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Arquivo da Categoria Atores

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016 Atores, Filmes, Notícias | 09:00

Keanu Reeves volta a encarnar advogado no suspense “Versões de um Crime”

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Keanu Reeves em cena do filme "Versões de um Crime" Foto: divulgação

Keanu Reeves em cena do filme “Versões de um Crime”
Foto: divulgação

Um dos primeiros grandes papeis de Keanu Reeves no cinema foi em “Advogado do Diabo” (1997). O ator já fazia filmes antes, mas o filme de Taylor Hackford lhe ofertou um papel de grandes reminiscências dramáticas. Ali ele encarnava um advogado promissor que se depara com uma série de conflitos éticos e morais. Em “Versões de um Crime”, que a PlayArte lança nos cinemas brasileiros em 9 de março, ele volta a viver um advogado, mas sem as tentações experimentadas em “Advogado do Diabo”.

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Aqui Keanu Reeves dá vida a um defensor público que precisa defender um jovem que confessou ter matado o próprio pai. Detalhe: o garoto não só não demonstra arrependimento como parece pouco disposto a colaborar na própria defesa. O bom elenco reunido pela diretora Courtney Hunt (“Rio Congelado”) conta com Gugu Mbatha-Raw, Renée Zellweger e Jim Belushi.

O ator libanês  afastou-se do estrelato e focou em papeis menores nos últimos anos. “De Volta ao Jogo”, “Bata Antes de Entrar” e “Demônio de Neon” atestam essa vocação mais light do ator, que em 2017 estreia a aguardada sequência de “De Volta ao Jogo”, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”.

 

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016 Atores, Filmes | 05:30

Gérard Depardieu vem ao Brasil para divulgar o drama “O Vale do Amor”

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O polêmico e talentoso ator Gérard Depardieu virá ao Brasil para o lançamento nacional do filme “O Vale do Amor”. Será a primeira vez do francês no Brasil em 30 anos. Ele desembarca em 18 de setembro

Gérard Depardieu e Isabelle Huppert em cena de "O Vale do Amor" (Foto: divulgação)

Gérard Depardieu e Isabelle Huppert em cena de “O Vale do Amor”
(Foto: divulgação)

Por muito tempo Gérard Depardieu foi o rosto mais famoso do cinema francês. Surgiram Marion Cotillard, Vincent Cassel, entre outros, mas o astro francês continua exercendo um charme especial que os cariocas poderão conferir de muito perto no dia 18 de setembro. Isso porque Depardieu desembarca na cidade para prestigiar a premiere nacional de “O Vale do Amor”, filme que integrou a Semana da Crítica do Festival de Cannes 2015, e tem estreia agendada para 29 de setembro no País.

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“O Vale do Amor” relata a historia de Isabelle, interpretada pela atriz Isabelle Huppert, e Gerard, interpretado por Gérard Depardieu, que perderam seu filho seis meses antes de os conhecermos.  Antes de morrer, ele deixa uma carta aos pais pedindo que vão ao seu encontro no “Vale da Morte”, na Califórnia. Os dois já estão separados e não se falam há mais de 35 anos, e, apesar do absurdo da situação, eles decidem cumprir o último desejo do filho.

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Os atores lançando o filme em Cannes em 2015 (Foto: divulgação/Cannes)

Os atores lançando o filme em Cannes em 2015
(Foto: divulgação/Cannes)

De origem francesa e naturalizado russo, com mais de 140 filmes em seu currículo, o consagrado francês é um dos fortes nomes do cinema mundial, estreou no cinema ainda adolescente, com o curta-metragem “Le Beatnik et le Minet” (1965). Depois de atuar em pequenos papéis, popularizou-se com os filmes:  “Os Corações Loucos” (1974), “Cyrano” (1990) e “O Último Metrô” (1980) onde foi dirigido por ninguém menos que François Truffaut e contracenou com a atriz Catherine Deneuve. Por este filme ganhou seu primeiro César (o Oscar francês) de melhor ator. Além de hoje ser dono de um dos maiores títulos franceses, que é o de “Chevalier du Legion d´Honneur” (Cavaleiro da Legião da Honra), o astro é bastante reconhecido nos EUA, onde estrelou filmes como “Bem-vindo a Nova York” (2014), “Missão Babilônia” (2008) e “O Homem da Máscara de Ferro” (1998).

Nos anos 80 e 90, Depardieu se estabeleceu como um dos maiores atores de todo o mundo. Participando de filmes importantes com direção dos maiores e mais importantes diretores da época: Bernardo Bertolucci, André Téchiné, Bertrand Blier e François Truffaut.

Também é presença constante em grandes produções, como nos filme da franquia francesa “Asterix e Obelix”. Mais recentemente, o público pôde acompanhar Gérard Depardieu  na série da Netflix “Marseille”, uma versão francesa da badalada “House of Cards”.

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quarta-feira, 6 de julho de 2016 Atores, Curiosidades | 07:00

Ícones do cinema de ação, Stallone, Diesel, Statham, Ford e Schwarzenegger fazem aniversário em julho

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Stallone em uma de suas cenas mais memoráveis: ator chega aos 70 anos no melhor momento da carreira (Fotos: divulgação)

Stallone em uma de suas cenas mais memoráveis: ator chega aos 70 anos no melhor momento da carreira
(Fotos: divulgação)

Nesta quarta-feira (6), um dos maiores ícones do cinema de ação completa 70 anos de idade. Estamos falando, é claro, de Sylvester Stallone. O ator americano, que voltou aos holofotes no início do ano ao ganhar o Globo de Ouro e concorrer ao Oscar por interpretar o icônico Rocky Balboa em “Creed: Nascido para Lutar”, chega aos 70 anos com muita saúde e disposição. Além de estar plenamente ativo em Hollywood. Ele está creditado em quatro filmes que serão lançados até o fim de 2017, entre eles a aguardada sequência de “Guardiões da Galáxia”.

O mais curioso desse mês de julho é que ele reúne entre seus aniversariantes estrelados, muita testosterona. Além de Stallone, outros ícones do cinema de ação sopram velinhas no mês. São eles Harrison Ford, que completa 74 anos no próximo dia 13; Vin Diesel, que no dia 18 faz 49 anos; Jason Statham, que também chega aos 49 anos no dia 26; e Arnold Schwarzenegger. O gigante austríaco, ex-governador da Califórnia e eterno exterminador do futuro completa 69 anos no dia 30.

Stallone, Statham e Schwarzenegger em cena de "Os Mercenários": todos sopram velinhas em julho

Stallone, Statham e Schwarzenegger em cena de “Os Mercenários”: todos sopram velinhas em julho

Caprichos do destino ou não, julho pode ser percebido como o mês da ação no cinema e o canal Megapix teve esse estalo e programou a exibição de filmes estrelados por esses astros para os dias de seus aniversários. A brincadeira começa nesta quinta-feira (6) com “Rocky IV”, que será exibido às 11h25. No dia 13, o canal exibe “Indiana Jones e a Última Cruzada” às 10h55. O super badalado “Velozes e Furiosos” é a escolha para homenagear Vin Diesel no dia 18 às 12h10. O inglês Statham é celebrado com “Corrida Mortal” às 12h05 no dia 26. A maratona de homenagens se encerra com “O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas” às 14h30 do dia 30.

Como Sylvester Stallone chega à empoderada marca dos 70 anos, vale a pena estender as comemorações com os filmes disponíveis no Telecine Play.  Além de todos os filmes da franquia eternizada pelo astro, “Rocky – Um Lutador”, “Rocky II – A Revanche”,” Rocky III – O Desafio Supremo”, “Rocky IV” , “Rocky V” e “Rocky Balboa”, estão disponíveis na plataforma online outros títulos de seu extenso currículo como “Os Mercenários 3”, “Rota de Fuga” – em que divide a cena com Schwarzenegger, “Daylight” e “Oscar – Minha Filha Quer Casar”.

Celebrar algumas das figuras mais icônicas do cinema de ação no mês de julho parece um ritual necessário para quem curte o gênero. Não vai faltar adrenalina!

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sábado, 25 de junho de 2016 Atores, Filmes | 17:14

“Acho que a mudança climática é a grande ameaça que pode unir a humanidade”, diz Bill Pullman no Brasil

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Foto: AgNews

Foto: AgNews

“Eu acho que a mudança climática é a grande ameaça que pode unir a humanidade”, disse ao iG o ator Bill Pullman em entrevista realizada durante sua passagem por São Paulo para divulgar “Independence Day: O Ressurgimento”. A coluna quis saber do ator, que volta a viver o presidente Whitmore, agora ex-presidente e marcado por sequelas emocionais e psicológicas do primeiro confronto contra os aliens, o que precisaria acontecer para unir a humanidade.

Isso porque em “Independence Day: O Ressurgimento” há paz e colaboração plena entre as nações e há, ainda, a sugestão de inexistência de ameaças terroristas como as que nos deparamos na vida real. “Eu não tinha parado para pensar sobre como os medos dos anos 90 evoluíram e são diferentes dos de hoje. O primeiro filme veio um pouco depois do fim da Guerra Fria e hoje me parece que não podemos parar de pensar na mudança climática. Não podemos nos dar ao luxo de ignorar essa questão”, observa Pullman. “Está acontecendo”.

Leia também: Bill Pullman sobre excesso de CGI no novo “Independence Day”: “Parece Teatro”

“Não deixa de ser irônico que a Grã-Bretanha esteja votando para se separar da União Europeia”, continua o ator. A entrevista foi realizada na quinta-feira (23), dia em que os britânicos foram às urnas para decidir se permaneciam ou não no bloco econômico. “Se você olhar por este contexto, da necessidade de colaboração entre as nações, é muito interessante que a sequência do filme esteja chegando neste momento”.

Pullman explicou à coluna que não vê o terrorismo como o elemento possível de unir nações porque o medo chega a níveis tão exasperados que faz com que pessoas, ou nações, tomem medidas extremas contra outras. “É algo novo para a gente e que está acontecendo com uma frequência assustadora”, observa em referência a recentes casos na França e nos EUA. “O sentimento de tentar diminui-lo (terrorismo) é bom, mas acho que devemos tentar gerenciar nosso medo e não nos deixar guiar por ele, o que resultaria em diminuição da nossa liberdade. Eu não acho que o terrorismo seja algo que vá nos unir ou que vá nos levar ao nosso fim”.

Pullman em cena do novo "Independence Day": um ator sensível que faz muito bem o tipo durão... (Foto: divulgação)

Pullman em cena do novo “Independence Day”: um ator sensível que faz muito bem o tipo durão…
(Foto: divulgação)

Relutância

Falando sobre Obama, mas de certa forma também sobre os candidatos à presidência dos EUA, Pullman o descreveu como “um líder relutante”. “Eu acho que ele não gosta de exagerar em relação às circunstâncias. Por isso, talvez, tenha tido um primeiro mandato percebido como pouco produtivo. Ele é um líder relutante. Eu acho que isso é algo que deve ser admirado. Não necessariamente devemos votar em um candidato que se apresenta como solução para tudo”, diz sem citar Donald Trump explicitamente.

Crítica: Novo “Independence Day” remete a “Star Wars” e não decepciona fãs do original

Por falar em presidência, seu personagem volta a ter grandes momentos em “Independence Day: O Ressurgimento”. Há, inclusive, uma cena em que Whitmore volta a discursar. Mas por pouco essa cena não acontece.  “Foi interessante como isso evoluiu”, confessa Pullman entre risos quando ouve do colunista que o público estaria ansioso pela “cena do discurso de Bill Pullman”. “Quando me encontrei com Roland e os escritores, Roland não queria se repetir. ‘Não seria legal provocar o público com a possibilidade de ter um discurso seu e ele não acontecer?’. Eu até aceitei a ideia, mas me incomodava o fato de não ter uma cena com Jeff (Goldblum, que também retorna para a sequência). Aí alguém na Fox disse que um dos melhores momentos do primeiro filme era a cena do discurso e começou a ter uma pressão para isso”.

Roland Emmerich teve que ceder às pressões que, àquela altura, já eram bem claras e a cena do discurso informal foi pensada para ser um diálogo com o personagem de Jeff Goldblum. “Aí bolaram essa cena com o Jeff que começa como um diálogo e aí algumas pessoas começam a prestar atenção e de repente começa a soar para o público muito como um discurso. Eu acho que foi uma solução ótima e que funciona para os personagens naquele contexto em que eles se encontram”.

Como relutância pouca é bobagem, quando perguntado sobre qual sua cena favorita do novo filme, ele confessou que ela não está no corte final. “Foi cortada. Todos os atores tiveram cenas cortadas. Essa é a verdade de todo o filme. É doloroso. Nós atores somos almas sensíveis”.

Pullman se referia a uma cena dramática em que ele explica para sua filha as razões que o levam a tomar determinada atitude no filme. “Como ator eu gostaria de ver aquele momento mais aprofundado, mas entendo que Roland precisa equilibrar toda uma história. Acho que ele manteve as cenas que remetem à essência dos personagens”, minimiza o ator. “Eu superei os meus arrependimentos”.

Da relutância de se repetir um discurso, à relutância que deve pautar um bom líder, “Independence Day: O Ressurgimento” se abaliza como um entretenimento para ser apreciado sem qualquer constrangimento.

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domingo, 19 de junho de 2016 Atores | 19:51

Anton Yelchin deixa a vida muito jovem, mas com um legado cinematográfico belo e completo

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Yelchin ao lado de Felicity Jones em "Loucamente Apaixonados": um de seus melhores momentos no cinema (Fotos: divulgação)

Yelchin ao lado de Felicity Jones em “Loucamente Apaixonados”: um de seus melhores momentos no cinema
(Fotos: divulgação)

A notícia da morte de Anton Yelchin, ator russo radicado nos EUA, aos 27 anos chocou o mundo. O aspecto bizarro da morte do jovem, atropelado pelo próprio carro em sua garagem em um acidente tão improvável quanto fatal realça o aspecto de incredulidade com o que se sucedeu.

A imprensa noticiou a morte do “ator de Star Trek” com o espanto que ela despertou. O terceiro filme da revitalização da franquia, com estreia marcada para julho nos EUA e setembro no Brasil, é um dos filmes estrelados por Yelchin que agora serão lançados postumamente.

Cena de "Alpha Dog": Ascensão no cinema indie

Cena de “Alpha Dog”: Ascensão no cinema indie

Outros são “Porto”, um romance indie ambientado na cidade portuguesa,  “Rememory”, um sci-fi em que divide a cena com Peter Dinklage, e “We Don´t Belong Here”, em que contracena com Catherine Keener. Além da série animada da Netflix, produzida por Guillermo Del Toro, “Thoroughbred” – esta ainda incompleta.

Yelchin começou a atuar ainda criança, mas não obteve o status de um astro precoce nos termos de Macaulay Culkin. De participações em produções televisas como “E.R”, “Nova York Contra o Crime” e “Taken”, a pontas em filmes como “Na Teia da Aranha” (2002) e “Reflexos da Amizade”, Yelchin foi conquistando seu espaço no cinema americano. Seu primeiro grande papel foi em “Alpha Dog (2006)”, de Nick Cassavetes. Não era o protagonista, mas o filme girava em torno de seu personagem. Um tipo introspectivo que queria ser aceito e acabava se envolvendo com traficantes e jovens arruaceiros. Yelchin já demonstrava brio como ator e a cena independente do cinema americano o acolheu com a mesma energia que ele demonstrava ter.

Filmes como “Charlie, um Grande Garoto”  (2007), “Middle of Nowhere” (2008) e “Nova York, eu Te-Amo” (2008) ajudaram a popularizar seu nome no circuito independente americano e a chamar a atenção de quem estava à cata de novos talentos, como J.J Abrams que o recrutou para ser o russo Chekov na nova versão de “Star Trek”, lançada em 2009 e que ganhou uma primeira sequência em 20013.

O ano de 2009, aliás, foi decisivo. Ele também estrelou, ao lado de Christian Bale, o quarto filme da franquia “O Exterminador do Futuro”, denominado “A Salvação”, na pele do icônico e aqui mais jovem Kyle Reese. Daí para frente, Yelchin passou a trabalhar mais no mainstream, mas sem deixar o alma indie desguarnecida. Todo ano lançava um filme em Sundance e fazia questão de dar as caras em Utah, cidade norte-americana que sedia o evento todo mês de janeiro.

O ator durante o festival de Veneza de 2014 com Alexandra Daddario e Ashley Greene para a estreia de "Enterrando minha ex" (Foto: Getty)

O ator durante o festival de Veneza de 2014 com Alexandra Daddario e Ashley Greene para a estreia de “Enterrando minha ex”
(Foto: Getty)

Foi dublador de Smurf e da ótima animação “Piratas Pirados” (2012), estrelou o divertido remake de “A Hora do Espanto”, lançado em 2011 e caprichou no humor geek em “Enterrando minha ex” (2014), de Joe Dante, em que é perseguido pela namorada zumbi.

Mas é mesmo a seara independente que merece atenção neste momento tão inesperado. Sob as ordens do excelente William H. Macy, impressionou como o garoto com talento para a música que forma uma improvável banda com o pai fracassado em “Sonhos à Deriva” (2014). Assim como agregou brilho ao elenco capitaneado por Mel Gibson reunido por Jodie Foster em “Um Novo Despertar” (2011), que também tinha uma promissora jovem chamada Jennifer Lawrence.

Produções elogiadas em diversos festivais como “Amantes Eternos” (2013), de Jim Jarmusch e “Green Room” (2015) também contam com os préstimos do ator que sabe submergir em personagens distintos, mas unidos por certa melancolia que Yelchin sempre carregou consigo mesmo nos filmes mais leves. Fazia parte de seu charme como intérprete e talvez explique porque “Loucamente Apaixonados”, em que vive idas e vindas com Felicity Jones em um romance dolorosamente afetivo a quem quer que o assista, é o filme pelo qual será mais lembrado.

É aqui, em outra produção surgida em Sundance, que Yelchin melhor exercita seus músculos dramáticos. É aqui que vemos um ator que queremos conhecer por dentro e que tem a felicidade de ser tão ímpar, quanto familiar, aos nossos olhos.

Yelchin e seus colegas de Enterprise: Legado compreende participação em uma das principais franquias da cultura pop

Yelchin e seus colegas de Enterprise: Legado compreende participação em uma das principais franquias da cultura pop

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quinta-feira, 26 de maio de 2016 Atores, Bastidores | 07:00

Disputa pelo posto de Daniel Craig como James Bond está mais acirrada do que nunca

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Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel (Foto: montagem sobre reprodução)

Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel
(Foto: montagem sobre reprodução)

Daniel Craig já bateu o pé e disse que não volta. Recentemente, o tabloide britânico Daily Mail noticiou que o ator rejeitara uma oferta de cerca de R$ 300 milhões para voltar a viver James Bond. Entre boatos, rumores e bastidores, é muito improvável que o astro britânico de 48 anos volte a viver o agente 007 no cinema.

Craig, e isso já foi dito fartamente, realocou o status de Bond no cinema e esteve à frente da safra de filmes mais lucrativa da franquia. Por estas razões, torna-se especialmente difícil substituí-lo. A caça, no entanto, já começou.

Idris Elba, um favorito dos fãs, é um nome ventilado há algum tempo. Recentemente o ator estrelou “Bastille Day”, um filme de espionagem britânico que muitos creem ter sido a formalização de sua candidatura ao posto de 007. Outro que apresentou uma credencial e tanto foi Tom Hiddleston. Mais conhecido por ser o Loki do universo cinematográfico da Marvel, o inglês impressionou na pele de um espião acidental na minissérie “The Night Manager”, adaptação da  obra de John le Carré pela BBC em parceria com o AMC. Barbara Broccoli, uma das principais produtoras do agente 007, já havia deixado escapar em uma entrevista que “conseguia ver Hiddleston” como James Bond. O ator desconversou, mas há muito buzz em torno de seu nome.

Leia também: O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

Jamie Bell como Bond: será? (Foto: reprodução/Interview)

Jamie Bell como Bond: será?
(Foto: reprodução/Interview)

Ele, porém, não está sozinho no rol das preferências de Broccoli. Novamente segundo o Daily Mail, Broccoli estaria sondando Jamie Bell, ele mesmo, o Billy Elliot, para assumir o papel. Ela é a produtora do filme “Film Stars Don´t Die in Liverpool”, estrelado por Bell, e teria ficado impressionada com o ator. Se confirmada essa opção, Bell, aos 30 anos, seria o ator mais jovem a assumir o papel. Seria um caminho ousado demais para se seguir depois dos parâmetros estabelecidos pela fase de Craig. Justamente por isso, bastante improvável.

Eleição promovida pela versão britânica da revista GQ elegeu o novo Mad Max Tom Hardy como o preferido do público para substituir Craig. Elba foi o segundo mais votado. Hardy, assim como Craig, faz o tipo abrutalhado e poderia ser a escolha mais apropriada se a ideia fosse manter o tom dos filmes de Craig. Mas geralmente, os produtores promovem mudanças de tom de acordo com o intérprete. Sob essa leitura, as chances de Hardy seriam pequenas.

Quem já manifestou interesse em viver Bond foi o Superman Henry Cavill. O britânico, que viveu um agente da CIA no recente “O Agente da U.N.C.L.E” tem contra a sua declarada candidatura a exposição como o homem de aço.

Leia mais: “007 Contra Spectre” é retrocesso conceitual e narrativo na franquia

A mais improvável das candidatas, em um momento em que nem mesmo a saída de Craig é oficial, é a da  inglesa Gillian Anderson. Depois de um fã ter feito um pôster com ela como Jane Bond, Anderson disse que adoraria viver a primeira encarnação feminina do agente.

O sexuagenário espião a serviço de sua majestade pode não estar na iminência de uma mudança de sexo, mas está mais disputado do que nunca.

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terça-feira, 24 de maio de 2016 Atores, Filmes, Notícias | 22:46

Telecine Cult celebra filmografia de John Wayne nesta quinta-feira (26)

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Cena do filme "Quando a Mulher se Atreve"

Cena do filme “Quando a Mulher se Atreve”

John Wayne, um dos ícones do gênero faroeste, será celebrado pelo Telecine Cult na próxima quinta-feira (26), data em que faria aniversário. Se vivo estivesse, o ator completaria 109 anos e, graças ao talento investido na sétima arte, segue presente na memória dos fãs de bang-bang. Na Maratona John Wayne – O Duque do Velho Oeste, vão ao ar, a partir das 11h55, sete produções marcadas pelo carisma do ator. “Caminho Fatal” abre o especial. No longa, o farmacêutico Tom Craig (John Wayne) vai trabalhar em Sacramento. Chegando lá, ele se desentende com o líder local Britt Dawson (Albert Dekker), que boicota seu trabalho e chega a trocar seus remédios por veneno.

Na sequência, às 13h35, vai ao ar “Quando um Homem É Homem”. O filme conta a história do ricaço George Washington McLintock (John Wayne). Amado, respeitado e invejado por todos da cidade, ele sofre nas mãos da filha Becky (Stefanie Powers) e da mulher Katherine (Maureen O’Hara), que havia sumido anos atrás e agora voltou para levar a herdeira embora.

Às 16h, é a vez de “Gigantes em Luta” ser exibido. Na trama, Taw Jackson (John Wayne) forma uma gangue para se vingar do homem que armou para colocá-lo atrás das grades e tomar posse de sua fazenda. Lado a lado com um antigo inimigo, um velho louco, um índio e um jovem beberrão, ele finalmente terá chance de fazer justiça e recuperar seu ouro.

Às 18h, vai ao ar “Rio Grande”. No filme, o tenente coronel Kirby Yorke (John Wayne) é chamado para combater os índios na região de Rio Grande. Ele descobre que um dos recrutas é seu filho que não via há muito tempo. Agora, o tenente terá que resgatar os laços com o filho e sua ex-mulher em meio ao confronto com os índios.

Cena do filme "Gigantes em Luta"

Cena do filme “Gigantes em Luta”

Às 20h05, “O Último Pistoleiro” conta a história de John Bernard Books (John Wayne), um lendário pistoleiro, descobre que está com um câncer terminal e que tem poucos meses de vida. Quando decide voltar para a cidade natal, a sua vinda se torna notícia na região. Agora, Books precisa lidar com repórteres interesseiros e pistoleiros que desejam um último duelo. O filme foi indicado ao Oscar de Direção de Arte.

Às 22h, vai ao ar o melhor dos filmes que o eterno caubói estrelou: “O Homem Que Matou o Facínora”. No longa, que se passa no Velho Oeste, o senador Ransom Stoddard (James Stewart) visita a cidade de Shinbone para o funeral de um amigo, o vaqueiro Tom Doniphon (John Wayne). Ao ser entrevistado, Ransom conta a história do famoso vaqueiro desde o início quando conheceu o fora-da-lei Liberty Valance (Lee Marvin). O filme foi indicado ao Oscar de Figurino.

À 0h20, “Quando a Mulher se Atreve” encerra a maratona. No filme, o caubói Daniel Somers entra em conflito com Jim Gardner, um magnata do petróleo, por uma fonte de ouro negro. Além disso, os dois irão disputar o amor da bela Catherine. A produção foi indicada ao Oscar de Som e Trilha Sonora.

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sábado, 7 de maio de 2016 Análises, Atores, Bastidores | 17:33

Após aposentar Homem-Aranha, Andrew Garfield se reinventa como ator em Hollywood

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Foto: reprodução/Eonline

Foto: reprodução/Eonline

Há uma máxima em Hollywood de que há bons atores e há atores com bons agentes. Mas nem tudo é tão preto no branco assim e um caso exemplar disso é o americano Andrew Garfield. Prestes a completar 33 anos, Garfield já tem ares de veterano em Hollywood após aposentar-se do papel de Peter Parker/ Homem-Aranha. O ator deu vida ao personagem no reboot da franquia pela Sony nos filmes “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro” (2014).

Ator com insuspeitos recursos dramáticos, Garfield debutou roubando a cena de Robert Redford, Meryl Streep e Tom Cruise em “Leões e Cordeiros” (2007), um drama que objetivava problematizar os obscuros anos Bush que mergulharam os EUA em intermináveis guerras no Oriente Médio. “Não me Abandone Jamais” e “A Rede Social”, ambos de 2010, foram filmes que mostraram todo o potencial de Garfield como intérprete. Para além do carisma, ali estava um ator capaz de navegar entre a vulnerabilidade do personagem e a potência dramática do registro. Alguém que podia submergir em uma situação para surgir renovado na cena seguinte. Uma presença de cena, enfim, robusta e fornida que assaltava a atenção da plateia.

Não foi à toa que ele foi a primeira opção da Sony para assumir o papel até então defendido por Tobey Maguire. Mas a saga do Aranha no cinema, apesar de Garfield ter sido o único acerto indiscutível dessa reimaginação, não foi positiva para o ator. Durante o período em que foi o Aranha, o americano se afastou daquele caminho que estava construindo no cinema. Quando a Sony resolveu reiniciar novamente a história do Aranha no cinema, agora com Tom Holland, Garfield se viu libertado de um paradoxo.  Este que o aferia status de astro, mas o afastava de projetos de pedigree.

Leia também: Temos um Homem-Aranha, e agora?

Scorsese e Garfield: curadoria de Scorsese transformou carreira de DiCaprio

Scorsese e Garfield: curadoria de Scorsese transformou carreira de DiCaprio

“Silence”, novo e aguardadíssimo filme de Martin Scorsese, e “Hacksaw Ridge”, nova incursão de Mel Gibson na direção, que chegam no final deste ano nos EUA, já estavam em seu radar quando ele ainda era o Aranha, mas nesta semana o ator acertou detalhes para estrelar dois novos e promissores projetos.

São eles “Breathe”, que marcará a estreia de Andy Serkis na direção, e “Under the Silver Lake”, novo longa de David Robert Mitchell, responsável por um dos grandes filmes de 2015, “Corrente do Mal”.

A colaboração com cineastas prodigiosos, consagrados ou revelações, é imperiosa para que um ator desenvolva mais e mais seus recursos e fundamentos. Mais importante ainda, é eleger projetos que permitam exercitar sua musculatura dramática. Garfield é bom ator, mas Hollywood é capciosa e exige constante convalidação de predicados. O americano, por meio de suas escolhas, parece mais consciente disso do que nunca.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016 Atores | 20:05

Alan Rickman sofisticava o simples e aferia graça ao malicioso

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Foto: Getty Images

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Morreu nesta quinta-feira (14), aos 69 anos, o ator britânico Alan Rickman. Ele cravou-se no âmago da cultura pop por dar vida a Severus Snape, icônico e primordial personagem da franquia Harry Potter. Para além da graça afetada e do ar intrigante com que revestiu Snape, um dos favoritos dos fãs, Rickman notabilizou-se por sofisticar personagens triviais e hipnotizar a audiência com o melhor dos acentos do famoso charme inglês.

Suas presenças em filmes como “Simplesmente Amor” (2003), “Razão e Sensibilidade” (1995), “Um Certo Olhar” (2006), “Michael Collins” (1996) e “Sweeney Todd – o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” (2007) são testemunhos dessa magia que Rickman operava em papeis pequenos ou simplórios.

O britânico agraciou o cinema com um dos maiores vilões de todos os tempos. Seu Hans Gruber de “Duro de Matar” (1988) ajudou a consolidar o filme de John McTiernan como um dos highlights da década e, ainda hoje, impressiona pela caracterização refinada e maquiavélica.

Rickman era desses que navegava com habilidade indecifrável pelos diferentes tons da interpretação. Não à toa, era requisitado por gente tão diferente como Kevin Smith, que o fez ser um anjo em “Dogma” (1999), e Lee Daniels – que o transformou em Ronald Reagan em “O Mordomo da Casa Branca” (2013).

Da comédia ao drama, passando pela aventura – foi vilão também em “Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões” (1992) – , Rickman cativava sempre. Seu maior predicado, porém, era a capacidade de aferir graça ao malicioso. De tonar o dúbio, sedutor. Algo que já estava presente em Hans Gruber, mas que ele elevou a um nível de arte nos filmes de Harry Potter.

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domingo, 27 de dezembro de 2015 Atores, Listas | 16:17

Retrospectiva 2015: As dez melhores performances masculinas do ano

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Entre trabalhos sutis e exibicionistas, atores consagrados que há muito não exibiam seu talento, como Johnny Depp e Brad Pitt, e gente que sempre foi talentosa, mas dispunha de pouca chance para brilhar, 2015 foi generoso com os atores e o Cineclube separou as dez melhores performances masculinas que aportaram nas nossas telas de cinema no ano.

10 – Steve Carell (“Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo”)

Foto: divulgação

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Como o obtuso milionário John Du Pont, o ator mais identificado com a comédia revela um talento dramático todo lapidado. Carell é hábil em demonstrar toda a angústia e insegurança deste homem solitário sem esconder sua vocação opressora. Em uma atuação labiríntica consegue sugerir tudo o que o denso filme de Bennett Miller ambiciona nas minúcias do gestual e do olhar.

9 – Channing Tatum (“Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo”)

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Muito injustiçado na última temporada de premiações, Tatum entrega aqui uma interpretação condoída e absorvente de toda a hesitação do mundo que seu personagem habita. A fragilidade emocional de seu Mark Schultz é realçada com muita sutileza pelo ator que entrega o melhor desempenho de sua carreira.

8 – Guillermo Francella (“O Clã”)

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Sem o reconhecimento internacional de um Ricardo Darín, Francella lidera o ótimo elenco do novo filme de Pablo Trapero. Em “O clã”, ele dá vida a um sujeito que se recusa a aceitar o fim da ditadura e incorpora com brilhantismo todo o ranço de um dos períodos mais sombrios da história argentina.

7 – Edward Norton (“Birdman”)

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Dar a cara a tapa não é uma coisa fácil. Apenas o desprendimento de surgir em “Birdman” como um decalque de si mesmo, ou da fama que ostenta, ao menos, já deveria valer a Norton algum tipo de menção por aqui. No entanto, o que ele faz é muito mais laudatório. O ator preenche o esnobe Mike Shiner de um niilismo irresistível. O misto de arrogância e insegurança que Norton veste diante de nossos olhos é nada menos do que inebriante.

6 – Bradley Cooper (“Sniper Americano”)

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O patriotismo cego de Chris Kyle é adornado com propriedade por Bradley Cooper, mas é na recusa do personagem em aceitar a repercussão emocional e psicológica desse patriotismo inabalável que Cooper demonstra mais uma vez o grande intérprete que é. Trata-se de um desempenho com muito mais camadas e nuanças do que o olho nu alcança.

5 – David Oyelowo (“Selma”)

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O personagem e o texto ajudam, é verdade, mas o inglês Oyelowo agarra Martin Luther King como se sua vida dependesse disso e eleva a experiência de se assistir “Selma” a um patamar quase que espiritual. É um daqueles casos em que passa-se a associar o intérprete à figura histórica, como Ben Kingsley e Gandhi.

4 – Brad Pitt (À Beira-Mar)

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Contracenando com sua esposa da vida real em um casamento em ruínas na ficção, Pitt dá ao escritor e marido angustiado Roland a dimensão do macho indefeso. Alcoólatra que ainda tenta timidamente alcançar a mulher, o personagem ostenta fraquezas e virtudes, todas realçadas com a devida franqueza e abnegação por Pitt em uma atuação que vai do minimalismo ao ostensivo em segundos.

3 – Johnny Depp (“Aliança do Crime”)

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Johnny Depp emprestou a frase de Betty Davis e mau, em “Aliança do Crime”, se prova muito melhor. Fazia tempo que o ator não surgia em um filme desvinculado de seus tiques e, como um gangster implacável, provoca calafrios na plateia em uma conversa à mesa de jantar. Uma atuação tão interiorizada quanto exibicionista. Um paradoxo que apenas um intérprete tão opulento quanto Depp seria capaz de dar conta, mesmo que para isso tenha que renunciar à opulência que lhe caracteriza. A semântica não dá conta de tanto talento.

2 – J.K Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”)

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Veterano, Simmons finalmente recebeu a atenção que há muito merecia por este filme. Não foi para menos. Ele está hiperbólico, pueril, malvadão, canastra e glorioso em “Whiplash”. Os adjetivos se impõem. Não é possível não se sentir arrebatado pela presença de seu professor de métodos terroristas que só quer louvar à boa música no mesmo compasso em que se ressente de uma sociedade conformista.

1 – Michael Keaton (“Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância”)

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Não houve nada mais metalinguístico, inteligente e corajoso em matéria de atuação no cinema no último ano do que o trabalho de Michel Keaton em “Birdman”. Isso poderia mimetizar tudo o que há para ser dito sobre seu desempenho, mas seu Riggan Thomson é cheio de energia, arrependimento, tesão, vulnerabilidade e coração. Ator e personagem se confundem e se apartam ante os olhos encantados da audiência. Daqueles desempenhos maiores que a vida.

 

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