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Arquivo da Categoria Bastidores

terça-feira, 27 de dezembro de 2016 Atrizes, Bastidores | 17:45

Morte de Carrie Fisher não afeta “Episódio VIII”, mas deve alterar rumos da série principal de “Star Wars”

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Produtores se apressaram em afirmar que morte da atriz não prejudica o próximo filme da série principal, mas mas no longo prazo “Star Wars” deve ter mudanças

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de "O Império Contra-ataca"

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de “O Império Contra-ataca”

A morte de Carrie Fisher, mais uma peça cruel desse caprichoso ano de 2016, deve impactar os planos da Disney para a continuidade da série principal de “Star Wars” no cinema. Não no curto prazo, já que o Episódio VIII, ainda sem título oficial, mas com lançamento agendado para 15 de dezembro de 2017, já está em pós-produção.  Produtores associados ao filme confirmaram esse dado a diversos veículos americanos como TMZ, Variety e The Hollywood Reporter.

Leia mais: Colegas de “Star Wars” homenageiam Carrie Fisher: “Ela era a luz mais brilhante”

No médio e longo prazo, no entanto, é inegável que Disney e LucasFilm vão precisar ajustar o curso da trama. O caminho sugerido por “O Despertar da Força” (2015) mostrava que Leia, personagem de Carrie Fisher, seria figura central de oposição à Primeira Ordem. Mais: a nova trilogia dava sinais de que iria capitalizar em cima dos irmãos Skywalker, os utilizando como muleta no caso dos novos personagens não pegarem.

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Não se sabe exatamente como o filme dirigido por Rian Johnson deixa o estado das coisas, mas não é absurdo supor que a Disney considere eventuais refilmagens para reorganizar a estrutura narrativa da série, agora sem um de seus principais vértices. Vale lembrar que a relação de Leia com Kylo Ren (Adam Driver) tinha tudo para ser um dos principais clímaces da nova trilogia.

É certamente prematuro especular sobre o futuro de “Star Wars” neste momento, mas é seguro afirmar que a morte de Carrie Fisher impacta os planos da Disney para o futuro da saga. Nada que não possa ser reestruturado. A Disney optaria por elencar uma nova atriz para interpretar a personagem, matar Leia assim como fez com Han Solo ou tomar outra providência narrativa menos radical? O tempo dirá, mas certamente se detecta um desequilíbrio na força.

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sábado, 17 de dezembro de 2016 Bastidores, Filmes | 18:51

Julia Rezende termina de filmar “Como é Cruel Viver Assim”

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A diretora Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”, “Ponte Aérea” e “Um Namorado Para Minha Mulher”) acabou de rodar, no Rio de Janeiro, seu quinto filme. “Como É Cruel Viver Assim” conta a história de quatro fracassados em uma narrativa ácida que mistura drama, humor e melancolia. As filmagens do longa, que tem roteiro de Fernando Ceylão, foram realizadas durante cinco semanas, em locações como Nilópolis, Marechal Hermes, Méier e um terreno abandonado no Recreio.

Os protagonistas do quinto filme de Julia Rezende

Os protagonistas do quinto filme de Julia Rezende

Os protagonistas, interpretados por Marcelo Valle, Fabiula Nascimento, Silvio Guindane e Debora Lamm, decidem fazer algo importante e  armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver. O elenco também conta com Paulo Miklos, Otávio Augusto e Milhem Cortaz, que fazem um trio de bandidos, além de uma participação especial de Marcius Melhem, no papel de um farmacêutico.

O filme será distribuído pela H2O Films e Universal e tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2017.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016 Bastidores, Filmes | 19:17

Jeferson De filma “Correndo Atrás”, que tem roteiro de Helio De La Peña

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Estão a todo vapor as gravações de “Correndo Atrás”, novo filme de Jeferson De (“Brodér”), que tem roteiro assinado pelo ex-casseta Helio De La Peña e Ailton Graça, que vai viver seu primeiro protagonista no cinema.

O filme é baseado no livro “Vai na Bola, Glanderson!”, de Helio de La Peña, e conta a história de Ventania, um brasileiro que quer mudar de vida e tenta de tudo para melhorar sua situação.

Leia mais: Com necrofilia e canibalismo, “Demônio de Neon” devassa fachada do mundo da moda

A comédia tem elenco quase todo formado por negros, com exceções como Tonico Pereira e Dadá Coelho. Estão no time Lázaro Ramos, Juan Paiva, Teka Romualdo, Rocco Pitanga, Juliana Alves e a dançarina Lellêzinha, do grupo Passinho, estreando no cinema. A direção e produção musical é do rapper BNegão. O lançamento está previsto para 2017, com distribuição da Europa Filmes e o Cineclube tem dois cliques exclusivos.

Na primeira imagem, Aílton Graça (Ventania) e Lázaro Ramos (Jerry) recebem instruções de Jeferson De durante as filmagens. No longa, eles são amigos de infância, mas Jerry vai tentar passar a perna em Ventania durante uma negociação. Na segunda foto, Lázaro faz pose em um intervalo das gravações.

Registro do set de filmagens de "Correndo Atrás"

Registro do set de filmagens de “Correndo Atrás”

 

Lázaro Ramos no set de "Correndo Atrás"

Lázaro Ramos no set de “Correndo Atrás”

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terça-feira, 27 de setembro de 2016 Bastidores, Filmes, Notícias | 19:59

Distribuidora americana fará campanha por “Aquarius” e Sonia Braga no Oscar

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Empresa que vai lançar a produção nos Estados Unidos vê boas chances da produção emplacar em categorias nobres do Oscar e aposta em Sonia Braga como embaixadora de “Aquarius” no país

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Apesar de ter sido preterido por “Pequeno Segredo” na disputa para ficar com a vaga de representante do Brasil na briga por uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro, as chances de “Aquarius” ainda não acabaram. Pelo menos, essa é a ideia da Vitagraph Films, empresa encarregada de distribuir o filme nos EUA e que já anunciou que irá se engajar na promoção da obra com vistas ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A estratégia da distribuidora será focar em Sonia Braga, que já tem alguma notoriedade nos EUA.

Crítica: Intenso e sensorial, “Aquarius” é muito mais do que metáfora política 

A expectativa é de que “Aquarius”, que saiu muito elogiado de Cannes, consiga algumas indicações em categorias nobres como roteiro e direção. É uma meta ousada. Historicamente, a Vitagraph Films não costuma emplacar produções no Oscar e, no caso particular de Sonia Braga, a disputa pela vaga entre as atrizes promete ser acirradíssima. A francesa Isabelle Huppert, queridinha dos críticos americanos, é ampla favorita à informal vaga de candidata cult pelo francês “Elle”, assinado pelo holandês Paul Verhoeven (“Robocop”) e candidato oficial da França a uma vaga no Oscar.

“Aquarius” será lançado em 14 de outubro nos cinemas americanos e a Vitagraph estabelece como estratégia um trabalho intenso junto à Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, que outorga os prêmios Globo de Ouro, como uma alternativa de bombar as chances do filme no Oscar. A conferir.

Polêmica

Um das produções brasileiras mais elogiadas dos últimos tempos, “Aquarius” saiu elogiado do Festival de Cannes, e rapidamente se tornou o favorito para representar o Brasil no Oscar. Mas foi preterido em nome de “Pequeno Segredo”, de David Schurmann, depois de um processo polêmico, envolvendo um dos integrantes da comissão de seleção, o comentarista de cinema Marcos Petrucelli, que havia feito críticas nas redes sociais ao protesto da equipe do filme contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff em Cannes.

Ato contínuo, diretores de outros concorrentes à vaga, como Gabriel Mascaro, de “Boi Neon”, e Anna Muylaert, de “Mãe Só Há uma”, retiraram suas candidaturas em solidariedade a “Aquarius”, e em protesto contra a parcialidade e contra como o que identificaram como tentativa de sabotar o filme.

O diretor Kleber Mendonça Filho foi categórico ao afirmar que a eliminação do filme decorreu de retaliação política. David Schurmann, por seu turno, criticou o que chamou de “Fla-Flu” na área cultural do País, mas evitou atritos com o diretor de “Aquarius”. Disse em entrevista à Glamurama publicada no último fim de semana: “nosso filme tem mais cara de Oscar”. A conferir!

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terça-feira, 13 de setembro de 2016 Bastidores, Filmes | 19:07

Cininha de Paula estreia como diretora de cinema no filme “Duas de Mim”

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A experiente diretora de TV Cininha de Paula, cujos principais créditos correspondem a “Pé na Cova” e “Aquele Beijo”, arriscou em sua estreia como cineasta. No filme “Duas de Mim”, que ela dirige e tem coprodução do Telecine, Thalita Carauta e o cantor Latino também estão estreando como protagonistas no cinema.

 “Fiquei dois meses esperando a Thalita. Ela é a minha estrela. Tô bem cercada! A Iafa Britz (da produtora Migdal Filmes) me deu muita liberdade para montar o casting. Para fazer uma comédia você precisa ter quem sabe fazer comédia. Mais que um cantor, Latino é um comediante. É uma pessoa que nasceu vencedora. Por ter atravessado tudo o que passou e chegar onde chegou. Ele leva a vida com muito humor”, defendeu ela, sobre o longa, no qual Thalita vive Suryellen e Latino, Chicão, e com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2017.

A experiente Cininha de Paula no set de "Duas em Mim" (foto: divulgação)

A experiente Cininha de Paula no set de “Duas em Mim”
(foto: divulgação)

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domingo, 28 de agosto de 2016 Análises, Bastidores | 15:19

Marvel ajusta ponteiros para fase sem Chris Evans como Capitão América

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Já era esperado que Chris Evans deixasse de ser o Capitão América no cinema em algum momento, mas uma entrevista de Joe Russo, que ao lado do irmão Anthony dirigiu os dois últimos filmes do Capitão, ao The Huffington Post disparou o alerta em todo Marvel maníaco.

Chris Evans em ensaio para  Rolling Stone

Chris Evans em ensaio para Rolling Stone

Ele disse que a cena final de “Capitão América: Guerra Civil”, que muitos interpretaram como um afastamento de Steve Rogers de tudo aquilo, é mesmo isso: uma “aposentadoria” do personagem.  “Acho que ele deixar o escudo de lado é também deixar a sua identidade. É ele admitindo que a identidade Capitão América estava em conflito com suas escolhas pessoais”, explicou o diretor. Isso não significa que não veremos mais Chris Evans nos filmes da Marvel, pois sua participação está confirmada em “Vingadores: Guerra Infinita”, filme que deve marcar a passagem de bastão, com a introdução de um novo Capitão América. Isso pode ser traduzido de uma maneira muito prática e financeira. Evans assinou contrato para seis filmes. Já estrelou cinco. Os três “Capitão América” e os dois “Vingadores”. Já Sebastian Stan, o soldado invernal, assinou contrato para nove filmes e só estrelou os três “Capitão América”. Anthony Mackie, que interpreta o Falcão, assinou para seis filmes e só figurou em dois. Ambos os personagens já assumiram a identidade do Capitão América nos quadrinhos.

Mais: Chris Evans apresenta o trailer de “Before We Go”, sua estreia na direção

Durante muito tempo se conjecturou como a Marvel reagiria à eventual saída de Robert Downey Jr., que interpreta Tony Stark/Homem de Ferro. Esse cenário, evitado às custas de negociações milionárias, ainda não se concretizou, mas a Marvel sempre esteve calçada para a eventual saída de Evans. O que, de maneira alguma, sinaliza uma saída definitiva. É plenamente concebível que, como nos quadrinhos, Steve Rogers reassuma a identidade de Capitão América. Seria dramática e narrativamente interessante ver isso no cinema. E a Marvel sabe disso. Com Downey Jr., que já assegurou participação no novo “Homem-Aranha”, a questão é mais delicada. Por mais que Chris Evans tenha se tornado a estampa de Steve Rogers, a própria HQ dá margem de manobra à Marvel, mas todo o universo cinematográfico do estúdio se construiu na esteira da caracterização de Downey Jr. de Tony Stark.

Crítica: Superlativo e humano, “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que a Marvel estava devendo

A Marvel já enfileira uma série de filmes com novos personagens em sua terceira fase justamente por saber que é preciso repensar o rumo dos principais personagens de seu portfólio. “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e “Inumanos” atendem essa necessidade e, em paralelo, são novas franquias em potencial. Algo decisivo para os planos da Marvel pós-Robert Downey Jr., Chris Evans e até mesmo Chris Hemsworth (o Thor).

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quarta-feira, 27 de julho de 2016 Análises, Bastidores, Filmes | 20:33

“O Bom Gigante Amigo” fecha um ciclo e dá início a outro na carreira de Steven Spielberg

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eeeSteven Spielberg lançou “E.T – O Extraterrestre”, um de seus filmes mais famosos, no mesmo ano da primeira publicação de “O Bom Gigante Amigo”, de Roald Dahl. É coincidência, mas não deixa de provocar certo encantamento. Não é coincidência, porém, que o cineasta volte a trabalhar com a roteirista Melissa Mathison, com quem colaborou em “E.T”, justamente na adaptação da obra de Dahl para o cinema.

“O Bom Gigante Amigo” é, sob muitos aspectos, algo novo para Spielberg. É seu primeiro filme britânico, dos atores à ambientação, passando pelas locações e pelo tom. É, também, em 50 anos de carreira, seu primeiro filme para a Disney. Não obstante, é a primeira vez que Spielberg e seu diretor de fotografia habitual, Janusz Kaminski, aderem ao digital.

Leia mais: Coração de “O Bom Gigante Amigo”, Ruby Barnhill é nova descoberta de Spielberg

“O Bom Gigante Amigo” é a segunda adaptação da obra de Dahl a ganhar os cinemas pela Disney. A primeira foi “James e o Pêssego Gigante” em 1996. É um projeto que fala ao coração do homem por trás de sucessos como “Jurassic Park”, “Tubarão”, “O Resgate do Soldado Ryan” e “Guerra dos Mundos”.  Não à toa, Spielberg perseguiu o projeto por anos a fio com a sua Dreamworks, mas direitos autorais e licenças viabilizaram essa até então inédita colaboração entre o diretor de “Hook : A Volta do Capitão Gancho” e o estúdio de Mickey Mouse.

O filme debutou em Cannes e não causou nenhuma sensação. Tratando-se de Spielberg, a recepção na Riviera francesa foi até fria. A bilheteria seguiu o norte apontado pelo festival francês.  Nos EUA, onde estreou em 21 de junho, o filme fez pouco mais de US$ 50 milhões, o que o coloca como um dos poucos, e mais escandalosos, fracassos da carreira do cineasta. Para quem foi criança nos anos 80, essa estatística pouco importa. “O Bom Gigante Amigo” é um Steven Spielberg sem medo de ser feliz e, justamente por isso, oitentista até a alma.

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segunda-feira, 25 de julho de 2016 Atrizes, Bastidores | 16:49

Coração de “O Bom Gigante Amigo”, Ruby Barnhill é nova descoberta de Spielberg

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Steven Spielberg tem um olhar para revelar jovens talentos. Nem sempre acerta. Jeremy Irvine, de “Cavalo de Guerra”, não vingou. Mas gente como Robert Zemeckis, Drew Barrymore, Dakota Fanning, Djimon Hounsou e Christian Bale teve seus primeiros passos no cinema guiados pelo maior Midas que Hollywood já conheceu.

A bola da vez é Ruby Barnhill, uma inglesinha de 12 anos que encanta em “O Bom Gigante Amigo”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28).

Esta é literalmente a estreia de Barnhill no cinema. Ela já havia tido algumas participações em uma série inglesa, mas jamais pisado em um set de cinema. Um debute ás ordens de Steven Spielberg não é para qualquer uma. A própria Drew Barrymore, que tinha seis anos quando rodou “E.T – O Extraterrestre” (metade da idade de Barnhill), já tinha feito filmes anteriormente.

Pode-se dizer que Barnhill nasceu para o cinema em 16 de dezembro de 2014, o dia em que Steven Spielberg e Kathleen Kennedy se decidiram por escalar a atriz como a órfã Sophie do clássico de Roald Dahl. O salário de Barnhill foi de cerca de US$ 85 mil.

Ruby e Spielberg no último festival de Cannes (Foto: Léo Laumont)

Ruby e Spielberg no último festival de Cannes
(Foto: Léo Laumont)

Incrivelmente carismática e magnética, não é difícil para quem a assiste em “O Bom Gigante Amigo” entender porque naquele dia a busca de Spielberg e da produção do filme se encerrou.

Barnhill é a primeira protagonista feminina de Spielberg desde “A Cor Púrpura” (1988). Não é pouca coisa. A responsabilidade é diretamente proporcional ao tamanho dessa estatística e à confiança que a jovem atriz despertou no cineasta. Ao assistir “O Bom Gigante Amigo”, o espectador – reiterado da maestria de Spielberg – constata que o futuro de Barnhill no cinema é próspero.

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domingo, 24 de julho de 2016 Bastidores, Filmes | 06:00

“Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, ganha novo vídeo de bastidores

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Sonia Braga em cena de "Aquarius" (Foto: divulgação)

Sonia Braga em cena de “Aquarius”
(Foto: divulgação)

“Aquarius” acaba de divulgar o segundo vídeo de making of com imagens dos bastidores e curiosidades sobre as filmagens, realizadas durante oito semanas, no Recife, entre agosto e setembro de 2015. Ao todo, serão divulgados cinco vídeos até a estreia  comercial do longa, no dia 1º de setembro.  “Aquarius” foi escolhido como filme de abertura do 44º Festival de Cinema de Gramado, e Sonia Braga será homenageada com o Troféu Oscarito. O segundo longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”) teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney e no Transatlantyk Film Festival, na Polônia.

No filme, conhecemos a história de Clara (Sonia Braga), uma escritora e jornalista aposentada, moradora do edifício Aquarius, último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela precisa lidar com as investidas de uma construtora que pretende demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

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terça-feira, 19 de julho de 2016 Bastidores, Filmes | 07:00

Carolina Dieckmann faz mulher vítima de estupro em “O Silêncio do Céu”

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(Foto: Pedro Luque)

(Foto: Pedro Luque)

Filmado no Uruguai e falado em espanhol, “O Silêncio do Céu” traz o ator argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) e a brasileira Carolina Dieckmann (“Entre Nós”) como protagonistas. A trama tem como tema central um casal de classe média lidando com a violência doméstica e com um silêncio sombrio e perturbador que dão o tom do filme.

Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

O roteiro é assinado por Lucía Puenzo (“XXY”), por Sergio Bizzio, autor do romance “Era el Cielo”, obra em que se baseia a história, e por Caetano Gotardo. O elenco conta ainda com o ator Chino Darín (“En Fuera de Juego”) e com as atrizes Mirella Pascual (“Whisky”) e Paula Cohen (da novela “I Love Paraisópolis”). “O projeto nasceu com o intuito de reunir talentos da América Latina. Partimos de uma obra argentina adaptada por grandes roteiristas também argentinos, dirigida por um brasileiro cuja obra é internacionalmente reconhecida, que é o Marco Dutra, e com um elenco diverso formado por argentinos, uruguaios e brasileiros. E filmar no Uruguai, com equipe local, consolidou a nossa proposta de aproximar as fronteiras latino-americanas”, explica o produtor Rodrigo Teixeira.

Marco Dutra dirigiu ao lado de Juliana Rojas “Trabalha Cansa” (2011), premiado em Cannes. Depois apresentou o terror “Quando Eu era Vivo” (2014).

Foto: Pedro Luque

Foto: Pedro Luque

“Gosto muito da ideia de trabalhar em terra estrangeira um tema que já havia abordado em São Paulo, que é minha cidade natal e onde realizei os meus filmes anteriores. Uma casa (e um corpo) de classe média, um ambiente de suposta segurança, vítima de uma ruptura logo na primeira cena”, explica Dutra. “No caso de ‘O Silêncio do Céu’, a violação é concreta, física, uma violação do próprio corpo. Como lidar com o que vem depois? É possível encarar com lucidez uma violência deste nível? E, acima de tudo, como não deixar o próprio silêncio amplificar e perpetuar esta violência?”.

O filme, produzido pela RT Features e distribuído pela Vitrine Filmes, tem estreia programada para os cinemas brasileiros no dia 22 de setembro.

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