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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015 Bastidores, Filmes | 14:35

Globo Filmes vai ajudar a tirar do papel filme sobre histórica batalha da rua Maria Antônia

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José Dirceu durante os atos de 1968 (Foto: Arquivo Cedoc UnB/Divulgação)

José Dirceu durante os atos de 1968
(Foto: Arquivo Cedoc UnB/Divulgação)

“Rua Maria Antônia – a Incrível Batalha dos Estudantes”, produção que vai retratar os conflitos entre estudantes, durante a ditadura militar, nessa rua que é ícone da região central da cidade de São Paulo, acaba de ganhar o reforço da Globo Filmes na produção.

A produção da Paranoïd ainda está em fase de captação de recursos. Ficcional, o filme se baseia em um evento real. Em 1968, os estudantes da Escola de Filosofia da USP e os estudantes do curso de Direito da Universidade Mackenzie entraram em conflito físico e armado na Rua Maria Antônia, na qual se localizavam ambas instituições. Na Escola de Filosofia da USP estavam concentrados membros da UNE, organização de esquerda que lutava contra o regime militar. No curso de Direito do Mackenzie estava organizado o CCC (Comando de Caça aos Comunistas). Os grupos de ideologias inversas entraram em conflito em outubro de 1968. A batalha terminou com o fechamento da Escola de Filosofia pelas forças militares ditatoriais.

O filme de Vera Egito terá como protagonista o jovem Leon (ainda sem ator definido), um estudante de filosofia de 18 anos. É a partir do olhar dele que será possível acompanhar a batalha entre os estudantes, além de observar todas as questões ideológicas e comportamentais que explodiam naquele momento.

Vera Egito, que também assina o roteiro, lança “Amores Urbanos”, seu primeiro longa-metragem no primeiro semestre de 2016.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015 Críticas, Filmes | 18:42

Larry Clark expõe odores da sociedade com nudez e contemplação em “O Cheiro da Gente”

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O novo filme de Larry Clark (“Ken Park”) chega aos cinemas 20 anos depois do lançamento de “Kids”, que o colocou no mapa. “O Cheiro da Gente”, que entrou no ranking de melhores filmes do ano da prestigiada Cahiers du Cinéma, é um legítimo exemplar deste outsider lisérgico e provocador.

Falado em francês, o filme comunga do interesse essencial da filmografia de Clark que é flagrar a contracultura em todos os seus excessos. Aqui, testemunhamos as diferentes maneiras de um grupo de jovens em lidar com o consumismo.

JP (Hugo Behar Thinières) e Math (Lucas Lonesco) recorrem à prostituição para poder financiar bebidas, drogas, roupas novas e táxis. Pacman (Théo Cholbi) assalta transeuntes. Enquanto outro filma tudo o que vê, inclusive as relações sexuais dos amigos. Todos do grupo aceitam a delinquência como um efeito natural do tédio de suas vidas. Mas há um preço a se pagar por hobbys tão incomuns.

Como de hábito, a evolução da narrativa em si importa menos a Clark do que as cores do contexto e, no caso específico de “O Cheiro da Gente”, ele parece interessado em sublinhar a degradação. Desde que “virou veado por dinheiro”, Math passou a enfrentar problemas de impotência. JP não sabe ao certo o que sente por Math, mas sabe que se sente negligenciado em casa. Marie (Diane Rouxel) gosta de JP, mas teme que ele goste, na verdade, de Math. “Todos os meninos hoje são veados”, diz um garoto da trupe enquanto Marie urina embaixo de um viaduto para as lentes de seu celular.

Há, ainda, a enigmática presença de Michael Pitt. Além do ator que parece ajustado a algum tipo de mise- em-scène fetichista, Larry Clark também aparece no filme, como um mendigo – cinicamente chamado de rock star – maltratado pela trupe.

Drogas, sexo, suor e álcool compõem a matéria-prima do filme que parece intencionado à revelar o odor de uma sociedade presa a compulsões. Seja o desejo dos velhos em possuir os jovens – e os corpos gastos e enrugados que aparecem em cena contrapostos aos joviais e magros dão dimensão desse comentário em particular – ou a reação truculenta desses jovens a um mundo hipócrita.

“O Cheiro da Gente” não é um filme de respostas. Muito menos de perguntas. Há apenas a contemplação desapaixonada de um circo de circunstâncias.

O CHEIRO DA GENTE_trailer from Zeta Filmes on Vimeo.

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Críticas, Filmes | 13:56

“Califórnia” trata de sonhos e descobertas da adolescência

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Foto: divulgação

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Quem nunca arranhou os versos da famosa canção de Lulu Santos? “Garota, eu vou pra Califórnia/Viver a vida sobre as ondas/Vou ser artista de cinema/O meu destino é ser star”. “Califórnia” (Brasil 2015), primeiro longa-metragem ficcional de Marina Person, leva para o cinema a brisa redentora ofertada pela música de Lulu. Uma obra não tem nada a ver com a outra, ainda que Marina tenha a perspicácia de incluir a música de Lulu em um momento chave de seu filme.

“Califórnia” é sobre adolescência e, antes disso, sobre ser adolescente nos anos 80. É um filme cativante nas referências culturais que carrega e musicado na maneira como se comunica com o espectador – especialmente se ele tiver sido adolescente nos anos 80.

Estela (Clara Gallo) quer ir para a Califórnia, onde mora o tio que tem um contato mais direto com uma cena cultural que fascina Estela. O surgimento da MTV, David Bowie, o cinema americano, etc. Daí se justifica a Califórnia do título, na materialização desse sonho dourado que o estado mais rico dos EUA representa para muita gente.

Estela também está apaixonada. Mas todas as dúvidas que circundam uma adolescente apaixonada a atormentam. Essa transitoriedade da adolescência – repleta de questionamentos e momentos de afirmação – constitui um interesse primal de Marina Person. Por meio de alguns recursos visuais, que a princípio podem parecer mera intervenção estilística, Person estipula essas camadas que a personagem vai ganhando – ou se livrando.

Cinéfila da mais fina estirpe, Marina Person pode parecer não querer correr riscos nessa sua estreia na ficção, mas apresenta um cinema jovial, sem ser condescendente, e cheio de personalidade, sem ser discursivo. É, nesse contexto, uma estreia tão sólida quanto entusiasmante.

Há, ainda, a música. Person sabiamente se utiliza da música para refinar o estofo dramático de seu filme e buscar uma conexão sensorial com o público. É pela música que Estela se conecta aos personagens que mais lhe influenciam. O tio Carlos (Caio Blat) e JM (Caio Horowicz), um menino que chega na escola envolto em boatos e preconceitos e vai seduzindo Estela de uma maneira totalmente insuspeita.  É no desenho da relação de Estela e JM que Person melhor coloca seu talento como cineasta.

Um embalo de inocência, desejo, afinidades e carência une os dois e é tangenciado com sensibilidade e ternura pela cineasta. É um recorte que torna “Califórnia” mais universal, menos previsível. Não se trata de uma história de amor com começo, meio e fim. Trata-se de uma busca de outra ordem e que, de alguma forma, tem tudo a ver com o acertado título do filme.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 12:59

Melhores curtas brasileiros de 2015 ganham retrospectiva na Vila Madalena (SP)

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Para celebrar o que de melhor foi exibido em 2015 em matéria de curtas-metragens brasileiros, o crítico de cinema e curador do festival Cine Vitrine Independente, Christian Petermann, e a produtora Mega Cultural armam exibição gratuita de seis filmes no Epicentro Cultural (Vila Madalena). O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 19h. A noite será embalada por uma seleção especial de trilhas sonoras de clássicos do cinema, e um bar estará à disposição com bebidas e comidinhas.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

“Esses curtas apontam para uma diversidade estética e narrativa que muito caracteriza o audiovisual brasileiro”, opina Petermann que já escreveu para Folha de São Paulo e revista SET.

Os filmes que compõe o evento são os seguintes:

“Até a China”, de Marcelo Marão. XIX Festival Cine-PE (Prêmios: Melhor Roteiro, Melhor Filme pelo Júri Popular e Melhor Filme pelo Júri Oficial). 23º Festival Internacional de Animação Anima Mundi (Prêmios: Melhor Filme Brasileiro RJ + SP e Prêmio BNDES).

“Corço”, de Rafael Vascon. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, prêmio ABD/Apeci . Realização em parceria com a AIC (Academia Internacional de Cinema).

“Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato. Prêmios do Júri Popular e na categoria Documentário na Mostra Audiovisual de Dourados em 2015; Melhor Documentário em Curta e Prêmio ABD-SP no É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários em 2015.

“Tarântula”, de Aly Muritiba e Marja Calafange. Prêmio – Melhor Roteiro, Melhor Ficção e Melhor som no 13º Curta Santos; Melhor Direção de Arte no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no 22º Festival de Vitória; 25º Curta Cinema, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Prêmio Especial do Júri; exibição nos festivais de Veneza e Biarritz.

“Virgindade”, de Chico Lacerda. Premiado no III Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, melhor filme da mostra competitiva pernambucana segundo o júri oficial. Realização do coletivo Surto & Deslumbramento.

Cine Vitrine Independente é um festival semestral com mostra competitiva de curtas e médias-metragens que está em processo de reformulação para retornar às atividades regulares em 2016. Para manter a tradição, este será um formato compacto do evento.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015 Filmes, Notícias | 17:54

Mad Max ganha força na corrida pelo Oscar com prêmio da National Board of Review

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Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

Stallone foi eleito o melhor ator coadjuvante do ano pelo National Board of Review

A National Board of Review (NBR), mais antiga e prestigiada associação de críticos dos EUA, soltou agora há pouco sua lista de melhores filmes de 2015 e destacou “Mad Max: Estrada da Fúria” como o melhor filme de 2015. Mas não foi só. O cinema mainstream como um todo foi muito bem agraciado pela lista da NBR. “Perdido em Marte”, de Ridley Scott faturou os prêmios de direção, roteiro adaptado e ator para Matt Damon.

Outros filmes bem laureados foram “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, que faturou os prêmios de roteiro original e atriz coadjuvante (Jennifer Jason Leigh), e “O Quarto de Jack”, com troféus de atriz (Brie Larson) e performance revelação para Jacob Tremblay. A grande sensação da lista, no entanto, foi a vitória de Sylvester Stallone como melhor ator coadjuvante por “Creed”.

O melhor documentário foi “Amy” e o melhor filme estrangeiro foi o húngaro “Son of Saul”. O prêmio de melhor elenco ficou com “A Grande Aposta”, que reúne figuras como Christian Bale, Ryan Gosling, Brad Pitt e Steve Carrel. Já o troféu de melhor animação ficou com “Divertida Mente”.

A presidente da NBR, Annie Schulhof, reconheceu que foi um ano “triunfante” para o cinema comercial e se disse orgulhosa de premiar dois ícones do cinema blockbuster como Ridley Scott e George Miller.

Para o Brasil, a boa notícia é que “Que Horas Ela Volta?”, indicado oficial do País para tentar uma vaga no Oscar, entrou para o top five da organização de melhores filmes estrangeiros, o que sinaliza que o filme é um dos mais bem posicionados na disputa por uma vaga no Oscar. Apenas o austríaco “Goodnight Mommy”, dos que tentam vaga no Oscar, também entrou na lista.

Cena de "Que Horas ele Volta?": primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

Cena de “Que Horas ele Volta?”: primeiro destaque importante na corrida por vaga no Oscar

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Críticas, Filmes | 13:26

Shyamalan fala de traumas que curam no surpreendente “A Visita”

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(Foto: A Visita")

(Foto: A Visita”)

M. Night Shyamalan não fazia um bom filme desde “A Vila” (2004). Para alguém comparado a Hitchcock em seu segundo filme (“O Sexto Sentido”) e tomado por Hollywood como um prodígio, tratava-se de uma situação angustiante. “A Visita”, que Shyamalan rodou de maneira independente, portanto, mais do que paz, lhe devolve a confiança. Em si mesmo e a de Hollywood.

Formalmente simplista e esteticamente arejado, “A Visita” reúne o melhor do cinema de Shyamalan. Estão ali a construção elaborada do medo e a desconstrução gradativa da expectativa. O trabalho com crianças, o drama familiar e um mistério a nortear à narrativa.

O grande mérito de Shyamalan em “A Visita”, no entanto, não está na articulação do mistério, efetivamente surpreendente e nauseantemente verossímil, ou na bem ajambrada construção visual do filme – todo estruturado nas imagens captadas pelas câmaras das duas crianças que visitam os avós -, mas na potência do drama familiar que fomenta.

Todo o suspense serve ao drama familiar, cujo sentido pleno só se contextualiza para a audiência no fim da projeção. Opção narrativa esta que transfigura “A Visita” em um filme muito mais significativo e impactante do que uma mera fita de terror objetiva ser.

Becca (Olivia DeJonge) e Tyler (Ed Oxenbould) vão visitar os avós, que não conhecem, para permitir que a mãe tenha um tempo para ela mesma e para curtir o namorado. A mãe e os meninos foram abandonados pelo pai, o mesmo sujeito que fez a mãe deles abandonar os pais dela. Becca decide fazer um documentário sobre essa visita e espera que a iniciativa possa servir como catalisadora para curar as feridas que todos os envolvidos nesse drama familiar ostentam.

A opção pelo found footage oxigena o cinema de Shyamalan, que surge mais econômico. O humor é outro ponto alto da fita e o jovem Ed Oxenbould, cujo personagem tem aspirações no universo rap, responde pelos melhores, e também surpreendentes, momentos da fita.

É Tyler quem percebe que há algo de errado com seus avós, o que Becca credita apenas a velhice. Shyamalan brinca com as percepções possíveis diante do quadro que apresenta; sempre filtrado pelas lentes de Becca. Trata-se de um exercício de linguagem interessantíssimo, em que a mise-em-scène vai ganhando camadas a partir das imagens brutas de Becca.

O que não quer dizer que Shyamalan renuncie a sua característica pretensão. Mas há mais poesia nela em “A Visita”. De certa forma, ele pede perdão pelos equívocos do passado e intui que o público o perdoara com este bom filme. Pretensioso, mas não deixa de ser verdadeiro também. É bom ver Shyamalan de volta!

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Filmes, Notícias | 13:03

Confira trailer e cartaz nacionais de “Zoolander 2”

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A Paramount divulga o trailer oficial para o Brasil de “Zoolander 2” e o cartaz nacional do filme, que tem estreia prevista para 3 de março de 2016. O filme é dirigido e estrelado por Ben Stiller que, depois de 15 anos da estreia do primeiro, retorna como o modelo Derek Zoolander. Também será possível ver novamente Owen Wilson no papel de Hansel e Will Ferrell como Mugatu. O elenco ainda inclui nomes como Penélope Cruz, Kristen Wiig, Benedict Cumberbatch e Justin Bieber.

Zoolander 2

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015 Filmes, Listas | 18:23

Cahiers du Cinéma e Sight & Sound divulgam listas de melhores filmes de 2015

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Duas das mais respeitadas revistas de cinema do mundo divulgaram nesta sexta-feira (27) suas listas de melhores produções do ano. Para a francesa Cahiers du Cinéma, “Mia Madre”, de Nanni Moretti, foi o melhor filme de 2015. Já a inglesa Sight & Sound elegeu “A Assassina”, de Hsiao-Hsien Hou, a melhor produção do ano. Ambas as fitas debutaram no festival de Cannes em maio e ainda não estrearam no Brasil.

Como era de se esperar de publicações que pensam o cinema como arte, há a predominância de grandes autores na lista. Há mais americanos na lista da Sight & Sound, que elaborou um ranking com 20 filmes e os europeus imperam na lista da Cahiers du Cinéma. George Miller, com “Mad Max: Estrada da Fúria”, e Paul Thomas Anderson, com “Vício Inerente”, conseguiram entrar nas duas listas.

Cena do italiano "Mia Madre"

Cena do italiano “Mia Madre”

Lista da Cahiers du Cinéma
1. Mia Madre (Nanni Moretti)
2. Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul)
3. In the Shadow of Women (Philippe Garrel)
4. O Cheiro da Gente (Larry Clark)
5. Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller)
6. Jauja (Lisandro Alonso)
7. Vício Inerente (Paul Thomas Anderson)
8. As Mil e Uma Noites (Miguel Gomes)
9. The Summer of Sangaile (Alante Kavaite)
10. Para o Outro Lado (Kiyoshi Kurosawa)

O épico de ação de George Miller, "Estrada da Fúria", emplacou nas duas listas

O épico de ação de George Miller, “Estrada da Fúria”, emplacou nas duas listas

Lista da Sight & Sound
1. A Assassina (Hsiao-hsien Hou)
2. Carol (Todd Haynes)
3. Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller)
4. As Mil e Uma Noites (Miguel Gomes)
5. Cemitério de Esplendor (Apichatpong Weerasethakul)
6. No Home Movie (Chantal Akerman)
7. 45 Anos (Andrew Haigh)
8. O Filho de Saul (László Nemes)
9. Amy (Asif Kapadia)
9. Vício Inerente (Paul Thomas Anderson)
11. Anomalisa (Charlie Kaufman e Duke Johnson)
11. Corrente do Mal (David Robert Mitchell)
13. Phoenix (Christian Petzold)
14. Garotas (Céline Sciamma)
14. Hard to Be a God (Aleksei German)
14. Divertida Mente (Pete Docter)
14. Tangerina (Sean Baker)
14. Taxi Teerã (Jafar Pahani)
19. Cavalo Dinheiro (Pedro Costa)
19. The Look of Silence (Joshua Oppenheimer)

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sábado, 21 de novembro de 2015 Críticas, Filmes | 09:54

“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” mistura comédia teen e carnificina

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Foto: divulgação

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Que os zumbis reinam há algum tempo no coração da cultura pop não é novidade nenhuma, mas fazer uma sátira de filmes zumbis parecia uma ideia fora do lugar depois do sucesso de “Zumbilândia” (2009), que de certa forma pavimentou toda a realidade que testemunhamos em meio ao culto à série “The Walking Dead”.

“Como Sobreviver a um ataque zumbi”, no entanto, não se subscreve como uma simples sátira. O filme de Christopher Landon abarca a sátira, mas brinca com outros preceitos do filme jovem como ritos de amadurecimento e o valor da amizade. Nesse sentido, ainda que “Zumbilândia” seja um paralelo óbvio, o filme também parelha com fitas como “Superbad – É hoje” (2007) e “Anjos da Lei” (2012), promovendo um interessante e bem-vindo mix de influências.

No filme, os amigos Ben (Tye Sheridan), Carter (Logan Miller) e Augie (Joey Morgan), que são escoteiros desde crianças, se veem às voltas com uma invasão zumbi na pequena cidade em que vivem e precisam por em prática alguns de seus conhecimentos de escoteiros para sobreviver. Adicione à bagunça  stripers zumbis, piadas escatológicas, alguma insinuação sexual e bastante nojeira e você vai ter um dos filmes mais divertidos da temporada.

Tye Sheridan, que surgiu para o mundo como o filho de Brad Pitt e Jessica Chastain em “A árvore da vida” segura bem o protagonismo da fita e, depois de mandar bem nos filmes “Lugares Escuros” (2015) e “Amor Bandido” (2012), exibe uma versatilidade que já lhe garante mais pujança do que o rótulo de promessa. Trata-se de um ator em plena faculdade de seu talento.

 

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015 Bastidores, Filmes, Notícias | 19:04

Confira vídeo com bastidores do estrelado “A Grande Aposta”

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A grande apostaChristian Bale, Steve Carell, Brad Pitt e Ryan Gosling contra os grandes conglomerados financeiros. Posto de maneira vulgar, este é o mote de “A Grande Aposta”, que a Paramount lança nos cinemas brasileiros em 14 de janeiro de 2016. Dirigido por Adam McKay, o filme é uma adaptação de “A jogada do século: The Big Short”, de Michael Lewis, mesmo autor das obras que deram origem aos filmes “Um Sonho Possível” e “Moneyball – o  Homem que Mudou o Jogo”.

“A Grande Aposta” conta a trajetória de quatro homens fora do mercado financeiro que perceberam de antemão o que os grandes bancos, a mídia e o governo não conseguiram prever: a crise econômica que abateu os Estados Unidos em 2008. Eles então fizeram uma série de investimentos para lucrar com a ruína do sistema. Uma história tão extraordinária que merecia a atenção de Hollywood. Trata-se de uma das apostas do estúdio para o próximo Oscar.

Confira o featture legendado abaixo:

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