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terça-feira, 21 de junho de 2016 Notícias | 22:56

Público brasileiro garante maior bilheteria de abertura de “Como Eu Era Antes de Você” no mercado internacional

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Foto: divulgação

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“Como Eu Era Antes de Você” alcançou mais um recorde em seu final de semana de abertura. Além de liderar a bilheteria nacional em seu primeiro final de semana em cartaz, no Brasil o longa conquistou a maior abertura dentre todos os mercados internacionais (que exclui os Estados Unidos), arrecadando R$11,5milhões e levando cerca de 754 mil pessoas aos cinemas.

A marca alcançada pelo público brasileiro impressiona, pois “Como Eu Era Antes de Você” ficou a frente do Reino Unido, terra natal da escritora Jojo Moyes e do casal de protagonistas Emilia Clarke e Sam Claflin.

Até o momento, contando com as pré-estreias realizadas, o filme já soma R$15.336.458 milhões e levou 1,070,331 pessoas ao cinema

NervePrimeira produção nacional da Diamond Films

“Pequeno Segredo” (Little Secret, Brasil/Nova Zelândia, 2016), primeiro filme nacional da Diamond Films Brasil, chega aos cinemas de todo o País no dia 10 de novembro. Dirigido por David Schurmann (“O Mundo em Duas Voltas”), o longa metragem de ficção também tem previsão de lançamento em toda a América Latina.

O filme revela a força do amor no destino de duas famílias. Ao adotar Kat, o casal Schurmann convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção. A família é internacionalmente reconhecida por suas travessias ao redor do mundo a bordo de um veleiro.

Verdade ou desafio do mal

Com estreia marcada para 25 de agosto, “Nerve – Um Jogo Sem Regras”, traz Emma Roberts é uma estudante do ensino médio que não gosta de chamar atenção e sonha com o dia em que entrará na faculdade. Mas, cansada de ser vista como a garota que não se arrisca na vida, ela decide participar do jogo online “Nerve – Are you a Watcher or a Player?” (Você é um observador ou um jogador?). Para a surpresa de todos, ela escolhe ser jogadora, acreditando ser um jogo inofensivo, até descobrir que todos os seus passos e atos são vistos e manipulados por uma comunidade anônima de hackers.

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domingo, 19 de junho de 2016 Atores | 19:51

Anton Yelchin deixa a vida muito jovem, mas com um legado cinematográfico belo e completo

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Yelchin ao lado de Felicity Jones em "Loucamente Apaixonados": um de seus melhores momentos no cinema (Fotos: divulgação)

Yelchin ao lado de Felicity Jones em “Loucamente Apaixonados”: um de seus melhores momentos no cinema
(Fotos: divulgação)

A notícia da morte de Anton Yelchin, ator russo radicado nos EUA, aos 27 anos chocou o mundo. O aspecto bizarro da morte do jovem, atropelado pelo próprio carro em sua garagem em um acidente tão improvável quanto fatal realça o aspecto de incredulidade com o que se sucedeu.

A imprensa noticiou a morte do “ator de Star Trek” com o espanto que ela despertou. O terceiro filme da revitalização da franquia, com estreia marcada para julho nos EUA e setembro no Brasil, é um dos filmes estrelados por Yelchin que agora serão lançados postumamente.

Cena de "Alpha Dog": Ascensão no cinema indie

Cena de “Alpha Dog”: Ascensão no cinema indie

Outros são “Porto”, um romance indie ambientado na cidade portuguesa,  “Rememory”, um sci-fi em que divide a cena com Peter Dinklage, e “We Don´t Belong Here”, em que contracena com Catherine Keener. Além da série animada da Netflix, produzida por Guillermo Del Toro, “Thoroughbred” – esta ainda incompleta.

Yelchin começou a atuar ainda criança, mas não obteve o status de um astro precoce nos termos de Macaulay Culkin. De participações em produções televisas como “E.R”, “Nova York Contra o Crime” e “Taken”, a pontas em filmes como “Na Teia da Aranha” (2002) e “Reflexos da Amizade”, Yelchin foi conquistando seu espaço no cinema americano. Seu primeiro grande papel foi em “Alpha Dog (2006)”, de Nick Cassavetes. Não era o protagonista, mas o filme girava em torno de seu personagem. Um tipo introspectivo que queria ser aceito e acabava se envolvendo com traficantes e jovens arruaceiros. Yelchin já demonstrava brio como ator e a cena independente do cinema americano o acolheu com a mesma energia que ele demonstrava ter.

Filmes como “Charlie, um Grande Garoto”  (2007), “Middle of Nowhere” (2008) e “Nova York, eu Te-Amo” (2008) ajudaram a popularizar seu nome no circuito independente americano e a chamar a atenção de quem estava à cata de novos talentos, como J.J Abrams que o recrutou para ser o russo Chekov na nova versão de “Star Trek”, lançada em 2009 e que ganhou uma primeira sequência em 20013.

O ano de 2009, aliás, foi decisivo. Ele também estrelou, ao lado de Christian Bale, o quarto filme da franquia “O Exterminador do Futuro”, denominado “A Salvação”, na pele do icônico e aqui mais jovem Kyle Reese. Daí para frente, Yelchin passou a trabalhar mais no mainstream, mas sem deixar o alma indie desguarnecida. Todo ano lançava um filme em Sundance e fazia questão de dar as caras em Utah, cidade norte-americana que sedia o evento todo mês de janeiro.

O ator durante o festival de Veneza de 2014 com Alexandra Daddario e Ashley Greene para a estreia de "Enterrando minha ex" (Foto: Getty)

O ator durante o festival de Veneza de 2014 com Alexandra Daddario e Ashley Greene para a estreia de “Enterrando minha ex”
(Foto: Getty)

Foi dublador de Smurf e da ótima animação “Piratas Pirados” (2012), estrelou o divertido remake de “A Hora do Espanto”, lançado em 2011 e caprichou no humor geek em “Enterrando minha ex” (2014), de Joe Dante, em que é perseguido pela namorada zumbi.

Mas é mesmo a seara independente que merece atenção neste momento tão inesperado. Sob as ordens do excelente William H. Macy, impressionou como o garoto com talento para a música que forma uma improvável banda com o pai fracassado em “Sonhos à Deriva” (2014). Assim como agregou brilho ao elenco capitaneado por Mel Gibson reunido por Jodie Foster em “Um Novo Despertar” (2011), que também tinha uma promissora jovem chamada Jennifer Lawrence.

Produções elogiadas em diversos festivais como “Amantes Eternos” (2013), de Jim Jarmusch e “Green Room” (2015) também contam com os préstimos do ator que sabe submergir em personagens distintos, mas unidos por certa melancolia que Yelchin sempre carregou consigo mesmo nos filmes mais leves. Fazia parte de seu charme como intérprete e talvez explique porque “Loucamente Apaixonados”, em que vive idas e vindas com Felicity Jones em um romance dolorosamente afetivo a quem quer que o assista, é o filme pelo qual será mais lembrado.

É aqui, em outra produção surgida em Sundance, que Yelchin melhor exercita seus músculos dramáticos. É aqui que vemos um ator que queremos conhecer por dentro e que tem a felicidade de ser tão ímpar, quanto familiar, aos nossos olhos.

Yelchin e seus colegas de Enterprise: Legado compreende participação em uma das principais franquias da cultura pop

Yelchin e seus colegas de Enterprise: Legado compreende participação em uma das principais franquias da cultura pop

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sábado, 18 de junho de 2016 Análises, Bastidores, Filmes | 20:17

Fracasso de continuações acende sinal de alerta em Hollywood

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É público e notório que Hollywood está cada vez mais dependente das sequências e franquias. Muito já se falou da falta de criatividade que assombra a Meca do cinema e do receio exacerbado de executivos e estúdios em apostar no incerto e correr riscos com filmes originais. O que esse primeiro semestre de 2016 revela, no entanto, é ainda mais preocupante. Na ânsia para surfar em sucessos não necessariamente retumbantes, Hollywood tem ofertado continuações que ninguém quer ver. É uma crise insuspeita e inesperada essa que se estabelece no coração do cinema americano.

Megan Fox em cena de "As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras", em estreia no Brasil: bilheterias decepcionantes (Foto: divulgação)

Megan Fox em cena de “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, em estreia no Brasil: bilheterias decepcionantes
(Foto: divulgação)

“Vizinhos 2”, “Alice Através do Espelho”, “O Caçador e a Rainha do Gelo”, “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” e “Policial em Apuros 2” são sequências diretas de filmes lançados entre 2012 e 2014 que, se não fracassaram retumbantemente nas bilheterias, ficaram bem aquém das expectativas dos estúdios. Em uma temporada que sequências e franquias são os principais atrativos do cinema americano, como em qualquer outro ano, esse dado preocupa bastante.

A lista de sequências de desempenho pífio ainda conta com “Zoolander 2”.

Mesmo um filme como “A Saga Divergente: Convergente”, com um público já fidelizado, decepcionou nas bilheterias. A frustração foi tão grande que a Lionsgate, estúdio por trás da franquia, reduziu o orçamento da última parte da adaptação cinematográfica da obra de Veronica Roth.

O ano ainda terá um quinto “A Era do Gelo”, um segundo e temporão “Independence Day”, uma refilmagem de “Os Caça-Fantasmas” só com mulheres, um quinto Bourne, uma improvável sequência de “Procurando Nemo” e um novo “Star Trek”. O vigente verão americano apresenta uma queda de 65% de bilheteria em relação ao ano passado. Os números, claro, ainda não estão fechados e até o fim de agosto muita coisa pode e vai mudar. Mas existe uma tendência clara e, muito provavelmente, irrefreável nas entrelinhas.

Cena de "Zoolander 2": Muitas estrelas em cena e pouco dinheiro em caixa (Foto: divulgação)

Cena de “Zoolander 2”: Muitas estrelas em cena e pouco dinheiro em caixa
(Foto: divulgação)

O público não vai mais aceitar goela abaixo sequências enlatadas e produzidas a toque de caixa. Um exemplo disso é a bilheteria decepcionante de “X-men: Apocalipse”. O filme recebeu resenhas ruins e em cartaz há praticamente um mês, ainda não cruzou os U$ 500 milhões de faturamento no mundo e não deve nem mesmo alcançar os U$ 200 milhões nos EUA.

Há muitas razões contribuindo para este cenário. A preponderante, obviamente, é a qualidade baixa dos filmes em questão. Em um segundo momento, Hollywood não tem deixado o público sentir falta, nostalgia de certos filmes. O que ajuda a entender o fenômeno de bilheteria de produções como “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” e “Star Wars: O Despertar da Força” no ano passado é o longo hiato entre os filmes dessas franquias.

Uma boa sequência será abraçada pelo público, como mostra o sucesso de “Invocação do Mal 2”. A continuação de um filme recente, o primeiro é de 2013, que se mostrou o ponto fora da curva e já se pagou no primeiro fim de semana nos EUA.

Leia também: O mal (ainda invisível) que a Marvel fez ao cinema

De qualquer modo, Hollywood se flagra em uma sinuca. Enquanto estúdios tentam emplacar multiversos em suas franquias mais valiosas, mirando-se no exemplo da Marvel, veem o desgaste de sequências mal planejadas e liberadas a canetadas. Como equilibrar a equação? A receita é conhecida, mas filmes novos (que não são continuações ou refilmagens) como “Dois Caras Legais” e “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos” também fracassaram nas bilheterias. A aversão ao risco em Hollywood pode ter gerado uma bolha que, quando explodir, vai causar estragos.

"Invocação do Mal 2": a exceção de uma nova regra? (Foto: divulgação)

“Invocação do Mal 2”: a exceção de uma nova regra?
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Críticas, Filmes | 18:41

“Casamento de Verdade” foca em romance lésbico para falar de amor com ternura e honestidade

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Katherine Heigl e Linda Emond em cena do filme: sintonia entre as atrizes é um dos trunfos do filme

Katherine Heigl e Linda Emond em cena do filme: sintonia entre as atrizes é um dos trunfos do filme

Acostumada a conceber personagens femininas fortes nos filmes em que atuou como roteirista, como nos casos de “Deixe-me viver” (2002) e “O Custo da Coragem” (2003), Mary Agnes Donoghue apresenta sua personagem mais bem lapidada em “Casamento de Verdade”, filme que marca seu retorno à direção após um hiato de 24 anos.

Jenny (Katherine Heigl), que vive uma relação amorosa com Kitty (Alexis Bledel) há cinco anos, resolve revelar a seus pais que é lésbica para poder se casar com Kitty. A revelação desestabiliza o convívio familiar; em especial a relação de Jenny com sua mãe, vivida com energia e devoção por Linda Emond, e com seu pai, interpretado com a presteza habitual por Tom Wilkinson.

O grande trunfo do filme é balizar esse estremecimento nas relações entre Jenny e seus pais para fazer tanto um elogio do amor, no âmbito familiar, mas também romântico, como para elaborar uma dramédia envolvente com conflitos genuínos e bem azeitados.

Jenny é a heroína do filme e não está imune a falhas. Essa honestidade intelectual da narrativa coloca “Casamento de Verdade” em um patamar diferenciado tanto na análise de produções que abordam temas LGBT como na esfera das comédias românticas.

A honestidade do filme alcança, ainda, as peculiaridades de outros personagens. É natural o desconforto da mãe de Jenny ao saber de uma só vez que sua filha é lésbica, que deliberadamente escondeu isso dela a vida toda e que ela está na iminência de se casar com alguém que frequentava a rotina familiar como amiga de Jenny. Emond tangencia o conflito interno da personagem, dividida pelo fato de desassistir sua filha em um momento crucial de sua vida e o egoísmo indesviável de todo humano de voltar-se para si em momentos de crise, com muita garra e assertividade. Mas o roteiro de Donoghue tem outros acertos e sutilezas. Por meio da relação entre Jenny e seus irmãos, o equilibrado Michael (Matthew Metzger) e a competitiva Anne (Grace Gummer), o filme dá seu insight sobre como ser feliz consigo mesmo. Especial atenção merece a metáfora com a grama, que surge lá pela metade do filme. Aparentemente trivial, a resolução dessa metáfora, diretamente relacionada ao bem estar emocional de uma personagem, eleva o valor de “Casamento de Verdade” como cinema. Há clichês aqui e ali e eles são muito bem-vindos, mas há uma habilidade ímpar na manipulação deles e é justamente isso que faz o filme ser tão recomendável.

 

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quinta-feira, 16 de junho de 2016 Filmes | 21:50

“Eu fiquei muito feliz com a atuação de José Loreto”, diz José Aldo sobre filme biográfico

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Foto: José Aldo

Foto: José Aldo

Grande estreia deste final de semana nos cinemas brasileiros, “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” dramatiza a trajetória de vida do lutador de MMA e ex-campeão dos penas do UFC José Aldo Júnior. Manuara e flamenguista,o lutador aprovou o filme dirigido por Afonso Poyart (“Dois Coelhos” e “Presságios de um Crime”) e se emocionou ao ver na tela a sua história de vida, como pode ser conferido no vídeo abaixo.

“Fico lisonjeado pela oportunidade que estou tendo de vivenciar isso. Fiquei muito feliz com a atuação de José Loreto, acho que ficou uma história muito real, que vai entrar na cabeça de todo mundo”, disse Aldo, que também comentou sobre a relação com o pai, interpretado no filme por Jackson Antunes. “Todas as cenas com o meu pai trouxeram uma emoção muito grande, tudo o que eu fiz, que passei e o que eu tentei ser na minha vida foi graças a ele. Falar no meu pai, lembrar tudo o que a gente viveu junto e ver isso no cinema é uma emoção muito grande.”

 

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Bastidores, Filmes, Notícias | 19:57

Começam as filmagens da comédia “Divórcio 190” no interior de São Paulo

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Murilo Benício é um dos destaques do filme (Foto: Gui Maia)

Murilo Benício é um dos destaques do filme
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As filmagens de “Divórcio 190”, comédia romântica com direção de Pedro Amorim (“Mato sem cachorro”), já começaram no interior de São Paulo. Murilo Benício e Camila Morgado interpretam o casal principal.

A trama acompanha a estória de Júlio e Noeli, casal que enriquece ao criar um molho de tomate que se torna um sucesso nacional.  Com o passar dos anos e o excesso de dinheiro, os dois se distanciam. Um mal entendido provoca a separação do casal, dando início a cenas de confusão repletas de humor.

O roteiro é de Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”, “Até que a Sorte nos Separe” e “O Candidato Honesto”).

“Uma das coisas que me atraiu foi o pano de fundo ser no interior do Brasil”, afirma o diretor Pedro Amorim. “É uma história que tem como tema o agronegócio e os personagens principais são ‘Rei e Rainha’ do tomate. Isso nunca foi contado, ao menos, não de forma tão abrangente”, observa.

Para o produtor LG Tubaldini Jr, rodar o filme em Ribeirão Preto não só tem valor afetivo, já que seus primeiros curtas-metragens foram filmados na cidade, mas também representa variedade. “Trazer o filme para cá foi um sopro de novidade, oxigenar um pouco as comédias românticas que na maioria das vezes ficam no eixo Rio-São Paulo”, explica.

Além de Murilo Benício e Camila Morgado, o elenco conta com Thelmo Fernandes, Luciana Paes, André Mattos, Ângela Dip, Cynthia Falabella, Bruna Tornarelli, Gustavo Vaz, Robson Nunes, Antônio Petrin, Lu Grimaldi e Jonathan Weel, entre outros.

O diretor Pedro Amorim e a atriz e apresentadora Sabrina Sato (Foto: Gui Maia)

O diretor Pedro Amorim e a atriz e apresentadora Sabrina Sato
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“É um filme para meninos e meninas, homens e mulheres, porque fala sobre família. Também é sobre a cultura do divórcio e do casamento, sobre o que facilmente se perde por falta de comunicação e como advogados sanguinários podem tirar o foco do que é mais importante na sua vida” afirma Amorim. “É uma comédia romântica antropológica, com pitadas de ação, sobre o interior do Brasil”, completa.

“Divórcio 190” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

 

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Filmes, Notícias | 17:47

Em cena inédita de “Julieta”, protagonista desiste de se mudar para Portugal para reencontrar a filha

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Anos depois de perder o marido e de ser abandonada pela filha Antía (Priscilla Delgado), Julieta (Emma Suaréz) decide seguir sua vida ao lado de Lorenzo (Dario Grandinetti). Mas, prestes a se mudar para Portugal com o novo companheiro, a personagem volta a ter esperanças ao receber novas pistas do paradeiro de Antía. Esta é a cena que a Universal Pictures, que distribui o filme no Brasil, liberou nesta quinta-feira (16).

Com a maternidade como ponto de partida, o drama aborda temas densos como destino e complexo de culpa, destaca o mistério que nos leva a abandonar quem amamos e a deletar pessoas de nossas vidas como se elas não tivessem deixado alguma lembrança. Baseada em três contos da escritora canadense Alice Munro, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, a produção conta com as atrizes Adriana Ugarte e Emma Suárez, que interpretam Julieta em duas fases da vida.

Vigésimo filme dirigido por Pedro Almodóvar, o longa ainda traz Michelle Jenner, Rossy de Palma, Inma Cuesta, Daniel Grao no elenco. A estreia nacional é em 7 de julho.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016 Filmes, Notícias | 22:54

“Cinema Novo”, de Eryk Rocha, chega aos cinemas brasileiros em novembro

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“Cinema Novo”, que recebeu o prêmio L’Œil d’or  (Olho de Ouro) de Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016, finalmente sua estreia no Brasil confirmada. O longa chega aos cinemas em novembro.Distribuído por aqui pela Vitrine Filmes, o longa segue carreira festivais afora. A  próxima parada será em Munique.

A  revista francesa Cahiers Du Cinéma publicou recentemente uma crítica do documentário, ressaltando o caráter atual do movimento latino -americano: “O Cinema Novo é o cinema do futuro:  Eryk Rocha restitui a força criativa, a energia incandescente, o desejo e a paixão de um movimento que nunca deixou de ser contemporâneo”.

“Cinema Novo” é um ensaio poético que investiga um dos principais movimentos cinematográficos latino-americanos, através do pensamento e fragmentos de filmes dos seus principais autores. O filme mergulha na aventura da criação de uma geração de cineastas que inventou uma nova forma de fazer cinema no Brasil – a partir de uma atitude política que juntava arte e revolução – e que tinha como desejo um cinema que tomasse as ruas e fosse ao encontro do povo brasileiro.

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Filmes, Notícias | 22:17

“Jason Bourne” ganha cartaz nacional e featurette bombástico sobre o passado do personagem

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BourneFaltando pouco mais de um mês para a estreia de “Jason Bourne” , que marca o retorno de Matt Damon à franquia, a Universal divulgou o cartaz nacional do filme e liberou um featurette que explica como Bourne se alistou para a CIA e deixa claro toda a raiva que o agente experimenta ao descobrir que foi manipulado desde o princípio e que a agência pode estar por trás até mesmo da morte de seu pai.

Com direção de Paul Greengrass, responsável por “Supremacia Bourne” e “O Ultimato Bourne”, o longa contará novamente com a participação da atriz Julia Stiles, em um elenco que conta ainda com Tommy Lee Jones e Vincent Cassel.

A estreia está agendada para o dia 28 de julho.

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terça-feira, 14 de junho de 2016 Bastidores, Filmes | 22:10

“Amei ver o romance se desenvolver”, diz diretora sobre o que a atraiu em “Como Eu Era Antes de Você”

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Uma das principais estreias deste fim de semana nos cinemas brasileiros, “Como Eu Era Antes de Você” ganhou um vídeo em que a diretora Thea Sharrock, a autora da obra original e roteirista do filme Jojo Moyes e o elenco da produção comentam sobre as motivações dos personagens e os pormenores da história de amor da temporada.

Para a atriz Emilia Clarke, de “Game of Thrones”, que dá vida a Louisa “Lou” Clark, contratada para ser a cuidadora de Will (Sam Caflin), paralítico após um acidente, um dos trunfos do filme é apresentar uma solução completamente diferente do que as pessoas esperam. “Quando o filme começa todo mundo pensa que é Lou quem deve salvar Will e o que ocorre é exatamente o contrário”.

Para Sharrock, a força da história criada por Jojo Moyes reside na evolução dos sentimentos dos personagens. “Eu simplesmente amei ver o romance se desenvolver”.

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