Publicidade

Arquivo do Autor

quarta-feira, 13 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 23:01

O que esperar do novo filme de Damien Chazelle?

Compartilhe: Twitter
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Poucos cineastas deixam tão boa impressão com um primeiro longa-metragem como Damien Chazelle em “Whiplash: Em Busca da Perfeição”. A história que envolvia música, devoção à arte, obsessão e a relação complexada entre um professor e seu aluno ganhou três Oscars e muita aclamação por parte da crítica.

Crítica: Sangue, suor e música dão o tom do arrebatador “Whiplash – Em Busca da Perfeição”

Desde que foi anunciado, o novo filme do cineasta provoca muita ansiedade. “La La Land” é um musical que presta reverência ao cinema e ao gênero e está destacado para abrir o festival de Veneza, que começa em agosto.

O longa explora uma versão contemporânea do sonho de fazer sucesso em Los Angeles. Tudo a partir do romance entre uma aspirante à atriz, vivida por Emma Stone, e um pianista, interpretado por Ryan Gosling. O ator, aliás, causa certo frisson ao surgir cantando no primeiro teaser do filme revelado nesta quarta-feira (13) e que pode ser conferido logo abaixo.

A ideia de vingar na vida, de perseguir um sonho, cerne de “Whiplash”, se mostra um tema caro a Chazelle; que aqui se apropria de Los Angeles, a cidade dos anjos, para moldar com mais liberdade personagens que estão destemidamente em busca de algo.

O fato de ser um musical torna o projeto ainda mais interessante, ainda que potencialmente alienatório para fatia do público.

A estreia no Brasil está prevista para 12 de janeiro de 2017.

Autor: Tags: ,

Filmes, Notícias | 21:00

Jean-Claude Bernardet estrela “Fome”, filme que discute relação da cidade com moradores de rua

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

“Fome” de Cristiano Burlan, estreia dia 4 de agosto nos cinemas brasileiros, semana que Jean-Claude Bernardet, protagonista do filme, completa 80 anos. Jean-Claude é um dos mais importantes pensadores de cinema do Brasil, tendo sido professor de cinema da USP, roteirista de muitos filmes importantes para filmografia nacional e se aventurado como ator em filmes como “Periscópio” (2012) e “O homem das multidões” (2013).

Aqui o foco recai sobre os elementos invisíveis da cidade. Nas veredas da metrópole paulistana, um velho homem (Jean-Claude Bernardet) abandona o passado e deambula na invisibilidade. Carrega consigo apenas um carrinho, alguns trapos e a velhice. Depois que se viu a morte é possível morrer de amor por alguém?

A atmosfera do filme é sombria e cinzenta, como a vida nas grandes metrópoles. Acompanha-se a rotina de um morador de rua – um professor de cinema aposentado e que por opção resolveu abandonar tudo – e os encontros que vai tendo pela cidade.

Uma aluna, a partir de um trabalho sugerido por seu professor, busca moradores para entrevistá-los sobre a vida nessas condições. Ela acaba encontrando esse professor-mendigo e desenvolve uma relação com ele. Outro encontro se dá com um ex-aluno, e ambos são forçados a rever suas vidas. Nesse caos violento, surge uma oportunidade para o amor.

A coluna ainda não assistiu à produção, mas a julgar pelo trailer, disponibilizado abaixo, dos nomes envolvidos na obra, e pela proposta em si, já se pode dizer que “Fome” é dos filmes mais interessantes do ano na cinematografia nacional.

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 12 de julho de 2016 Bastidores, Notícias | 21:09

“O País do Cinema”, no Canal Brasil, é programa obrigatório para quem gosta de cinema

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Quem gosta de cinema e tem carinho especial pelo cinema nacional – e os números de cinéfilos que se enquadram nesta categoria só faz aumentar – precisa conhecer o programa “País do Cinema”, um dos destaques atuais da programação do Canal Brasil.

No programa, ainda em sua primeira temporada, a atriz Fabiula Nascimento recebe realizadores, diretores, produtores, técnicos e intérpretes para colocar em pauta uma abordagem crítica e informativa da produção nacional. Nesse primeiro ano, o foco consiste na produção brasileira nascida já no século XXI.

Entre os entrevistados, estão nomes como Jorge Furtado, Caio Blat, Fabrício Boliveira, Laís Bodanzky,Fernanda Torres, Andrucha Waddington, Lírio Ferreira e Cláudio Assis.

No episódio desta semana, Fabiula recebe o diretor Marcus Bernstein e a atriz Fernanda Montenegro para falarem sobre o filme “O Outro Lado da Rua”. Eles vão falar sobre a construção dos personagens e a relação entre a equipe, formada, ainda, pelo grande ator Raul Cortez, morto em 2006.

O programa é realmente dedicado a quem gosta de cinema e propõe mais do que um olhar saudoso sobre produções brasileiras. Há perguntas incômodas. Fabiula sabe ser cortês, mas sabe problematizar também. A ideia do programa é refletir sobre a produção nacional e, justamente por isso, a postura da apresentadora – uma atriz que surgiu no cinema e depois aconteceu na televisão – não poderia ser diferente.

“O País do Cinema” é um acerto e tanto do Canal Brasil, que reconhecidamente destaca e promove o cinema brasileiro com grande afinco e entusiasmo e que aqui presta mais uma contribuição à sétima arte de cor verde e amarela.

O episódio inédito de “O País do Cinema” vai ao ar às quintas-feiras, às 21h30. Os horários alternativos de exibição são às sextas, às 13h, e aos domingos, às 17h.

Autor: Tags: , ,

Filmes, Notícias | 17:42

Divulgado primeiro making of de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho

Compartilhe: Twitter
Sonia Braga em cena de "Aquarius" (Foto: divulgação)

Sonia Braga em cena de “Aquarius”
(Foto: divulgação)

Acaba de ser divulgado o primeiro vídeo com imagens dos bastidores e curiosidades sobre as filmagens de “Aquarius”, segunda longa-metragem do cineasta Kleber Mendonça Filho. A produção filmou em Recife entre agosto e setembro de 2015, durante oito semanas.

Este é o primeiro de uma série de cinco vídeos, que serão divulgados até a estreia  comercial do longa, no dia 1º de setembro.  No material promocional ficamos sabendo que o filme conta com 42 personagens e que nas 12 de semanas de produção foram consumidas 850 horas de trabalho. “Aquarius” teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney há uma semana. O longa também estará no próximo mês no Festival de Karlovy Vary (na República Tcheca), no Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, e no Festival Internacional de Cinema de Melbourne; e em agosto, no Festiva de Sarajevo, na Bósnia.

O longa apresenta a história de Clara (Sonia Braga), uma escritora e jornalista aposentada, moradora do edifício Aquarius, último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela precisa lidar com as investidas de uma construtora que pretende demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento. Também estão no elenco Maeve Jinkings (“O Som ao Redor”), Irandhir Santos (“O Som ao Redor”), Humberto CarrãoZoraide ColetoCarla Ribas (“A Casa de Alice”), Paula de RenorFernando Teixeira (“Baixio das Bestas”), Barbara ColenDaniel PorpinoJulia Bernat (“Aspirantes”), Pedro Queiroz, entre outros.

A distribuição da fita no Brasil compete à Vitrine Filmes.

Autor: Tags: , , , ,

Atrizes, Notícias | 17:06

Deixe-se apaixonar por Kate McKinnon

Compartilhe: Twitter
A atriz em cena de "Caça-Fantasmas" que estreia na próxima quinta-feira (14) (Foto: Divulgação)

A atriz em cena de “Caça-Fantasmas” que estreia na próxima quinta-feira (14)
(Foto: Divulgação)

O ano de 2016 é dela. Não importa o que já foi dito, Kate McKinnon merece que 2016 seja só dela. Quem acredita que mulher não leva jeito para o humor certamente não conhece a atriz e comediante egressa do celeiro da comédia norte-americana chamado “Saturday Night Live”.

“Se me pedirem para beijar alguém em cena, eu ficaria muito desconfortável”, disse certa vez. “Mas eu lambo qualquer parte do seu rosto”. Essa imprevisibilidade charmosa, esse postura insinuante são características que podem ser testemunhadas em sua atuação em “Caça-Fantasmas”, principal estreia desta quinta-feira (14) nos cinemas do Brasil.

McKinnon construiu uma carreira sólida na cena de comédia dos EUA. Além do SNL, já marcou presença nas comédias televisivas “The Simpsons” e “Family Guy”. No cinema, atuou em “Irmãs” e “Ted 2”. O fato de estar no radar de gente como Tina Fey, Amy Poehler e Seth MacFarlane diz muito sobre o potencial e o talento da atriz que em 2016 ainda esteve creditada nas animações “Angry Birds” e “Procurando Dory”. Isso tudo antes de “Caça-Fantasmas”.

O filme de Paul Feig tem tudo para ser a melhor das vitrines para McKinnon. Ela rouba a cena e se assevera como a melhor coisa de um filme cheio de pontos positivos. Não é qualquer um que pode roubar a cena de comediantes mais estabelecidas como Melissa McCarthy e Kristen Wiig, que inclusive dispõem de mais tempo em tela.

Dê a uma chance a você mesmo e conheça a mulher que merece- e provavelmente vai – povoar os seus sonhos. O resto é balela.

Autor: Tags: , , , ,

sábado, 9 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 07:30

“Este é um épico em todos os sentidos”, diz protagonista de “Ben-Hur”

Compartilhe: Twitter
Divulgação

Divulgação

No papel de Judah BenHur, o britânico Jack Huston protagoniza a nova versão do épico “BenHur”, com estreia marcada para 18 de agosto nos cinemas brasileiros. Em vídeo divulgado pela Paramount, ele fala sobre a saga que o personagem é obrigado a enfrentar. No filme, inspirado no livro de Lew Wallace, Judah é injustamente acusado de traição e sobrevive a anos de escravidão para se vingar de seu próprio irmão Messala (Toby Kebbell), responsável por sua condenação. Ao recuperar sua liberdade, Judah se tornar um exímio competidor de corrida de bigas e encontra a chance de enfrentar seu traidor na arena.

“Este é um épico em todos sentidos que você possa imaginar”, observa Huston que se diz honrado de assumir o papel já defendido por Charlton Heston no cinema.

Dirigido por Timur Bekmambetov (de “Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros”)  o filme também traz no elenco Rodrigo Santoro (Jesus Cristo), Morgan Freeman (Sheik Ilderim), Nazanin Boniadi (Esther), Sofia Black (Tirzah), Ayelet Zurer (Naomi), Moises Arias (Gestas) e Pilou Asbæk (Pôncio Pilatos).

Santoro e Huston vem ao Brasil no início de agosto para divulgar o filme e, claro, o Cineclube vai acompanhar tudo de muito perto.

Autor: Tags: , ,

Filmes, Notícias | 07:00

Murilo Rosa é o Diabo e ele funda sua própria igreja no trailer de “A Comédia Divina”

Compartilhe: Twitter

A comédiaToni Venturi (“Cabra-Cega”, “Latitude Zero”, “Estamos Juntos”) está de volta com um filme insuspeito. “A Comédia Divina” é uma sátira abusada dessa eterna luta entre o bem e o mal. O Diabo visita Deus para falar de um assunto de interesse de ambos: os homens. Deus, na forma de uma mulher negra, personagem da atriz Zezé Motta, vai logo avisando ao Diabo, interpretado por Murilo Rosa: “Os homens não são fiéis, filho. Por isso criei o cachorro!”.

O elenco tem como um de seus destaques Monica Iozzi, que vive uma jornalista manipulada pelo Diabo.  Preocupado com sua baixa popularidade, o Capeta decide abrir sua própria igreja na Terra para conquistar seguidores. Para ter sucesso em seus planos, apodera-se de uma emissora de televisão usando a ambiciosa repórter Raquel  (Iozzi) que quer entrevistá-lo para um furo jornalístico. O roteiro, escrito por José Roberto Torero, Marcos Aurelius Pimenta, Caroline Fioratti e Venturi, adapta para os dias atuais um dos mais famosos contos de Machado de Assis, “A Igreja do Diabo”.

O filme deve chegar aos cinemas em setembro.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 7 de julho de 2016 Análises, Filmes, Notícias | 19:57

“Julieta” é filme de sutilezas entremeado por grandes cargas dramáticas

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Novidade do circuito comercial brasileiro neste fim de semana, “Julieta”, novo longa de Pedro Almodóvar, é seguramente um dos melhores filmes do ano. Para quem gosta do cineasta espanhol, seu retorno ao melodrama deve ser comemorado. “Julieta”, que originalmente se chamaria “Silêncio”, emprestando o nome de um dos contos de Alice Munro no qual o filme se baseia, pertence a mesma categoria almodovariana de produções como “Tudo Sobre Minha Mãe”, “Volver” e “Abraços Partidos”, alguns dos filmes mais ressonantes da última fase melodramática do espanhol.

O nome mudou porque o novo Scorsese – a ser lançado no final do ano – também se chama “Silêncio” e Almodóvar foi cortês o suficiente para ceder a primazia sobre o título ao colega americano.

Mais uma vez nos deparamos com uma personagem feminina forte, mas oprimida pelo masculino. O feminismo em Almodóvar surge mais sutil, convicto e reverberante do que tínhamos memória. O espanhol retoma alguns cânones de seu cinema e a relação entre mãe e filha é a força motriz do longa. Julieta (vivida por Emma Suárez e Adriana Ugarte em diferentes fases da vida) foi abandonada por sua filha. Sem uma justificativa sequer. A personagem, que conviveu com a culpa por boa parte de sua vida e seu viu refém de processos de luto mal elaborados, parece ter aprendido a conviver com essas fraturas da alma quando a encontramos. Mas não sabemos que fraturas são essas. E é justamente no desvelo desse drama plenamente almodovariano que “Julieta” vai ganhando intensidade e beleza. É um filme de sutilezas entremeadas por cargas dramáticas muito potentes. É um espetáculo cinematográfico que poucos cineastas no mundo são capazes de oferecer. Um deles é Almodóvar. Vale a visita ao cinema.

Leia a crítica do filme: Almodóvar retorna à grande forma ao unir luto e culpa no melodrama “Julieta”

Assista a uma cena inédita do filme em que a protagonista revela sua gravidez.

 

Autor: Tags: ,

quarta-feira, 6 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 20:32

Cinema norueguês contemporâneo ganha mostra em São Paulo com sessões gratuitas

Compartilhe: Twitter
Cena do filme "Eu Sou Sua", um dos destaques da mostra (Foto: divulgação)

Cena do filme “Eu Sou Sua”, um dos destaques da mostra
(Foto: divulgação)

Entra em cartaz nesta quinta-feira (7) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, uma mostra que celebra o cinema norueguês contemporâneo. Fruto de parceria entre a Cinemateca Brasileira e a embaixada da Noruega, a mostra se estende até o dia 17 de julho.

O evento propõe-se revelar a filmografia atual do país, com títulos produzidos nos últimos anos, grande parte deles ainda inéditos no circuito comercial da cidade. Entre os destaques estão “Kon-Tiki”, de Joachim Rønning e Jesper Sandberg, sucesso em festivais recentes, “Victoria”, de Torun Lian, adaptação do romance homônimo de 1898, do vencedor do Prêmio Nobel, Knut Hamsun, os dramas teens de “Beije-me, cacete!”, de Stian Kristiansen, o juvenil “Amor de verdade”, de Anne Sewitsky e os documentários “Que se ouça o grito”, de Dheeraj Akolkar, “Parentes são eternos”, de Frode Fimland e “Corações valentes”, de Kari Anne Moe.

Todas as sessões têm entrada franca. É possível obter mais informações e conferir a programação completa da mostra no site da Cinemateca.

Autor: Tags: , ,

Críticas, Filmes | 18:46

“Janis: Little Girl Blue” revela conflituosa Janis Joplin por trás do ícone do rock

Compartilhe: Twitter

Estreia nesta quinta-feira (9) nos cinemas paulistanos, o documentário “Janis: Little Girl Blue”. Com distribuição da Zeta Filmes, a produção chega Janischancelada por diversos festivais de cinema mundo afora como Veneza, Toronto e Londres. Além, é claro, do Festival do Rio, onde o filme foi uma das atrações em 2015.

A produção consumiu sete anos de Amy J. Berg, diretora e roteirista da produção. O filme aprofunda-se na breve carreira e na intimidade de Janis Joplin, por meio de imagens de arquivo – algumas das quais inéditas –, correspondências pessoais de Janis e entrevistas com ela e seus contemporâneos. Sua única passagem pelo Brasil também é mencionada no filme, que é acima de tudo repleto de trechos de performances ao vivo de suas canções mais icônicas, tanto em sua fase com a Big Brother & The Holding Company como de sua carreira solo.

“Janis: Little Girl Blue”, que empresta de uma das mais tristes canções de Janis seu título, evita conjecturas sobre o destino trágico da cantora, morta aos 27 anos vítima de uma overdose de heroína, mas expõe diversas interpretações a respeito do que poderia ter acontecido. Dessa forma, permite ao público construir sua própria narrativa – romântica ou cética – do que aconteceu com a primeira mulher a acontecer no rock.

Mas o crepúsculo de Janis Joplin, ainda que cinematograficamente cativante, não é o destaque do filme. Ele se ocupa de desnudar o ícone e revelar a mulher, cheia de inseguranças e dotada de um otimismo contrastante com seu mergulho cada vez mais definitivo no mundo das drogas.

“Janis: Little Girl Blue” é daqueles filmes que falam mais ao coração dos fãs, mas que tem muito a dizer a quem entrar no cinema por mero acaso.

Autor: Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. 40
  10. 50
  11. Última