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sexta-feira, 26 de junho de 2015 Curiosidades, Listas | 23:05

Revista elege os 100 melhores personagens da história do cinema

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A revista inglesa de cinema Empire, uma das mais tradicionais e pops do segmento, convocou seus leitores para uma eleição divertida. Eleger os 100 melhores personagens da história do cinema. Em listas assim, é natural a predominância de personagens pop, mas o top 10 tem pelo menos duas figuras egressas de produções cults. O cara, interpretado por Jeff Bridges, em “O grande Lebowski” e Tyler Durden, vivido por Brad Pitt, em “O clube da luta”. Outras curiosidades do top 10 são a presença de uma única personagem feminina,  de dois personagens vividos pelo ator Harrison Ford e da opção pelo “Coringa de Heath Ledger”, ao invés do personagem Coringa, já defendido por Jack Nicholson em outro filme.

Naturalmente, franquias de sucesso como Piratas do Caribe, 007 e Star Wars asseguraram seus célebres personagens na lista e muito bem posicionados.  Os 20 melhores personagens da história do cinema segundo os leitores da Empire podem ser conferidos abaixo. Para acessar a lista original basta clicar aqui. E quais são os seus personagens preferidos do cinema? Liste abaixo nos comentários.

Forrest Gump (“Forrest Gump – o contador de histórias”)

Forrest Gump (“Forrest Gump – o contador de histórias”)

Jules Winnfield (“Pulp Fiction”)

Jules Winnfield (“Pulp Fiction”)

Travis Bickle (“Taxi driver”)

Travis Bickle (“Taxi driver”)

Hans Gruber (“Duro de matar”)

Hans Gruber (“Duro de matar”)

Neo (“Matrix”)

Neo (“Matrix”)

Ferris Buller (“Curtindo a vida adoidado”)

Ferris Buller (“Curtindo a vida adoidado”)

T- 800 (“O exterminador do futuro”)

T- 800 (“O exterminador do futuro”)

Gollum (“O senhor dos anéis”)

Gollum (“O senhor dos anéis”)

John McCLane (“Duro de matar”)

John McCLane (“Duro de matar”)

James Bond (franquia 007)

James Bond (franquia 007)

Vito Corleone (“O poderoso chefão”)

Vito Corleone (“O poderoso chefão”)

Ellen Ripley (“Alien – o oitavo passageiro”)

Ellen Ripley (“Alien – o oitavo passageiro”)

Jack Sparrow (“Piratas do Caribe”)

Jack Sparrow (“Piratas do Caribe”)

The dude (“O grande Lebowski”)

The dude (“O grande Lebowski”)

– Indiana Jones ( “Os caçadores da arca perdida”)

– Indiana Jones ( “Os caçadores da arca perdida”)

Hannibal Lecter (“O silêncio dos inocentes”)

Hannibal Lecter (“O silêncio dos inocentes”)

Han solo (“Star Wars”)

Han solo (“Star Wars”)

O coringa de Heath Ledger (“Batman - O cavaleiro das trevas”)

O coringa de Heath Ledger (“Batman – O cavaleiro das trevas”)

Darth Vader (“Star Wars”)

Darth Vader (“Star Wars”)

Tyler Durden (“Clube da luta”) (Fotos: divulgação)

Tyler Durden (“Clube da luta”)
(Fotos: divulgação)

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Atores, Filmes, Listas | 19:04

Os melhores filmes de atores ruins

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Não há lista sem polêmica e todo apreciador de listas, e de polêmicas, sabe disso. O Cineclube eleva as apostas ao atrelar em uma mesma lista o rótulo de pior ao melhor. A lista em destaque tem como objetivo reconhecer os melhores filmes de atores ruins. Alguns atores são conhecidos do grande público, outros não. Em comum, todos têm o fato de serem constantemente questionados pela crítica. Os filmes pelos quais são lembrados aqui não só representam o ponto alto em matéria de interpretação alcançado por esses atores, como também são filmes bons em grande parte pelo trabalho deles. Um aparente paradoxo que, como toda lista, dá pano para manga.

 

“O advogado do Diabo” (EUA, 1997) – Keanu Reeves

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Keanu Reeves é um mau ator que conseguiu disfarçar suas deficiências dramáticas se refugiando na ação. Incensado a astro, tentou diversificar no cinema independente, mas jamais alcançou o êxito de outros atores desacreditados como Matthew McConaughey. No entanto, antes de “Matrix”, Reeves teve seus (bons) espasmos e o melhor deles é “O advogado do Diabo”. No filme que também é o melhor do irregular cineasta Taylor Hackford, Reeves convence como um advogado arrogante e brilhante que é assediado por ninguém menos que o Diabo. Al Pacino reclama nosso olhar para si, mas quem se predispuser a observar Reeves verá ali uma chama que infelizmente não se alastrou.

 

 “A vida é bela” (ITA, 1997) – Roberto Benigni 

A vida é bela

Roberto Benigni é um ator tão ruim que, em perspectiva, o Oscar conquistado pelo trabalho nesse belíssimo drama torna-se plenamente justificado. Emocionante e sensível, o registro de um pai que faz de tudo para maquiar os horrores da guerra para seu filho, mostra que no cinema como no futebol, todo perna de pau tem seu dia de artilheiro.

 

“Mata-me de prazer” (EUA, 2002) – Joseph Fiennes

mata-me de prazer

Não é fácil arranjar um filme bom estrelado por Joseph Fiennes, o irmão mais bonito, mas menos talentoso de Ralph Fiennes, que seja bom por causa dele. “Elizabeth”, “Círculo de fogo” e “Correndo com tesouras” são bons apesar dele. Mas esse thriller erótico que brinca com o prazer do sexo com asfixia, Fiennes faz um homem misterioso adepto da prática que vira do avesso a vida de uma mulher bem resolvida vivida por Heather Graham. Trata-se de uma boa atuação e muito do clima do filme se deve ao trabalho do ator.

 

 “Paranoia” (EUA, 2007) – Shia LaBeouf

Paranoia

Steven Spielberg certa vez disse que LaBeouf seria o próximo Tom Hanks e essa impressão veio logo depois do lançamento deste filme, um suspense despretensioso de ótima bilheteria lançado no mesmo ano do primeiro “Transformers”, que elevara LaBeouf ao status de astro. Foi, também, o primeiro filme protagonizado por ele que já vinha de pequenos papeis em “Constantine” (2005) e “Bobby” (2006). Aqui, o ator demonstra carisma e capacidade de trafegar entre os registros cômico e dramático com facilidade. Pena que o sucesso subiu à cabeça e LaBeouf jamais seria tão eficaz em cena novamente.

 

“A fúria” (EUA, 2007) – Christian Slater

A fúria

Veterano, Christian Slater esteve em ótimos filmes, mas todos eles independiam de sua presença. Em “A fúria” não é bem assim. Aqui Slater tem a chance de brilhar e o faz deixando toda a canastrice de lado. Na pele de um sujeito pacato que é ridicularizado pelos colegas de trabalho, o ator impressiona. Um belo dia seu personagem resolve levar uma arma para o trabalho para matar todo mundo, só que outra pessoa tem a mesma ideia e a põe em prática antes. Ele acaba salvando alguns colegas e passa a ser um herói. Promovido e paparicado, o sentimento de inadequação permanece. Grande filme e grande atuação.

 

 “Match point –ponto final” (INGL/ 2005) – Jonathan Rhys Meyers

match

O inglês foi uma escolha incomum de Woody Allen para essa releitura muito mais tensa e elaborada de “Crimes e pecados”, sobre um alpinista social cheio de charme que não mede esforços para vencer na vida. Depois de brilhar em “Match point”, Rhys Meyers foi descoberto por Hollywood e, afora o trabalho na série “The Tudors”, só decepcionou no cinema com atuações entre o risível e o lamentável.

 

 “Piratas do Caribe: a maldição do Perola negra” (EUA, 2003) – Orlando Bloom

Piratas do caribe

Se o galã inglês tivesse metade de talento do que tem de sorte, talvez fosse o Laurence Olivier de sua geração.  Presente em duas das mais lucrativas e influentes franquias do novo século (“Piratas do Caribe” e “O senhor dos anéis”), Bloom costuma ser o elo fraco de bons filmes como “Troia”, “Falcão negro em perigo” e “Cruzada”. Todos filmes que, entre outros objetivos, visavam impulsionar uma carreira que jamais decolou. Isso porque Bloom é ruim. Demais. Contudo, no primeiro “Piratas do Caribe”, sua química com Johnny Depp é avassaladora e ajuda a mascarar sua falta de carisma. Não é exatamente por sua atuação que esse filme é destacado, mas pelo resultado da combinação de sua atuação com a de Depp. Uma tecnicalidade que se faz necessária quando nada se salva na filmografia de um ator tão ruim como Bloom.

 

“Garota exemplar” (EUA, 2014) – Ben Affleck

Ben Affleck em "Garota exemplar": um casamento devassado

Ben Affleck em “Garota exemplar”: um casamento devassado

Ok, Ben Affleck não é exatamente ruim. Ele é mais vítima de má vontade do que exatamente ruim e está muito bem em vários filmes como “Fora de controle”, “Gênio indomável”, “Argo” e “Atração perigosa”, uma pequena amostra de quantos bons filmes ele estrelou ao longo de sua carreira. Mas essa pecha de mau ator pegou e talvez “Garota exemplar” seja Ben Affleck começando a superar este estigma. No filme de David Fincher, a inexpressividade do ator é usada para dar os contornos necessários ao marido suspeito de matar a esposa. Como o homem comum tragado para um redemoinho de sensacionalismo, o ator entrega uma atuação calibrada e cheia de insuspeitas nuanças.

 

 “127 horas” (EUA, 2010) – James Franco

127 horas

James Franco é um artista interessante. Multimidiático e disposto a expandir as fronteiras da arte, é o tipo de ator, roteirista, escritor, diretor e outras coisinhas mais que convém ficar de olho. Isso posto, como ator, Franco (ainda) deixa a desejar. Há bons momentos como em “Milk – a voz da igualdade” e “Segurando as pontas”, mas no geral o ator é inconstante e deficiente. “127 horas”, no entanto, é um filme cujo todo impacto depende exclusivamente da performance de Franco. De como o ator alcança a audiência e Franco é não menos que brilhante. Uma atuação poderosa que foi justamente distinguida com uma indicação ao Oscar e que mostra que Franco pode ainda não ter maturado, mas está no caminho certo.

 

 “Tá rindo do quê?” (EUA, 2009) – Adam Slander

tá rindo

Sempre contestado, Adam Sandler habitou-se a responder seus críticos com vultosas bilheterias. Isso já não acontece mais. Decadente, Sandler parece não cativar mais nem mesmo seu público fiel. Em “Tá rindo do quê?”, excelente comédia dramática de Judd Apatow, ele faz um comediante que descobre só ter um ano de vida e precisa lidar com a ingrata tarefa de preparar seu legado. Algo que Sandler, estranhamente e não literalmente, vivencia atualmente. Profético ou não, o filme apresenta a melhor performance do ator que permite que a metalinguagem corra solta na sua interação com o então astro em ascensão Seth Rogen. Menos dramático do que em filmes como “Reine sobre mim”, Sandler fala sério sem deixar o humor de lado.

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sábado, 11 de abril de 2015 Filmes, Listas | 17:05

Os cinco melhores documentários musicais do século XXI mais um bônus

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Vêm aí uma saraivada de filmes sobre Rihanna, Amy Winehouse, Nirvana, entre outros. Registros históricos sobre músicos, bandas e a música em si sempre entorpeceram o cinema, mas a fase promete ser prolífica. Ciente dessa nova onda, a coluna preparou uma listinha para ir amaciando tanto quem gosta de cinema, como quem gosta de música. A lista pode ser apreciada, também, por quem gosta de um bom documentário investigativo.

Cena de "No direction home: Bob Dylan", um dos filmes fundamentais sobre música (Foto: divulgação)

Cena de “No direction home: Bob Dylan”, um dos filmes fundamentais sobre música
(Foto: divulgação)

5- “A um passo do estrelato” (2013)

Vencedor do Oscar, este doc ilumina a vida e trajetória de uma série de back vocals. Aqueles cantores que estão ali na esquina do estrelado, mas nunca o encontram. Mesmo, muitas vezes, sendo mais talentosos do que astros da música. O filme investiga a importância desses profissionais para músicas que idolatramos e busca entender como e por que eles se desviam de seus sonhos de fama e sucesso. Mick Jagger, Bruce Springsteen, Stevie Wonder e Sting são alguns dos (famosos) depoentes no filme.

 

4- “George Harrison: living in the material world” (2011)

Martin Scorsese não é um dos papas do cinema à toa e sua devoção à boa música se reflete não só nas certeiras trilhas sonoras de seus filmes, mas também na sua verve documental. Ele rodou alguns dos filmes mais importantes sobre a música e dois deles estão nesta lista. O primeiro é “George Harrison: living in the material World”. O doc de três horas e meia é uma desconstrução poderosa do “beatle quieto” como Harrison ficou conhecido. O filme cobre as fases pré e pós Beatles com mais interesse do que o período na banda. Tudo porque o norte de Scorsese é fazer um registro pessoal e não exatamente um tributo. Ainda que a bifurcação possa ser sentida, o espírito do filme é livre e contagiante.

 

3- “Procurando Sugar man” (2012)

Um cantor de folk tenta fazer sucesso no leste dos EUA, fracassa retumbantemente, vira ícone e influência na convulsionada politicamente África do Sul e desaparece do mapa completamente. O oscarizado documentário de Malik Bendjelloul ilumina esse personagem intrigante em todos os aspectos possíveis e imagináveis. Por que o fracasso em sua Detroit natal significou o sucesso em um país tão problemático como a África do Sul? Por que um grupo de fãs se lançou à busca de Sixto Rodriguez? Cinema de primeira qualidade e frequentemente surpreendente, “Procurando Sugar man” faz um elogio da boa música por meio do mais inusitado dos personagens.

 

2- “Joe Strummer:the future is unwritten” (2007)

Um olhar atordoante sobre o vocalista do The Clash, morto em 2002. O filme é um tributo ao incendiário e polêmico líder da banda de punk rock. Agregando material de arquivo com entrevistas esclarecedoras de ex-amantes, colegas, parceiros de bandas e admiradores como Bono, o diretor Julien Temple, que era amigo de Strummer, dá viço ao legado de um dos músicos mais criativos e problemáticos de sua geração. E adivinhe? Scorsese também dá as caras por aqui. Como admirador, é claro!

 

1-“No direction home: Bob Dylan” (2005)

Neste documentário crepuscular, Martin Scorsese confronta a lenda e o homem ao lançar os holofotes para o passado de Bob Dylan pelo olhar do próprio. Assistir a “No direction home” é uma experiência demolidora, mas bastante recompensadora. Scorsese perpassa a cultura americana da década de 60 de maneira sofisticada e abrilhanta ainda mais o enigma que é Bob Dylan. Obrigatório!

Bônus: “Metallica: some kind of monster” (2004)

O filme acompanha o processo de criação do oitavo disco de estúdio da banda, “St. Anger”. O documentário exibe um lado da banda que pode surpreender muitos fãs no mesmo compasso que vencer o preconceito de quem não se deixa aproximar do metal. É um filme de descobrimento. Da banda, que vai tateando seu novo trabalho, de sua base de fãs que conhece uma faceta que o marketing oculta e de quem não costuma se interessar por metal e der uma chance para o documentário. É um olhar cru para uma das maiores bandas de todos os tempos. Você pode até não querer ouvir Metallica depois, mas certamente vai entender muito mais sobre o processo criativo de uma banda tão grande e tão mal compreendida.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Filmes, Listas | 21:34

Cinco filmes para assistir antes de “50 tons de cinza”

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É carnaval, mas um dos assuntos mais quentes do momento é a aguardadíssima adaptação cinematográfica do best-seller de E.L James. O filme entrou em cartaz nos cinemas nesta quinta-feira, mas vale a pena aproveitar o feriado prolongado – para quem não vai pular carnaval, é claro, e (re) ver esses cinco filmes antes de entrar no mundo de Christian Grey.

“9 e ½ semanas de amor” (EUA, 1986)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Quem já viu, sabe. Essa perola cult estrelada por Mickey Rourke no auge da beleza e Kim Basinger mais linda do que qualquer outra coisa no planeta é a grande referência de “50 tons de cinza” em sua encarnação cinematográfica. Para todos os efeitos, os parâmetros com que o filme será julgado foram estabelecidos pela fita oitentista assinada por Adrian Lyne. Não importa a ordem, a sensação depois de uma sessão de “50 tons de cinza” e “9 e ½ semanas de amor”  é de que você já terá visto esse filme antes.

 

“A bela da tarde” (França, Itália, Espanha, 1967)

A bela da tarde

Catherine Deneuve faz uma jovem rica, bonita e infeliz nesta obra-prima de Luis Buñuel. Insatisfeita no casamento, ela procura um bordel para que em todas as tardes possa travar experiências sexuais distintas e realizar seus desejos eróticos. À tarde ela busca o prazer que seu marido não lhe dá e à noite retorna à burocrata rotina do matrimônio.

 

“Parceiros da noite” (EUA, 1980)

Parceiros da noite

Al Pacino vive um policial que se infiltra na cena gay nova-iorquina para investigar uma série de assassinatos de homossexuais. O filme foi censurado à época de seu lançamento e teve cenas passadas em clube de sadomasoquismo cortadas. É do mesmo diretor de “O exorcista” e do ultraviolento “Killer Joe – matador de aluguel”.

 

“Secretária” (EUA, 2002)

Secretária

James Spader vive outro Grey, um advogado que contrata uma moça (Maggie Gyllenhaal) recém-saída de um manicômio para ser sua secretária. Aos poucos eles vão estabelecendo uma dinâmica de dominação e submissão que revela uma incomum história de amor. Muito mais agudo nas cenas de erotismo e sexual em sua elaborações do que “50 tons de cinza”.

 

“Clube do fetiche” (Inglaterra, 1998)

clube do fetiche

O parlamento inglês promove um cerco contra clubes de sexo e fetichismo de Londres. Um membro do parlamento envia um jovem para investigar de dentro os bastidores desses clubes e acaba por se deliciar com seus relatos picantes. O bom filme inglês é um petardo contra a hipocrisia de muitos conservadores e o embuste que se ergue quando o tema é sexo.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Curiosidades, Listas | 19:11

21 inutilidades sobre Hollywood, seus filmes e estrelas que você não precisaria saber, mas não vai resistir à curiosidade

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1 – Os dementadores dos livros e filmes de “Harry Potter” são símbolos da depressão da autora J.K. Rowling

2 – “Toy Story” se chamaria “Toyz in the hood”

3 – George Lucas e Steven Spielberg são responsáveis por sete das dez maiores bilheterias da década de 80

4 – Brad Pitt se hospedou em um hospício durante um fim de semana para se preparar para seu papel em “12 macacos” (1995). Foi indicado ao Oscar pela atuação.

5 – Tobey Maguire quase ficou de fora de “Homem-aranha 3”. A Sony já tinha um pré-contrato com Jake Gyllenhaal para assumir o papel de Peter Parker. A remota semelhança entre os atores fez com que eles interpretassem irmãos em “Entre irmãos” (2009).

6- Rachel McAdams e Ryan Gosling nasceram no mesmo hospital na cidade de Ontario, no Canadá. Eles se envolveriam romanticamente durante as gravações de “Diário de uma paixão” (2004).

Cena de "Diário de uma paixão" (2004)

Cena de “Diário de uma paixão” (2004)

7 – Christopher Nolan disse que todos os filmes de sua trilogia do Batman têm um tema em particular. O primeiro seria sobre o medo. O segundo, sobre caos; e o terceiro, dor.

8 – Angelina Jolie já admitiu em uma entrevista, à época em que recebeu seu Oscar por “Garota interrompida” (1999) ter comido baratas e desejo sexual por seu irmão

9 – Johnny Depp jamais assiste aos filmes que estrela

10 –  O nome do meio de Richard Gere é Tiffany

11 – Daniel Craig, o James Bond em pessoa, tem medo de empunhar armas

12 – Bill Murray foi o primeiro ator a ter um dia dedicado só a ele no Festival Internacional de Cinema de Toronto. A honraria aconteceu em 2014

13 – O ator James Woods tem um Q.I de 180, maior do que Stephen Hawking (160) e Albert Einstein (160). Mas nunca ganhou um Oscar

14 – Tem algo da Starbucks em toda cena de “Clube da luta”

15 – O quinto filme da franquia Rambo terá o subtítulo “Last blood”. O primeiro teve o subtítulo “First blood”. Será que vai ser o último mesmo? Larga o osso, Sly!

craig

O 007 não gosta de armas…

16 – Tom Hiddleston, além do inglês, fala fluentemente alemão, espanhol e francês; e arranha o russo.

17 – “Frozen” foi baixado ilegalmente mais de 30 milhões de vezes em 2014. E nem mesmo foi o filme mais pirateado do ano. O troféu ficou com “O lobo de Wall Street”

18 – Emily Blunt recusou o papel de Mulher-gato em “Batman: o cavaleiro das trevas ressurge”

19 – Toda vez que John Travolta vai ao banheiro em “Pulp Fiction- tempo de violência” (1994) algo ruim acontece

20 – Chris Pratt costumava morar em uma van antes de vingar como ator

21 – O título russo de “O lado bom da vida” (2012) é “Meu namorado é um psicopata”.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Curiosidades, Listas | 20:43

E se os pôsteres dos filmes indicados ao Oscar fossem sinceros?

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A brincadeira é anual. Todo ano, religiosamente, o site The shiznit promove uma desconstrução de algumas produções indicadas ao Oscar com muito cinismo e humor negro. O Cineclube apresenta a safra deste ano que traz “sinceridade” aos cartazes dos filmes que pleiteiam o Oscar.

"A crise do cavaleiro das trevas" na chamada de "Birdman" abre para a provocação: "você capturou o gancho do Batman"?

“A crise do cavaleiro das trevas” na chamada de “Birdman” abre para a provocação: “você capturou o gancho do Batman”?

"A teoria de tudo" seria vendido como "o desafio da deficiência motora" pois, afinal, o amor é a maior ciência de todas...

“A teoria de tudo” seria vendido como “o desafio da deficiência motora” pois, afinal, o amor é a maior ciência de todas…

"A biografia do desafio racial" renomearia o filme "Selma" porque se você não gostar do filme, você basicamente odeia os negros...

“A biografia do desafio racial” renomearia o filme “Selma” porque se você não gostar do filme, você basicamente odeia os negros…

Não poderia faltar, claro, a "desafiadora biografia gay", como seria rebatizado "O jogo da imitação", cujo principal predicado seria "o melhor momento de Benedict Cumberbatch como ator"

Não poderia faltar, claro, a “desafiadora biografia gay”, como seria rebatizado “O jogo da imitação”, cujo principal predicado seria “o melhor momento de Benedict Cumberbatch como ator”

 

"Steve Carell interpretando Robin Williams em 'Retrato de uma obsessão" anuncia "Mania de wrestler", como "Foxcatcher" deveria se chamar

“Steve Carell interpretando Robin Williams em ‘Retrato de uma obsessão” anuncia “Mania de wrestler”, como “Foxcatcher” deveria se chamar

"Piranhas egoístas" anuncia o cartaz para "Garota exemplar". O slogan não faz cerimônia ao cravar que "esses dois idiotas se merecem"

“Piranhas egoístas” anuncia o cartaz para “Garota exemplar”. O slogan não faz cerimônia ao cravar que “esses dois idiotas se merecem”

"Sniper americano" deveria se chamar "Vídeo de recrutamento do exército"  com a devida aprovação do partido Republicano...

“Sniper americano” deveria se chamar “Vídeo de recrutamento do exército” com a devida aprovação do partido Republicano…

E se "O abutre" realmente se chamasse "TMZ: o filme"  teria melhor bilheteria? O slogan apavora: "Scarface para paparazzi"

E se “O abutre” realmente se chamasse “TMZ: o filme” teria melhor bilheteria? O slogan apavora: “Scarface para paparazzi”

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Curiosidades, Listas | 05:00

Você sabia? Confira dados e estatísticas do Oscar 2015

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“Selma” é o concorrente a melhor filme com menos indicações; apenas duas

 

Alejandro González Iñarritu, Richard Linklater e Wes Anderson concorrem aos mesmos três Oscars. Eles foram indicados à direção, roteiro original e produção do ano. Haja rivalidade!

 

Além da indicação para melhor ator, Bradley Cooper também está indicado como produtor por “Sniper americano”

 

“Birdman” é o filme com mais indicações para elenco. São três. Edward Norton e Emma Stone, como coadjuvantes, e Michael Keaton, como melhor ator

 

Duas atrizes naturalmente ruivas concorrem ao Oscar. Além de Emma Stone, Julianne Moore

 

Julianne Moore, favorita entre as atrizes: o ano das ruivas?  (foto: reprodução/Instyle)

Julianne Moore, favorita entre as atrizes: o ano das ruivas?
(foto: reprodução/Instyle)

O braço independente da Fox, a Fox Searchlight, é o estúdio com mais indicações no ano. São 20 no total. Nove de “O Grande Hotel Budapeste”, nove de “Birdman” e mais duas de “Livre”

 

26 anos tem Emma Stone, a mais jovem entre todos os atores indicados no ano

 

84 anos tem Robert Duvall, o mais velho entre todos os atores indicados em 2015

 

O diretor de fotografia Roger Deakins conquistou sua 12ª nomeação pelo trabalho realizado em “Invencível”. Ele se torna o profissional vivo de seu ofício com mais indicações ao Oscar. É, também, um dos maiores perdedores do Oscar em qualquer categoria que se analise

Roger Deakins no set de "007 - skyfall": será que este é o ano dele?  (Foto: divulgação)

Roger Deakins no set de “007 – skyfall”: será que este é o ano dele?
(Foto: divulgação)

 

Já o mexicano Emmanuel Lubezki pode ser tornar o primeiro diretor de fotografia a vencer o Oscar de maneira consecutiva desde os triunfos de John Toll em 1995, por “Lendas da paixão” e 1996, por “Coração valente”.  Ele concorre neste ano por “Birdman” e venceu em 2014 por “Gravidade”.

 

No momento em que os indicados ao Oscar foram conhecidos, a bilheteria somada dos concorrentes nos EUA é de U$ 201 milhões. É a menor desde que a categoria passou a ter mais de cinco filmes em 2010

 

A última vez que um ator foi indicado ao Oscar  na categoria de melhor ator sem ser lembrado em nenhuma premiação periférica, tal como Bradley Cooper por “Sniper americano” também foi por um filme dirigido por Clint Eastwood. Foi o próprio Eastwood por “Menina de ouro” em 2005

 

Jennifer Aniston foi esnobada pelo Oscar depois de emplacar indicações nos termômetros Globo de Ouro, SAG e Critic´s Choice Awards. A última atriz a experimentar esse gosto amargo foi Angelina Jolie (quem diria!) por “O preço da coragem” (2008). Naquele ano, a vaga também fora roubada por Marion Cottilard que venceria por “Piaf – um hino ao amor”

Angie e Jen: o destino insiste em aproximá-las (Foto: reprodução/Eonline)

Angie e Jen: o destino insiste em aproximá-las
(Foto: reprodução/Eonline)

O diretor Bennett Miller mantém acesa uma tocha no Oscar. Pelos três filmes que dirigiu, ele conseguiu indicações para as categorias de atuação principal e coadjuvante. Em 2006 para Phillip Seymour Hoffman e Catherine Keener por “Capote”; em 2012 para Brad Pitt e Jonah Hill por “O homem que mudou o jogo” e agora para Steve Carell e Mark Ruffalo por “Foxcatcher”

 

E Bennett Miller é o primeiro diretor nomeado ao Oscar que não tem seu filme indicado a melhor filme desde que a categoria passou a receber mais de cinco indicados e este título “honroso” é irreversível

 

“Virunga” tornou-se o segundo documentário produzido pela Netflix indicado ao Oscar. Em 2014 “The square” concorreu ao prêmio

 

Mark Ruffalo e Edward Norton, rivais na categoria de ator coadjuvante, se notabilizaram por terem interpretado o personagem Hulk no cinema. Norton em “O incrível Hulk” e Ruffalo em “Os vingadores” e na sequência programada para abril deste ano

 

Os festivais ditam o Oscar. “Birdman” estreou em Veneza; “O Grande hotel Budapeste” em Berlim; “Whiplash e “Boyhood” em Sundance; “O jogo da imitação” e “A teoria de tudo” em Toronto; apenas “Selma” e “Sniper americano” não estrearam em festivais de cinema

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Bastidores, Listas | 12:50

Dez curiosidades sobre a lista dos indicados ao Oscar 2015

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1 – As acusações de racismo e misoginia estão à esquina. Não há nenhum negro entre os 20 indicados nas categorias de atuação. Assim como não há nenhuma mulher indicada nas categorias de direção e roteiro. Isso em um ano em que haviam concorrentes badaladas como Angelina Jolie (“Invencível”) e Ava Duvernay (“Selma”), entre diretores, e Gillian Flynn (“Garota exemplar”) entre as roteiristas

2 – Meryl Streep ampliou o próprio recorde e chegou a sua 19ª indicação ao Oscar pelo papel de bruxa má em “Caminhos da floresta”.  É também sua sexta indicação em oito anos. Assim como Bradley Cooper, ela também concorreu ao prêmio em 2014

Meryl Streep em "Caminhos da floresta": ampliando um recorde já considerado inalcançável

Meryl Streep em “Caminhos da floresta”: ampliando um recorde já considerado inalcançável

3 – A primeira vez que Robert Duvall, de 84 anos, foi indicado ao Oscar foi em 1973 por “O poderoso chefão”, trata-se da maior distância entre a primeira e a mais recente indicação entre todos os concorrentes do ano. Além disso, se Duvall vencer pelo papel de coadjuvante em “O juiz” se sagrará o ator mais velho a ganhar um Oscar competitivo, superando Christopher Plummer que venceu na mesma categoria aos 82 anos por “Toda forma de amor”

4 – Não há nenhum filme na disputa do chamado big Five, os cinco principais prêmios (filme, direção, atriz, ator e roteiro). A produção que chegou mais perto disso foi “A teoria de tudo”, mas o diretor James Marsh não emplacou entre os diretores

5- Nove dos 20 atores indicados estão concorrendo ao Oscar pela primeira vez. A categoria com mais debutantes é a de ator, com as estreias de Steve Carell, Michael Keaton, Benedict Cumberbatch e Eddie Redmayne. Trata-se, também, da única categoria em que nenhum concorrente é vencedor prévio do Oscar.

6- Morten Tyldum, de “O jogo da imitação” é o primeiro diretor norueguês indicado ao Oscar da categoria

7 – O compositor francês Alexandre Desplat concorre duplamente ao Oscar pelas composições das trilhas originais dos filmes “O jogo da imitação” e “O grande hotel Budapeste”. É o terceiro ano consecutivo em que concorre e vai ser difícil não ganhar desta vez.  Já foram seis indicações e nenhuma vitória

8 – Quatro dos concorrentes a melhor filme são histórias originais para cinema (“Birdman”, Boyhood” , “O Grande hotel Budapeste” e “Selma”)

9 – Laura Dern (“Livre”) não era indicada ao Oscar desde 1992, quando concorreu a melhor atriz por “As noites de Rose”. No ano passado, seu pai, Bruce Dern, que também não era indicado ao Oscar por quase 30 anos, concorreu ao prêmio por “Nebraska”

Laura Dern e seu pai, Bruce: o Oscar como assunto de família  (Fotos: divulgação e Getty)

Laura Dern e seu pai, Bruce: o Oscar como assunto de família
(Fotos: divulgação e Getty)

10 – Dos 20 atores indicados, seis não são americanos: Marion Cottilard (França), Rosamund Pike (Inglaterra), Felicity Jones (Inglaterra), Keira Knightley (Inglaterra), Eddie Redmayne (Inglaerra) e Benedict Cumberbatch (Inglaterra)

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 Filmes, Listas | 17:52

Quinze filmes obrigatórios para assistir em 2015

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A esta altura do campeonato, o leitor já deve ter esbarrado com um sem-número de previews para os filmes de 2015. É lógico que mal podemos esperar pelo novo Star Wars, para ver o que Ultron aprontará com os vingadores, para retornar ao parque dos dinossauros e ver se franquias como Exterminador do futuro e Mad Max ainda têm lenha para queimar. Mas a proposta deste breve e inusitado preview 2015 aqui do Cineclube é listar filmes, alguns já banhados em expectativas outros ainda abaixo do radar, que merecem sua atenção ao longo do ano. Tratam-se de filmes que prometem ir além do hype. Seja no diálogo com o público, no vigor narrativo ou na originalidade da proposta.

 

“The intern”, de Nancy Meyers

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: reprodução/splash news

Foto: reprodução/splash news

Trata-se do novo filme da diretora de “Simplesmente complicado” (2009) e “Alguém tem que ceder” (2003). Meyers faz filmes sobre relacionamentos maduros como poucas pessoas em Hollywood e agora se experimenta com essa trama em que um site de moda comandado por Anne Hathaway, de volta ao tema depois do sucesso “O diabo veste Prada”, contrata um estagiário na terceira idade, papel de Robert De Niro. É intrigante ver como o humor refinado de Meyers servirá a essa premissa de comédia rasgada.

 

“Rock the kasbah”, de Barry Levinson

Previsão de estreia: 1º semestre

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Depois de dois filmes com Al Pacino (“You don´t know Jack” e “O último ato”), Barry Levinson, diretor de perolas como “Bugsy” e “Mera coincidência”, recruta Bill Murray para protagonizar um filme sobre os descalabros da indústria musical. A trama se concentra na batalha pela representação da carreira de uma jovem prodígio afegã. O elenco ainda conta com Bruce Willis, Zooey Deschanel, Kate Hudson e Danny McBride.

 

“Trainwreck”, de Judd Apatow

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: reprodução/MTV

Foto: reprodução/MTV

Imagine um elenco tão heterodoxo como esse formado por Daniel Radcliffe, Brie Larson, Tilda Swinton, Marisa Tomei, Bill Hader, o jogador de basquete Lebron James e Ezra Miller. Trata-se da nova comédia do homem por trás da última grande fase da comédia americana e diretor de filmes como “O virgem de 40 anos” e “Ligeiramene grávidos”. Aqui, no entanto, Apatow não dirige roteiro de sua própria autoria. O texto é de Amy Schumer, que também integra o elenco do filme, apontada como o expoente da nova safra do humor americano.

 

“Crimson Peak”, de Guillermo Del Toro

Previsão de estreia: 16 de outubro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

É o retorno do aclamado cineasta mexicano às suas raízes no gênero do terror. Com a promessa  de um visual tão delirante quanto impactante, o filme vai mostrar como uma tragédia familiar afeta uma escritora que está prestes a se casar. Teria seu marido contato com o sobrenatural? Seria a casa assombrada? Como se trata de um filme de Del Toro, o horror pode ser psicológico, mas as soluções visuais devem ser arrebatadoras.  O elenco matador tem nomes como Tom Hiddleston, Jessica Chastain e Mia Wasikowska.

“Velozes e furiosos 7”, de James Wan

Previsão de estreia: 2 de abril

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Não se trata apenas de se despedir de Paul Walker, morto de maneira trágica em novembro de 2013, mas de um filme que reúne todos os ingredientes para ser o melhor da franquia. A começar por agregar o casca-grossa Jason Statham ao time que já conta com Vin Diesel e Dwyane “The Rock” Johnson. Segundo porque James Wan, diretor hábil na construção de narrativas (são dele o primeiro “Jogos mortais” e o recente hit “Invocação do mal”), debuta na série.

 

“Black Mass”, de Scott Cooper

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Johnny Depp, que vinha numa curva decadente na carreira, tem alguns projetos interessantes para serem lançados em 2015. Um deles é essa drama criminal inspirado em fatos reais em que faz um violento assassino que vira informante do FBI para desbaratar a máfia irlandesa em Boston. Kevin Bacon, Benedict Cumberbatch, Sienna Miller, Joel Edgerton, Juno Temple e Peter Sarsgaard completam o estrelado elenco. Não é nenhum exagero considerar o filme de Scott Cooper (“Coração louco”) uma das apostas para o Oscar 2016.

 

“Tomorrowland: um lugar onde nada é impossível”, de Brad Bird

Previsão de estreia: 28 de maio

Foto/divulgação

Foto/divulgação

O filme da Disney assinado pelo diretor de “Os incríveis” promete ser a produção mais original do ano. Uma jovem cheia de curiosidade pela ciência acha um objeto capaz de transportá-la para uma realidade paralela criada por um ex-garoto prodígio, hoje um homem desiludido. Com Hugh Laurie como vilão, George Clooney na receita  e roteiro de um dos criadores de “Lost”, espera-se um filme infalível.

“Mapas para as estrelas”, de David Cronenberg

Previsão de estreia: 26 de fevereiro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Este estava prometido para 2014, mas Cronenberg sempre vale a espera. Uma sátira poderosa e cheia de esquisitices de Hollywood, assinada pelo diretor de obras como “A mosca”, “Crash – estranhos prazeres” e “Senhores do crime”. Por que esse filme ainda não estreou mesmo? Espere gente surtada, sexo, metalinguagem, referências e autoparódia. E Robert Pattinson, a quem interessar possa, claro.

 

“Vício inerente”, de Paul Thomas Anderson

Previsão de estreia: 19 de favereiro

Foto/divulgação

Foto/divulgação

Um detetive maconheiro na Los Angeles dos anos 70 perambula pela cidade investigando o sequestro de um bilionário a pedido de uma ex-namorada. Joaquin Phoenix estrela e Paul Thomas Anderson dirige. Precisa dizer mais?

 

“Ted 2”, de Seth Macfarlane

Previsão de estreia: 9 de julho

foto/divulgação

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Ainda não se sabe exatamente qual é o plot desta sequência. Mas quem se importa? “Ted” foi a última grande comédia americana. Radicalmente inteligente, altamente subversiva e ridiculamente engraçada, a fita de Seth Macfarlane foi o grande marco de 2012 no cinemão. A sequência ganha o reforço de Liam Neeson, Morgan Freeman e Amanda Seyfried. Não precisa repetir o feito do filme anterior, basta ser bom.

“Poltergeist”, de Gil Kenan

Previsão de estreia: 2º semestre

polterigist

Sam Raimi assume a posição de Steven Spielberg nessa reimaginação deste clássico do terror oitentista. Uma família é assombrada por espíritos. Mais não precisa falar. É ver como Raimi, que anda mais interessado do que nunca em revitalizar clássicos dos anos 80 para as novas gerações, vai tratar essa refilmagem. Desde já um dos guilty pleasures do ano.

“O agente da U.N.C.L.E”, de Guy Ritchie

Previsão de estreia: agosto

The man from uncle

Guy Ritchie retorna com essa estilosa adaptação de uma bem sucedida série de tv. Na trama, o improvável. A aliança entre CIA e KGB para impedir a expansão de uma organização criminosa que visa tomar o controle de armas nucleares. Os ingleses Henry Cavill, Hugh Grant, Jared Harris e até mesmo David Beckham estrelam.

St. James Place, de Steven Spielberg

Previsão de estreia: outubro

Foto: reprodução/Brooklynnews

Foto: reprodução/Brooklynnews

Steven Spielberg volta ao drama de espionagem, terreno em que se deu maravilhosamente bem com “Munique”, neste filme ainda provisoriamente intitulado “St. James Place”. Tom Hanks retoma a parceria com seu diretor de “O resgate do soldado Ryan” (1998) e “O terminal” (2004) como um advogado recrutado pela CIA para auxiliar no resgate de um piloto capturado por agentes soviéticos.

“That´s what I´m talking about”, de Richard Linklater

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: divulgação

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O cineasta disse que este novo filme é uma “sequência espiritual” de “Jovens, loucos e rebeldes” (1993), seu primeiro longa-metragem, e parte de onde “Boyhood: da infância à juventude”, seu último e premiado filme, parou. Curioso? Nós também.

“MacBeth”, de justin Kurzel

Previsão de estreia: 2º semestre

Foto: divulgação

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Baseada na clássica peça de Shakespeare, essa nova versão de MacBeth traz Michael Fassbender como o general golpista consumido pela culpa e Marion Cotillard como sua esposa. São credenciais mais do que satisfatórias para erigir o filme ao posto de um dos mais aguardados de 2015.

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domingo, 11 de janeiro de 2015 Curiosidades, Listas | 05:00

Dez GIFs para ir entrando no clima do Globo de Ouro 2015

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O Globo de Ouro é uma festa e a internet se prepara para comemorar. Neste espírito, o Cineclube destaca dez GIFs de outros carnavais, ou melhor, de outras edições do evento, para aquecermos as turbinas.

Gibson

 

Porque Mel Gibson é Mel Gibson e dispensa introduções…

clooney

Esse chamego não pode acontecer neste ano, não é mesmo Clooney?

jlaw

E esse ano não vai ter J.Law fingindo surpresa pela vitória… mas vai ter J.Law

J. Law 2

 

Mais uma da J.Law para ela ganhar por aqui… Mas Meryl Streep tem neste ano, viu? Só para avisar…

Cumber

 

Sim Cumberbitches, estamos falando com vocês…

Leo

 

Leonardo DiCaprio não perde este ano! Ops…

emma

 

Ainda não Emma

touristno

 

Quem realmente pode culpar Depp?

Seth

 

Seth, o sincero, e Kate e sua cara “duvido que ele consiga!”

Tina

 

É hoje à noite pessoal!

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