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Arquivo da Categoria Atores

quarta-feira, 16 de julho de 2014 Atores, Curiosidades | 23:17

Mark Wahlberg e Transformers: cinco razões para o casamento perfeito

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Foto: divulgação

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1 – Mark Wahlberg é o astro mais rentável de Hollywood hoje, de acordo com a última atualização da revista Forbes. Ele gera U$ 23 a cada dólar investido.

2 – Diferentemente de Shia LaBeouf, Wahlberg curte esses filmes gigantescos e megalomaníacos que Hollywood adora fazer e aos quais a série dirigida por Michael Bay se alinha.

3 – Ele não faz um filme ruim há muito tempo. O último foi a adaptação do game “Max Payne” em 2008

4 – Ele e Michael Bay se tornaram parceiros e amigos. Uma das condições para Bay voltar a dirigir um filme da franquia foi que Wahlberg estivesse à bordo. Juntos eles fizeram o divertido e sarcástico “Sem dor, sem ganho” (2013)

5 – Mark Wahlberg é um dos poucos caras na Hollywood atual que consegue mandar bem tanto na comédia como na ação e “Transformers” precisa de gente assim

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quarta-feira, 9 de julho de 2014 Atores, Curiosidades, Notícias | 21:28

Sherlock Holmes é mais um ícone na carreira de Ian Mckellen

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Dá para dizer que, aos 75 anos de idade, Ian Mckellen é o cara. O britânico só atingiu o estrelato depois dos sessenta anos, mas antes disso já era um baita ator que mesclava os aplausos dos palcos londrinos com a efemeridade dos papeis secundários no cinema americano. Foi o trabalho com Bill Condon, que já o havia dirigido no teatro, em “Deuses e monstros” (1998), que lhe valeu indicação ao Oscar de melhor ator, que mudou o status das coisas. Mckellen passou a receber convites prazerosos e figuras icônicas da cultura pop, como vilão Magneto e o mago Gandalf, entraram em sua vida.

Profissionalmente, McKellen só se beneficiou dessa exposição. Um dos pioneiros em assumir sua homossexualidade em Hollywood, o britânico consegue amealhar admiração em qualquer frente que se observe. Agora, mais um personagem icônico marcará a carreira de Sir Ian Mckellen.  Ele dará vida à criação de Arthur Conan Doyle como um Sherlock Holmes aposentado. O trabalho marcará a retomada da colaboração com Bill Condon. “A slight trick of the mind” ainda não tem previsão de estreia, mas a primeira foto está aí para aguçar a curiosidade dos fãs do personagem e de McKellen.

A trama revela um Sherlock Holmes aposentado que é assombrado por um caso não resolvido no passado. Ele lembra apenas de fragmentos: o confronto com um marido nervoso e uma ligação secreta com sua bela e instável esposa. Longe de sua melhor forma e sem o apoio de Watson, Holmes enfrenta o caso mais difícil da sua vida.

Foto: divulgação

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quinta-feira, 19 de junho de 2014 Atores | 06:00

Peter Dinklage, o trono já é dele…

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O ator Peter Dinklage, fotografado pela New York Times Magazine

O ator Peter Dinklage, fotografado pela New York Times Magazine

Com o êxito de “Game of Thrones”, produção da HBO que serializa a saga literária criada por George R. R. Martin, “As crônicas de gelo e fogo”, o americano Peter Dinklage virou uma mania entre os fãs da série. É difícil imaginar que o sucesso da produção continue a prosperar se seu personagem, banhado em ironia e perspicácia, faltar à narrativa. O que poucos sabem é que Dinklage, que completou 45 anos no último dia 11 de junho, já era um ator de fibra e talento muito antes de Tyrion Lannister (seu personagem na série) cruzar seu caminho.

Obviamente, por ser anão, Dinklage se via confinado a estereótipos ainda mais irritantes do que aqueles que os atores latinos costumam reclamar em Hollywood. Entre uma grande atuação e outra no cinema independente, Dinklage se via na necessidade de estrelar “Um duende em Nova York” (2003) e “As crônicas de Nárnia: príncipe Caspian (2008)”. Foi este último trabalho, ironicamente, que o colocou na rota de “Game of thrones”, que para todos os efeitos alteraria os rumos de sua carreira, lhe outorgando a maior das glórias para um intérprete de sua estatura: reconhecimento.

Em “O agente da estação” (2003), trabalho que lhe rendeu indicações a prêmios como o SAG (sindicato dos atores), Dinklage faz um homem com nanismo que decide viver recluso em uma estação de trem. Mas a vida, essa insubordinada, parece ter outros planos para ele. O filme é tocante e revela o quão extraordinário, com o devido material, Dinklage pode ser.

Papéis coadjuvantes em filmes diversos como “Penelope” (2006), “Sob suspeita” (2006) e “Morte no funeral” (2010) reforçavam a percepção de que ali estava um ator cujo talento pulsava mais forte do que estúdios e produtores percebiam.  Estes dias, felizmente, ficaram no passado.

Na esteira do sucesso de “Game of Thrones”, não tem faltado trabalho a Dinklage. Entre 2013 e 2015, são oito filmes para cinema. Tudo desenvolvido em paralelo com seu trabalho na série da HBO. Bryan Singer o convidou pessoalmente para ter papel central na nova aventura mutante, “X-men: dias de um futuro esquecido”, em cartaz nos cinemas. Os protagonismos começam a aparecer e as histórias deixam de girar em torno de um homem que é anão.

Além de “Game of Thrones” e do cinema, o ator tem se dedicado ao teatro. Já chegou a interpretar, com efusivos elogios, Ricardo III em montagem da famosa peça de William Shakespeare.

A New York Times Magazine certa vez escreveu: “Peter Dinklage é um dos poucos atores a transformar tv em arte”.  Não há muito o que falar além disso.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014 Atores, Notícias | 23:02

Denzel Washington reverencia Robert De Niro em novo filme

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Foto: Divulgação

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Pense em um filme que conjuga influências tão diversas como “Taxi driver” (1976) e a trilogia do Batman de Christopher Nolan e que adicione a esta improvável fórmula Denzel Washington em sua melhor encarnação “atire primeiro e pergunte depois”. É mais ou menos este o mote de “O protetor” que reúne o astro e seu diretor em “Dia de treinamento”, Antoine Fuqua, pela primeira vez desde que o filme lhe valeu o Oscar de melhor ator em 2002.

O elenco conta ainda com Chloe Grace-Moretz, vivendo uma jovem prostituta (personagem claramente inspirada na de Jodie Foster em “Taxi driver”), Melissa Leo (“O vencedor”) e Bill Pullman (“Independence Day”). Na trama, Washington faz um ex-militar que forjou sua morte para tentar levar uma vida calma em Boston, mas ele não resiste às injustiças do mundo a sua volta e acaba tomando a justiça pelas próprias mãos.

“O protetor” é o único filme de Denzel Washington previsto para 2014. Se entregar o que o trailer promete, já está bom demais. O filme tem lançamento programado para 2 de outubro nos cinemas brasileiros.

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sábado, 14 de junho de 2014 Atores, Notícias | 20:17

Al Pacino prepara retorno em grande estilo

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Foto: divulgação

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Al Pacino sabe que precisava de um desafio. Há muito tempo ele é apenas Al Pacino no cinema. Nada mais. Não precisava ser. Mas ser Al Pacino em tempo integral deve cansar. Cioso por desafios aos 74 anos, o ator nova-iorquino escolheu um livro cuja identificação não escapa a qualquer observador. É a primeira vez em sua carreira que ele escolhe um livro e cuida pessoalmente do processo de adaptação para o cinema.

“A humilhação”, distribuído no Brasil pela Cia. Das Letras, de Philip Roth, considerado o maior escritor americano vivo, trata de um ator de teatro desgostoso com a vida e sua carreira que quando conhece uma mulher mais jovem redescobre o valor da vida. Na primeira imagem do filme, dirigido por Barry Levinson (que dirigiu Pacino no telefilme “You don´t know Jack”), o ator surge ao lado de Greta Gerwig (“Frances Ha” ) a mulher mais jovem que recoloca sua perspectiva de vida nos trilhos.

O tema de “The humbling” não é estranho ao imaginário cinéfilo. O grande Peter o`Toole, indicado a oito Oscars e morto em 2013, teve seu último grande momento em “Vênus” (2006), filme com premissa muito parecida e cujo trailer você pode conferir abaixo.

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domingo, 8 de junho de 2014 Análises, Atores | 09:33

A reinvenção de Robert Pattinson

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Fotos: divulgação e reprodução/ The Hollywood Reporter

Fotos: divulgação e reprodução/ The Hollywood Reporter

Robert Pattinson, de alguma maneira, é como o Lula. Há quem ame e há quem odeie. As razões são defensáveis e justificáveis de ambos os lados e a paixão costuma ser o motor das análises relacionadas ao galã acidental. Afinal de contas, antes de ser o príncipe moderno em versão vampírica na série de filmes “Crepúsculo”, Pattinson não havia causado nenhuma comoção em “Harry Potter e o cálice de fogo”, lançado em 2005.

Mas Pattinson se esforça para se desviar da pecha de galã que lhe fora atribuída. Sempre que pode dá um jeito de renegar, ainda que discretamente, a franquia que lhe concedeu o estrelato.  É avesso a badalações e a agenda midiática que outras celebridades jovens, como Jennifer Lawrence, costumam cultivar. Não obstante, Pattinson tem demonstrado disposição em orquestrar o que podemos chamar de reengenharia de carreira.

O primeiro passo, nesse sentido, foi dado ainda durante o período em que a saga “Crepúsculo” vigorava. A aproximação ao diretor canadense David Cronenberg pode muito bem fazer por Pattinson o que a parceria entre Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio fez por este último.

“Cosmópolis”, lançado em 2012, não só trazia Robert Pattinson como nunca se tinha visto antes, essencialmente vampírico em uma composição minuciosa de um tubarão faminto e inseguro de Wall Street, como trazia o ator em sua primeira interpretação digna desta classificação. Pattinson deixou-se dirigir. Confiou em Cronenberg e permitiu que o ator emergisse da celebridade, que fora a primazia em seus outros trabalhos paralelos a “Crepúsculo” (“Bel Ami – o sedutor”, “Água para elefantes” e “Lembranças”).

Em 2014, o ator lança dois filmes com propostas distintas, mas que sinalizam que essa reengenharia de carreira não é uma nuvem passageira em sua trajetória profissional. “Maps to the stars” é o segundo trabalho em parceria com Cronenberg. Trata-se de uma sátira à fogueira de vaidades de Hollywood. A participação do ator é pequena; ele faz um motorista de limusines que sonha em ser roteirista, papel baseado na vida do próprio roteirista do filme (mas isso é outra história). Diz-se, no entanto, que sua atuação é impactante. Em “The rover”, outra produção que levou Pattinson ao festival de Cannes (assim como os dois trabalhos com Cronenberg), ele faz um homem abandonado pelo irmão em um futuro apocalíptico em que a economia planetária entrou em colapso. Junta-se a um terceiro homem, roubado por seu irmão, em seu encalço.

Entre os próximos trabalhos do ator figuram filmes de diretores europeus de prestígio, como “The idle´s eye”, do francês Oliver Assayas (”Depois de maio”) e “Life”, de Anton Corbjin (“Control”, sobre a vida de Ian Curtis, líder do Joy Division), sobre a amizade entre o astro James Deen e o fotógrafo da revista que batiza o filme e que fez as fotos mais icônicas de Deen em vida.

Pattinson pode até não ter esquecido Kristen Stewart, sua ex-namorada e colega de cena na franquia adaptada dos livros de Stephenie Meyer, mas os dias de “Crepúsculo” definitivamente fazem parte de seu passado.

Com Guy Pierce no elogiado "The Rover"

Com Guy Pierce no elogiado “The Rover”

Ao lado de Dane deHaan em "Life", filme de arte feito pelo diretor de "Control", que chega em 2015

Ao lado de Dane deHaan em “Life”, filme de arte feito pelo diretor de “Control”, que chega em 2015

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quarta-feira, 4 de junho de 2014 Análises, Atores | 22:08

Tom Cruise reina na ficção científica, mas isso é suficiente para o ex-rei de Hollywood?

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Tom Cruise e Emily Blunt em imagem promocional de "No limite do amanhã"

Tom Cruise e Emily Blunt em imagem promocional de “No limite do amanhã”

Foi um fim de semana incomum nas bilheterias brasileiras. Havia dois grandes blockbusters em estreia e uma comédia nacional cheia de potencial de bilheteria, além de filmes grandes em cartaz como “Godzilla” e o mais recente “X-men”. Em outros tempos, porém, esses fatores não seriam suficiente, ou mesmo relevantes, para apartar Tom Cruise do topo das bilheterias. Seu novo filme, “No limite do amanhã”, não perdeu apenas para “Malévola”, produção da Disney estrelada por Angelina Jolie, perdeu também para “X-men”, que já estava em exibição nos cinemas há uma semana, e para o nacional “Os homens são de Marte… e é para lá que eu vou”. Ou seja, o filme poderia muito bem ser estrelado por Jay Courtney, ator sem expressão alguma, e debutar em quarto lugar nas bilheterias brasileiras.

“No limite do amanhã” estreia nos cinemas americanos na próxima sexta-feira e seu fim de semana de estreia será decisivo para os rumos da carreira de Tom Cruise. Nenhum ator do primeiro escalão aposta tanto na ficção científica atualmente como ele e há uma razão para essa fidelidade. Desde o final dos anos 90, Cruise viu-se afastado do topo de Hollywood. Processo que foi acelerado desde que pulou no sofá de Oprah Winfrey.

Tentou comprar os direitos do Homem de ferro da Marvel, mas esbarrou nos embrionários planos da empresa em se configurar em um valioso estúdio de cinema. Assumiu o controle de um estúdio, a United Artists, na tentativa de revigorar o selo – surgido na era de ouro de Hollywood – e sua carreira, mas filmes como “Operação Valquíria” (2008) e “Leões e cordeiros” (2007) não deram muito certo e a United Artists faliu em 2008.

Não se dando por vencido, Cruise recuperou a franquia “Missão impossível” e teve um alento. O quarto filme, lançado no fim de 2011, tornou-se o mais lucrativo da série com quase U$ 700 milhões arrecadados internacionalmente, e um dos pontos altos da carreira de Cruise.

O ator em cena de "Minority Report - a nova lei": união com Spielberg rendeu melhor ficção da  1ª década do século XXI

O ator em cena de “Minority Report – a nova lei”: união com Spielberg rendeu melhor ficção da 1ª década do século XXI

Cruise tentou emplacar outra franquia de ação com “Jack Reacher: o último tiro”, lançado em 2012, mas o filme não arrecadou o que se esperava. Cruise ainda tenta conseguir o aval da Paramount, estúdio com o qual já teve contrato exclusivo, para um segundo filme, mas está difícil.

Ator que também produz seus filmes, Cruise é conhecido por ser extremamente profissional e perfeccionista. Disse certa vez ao semanário The Hollywood Reporter que resistia à febre de adaptações em quadrinhos porque não queria relacionar a marca Tom Cruise ao que entendia ser um hype passageiro.  Vale lembrar que ele tentou comprar os direitos do personagem Homem de ferro, mas isso foi muito antes do personagem ganhar a notoriedade que goza hoje.

A marca Tom Cruise foi buscar guarida na ficção científica. Com Cameron Crowe, seu diretor em “Jerry Maguire – a grande virada” (1996), rodou o primeiro filme de sua carreira com tendências para a ficção científica. “Vanilla Sky” (2001) era o remake de um filme espanhol complexo, obscuro e pouco visto. Não foi a estreia dos sonhos no gênero, mas a incursão seguinte colocaria os pingos nos is. Cruise aliou-se ao grande cineasta do século XX, Steven Spielberg, para fazer a melhor ficção científica do início do século XXI. “Minority Report – a nova lei” (2002), adaptado de um conto do papa do gênero Philip K. Dick, colocava Cruise como um policial em um futuro em que os culpados pelos crimes eram detidos antes de cometerem os crimes em questão. O filme foi grande sucesso de público e maior ainda de crítica e fez com que Cruise e Spielberg se reunissem para uma versão cascuda de “Guerra dos mundos” (2005), de H.G Wells. O filme não era tão bom quanto se esperava que fosse, mas foi um hit mesmo assim.

Depois do filme, Cruise foi gerenciar a United Artists, o que não deu certo, e acabou voltando à ficção em 2013 com “Oblivion”. Um projeto selecionado pelo ator, assim como foi o diretor da fita, Joseph Kosinski, de “Tron – o legado”.

Cruise e seu diretor em "Oblivion", Joseph Kosinski, no set do filme: exercício de controle

Cruise e seu diretor em “Oblivion”, Joseph Kosinski, no set do filme: exercício de controle

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“No limite do amanhã” é a segunda ficção científica consecutiva de Tom Cruise. Dirigido por Doug Liman, dos bons “A identidade Bourne” (2002) e “Sr. & Sra. Smith” (2005), o filme não é apenas uma aposta de Cruise no gênero. É uma aposta de Cruise de que, no gênero certo e com o devido cuidado, ele pode fazer frente a franquias milionárias adaptadas de obras juvenis, games e HQs.

Escolado na batalha pela sobrevivência nesse campo de batalha que é o cinemão, e com o reinado na ficção científica cada vez mais frágil, Cruise já prepara o retorno de séries conhecidas. O quinto “Missão impossível” já está em pré-produção e deve ser lançado no fim de 2015 e o segundo “Top Gun” vai mesmo acontecer, mesmo com a morte de Tony Scott (o diretor do filme original suicidou-se em meados de 2012).

O topo de Hollywood já não é mais um sonho possível. Tom Cruise parece brigar para continuar sendo viável nas bilheterias, quando tudo parece apontar o contrário.

Tom Cruise e Emily Blunt: Em "No limite do amanhã", o ator cede mais espaço a sua co-protagonista  (Fotos: divulgação e Getty)

Tom Cruise e Emily Blunt: Em “No limite do amanhã”, o ator cede mais espaço a sua co-protagonista
(Fotos: divulgação e Getty)

 

 

 

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sábado, 24 de maio de 2014 Atores | 12:00

Michael Fassbender: o ator do momento, já há algum tempo

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Fotos: (Getty e Divulgação)

Fotos: (Getty e Divulgação)

Há poucos atores com agenda de trabalho mais atarefada do que este alemão de ascendência irlandesa de 37 anos. Michael Fassbender estava lá, como um dos muitos “tanquinhos” de “300”, o estilizado filme estrelado por Gerard Butler e Rodrigo Santoro em 2006.

Notado mesmo, no entanto, Fassbender, que está em cartaz nos cinemas brasileiros com “X-men: dias de um futuro esquecido”, só foi quando falou impecável alemão em um dos capítulos mais empolgantes de “Bastardos inglórios” (2009), obra-prima de Quentin Tarantino.  Daquele momento em diante, Fassbender passou a gozar de um prestígio que só aumentaria em Hollywood. O ano de 2011 foi mágico por muitas razões. “Bastardos inglórios” lhe pôs no mapa e ele rodou nada menos do que cinco produções para serem lançadas naquele ano. “Jane Eyre”, “X-men: primeira classe”, “Shame”, “Um método perigoso” e “A toda prova” não poderiam ser mais diferentes entre si.

A capacidade de trafegar com desenvoltura por diferentes gêneros chamou a atenção de diretores consagrados como Ridley Scott (“Gladiador”) e Terrence Malick (“A árvore da vida”) que logo externaram o desejo de trabalhar com o ator.

O que mais impressiona em Fassbender, além do carisma e talento, é sua capacidade de transmutação de acordo com a demanda do personagem. Em “Shame”, em que vive um viciado em sexo, é possível sentir sua agonia em uma fria e impessoal Nova York. Este permanece como sua melhor, mais revelador e complexo desempenho. Já em “12 anos de escravidão”, pelo qual foi indicado ao Oscar, personifica a maldade encarnada como um senhor de escravos. Fassbender mantém o alto nível de interesse como um robô em “Prometheus” (2012), como um advogado ganancioso em “O conselheiro do crime” (2013) ou como Carl Yung, um dos pilares da psicanálise, em “Um método perigoso” (2011).

Essa capacidade de mesmerizar lhe valeu o convite para viver Macbeth, um dos mais clássicos personagens da literatura shakespeariana.  O filme, que está em pós-produção, deve ser lançado no fim deste ano e é uma das apostas para a temporada de premiações.

A adaptação do game “Assassin´s Creed” também está em sua agenda. O filme marcará sua estreia como principal produtor de um filme. Toda a pré-produção da fita, prevista para 2015, está sendo supervisionada por ele. O ator também está envolvido nas sequências de “Prometheus” e “X-men”.

No meio tempo, se Steve McQueen – seu diretor em “Fome” (2008), “Shame” e “12 anos de escravidão”, chamar, Fassbender para tudo e atende. À revista Empire, o ator admitiu que McQueen não só é um grande amigo, como uma grande inspiração no cinema. Ainda por cima, Fassbender é generoso.

 

Confira os trailers dos filmes que apresentam os três melhores trabalhos de Fassbender no cinema

“Shame”

“Um método perigoso”

“Fome”

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terça-feira, 6 de maio de 2014 Atores | 06:00

George Clooney completa 53 anos; veja dez curiosidades sobre o ator

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George Clooney, um dos maiores astros do cinema moderno, completa 53 anos nesta terça-feira, 6 de maio.  Em homenagem a esse homem do cinema, afinal de contas, ele é ator, diretor, roteirista e produtor, o Cineclube elaborou uma lista com dez curiosidades sobre Clooney que você provavelmente não sabe.

 

(Foto: Getty images)

(Foto: Getty images)

George Clooney já foi preso

Foi em março de 2012. O ator é contumaz ativista pelas liberdades no Sudão foi um dos engajados na realização do plebiscito que definiu a separação do País e o surgimento do Sudão do Sul. Ele foi preso, para ser solto no mesmo dia, em protesto em frente a embaixada sudanesa em Washington nos EUA.

Esportista frustrado

Maníaco por esportes, tentou emplacar no Cincinnati Reds, time de baseball. Mas não recebeu nenhuma oferta do time

Mais sexy entre os mais sexies

É um dos bicampeões da lista dos mais sexies da People (ganhou em 2006 e 1997). Os outros são Richard Gere, Johnny Depp e Brad Pitt.

 Clooney perdeu a virgindade aos 16 anos

Em entrevista à revista Rolling Stone em novembro de 2011, o ator disse que pensa que foi precoce. “Era jovem , muito jovem, jovem demais para isso”

Brad & Me

Fervoroso ativista em prol da legalização da união homossexual, Clooney encenou a peça “8” em 2012, que teve sua única apresentação exibida ao vivo na internet. A peça discutia a polêmica proposição 8 que causou grande comoção na Califórnia na época por estabelecer que uma união só poderia existir entre um homem e uma mulher.  Brad Pitt, que é amigo próximo e compartilha muitos de seus posicionamentos políticos, foi seu coprotagonista.

Mais engajamento

Foi Clooney quem organizou um dos teletons mais bem sucedidos de toda a história. O “Hope for Haiti now”, que aconteceu em janeiro de 2010, dias depois do devastador terremoto que assolou o país da América Central, arrecadou mais de U$ 60 milhões. Clooney conseguiu colocar o evento na grade das principais emissoras de tv americanas e do mundo, na internet e reunir uma constelação de astros do cinema e da música para doarem e também ajudarem na arrecadação.

Marinheiro de segunda viagem

Diz-se por aí que caiu o último bastião da solteirice, agora que George Clooney está noivo da advogada libanesa Amal Alamuddin. Mas muitos ignoram que o ator já foi casado entre 1989 e 1993 com a atriz Talia Balsam. Eles se casaram em Las Vegas e um homem vestido de Elvis Presley oficializou a união.

Talento e versatilidade

George Clooney é o segundo ator a vencer um Oscar como intérprete (“Syriana – a indústria do petróleo” em 2006) e outro como produtor (“Argo” em 2013). E é a única personalidade do cinema atual a contabilizar indicações ao Oscar em seis categorias distintas (produtor, direção, ator, ator coadjuvante, roteiro original e roteiro adaptado).

Meu lado gangster

Ainda que não faça tipos italianos, já interpretou gângsteres em sete filmes. São eles: “Um drinque no inferno” (1996), “Irresistível paixão” (1998), “E aí, meu irmão, cadê você? (2000), “Onze homens e um segredo” (2001), “Tudo por um segredo” (2002), “Doze homens e outro segredo” (2004) e “Treze homens e um novo segredo” (2007).

Meu primeiro cachê de U$ 20 milhões

O primeiro filme pelo qual recebeu a quantia que separa os astros de primeira estirpe de todos os outros atores foi “Mar em fúria” (2000).

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sexta-feira, 2 de maio de 2014 Atores, Notícias | 17:23

Joaquin Phoenix estará no novo filme de Woody Allen

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Joaquin Phoenix em evento promocional do filme "Ela"   (Foto: Getty images)

Joaquin Phoenix em evento promocional do filme “Ela” (Foto: Getty images)

Joaquin Phoenix está esfomeado por trabalho e continua resiliente. Só trabalha com cineastas de grife. Desde que voltou à ativa, esteve afastado rodando um documentário sobre os excessos de Hollywood e da cultura à celebridade, só atuou para diretores de renome. Com Paul Thomas Anderson fez “O mestre” (2012) e “Inherent vice”, que estreia no fim do ano. Com Spike Jonze fez o filosoficamente adorável “Ela” (2013) e com seu amigo James Gray rodou “A imigrante” (2013). Agora o ator confirmou presença no novo filme de Woody Allen, ainda sem título, que será lançado em 2015. O projeto começa a ser gravado em julho. Mesma época em que Woody Allen lança nos EUA sua mais recente obra, “Magic in the moonlight”, estrelado por Emma Stone e Colin Firth.

Com o profundo e tão eloquente em papéis de figuras atormentadas Joaquin Phoenix, o que estará tramando Woody Allen para seu próximo filme? Seguro dizer que vem coisa boa por aí. Phoenix pode até ser chato, mas não faz coisa ruim.

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