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Arquivo da Categoria Filmes

quarta-feira, 22 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 23:08

Vaza lista com os cinco atores cotados para viver o novo Homem-Aranha

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Nas próximas duas ou três semanas, Marvel e Sony devem decidir quem será o intérprete do novo Homem-Aranha no cinema. O anúncio oficial deve ocorrer pouco depois disso. Já se sabia que o objetivo era um ator jovem, uma vez que o novo Aranha/Peter Parker ainda estará no colégio. Pois bem, o site The Wrap obteve a lista dos cinco atores que estão cotados para o papel. Segundo as fontes do The Wrap, nenhum dos atores foi testado ou contatado. São descritos como “fortes concorrentes” ao papel. São eles: Asa Butterfield (“A invenção de Hugo Cabret”, Ender´s game – o jogo do exterminador”), Timothee Chalamet (“Interestelar”), Tom Holland (“O impossível”), Nat Wolf (“Cidades de papel” e “A culpa é das estrelas”) e Liam James (“2012” e “O verão da minha vida”).

Butterfield (18 anos) é o mais conhecido dos cinco e já constava das apostas preliminares de novos nomes para vestir o uniforme do Aranha. A seu favor, tem o fato de já ter estrelado blockbusters como protagonista.  Tom Holland (18 anos) já provou ser bom ator e os outros só tiveram pequenas participações em filmes e séries. Nat Wolf (20 anos) deve ganhar popularidade com o vindouro “Cidades de papel”, adaptado do mesmo John Green de “A culpa é das estrelas”.

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf
(Foto: montagem/reprodução)

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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Análises, Filmes, Notícias | 22:08

O que o primeiro trailer de “Batman vs Superman – a origem da Justiça” tem a dizer?

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“Talvez ele seja apenas um cara tentando fazer a coisa certa”. “As pessoas estão tão abismadas com o questionamento do que ele pode fazer que ninguém perguntou o que ele realmente deveria fazer”. Essas são frases soltas no início do primeiro, aguardadíssimo e oficial trailer de “Batman vs Superman – a origem da Justiça” que tem como objetivo ambientar o estado das coisas depois da acachapante revelação de que um ser tão poderoso como o Superman está entre nós. O filme, convém lembrar, segue a partir dos eventos mostrados em “O homem de aço” (2013). As imagens que surgem na tela demonstram que o homem de Krypton é objeto de culto e ódio em sincronia tão alarmante capaz de chamar a atenção de um herói fatigado e que já experimentara as duas faces dessa inglória trajetória. É aí que surge um grisalho Ben Afleck com a seguinte narração em off:  “É assim que começa! A febre, a raiva, o sentimento de impotência que tornam homens bons, cruéis”. Já há teorias se essa voz seria de Bruce Wayne ou de algum vilão. Darkseid está liderando as apostas!

O final do trailer oferta uma cena apoteótica com um Batman com traje reforçado indagando o homem de aço se ele sangra e ameaçando: “você irá”.

Sombrio, com forte influência da clássica HQ de Frank Miller “(O cavaleiro das trevas”), este primeiro trailer tem como objetivo fazer os fãs salivarem com um vislumbre do que o título do filme já enunciava desde que fora anunciado. Mas vai além. Desperta o interesse por uma trama, que se bem trabalhada, pode render maravilhas tanto em termos de ação e drama para o filme em si, como em repercussão para o universo DC em construção nos cinemas.

Incensado como Deus, Superman é adorado por mjuitos

Incensado como Deus, Superman é adorado por muitos

Soldados com símbolos do Superman em sua sombreiras se curvam ante o homem de aço

Soldados com símbolos do Superman em suas ombreiras se curvam ante o homem de aço

Superman também é alvo de desconfiança e revolta.  Uma estátua erguida em sua homenagem está pichada com os dizeres "Falso Deus"

Superman também é alvo de desconfiança e revolta. Uma estátua erguida em sua homenagem está pichada com os dizeres “Falso Deus”

Um grisalho Ben Affleck surge como um pensativo (e invejoso?) Bruce Wayne

Um grisalho Ben Affleck surge como um pensativo (e invejoso?) Bruce Wayne

O traje reforçado para enfrentar o homem de aço

O traje reforçado para enfrentar o homem de aço

A hora do confronto está chegando...

A hora do confronto está chegando…

 Confira o trailer

 

Dirigido por Zack Synder, “Batman vs  Superman – a origem da Justiça” chega aos cinemas em 25 de março de 2016.

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Filmes, Notícias | 19:32

“Velozes e furiosos 7” é o mais rápido filme a alcançar marca de U$ 1 bilhão nas bilheterias

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Cena de "Velozes e furiosos 7" (Foto: divulgação)

Cena de “Velozes e furiosos 7”
(Foto: divulgação)

Por essa nenhum vingador ou aluno de Hogwarts esperava. Depois do fim de semana acachapante de estreia no início do mês era imaginado que o sétimo filme da franquia se tornasse o primeiro da série a atingir a marca histórica do U$ 1 bilhão. Mas ninguém imaginava que essa marca seria alcançada tão rapidamente. O feito foi conquistado em 17 dias. Para efeito de comparação, “Avatar” (2009), “Os vingadores” (2012) e “Harry Potter e as relíquias da morte: parte II” levaram 19 dias para cruzar a fronteira do bilhão de dólares em arrecadação. Não obstante, a fita que marca a despedida definitiva do finado ator Paul Walker é a primeira do estúdio Universal a chegar ao clube do bilhão. É história em todas as frentes a que “Velozes e furiosos 7” está fazendo. Analistas da indústria estimam que o filme tenha gás para arrecadar algo em torno de U$1.5 bilhão no total.

Crítica: Para o bem ou para o mal, sentimento de família norteia “Velozes e furiosos 7”

 

“Nosso elenco, equipe, todos nós da Universal e da família ‘Velozes e furiosos’ merecemos reconhecimento por fazer de “Velozes e furiosos 7″ um sucesso tão grande e ansiamos por ver o filme continuar sua trajetória de sucesso”, disse ao The Hollywood Reporter  o presidente da distribuição doméstica da Universal, Nick Carpou.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 21:19

Rússia proíbe lançamento de filme americano sobre crimes na União Soviética

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Cena de "Crimes ocultos", filme banido da Rússia na véspera de sua estreia no país (Foto: divulgação)

Cena de “Crimes ocultos”, filme banido da Rússia na véspera de sua estreia no país
(Foto: divulgação)

As tensões entre Rússia e EUA podem até ter esfriado nos últimos meses, mas elas ainda persistem. O ministro da Cultura russo, Vladimir Medinsky, anunciou o banimento de “Crimes ocultos” (Child 44, EUA  2015), que seria lançado nesta quinta-feira nos cinemas do país. De acordo com a agência de notícias AP, o ministério entende ser “inadmissível” lançar um filme com “distorções históricas” durante a preparação para as celebrações de maio, que marcam os 70 anos do triunfo sobre a Alemanha nazista. No fim do ano passado, a Rússia já tinha expressado solidariedade à Coreia do Norte por conta de todo imbróglio entre o país governado por Kim Jong-un e os EUA provocado pelo lançamento do filme “A entrevista”.

“Crimes ocultos” é um thriller sobre um policial soviético (Tom Hardy) que investiga uma série de assassinatos de crianças em 1953. O filme, dirigido pelo sueco Daniel Espinosa do ótimo “Protegendo o inimigo” (2012), é adaptado do livro de Tom Rob Smith, cujo nome é emprestado pelo título original do filme.

A produção está prevista para estrear nos cinemas brasileiros em 21 de maio. Confira o trailer legendado abaixo.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Atores, Filmes, Listas | 19:04

Os melhores filmes de atores ruins

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Não há lista sem polêmica e todo apreciador de listas, e de polêmicas, sabe disso. O Cineclube eleva as apostas ao atrelar em uma mesma lista o rótulo de pior ao melhor. A lista em destaque tem como objetivo reconhecer os melhores filmes de atores ruins. Alguns atores são conhecidos do grande público, outros não. Em comum, todos têm o fato de serem constantemente questionados pela crítica. Os filmes pelos quais são lembrados aqui não só representam o ponto alto em matéria de interpretação alcançado por esses atores, como também são filmes bons em grande parte pelo trabalho deles. Um aparente paradoxo que, como toda lista, dá pano para manga.

 

“O advogado do Diabo” (EUA, 1997) – Keanu Reeves

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Keanu Reeves é um mau ator que conseguiu disfarçar suas deficiências dramáticas se refugiando na ação. Incensado a astro, tentou diversificar no cinema independente, mas jamais alcançou o êxito de outros atores desacreditados como Matthew McConaughey. No entanto, antes de “Matrix”, Reeves teve seus (bons) espasmos e o melhor deles é “O advogado do Diabo”. No filme que também é o melhor do irregular cineasta Taylor Hackford, Reeves convence como um advogado arrogante e brilhante que é assediado por ninguém menos que o Diabo. Al Pacino reclama nosso olhar para si, mas quem se predispuser a observar Reeves verá ali uma chama que infelizmente não se alastrou.

 

 “A vida é bela” (ITA, 1997) – Roberto Benigni 

A vida é bela

Roberto Benigni é um ator tão ruim que, em perspectiva, o Oscar conquistado pelo trabalho nesse belíssimo drama torna-se plenamente justificado. Emocionante e sensível, o registro de um pai que faz de tudo para maquiar os horrores da guerra para seu filho, mostra que no cinema como no futebol, todo perna de pau tem seu dia de artilheiro.

 

“Mata-me de prazer” (EUA, 2002) – Joseph Fiennes

mata-me de prazer

Não é fácil arranjar um filme bom estrelado por Joseph Fiennes, o irmão mais bonito, mas menos talentoso de Ralph Fiennes, que seja bom por causa dele. “Elizabeth”, “Círculo de fogo” e “Correndo com tesouras” são bons apesar dele. Mas esse thriller erótico que brinca com o prazer do sexo com asfixia, Fiennes faz um homem misterioso adepto da prática que vira do avesso a vida de uma mulher bem resolvida vivida por Heather Graham. Trata-se de uma boa atuação e muito do clima do filme se deve ao trabalho do ator.

 

 “Paranoia” (EUA, 2007) – Shia LaBeouf

Paranoia

Steven Spielberg certa vez disse que LaBeouf seria o próximo Tom Hanks e essa impressão veio logo depois do lançamento deste filme, um suspense despretensioso de ótima bilheteria lançado no mesmo ano do primeiro “Transformers”, que elevara LaBeouf ao status de astro. Foi, também, o primeiro filme protagonizado por ele que já vinha de pequenos papeis em “Constantine” (2005) e “Bobby” (2006). Aqui, o ator demonstra carisma e capacidade de trafegar entre os registros cômico e dramático com facilidade. Pena que o sucesso subiu à cabeça e LaBeouf jamais seria tão eficaz em cena novamente.

 

“A fúria” (EUA, 2007) – Christian Slater

A fúria

Veterano, Christian Slater esteve em ótimos filmes, mas todos eles independiam de sua presença. Em “A fúria” não é bem assim. Aqui Slater tem a chance de brilhar e o faz deixando toda a canastrice de lado. Na pele de um sujeito pacato que é ridicularizado pelos colegas de trabalho, o ator impressiona. Um belo dia seu personagem resolve levar uma arma para o trabalho para matar todo mundo, só que outra pessoa tem a mesma ideia e a põe em prática antes. Ele acaba salvando alguns colegas e passa a ser um herói. Promovido e paparicado, o sentimento de inadequação permanece. Grande filme e grande atuação.

 

 “Match point –ponto final” (INGL/ 2005) – Jonathan Rhys Meyers

match

O inglês foi uma escolha incomum de Woody Allen para essa releitura muito mais tensa e elaborada de “Crimes e pecados”, sobre um alpinista social cheio de charme que não mede esforços para vencer na vida. Depois de brilhar em “Match point”, Rhys Meyers foi descoberto por Hollywood e, afora o trabalho na série “The Tudors”, só decepcionou no cinema com atuações entre o risível e o lamentável.

 

 “Piratas do Caribe: a maldição do Perola negra” (EUA, 2003) – Orlando Bloom

Piratas do caribe

Se o galã inglês tivesse metade de talento do que tem de sorte, talvez fosse o Laurence Olivier de sua geração.  Presente em duas das mais lucrativas e influentes franquias do novo século (“Piratas do Caribe” e “O senhor dos anéis”), Bloom costuma ser o elo fraco de bons filmes como “Troia”, “Falcão negro em perigo” e “Cruzada”. Todos filmes que, entre outros objetivos, visavam impulsionar uma carreira que jamais decolou. Isso porque Bloom é ruim. Demais. Contudo, no primeiro “Piratas do Caribe”, sua química com Johnny Depp é avassaladora e ajuda a mascarar sua falta de carisma. Não é exatamente por sua atuação que esse filme é destacado, mas pelo resultado da combinação de sua atuação com a de Depp. Uma tecnicalidade que se faz necessária quando nada se salva na filmografia de um ator tão ruim como Bloom.

 

“Garota exemplar” (EUA, 2014) – Ben Affleck

Ben Affleck em "Garota exemplar": um casamento devassado

Ben Affleck em “Garota exemplar”: um casamento devassado

Ok, Ben Affleck não é exatamente ruim. Ele é mais vítima de má vontade do que exatamente ruim e está muito bem em vários filmes como “Fora de controle”, “Gênio indomável”, “Argo” e “Atração perigosa”, uma pequena amostra de quantos bons filmes ele estrelou ao longo de sua carreira. Mas essa pecha de mau ator pegou e talvez “Garota exemplar” seja Ben Affleck começando a superar este estigma. No filme de David Fincher, a inexpressividade do ator é usada para dar os contornos necessários ao marido suspeito de matar a esposa. Como o homem comum tragado para um redemoinho de sensacionalismo, o ator entrega uma atuação calibrada e cheia de insuspeitas nuanças.

 

 “127 horas” (EUA, 2010) – James Franco

127 horas

James Franco é um artista interessante. Multimidiático e disposto a expandir as fronteiras da arte, é o tipo de ator, roteirista, escritor, diretor e outras coisinhas mais que convém ficar de olho. Isso posto, como ator, Franco (ainda) deixa a desejar. Há bons momentos como em “Milk – a voz da igualdade” e “Segurando as pontas”, mas no geral o ator é inconstante e deficiente. “127 horas”, no entanto, é um filme cujo todo impacto depende exclusivamente da performance de Franco. De como o ator alcança a audiência e Franco é não menos que brilhante. Uma atuação poderosa que foi justamente distinguida com uma indicação ao Oscar e que mostra que Franco pode ainda não ter maturado, mas está no caminho certo.

 

 “Tá rindo do quê?” (EUA, 2009) – Adam Slander

tá rindo

Sempre contestado, Adam Sandler habitou-se a responder seus críticos com vultosas bilheterias. Isso já não acontece mais. Decadente, Sandler parece não cativar mais nem mesmo seu público fiel. Em “Tá rindo do quê?”, excelente comédia dramática de Judd Apatow, ele faz um comediante que descobre só ter um ano de vida e precisa lidar com a ingrata tarefa de preparar seu legado. Algo que Sandler, estranhamente e não literalmente, vivencia atualmente. Profético ou não, o filme apresenta a melhor performance do ator que permite que a metalinguagem corra solta na sua interação com o então astro em ascensão Seth Rogen. Menos dramático do que em filmes como “Reine sobre mim”, Sandler fala sério sem deixar o humor de lado.

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domingo, 12 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 21:00

Confira primeiro trailer de “Me and Earl and the dying girl”, vencedor do festival de Sundance 2015

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

A trama de “Me and Earl an the dying girl” acompanha um garoto que é forçado por sua mãe a fazer amizade com uma menina com câncer, e para animá-la resolve rodar um filme para ela, com a ajuda de seu melhor amigo. “Profundamente simples e ainda mais cativante”, anotou o The New York Times quando da exibição do filme em Sundance, em janeiro último.

A produção independente tem lançamento previsto para o dia 1º de julho nos EUA, mas ainda não tem data para ser lançada no Brasil. Os  últimos filmes amplamente festejados em Sundance, como “Boyhood – da infância à juventude” e “Whiplash- em busca da perfeição” tiveram campanha vitoriosa no Oscar e boa aceitação do público no Brasil.  Dirigido por Alfonso Gomez-Rejon (que tem bagagem a direção de episódios das séries “Glee” e “American Horror Story”), o filme é protagonizado por Thomas Mann (“Projeto X: Uma Festa Fora de Controle”) e Olivia Cooke (da série “Bates Motel”) .

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sábado, 11 de abril de 2015 Atores, Filmes | 19:32

“Vingadores: a era de Ultron” nem estreou e Robert Downey Jr. já pensa em “Capitão América: guerra civil”

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Os tambores já rufam e enquanto surgem as primeiras impressões da crítica americana sobre “Vingadores: a era de Ultron” – e elas são bem divididas – o elenco do filme está em plena divulgação do filme que analistas da indústria especulam deve fazer mais de U$ 200 milhões só em seu primeiro fim de semana de exibição nos EUA.

Downey Jr. encara Evans: o bicho vai pegar (Foto: reprodução/twitter)

Downey Jr. encara Evans: o bicho vai pegar
(Foto: reprodução/twitter)

Robert Downey Jr., no entanto, já pensa além. Ele postou há pouco em seu twitter uma foto em que encara Chris Evans, o intérprete do Capitão América, com Chris Hemsworth, o Thor em pessoa, fazendo careta ao fundo e provoca: “Guerra civil?”. O ator se refere, é claro, ao terceiro “Capitão América” que será lançado em 2016 e terá como principal mote o confronto entre Homem de ferro e Capitão América.  O filme será uma adaptação livre da saga homônima das HQS em que Tony Stark e Steve Rogers tem, a principio, um confronto de ideias que evolui para a briga mais física possível entre os dois heróis.

Stark defende que os heróis devem revelar sua identidade secreta e atuar subordinados ao governo americano, ideia que encontra resistência em Rogers.

Leia também: Robert Downey Jr. assina para estrelar “Capitão América 3” em nova fase da Marvel no cinema

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Filmes, Listas | 17:05

Os cinco melhores documentários musicais do século XXI mais um bônus

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Vêm aí uma saraivada de filmes sobre Rihanna, Amy Winehouse, Nirvana, entre outros. Registros históricos sobre músicos, bandas e a música em si sempre entorpeceram o cinema, mas a fase promete ser prolífica. Ciente dessa nova onda, a coluna preparou uma listinha para ir amaciando tanto quem gosta de cinema, como quem gosta de música. A lista pode ser apreciada, também, por quem gosta de um bom documentário investigativo.

Cena de "No direction home: Bob Dylan", um dos filmes fundamentais sobre música (Foto: divulgação)

Cena de “No direction home: Bob Dylan”, um dos filmes fundamentais sobre música
(Foto: divulgação)

5- “A um passo do estrelato” (2013)

Vencedor do Oscar, este doc ilumina a vida e trajetória de uma série de back vocals. Aqueles cantores que estão ali na esquina do estrelado, mas nunca o encontram. Mesmo, muitas vezes, sendo mais talentosos do que astros da música. O filme investiga a importância desses profissionais para músicas que idolatramos e busca entender como e por que eles se desviam de seus sonhos de fama e sucesso. Mick Jagger, Bruce Springsteen, Stevie Wonder e Sting são alguns dos (famosos) depoentes no filme.

 

4- “George Harrison: living in the material world” (2011)

Martin Scorsese não é um dos papas do cinema à toa e sua devoção à boa música se reflete não só nas certeiras trilhas sonoras de seus filmes, mas também na sua verve documental. Ele rodou alguns dos filmes mais importantes sobre a música e dois deles estão nesta lista. O primeiro é “George Harrison: living in the material World”. O doc de três horas e meia é uma desconstrução poderosa do “beatle quieto” como Harrison ficou conhecido. O filme cobre as fases pré e pós Beatles com mais interesse do que o período na banda. Tudo porque o norte de Scorsese é fazer um registro pessoal e não exatamente um tributo. Ainda que a bifurcação possa ser sentida, o espírito do filme é livre e contagiante.

 

3- “Procurando Sugar man” (2012)

Um cantor de folk tenta fazer sucesso no leste dos EUA, fracassa retumbantemente, vira ícone e influência na convulsionada politicamente África do Sul e desaparece do mapa completamente. O oscarizado documentário de Malik Bendjelloul ilumina esse personagem intrigante em todos os aspectos possíveis e imagináveis. Por que o fracasso em sua Detroit natal significou o sucesso em um país tão problemático como a África do Sul? Por que um grupo de fãs se lançou à busca de Sixto Rodriguez? Cinema de primeira qualidade e frequentemente surpreendente, “Procurando Sugar man” faz um elogio da boa música por meio do mais inusitado dos personagens.

 

2- “Joe Strummer:the future is unwritten” (2007)

Um olhar atordoante sobre o vocalista do The Clash, morto em 2002. O filme é um tributo ao incendiário e polêmico líder da banda de punk rock. Agregando material de arquivo com entrevistas esclarecedoras de ex-amantes, colegas, parceiros de bandas e admiradores como Bono, o diretor Julien Temple, que era amigo de Strummer, dá viço ao legado de um dos músicos mais criativos e problemáticos de sua geração. E adivinhe? Scorsese também dá as caras por aqui. Como admirador, é claro!

 

1-“No direction home: Bob Dylan” (2005)

Neste documentário crepuscular, Martin Scorsese confronta a lenda e o homem ao lançar os holofotes para o passado de Bob Dylan pelo olhar do próprio. Assistir a “No direction home” é uma experiência demolidora, mas bastante recompensadora. Scorsese perpassa a cultura americana da década de 60 de maneira sofisticada e abrilhanta ainda mais o enigma que é Bob Dylan. Obrigatório!

Bônus: “Metallica: some kind of monster” (2004)

O filme acompanha o processo de criação do oitavo disco de estúdio da banda, “St. Anger”. O documentário exibe um lado da banda que pode surpreender muitos fãs no mesmo compasso que vencer o preconceito de quem não se deixa aproximar do metal. É um filme de descobrimento. Da banda, que vai tateando seu novo trabalho, de sua base de fãs que conhece uma faceta que o marketing oculta e de quem não costuma se interessar por metal e der uma chance para o documentário. É um olhar cru para uma das maiores bandas de todos os tempos. Você pode até não querer ouvir Metallica depois, mas certamente vai entender muito mais sobre o processo criativo de uma banda tão grande e tão mal compreendida.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Críticas, Filmes | 19:43

“O garoto da casa ao lado” é exemplo do que se deve evitar nos suspenses

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A única maneira de sublinhar a falta de perfeição em Jennifer Lopez é ressaltar seu trabalho como atriz. Cantora bem-sucedida, empresária poderosa e mulher de forma física exuberante em plenos 45 anos, J.Lo persegue o êxito no ofício de atriz como se seu sucesso dependesse disso. Exageros à parte, ela alterna gêneros, busca trabalhar com nomes respeitáveis e até mesmo produz, caso deste inesquecível pelas razões erradas “O garoto da casa ao lado” (The boy next door, EUA 2015).

Dirigido por Rob Cohen, competente diretor responsável por exemplares dignos de nota no gênero da ação como “Velozes e furiosos” (2001) e “Daylight” (1996), a fita é um amontoado de clichês trabalhados de maneira apressada e dispersa. Cohen faz o que pode, mas o roteiro da estreante Barbara Curry é sofrível. Curry não tem o menor ritmo e dispensa qualquer traço de verossimilhança ao elaborar a crescente obsessão do jovem Noah (Ryan Guzman) por sua vizinha Claire (Jennifer Lopez), imersa em um casamento em crise com Garrett (John Corbett).

Foto: divulgação

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O que mais impressiona em “O garoto da casa ao lado” não é sua fidelidade aos clichês mais banais e enjoativos, mas a maneira atrapalhada com que eles são trabalhados pelo roteiro. Desde o grau de influência de Noah sobre o filho de Claire até uma cena lamentável com uma faca em que risos são provocados ao invés de tensão.

Ao optar por “O garoto da casa ao lado”, que sob muitos aspectos bebe da mesma fonte de “Nunca mais”, bom thriller de fundo conjugal estrelado pela atriz em 2002, Jennifer Lopez depõe contra os próprios esforços de se vender como uma atriz a ser levada a sério. No entanto, como celebridade, seu poder segue irrefreável. Prova disso é um filme ruim como “O garoto da casa ao lado” ser distribuído em amplo circuito comercial em diferentes países. Filmes muito melhores não veem a luz do dia mesmo com celebridades no topo do cartaz.

Admitindo este contexto, se o filme não ajuda, pouco atrapalha Jennifer Lopez, mas não evita a ratificação de uma máxima desabonadora: se um filme tem Jennifer Lopez, é ruim. Um exagero que nem toda a celebridade do mundo parece capaz de dirimir.

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terça-feira, 7 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 21:03

Nova comédia do diretor de “Gremlins” brinca com dificuldades de pôr fim a relação amorosa

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Os atores Anton Yelchin e Ashley Greene  em cena de "Burying the ex"  (Foto: divulgação)

Os atores Anton Yelchin e Ashley Greene em cena de “Burying the ex”
(Foto: divulgação)

O diretor de preciosidades oitentistas e outras tantas matinês saborosas como “Gremlins” (1984), “Meus vizinhos são um terror” (1989) e “Pequenos guerreiros” (1998) está com filme novo na praça. Trata-se de “Burying the ex”, ainda sem título oficial no Brasil. Em tradução literal seria algo como “Enterrando a ex”. O filme é estrelado por Anton Yelchin (“Star Trek” e “Loucamente apaixonados”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alexandra Daddario (“True Detective”).

Joe Dante é um especialista em um tipo de cinema raro na atualidade. Aquele de humor fértil, irreverente e politicamente incorreto. Em “Burying the ex”, Yelchin vive Max. Um jovem em lua de mel com a namorada até o momento em que ela vai morar com ele. A partir de então, a vida dele passa a ser um inferno. Ele cogita acabar com tudo, mas não sabe como abordá-la para tal. Um acidente trágico, porém, põe tudo em suspensão. Com a namorada morta, Max passa por um rápido luto e volta a desfrutar da solteirice. Só que ele não contava que a namorada morta continuaria andando sobre a Terra e disposta a manter a relação. O trailer, que pode ser conferido abaixo, é bem engraçado e dá pistas de que Dante ainda não perdeu a mão. O filme estreia nos EUA em junho. No Brasil, ainda não há previsão de estreia oficial.

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