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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 19:17

Confira o 1º trailer legendado do filme de terror austríaco “Boa Noite, Mamãe!”

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Cena de "Boa Noite, Mamãe": um dos filmes mais elogiados do ano pela crítica internacional  (Foto: divulgação)

Cena de “Boa Noite, Mamãe”: um dos filmes mais elogiados do ano pela crítica internacional
(Foto: divulgação)

A PlayArte divulgou nesta quarta-feira (9) o primeiro trailer legendado de “Boa Noite, Mamãe!”, escolha da Áustria para representar o país na briga por uma vaga na categoria de produção estrangeira no Oscar. Dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz, o filme aborda a estranheza que uma cirurgia plástica pode provocar. A questão da pele e da identidade, tão bem abordadas por cineastas como David Cronenberg e Pedro Almodóvar em momentos distintos de suas filmografias, ganha um inventivo olhar no terror austríaco que chega aos cinemas brasileiros em 21 de janeiro de 2016.

A sinopse diz o seguinte: Dois irmãos gêmeos mudam para uma nova casa com a mãe deles após o rosto dela mudar devido uma cirurgia plástica. Mas por baixo dos curativos que a mãe usa, está alguém que eles não reconhecem mais! O trailer, para lá de empolgante, diz muito mais. Confira!

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Críticas, Filmes | 14:30

Agradável, “Pegando Fogo” não sai do lugar-comum

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Foto: divulgação

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John Wells gosta de situações dramáticas. Criador da série “E.R”, ele debutou como diretor no cinema com “A Grande Virada”, um drama estrelado por Ben Affleck e Tommy Lee Jones sobre a crise econômica que colocou a vida dos americanos de cabeça para baixo em 2008. “Álbum de família”, baseado na peça do dramaturgo Tracy Letts, sobre a lavagem de roupa suja de uma família na iminência da morte da matriarca, deu sequência à filmografia de Wells.

Agora, com “Pegando Fogo”, ele tira o pé do acelerador dramático, mas não se desvincula do gênero ou das profundas crises – sejam elas de ordem microcósmica, macrocósmica ou essencialmente pessoal.

Bradley Cooper, cada vez mais especialista em burilar tipos obsessivos, vive Adam Jones, um prestigiado chef de cozinha que sucumbiu às drogas e pôs tudo a perder. Carreira, amigos, prestígio, dignidade e a fila é tão grande quanto esse tipo de circunstância pressupõe.

Mas Jones ensaia um retorno. Em Londres, ele parte à cata dos menores resquícios de amizade que ainda lhe restam para tirar do papel sua ideia de conquistar a terceira estrela Michelin, maior honraria que pode ser concedida para um restaurante.

Com o apoio financeiro de Tony (Daniel Brühl), amigo devoto desde os tempos prósperos de Paris, Jones consegue reunir recursos para buscar seu objetivo.

Escrito por Steven Knight (de belezuras como “Senhores do Crime” e atrocidades como “O Sétimo Filho”), “Pegando Fogo” trilha o cômodo caminho da previsibilidade. O que não quer dizer que seja ruim. Não é. Apenas não avança o lugar-comum. A despeito do empenho de Bradley Cooper, como de hábito, muito bem em cena, do charme quase ostensivo de um filme ambientado no universo gastronômico e da categoria dos coadjuvantes (a sueca Alicia Vikander, o francês Omar Sy, para citar alguns), o filme não decola.

A rivalidade com um ex-amigo, papel do ainda subestimado Matthew Rhys (da série “The Americans”), e a dívida do passado com traficantes franceses pouco servem à dramaturgia do longa. A ideia de que o passado está sempre à espreita é dramaticamente melhor aproveitada em outro núcleo do filme.

Uma ou outra gordura aqui e ali, no entanto, não desmerecem “Pegando Fogo” enquanto entretenimento. É um filme agradável e como tal deve ser apreciado.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 18:17

Novo filme de Charlie Kaufman, “Anomalisa”, ganha cartaz nacional

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Afastado da direção desde “Sinedóque, Nova York” (2008), Charlie Kaufman retorna com “Anomalisa”, uma animação em stop-motion que causou sensação no último festival de Veneza; de onde saiu com o prêmio do júri.

O filme, que chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de janeiro, mostra a história de Michael Stone. Marido, pai e respeitado autor de “Como Posso Ajudá-lo a Ajudá-los?”, Michael é um homem incomodado com a rotina da sua vida. Durante uma viagem de negócios para Cincinnati, onde está programado para dar uma palestra em uma convenção, ele se surpreende ao descobrir uma possível escapada de seu desespero:Lisa, uma despretensiosa representante de vendas, que pode ou não ser o amor de sua vida.

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Assista abaixo o trailer legendado do filme: 

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domingo, 6 de dezembro de 2015 Críticas, Filmes | 18:06

“À Beira-Mar” é triunfo da artista Angelina Jolie

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Brad Pitt e Angelina Jolie estão fantásticos em cena (Foto: divulgação)

Brad Pitt e Angelina Jolie estão fantásticos em cena
(Foto: divulgação)

É de se admirar a evolução de Angelina Jolie como cineasta. “À Beira-Mar”, uma das boas estreias deste fim de semana nos cinemas brasileiros, é o seu terceiro filme como cineasta – e seu melhor até aqui.

Depois da ousadia de principiante de filmar em bósnio e servo-croata em “Na Terra do Amor e Ódio” (2011), um filme problemático, mas cheio de nuanças interessantes, Jolie impressionou com o previsível, mas muito bem filmado “Invencível” (2014), um filme grande para uma diretora tão pouco experimentada.

“À Beira-Mar” é de outra estirpe. Jolie se propõe um desafio ainda maior. Além de dirigir, escrever, estrelar e produzir o filme, ela coloca Brad Pitt para viver seu marido em um casamento em crise.  É uma abordagem corajosa porque Jolie e Pitt vivem sob o microscópio de uma mídia afoita por fofocas, sejam elas factíveis ou não. Fornecer material para a fantasia alheia, portanto, é um risco que Angelina Jolie enquanto artista achou válido correr.

E Brad Pitt não apresentava algo tão vivaz, contundente e poderoso desde “O homem que Mudou o Jogo” (2011). Jolie, por sua vez, aparece muito bem na tela. Ela reveste sua Vanessa – uma mulher que desapareceu em suas angústias – de uma complexidade tão fascinante quanto horrorosa. É no trabalho por trás da tela, no entanto, que Jolie se sai ainda melhor.

O roteiro de “À Beira-Mar” é um primor. Além de elaborar circunstâncias emblemáticas da crise afetiva que Roland (Pitt) e Vanessa vivem, Jolie cria diálogos substanciosos, cortantes e, no contexto da trama, brilhantes.

Como diretora, valoriza os silêncios com a confiança de um Kurosawa, de um Malick e filma seus atores com uma câmera invasiva. O ritmo do filme é outro acerto de Jolie. Se há um porém, é a “revelação” da raiz da decadência emocional de Vanessa, que responde por boa parte da crise estabelecida entre ela e Roland.

O filme não precisava dessa construção. Afinal de contas, a crise que testemunhamos e fomos intuindo ao longo do drama não precisava de um fato detonador. Este elemento talvez esteja ligado a questões particulares de Jolie, de sua mãe, mas diminuem o impacto de “À Beira-Mar” enquanto cinema; ainda que amplie o escopo de comparações entre o que se vê na tela e a vida real.

Esse despojamento de Jolie, combinado à notável evolução em todas as áreas do cinema em que se propõe atuar, eleva Angelina Jolie a outro patamar como artista.

“À Beira-Mar” é um filme que pode e deve ser descoberto em revisões e redescoberto anos mais tarde. É uma pequena joia cult formulada com a abnegação de quem já amou e sabe que o verbo se conjuga com sofrimento, renúncia e esforço.

É, por fim, um triunfo do cinema que se pretende desarmado, franco e inflexivo.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015 Curiosidades, Filmes | 18:37

Vale redescobrir “50 Tons de Cinza” neste fim de semana na rede Telecine

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Foto: divulgação

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A sessão Superestreia deste sábado (5) no Telecine Premium é “50 Tons de Cinza”. O filme de Sam Taylor-Johnson, adaptação do best-seller homônimo de E.L. James, foi o grande fenômeno de 2015 nos cinemas.  Com arrecadação superior a R$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, a produção estrelada por Dakota Johnsson, como a ingênua Anastasia Steele, e Jamie Dornan, como o sedutor Christian Grey, foi um fenômeno nas redes sociais ímpar em 2015.

A estreia na rede Telecine ocorre menos de dez meses depois do lançamento nos cinemas, uma vez que este ocorreu em 12 de fevereiro.

“50 Tons de Cinza” não é exatamente um grande filme, mas tem o mérito de ser uma produção honesta. Pode parecer pouca coisa, mas não é.  Não se trata de uma incursão pelo mundo do sadomasoquismo. Querer lançar sobre o filme este olhar é querer se decepcionar. Trata-se de um romance ambientado nesse universo. Melhor; de um romance entre uma mulher e um homem inserido neste universo.

Neste contexto, a elegante versão de Johnson melhora o que a obra original deixa a desejar. Confira a crítica da coluna para o filme.

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Bastidores, Filmes | 14:35

Globo Filmes vai ajudar a tirar do papel filme sobre histórica batalha da rua Maria Antônia

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José Dirceu durante os atos de 1968 (Foto: Arquivo Cedoc UnB/Divulgação)

José Dirceu durante os atos de 1968
(Foto: Arquivo Cedoc UnB/Divulgação)

“Rua Maria Antônia – a Incrível Batalha dos Estudantes”, produção que vai retratar os conflitos entre estudantes, durante a ditadura militar, nessa rua que é ícone da região central da cidade de São Paulo, acaba de ganhar o reforço da Globo Filmes na produção.

A produção da Paranoïd ainda está em fase de captação de recursos. Ficcional, o filme se baseia em um evento real. Em 1968, os estudantes da Escola de Filosofia da USP e os estudantes do curso de Direito da Universidade Mackenzie entraram em conflito físico e armado na Rua Maria Antônia, na qual se localizavam ambas instituições. Na Escola de Filosofia da USP estavam concentrados membros da UNE, organização de esquerda que lutava contra o regime militar. No curso de Direito do Mackenzie estava organizado o CCC (Comando de Caça aos Comunistas). Os grupos de ideologias inversas entraram em conflito em outubro de 1968. A batalha terminou com o fechamento da Escola de Filosofia pelas forças militares ditatoriais.

O filme de Vera Egito terá como protagonista o jovem Leon (ainda sem ator definido), um estudante de filosofia de 18 anos. É a partir do olhar dele que será possível acompanhar a batalha entre os estudantes, além de observar todas as questões ideológicas e comportamentais que explodiam naquele momento.

Vera Egito, que também assina o roteiro, lança “Amores Urbanos”, seu primeiro longa-metragem no primeiro semestre de 2016.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015 Críticas, Filmes | 18:42

Larry Clark expõe odores da sociedade com nudez e contemplação em “O Cheiro da Gente”

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Foto: divulgação

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O novo filme de Larry Clark (“Ken Park”) chega aos cinemas 20 anos depois do lançamento de “Kids”, que o colocou no mapa. “O Cheiro da Gente”, que entrou no ranking de melhores filmes do ano da prestigiada Cahiers du Cinéma, é um legítimo exemplar deste outsider lisérgico e provocador.

Falado em francês, o filme comunga do interesse essencial da filmografia de Clark que é flagrar a contracultura em todos os seus excessos. Aqui, testemunhamos as diferentes maneiras de um grupo de jovens em lidar com o consumismo.

JP (Hugo Behar Thinières) e Math (Lucas Lonesco) recorrem à prostituição para poder financiar bebidas, drogas, roupas novas e táxis. Pacman (Théo Cholbi) assalta transeuntes. Enquanto outro filma tudo o que vê, inclusive as relações sexuais dos amigos. Todos do grupo aceitam a delinquência como um efeito natural do tédio de suas vidas. Mas há um preço a se pagar por hobbys tão incomuns.

Como de hábito, a evolução da narrativa em si importa menos a Clark do que as cores do contexto e, no caso específico de “O Cheiro da Gente”, ele parece interessado em sublinhar a degradação. Desde que “virou veado por dinheiro”, Math passou a enfrentar problemas de impotência. JP não sabe ao certo o que sente por Math, mas sabe que se sente negligenciado em casa. Marie (Diane Rouxel) gosta de JP, mas teme que ele goste, na verdade, de Math. “Todos os meninos hoje são veados”, diz um garoto da trupe enquanto Marie urina embaixo de um viaduto para as lentes de seu celular.

Há, ainda, a enigmática presença de Michael Pitt. Além do ator que parece ajustado a algum tipo de mise- em-scène fetichista, Larry Clark também aparece no filme, como um mendigo – cinicamente chamado de rock star – maltratado pela trupe.

Drogas, sexo, suor e álcool compõem a matéria-prima do filme que parece intencionado à revelar o odor de uma sociedade presa a compulsões. Seja o desejo dos velhos em possuir os jovens – e os corpos gastos e enrugados que aparecem em cena contrapostos aos joviais e magros dão dimensão desse comentário em particular – ou a reação truculenta desses jovens a um mundo hipócrita.

“O Cheiro da Gente” não é um filme de respostas. Muito menos de perguntas. Há apenas a contemplação desapaixonada de um circo de circunstâncias.

O CHEIRO DA GENTE_trailer from Zeta Filmes on Vimeo.

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Críticas, Filmes | 13:56

“Califórnia” trata de sonhos e descobertas da adolescência

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Quem nunca arranhou os versos da famosa canção de Lulu Santos? “Garota, eu vou pra Califórnia/Viver a vida sobre as ondas/Vou ser artista de cinema/O meu destino é ser star”. “Califórnia” (Brasil 2015), primeiro longa-metragem ficcional de Marina Person, leva para o cinema a brisa redentora ofertada pela música de Lulu. Uma obra não tem nada a ver com a outra, ainda que Marina tenha a perspicácia de incluir a música de Lulu em um momento chave de seu filme.

“Califórnia” é sobre adolescência e, antes disso, sobre ser adolescente nos anos 80. É um filme cativante nas referências culturais que carrega e musicado na maneira como se comunica com o espectador – especialmente se ele tiver sido adolescente nos anos 80.

Estela (Clara Gallo) quer ir para a Califórnia, onde mora o tio que tem um contato mais direto com uma cena cultural que fascina Estela. O surgimento da MTV, David Bowie, o cinema americano, etc. Daí se justifica a Califórnia do título, na materialização desse sonho dourado que o estado mais rico dos EUA representa para muita gente.

Estela também está apaixonada. Mas todas as dúvidas que circundam uma adolescente apaixonada a atormentam. Essa transitoriedade da adolescência – repleta de questionamentos e momentos de afirmação – constitui um interesse primal de Marina Person. Por meio de alguns recursos visuais, que a princípio podem parecer mera intervenção estilística, Person estipula essas camadas que a personagem vai ganhando – ou se livrando.

Cinéfila da mais fina estirpe, Marina Person pode parecer não querer correr riscos nessa sua estreia na ficção, mas apresenta um cinema jovial, sem ser condescendente, e cheio de personalidade, sem ser discursivo. É, nesse contexto, uma estreia tão sólida quanto entusiasmante.

Há, ainda, a música. Person sabiamente se utiliza da música para refinar o estofo dramático de seu filme e buscar uma conexão sensorial com o público. É pela música que Estela se conecta aos personagens que mais lhe influenciam. O tio Carlos (Caio Blat) e JM (Caio Horowicz), um menino que chega na escola envolto em boatos e preconceitos e vai seduzindo Estela de uma maneira totalmente insuspeita.  É no desenho da relação de Estela e JM que Person melhor coloca seu talento como cineasta.

Um embalo de inocência, desejo, afinidades e carência une os dois e é tangenciado com sensibilidade e ternura pela cineasta. É um recorte que torna “Califórnia” mais universal, menos previsível. Não se trata de uma história de amor com começo, meio e fim. Trata-se de uma busca de outra ordem e que, de alguma forma, tem tudo a ver com o acertado título do filme.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 12:59

Melhores curtas brasileiros de 2015 ganham retrospectiva na Vila Madalena (SP)

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Para celebrar o que de melhor foi exibido em 2015 em matéria de curtas-metragens brasileiros, o crítico de cinema e curador do festival Cine Vitrine Independente, Christian Petermann, e a produtora Mega Cultural armam exibição gratuita de seis filmes no Epicentro Cultural (Vila Madalena). O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 19h. A noite será embalada por uma seleção especial de trilhas sonoras de clássicos do cinema, e um bar estará à disposição com bebidas e comidinhas.

Foto: divulgação

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“Esses curtas apontam para uma diversidade estética e narrativa que muito caracteriza o audiovisual brasileiro”, opina Petermann que já escreveu para Folha de São Paulo e revista SET.

Os filmes que compõe o evento são os seguintes:

“Até a China”, de Marcelo Marão. XIX Festival Cine-PE (Prêmios: Melhor Roteiro, Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Filme pelo Júri Oficial). 23º Festival Internacional de Animação Anima Mundi (Prêmios: Melhor Filme Brasileiro RJ + SP e Prêmio BNDES).

“Corço”, de Rafael Vascon. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, prêmio ABD/Apeci . Realização em parceria com a AIC (Academia Internacional de Cinema).

“Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato. Prêmios do Júri Popular e na categoria Documentário na Mostra Audiovisual de Dourados em 2015; Melhor Documentário em Curta e Prêmio ABD-SP no É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários em 2015.

“Tarântula”, de Aly Muritiba e Marja Calafange. Prêmio – Melhor Roteiro, Melhor Ficção e Melhor som no 13º Curta Santos; Melhor Direção de Arte no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no 22º Festival de Vitória; 25º Curta Cinema, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Prêmio Especial do Júri; exibição nos festivais de Veneza e Biarritz.

“Virgindade”, de Chico Lacerda. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, melhor filme da mostra competitiva pernambucana segundo o júri oficial. Realização do coletivo Surto & Deslumbramento.

Cine Vitrine Independente é um festival semestral com mostra competitiva de curtas e médias-metragens que está em processo de reformulação para retornar às atividades regulares em 2016. Para manter a tradição, este será um formato compacto do evento.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 17:54

Mad Max ganha força na corrida pelo Oscar com prêmio da National Board of Review

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Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

A National Board of Review (NBR), mais antiga e prestigiada associação de críticos dos EUA, soltou agora há pouco sua lista de melhores filmes de 2015 e destacou “Mad Max: Estrada da Fúria” como o melhor filme de 2015. Mas não foi só. O cinema mainstream como um todo foi muito bem agraciado pela lista da NBR. “Perdido em Marte”, de Ridley Scott faturou os prêmios de direção, roteiro adaptado e ator para Matt Damon.

Outros filmes bem laureados foram “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, que faturou os prêmios de roteiro original e atriz coadjuvante (Jennifer Jason Leigh), e “O Quarto de Jack”, com troféus de atriz (Brie Larson) e performance revelação para Jacob Tremblay. A grande sensação da lista, no entanto, foi a vitória de Sylvester Stallone como melhor ator coadjuvante por “Creed”.

O melhor documentário foi “Amy” e o melhor filme estrangeiro foi o húngaro “Son of Saul”. O prêmio de melhor elenco ficou com “A Grande Aposta”, que reúne figuras como Christian Bale, Ryan Gosling, Brad Pitt e Steve Carrel. Já o troféu de melhor animação ficou com “Divertida Mente”.

A presidente da NBR, Annie Schulhof, reconheceu que foi um ano “triunfante” para o cinema comercial e se disse orgulhosa de premiar dois ícones do cinema blockbuster como Ridley Scott e George Miller.

Para o Brasil, a boa notícia é que “Que Horas Ela Volta?”, indicado oficial do País para tentar uma vaga no Oscar, entrou para o top five da organização de melhores filmes estrangeiros, o que sinaliza que o filme é um dos mais bem posicionados na disputa por uma vaga no Oscar. Apenas o austríaco “Goodnight Mommy”, dos que tentam vaga no Oscar, também entrou na lista.

Cena de "Que Horas ele Volta?": primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

Cena de “Que Horas ele Volta?”: primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

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