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Arquivo da Categoria Atrizes

sexta-feira, 12 de setembro de 2014 Atrizes, Curiosidades, Notícias | 07:00

Jennifer Lopez faz mulher casada que se envolve com jovem perigoso em “The boy next door”

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Quem não desejaria Jennifer Lopez? Aos 45 anos, a americana de ascendência latina é uma das mulheres mais bonitas e sensuais do mundo do entretenimento. Em “The boy next door”, de Rob Cohen (diretor de filmes como “Velozes e furiosos”, “Triplo X” e “A sombra do inimigo”), esse status de símbolo sexual da atriz, cantora e empresária é muito bem explorado como sugere o trailer abaixo.

No filme, Lopez vive uma mãe e casada dona de casa suburbana que acaba se envolvendo com o jovem vizinho bonitão (Ryan Guzman) que mora na casa ao lado. O que parecia apenas uma indiscrição de alguém em busca de reafirmar sua vaidade se revela um perigoso jogo de gato e rato; já que o rapaz não parece disposto a abandonar a rotina da personagem de Jennifer Lopez.

O trailer entrega cenas sensuais da estrela. Não é a primeira vez que J. Lo se entrega a esse tipo de cena, basta relembrar filmes como “Assalto sobre trilhos” (1995), “Sangue & vinho” (1995), “Reviravolta” (1997) e “Irresistível paixão” (1998). Mas aos 45 anos, e com o status que dispõe na Hollywood atual (em que não precisaria consentir com tais cenas), a atriz investe em um atrativo à parte para um filme que parece se esmerar completamente em sua figura.

Programado para janeiro de 2015, “The boy next door” promete gerar muito buzz para a estrela.

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014 Atrizes, Filmes, Notícias | 21:29

Hilary Swank busca seu terceiro Oscar em filme sobre esclerose lateral amiotrófica

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A atriz Hilary Swank é um fenômeno. Aos 30 anos conquistava seu segundo Oscar de melhor atriz e na segunda vez que concorria. Sua última indicação, e vitória, foi há dez anos pelo poderoso “Menina de ouro” (2004). A primeira vitória veio com “Meninos não choram” (1999). O resto de sua carreira é composta majoritariamente por filmes medianos como “A inquilina” (2011), “Dália negra” (2006) e “Escritores da liberdade” (2007).

Agora, ela se prepara para lançar “You´re not you”, drama em que vive uma vítima da doença que motivou um dos mais recentes e comentados memes da internet, o desafio do balde de gelo. Se o Oscar não vier, as lágrimas – como sugerem o primeiro trailer do filme – são certeza. Sua personagem combate a esclerose lateral amiotrófica e personagens que lutam contra problemas de saúde já renderam Oscar a atores como Daniel Day Lewis (“Meu pé esquerdo”), Matthew McConaughey (“Clube de compras dallas”), Dustin Hoffman (“Rain man”), entre outros.

O lançamento do filme se dará justamente na janela em que filmes com aspirações ao Oscar costumam ser lançados nos EUA. A fita está marcada para chegar aos cinemas de lá no dia 10 de outubro. Ainda não há previsão para o Brasil.

O elenco de apoio conta com nomes como Emmy Rossum ( “O fantasma da ópera”), Josh Duhamel (“Tranformers”), Marcia Gay Harden (“Sobre meninos e lobos”) e Ali Larter (“Premonição”).

Confira o primeiro trailer do filme abaixo:

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sábado, 16 de agosto de 2014 Atrizes | 19:16

Lauren Bacall, a estrela que viveu e morreu com discrição

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Cena do filme "Uma aventura na Martinica" (Foto: divulgação)

Cena do filme “Uma aventura na Martinica” (Foto: divulgação)

Em meio a uma semana supreendentemente tumultuada, a morte de Lauren Bacall quase não foi notada. Uma injustiça com uma mulher que estreou no cinema tirando o fôlego, mas que após a morte de Humphrey Bogart, com quem foi casada entre 1945 e 1957 (ano da morte dele), acomodou-se na figura da coadjuvante.

Ser atriz não estava nos planos de Bacall. Mas ela o foi antes mesmo de pensar em sê-lo. Descoberta pelo cineasta Howard Hawks antes dos 20 anos, ela foi recrutada depois de estampar com sua hipnótica beleza uma capa da revista Harper´s Bazaar, para estrelar “Uma aventura na Martinica”, clássico do cinema noir que ajudou a definir os rumos do gênero no cinema americano pelas próximas duas décadas. Seu co-protagonista no filme em questão? Humphrey Bogart. A história de amor renderia quatro filmes. Todos excelentes. “À beira do abismo” (1946), no caso, também assinado por Hawks. Os outros dois, “Prisioneiros do passado” (1947) e “Paixões em fúria” (1948), são de Delmer Daves e John Huston respectivamente.

A morte de Humphrey Bogart se não desestabilizou a carreira de Bacall, realocou-a. Ela deixou de ser a musa do cinema noir, a leading lady, e se abrigou fora dos holofotes. Papeis de menor relevância foram seu norte por anos. Ainda que tenha brilhado em alguns deles como em “Assassinato no Expresso do Oriente” (1974) e “O espelho tem duas faces” (1997), pelo qual recebeu sua única indicação ao Oscar.

A academia lhe outorgou um Oscar honorário em 2010 reconhecendo sua importância para o cinema. Bacall, mulher lindíssima na juventude e na maturidade, mantinha-se na ativa. Atuava majoritariamente em produções televisivas. Seu último papel de destaque no cinema foi sob o comando do polêmico Lars Von Trier em “Dogville”.

A opção pela discrição, que começou como um desdobramento de sua viuvez, acabou se tornando uma característica de sua longeva carreira.  Lauren Bacall foi discreta até em sua morte, mas seu arrebatador início de carreira e sua presença sempre iluminada em filmes tão diversos serão lembrados por aqueles que gostam de cinema em sua plenitude.

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sábado, 9 de agosto de 2014 Atrizes, Bastidores | 12:41

A musa dos mercenários, Ronda Rousey

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A lutadora, e agora atriz, na pesagem para sua última luta no UFC realizada no dia 6 de julho

A lutadora, e agora atriz, na pesagem para sua última luta no UFC realizada no dia 6 de julho

Ela é loira, linda, carismática, atlética, espontânea e pode te derrubar em um piscar de olhos. Estamos falando, é claro, de Ronda Rousey, a atual campeã da categoria peso galo feminino do UFC, que debuta no cinema em “Os mercenários 3”.

Antes de migrar para o MMA, Ronda foi exímia judoca – chegou a ganhar as medalhas de bronze nas olimpíadas de Pequim em 2008 e ouro no Pan-americano do Rio de Janeiro em 2007.

O cinema é uma consequência natural na carreira da já veterana atleta de 27 anos. O primeiro convite veio de Vin Diesel, que é seu fã, para participar do sétimo “Velozes e furiosos”. A morte de Paul Walker, no ano passado, fez o filme ser remanejado para 2015 e Sylvester Stallone, que já a assediava para engrossar o elenco da segunda continuação de “Os mercenários”, foi quem  se beneficiou. Não só Ronda topou o convite, como a agenda ficou livre pela necessidade da produção de “Velozes e furiosos 7” repensar os rumos do filme sem seu co-protagonista.

Ronda e sua cara de má em cena de "Os mercenários 3"

Ronda e sua cara de má em cena de “Os mercenários 3”

Exibindo todo o seu charme ao lado de Vin Diesel em cena de "Velozes e furiosos 7"

Exibindo todo o seu charme ao lado de Vin Diesel em cena de “Velozes e furiosos 7”

Mas por que Ronda? A pergunta deve rondar um ou outro leitor que ainda não conhece o repertório da moça. Ronda Rousey é o que podemos chamar de fenômeno. Ninguém se adaptou ao MMA de forma tão orgânica e vistosa como ela. Ela já é a campeã de vendas de pay-per-view do evento ao lado do também campeão dos meio-pesados Jon Jones. Em suas lutas sempre esbanja técnica e é uma figura proeminente nas redes sociais.

De uns tempos para cá sua agenda social, no entanto, inchou. Para desespero dos donos do UFC, Ronda tem dado pistas de que pode seguir carreira no cinema. Ela acaba de confirmar presença no filme “Entourage”, adaptação da famosa série da HBO. Além disso, tem aparecido em capas de revista (masculinas, femininas, esportivas…) e ido a um sem número de programas de TV. A rotina de Ronda cada vez mais se parece com a de uma celebridade e menos com a de uma lutadora.

Sua estreia no cinema, no entanto, sugere que ela vai precisar da disciplina de lutadora para evoluir na carreira. Alguém disse para Ronda fazer cara de durona e ela manda sua “fight face” o filme todo. Seu carisma, no entanto, compensa a estreia modorrenta.  No meio daquele mar de músculos e testosterona, Ronda Rousey é hipnotizante. E isso é algo que não se aprende, Ronda já traz com ela. Além do mais, ela conseguiu se impor em um filme de ação com os maiores astros do cinema do gênero. Há de se respeitar, e temer, uma mulher que consegue tal proeza.

Fotos: divulgação, reprodução Instagram e divulgação/UFC

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quinta-feira, 31 de julho de 2014 Atrizes, Curiosidades | 06:00

Com “Guardiões da galáxia”, Zoe Saldana faz história em Hollywood

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Zoe Saldana  (Fotos: Getty  e divulgação)

Zoe Saldana (Fotos: Getty e divulgação)

Com a estreia de “Guardiões da galáxia” nesta quinta-feira nos cinemas, Zoe Saldana, que no filme vive a caçadora de recompensas Gamora, vai atingir uma marca curiosa. Ela é a única mulher, e seria o único homem se fosse o caso, a estrelar três franquias espaciais de forte apelo comercial. Ela é Uhura em “Star Trek”, reimaginação  de J.J Abrams para a saga criada por Gene Roddenberry, e a Neytiri em “Avatar”, épico de ficção científica de James Cameron que já tem três sequências confirmadas para os próximos anos. A continuação de “Guardiões da galáxia” será lançada em 2017.

Zoe Saldana, que surgiu como coadjuvante de Britney Spears em “Crossroads: amigas para sempre” (2002), aos poucos foi se projetando para o cinema de ação. Já em 2003 fez uma pequena participação no bem sucedido “Piratas do Caribe: a maldição do Perola negra” (2003). Ela participou de outras fitas de ação como “Ladrões” (2010), “Os perdedores” (2010), “Ponto de vista” (2008) e “Colombiana: em busca de vingança” (2011), da qual foi protagonista.

Inegavelmente, porém, suas incursões pelo espaço representam o ponto alto de sua carreira no cinema. Aos 36 anos, e com três franquias intergaláticas no currículo, Saldana compreensivelmente se consolida como musa geek.

"Guardiões da Galáxia"

“Guardiões da Galáxia”

"Star Trek"

“Star Trek”

"Avatar"

“Avatar”

 

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terça-feira, 24 de junho de 2014 Análises, Atrizes | 22:05

As escolhas de Meryl Streep

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Fotos: (divulgação e Getty Images)

Fotos: (divulgação e Getty Images)

Atriz que é uma rara unanimidade entre quem segue o cinema de muito perto e espectadores ocasionais, Meryl Streep, que completou 65 anos no último domingo (22), vive a desafiar a máxima de que Hollywood não reserva bons papéis para mulheres maduras. Recordista de indicações ao Oscar com 18 nomeações, Streep conquistou 11 dessas 18 indicações depois de ter completado 40 anos. Sucesso de bilheteria como “O Diabo veste Prada” (2006), “Julie & Julia” (2009), “Mamma Mia” (2008) e “Simplesmente complicado” (2009) mostram que além de perseguir prêmios com obstinação, a atriz sabe eleger projetos com potencial de público e com seu carisma atingi-lo por completo.

Depois de disputar o Oscar em 2014 com “Álbum de família”, Streep não dá sinais de que deve diminuir o ritmo. Além de estrelar “The homesman”, western dirigido por Tommy Lee Jones, seu parceiro de cena em “Um divã para dois” (2012), ela estará em “O doador de memórias”, novo candidato a “Jogos vorazes” e em “Into the Woods”, novo filme de Rob Marshall (“Chicago”), adaptação da Broadway que promete ser um dos frissons da temporada de premiações no fim do ano e começo de 2015. Para o ano que vem, ela já está envolvida com “Rick and the flash”, novo filme do diretor de “O silêncio dos inocentes”, com texto da mesma roteirista de “Juno”.  Na trama, Streep viverá uma roqueira decadente que tenta recuperar o tempo perdido com os filhos que por muito tempo negligenciou.

Na última semana, a atriz confirmou participação em um filme que será feito para a HBO sobre Maria Callas. A produção será dirigida por Mike Nichols, que comandou Streep nos filmes “Silkwood – o retrato de uma coragem” (1983), “A difícil arte de amar” (1986), “Lembranças de Hollywood” (1990) e na minissérie “Angels in America” (2003), também para a HBO. Meryl Streep foi premiada por todas essas produções.

A atriz em "O Diabo veste Prada": papel icônico

A atriz em “O Diabo veste Prada”: papel icônico

 

Ao lado de Jack Nicholson em "A difícil arte de amar": parcerias prósperas

Ao lado de Jack Nicholson em “A difícil arte de amar”: parcerias prósperas

O terceiro Oscar veio por "A dama de ferro", mas Meryl não dá sinais de estafa

O terceiro Oscar veio por “A dama de ferro”, mas Meryl não dá sinais de estafa

Não é só o apetite de Meryl Streep que chama atenção. É a assertividade com que a atriz conduz uma carreira que já se configurou legendária. Muitos de seus contemporâneos, e estamos falando de gente como Robert De Niro e Jack Nicholson (atores que já firmaram parcerias prósperas com a veterana atriz), relaxaram e se encontram hoje distantes do auge de suas carreiras. Por meio de suas escolhas, menos inclinadas à celebração do próprio ego e mais conscientes de seu alcance, Meryl Streep norteia uma carreira cheia de pontos altos a um limite que hoje ainda não é visível. Enquanto talento e disposição não lhe faltarem, Meryl Streep continuará reinando soberana entre as atrizes do cinema moderno. Diferentemente do que muitos pensam, mais por seu faro aguçado para estar no projeto certo, com as pessoas certas e na hora certa do que por ser, afinal, Meryl Streep.

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