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quarta-feira, 23 de maio de 2018 Críticas, Filmes | 10:10

Eli Roth não foge do convencional no novo “Desejo de Matar”

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Bruce Willis em cena de "Desejo de Matar"

Bruce Willis em cena de “Desejo de Matar”

Cria de Quentin Tarantino, Eli Roth rapidamente construiu uma fama bastante particular com filmes como “O Albergue” (2005), “Canibais” (2013) e “Bata Antes de Entrar” (2015). Violência e humor raramente rimam tão bem no cinema como em rimam em seus filmes. Nesse sentido, sua escolha para dirigir a refilmagem de “Desejo de Matar” parecia não só acertada, como providencial. Não que o filme seja decepcionante, mas é um Roth contido e jogando o jogo da indústria que surge na fita protagonizada por Bruce Willis.

O filme ainda tem Joe Carnahan, o homem por trás do violento “Narc” (2002), creditado como roteirista. Não obstante, a estreia programada para novembro de 2017 foi adiada para este ano após um atirador matar 58 e deixar dezenas de feridos em Las Vegas em outubro do ano passado. O “Desejo de Matar” que chega aos cinemas, porém, não poderia ser mais convencional. Há até uma tentativa de problematizar o vigilantismo, mas ela não chega a ganhar corpo e profundidade e serve apenas como pano de fundo para a escalada de violência ao qual o personagem de Willis se joga.

Bruce Willis faz o médico Paul Kersey que depois que sua mulher é assassinada por ladrões desastrados e violentos, e sua filha fica em coma no hospital, decide fazer justiça com as próprias mãos, já que a fé no trabalho policial fica abalada com a demora em surgirem resultados. Willis se diverte, como geralmente faz nesses filmes de ação em que a premissa é um mero detalhe. Fãs do ator e do original vão curtir a brincadeira.

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1 comentário | Comentar

  1. 51 Kamila Azevedo 24/05/2018 8:22

    Eu sou fã do filme original, com Charles Bronson, que fez parte da minha infância e da minha formação como cinéfila, por isso mesmo tenho curiosidade pra assistir a esta refilmagem.

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