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segunda-feira, 24 de julho de 2017 Análises, Bastidores, Filmes | 09:00

Sony já é a grande campeã do verão americano de 2017

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Estúdio não será o maior em faturamento na temporada, mas foi o único a apresentar uma equação equilibrada de qualidade, planejamento, risco e originalidade. Algo cada vez mais singular na indústria do entretenimento

Arte do filme "Em Ritmo de Fuga" por Joshua Kelly

Arte do filme “Em Ritmo de Fuga” por Joshua Kelly

A vida da Sony, um dos estúdios mais importantes e prestigiados do sistema que Hollywood representa, não vinha fácil. Sucessivos fracassos de bilheteria que irromperam até mesmo a 2017 – que tem tudo para ser o melhor ano da história recente do estúdio. Alguém se lembra de “Passageiros”, aquela ficção-científica que tanto prometia e ainda reunia dois dos astros mais empolgantes da atualidade? Essa foi a pá de cal na fase malfadada iniciada na tentativa de reiniciar a franquia do Homem-Aranha com Marc Webb e Andrew Garfield à frente.

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Os solavancos foram expressivos e se deram também no âmbito da espionagem corporativa, quando hackers norte-coreanos invadiram os servidores do estúdio e vazaram documentos e correspondências sigilosas em represália à produção e distribuição do filme “A Entrevista”, que satirizava o ditador daquele país. A década ainda não acabou, mas ela tem sido sofrível para o estúdio que não consegue amealhar sucessos de bilheteria, ou mesmo de crítica. Tirando o selo de arte, o Sony Classics, que praticamente só compra e distribui filmes independentes, o estúdio está fora do Oscar desde 2012, quando teve “ A Hora Mais Escura” entre os finalistas.

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A torre negraMas 2017 parece mesmo o ano da mudança. Para começar, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” agradou a crítica e já caminha para os US$ 500 milhões na bilheteria mundial. É oficialmente um hit e foi o filme mais barato do aracnídeo produzido pelo estúdio. A parceria com a Marvel rendeu e rendeu bem em todas as frentes. Se cercar de talento e apostar no risco foi uma estratégia certeira em outras frentes também.

Edgar Wright (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) é um dos cineastas mais talentosos e apaixonados por cinema que há hoje e botar esse cara para fazer um filme com o apoio do sistema de estúdios é a coisa certa a fazer, mas não é o que os estúdios andam fazendo atualmente. “Baby Driver”, “Em Ritmo de Fuga” no Brasil, é dos filmes mais bem cotados pela crítica americana no ano. Barato, tá com um boca a boca positivo e se segurando contra blockbusters de raiz no mercado da América do Norte. A Sony já pensa na continuação.

Mais do que o hype, “Em Ritmo de Fuga” é um filme original em uma era em que franquias e adaptações dominam. É um gol de placa da Sony em uma temporada que os arrasa-quarteirões não estão convencendo nas bilheterias.

deNão obstante, a Sony ainda tem “A Torre Negra”, aguardada adaptação de Stephen King, com Idris Elba e Matthew McConaughey à frente do elenco. É mais uma tentativa de emplacar um franquia e depender menos de um certo aracnídeo. O hype e a expectativa jogam a favor da empreitada da Sony que calculou muito bem sua movimentação na temporada.

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Essa é a herança positiva de Amy Pascal, que deixou a presidência da Sony Pictures na esteira do escândalo dos vazamentos de e-mails da empresa. Tom Rothman, que já dirigiu a FOX e a Tristar, divisão da Sony, deve seguir o bom caminho ensejado por Amy, que segue como produtora vinculada à empresa.

A Sony não vai figurar entre os melhores faturamentos do ano. Warner e Disney vão protagonizar mais uma vez essa disputa – com larga vantagem para a segunda – mas tem um 2017 de recuperação e deve deixar a Paramount isolada na posição de grandes estúdios em naufrágio acelerado.

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terça-feira, 20 de junho de 2017 Análises, Bastidores, Notícias | 19:05

Mau jornalismo afeta agenda feminista com informações equivocadas sobre remuneração de Gal Gadot em “Mulher-Maravilha”

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Informações mal apuradas substanciaram revolta nas redes sociais a respeito da disparidade salarial entre a Mulher-Maravilha e o Superman, mas a história estava mal contada

Superman, Mulher-Maravilha e Batman em cena de "Batman vs Superman" (Fotos: divulgação)

Superman, Mulher-Maravilha e Batman em cena de “Batman vs Superman”
(Fotos: divulgação)

É bem público e ainda mais notório que existe uma abismal diferença nos salários pagos aos atores e atrizes em Hollywood. Desde o Oscar 2015, com aquele emblemático discurso de Patricia Arquette, uma discussão séria e constante capitaneada por atrizes como Jessica Chastain, Natalie Portman, Robin Wright e Jennifer Lawrence tem sido abastecida quase que diariamente a respeito e já há (tímidos) sinais de mudança.

Leia também: “Mulher-Maravilha” é acerto da Warner em Hollywood, no cinema e na vida 

Na noite desta segunda-feira (19), porém, Hollywood foi tomada de assalto com a notícia de que Gal Gadot recebera US$ 300 mil pela atuação em “Mulher-Maravilha”, um reiterado sucesso de crítica e de público. Já Henry Cavill teria recebido US$ 14 milhões por “O Homem de Aço” (2013). O artigo da edição americana da Elle, embasado em um dado divulgado pela Variety em 2014, detonou uma reação global de achaque a Warner por sexismo. Foi tudo um mal entendido, para dizer o mínimo.  Um reflexo desses tempos afoitos de redes sociais em que se tem como objetivo não noticiar, mas viralizar nas redes.

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Existe, sim, uma diferença alarmante na remuneração praticada por estúdios junto a atores e atrizes, mas aqui, no caso que gerou protestos e indignação de toda ordem, ela não existe. É praxe na negociação de contratos de filmes de super-heróis – o gênero mais abundante e lucrativo do cinema contemporâneo – vincular salários e bônus ao rendimento dos filmes, bem como já alinhar contratos duradouros para três ou mais filmes.

Gal Gadot é a Mulher-Maravilha

Gal Gadot é a Mulher-Maravilha

Os US$ 14 milhões atribuídos a Cavill, que é importante frisar não são passíveis de confirmação, contabilizam bônus por performance de bilheteria de três filmes em que ele surja como o Superman. Além do mais, o orçamento de “O Homem de Aço” foi de US$ 250 milhões, o que permitia certa extravagância na remuneração do elenco, que ainda contou com nomes como Kevin Costner, Russell Crowe, Amy Adams e Michael Shannon. Já “Mulher-Maravilha”, que ainda não superou “O Homem de Aço” nas bilheterias, mas já é percebido como um sucesso, foi orçado em US$ 125 milhões.

Os US$ 300 mil de Gal Gadot, contrato estabelecido nos mesmos moldes do de Chris Evans , o Capitão América, e Chris Hemsworth, o Thor, da rival Marvel, não considera os bônus por performance nas bilheterias. Até porque esses bônus não estão fechados. O contrato também prevê US$ 300 mil de remuneração básica por filme e cobre três filmes. O terceiro sendo “Liga da Justiça”, que estreia em novembro deste ano. Para  o segundo “Mulher-Maravilha”, portanto, um novo contrato será redigido. O valor da remuneração, não estranhem, deve continuar baixo. Para o intérprete, seja ele ator ou atriz, mais vale beliscar o lucro do filme na bilheteria e Gal Gadot já se capitalizou para pleitear cerca de 10% da bilheteria do filme.

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A julgar pela bilheteria de “Mulher -Maravilha”, a atriz receberia por performance algo em torno de US$ 6 milhões, fora os US$ 300 mil da remuneração básica.

Hollywood gosta de ferver seus boatos e um jornalismo cada vez mais impreciso, cada vez mais refém dos humores das redes sociais, vira palha nessa fogueira de vaidades. Pior: a verdadeira demanda por paridade salarial acaba eclipsada à luz de uma patetada como essa.

 

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sábado, 15 de abril de 2017 Bastidores, Filmes | 10:00

Vera Fischer interpretará delegada em filme sobre tortura policial

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Foto: Andrea Farias (Wikimedia Commons/Flickr)

Foto: Andrea Farias (Wikimedia Commons/Flickr)

Na madrugada de 10 de agosto de 1996, homens armados assaltaram e mataram frequentadores de uma choperia em Moema, Zona Sul de São Paulo.

Pressionada por uma forte reação da sociedade, que protestou contra a falta de segurança e criou um movimento chamado “Reage São Paulo”, a polícia civil respondeu rápido e prendeu negros e pobres da periferia e os anunciou como autores dos crimes.
A Justiça decretou a prisão preventiva desses jovens, com ampla divulgação da mídia. Todos eles eram inocentes.
Esse é o pano de fundo de “Bodega”, título provisório do longa metragem que será dirigido por Tristan Aronovich
( “Black&White”, “Alguém Qualquer”) e José Paulo Lanyi (produtor executivo de “Real- O plano por trás da história”), que também é produtor associado e assina o roteiro do novo filme, livremente baseado na história verdadeira.
No elenco, chama a atenção a presença de Vera Fischer (“Navalha na Carne”, “Quilombo”), afastada da TV e do cinema, que interpretará uma delegada de polícia, e, também, de Milhem Cortaz (“Tropa de Elite”, “Carandiru”), André Ramiro (“Tropa de Elite”, “Última parada 174”) e do ex-músico dos Titãs e ator Paulo Miklos (“O Invasor”, “É proibido fumar”).
“Bodega” está em fase de captação de recursos e será rodado em São Paulo ainda em 2017.
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quinta-feira, 13 de abril de 2017 Análises, Bastidores, Filmes | 13:50

Cannes 2017 terá briga entre Netflix e Amazon, autores consagrados e Nicole Kidman como rainha

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Mais badalado festival de cinema do mundo chega à 70ª edição com fôlego invejável e escolhas empolgantes. Nicole Kidman estrela quatro produções em destaque no evento

Nicole Kidman tem recorde de filmes em destaque em Cannes em 2017 (foto: HHFP/divulgação)

Nicole Kidman tem recorde de filmes em destaque em Cannes em 2017
(foto: HHFP/divulgação)

O line-up da histórica e aguardada 70ª edição do Festival de Cannes foi anunciado nesta quinta-feira (13) e muitos dos filmes e autores comentados garantiram seu lugar de destaque na croisette. A edição de 2017 do mais badalado festival de cinema do mundo terá novos filmes de gente como o austríaco Michael Heneke – duas vezes vencedor do Palma de Ouro com “A Fita Branca” (2009) e “Amor” (2012) – , a inglesa Lynne Ramsey, a americana Sofia Coppola, a japonesa Naomi Kawase, os franceses François Ozon e Michel Hazanavicius e o turco Faith Akin.

Além dos 18 filmes já anunciados, a competição oficial de Cannes deve ter pelo menos mais dois filmes a serem anunciados nos próximos dias. Dois fatos saltam aos olhos em um primeiro momento. Pela primeira vez, Netflix e Amazon, duas gigantes da distribuição e produção de conteúdo audiovisual , estão na disputa pela Palma de Ouro. A primeira vem com dois filmes. O hypado “Okja”, novo de Bong Joon-Ho, e The Meyerowitz Stories, que marca a estreia do festejado indie Noah Baumbach na Riviera francesa. A segunda vem bancando o novo filme do aclamado Todd Haynes, “Wonderstruck”. A inclusão desses filmes na disputa pela Palma de Ouro ajuda a pavimentar essa mudança de paradigma que as gigantes da internet estão promovendo no negócio, e também na arte, chamada cinema.

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Cena de The Killing os a Sacred Deer, que marca o retorno do grego Yorgos Lanthimos, de "O Lagosta", a Cannes

Cena de The Killing os a Sacred Deer, que marca o retorno do grego Yorgos Lanthimos, de “O Lagosta”, a Cannes

O outro fato de grande relevância é que Nicole Kidman está em quatro produções de destaque em Cannes. Além de estrelar “The Beguiled”, de Sofia Coppola, e “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthinos, ela poderá ser vista em “How To Talk to Girls at Parties”, de John Cameron Mitchell, for a de competição, e na 2ª temporada da série “Top of the Lake”, de Jane Campion. Aliás, Cannes se abre de vez para a TV em 2017. Além de Jane Campion, vencedora da Palma em 1994 com “O Piano”, David Lynch, vencedor em 1990 com “Coração Selvagem”, volta ao festival para exibir os primeiros capítulos de seu revival de “Twin Peaks”.

Hollywood ainda não confirmou presença no festival. Não há, ao contrário dos últimos anos, grandes blockbusters debutando no evento francês. O filme de abertura, inclusive, será o francês “Ismael´s Ghosts”, de Arnaud Desplechin, que conta com Marion Cotillard e Charlotte Gainsbourg. A presença americana se limita ao viés mais autoral, com Coppola e Haynes como expoentes, e é a menor em pelo menos dez anos.

O prolífero François Ozon garantiu presença. Ele é o cineasta francês mais frequente em festivais de cinema. Hazanavicius oferece seu olhar do mito francês Jean-Luc Godard em “Le Redoutable”. E Cannes terá Robert Pattinson e Kristen Stewart. Sim, de novo. Ele está no elenco de “Good Time”, na competição oficial, e ela exibe sua estreia como diretora, o curta-metragem “Come Swin”.

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Nicole Kidman, Elle Fanning e Isabelle Huppert, que está em dois filmes, prometem ser as musas de Cannes, que receberá os estranhos no ninho Bem Stiller e Adam Sandler, protagonistas do filme de Baumbach.

Elle Fanning em "The Beguiled", novo de Sofia Coppola

Elle Fanning em “The Beguiled”, novo de Sofia Coppola

Confira os filmes que integram a competição oficial

“Loveless”, de Andrey Zvyagintsev

 “Good Time”, de Benny Safdie e Josh Safdie

“You were never really Here”, de Lynne Ramsay

“L’Amant double”, de François Ozon

“Jupiter’s Moon”, de Kornél Mandruczo

“A gentle creature”, de Sergei Loznitsa

“The Killing of a sacred deer”, de Yorgos Lanthimos

“Radiance”, de Naomi Kawase

“Le jour d’après”, de Hong Sangsoo

“Le Redoutable”, de Michel Hazanavicius

“Wonderstruck”, de Todd Haynes

“Happy end”, de Michael Haneke

“Rodin”, de Jacques Doillon

“The Beguiled”, de Sofia Coppola

“120 battements par minute”, de Robin Campillo

“Okja”, de Bong Joon-Ho

“In the Fade”, de Fatih Akin

“The Meyerowitz stories”, de Noah Baumbach

 

O festival de Cannes acontece entre 17 e 28 de maio de 2017.

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terça-feira, 11 de abril de 2017 Bastidores, Filmes, Notícias | 19:08

Curtinhas: Famosos prestigiam pré-estreia de filme sobre Tiradentes

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Aconteceu na última segunda-feira (10) no Reserva Cultural em São Paulo a pré-estreia do longa “Joaquim”. O novo filme de Marcelo Gomes (“Era uma Vez Eu, Verônica) foi sensação no Festival de Berlim em fevereiro e estreia nos cinemas brasileiros no dia 20 de abril.

O longa acompanha o processo de transformação do homem comum no rebelde anticolonialista e nos convida a fazer uma reflexão sobre nós mesmos, sobre o passado histórico do Brasil, da América Latina e do mundo em geral, para entendermos melhor os dias atuais. “Joaquim”, que faz um recorte de um momento muito específico da vida de Tiradentes, é uma coprodução luso-brasileira.

A atriz Alessandra Negrini prestigiou o lançamento de "Joaquim" no Reserva Cultural

A atriz Alessandra Negrini prestigiou o lançamento de “Joaquim” no Reserva Cultural

O cantor Arnaldo Antunes também foi prestigiar o lançamento de "Joaquim" (Fotos: Imovision)

O cantor Arnaldo Antunes também foi prestigiar o lançamento de “Joaquim”
(Fotos: Imovision)

O produtor Julio Machado e o diretor Marcelo Gomes na pré-estreia paulistana do longa

O produtor Julio Machado e o diretor Marcelo Gomes na pré-estreia paulistana do longa

O verão chegou

Um levantamento feito pela SEMrush, líder mundial em marketing digital e fornecedor de ferramentas de monitoramento, revelou que “Velozes e Furiosos 8”, que estreia nesta quinta-feira (13) nos cinemas, foi o filme mais buscado no início de 2017 no Brasil.  O oitavo filme da franquia somou mais de 27 mil buscas neste ano. Ainda no campo das sequências, outros dois filmes que aparecem bem cotados são “Transformers: O Último Cavaleiro”, também com mais de 26 mil buscas, e “Guardiões da Galáxia Vol.2”, com mais de 22 mil. “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, “Thor: Ragnarok” e “Meu Malvado Favorito 3” também se destacam com mais de 12 mil buscas cada um. Em comum, o fato de todos esses lançamentos integrarem o chamado verão americano, época em que os estúdios alocam seus principais lançamentos.

Vin Diesel e Charlize Theron em cena de "Velozes e Furiosos 8": o filme mais buscado pelos brasileiros no 1º trimestre (Foto: divulgação)

Vin Diesel e Charlize Theron em cena de “Velozes e Furiosos 8”: o filme mais buscado pelos brasileiros no 1º trimestre      (Foto: divulgação)

 

Best-Seller vende bem no cinema

Segundo dados do Ingresso.com, a estreia “A Cabana”, adaptação do best-seller homônimo de William P. Young, foi o filme mais procurados pelos usuários do site de venda online de ingressos. ”A Bela e a Fera” e “O Poderoso Chefinho” vieram na sequência. “Velozes e Furiosos 8”, em pré-venda, foi o quinto filme mais procurado. Vin Diesel e sua turma vêm mesmo para acelerar.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Por falar em ingresso…

A Ingresso.com lançou nesta terça-feira, 11, novas plataformas focadas na experiência do usuário, desde a busca por informações sobre um filme até a compra do ingresso. O site e os apps para Android e iOS foram totalmente repaginados e oferecem busca avançada e browser inteligente e intuitivo, além de processo de check-out simplificado.  A nova estratégia faz parte do alinhamento de identidade com a Fandango, empresa-mãe da Ingresso.com que está entrando mercado latino-americano. Vale a pena conferir a novidade!

Charlize Theron chutando bundas

Charlize Theron em cena de "Atômica"

Charlize Theron em cena de “Atômica”

A Universal liberou o novo trailer de “Atômica”, também conhecido como o filme em que Charlize Theron (olha ela de novo!) chuta bundas, quebra braços e mostra que o cinema de ação precisa, sim, de um toque feminino.  A produção assinada por  David Leitch, de “De Volta ao Jogo”,  estreia no Brasil em 3 de agosto.

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017 Bastidores, Filmes, Notícias | 12:38

Elenco de spin-off de “Star Wars” sobre jovem Han Solo posa para foto

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As filmagens do spin-off de “Star Wars” sobre um jovem Han Solo já começaram nos estúdios Pinewood, em Londres. Ainda sem título oficial, o longa dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”), deve chegar aos cinemas em 25 de maio de 2018.

O elenco fomado por Alden Ehrenreich como Han Solo, Woody Harrelson, Emilia Clarke, Donald Glover como Lando Calrissian, Thandie Newton, e Phoebe Waller-Bridge, com Joonas Suotamo como Chewbacca, posou para uma foto que pode ser conferida abaixo.

Han solo

O filme vai explorar as aventura da dupla antes dos eventos de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, incluindo os seus encontros anteriores com aquele outro desonesto de uma galáxia muito, muito distante, Lando Calrissian. “Ver pessoas com tamanha inspiração do mundo todo, com vozes tão singulares, unirem-se com o propósito único de fazer arte, não é nada menos do que um milagre”, disseram Lord e Miller. “Não conseguimos pensar em nada engraçado para falar, por que nos sentimos realmente tocados, e realmente com muita sorte”.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017 Bastidores, Filmes, Notícias | 16:53

“Pela Janela” participa do Festival de Cinema de Roterdã

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Cena do filme Pela Janela

Cena do filme Pela Janela

“Pela Janela”, primeiro longa da cineasta Caroline Leone, foi selecionado para participar do Festival de Roterdã, na Holanda, que será realizado no período de 25 de janeiro a 05 de fevereiro. O filme está na seção Bright Future, que apresenta títulos dirigidos por diretores estreantes em longa-metragem. Caroline Leone escreveu e dirigiu dois premiados curtas-metragens. Paralelamente aos seus trabalhos como diretora e roteirista, atua também como montadora. Seu primeiro curta, “Dalva”, viajou por mais de 20 festivais internacionais, além de ter conquistado prêmios como Melhor Filme Latino Americano no Festival Internacional de Bilbao e o Prêmio Revelação no Festival Internacional de São Paulo. Seu segundo curta “Joyce”, repetiu o sucesso do filme anterior, e participou de mais de 30 festivais, recebendo o prêmio de Melhor Filme de Curta-Metragem no Festival do Rio, entre outros.

A trama de “Pela Janela” acompanha Rosália, uma operária de 65 anos, que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017 Bastidores, Filmes | 08:01

Netflix divulga primeiras imagens de “Mute”, novo filme de Duncan Jones

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Duncan Jones, o cérebro por trás dos cults “Lunar” e “Contra o Tempo” está com ficção científica nova na praça depois de se experimentar na fantasia com a adaptação do game “Warcraft – O Primeiro Encontro entre Dois Mundos”. Trata-se de “Mute”, filme original da Netflix que estreia ainda neste ano. A plataforma de streaming em produtora divulgou as primeiras imagens da produção estrelada por Paul Rudd e Alexander Skarsgård.

Em um futuro próximo, Leo (Alexander Skarsgård) é um bartender que vive na vibrante cidade de Berlim. Devido a um acidente em sua infância, Leo perdeu a capacidade de falar – e a única coisa boa em sua vida é sua bela namorada, Naadirah (Seyneb Saleh). Quando ela desaparece sem deixar rastro, a busca de Leo por ela o levará ao sórdido centro da cidade. Uma dupla de cirurgiões norte-americanos bem sarcásticos (Paul Rudd e Justin Theroux) são a única pista recorrente e Leo se vê obrigado a enfrentar o submundo da cidade para reencontrar seu amor.

O suspense futurista de Jones promete ser uma das muitas obras cults que 2017 reserva.

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

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sábado, 7 de janeiro de 2017 Bastidores, Filmes | 09:00

Curta de brasileiro é uma das apostas para o Oscar 2017

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Cena do curta "Trabalho Interno"

Cena do curta “Trabalho Interno”

Se você já assistiu “Moana: Uma Mar de Aventuras”, viu o curta “Trabalho Interno” que é apresentado antes do novo longa da Disney. O tradicional curta, chamado “Trabalho Interno”, é produzido e dirigido pelo brasileiro Léo Matsuda – que já havia trabalhado em outras produções do estúdio como “Detona Ralph” e “Operação Big Hero”. O filme é uma das apostas da crítica americana para figurar entre os candidatos ao Oscar de melhor curta de animação. Uma categoria em que a Disney é costumeiramente bastante forte. O brasileiro Carlos Saldanha, diretor de “A Era do Gelo”, já foi indicado nesta categoria, ainda que por uma produção da Blue Sky.

“Trabalho Interno” conta a história de Paul, um homem que vive em uma cidade muito parecida com a Califórnia dos anos 80. Ele é literalmente uma pessoa quadrada e não faz nada fora do cotidiano programado. O mais divertido na historia é que Paul, na verdade, não é o personagem principal, mas sim os seus órgãos internos, como o cérebro, coração, pulmão e o intestino. Usando uma mistura de animação digital e tradicional, Matsuda mostra com muito humor o conflito entre o coração do protagonista, que quer se aventurar e tomar riscos, e o cérebro, que desencoraja tal tipo de coisa.

Léo Matsuda é paulista de São José dos Campos e pode ser o responsável por levar o Brasil pelo segundo ano consecutivo ao Oscar. Vale lembrar que no ano passado a animação “O Menino e o Mundo” foi indicada a melhor longa-metragem de animação.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016 Atrizes, Bastidores | 17:45

Morte de Carrie Fisher não afeta “Episódio VIII”, mas deve alterar rumos da série principal de “Star Wars”

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Produtores se apressaram em afirmar que morte da atriz não prejudica o próximo filme da série principal, mas mas no longo prazo “Star Wars” deve ter mudanças

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de "O Império Contra-ataca"

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de “O Império Contra-ataca”

A morte de Carrie Fisher, mais uma peça cruel desse caprichoso ano de 2016, deve impactar os planos da Disney para a continuidade da série principal de “Star Wars” no cinema. Não no curto prazo, já que o Episódio VIII, ainda sem título oficial, mas com lançamento agendado para 15 de dezembro de 2017, já está em pós-produção.  Produtores associados ao filme confirmaram esse dado a diversos veículos americanos como TMZ, Variety e The Hollywood Reporter.

Leia mais: Colegas de “Star Wars” homenageiam Carrie Fisher: “Ela era a luz mais brilhante”

No médio e longo prazo, no entanto, é inegável que Disney e LucasFilm vão precisar ajustar o curso da trama. O caminho sugerido por “O Despertar da Força” (2015) mostrava que Leia, personagem de Carrie Fisher, seria figura central de oposição à Primeira Ordem. Mais: a nova trilogia dava sinais de que iria capitalizar em cima dos irmãos Skywalker, os utilizando como muleta no caso dos novos personagens não pegarem.

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Não se sabe exatamente como o filme dirigido por Rian Johnson deixa o estado das coisas, mas não é absurdo supor que a Disney considere eventuais refilmagens para reorganizar a estrutura narrativa da série, agora sem um de seus principais vértices. Vale lembrar que a relação de Leia com Kylo Ren (Adam Driver) tinha tudo para ser um dos principais clímaces da nova trilogia.

É certamente prematuro especular sobre o futuro de “Star Wars” neste momento, mas é seguro afirmar que a morte de Carrie Fisher impacta os planos da Disney para o futuro da saga. Nada que não possa ser reestruturado. A Disney optaria por elencar uma nova atriz para interpretar a personagem, matar Leia assim como fez com Han Solo ou tomar outra providência narrativa menos radical? O tempo dirá, mas certamente se detecta um desequilíbrio na força.

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