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sábado, 13 de junho de 2015 Bastidores, Filmes | 17:04

O que indica o prejuízo da Disney com “Tomorrowland”?

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Foto: divulgação

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Reportagem do The hollywood Reporter indica que a Disney se prepara para um prejuízo entre U$ 120 e U$ 140 milhões com o filme “Tomorrowland- um lugar onde nada é impossível”. Ao todo, o estúdio investiu no filme cerca de U$ 400 milhões – agregando na matemática custos de produção e a alavancagem do marketing.  A arrecadação internacional do filme, até o momento, está em U$ 170 milhões.

Neste momento a indústria reflete sobre o que pode ter dado errado com filme e a resposta mais consistente aponta falhas na promoção da fita. Adultos devem ter pensado que se tratava de um filme infantil e crianças não se sentiram atraídas pelo tom nostálgico da fita. Outro grande filme dessa temporada de blockbusters, “Mad Max – estrada da fúria”, também é pouco palatável do público habitual dos multiplexes nesta época do ano. A exemplo de “Tomorrowland”, “Estrada da fúria” não faz uma bilheteria vistosa nos EUA. Outro elemento a unir os dois filmes parece ser a total incapacidade do marketing dos estúdios em vendê-los. É como se, apesar dos milhões gastos na promoção, não soubessem em que fatia do público mirar. Muito menos como comunicar o que será lançado nos cinemas.

Por um lado, este cenário pode ser bem desolador. Não para a Disney que ainda reúne um belo plantel de lançamentos (“Homem-formiga” e “Divertida mente” – além de “Star Wars” no final do ano). Mas para o cinema mainstream em geral. Ideias originais escasseiam em Hollywood como água no deserto e quando elas surgem, seja na forma de filmar (“Mad max”), seja na aposta em um projeto totalmente novo (“Tomorrowland”), patinam na aceitação do público e levam pulgas para trás das orelhas dos engravatados que tomam as decisões no mundo do cinema.

A razão de tantos remakes, reboots e sequências inundarem Hollywood é justamente a de que ninguém sabe como filmes como “Tomorroland” vão repercutir junto ao público. Esse prejuízo ostensivo que a Disney amealha agora com o filme protagonizado por George Clooney, portanto, é mais água no chope de quem torce por mais criatividade e originalidade no cinema.

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10 comentários | Comentar

  1. 60 vera 14/06/2015 8:52

    Vi o filme com minha filha. Os 30m iniciais são insuportáveis. Muito ruim. Depois vai melhorando, mas, sem coerência alguma. Muito previsível!!!!.

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  2. 59 Deam 14/06/2015 8:51

    Além do marketing, vale ressaltar a disponibilidade do filme, pelo menos no Brasil. No meu caso, eu moro em Curitiba e o filme ficou uma semana em cartaz no IMAX, dá pra acreditar? Também não consegui assistir Mad Max justamente por causa da disponibilidade. Pelo menos ontem consegui ver Jurassic World =D.

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  3. 58 Paulo RDF:. 14/06/2015 7:50

    Tomorroland é um salada de frutas e os cortes são horríveis. Fizeram uma bagunça desde o início e há muitas cenas estranhas, e o final é patético, aliás todos os lançamentos da Disney estão assim, remakes, mixers, reinventados, não são para adultos e nem para crianças, os adolescentes não gostam da Disney. Enrolados (Tangled) , Cinderela 2105, Malévola são exemplos típicos de quem está perdido e atirando para todos os lados, saudades do Walt !!!

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  4. 57 Marcelo 14/06/2015 2:24

    Numa boa.. Ainda não assisti ao Tomorrowland, mas a relação com os parks da Disney já seria o suficiente pra me levar ao cinema. O que me desmotivou fortemente a ver o filme é o ator principal, sinceramente não dá pra aguentar o George Clooney, só lembro como ele estragou o Gravidade e tantos outros filmes por aí.. Não há dinheiro de marketing que consiga competir com uma reputação ruim de um ator fraco.

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  5. 56 Serena 14/06/2015 0:43

    Amei Tomorrowland. Maravilhoso!. Um dos melhores filmes que assisti em minha vida! Vale a pena ver!

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  6. 55 Paulo 14/06/2015 0:39

    Mad Max seria um ótimo filme para dormir não fosse a barulheira constante e exagerada… falar que o filme é monótono é pouco, basta assistir 5 min e esperar rever cenas repetitivas e enfadonhas com uma história quase inexistente por mais de 2 horas. Acho que no fundo não esperava que fosse me surpreender.

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  7. 54 JOsE JVt 13/06/2015 21:35

    O filme Tomorow nao entendi tem criança muito confuso….
    O filme Mad é a mesma agua de sempre nao mudam oconteudo nao gostei dos dois….

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  8. 53 Jose Carlos Reis 13/06/2015 21:28

    Eu náo fui assistir ese filme por uma simples razao. Náo gostei do tema do filme. Parece um pouco sem gra;a fazer coisas imposs[iveis acontecer. Quandoi eu vi uma cena nas chamadas na tv de um gartoto andando de carro como se estive flutuando no ar, ja nao gostei do filme. Mesmo sendo uma imagina;áo em um filme de fic;ao as coisas tem ter um acontecimento logico.

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  9. 52 Francisco 13/06/2015 21:13

    Capitalismo é risco.

    Sabe quantos discos “Os Mutantes” de Rita Lee e companhia vendiam? Praticamente nada…

    Quem pagava a conta? Genival Lacerda, Jerry Adriane e Cauby Peixoto, entre outros.

    No entanto, algum executivo da gravadora decidiu que “Os Mutantes” valiam o risco, pela inovação que traziam à música.

    Se a Disney e os demais estúdios querem vida tranquila, ou fazem concurso para servidor público ou mudam a sede para a Coreia do Norte…

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  10. 51 Rodrigo Santos 13/06/2015 19:12

    Concordo com a matéria, mas Mad Max foi relativamente bem no Brasil.

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