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Arquivo de novembro, 2015

sexta-feira, 27 de novembro de 2015 Filmes, Listas | 18:23

Cahiers du Cinéma e Sight & Sound divulgam listas de melhores filmes de 2015

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Duas das mais respeitadas revistas de cinema do mundo divulgaram nesta sexta-feira (27) suas listas de melhores produções do ano. Para a francesa Cahiers du Cinéma, “Mia Madre”, de Nanni Moretti, foi o melhor filme de 2015. Já a inglesa Sight & Sound elegeu “A Assassina”, de Hsiao-Hsien Hou, a melhor produção do ano. Ambas as fitas debutaram no festival de Cannes em maio e ainda não estrearam no Brasil.

Como era de se esperar de publicações que pensam o cinema como arte, há a predominância de grandes autores na lista. Há mais americanos na lista da Sight & Sound, que elaborou um ranking com 20 filmes e os europeus imperam na lista da Cahiers du Cinéma. George Miller, com “Mad Max: Estrada da Fúria”, e Paul Thomas Anderson, com “Vício Inerente”, conseguiram entrar nas duas listas.

Cena do italiano "Mia Madre"

Cena do italiano “Mia Madre”

Lista da Cahiers du Cinéma
1. Mia Madre (Nanni Moretti)
2. Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul)
3. In the Shadow of Women (Philippe Garrel)
4. O Cheiro da Gente (Larry Clark)
5. Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller)
6. Jauja (Lisandro Alonso)
7. Vício Inerente (Paul Thomas Anderson)
8. As Mil e Uma Noites (Miguel Gomes)
9. The Summer of Sangaile (Alante Kavaite)
10. Para o Outro Lado (Kiyoshi Kurosawa)

O épico de ação de George Miller, "Estrada da Fúria", emplacou nas duas listas

O épico de ação de George Miller, “Estrada da Fúria”, emplacou nas duas listas

Lista da Sight & Sound
1. A Assassina (Hsiao-hsien Hou)
2. Carol (Todd Haynes)
3. Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller)
4. As Mil e Uma Noites (Miguel Gomes)
5. Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul)
6. No Home Movie (Chantal Akerman)
7. 45 Anos (Andrew Haigh)
8. O Filho de Saul (László Nemes)
9. Amy (Asif Kapadia)
9. Vício Inerente (Paul Thomas Anderson)
11. Anomalisa (Charlie Kaufman e Duke Johnson)
11. Corrente do Mal (David Robert Mitchell)
13. Phoenix (Christian Petzold)
14. Garotas (Céline Sciamma)
14. Hard to Be a God (Aleksei German)
14. Divertida Mente (Pete Docter)
14. Tangerina (Sean Baker)
14. Taxi Teerã (Jafar Pahani)
19. Cavalo Dinheiro (Pedro Costa)
19. The Look of Silence (Joshua Oppenheimer)

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Curiosidades, Notícias | 18:35

Suspense “O Presente” ganha divertido jogo interativo online

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O thriller “O Presente”, que marca a estreia na direção do ator australiano Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), chega aos cinemas brasileiros na quinta-feira (3) e no espírito de promover a obra, a PlayArte – que distribui o filme no Brasil – colocou no ar um hotsite com um teste online relacionado ao tema do filme. A ideia é apontar se você mudou muito desde seus tempos de escola e o resultado pode ser bem divertido.

Em “O Presente”, Joel Edgerton interpreta Gordon, um antigo colega de escola que reaparece na vida de Simon (Jason Bateman) trazendo uma sombria revelação do passado. A medida que a esposa de Simon, Robyn (Rebecca Hall) vai conhecendo Gordon, ela começa uma busca pela verdade até descobrir o que realmente aconteceu entre eles.

É possível jogar o game de “O Presente” neste link e conferir o trailer do filme logo abaixo.

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terça-feira, 24 de novembro de 2015 Curiosidades | 19:50

“O Poderoso chefão” lidera preferência de brasileiros no Pinterest

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O tempo passa, o tempo voa e “O Poderoso Chefão”, maior clássicos entre os grandes clássicos do cinema americano, continua numa boa. Pelo menos, é o que revela um levantamento feito pelo Pinterest sobre os filmes mais ‘repinados’ no Brasil nos últimos meses e que o Cineclube teve acesso.

Na lista não há nenhum filme de 2015. Com alguma boa vontade, é possível relacionar a presença de “Star Wars” como um indicativo da ansiedade cada vez maior com a estreia do sétimo filme da saga criada por George Lucas. Mas é boa vontade.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Apesar da presença de sucessos de público como “Um Sonho de Liberdade”, “Diário de uma Paixão” e “Forrest Gump – um contador de histórias”, a lista do Pinterest revela o gosto do brasileiro por filmes mais alternativos como “Vicky Cristina Barcelona”, exemplar de 2008 de Woody Allen, “Chocolate”, uma fábula romântica que combina o afã por chocolates a um Johnny Depp cigano, e “Quero ser Grande”, uma das comédias do início da carreira de Tom Hanks.

Em outra frente, a relação confirma a ascendência dos dois últimos grandes blockbusters do cinema nacional: “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite”.

O fato de esses filmes reclamarem protagonismo entre os mais mencionados por brasileiros em uma rede social é uma boa notícia. Por outro lado, a ausência de lançamentos entre os campeões de bilheteria do Pinterest no Brasil demonstra que o brasileiro não está vendo filmes novos o suficiente para emplacá-los entre os hits da plataforma.

Confira a lista completa:

“O Poderoso Chefão”

“Pulp Fiction – tempos de violência”

“Chocolate”

“Um Sonho de Liberdade”

“Grease”

“A Lista de Shindler”

“Diário de uma Paixão”

“Quero ser Grande”

“Tropa de Elite”

“A Menina que Roubava Livros”

“O Amor não tira Férias”

“Star Wars”

“O Clube da Luta”

“Forrest Gump”

“Cidade de Deus”

“Vick Cristina Barcelona”

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segunda-feira, 23 de novembro de 2015 Análises | 18:52

Com espólios de guerra, “Jogos Vorazes” reina entre franquias teen

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Principal estreia do último fim de semana no Brasil e no mundo, “A Esperança – O Final” encerra uma das franquias jovens mais bem sucedidas do cinema.  Baseado na obra de Suzanne Collins, a série gerou quatro filmes no cinema e diferentemente de outras franquias teen como “Crepúsculo” e “Harry Potter” foi ficando mais sombria e politizada a cada filme.

Há muitos paralelos possíveis em “Jogos Vorazes”. Desde o óbvio discurso feminista, com a heroína Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) como principal expoente contra o totalitarismo de um regime essencialmente composto por homens, até a mais sofisticada articulação política de bastidores, que ganha mais relevo nos dois últimos filmes baseados no último volume da obra de Collins.

Mesmo o feminismo precisa ser bem dosado, parece advertir o desfecho de "Jogos Vorazes": todo totalitarismo merece desconfiança (Foto: divulgação)

Mesmo o feminismo precisa ser bem dosado, parece advertir o desfecho de “Jogos Vorazes”: todo totalitarismo merece desconfiança
(Foto: divulgação)

O que mais impressiona na evolução de “Jogos Vorazes” é a maneira como a franquia trabalha a ideia de pão e circo e vai afunilando conceitos essencialmente políticos em uma trama de apelo jovem. O triangulo amoroso entre os personagens de Katniss, Peeta (Josh Hutcherson) e Gale (Liam Hemsworth) desaparece em importância no contexto – ainda que mantenha algum espaço no desenvolvimento da trama.

Com a chegada de personagens como Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) a série expandiu seu horizonte político dando mais profundidade ao tema e revestindo os filmes de um aspecto sombrio incomum para franquias tão populares. O grande mérito, no entanto, está no fato de que essa evolução narrativa não afugentou o público alvo. É bem verdade que o material original de Collins é a grande matriz desse bem-aventurado processo, mas a direção de Francis Lawrence – que assumiu a franquia em “Em Chamas” – e o time de roteiristas (Simon Beafoy, Michael Arndt, Peter Craig e Danny Strong) souberam envernizar “Jogos Vorazes” de maneira que a franquia se distinguisse de todos os grandes blockbusters contemporâneos.

Se a construção do mito do Tordo rivaliza com a crescente fragilidade de Katniss ao se perceber um peão na contenda entre a capital e a rebelião, “Jogos Vorazes” expõe toda a movimentação política inerente a grandes movimentos populares e – diferentemente da noção clássica hollywoodiana – revela que uma guerra não se decide no campo de batalha, mas sim na movimentação de bastidor. Não à toa, desde “Em Chamas”, a série se abstém de um clímax de ação e investe em cena anticlimáticas posteriores aos grandes eventos do capítulo.

Trata-se de um recurso narrativo poderoso e que ajuda a cristalizar essa vocação reflexiva da série. Valoriza-se o ensejo da ação e a repercussão dela em detrimento da mera exposição de efeitos especiais. Uma ousadia e tanto para uma série destinada a um público que, em suma, consome cenas de ação por atacado.

Espólios da guerra: duro e trágico, último "Jogos Vorazes" rompe com qualquer ilusão  comum a franquias hollywoodianas (Foto: divulgação)

Espólios da guerra: duro e trágico, último “Jogos Vorazes” rompe com qualquer ilusão comum a franquias hollywoodianas
(Foto: divulgação)

O último capítulo da franquia chega com entonação grave. “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” não foge de suas responsabilidades dramáticas e propõe o final tão apoteótico quanto necessário para a série.

As tragédias pessoais e a perda da inocência – no viés de que não podemos salvar o mundo da maneira que desejamos – reclamam o protagonismo do novo filme e transformam o último filme em um fecho doído, na conjugação esperta que faz de emoção e razão. Um triunfo e tanto para uma franquia que começou no rastro da muito menos laudatória “Crepúsculo”.

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sábado, 21 de novembro de 2015 Críticas, Filmes | 09:54

“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” mistura comédia teen e carnificina

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Foto: divulgação

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Que os zumbis reinam há algum tempo no coração da cultura pop não é novidade nenhuma, mas fazer uma sátira de filmes zumbis parecia uma ideia fora do lugar depois do sucesso de “Zumbilândia” (2009), que de certa forma pavimentou toda a realidade que testemunhamos em meio ao culto à série “The Walking Dead”.

“Como Sobreviver a um ataque zumbi”, no entanto, não se subscreve como uma simples sátira. O filme de Christopher Landon abarca a sátira, mas brinca com outros preceitos do filme jovem como ritos de amadurecimento e o valor da amizade. Nesse sentido, ainda que “Zumbilândia” seja um paralelo óbvio, o filme também parelha com fitas como “Superbad – É hoje” (2007) e “Anjos da Lei” (2012), promovendo um interessante e bem-vindo mix de influências.

No filme, os amigos Ben (Tye Sheridan), Carter (Logan Miller) e Augie (Joey Morgan), que são escoteiros desde crianças, se veem às voltas com uma invasão zumbi na pequena cidade em que vivem e precisam por em prática alguns de seus conhecimentos de escoteiros para sobreviver. Adicione à bagunça  stripers zumbis, piadas escatológicas, alguma insinuação sexual e bastante nojeira e você vai ter um dos filmes mais divertidos da temporada.

Tye Sheridan, que surgiu para o mundo como o filho de Brad Pitt e Jessica Chastain em “A árvore da vida” segura bem o protagonismo da fita e, depois de mandar bem nos filmes “Lugares Escuros” (2015) e “Amor Bandido” (2012), exibe uma versatilidade que já lhe garante mais pujança do que o rótulo de promessa. Trata-se de um ator em plena faculdade de seu talento.

 

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015 Atrizes, Notícias | 18:30

Bia Gallo é a “the next best thing” do cinema brasileiro

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Foto: reprodução/biagallo.com

Foto: reprodução/biagallo.com

Uma das principais atrações de “Condado Macabro”, já em cartaz em algumas cidades do país e que estreia em São Paulo na próxima quinta-feira (19), é Bia Gallo. É o seu primeiro trabalho em um longa-metragem, mas ela já tem experiência com curtas que rodaram festivais mundo afora. Formada em teatro desde os 18 anos, ela já atuou em peças no Brasil e no exterior.

Em “Condado Macabro”, ela faz Lena, uma mulher jovem e muito bem resolvida com sua sexualidade. Ela parte com um grupo de amigos para passar um feriadão no interior e, quem sabe, transar com Théo (Leonardo Miggiorin), o tímido amigo por quem ela tem uma quedinha.

Crítica: “Condado Macabro” é ótima versão brasileira de “O Massacre da Serra Elétrica”

As coisas parecem sair dos trilhos quando um grupo de lunáticos resolve se divertir às custas de Lena e seus amigos.

O que mais impressiona em Bia Gallo não é a beleza ou a desenvoltura com que segura as cenas de sensualidade, ação, humor ou suspense – um prato para lá de cheio para um primeiro longa, mas a presença carismática da atriz em cena. Mesmo sem ser a protagonista formal do filme, rapidamente Lena reclama o centro das atenções e logo a evolução da narrativa se justifica aos olhos do público.

Bia Gallo merece a sua atenção!

A atriz em cena de "Condado Macabro" (Foto: divulgação)

A atriz em cena de “Condado Macabro”
(Foto: divulgação)

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015 Bastidores, Filmes, Notícias | 19:04

Confira vídeo com bastidores do estrelado “A Grande Aposta”

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A grande apostaChristian Bale, Steve Carell, Brad Pitt e Ryan Gosling contra os grandes conglomerados financeiros. Posto de maneira vulgar, este é o mote de “A Grande Aposta”, que a Paramount lança nos cinemas brasileiros em 14 de janeiro de 2016. Dirigido por Adam McKay, o filme é uma adaptação de “A jogada do século: The Big Short”, de Michael Lewis, mesmo autor das obras que deram origem aos filmes “Um Sonho Possível” e “Moneyball – o  Homem que Mudou o Jogo”.

“A Grande Aposta” conta a trajetória de quatro homens fora do mercado financeiro que perceberam de antemão o que os grandes bancos, a mídia e o governo não conseguiram prever: a crise econômica que abateu os Estados Unidos em 2008. Eles então fizeram uma série de investimentos para lucrar com a ruína do sistema. Uma história tão extraordinária que merecia a atenção de Hollywood. Trata-se de uma das apostas do estúdio para o próximo Oscar.

Confira o featture legendado abaixo:

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015 Críticas, Filmes | 13:14

“007 Contra Spectre” é retrocesso narrativo e conceitual na franquia

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Tudo parecia caminhar para outro sucesso acachapante. “007 Contra Spectre” (2015), 24º filme de James Bond, teria a mesma equipe criativa por trás do maior sucesso de público e crítica da série, “Operação Skyfall” (2012). Mas o filme que pretende se resolver como um fecho do arco protagonizado por Daniel Craig é mais presunçoso do que assertivo e menos eficiente do que aparenta.

A opção por sequenciar a trama desde os eventos iniciados em “Cassino Royale” (2006) até então vinha oferecendo um “momentum” ímpar para a franquia. Tratava-se, afinal, de um 007 em início de carreira com uma recém-adquirida licença para matar e às voltas com insegurança, arrogância e, por que não, o amor. Nesse contexto, “Operação Skyfall” ofertou uma mudança de paradigma ao descortinar o passado de Bond e redirecionar o futuro do personagem com mudanças jamais experimentadas no universo do espião britânico.

É bem verdade que Sam Mendes não facilitou para quem quer que assumisse a cadeira de diretor em “Spectre”, mas parece que o tempo curto que o cineasta dispôs para produzir um filme tão grande e ambicioso pesou.

Craig segue dominando o personagem, mas o roteiro não ajuda (Foto: divulgação)

Craig segue dominando o personagem, mas o roteiro não ajuda
(Foto: divulgação)

“007 Contra Spectre” é mal resolvido dramaticamente e inautêntico em matéria de ação. O orçamento generoso de US$ 300 milhões ajuda a disfarçar a falta de gás do filme, mas a longa duração – a maior entre os 24 filmes da franquia – compromete o que poderia funcionar como atenuante.

Nem mesmo o ótimo plano-sequência que abre o filme abrilhanta a cena pré-créditos, um indício do aglomerado de desentendidos narrativos que viria a seguir. Craig consegue, no fio da navalha, manter intacta a motivação que move Bond desde “Cassino Royale”, mas mesmo que os filmes anteriores sejam resgatados na explanação do que é, de fato, a organização criminosa Spectre, o elo pessoal entre Bond e a figura no centro da Spectre é, mais do que fraca, risível. Além de imediatamente evocar paródias famosas do agente como “Austin Powers” e “Cassino Royale” (1967), de Ken Hughes.

Christoph Waltz, que deveria inspirar medo e apreensão, não consegue nada além da mais vã indiferença com caretas e frases feitas que fazem sua participação em “O Besouro Verde” parecer um momento de grande inspiração.

Outro descompasso são as cenas de ação. Tímidas e anticlimáticas, elas não compartilham do brilhantismo criativo dos filmes recentes e apesar de espalhafatosas – grandes explosões e carros destruídos – pouco fazem para cativar a audiência.

Entre tantos erros, o mais grave talvez seja dar margem à velha queixa de misoginia a acompanhar Bond. A participação de Mônica Bellucci não é vexatória por ser breve, mas sim por estar ali apenas para servir como um casinho de Bond, algo com o qual os filmes recentes haviam rompido. Bond seguia tendo casinhos, mas eles tinham algum contexto e, principalmente, não ganharam a face de uma das mais belas e festejadas atrizes europeias.

Não obstante, a relação com Madeleine Swann (Léa Seydoux), que deveria redimir o espião, é mal elaborada dramaticamente e não ecoa na audiência.

Monica Bellucci e a misoginia: Velhos hábitos expostos em velhas fórmulas (Foto: divulgação)

Monica Bellucci e a misoginia: Velhos hábitos expostos em velhas fórmulas
(Foto: divulgação)

O mote de uma mulher envolvida com assassinos e que se vê atraída por Bond por motivos que repugna já fora trabalhado na série com mais inspiração em volumes estrelados por Brosnan e Connery.

É de se lamentar que “007 Contra Spectre” seja um filme tão mediano depois de produções tão bem azeitadas – em especial “Cassino Royale” e “Operação Skyfall”. O fato de brindar os fãs antigos com diversas referências a um Bond mais clássico – como o capanga brutamontes vivido por Dave Batista – não é uma desculpa. Seria ainda mais lamentável se “Spectre” marcasse a despedida de Craig do personagem. Para o ator, que ainda não decidiu se segue à frente da série, é uma questão de recuperar seu legado. “Spectre”, o filme, não a organização, até segunda ordem, deixa Bond em maus lençóis.

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terça-feira, 10 de novembro de 2015 Atores, Filmes, Notícias | 17:30

Louis Garrel virá ao Brasil divulgar “Dois Amigos”, sua estreia como diretor

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Foto: Reprodução/Details

Foto: Reprodução/Details

O ator francês Louis Garrel virá ao Brasil para divulgar “Dois Amigos”, filme que marca sua estreia na direção de longas-metragens. O galã de 32 anos, filho do cineasta Philippe Garrel, desembarca em São Paulo para a pré-estreia do longa no dia 27 de novembro. No dia seguinte, acompanhado de sua namorada, a atriz francesa Laettia Casta, Garrel prestigiará a pré-estreia carioca do filme.

Selecionado para a semana da crítica no festival de Cannes deste ano, “Dois Amigos” narra a relação de Vincent (Vincent Macaigne) e Mona (Golshifteh Farahani), que se conhecem e se tornam amigos. Ocorre que Vincent se apaixona pela moça e passa a estranhar o fato dela sempre precisar ir para casa cedo. Ele não sabe, mas esse comportamento faz parte do cumprimento de uma pena de prisão domiciliar. Curioso para descobrir o segredo de Mona, Vincent aciona o amigo Abel (Garrel).

A estreia de Garrel na direção suscitou elogios dos principais veículos internacionais. “Em sua estreia, Garrel capta um senso de emoção que muitos diretores nunca conseguiram”, anotou a Variety.

O filme tem previsão de estreia para 3/12 nos cinemas nacionais. Confira o trailer legendado abaixo.

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Filmes, Notícias | 15:20

Confira os primeiros cartazes de “Zoolander 2”

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A Paramount divulgou os primeiros cartazes de “Zoolander 2”, que tem estreia prevista para 3 de março de 2016 no Brasil. O filme é dirigido e estrelado por Ben Stiller que, depois de 15 anos da estreia do primeiro, retorna como o modelo Derek Zoolander. Também será possível ver novamente Owen Wilson no papel de HanselWill Ferrell como Mugatu. O elenco ainda inclui nomes como Penélope Cruz e Kristen Wiig.

Zoolander 2 - 2

Zoolander 2

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