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Arquivo da Categoria Atrizes

quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Atrizes, Bastidores | 19:06

Ronda Rousey seria uma boa capitã Marvel?

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Fotos: reprodução/Instagram e UFC

Fotos: reprodução/Instagram e UFC

Primeiro foi uma entrevista, depois vieram postagens de artes feitas por fãs em uma rede social. Ronda Rousey quer ser a Capitã Marvel no cinema. Mas você quer isso? A maior lutadora de MMA do planeta e, muito provavelmente, a atleta mais bem condicionada e carismática em atividade no mundo hoje é, também, uma atriz. Ou quase.

Rousey já apareceu nos filmes “Velozes e furiosos 7”, em uma breve cena de luta, e em “Os mercenários 3”, em que teve mais tempo em cena. Rousey estreia neste fim de semana no Brasil em “Entourage: fama e amizade”, em vive ela mesma.

O investimento na carreira de atriz, como mostrou a demolidora vitória sobre Bethe Corrêa no início do mês, não comprometeu em nada seu desempenho como atleta de artes marciais mistas. Rousey já tem calibrados mais dois projetos no cinema. O policial “Mile 22”, que será protagonizado por Mark Wahlberg, e a adaptação de sua autobiografia “Ronda Rousey: minha luta, sua luta”.  Integrar o time da Marvel no cinema, no entanto, levaria a aspirante a atriz a outro nível no mainstream americano.

Indiscutivelmente Ronda Rousey seria convincente em cena ao subjugar um oponente. A pouca bagagem dramática, no entanto, é um empecilho e tanto. Do ponto de vista da Marvel, optar por Ronda até seria uma estratégia válida em termos de marketing, mas poderia comprometer a ascensão de personagens femininas no universo cinematográfico Marvel em caso de um eventual fiasco. E não haveria melhor bode expiatório para um fracasso do que uma lutadora l “brincando” de ser atriz em um papel tão importante em um filme do estúdio. Afinal, “Capitã Marvel” será o primeiro filme do estúdio protagonizado por uma mulher. É, inegavelmente, um filme que adquire ainda mais importância e status quo no negócio chamado cinema. Propulsões feministas à parte, Ronda Rousey não é nenhuma estranha a pavimentar seu caminho em um ambiente predominantemente masculino. Nesse sentido, o universo Marvel como o conhecemos hoje não é diferente do universo do MMA de cinco anos atrás, quando ela debutou em um evento periférico ao UFC.  Ronda é hoje a maior estrela do esporte sem deixar sua feminilidade de lado para conquistar isso.

Nos prós e nos contras, o saldo seria positivo em uma eventual escolha de Ronda para viver a Capitã Marvel. E ainda tem essas artes conceituais que certamente desequilibram a disputa.

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quinta-feira, 18 de junho de 2015 Atrizes, Bastidores | 18:37

Jennifer Lawrence chega ao clube dos cachês de U$ 20 milhões

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Jennifer Lawrence vai se tornar quarta atriz a faturar U$ 20 milhões por um filme. O contrato para estrelar “Passengers”, ficção científica produzida pela Sony, ainda não foi assinado, mas os termos já estão estabelecidos.

Aos 24 anos, Jennifer Lawrence entra para o clube bem mais nova do que suas antecessoras. Julia Roberts inaugurou o clube aos 29 quando fechou contrato para assinar “O casamento do meu melhor amigo” (1997). O feito de Julia era ainda mais expressivo porque na década de 90, apenas alguns atores podiam ostentar esse cacife (Sylvester Stallone, Tom Cruise, Mel Gibson e Harrison Ford). Cameron Díaz, com “Tudo para ficar com ele”, aumentou o clube quando tinha 30 anos e, finalmente, Angelina Jolie que recebeu a quantia para estrelar “Malévola” (2014), tinha 39 anos à época. Os ganhos de Jolie com o filme totalizaram U$ 35 milhões porque ela recebeu porcentagens da bilheteria do filme.  Jennifer Lawrence deve fechar um contrato nos mesmos termos da esposa de Brad Pitt.

O feito de J.Law ganha ainda mais notoriedade porque seu parceiro de cena será ninguém menos do que Chris Pratt, que com “Jurassic World” acaba de estabelecer a maior bilheteria de fim de semana de estreia da história. Pratt vêm em uma ascendente meteórica em Hollywood (“Guardiões da Galáxia”, alguém lembra?).  A equipe de Pratt, segundo informações do The Hollywood Reporter, está tentando renegociar os valores – o ator ganharia cerca de U$ 8 milhões – para capitalizar o hype.

O que coloca “Passengers”, que será dirigido por Morten Tyldum (“O jogo da imitação”), no centro das atenções não é nem mesmo o inflacionado custo de produção – já superior a U$ 40 milhões sem mesmo a pré-produção ter começado, mas o fato do filme reunir Jennifer Lawrence e Sony novamente.

Jennifer Lawrence em cena de "Trapaça"

Jennifer Lawrence em cena de “Trapaça”
(Foto: divulgação)

O Sonygate, aquele escândalo em que hackers simpáticos à Coreia do Norte vazaram diversos documentos confidenciais do estúdio, revelou que a atriz – mesmo recém-premiada com o Oscar – ganhou menos do que seus companheiros de cena em “Trapaça”. O caso ganhou repercussão e cacifou a atriz a bater o pé nas atuais circunstâncias. Boatos indicam que ela pede cerca de 30% dos lucros obtidos com “Passengers”. Ou há muito otimismo da parte de Lawrence com o projeto ou esta é uma forma de se vingar da Sony e fazer um testamento feminista ao mesmo tempo. Alguém lembra do discurso de Patricia Arquette no Oscar deste ano?

Dadas às circunstâncias, a Sony terá peito de diminuir os vencimentos da atriz para aumentar o de Pratt? Ou essa fogueira de vaidades culminará no adiamento do projeto – e da consequente entrada de J.Law no clube dos cachês de U$ 20 milhões?

Não é “Verdades secretas”, mas os próximos capítulos devem ser quentes.

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terça-feira, 3 de março de 2015 Atrizes, perfil | 07:30

A desconstrução de Kristen Stewart

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Kristen Stewart com o prêmio "César" conquistado no fim de fevereiro (Foto: Getty)

Kristen Stewart com o prêmio “César” conquistado no fim de fevereiro
(Foto: Getty)

Existem atores que abraçam a celebridade e existem atores que a rejeitam com todas as suas forças. No primeiro time podemos listar Jennifer Lawrence e George Clooney, dois expoentes bem sucedidos de celebridades midiáticas à vontade com a exposição e com o status que gozam no cinemão. De outro, temos figuras como Matthew McConaughey e Bradley Cooper, que se esforçam para se distanciar tanto dos papeis percebidos como frívolos tanto como da rotina dos tabloides.

Kristen Stewart já sinalizava se interessar por esse segundo grupo, mas seus movimentos recentes sugerem que ela já está jogando neste time.

Atriz precoce, aos dez anos já atuava em filmes como “Os Flinstones em Viva Rock Vegas” (2000) e “Encontros do destino”. Seu primeiro papel de destaque foi como a filha de Jodie Foster em “O quarto do pânico” (2002), suspense estiloso de David Fincher.

Em 2007, depois de fazer parte de outras produções típicas de Hollywood com papeis cada vez mais destacados como no terror “Os mensageiros” (2007) e no infantil “Zathura – uma aventura espacial” (2005), Stewart foi a filha de outra estrela de Hollywood: Meg Ryan, no filme “Eu e as mulheres”. Na produção ela se interessava pelo mesmo rapaz que sua mãe.

“Na natureza selvagem”, de Sean Penn, revelava uma Kristen Stewart senhora de seu talento. Em um papel pequeno, a atriz,  então com 17 anos, cativava e impressionava pela gravidade do registro. Mas aí veio “Crepúsculo” (2008) e toda uma febre que propulsou insegurança e celebridade no mesmo compasso. Além, é claro, de uma relação amorosa com seu colega de cena, Robert Pattinson, devassada em todos os níveis possíveis e imagináveis por um estrato da mídia cioso de escândalos e deslizes de toda sorte.

A franquia “Crepúsculo” ainda estava na ativa e a atriz já ensaiava uma mudança de rumo com filmes como “Férias frustradas de verão”, um romance indie, “Corações perdidos”, um drama pungente estrelado pelo saudoso James Gandolfini, “The runaways – as garotas do rock” e “Na estrada”, filme de Walter Salles sobre a icônica obra de Jack Kerouac. Ocorre que essas incursões de Stewart pelo cinema independente foram problemáticas. A atriz cativante e segura de si de “Na natureza selvagem” havia desaparecido. Estava ali uma celebridade querendo provar-se digna de tanto rebuliço. Stewart se não estava ruim em todos esses filmes, dava margem para a discussão. Ela precisava se desconstruir ainda mais. Precisava submergir em papeis não necessariamente desafiadores, mas que desconstruíssem sua celebridade. Essa oportunidade apareceu na forma do filme “Acima das nuvens”, pelo qual a atriz se tornou a primeira americana a vencer o César, prêmio máximo do cinema francês. Na obra de Olivier Assayas, ela vive a assistente de uma atriz em decadência (Juliette Binoche), que não somente vive uma relação ambígua com a atriz, como vive a disparar perolas sobre fama e celebridade, mundo ao qual acompanha com frenesi. Trata-se de um exorcismo metalinguístico patrocinado por um dos cineastas franceses mais interessantes da atualidade. Em 2014, a atriz contracenou ainda com outra atriz que goza de unanimidade, Julianne Moore, no premiado “Para sempre Alice”.  Importante para essa recodificação não é só escolher os papéis certos, mas os colaboradores corretos. Nesse aspecto, Kristen Stewart, agora aos 24 anos, tem acertado com louvor.

Kristen, aos 12 anos, ao lado de Jodie Foster em "O quarto do pânico"  (Foto: divulgação)

Kristen, aos 12 anos, ao lado de Jodie Foster em “O quarto do pânico”
(Foto: divulgação)

A atriz contracena com James Gandolfini em "Corações perdidos", mas não consegue esconder sua celebridade (Foto: divulgação)

A atriz contracena com James Gandolfini em “Corações perdidos”, mas não consegue esconder sua celebridade
(Foto: divulgação)

Entre seus próximos trabalhos se destacam “Equals” e “Anesthesia”, ambos com lançamento para 2015. O primeiro versa sobre um mundo futurista em que as emoções foram banidas. Trata-se de uma ficção distópica com ecos de Philip K. Dick. O segundo, um filme coral de Tim Blake Nelson, trata das consequências de um ataque brutal a um professor em um campus universitário.

Não obstante, a atriz foi confirmada no elenco do novo filme da cineasta Kelly Reichardt, ainda sem nome definido. A fita consistirá em uma série de vinhetas que giram em torno da vida dos moradores de uma pequena cidade de Montana. A atriz viverá uma advogada que assume um posto de professora disposta a vencer seu bloqueio para ensinar.

São escolhas de uma atriz e não de uma celebridade. Kristen Stewart talvez nunca se desligue por completo do status conquistado com “Crepúsculo”, mas certamente pode subvertê-lo a exemplo do que fez o hoje ganhador do Oscar Matthew McConaughey e alcançar a promessa ensejada pela aquela atuação tão cândida e tocante em “Na natureza selvagem”.

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 Atrizes, Fotografia, Listas | 06:16

Dez atrizes em dez fotos sensuais de 2014

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Jessica Paré em foto para a Esquire Dicas de filme: "Assunto de meninas" (2001) e "Paixão À flor da pele"

Jessica Paré em foto para a Esquire
Dicas de filme: “Assunto de meninas” (2001) e “Paixão À flor da pele”

Rashida Jones em foto para a GQ Dicas de filmes: "Celeste e Jesse para sempre" (2011) e "A rede social" (2010)

Rashida Jones em foto para a GQ
Dicas de filmes: “Celeste e Jesse para sempre” (2011) e “A rede social” (2010)

Lake Bell para a Esquire  Dicas de filmes: "Uma boa e velha orgia" (2011) e "Terror na ilha" (2012)

Lake Bell para a Esquire
Dicas de filmes: “Uma boa e velha orgia” (2011) e “Terror na ilha” (2012)

Margot Robbie para a W Dica de filme: "O lobo de Wall Street" (2013)

Margot Robbie para a W
Dica de filme: “O lobo de Wall Street” (2013)

Cameron Diaz para a Esquire Dicas de filmes: "O conselheiro do crime" (2013) e "A caixa" (2009)

Cameron Diaz para a Esquire
Dicas de filmes: “O conselheiro do crime” (2013) e “A caixa” (2009)

Kren Junqueira para a revista Status Dica de filme: "A pelada" (2013)

Karen Junqueira para a revista Status
Dica de filme: “A pelada” (2013)

Evangeline Lilly para a Esquire  Dicas de filmes: "Depois de partir" (2007) e "Gigantes de aço" (2011)

Evangeline Lilly para a Esquire
Dicas de filmes: “Depois de partir” (2007) e “Gigantes de aço” (2011)

Lizzy Caplan para a GQ Dica de filme: "Quatro amigas e um casamento"

Lizzy Caplan para a GQ
Dica de filme: “Quatro amigas e um casamento”

Sarah Gadon para a W Dica de filme: "Cosmópolis" (2012)

Sarah Gadon para a W
Dica de filme: “Cosmópolis” (2012)

Scarlett Johansson para a Esquire  Dicas de filmes: "Lucy" (2014) e "Ela" (2013)

Scarlett Johansson para a Esquire
Dicas de filmes: “Lucy” (2014) e “Ela” (2013)

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014 Atrizes, Listas | 05:40

Retrospectiva 2014 – As melhores atuações femininas do ano

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Jennifer Lawrence (“Trapaça”)

Atrizes - J. Law

Aos 24 anos, Jennifer Lawrence é essa explosão de talento a qual não se consegue desviar os olhos. Em “Trapaça” ela entrega a melhor atuação de uma carreira que vai se desenhando com ótimos desempenhos. Na pele de uma mulher bipolar, ela exagera, transborda, caricatura e captura a verdade de uma personagem que é uma montanha russa emocional, ou como o vigarista vivido por Christian Bale tão bem classifica: “o Picasso do karatê passivo-agressivo”.

Amy Adams (“Trapaça”)

Atrizes - Amy adams

Se Lawrence é a combustão do filme de David O. Russell, Amy Adams é o coração da obra. Vulnerável, mas poderosa, a atriz responde pelos momentos mais tenros e genuínos do filme. Adams entende a busca de sua personagem e a coloca como prioridade absoluta de uma composição cheia de detalhes, gestos e uma sensualidade triste como pouco se viu no cinema.

Scarlett Jonhansson (“Sob a pele”)

Atrizes - scarlett

Como representar um alienígena em uma ficção científica que visa desconstruir nossa humanidade? Não é uma resposta fácil, mas o desempenho de Scarlett Johansson – que teve um 2014 para marcar na memória – é o mais próximo de uma resposta que poderemos tatear. Johansson alterna naturalismo e nonsense para construir uma não-personagem. Das coisas mais fascinantes que um intérprete (homem ou mulher) apresentou neste ano.

 

Marion Cotillard (“Era uma vez em Nova York”)

Atrizes - Marion

Cotillard é daquelas atrizes que se impõe em qualquer lista. Aprendeu polonês para o filme de James Gray, mas parece que já nasceu falando, tamanha a emoção expressa no idioma. O inglês, que domina com tranquilidade, sai cheio de hesitação e dor para dar viço à imigrante polonesa que passa maus bocados quando chega a Nova York fugindo da segunda guerra. Um trabalho notável em todos os aspectos possíveis e imagináveis.

Deborah Secco (“Boa sorte”)

Atrizes - Deborah

Deborah Secco, há quem diga, ainda tem que comer muito arroz e feijão para que uma comparação com Fernanda Montenegro possa ser aventada. Mas fica o registro. Deborah caminha a passos largos para ir além, como comprovam suas incursões no cinema. Em ‘Boa sorte”, a aparência franzina é o que menos impressiona. Os vestígios de uma mulher enamorada da morte, mas cheia de vida são o cartão postal de uma grande atriz em construção.

Kim Dieckens (“Garota exemplar”)

atrizes - Kim

Não é comum vermos detetives duronas no cinema atual. David Fincher e Gillian Flynn, as mentes por trás de “Garota exemplar” deram a oportunidade para que Kim Dieckens nos fizesse lamentar essa realidade. Dieckens, atriz pouco conhecida, não desperdiçou a chance. Ela entrega uma composição saborosa de uma policial honesta, focada e com o senso de humor exato para lidar com a investigação escabrosa que cruza o seu caminho.

Rosamund Pike (“Garota exemplar”)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

O papel de Amy Dunne exigia uma atriz capaz de comedimento e hipérbole. Não são todas as atrizes que conseguem conjugar isso em um mesmo registro cênico. Palmas para Pike que deve crescer e aparecer em Hollywood depois de brilhar (e muito) em “Garota exemplar”.

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domingo, 7 de dezembro de 2014 Atrizes, Listas | 16:42

As dez principais atrizes francesas da atualidade

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Na dúvida, faça como os franceses e admire dez mulheres que não só embelezam como abrilhantam a tela do cinema. O Cineclube elaborou uma lista com as principais atrizes da França na atualidade e acredite: há muito mais talento nessa lista do que beleza.

Marion Cotillard

França - Marion (Divulgação)

Foto: divulgação

Ela beira a unanimidade. Conseguiu o que Fernanda Montenegro não conquistou e que, antes dela, apenas Sofia Loren havia conseguido. Um Oscar de melhor atriz por um filme não falado em inglês.  Cotillard trafega com desenvoltura singular pela mais pretensiosa ficção científica hollywoodiana, como “A origem” (2010) e pelo filme artístico mais salutar, como o recente “Dois dias, uma noite”, nova obra dos irmãos Dardenne.

 

Laetitia Casta

Foto: Dolce & Gabbana

Foto: Dolce & Gabbana

Aos 36 anos, ela ainda tem poucos créditos famosos no cinema. Mas Laetitia Casta é uma estrela pronta. Hollywood já a assedia. Em seu primeiro filme americano, ela foi a amante francesa do tubarão de Wall Street vivido por Richard Gere em “A negociação” (2012). Mas antes disso tinha sido a inspiração do mulherengo Serge Gainsbourg, na cinebiografia “Gainsbourg – o homem que amava as mulheres”, na pele de ninguém menos do que a diva mor do cinema francês, Brigitte Bardot.

 

Emmanuelle Béart

Foto: Reprodução/Pure Trend

Foto: Getty Images

Ela já foi uma das maiores musas do cinema francês. Aos 51 anos, Emmanuelle Béart investe no cinema francês com a propriedade que falta a muitas de suas conterrâneas. “Nathalie X” (2003), “Oito mulheres” (2001), “Anjos da guerra” (2003), “Desejos secretos” e o recente “Anos incríveis” (2011) figuram entre seus principais trabalhos.

 

Audrey Tautou

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Musa indie ou ícone hippie? Tautou talvez seja mais reconhecida pela sua breve incursão no cinema americano, ao qual prometeu não voltar, em “O código DaVinci” (2006). Mas a alma dos cinéfilos ela conquistou dando vida à personagem título de “O fabuloso destino de Amélie Poulain” (2001). Hoje em dia ela trafega por gêneros, mas sempre no cinema francês. Entre seus últimos destaques figuram “A espuma dos dias” (2013) e “Therese D.” (2012).

 

Juliette Binoche

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Ela é a Meryl Streep dos franceses. A carinhosa e generosa comparação atesta não só a qualidade como a prolixidade de Binoche, que já ostenta quase 60 créditos no cinema. Diferentemente de Streep, no entanto, a francesa atua em produções de diversos países. Ela ganhou o Oscar em 1997 pela atuação em “O paciente inglês” e coleciona oito indicações ao César, o Oscar do cinema francês. Entre seus últimos e referenciáveis trabalhos estão “Cosmópolis” (2012), “Elles”  (2011), “Godzilla” (2014) e “Acima das nuvens” (2014), que chega aos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2015.

 

Judith Godrèche

Foto: Reprodução/Wikipedia

Foto: Reprodução/Wikipedia

Aos 42 anos, ela preserva certo anonimato mesmo na frança. Um paradoxo, já que estrelou algumas produções hollywoodianas – ainda que em papéis menores, de grande destaque e contracenou como Leonardo DiCaprio e Steve Martin. “Albergue espanhol” (2002), “Tudo por prazer” (2004) e “A arte de amar” (2011) são seus principais trabalhos na França. Ele retornou recentemente ao cinema americano no ótimo “Segredos de sangue” (2013).

 

Isabelle Huppert

Foto: Reprodução/SZ magazine

Foto: Reprodução/SZ magazine

Um verdadeiro patrimônio do cinema. O ponto é final, mas para quem não conhece essa verdadeira diva francesa é bom correr atrás do prejuízo. Huppert, que já atuou em português, presidiu júri em Cannes e ostenta um currículo com 120 filmes, chega aos 61 anos como o principal expoente de uma geração que teve Brigitte Bardot e Catherine Deneuve. Não é pouca coisa. Boas dicas de filmes para conhecer a atriz são “A professora de piano” (2001), “Depois do amor” (1992), “Madame Bovary” (1991) e “Minha mãe” (2004).

 

Eva Green

Foto: Campari

Foto: Campari

Símbolo de sensualidade atual, Eva Green já foi Bond Girl e dama fatal no cinema, mas foi o cineasta italiano Bernardo Bertolucci quem cravou a percepção que o mundo teria de Eva em “Os sonhadores” (2003), estreia da atriz no cinema. De lá para cá, tem se dedicado mais ao cinema americano e apareceu em filmes tão diferentes como “Cruzada” (2005), “Sentidos do amor” (2011) e “Sombras da noite” (2012).

 

Adèle Exarchopoulos

Foto: reprodução/GQ

Foto: reprodução/GQ

Aos 21 anos e com esse nome grego que é um charme, Exarchopoulos tem a capacidade de hipnotizar em cena. O mundo a descobriu no intenso, polêmico e maravilhoso “Azul é a cor mais quente” (2013). Está no elenco do próximo filme de Sean Penn como diretor, “The last face”, que estreia em 2015 e com duas produções engatilhadas para estrear na França. Até onde Adèle pode ir?

 

Léa Seydoux

Foto: Reprodução/ W magazine

Foto: Reprodução/ W magazine

O nome ficou badalado depois de contracenar com Adèle Exarchopoulos em “Azul é a cor mais quente”, mas antes disso Léa já tinha estrelado até filme da franquia “Missão impossível”. Musa de Tarantino em “Bastardos inglórios” (2009), a eclética carreira da atriz inclui “A bela Junie” (2008), “Meia-noite em Paris” (2011) e “Adeus, minha rainha” (2012). Em tempo: Léa Seydoux acaba de adentrar à seleta galeria de Bond girls.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 Atrizes, Notícias | 21:40

Jennifer Aniston mira no Oscar com “Cake”; veja o primeiro trailer do filme

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Cake

Desde o fim de “Friends”, Jennifer Aniston tenta um reposicionamento de carreira no cinema. O posto de rainha das comédias românticas não vingou, ainda que a atriz seja a mais frequente e bem sucedida dos amigos no cinema. Agora, Aniston – que já havia feito bonito na comédia dramática “Por um sentido na vida” (2002) – incursiona pelo drama com uma personagem talhada para prêmios. Adquirido por uma distribuidora de pequeno porte, a Cinelou Films, “Cake” será lançado no final de dezembro em cidades selecionadas para se credenciar para o próximo Oscar.

No filme, a atriz vive uma hipocondríaca que fica obsessiva com a história de uma mulher que se suicidou. Sua obsessão extrapola os limites do grupo de terapia que frequenta e vai ao encontro do viúvo da mulher. No mesmo compasso, ela passa a ter alucinações com a suicida em questão. Sutil ou não, o filme dá toda a pinta de que favorece o trabalho de Aniston que, a julgar por este primeiro trailer, está muito bem. “Cake”, que ainda não tem nome e data de estreia nacionais, deve chegar no início de 2015 no país; principalmente se Aniston virar uma das protagonistas da temporada de premiações.


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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Atrizes, Bastidores | 21:28

Mistério hollywoodiano da vez: onde foi parar a ponta de Jennifer Lawrence em “Debi & Lóide 2”?

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Foto: AP

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Jennifer Lawrence é fã de “Debi & Lóide”. O filme original, de 1994, marcou a infância da hoje estrela oscarizada de Hollywood. Marcou de tal maneira que a própria J.Law telefonou para o diretor Peter Farrelly, que ao lado do irmão Bobby, dirigiu o “Debi & Lóide” original e sua sequência que estreou nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros, para pedir para fazer uma participação, por menor que fosse, no segundo filme.

Quem já viu o filme, no entanto, sabe que Jennifer Lawrence não aparece na fita. O “Hollywood Reporter” soltou hoje uma informação exclusiva a respeito. A atriz teria vetado a ponta que faz no filme porque não teria gostado do resultado. Além dos representantes da atriz não confirmarem a informação, bancada pela fonte do “Hollywood Reporter”, Peter Farrelly disse ao “CinemaBlend” que a participação de J.Law sequer foi filmada. “Nós conversamos sobre fazer isso, mas nunca conseguimos de fato ir adiante”, disse o diretor.

A guerra de versões, comum no mundo político, também é uma constante nos bastidores de Hollywood, mas é incomum uma guerra de desmentidos entre personalidades tão proeminentes e sem um histórico em comum por meio da mídia. Se de um lado a produção de “Debi & Lóide 2” deseja bombar a divulgação da fita, por outro é compreensível a postura de Jennifer Lawrence, uma estrela de primeira grandeza. Não à toa, no contrato que fez para acertar sua breve participação no filme (e quem senão uma estrela de primeira grandeza para agir desta maneira?), a atriz havia imposto uma cláusula que lhe garantia o direito de veto se não aprovasse o resultado final. Precavida ou convencida, Jennifer Lawrence, por meio de seus representantes, tem negado ter exercido este direito. O que se sabe, de fato, é que essa ponta depois de vazada em setembro deste ano foi oficializada por todos os envolvidos. Aconteceu? Foi vetada? Vai parar no Blu-ray? Aguardemos cenas do próximo capítulo!

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014 Atrizes, Notícias | 21:14

Atriz de “Azul é a cor mais quente” entra para o elenco do novo 007

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Há muitos rumores sobre quem será a próxima Bond girl no 24º filme estrelado pelo agente britânico com licença para matar. Enquanto as filmagens não começam, nomes pipocam. A cantora Rihanna e a atriz espanhola Penelope Cruz são nomes bastante cotados, mas certa agora é a presença da francesa Léa Seydoux, que já figurou em alguns blockbusters americanos como “Missão impossível: protocolo fantasma” (2011) e “Bastardos inglórios” (2009), mas que chamou atenção mesmo ao estrelar o romance lésbico “Azul é a cor mais quente” (2013), vencedor da Palma de Ouro no festival de Cannes.

Léa era uma das estrelas pretendidas pela produção e seu nome já havia sido aventado antes. A confirmação de que a atriz integrará o elenco do filme, no entanto, só surgiu hoje na versão online do jornal britânico Daily Mail. Vale lembrar que a produção não divulgou se a francesa será a principal Bond girl do filme. Tampouco deu como encerrada a fase de contratações para o elenco. É esperado para os próximos dias o anúncio do ator que interpretará o vilão.

A atriz se juntará a Daniel Craig, Ralph Fiennes, Ben Whishaw  e Naomi Harris em novembro, quando haverá uma primeira leitura do roteiro. As filmagens estão programadas para começar em dezembro. O lançamento do 24º filme de James Bond, ainda sem nome oficial, será em novembro de 2015.

A atriz em foto para a revista Esquire...

A atriz em foto para a revista Esquire…

... e no filme "Meia-noite em Paris", de Woody Allen

… e no filme “Meia-noite em Paris”, de Woody Allen

Fotos: Esquire/Divulgação

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014 Análises, Atrizes, Bastidores | 21:37

Angelina Jolie anuncia novo projeto na direção e sinaliza reposicionamento de carreira

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Angelina Jolie no set de "Na  terra do amor e ódio", seu primeiro filme como diretora

Angelina Jolie no set de “Na terra do amor e ódio”, seu primeiro filme como diretora

Angelina Jolie demonstra que a direção é realmente um gosto que adquiriu. Quando anunciou que dirigiria “Na terra do amor e ódio”, projeto cultivado por ela mesma e que se viu imerso em uma série de polêmicas, pensou-se que era uma fase de uma atriz referencial em Hollywood. O filme, sobre uma improvável história de amor entre um soldado sérvio e uma mulher bósnia em meio à guerra da Bósnia, amealhou elogios da crítica e foi indicado a alguns prêmios em 2011.

Neste ano, Jolie lança “Invencível”, sobre um atleta olímpico feito prisioneiro pelos japoneses durante a segunda guerra mundial. O filme, inspirado em história real, já desperta buzz para o próximo Oscar.  Para 2015, já prepara “By the sea”, que entre outros atrativos, tem como principal destaque o fato de promover o reencontro dela com Brad Pitt nas telas de cinema. A única vez em que contracenaram foi em “Sr. & Sra. Smith” (2005), filme que gravavam quando se apaixonaram.

Hoje, a estrela anunciou que vai dirigir “Africa”, outra produção inspirada em fatos reais, sobre o paleontólogo Richard Leakey e sua campanha contra ladrões de marfim que punham em risco de extinção certas espécies de elefante no continente.  “Durante a maior parte da minha vida, senti uma ligação profunda com a África e sua cultura”, declarou Jolie em um comunicado sobre o que a motiva a rodar o novo filme.

Invencível

“Invencível” tem pedigree invejável com roteiro dos irmãos Coen e fotografia de Roger Deakins:
é a aposta da Universal para o Oscar 2015

Ao lado do marido, Angelina Jolie estrela e dirige "By the sea", que será lançado no ano passado

Ao lado do marido, Angelina Jolie estrela e dirige “By the sea”, que será lançado no ano que vem

A atriz e diretora não só se mostra cada vez mais entusiasmada e confortável com a cadeira de diretora, como se cerca dos melhores profissionais. O roteiro de “África” é de Eric Roth, vencedor do Oscar pelo texto de “Forrest Gump – o contador de histórias” (1994) e indicado ao prêmio pelos trabalhos em ‘Munique” (2005) e “O curioso caso de Benjamin Button” (2008). Jolie também contará com os préstimos do diretor de fotografia Roger Deakins, um dos mais prestigiados da área e que fotografou “Invencível”. Para se ter uma ideia do gabarito de Deakins, a produção do 24º filme de James Bond foi adiada para tentar se encaixar na agenda dele. Algo que acabou não dando certo, já que Deakins está envolvido em oito filmes e, agora, em mais essa produção.

O fato de ter anunciado mais um filme, com dois ainda por lançar e por não ter nenhum projeto como atriz confirmado para os próximos anos (a não ser no filme em que também dirige), sinaliza que Jolie está pavimentando uma transição para a carreira de cineasta. Algo que muitos atores como Clint Eastwood, Ben Affleck e Mel Gibson – para citar casos mais famosos – já fizeram. No entanto, isso ainda é raro no caso das atrizes.

Sofia Coppola virou cineasta, muito festejada por sinal, depois de fracassar como atriz. No caso de Jolie, sua celebridade inegavelmente torna tudo mais fácil, mas é o talento que atrai talento e Jolie, tal qual Affleck, parece se insinuar muito mais interessante como cineasta do que como intérprete.

Se for indicada ao Oscar de direção em 2015, uma possibilidade que a Universal (estúdio responsável pela distribuição de “Invencível”) vai perseguir, Jolie será apenas a quinta mulher a concorrer ao prêmio de direção no Oscar e iluminar uma mudança radical em uma carreira já há muito frutífera.

Jolie dando as ordens no set de "Invencível" (Fotos: divulgação/ reprodução Daily Mail e Entertainment Weekly)

Jolie dando as ordens no set de “Invencível”
(Fotos: divulgação/ reprodução Daily Mail e Entertainment Weekly)

Confira o trailer de “Invencível”

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