e nos dê uma sensação de inesperado. Tenho esperança!

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  2. 52 Kamila Azevedo 12/01/2015 22:27

    A sensação que eu tive foi a de que 2014 não teve grandes filmes memoráveis. Espero que esses filmes obrigatórios para 2015 mexam um pouco com o cinema.

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  3. 51 waldenio falcão 12/01/2015 21:13

    Não precisa nem ver para saber que a crise de roteiros e idéias continuam não só no cinema como também nas séries, outro ano sem revelações!!!!

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