Publicidade

sábado, 21 de novembro de 2015 Críticas, Filmes | 09:54

“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” mistura comédia teen e carnificina

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Que os zumbis reinam há algum tempo no coração da cultura pop não é novidade nenhuma, mas fazer uma sátira de filmes zumbis parecia uma ideia fora do lugar depois do sucesso de “Zumbilândia” (2009), que de certa forma pavimentou toda a realidade que testemunhamos em meio ao culto à série “The Walking Dead”.

“Como Sobreviver a um ataque zumbi”, no entanto, não se subscreve como uma simples sátira. O filme de Christopher Landon abarca a sátira, mas brinca com outros preceitos do filme jovem como ritos de amadurecimento e o valor da amizade. Nesse sentido, ainda que “Zumbilândia” seja um paralelo óbvio, o filme também parelha com fitas como “Superbad – É hoje” (2007) e “Anjos da Lei” (2012), promovendo um interessante e bem-vindo mix de influências.

No filme, os amigos Ben (Tye Sheridan), Carter (Logan Miller) e Augie (Joey Morgan), que são escoteiros desde crianças, se veem às voltas com uma invasão zumbi na pequena cidade em que vivem e precisam por em prática alguns de seus conhecimentos de escoteiros para sobreviver. Adicione à bagunça  stripers zumbis, piadas escatológicas, alguma insinuação sexual e bastante nojeira e você vai ter um dos filmes mais divertidos da temporada.

Tye Sheridan, que surgiu para o mundo como o filho de Brad Pitt e Jessica Chastain em “A árvore da vida” segura bem o protagonismo da fita e, depois de mandar bem nos filmes “Lugares Escuros” (2015) e “Amor Bandido” (2012), exibe uma versatilidade que já lhe garante mais pujança do que o rótulo de promessa. Trata-se de um ator em plena faculdade de seu talento.

 

Autor: Tags: ,

1 comentário | Comentar

  1. 51 Kamila Azevedo 22/11/2015 19:21

    Dispenso essas sátiras, Reinaldo! rsrsrs

    Responder
  1. ver todos os comentários
 

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

* Campos obrigatórios


 

Responder comentário


* Campos obrigatórios