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Arquivo de dezembro, 2015

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 12:59

Melhores curtas brasileiros de 2015 ganham retrospectiva na Vila Madalena (SP)

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Para celebrar o que de melhor foi exibido em 2015 em matéria de curtas-metragens brasileiros, o crítico de cinema e curador do festival Cine Vitrine Independente, Christian Petermann, e a produtora Mega Cultural armam exibição gratuita de seis filmes no Epicentro Cultural (Vila Madalena). O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 19h. A noite será embalada por uma seleção especial de trilhas sonoras de clássicos do cinema, e um bar estará à disposição com bebidas e comidinhas.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

“Esses curtas apontam para uma diversidade estética e narrativa que muito caracteriza o audiovisual brasileiro”, opina Petermann que já escreveu para Folha de São Paulo e revista SET.

Os filmes que compõe o evento são os seguintes:

“Até a China”, de Marcelo Marão. XIX Festival Cine-PE (Prêmios: Melhor Roteiro, Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Filme pelo Júri Oficial). 23º Festival Internacional de Animação Anima Mundi (Prêmios: Melhor Filme Brasileiro RJ + SP e Prêmio BNDES).

“Corço”, de Rafael Vascon. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, prêmio ABD/Apeci . Realização em parceria com a AIC (Academia Internacional de Cinema).

“Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato. Prêmios do Júri Popular e na categoria Documentário na Mostra Audiovisual de Dourados em 2015; Melhor Documentário em Curta e Prêmio ABD-SP no É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários em 2015.

“Tarântula”, de Aly Muritiba e Marja Calafange. Prêmio – Melhor Roteiro, Melhor Ficção e Melhor som no 13º Curta Santos; Melhor Direção de Arte no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no 22º Festival de Vitória; 25º Curta Cinema, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Prêmio Especial do Júri; exibição nos festivais de Veneza e Biarritz.

“Virgindade”, de Chico Lacerda. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, melhor filme da mostra competitiva pernambucana segundo o júri oficial. Realização do coletivo Surto & Deslumbramento.

Cine Vitrine Independente é um festival semestral com mostra competitiva de curtas e médias-metragens que está em processo de reformulação para retornar às atividades regulares em 2016. Para manter a tradição, este será um formato compacto do evento.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 17:54

Mad Max ganha força na corrida pelo Oscar com prêmio da National Board of Review

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Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

A National Board of Review (NBR), mais antiga e prestigiada associação de críticos dos EUA, soltou agora há pouco sua lista de melhores filmes de 2015 e destacou “Mad Max: Estrada da Fúria” como o melhor filme de 2015. Mas não foi só. O cinema mainstream como um todo foi muito bem agraciado pela lista da NBR. “Perdido em Marte”, de Ridley Scott faturou os prêmios de direção, roteiro adaptado e ator para Matt Damon.

Outros filmes bem laureados foram “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, que faturou os prêmios de roteiro original e atriz coadjuvante (Jennifer Jason Leigh), e “O Quarto de Jack”, com troféus de atriz (Brie Larson) e performance revelação para Jacob Tremblay. A grande sensação da lista, no entanto, foi a vitória de Sylvester Stallone como melhor ator coadjuvante por “Creed”.

O melhor documentário foi “Amy” e o melhor filme estrangeiro foi o húngaro “Son of Saul”. O prêmio de melhor elenco ficou com “A Grande Aposta”, que reúne figuras como Christian Bale, Ryan Gosling, Brad Pitt e Steve Carrel. Já o troféu de melhor animação ficou com “Divertida Mente”.

A presidente da NBR, Annie Schulhof, reconheceu que foi um ano “triunfante” para o cinema comercial e se disse orgulhosa de premiar dois ícones do cinema blockbuster como Ridley Scott e George Miller.

Para o Brasil, a boa notícia é que “Que Horas Ela Volta?”, indicado oficial do País para tentar uma vaga no Oscar, entrou para o top five da organização de melhores filmes estrangeiros, o que sinaliza que o filme é um dos mais bem posicionados na disputa por uma vaga no Oscar. Apenas o austríaco “Goodnight Mommy”, dos que tentam vaga no Oscar, também entrou na lista.

Cena de "Que Horas ele Volta?": primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

Cena de “Que Horas ele Volta?”: primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

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Críticas, Filmes | 13:26

Shyamalan fala de traumas que curam no surpreendente “A Visita”

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(Foto: A Visita")

(Foto: A Visita”)

M. Night Shyamalan não fazia um bom filme desde “A Vila” (2004). Para alguém comparado a Hitchcock em seu segundo filme (“O Sexto Sentido”) e tomado por Hollywood como um prodígio, tratava-se de uma situação angustiante. “A Visita”, que Shyamalan rodou de maneira independente, portanto, mais do que paz, lhe devolve a confiança. Em si mesmo e a de Hollywood.

Formalmente simplista e esteticamente arejado, “A Visita” reúne o melhor do cinema de Shyamalan. Estão ali a construção elaborada do medo e a desconstrução gradativa da expectativa. O trabalho com crianças, o drama familiar e um mistério a nortear à narrativa.

O grande mérito de Shyamalan em “A Visita”, no entanto, não está na articulação do mistério, efetivamente surpreendente e nauseantemente verossímil, ou na bem ajambrada construção visual do filme – todo estruturado nas imagens captadas pelas câmaras das duas crianças que visitam os avós -, mas na potência do drama familiar que fomenta.

Todo o suspense serve ao drama familiar, cujo sentido pleno só se contextualiza para a audiência no fim da projeção. Opção narrativa esta que transfigura “A Visita” em um filme muito mais significativo e impactante do que uma mera fita de terror objetiva ser.

Becca (Olivia DeJonge) e Tyler (Ed Oxenbould) vão visitar os avós, que não conhecem, para permitir que a mãe tenha um tempo para ela mesma e para curtir o namorado. A mãe e os meninos foram abandonados pelo pai, o mesmo sujeito que fez a mãe deles abandonar os pais dela. Becca decide fazer um documentário sobre essa visita e espera que a iniciativa possa servir como catalisadora para curar as feridas que todos os envolvidos nesse drama familiar ostentam.

A opção pelo found footage oxigena o cinema de Shyamalan, que surge mais econômico. O humor é outro ponto alto da fita e o jovem Ed Oxenbould, cujo personagem tem aspirações no universo rap, responde pelos melhores, e também surpreendentes, momentos da fita.

É Tyler quem percebe que há algo de errado com seus avós, o que Becca credita apenas a velhice. Shyamalan brinca com as percepções possíveis diante do quadro que apresenta; sempre filtrado pelas lentes de Becca. Trata-se de um exercício de linguagem interessantíssimo, em que a mise-em-scène vai ganhando camadas a partir das imagens brutas de Becca.

O que não quer dizer que Shyamalan renuncie a sua característica pretensão. Mas há mais poesia nela em “A Visita”. De certa forma, ele pede perdão pelos equívocos do passado e intui que o público o perdoara com este bom filme. Pretensioso, mas não deixa de ser verdadeiro também. É bom ver Shyamalan de volta!

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Filmes, Notícias | 13:03

Confira trailer e cartaz nacionais de “Zoolander 2”

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A Paramount divulga o trailer oficial para o Brasil de “Zoolander 2” e o cartaz nacional do filme, que tem estreia prevista para 3 de março de 2016. O filme é dirigido e estrelado por Ben Stiller que, depois de 15 anos da estreia do primeiro, retorna como o modelo Derek Zoolander. Também será possível ver novamente Owen Wilson no papel de Hansel e Will Ferrell como Mugatu. O elenco ainda inclui nomes como Penélope Cruz, Kristen Wiig, Benedict Cumberbatch e Justin Bieber.

Zoolander 2

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