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Arquivo da Categoria Atores

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades | 20:18

Samuel L. Jackson desafia celebridades a se posicionarem contra racismo policial

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Samuel L. Jackson é um cara que fala o que pensa. É, também, um dos atores negros mais bem sucedidos da Hollywood atual. No último fim de semana, o ator postou um vídeo em seu perfil no Facebook em que desafia “todas as celebridades que jogaram um balde de água na cabeça” a entoar um cântico contra atitudes discriminatórias praticadas pelas muitas polícias dos Estados Unidos.

“I can hear my neighbor cryin’ ‘I can’t breathe’ / now I’m in the struggle and I can’t leave. Callin’ out the violence of the racist police. We ain’t gonna stop, till people are free.”

“Eu posso ouvir meu vizinho chorando eu não posso respirar/ agora eu me debato e não posso partir. Denunciando a violência da polícia racista. Não vamos parar até as pessoas serem livres”.

O vídeo já teve mais de 240 mil visualizações e uns milhares de compartilhamentos, mas ainda não produziu respostas efetivas daqueles provocados por Jackson em seu vídeo. O ator, colaborador assíduo de Quentin Tarantino, se viu no centro de polêmica de teor racista quando do lançamento de “Django livre”, filme em que interpretava um escravo racista que “se via como branco”. Seu Stephen, e aí não vai spoiler, “era o pior tipo de negro” bradava o justiceiro vivido por Jamie Foxx. O próprio filme foi envolvido em diversos protestos por fazer apologia do racismo pelo uso avantajado da palavra “nigger”. O próprio Jackson saiu em defesa de Tarantino e do filme e disse que “era preciso mostrar a verdade como ela era. Sem romanceá-la”.

Samuel L. Jackson em cena de "Django livre"

Samuel L. Jackson em cena de “Django livre”

Samuel L. Jackson estrelou outros filmes que tinham como eixo central o debate sobre racismo. Alguns exemplos são “Tempo de matar” (1996), em que vive um pai de família levado à júri popular após matar os estupradores brancos de sua filha, e “O vizinho” (2008), em que faz um policial que não aceita o fato dos novos vizinhos serem um casal formado por um homem branco e uma mulher negra.

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades, Filmes | 05:00

Ewan McGregor é Jesus Cristo e o Diabo em drama que promete causar no festival de Sundance 2015

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Ewan

“Last days in the desert” deve ser uma das sensações do próximo festival de cinema de Sundance, que será realizado em janeiro na montanhosa Utah, nos EUA. Dirigido por Rodrigo Garcia, de “Albert Nobbs” e “Destinos ligados”, o filme acompanha a peregrinação de Jesus Cristo durante 40 dias no deserto. Uma das mais famosas passagens bíblicas versa sobre o período de retiro de Cristo para entrar em comunhão com seu pai e ser tentado pelo Diabo.

O filme é fotografado pelo mexicano Emmanuel Lubezki, de “A árvore da vida”, “Gravidade” e do inédito “Homem-pássaro”. É possível esperar ótimas soluções visuais para esse embate entre Cristo e o Diabo.

O ator Ewan McGregor (“Moulin Rouge – o amor em vermelho” e “Abaixo o amor”) interpretará tanto Jesus como o Diabo no filme. Uma proposta ousada por parte da realização. “Você pode ver o demônio como o Diabo ou como uma faceta de YoshuaJesus em hebraico e como o personagem será nomeado no filme – uma manifestação física de suas dúvidas”, disse Ewan McGregor à revista Entertainment Weekly que divulgou a imagem do ator caracterizado como Cristo em primeira mão.

O ator contou que não encarou a atuação dupla com literalidade. “Eu não estou interpretando Jesus, mas sim um homem que está tentando se comunicar com seu pai, que acontece de ser Deus”, explicou. “Eu tentei imaginar o que é para um homem a solicitação paterna de que ele morra pelos outros”. Quando abordei o Diabo, eu tentava enfraquecer essa convicção de Yeshua”. McGregor se disse cativado pelo roteiro de Garcia, mas ressalva que não se trata de uma história bíblica, mas sim de uma história inventada. “É um cara em busca de respostas internas e fé no meio do deserto”. O ator disse não temer que a produção suscite polêmicas. “Eu acredito no coração do filme que fizemos”.

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domingo, 7 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades | 19:16

Adam Driver é o denominador comum de dois filmes indies cativantes

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Adam Sriver, o segundo da esquerda para a direita, em cena de "Sete Dias sem fim" (Foto: divulgação)

Adam Sriver, o segundo da esquerda para a direita, em cena de “Sete Dias sem fim”
(Foto: divulgação)

Ele é um dos atores mais quentes do momento. Depois de ganhar o Leão de Ouro em Veneza por “Hungry Hearts” e assegurar um dos principais papéis no novo “Star Wars”, Adam Driver vai se difundindo pela cultura pop. Ele integra o elenco de dois filmes badalados do circuito indie. Um, “Sete dias sem fim”, já estreou lá fora e deve pintar por aqui em breve. O outro, “While we´re young” está previsto para março de 2015 nos EUA.

O primeiro, de Shawn Levy (“Os estagiários” e “Gigantes de aço”), apresenta uma família judia que nunca foi muito ligada à ortodoxia da religião, mas que se reúne em face do falecimento do patriarca para a cerimônia do Shivah. O reencontro, claro, será temperado por muita lavagem de roupa suja e conflitos familiares. O elenco é de encher os olhos. Tina Fey, Jason Bateman, Jane Fonda, Rose Byrne, Corey Stoll, entre outros.

Já “While we´re young”, novo longa de Noah Baumbach, diretor dos ótimos “Frances Ha” e “A lula e a baleia”, apresenta um casal de meia -idade – interpretado por Ben Stiller e Naomi Watts – que passa a redimensionar a vida juntos a partir da convivência com um casal mais jovem (Driver e Amanda Seyfried).

Leia também: Cinco atores que merecem atenção

São dois filmes que devem elevar a estima de Driver nessa Hollywood pensativa, criativa e hippie que é o cinema independente!

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014 Atores | 18:41

Marco Ricca, homem de cinema

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O ator na pré-estreia de "Os amigos" (Foto: AgNews)

O ator na pré-estreia de “Os amigos”
(Foto: AgNews)

Em recente entrevista concedida à repórter Luísa Pécora para o portal iG, o ator Marco Ricca –  que está em cartaz nos cinemas com o ótimo “Os amigos” e com o menos feliz “Trinta” – defendeu uma política mais agressiva para garantir ao cinema nacional mais autoral espaço e tempo no acirrado circuito exibidor do país.

Esse posicionamento forte e bem definido não causa nenhum estranhamento a quem acompanha a carreira de Ricca, que completou 52 anos agora no fim de novembro, no cinema.

Em “Os amigos”, o ator vive Théo. Um homem em crise existencial. Circunstância esta, deflagrada pela morte de um amigo de infância ao qual invariavelmente havia se afastado.

Não é um personagem trivial; e triviais não são os filmes que Ricca elege para trabalhar.

Em 2009, estreou na direção com “Cabeça a prêmio”. Um filme que mesclava cânones do western com um poderoso drama familiar ambientado no Mato Grosso do Sul.

Aos poucos, Ricca foi migrando de filmes com mais apelo popular como “Cristina quer casar” (2003), “O coronel e o lobisomem” e “O casamento de Romeu e Julieta” (2005) para obras como “Crime delicado” (2005), “A via Láctea” (2007) e “Verônica” (2008).

A transição pode ser lida como um contraponto ao Marco Ricca da televisão. Um ato de resistência a essa percepção de que o cinema brasileiro é uma extensão da Globo e até mesmo como um manifesto em prol de um cinema mais criativo, imaginativo e livre.

As parcerias com Beto Brant, com quem rodou além de “Crime delicado” o intenso e surpreendente “O invasor” (2001), e com Lina Chamie, sua diretora em “Os amigos” e “A via Láctea” sinalizam esse desejo de empreender cinema como um projeto de transformação pessoal, profissional, mas também cultural no âmbito social.

Seu próximo filme, “O fim e os meios”, assinado por Murilo Salles, estreita essa noção ao misturar o drama pessoal de um publicitário imerso em um casamento em frangalhos que é contratado para tratar da imagem de um senador em busca da reeleição. Ricca não faz o protagonista, mas empresta sua autoridade de homem de cinema para ajudar um filme a ir mais longe.

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014 Atores, Notícias | 05:00

James Franco viverá ativista homossexual que vira evangélico anti-gay em “Michael”

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Foto: Reprodução/Instagram

Foto: Reprodução/Instagram

Não será a primeira vez que James Franco dará vida a um personagem homossexual no cinema. O ator, diretor, roteirista, produtor e explorador de tantas outras manifestações artísticas, no entanto, prepara sua mais barulhenta incursão pelo universo homossexual. Em “Michael”, filme atualmente em produção, Franco viverá o personagem título que vivia uma vida hedonista  ao lado do namorado (Zachary Quinto) e atuava em prol da causa gay com fervor na década de 90. Contudo, ele renegou essa vida e assumiu-se heterossexual após começar a frequentar uma igreja fundamentalista e professar que “encontrou sua sexualidade em Deus”.

Com forte potencial polêmico, o roteiro do filme – assinado por Justin Kelley e Stacey Miller – é baseado em um artigo publicado em 2011 no New York Times sob o título “My ex-gay friend”. É comum vermos pessoas que se reconhecem como heterossexuais assumirem-se gays e mesmo no cinema isso já foi abordado (como nos filmes “O golpista do ano” e “Toda  forma de amor”, entre tantos outros), mas o caminho inverso, além de incomum, representa um tabu de difícil aceitação no mundo gay e que gera desconfiança e abertura para debates acerca de preconceito, intolerância religiosa e tantas outras reminiscências de cunho social, cultural e psicológico. É possível deixar de ser gay? Não se sabe se o filme se enveredará por esse debate. Produzido por Gus Van Sant, cineasta homossexual assumido e responsável por filmes icônicos da cultura LGBT como “Garotos de programa” (1991) e “Milk – a voz da igualdade” (2008), é possível imaginar que algum debate o filme deseje suscitar. Talvez não exatamente este.

De qualquer maneira, pode-se esperar provocação do filme que marcará a primeira incursão de Justin Kelley na direção. O E! online noticiou que entre muitas cenas sensuais haverá uma cena de sexo a três entre Franco, Quinto e o ator Charlie Carver, que já faz um personagem gay na série de TV “Teen Wolf”.

Foto postada por James Franco em seu Instagram em que surge ao lado de Quinto e Carver

Foto postada por James Franco em seu Instagram em que surge ao lado de Quinto e Carver

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 Atores, Fotografia | 05:00

As 15 fotos mais bacanas de Benedict Cumberbatch, o ator mais cool da Hollywood atual

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Ele pode ser indicado ao Oscar logo no começo de 2015 e “academy award nominee actor” é um dos poucos títulos bacanas que o boa-praça Benedict Cumberbatch ainda não ostenta. Por força de ser um dos favoritos da temporada de premiações que se avizinha, Cumberbatch  será presença constante aqui no Cineclube e nada melhor para quebrar o gelo do que essa sequência de fotos que mostram que o ator é, antes de qualquer coisa, um cara para lá de gente boa.

Foto: Elle

Foto: Elle

Por uma boa causa…

Foto: reprodução/Tumblr

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Fazendo biquinho…

Foto: reprodução/twitter

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Apavorado com a multidão a sua espera na Comic-Con 2014…

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Nem tão apavorado com os fãs no último festival de Toronto…

Foto: reprodução/Telegraph

Foto: reprodução/Telegraph

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Foto: reprodução/Los Angeles Times

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Fazendo o galã sério…

Foto: Reprodução/Volture

Foto: Reprodução/Volture

Fugindo das ‘cumberbitches’, como suas vorazes fãs são chamadas, em ensaio para a revista Volture…

Foto: reprodução/USA Today

Foto: reprodução/USA Today

“Causando” nesta histórica photobomb no Oscar 2014…

Reprodução: tumblr

Reprodução: tumblr

Ops, vocês estão aí?

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

Brincando com sua contraparte do filme “Os pinguins de Madagascar”…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

Olhe para mim…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

E não olhe para mim, olhe para o que realmente importa…

Foto: Vanity Fair

Foto: Vanity Fair

Todo tchan no editorial da prestigiada Vanity Fair…

Foto: reprodução/twitter

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e não menos tchan dançando com Michael Fassbender no pós-festa do Oscar deste ano…

Foto: REX USA

Foto: REX USA

Supervisionando pessoalmente a produção de sua réplica de cera…

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Atores, Notícias | 22:10

Christoph Waltz pode ser o vilão do próximo filme de 007

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Foto: reprodução/GQ

Foto: reprodução/GQ

Ainda não está confirmado oficialmente pelo estúdio, mas o jornal britânico “Daily Mail”, que costuma antecipar boas novas em matéria de 007, apontou que Christoph Waltz, duas vezes vencedor do Oscar (por “Bastardos inglórios” e “Django livre”) será o principal vilão no novo filme do agente secreto à serviço de sua majestade, James Bond. O 24º filme do espião britânico, que será dirigido por Sam Mendes – o mesmo de “007 – operação Skyfall” começara a ser gravado em dezembro. O lançamento está programado para outubro de 2015.

Leia também: Atriz de “Azul é a cor mais quente” entra para o elenco do novo 007 

Se confirmada, o que deve acontecer em breve, a escolha se mostrará das mais acertadas. O casting do novo 007, cujos rumores ainda apontam para a contratação de Chiwetel Ejiofor (“12 anos de escravidão”) e Dave Bautista (o Drax de “Guardiões da galáxia”), vai se revelando dos mais entusiasmantes. Além de Daniel Craig, já estão confirmados Ralph Fiennes, Naomi Harris, Ben Whishaw e Léa Seydoux.

As colaborações com Tarantino elevaram o passe de Waltz que rapidamente se consolidou como um dos atores mais sofisticados e prestigiados da Hollywood atual. Há quem diga que ele nasceu para viver um vilão de 007. Vai ser uma boa oportunidade para deixar para trás a má impressão causada por seu papel no esquecível “O besouro verde” (2011).

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domingo, 9 de novembro de 2014 Atores, Notícias | 13:46

Matt Damon confirma que estrelará novo filme da franquia “Bourne” em 2016

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

A boataria vem desde o início de maio, quando o Cineclube acusou a possibilidade de Matt Damon retornar ao personagem que o consagrou como astro de cinema e ajudou a redefinir o cinema de ação moderno. Agora, depois que o amigo Ben Affleck deu com a língua nos dentes no tapete vermelho de um evento em Hollywood na última sexta-feira, Damon confirmou que voltará a interpretar Jason Bourne em um filme que será lançado em 2016.

O retorno de Damon, e do diretor Paul Greengrass (condição imposta pelo astro para retornar à franquia) já era negociada desde setembro. Além de “A supremacia Bourne” (2004) e “O ultimato Bourne” (2007), Greengrass dirigiu Damon em “Zona verde” (2010), sobre a desamparada busca de armas por destruição em massa no Iraque invadido por George Bush. Depois de “Capitão Phillips” (2013), que concorreu ao Oscar deste ano em seis categorias (incluindo melhor filme), Greengrass estava sem nenhum projeto à vista. Damon, por seu turno, deve encerrar sua participação nas gravações  de “Manchester by the sea” e “The martian”, além de gravar o novo filme de Alexander Payne (“Downsizing”), antes de se dedicar às filmagens do novo “Bourne” que só devem ocorrer a partir do segundo trimestre de 2015.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014 Análises, Atores, Bastidores | 18:32

Todos querem ser Liam Neeson

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O ator irlandês Liam Neeson em cena do ainda inédito "Busca implacável 3"

O ator irlandês Liam Neeson em cena do ainda inédito “Busca implacável 3”

Largamente elogiada por críticos e seguramente muito admirada pelo público, que fez de seus mais recentes filmes sucessos de bilheteria, a atual fase da carreira de Liam Neeson é um fenômeno cujas implicações para a indústria do cinema ainda não se esgotaram.

Depois de construir uma sólida e venerável filmografia calcada em papéis dramáticos, Neeson abraçou o gênero da ação com “Busca implacável” (2008) e, desde então, tem se notabilizado em filmes de ambição aparentemente modestas, mas com repercussão barulhenta como “Esquadrão classe A” (2010), “Desconhecido” (2011), “A perseguição” (2011), “Busca implacável 2” (2012), “Sem escalas” (2014) e o ainda inédito “Caçada mortal” (2014). Para 2015 já tem agendado o lançamento do terceiro e derradeiro “Busca implacável”.

O êxito de Liam Neeson nessa reengenharia de carreira já foi saudado reiteradamente em diversas ocasiões, mas há um sintoma que aos poucos começa a se tornar evidente. Atores veteranos, com ou sem histórico no gênero da ação, começam a buscar projetos muito similares aos que têm destacado Neeson na presente safra de sua carreira.

Um exemplo é Denzel Washington, ator que já havia se experimentado na ação em filmes diversos como “Chamas da vingança” (2004) e “O livro de Eli” (2010), mas que jamais havia elegido um projeto na expectativa de desenvolvê-lo em uma franquia de ação. Foi o que aconteceu com “O protetor” (2014). Washington chamou seu diretor no bem sucedido “Dia de treinamento” para azeitar uma história que guarda semelhanças robustas com “Busca implacável”, tanto no desenvolvimento do personagem, como no desenvolvimento da história.

Ainda não está certo se “O protetor” terá sequência no cinema, mas a bilheteria amealhada pelo filme – cerca de U$ 200 milhões mundialmente – permite o otimismo.

Para voltar ao topo

Depois de virar astro com “Matrix” (1999), Keanu Reeves amargou certo ostracismo em Hollywood. Ensaiou um

Keanu Reeves, sem meias palavras, em "De volta ao jogo"

Keanu Reeves, sem meias palavras, em “De volta ao jogo”

retorno à ação com “47 ronis” e dirigindo o filme de artes marciais “Man of tai chi” (2013). Não deu certo. O próximo passo foi escolher um projeto com a cara de Liam Neeson. Em “John Wick”, que no Brasil deve se chamar “De volta ao jogo” (sem ironias, por favor), Reeves faz um ex-assassino de aluguel que volta à ativa para se vingar de gangsteres que não deveriam ter cruzado seu caminho. O filme estreou com boa bilheteria nos EUA  há dois finais de semana, com desempenho superior a “47 ronins”, filme que custou muito mais.

A “fórmula Liam Neeson” representa a décima tentativa de Mel Gibson de dar volta por cima em Hollywood. Em “Blood father”, com previsão de estreia apenas para 2015, o ator faz um ex-presidiário que faz de tudo para proteger sua filha que está na mira de traficantes de drogas. Gibson, a bem da verdade, já investe no gênero há algum tempo, mas “Blood father”, diferentemente de filmes como “Plano de fuga” (2012) e “O fim da escuridão” parece um genérico do primeiro “Busca implacável”.

Quando largou o smoking de 007, Pierce Brosnan disse que queria experimentar coisas novas e que não tornaria a fazer ação novamente. Se produções bacanas como “Encurralados” (2007) e “O matador” (2005) não exatamente podem ser enquadradas no gênero de ação, o mesmo não se pode dizer de “November man: um espião nunca morre”. No filme, Brosnan vive um ex-agente da CIA que volta à ativa (reparem como em todos os filmes há um “retorno à ativa”) para enfrentar um ex-pupilo desertor.

De volta aos holofotes em 2014, Kevin Costner deve ao gênero, pouco explorado por ele na fase áurea da carreira, o bom momento. Filmes como “Operação sombra-Jack Ryan” e “3 dias para matar”, sobre um agente da CIA à beira da morte que tenta acertar os ponteiros com a filha, enquanto age para conseguir uma droga experimental que pode prolongar sua vida, ajudaram o ex-galã a reaparecer com força no ano.

 

O Elvis Presley do gênero

Nicolas Cage em "Fúria": ele tem a própria fórmula... (Fotos: divulgação)

Nicolas Cage em “Fúria”: ele tem a própria fórmula…
(Fotos: divulgação)

Se tem alguém que dá de ombros para a “fórmula Liam Neeson” e pratica sua própria fórmula em Hollywood é Nicolas Cage. A única razão para ser o modelo de Neeson o copiado por atores veteranos e não o de Cage é que a carreira do sobrinho de Francis Ford Coppola e ex-marido de Lisa Marie Presley (e a metáfora ali de cima é menos gratuita do você pode imaginar) segue em constante e aparentemente irreversível declínio. Mesmo assim, Nicolas Cage continua fazendo os filmes “B” que quer fazer, como “O Apocalipse” e “Fúria”, que estrearam recentemente nos cinemas brasileiros. Cage, aliás, continua levando público ao cinema, especialmente no Brasil. Mesmo seus filmes sendo ruins, há uma honestidade indevassável neles. Mas a “fórmula Nic Cage” é assunto para outro dia.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014 Atores, Notícias | 20:15

Joaquin Phoenix desiste e Marvel segue busca por protagonista de “Dr.Estranho”

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A despeito do que o Cineclube observou, Joaquin Phoenix não será o Dr. Estranho nos cinemas. A Marvel, reportou o site Deadline, anunciou o fim das negociações com o ator. As conversas começaram em julho e o estúdio mostrava forte disposição de ter o ator na pele do cirurgião arrogante que acaba se transformando em um dos mais poderosos feiticeiros do universo.

Phoenix e Marvel não chegaram a um denominador comum em relação à disponibilidade do ator para estrelar outros filmes do universo Marvel, que como bem sabe o leitor, é todo conectado. Com Phoenix fora da jogada, a Marvel agora inicia sondagem a outros atores para protagonizar o filme que será dirigido por Scott Derrickson (“O exorcismo de Emily Rose” e “Livrai-nos do mal”). Nomes como Ethan Hawke e Johnny Depp, já anteriormente cotado para o papel, voltaram a ser mencionados na rede de boatos.

O Dr. Estranho das HQs e sua contraparte no cinema?

Foto: montagem sobre reprodução

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