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Arquivo de março, 2017

sexta-feira, 24 de março de 2017 Filmes, Notícias | 12:03

“Capitão América: Guerra Civil” chega em abril na Rede Telecine

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Para muitos o melhor filme de super-heróis que há, “Capitão América: Guerra Civil” é a grande estreia do mês de abril na Rede Telecine. A produção que levou mais de 9,5 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros chega ao canal premium no dia 29 de abril.

Depois que uma missão dos Vingadores termina com efeitos colaterais desastrosos, aumenta a pressão política para instalação de um sistema de responsabilidade, comandado por uma agência do governo, para supervisionar os super-heróis. Mas essa possibilidade divide o grupo em duas frentes: uma liderada por Steve Rogers (Chris Evans), o Capitão América, que quer manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; e a outra que segue a decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro, de apoiar as autoridades.

Leia a crítica do Cineclube.

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quinta-feira, 23 de março de 2017 Críticas, Filmes | 17:34

Perturbador e cheio de clima, “Fragmentado” é novo acerto do cineasta de “O Sexto Sentido”

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Novo filme de M. Night Shyamalan agrada em cheio aos fãs do diretor e deve repercutir muito bem com fãs do bom cinema de suspense

James McAvoy em cena de "Fragmentado", já em cartaz nos cinemas brasileiros

James McAvoy em cena de “Fragmentado”, já em cartaz nos cinemas brasileiros

Depois do elogiado “A Visita”, que selou o retorno à boa fama junto à crítica de M. Night Shyamalan, o cineasta apresenta “Fragmentado”, filme que mantém a estrutura de baixo orçamento adotada pelo indiano em “A Visita”, mas representa uma ousadia formal em termos de narrativa. Há um trânsito desimpedido por gêneros como horror, thriller psicológico, entre outros.

Leia também: Shyamalan fala de traumas que curam no surpreendente “A Visita”

James McAvoy faz Kevin, um sujeito com 23 personalidades confinadas dentro dele. No filme não temos contato com todas elas, uma opção correta de Shyamalan que foca em cinco delas e perpassa as outras por meio de diálogos plenamente justificados ao longo de “Fragmentado”.

Outra preocupação digna de nota do indiano é fundamentar bem o distúrbio de Kevin para o público. Parte da graça do filme é ir descobrindo essas reminiscências.

Cena do filme Fragmentado

Cena do filme Fragmentado

A espetacular Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) vive uma menina retraída que é sequestrada com duas colegas de classe por Denis, uma das personalidades de Kevin. Diferentemente das colegas, ela parece reagir às circunstâncias de maneira mais fria e aí está armado o cenário para Shyamalan potencializar uma das maiores virtudes de seu cinema: o poder de metaforização.

Estamos aqui falando de monstros da vida real e de suas circunstâncias e tudo na construção cênica do filme lembra arquétipos de vilões que costumam aparecer em filmes de heróis, tudo muito mais soturno e fincado na realidade, é claro. A exemplo do verificado em “A Visita”, os traumas sofridos pelos personagens detém profundo valor dramático. Importante nessa concepção nada acidental é a atuação de James McAvoy. O escocês apresenta aqui um verdadeiro tour de force. Da atenção aos detalhes da caracterização – cada personalidade tem suas peculiaridades – à proeminência das emoções que palpitam conforme a relação entre as personalidades de Kevin, mas também delas com sua terapeuta (Betty Buckley) e reféns, evolui, o ator dá um show à parte.

Leia também: Humor, melancolia e honestidade dos personagens dão o tom em “T2 Trainspotting”

Tenso, intrigante e frequentemente surpreendente, “Fragmentado” é, em vários sentidos, um atestado da intransigência de Shyamalan como artista. No melhor dos sentidos. Impecável do ponto de vista narrativo, ou mesmo técnico – e o filme emula uma proposital atmosfera claustrofóbica – o cineasta evoca o passado para alinhar seu futuro de uma forma que vai mexer com a nostalgia dos fãs conquistados em “O Sexto Sentido” (1999) e “Corpo Fechado” (2000).

 

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quarta-feira, 22 de março de 2017 Atores | 18:59

ONG de Matt Damon se une a marca de cerveja para promover o acesso à água potável no Brasil

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Matt Damon

O ator Matt Damon, visto recentemente na superprodução “A Grande Muralha”, por meio de sua ONG Water.org se juntou a Stella Artois para engajar os brasileiros sobre a falta de água potável. A  campanha global Buy a Lady a Drink, que já beneficiou 14 países, chega ao país no Dia Mundial da Água.

“Eu tenho quatro filhas e é muito difícil imaginar elas terem que andar muitas horas todos os dias para pegar água, assim como milhares de mulheres fazem diariamente”, afirma Matt Damon. “Precisamos colocar um ponto final neste caminho. Com a parceria com Stella Artois, estamos convidando consumidores ao redor do mundo a nos ajudar com isso”, completa.

A iniciativa garante que, a cada cálice vendido no país – no valor de R$ 19,90 -, cinco anos de água serão fornecidos às comunidades mapeadas pela ONG. São três cálices lançados em caráter de edição limitada. É possível adquirir um em  www.1calice5anos.com.br.

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sábado, 18 de março de 2017 Análises, Filmes | 08:30

Redescobrindo “Trainspotting”: Filme resiste ao tempo e se mantém como um soco no estômago do espectador

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Cena de Ewan McGregor mergulhando em uma privada ainda é das coisas mais impressionantes que o cinema já produziu. 21 anos depois, “Trainspotting – Sem Limites” ainda mesmeriza e preserva impacto

Ewan McGregor em cena de "Trainspotting - Sem Limites"

Ewan McGregor em cena de “Trainspotting – Sem Limites”

Com a chegada do novo filme, que estreia no Brasil na próxima quinta-feira (23), parece oportuno relembrar “Trainspotting – Sem Limites” (1996). Um dos filmes mais expressivos da década de 90, a produção de Danny Boyle se tornou um cult instantâneo e pavimentou principalmente a carreira de Ewan McGregor, que dois anos antes tinha feito “Cova Rasa” com Boyle.

Leia também: Vencedor do Oscar, “Moonlight” é rico em subtextos visuais e narrativos

 

Adaptado da obra Irvine Welsh, “Trainspotting” não só é o filme mais enfático e absoluto sobre o uso de drogas, sem se resolver a partir de um julgamento moral, mas também um retrato desromantizado de toda uma geração. Durante a promoção do segundo filme, Ewan McGregor disse que sentiu que Mark Renton era o papel de sua vida e talvez seja mesmo. McGregor é muito bom ator e fez muita coisa boa de lá para cá, mas este personagem é tão emblemático e reverberante que é difícil esbarrar em algo mais significativo do ponto de vista histórico.

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As desventuras e picadas de um grupo de jovens de Edimburgo, na Escócia, envelheceu muito bem. No aniversário de 21 anos do filme, com a eminência da continuação, o filme original resiste como um soco no estômago.

A trilha sonora vibrante, a linguagem viodeoclipada, o cinismo efervescente de Renton, o bromance com Sick Boy (Johnny Lee Miller), a urgência do registro sobre o apelo das drogas para uma juventude potencialmente alienada e aquela Escócia à vontade às sombras da Inglaterra.

A turma de Trainspotting reunida

A turma de Trainspotting reunida

“Trainspotting” chegou à segunda década do século XXI em carne viva.

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Rever o filme hoje é interessante, ainda, à luz de um pensamento social cada vez mais tolerante ao consumo de drogas. Transbordante em cultura pop, as referências de Sick Boy a Sean Connery são especialmente saborosas agora que o ator escocês já está aposentado, o filme se assevera como documento histórico que ainda detém a bonificação de ser um símbolo do britpop que explodiu na década de 90.

Rever “Trainspotting” é ser invadido por uma sensação que alguns filmes dos anos 90 provocaram e que o cinema recente parece capaz de instigar com menos frequência. A sagacidade da obra, seu vaticínio, força dramática e, fundamentalmente, seu espírito permanecem intactos.

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sábado, 11 de março de 2017 Filmes, Notícias | 19:47

“Atômica”, com Charlize Theron, já concorre a melhor trailer de 2017

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Charlize Theron em cena de Atômica

Charlize Theron em cena de Atômica

O diretor de “De Volta ao Jogo” e que vai comandar a sequência de “Deadpool” é um desses caras para ficar de olho. Duvida? Dá uma espiada nesse primeiro trailer de “Atômica”, uma versão feminina de James Bond encarnada com sensualidade, brutalidade e humor por Charlize Theron, atriz a qual é impossível não reagir de alguma forma.

David Leitch pensa a ação de uma forma diferente e capricha nas coreografias, herança de seu passado como dublê em Hollywood. Charlize Theron é Lorraine Broughton, uma agente disposta a enfrentar qualquer desafio e a usar todas as suas habilidades para sobreviver à uma missão impossivel. Após a queda do muro de Berlim, a assassina mais brutal do MI6 é enviada a cidade para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival (James McAvoy) e se envolve em um jogo letal de espiões.

O filme ainda não tem data confirmada para estrear, mas promete ser uma das sensações da cinefilia em 2017. Com distribuição da Universal Pictures, a produção é uma combinação de ação e suspense baseada na série de quadrinhos da Oni Press, “The Coldesr City”, de Antony Johnston, ilustrado por Sam Hart. O elenco ainda é estrelado por John Goodman, Til Schweiger, Eddie Marsan, Sofia Boutella e Toby Jones. O trailer, que pode ser conferido abaixo, é de babar.

 

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segunda-feira, 6 de março de 2017 Críticas, Filmes | 13:04

“Waiting for B.” investiga motivações e anseios de fãs que fazem qualquer coisa pelo ídolo

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Documentário acompanha fãs que acamparam durante dois meses para ver o show de Beyoncé em São Paulo e aborda questões como preconceito, empoderamento e orgulho gay

Cena do filme Waiting for B.

Cena do filme Waiting for B.

Parte integrante do projeto Sessão Vitrine Petrobras, “Waiting for B.”, em cartaz em 20 cidades brasileiras desde a última quinta-feira (02) é um documentário que acompanha a expectativa acalorada de fãs pelo show de Beyoncé em São Paulo no ano de 2013.

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Dirigido por Paulo Cesar Toledo e Abigail Spindel e figurinha carimbada em diversos festivais mundo afora, “Waiting For B.” acompanha um punhado de fãs que sem dinheiro para comprar os ingressos mais caros, acampa por dois longos meses às margens do estádio do Morumbi, local do show, para garantir um lugar próximo à estrela internacional.

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A força do filme não reside nesse monitoramento passivo da movimentação dos fãs no entorno do Morumbi, mas na busca do entendimento do que torna uma pessoa fã e mais: o que faz com que alguém se submeta a uma rotina de estresse e sufoco para poder garantir um lugar um pouco melhor para ver um show.

Novamente, o filme de Toledo e Spindel não se resolve nessa investigação e traça um paralelo ainda mais interessante ao observar as diferentes castas sociais que interagem neste universo. O preconceito em suas diferentes variantes, racial, sexual e de gênero, surgem espelhados em discussões encampadas naturalmente pelos personagens do filme. Há até mesmo a problematização sobre a loirice de Beyoncé em um dos momentos mais interessantes do filme.

Esse recorte que tange tanto desigualdade social, identidade negra, empoderamento feminino e orgulho gay oxigena o filme e lhe afere uma importância que a breve sinopse talvez não revele.

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O filme mostra pessoas como Junnior Martins, que trabalhava como cabelereiro para sustentar a família e depois encarava uma viagem de três horas para o estádio. Gabriela Electra e suas amigas, que faziam bico como cover da diva pop. Charlles Felipe, um empresário nato, que era o primeiro da fila no acampamento e mantinha a organização das barracas.

São personagens cheios de carisma que transformam “Waiting for B.” em um registro muito mais vívido e satisfatório.

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sábado, 4 de março de 2017 Atores, Filmes | 14:00

Wolverine está no inverno de sua vida em “Logan”, diz Hugh Jackman

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Coluna participou de bate-papo com Hugh Jackman em São Paulo e ator abriu o coração sobre sua despedida de Wolverine no cinema. “Foi agridoce”

Hugh Jackman vive Wolverine pela última vez em "Logan"

Hugh Jackman vive Wolverine pela última vez em “Logan”

“Para mim, essa é a história definitiva de Logan”, avalia Hugh Jackman em papo com a imprensa brasileira durante estadia em São Paulo para promover sua última incursão como Wolverine no cinema. “Ele está no inverno de sua vida e nós não queríamos fazer uma mera adaptação de HQ, nós queríamos um filme sobre esse homem machucado”.

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“Logan”, de fato, conecta a audiência com a alma de Wolverine. Não é à toa, que as HQs dos X-men são citadas mais de uma vez para provocar distanciamento de um universo convencional de super-heróis. O que temos aqui são referências do cinema de autor e no faroeste, o gênero americano por excelência. “Eu sou um grande fã de Clint Eastwood e tinha 19 anos quando assisti ‘Os Imperdoáveis’ e fiquei muito impressionado. É um filme que dimensiona com incrível complexidade as noções de certo e errado”.

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Em “Logan”, o impacto da violência em um matador calejado é a matéria-prima do filme. Não à toa, Jackman elege o filme de Eastwood, vencedor de quatro Oscars, como a referência primária dessa sua última aparição como o personagem.  “Eu não acho que você possa entender Logan sem entender o que a violência fez com ele”, opina.

Laura é uma jovem Wolverine em "Logan"

Laura é uma jovem Wolverine em “Logan”

Justamente por essa disposição de entender Logan, ao invés de entregar para o público um personagem rascunhado, o filme de James Mangold abraça a violência inerente ao universo do personagem com desimpedimento, mas também com compaixão. Aí surgem as outras referências aventadas por Jackman e que um olhar mais atento compreende por si só.

“O Grande medo de Logan é a intimidade, algo que todos nós podemos nos relacionar. Justamente por isso, cerca-lo da família foi uma excelente escolha narrativa”, explica ao citar “Pequena Miss Sunshine”, como um modelo dramático para o filme. Na produção, Logan, Xavier (Patrick Stewart) e Laura (Dafne Keen), uma criança mutante perseguida por paramilitares, são obrigados a cair na estrada em uma tentativa de fuga cada vez mais improvável.

Jackman espera que o filme seja percebido com o mesmo potencial revolucionário do primeiro X-men lá em 2000. E o ator não está medindo esforços para isso. Além do Brasil e da Alemanha, onde exibiu o filme no festival de Berlim, o australiano está engajado em viagens internacionais para promover o filme. “Eu acho que esse é o filme pelo qual Wolverine será lembrado e eu sei que este é um desejo corajoso”.

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quarta-feira, 1 de março de 2017 Filmes, Notícias | 11:55

“War Machine”, sátira de guerra estrelada por Brad Pitt, ganha teaser e data de estreia

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Brad Pitt e Ben Kingsley em cena de War Machine, que estreia em 26 de maio na Netflix

Brad Pitt e Ben Kingsley em cena de War Machine, que estreia em 26 de maio na Netflix

A Netflix divulgou as primeiras imagens e um curto teaser de “War Machine”, sátira de guerra estrelada por Brad Pitt e, até o lançamento do novo drama de Martin Scorsese, a produção mais cara já bancada pela empresa. O lançamento mundial está agendado para 26 de maio.

Este conto de guerra absurdo e obscuro toma contornos interessantes quando o General Glenn McMahon se vê preso a um agitado e moderno sistema de guerra, que parece não ter fim. O filme que conta com Anthony Michael Hall, Will Poulter, Lakeith Stanfield, Meg Tilly, Tilda Swinton e Sir Ben Kingsley é dirigido por David Michôd (“Reino Animal”).

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