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Arquivo da Categoria Notícias

quinta-feira, 20 de setembro de 2018 Filmes, Notícias | 13:21

Cary Fukunaga será primeiro americano a dirigir um filme de James Bond

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Cary Fukunaga

Os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli anunciaram na manhã desta quinta-feira (20), que Cary Joji Fukunaga será o responsável pela direção do 25º filme de James Bond. Ele substitui o britânico Danny Boyle, que deixou o posto em virtude de divergências criativas com a produção. Fukunaga é o primeiro norte-americano a assumir a direção de um filme de Bond. É um marco e sintoma de que os produtores estão menos inflexíveis com dogmas da franquia.

Foi Fukunaga, também, quem deu um dos melhores papeis da vida de Idris Elba, cotado para ser o próximo James Bond. “Beasts of No Nation” foi o primeiro filme original lançado pela Netflix. Fukunaga, aliás, lança nesta sexta-feira (21) na plataforma de streaming “Maniac”, uma série limitada estrelada por Emma Stone e Jonah Hill. Ele também dirigiu a primeira e elogiadíssima temporada de “True Detective”.

A escolha de Fukunaga é ousada porque, além de ser o primeiro americano à frente de um filme de 007, o cineasta vem de um background indie e tem uma gramática visual das mais interessantes do cinema contemporâneo.

As gravações de “Bond 25” começam no Pinewood Studios, no Reino Unido, em 4 de março de 2019, e o lançamento está programado para 14 de fevereiro de 2020 – três meses depois do previsto inicialmente.

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domingo, 29 de julho de 2018 Filmes, Notícias | 19:06

Mais jovem traficante e informante da história dos EUA é tema de “White Boy Rick”

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Matthew McConaughey em cena de "White Boy Rick"

Matthew McConaughey em cena de “White Boy Rick”

Mesmo fora do circuito de festivais, Toronto e Veneza anunciaram seus respectivos line-ups no início da semana, “White Boy Rick” suscita burburinho para a temporada de premiações e é a grande aposta da Sony Pictures para a temporada do Oscar 2019. Dirigido por Yann Demange, proveniente da TV americana, o longa tem Matthew McConaughey, Jennifer Jason Leigh, Bruce Dern e Eddie Marsan no elenco. O protagonismo fica por conta do estreante Richie Merritt.

Ambientando na Detroit dos anos 1980, no auge da epidemia de crack e da Guerra às Drogas, “White Boy Rick” é baseado na tocante história real de um pai colarinho azul e de seu filho adolescente, Rick Wershe Jr., que se tornou um informante infiltrado da polícia e, depois, um traficante, antes de ser abandonado por seus agentes e parceiros e sentenciado à prisão perpétua. A estreia no Brasil está agendada para 31 de janeiro de 2019. Nos EUa, o longa abre em setembro, primeira janela para filmes que miram no Oscar, mas não necessariamente tem a plataforma dos festivais para decolar. 

O trailer, que pode ser visto abaixo, dá pistas de uma história tensa, cheia de reviravoltas e com atuações ao gosto da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A receptividade a “White Boy Rick” irá dizer se o filme tem realmente chances de chegar ao Oscar ou se nem sequer chegará aos cinemas brasileiros.

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domingo, 8 de julho de 2018 Filmes, Notícias | 17:34

Nicolas Cage surtado e em busca de vingança no climático trailer de “Mandy”

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Nicolas Cage está de volta e quer vingança em "Mandy"

Nicolas Cage está de volta e quer vingança em “Mandy”

Nicolas Cage é um astro caído em desgraça por muitas razões, mas ele nunca deixa de ser interessante. Desde que deixou a elite de Hollywood, o astro dificilmente aparece em filmes recomendáveis. Há exceções, claro, como “Snowden: Herói ou Traidor” (2016), “Cães Selvagens” (2016), “Joe” (2013) e “Vício Frenético”. “Mandy”, de Panos Cosmatos, parece ser um desses casos. O filme será lançado ainda este ano no Brasil pela Universal Pictures.

O trailer, que pode ser visto abaixo, causou burburinho e o filme foi muito elogiado nos festivais de Sundance e Cannes. Ambientado nos anos 80, o filme tem Cage e Andrea Riseborough levando uma vida idílica afastados da urbanidade. Quando seu refúgio é selvagemente destruído por um culto liderado pelo sádico Jeremiah Sand (Linus Roache), o personagem de Cage parte em uma jornada de vingança sangrenta e cheia de conotações espirituais.

O trailer dá poucas pistas e a estética de Cosmatos talvez lembre um pouco o cinema de Nicolas Winding-Refn, mas a curiosidade suscitada pela prévia é indesviável. E a perspectiva de Nicolas Cage em um bom filme aquece o coração cinéfilo.

 

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terça-feira, 19 de junho de 2018 Bastidores, Notícias | 19:18

Rede Telecine passa a exibir filmes novos da Sony

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Cena de "Homem-Aranha: De Volta ao Lar"

Cena de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”

A Rede Telecine já detinha a maioria dos estúdios de cinema em seu portfólio e acaba de garantir mais um. A Sony Pictures passa a distribuir na primeira janela na televisão, ou seja, após lançamento em cinemas e home-vídeo (DVDs, Blu-Rays e on demand) os filmes do estúdio. Com isso, produções como “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Águas Rasas”, que já estavam na programação da HBO seguem para o Telecine Premium.

A negociação ocorreu de surpresa. Procurado pela coluna, o Telecine comemorou a boa nova. “Sempre estamos em busca de mais filmes para nossos assinantes e fechamos um pacote com a Sony para enriquecer ainda mais nosso portfólio. Continuamos trazendo com exclusividade e em primeira janela todos os filmes de cinco grandes estúdios e complementamos nossa oferta com títulos adquiridos no mercado, inéditos ou não.”

Os cinco grande estúdios mencionados são Universal, FOX, Paramount, Dreamworks e Disney. Este último tinha até cerca de seis anos atrás contrato de exclusividade com a HBO. A Sony ainda tem um contrato de primeira janela com a HBO. Tanto o é que o blockbuster “Blade Runner 2049”, um dos melhores filmes do ano passado, estreia na programação do canal em 7 de julho. Mas o acordo com o Telecine é um ensaio para mudança de ares. É inédito na história dos canais premium da TV por assinatura brasileira um estúdio distribuir seus filmes novos em dois canais rivais.

A HBO tem o histórico de apostar em produções originais e independentes, enquanto que o Telecine investe pesadamente em conteúdo comercial e de acervo. Estrategicamente, a migração da Sony da HBO para o Telecine faz sentido. É inegável, porém, que pressiona a gigante global no Brasil, já que o canal da Globosat tende ao monopólio na distribuição dos grandes filmes. A HBO ficaria apenas com a Warner, estúdio que integra o conglomerado de comunicação Time Warner que também controla a HBO, e está atravessando um intrincado e de ramificações ainda imprevisíveis processo de fusão com a AT&T.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018 Filmes, Notícias | 17:52

Novo filme de Spike Lee ganha título e trailer nacionais

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Spike Lee orienta seus atores nos bastidores de "Infiltrado na Klan"

Spike Lee orienta seus atores nos bastidores de “Infiltrado na Klan”

Vencedor do Grande Prêmio do Júri no último Festival de cinema de Cannes, “Blackkklansman” ganhou título e trailer nacionais. O mais novo e aclamado filme de Spike Lee vai se chamar “Infiltrado na Klan” em terra brasilis. A previsão de estreia é para o mês de novembro e a distribuição será da Universal Pictures. Nos EUA, o filme será lançado em agosto.

No início dos anos 1970, em um tempo de grande agitação social e luta por direitos civis, Ron Stallworth (John David Washington) torna-se o primeiro detetive afro-americano na Policia de Colorado Springs. Sua chegada, no entanto, é recebida com ceticismo e hostilidade pelo próprio departamento. Destemido, Stallworth decide fazer a diferença por si mesmo e corajosamente se inclui em uma missão perigosa: se infiltrar na Ku Kux Klan.

Colocando-se como um extremo racista em prol de uma América Branca, Stallworth contata a organização e logo se vê convidado a entrar para o círculo de encontros da Klan. Com a investigação correndo em sigilo, o colega de Stallworth, Flip Zimmerman (Adam Driver) se posiciona como Ron nas reuniões presenciais do grupo de ódio. Juntos, os oficiais decidem derrubar a organização ao terem acesso a informações privilegiadas de uma trama mortal.

Além de John David Washington e Adam Driver, os atores Topher Grace, Corey Hawkins, Laura Harrier, Ryan Eggold, Jaspar Pääkkönen e Ashlie Atkinson completam o elenco.

 

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quarta-feira, 23 de maio de 2018 Filmes, Notícias | 10:00

Lucas Hedges pode ter hat-trick no Oscar com “Boy Erased”

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Lucas Hedges em cena de "Boy Erased"

Lucas Hedges em cena de “Boy Erased”

Não é fácil emplacar filmes no Oscar. Muito menos de maneira consecutiva. Especialmente quando se tem 21 anos. A queridinha Jennifer Lawrence chegou perto de conseguir quando tinha essa faixa-etária, mas não conseguiu. Ainda sem ser astro, mas já festejado nos círculos da crítica e da indústria, o nova-iorquino Lucas Hedges pode conseguir esse feito em 2019 se “Boy Erased” entrar na disputa.

Hedges ajudou a fazer de “Manchester à Beira-Mar” um dos grandes filmes do Oscar 2017 -e foi inclusive indicado ao Oscar de ator coadjuvante – e esteve em dois dos indicados a Melhor Filme em 2018: “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. Agora, ele é o protagonista da nova incursão de Joel Edgerton atrás das câmeras.

Em “Boy Erased”, adaptado do livro homônimo de Garrad Conlay, ele vive um jovem de 19 anos que se assume gay e é obrigado pelo pai, um pastor batista, a fazer uma terapia de conversão sexual. Russel Crowe e Nicole Kidman vivem os pais e Joel Edgerton surge como coadjuvante no papel do terapeuta. O cineasta canadense Xavier Dolan, notório por seus filmes com temática LGBTQ, também atua no filme.

Edgerton, que foi muito elogiado por sua estreia na direção em “O Presente” (2015) deve exibir o filme no festival de Toronto, principal plataforma para os filmes aspirantes ao Oscar.

Russell Crowe e Nicole Kidman integram elenco do filme

Russell Crowe e Nicole Kidman integram elenco do filme

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sexta-feira, 16 de março de 2018 Filmes, Notícias | 12:04

Capitão América, Wakanda e senso de tragédia iminente no trailer final de “Vingadores: Guerra Infinita”

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Chris Evans como o Capitão América em cena de "Vingadores: Guerra Infinita" Fotos: divulgação

Chris Evans como o Capitão América em cena de “Vingadores: Guerra Infinita”
Fotos: divulgação

Sabe aquela sensação de que você esperou dez anos de sua vida para um momento em especial? É a sensação que se tem após assistir o trailer final de “Vingadores: Guerra Infinita”, divulgado pela Marvel StuVingadoresdios nesta sexta-feira (16). O filme estreia nos cinemas brasileiros em 26 de abril reunindo a maior constelação de heróis em um mesmo filme na história do cinema. Na prática, todo o universo Marvel de alguma maneira estará presente neste terceiro filme dos Vingadores.

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A nova prévia explica um pouco mais do que veremos no filme que terá pouco mais de duas horas e meia de duração. O vilão Thanos (Josh Brolin) ganha uma introdução à altura das expectativas que enseja por Gamora (Zoe Saldana). O trailer também mostra que há espaço para humor, e o Homem-Aranha deve ser um catalisador importante nesse sentido, assim como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e Peter Quill (Chris Pratt). O trailer entrega, ainda, que a exemplo do primeiro filme, a dinâmica de rivalidade entre os heróis pode ser um elemento a ser trabalhado pelos diretores Anthony e Joe Russo.

Com senso de espetáculo indesviável e efeitos especiais de encher os olhos, o trailer final de “Guerra Infinita” mostra porque a Marvel está na vanguarda da indústria no momento. Com Wakanda como um dos pontos de batalha mais valorizados no material promocional, o Capitão América surge como o coração dramático do filme, pelo menos nesse momento e há cenas que avalizam as teorias de que os heróis que já ostentam suas trilogias no Universo Cinematográfico Marvel podem ter sua despedida a caminho. É um momento muito especial para os fãs esse que “Vingadores: Guerra Infinita” enseja.

Confira o trailer do filme

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018 Bastidores, Filmes, Notícias | 15:32

Filme sobre impeachment de Dilma, “O Processo”, é ovacionado no Festival de Berlim

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Foi exibido na última quarta-feira (21) no Festival de Berlim, na Alemanha, o filme “O Processo”. O longa de  Maria Augusta Ramos, que integra a competição da Mostra Panorama, retrata o processo que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. O documentário assume o ponto de vista da defesa da ex-presidente.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

A recepção em Berlim, festival conhecido por sua forte vocação política, foi calorosa. Além dos aplausos e críticas elogiosas, a premiere internacional teve gritos de “bravo!” ecoados ao fim da sessão. O filme é uma tentativa de pensar os erros e acertos da esquerda e o conflitante jogo político no Brasil à luz da polarização emergida das urnas em 2014.

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Diretora dos premiados “Futuro Junho” (2015), “Seca” (2015) e “Juízo” (2013) Maria Augusta tenta compreender o momento histórico do País. Para “O Processo”, ela passou vários meses em Brasília, sua cidade natal, acompanhando cada passo do processo de impeachment, somando 450 horas de material filmado. Sem fazer entrevistas ou intervir nos acontecimentos, ela e sua equipe circularam por corredores do Congresso Nacional, filmaram coletivas de imprensa, registraram as votações na Câmara dos Deputados e no Senado e testemunharam bastidores nunca mostrados em noticiários.

A montagem do filme, onde seu ponto de vista nasce, que está sendo bastante elogiada compete a Karen Akerman. “Fico muito feliz com a seleção para o Festival de Berlim e para a Panorama, uma mostra que já exibiu grandes filmes”, observa a diretora em nota enviada à imprensa. “É um dos mais importantes festivais do mundo e que pode ajudar a aumentar a visibilidade do filme no exterior. É também uma forma de contribuir para a afirmação da cinematografia brasileira e chamar a atenção para momento atual do País”.

“O Processo” ainda não tem data de estreia no Brasil, mas espera-se que seja lançado antes das eleições em outubro.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018 Filmes, Notícias | 15:42

“Venon” ganha 1º trailer promissor e cheio de clima

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Durante muito tempo a Sony se revirou com a ideia de fazer um universo expandido do Homem-Aranha. Duas versões do herói aracnídeo depois e uma bem-sucedida parceria com a Marvel colocaram o estúdio em outro patamar em relação a essa propriedade intelectual. Pelo menos até 2020, o Aranha – que atualmente é Tom Holland – integra o Universo cinematográfico da Marvel e o estúdio desenvolve projetos com bom potencial comercial em paralelo.

Venon

Um desses projetos é a animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que chega em dezembro e cujas primeiras imagens exibidas na CCXP 2017 são de arrepiar e empolgar muito. O outro é “Venon”, cujo primeiro trailer foi liberado nesta quinta-feira (8) causando grande agitação nas redes sociais.

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“Venon” chega um pouco antes, em 4 de outubro, nos cinemas brasileiros. O personagem surgiu nas HQs em 1988 e logo conquistou o posto de um dos vilões mais populares do universo do Aranha. Nas HQs já atravessou por muitas fases como anti-herói e teve até títulos próprios. Venon é um simbionte alienígena que precisa de um hospedeiro para sobreviver. Esse hospedeiro já foi até mesmo Peter Parker, mas mais frequentemente é o fotógrafo Eddie Brock.

É justamente este o personagem que ganha o cinema e será interpretado por Tom Hardy no filme assinado por Ruben Fleischer (“Zumbilândia” e “Caça aos Gângsteres”). O elenco faz lembrar os tempos áureos dos filmes do Batman e surge estrelado. Além de Hardy, há Michelle Williams, Woody Harrelson e Riz Ahmed, além de Tom Holland.

A primeira prévia é alvissareira. Pouco se diz sobre a trama exatamente, mas é possível intuir um tom mais sombrio e dramático afastando a produção do cromossomo da Marvel, o que pode ser muito positivo. A escolha de Fleischer para a direção mostra que o humor pode ser uma peça-chave no longa, mas não sua força-motriz. Hardy, por seu turno, costuma adensar anti-heróis com força e propriedade e filmes como a nova versão de Mad Max ratificam isso.

 

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018 Atrizes, Curiosidades | 11:03

Margot Robbie pode se tornar 1ª mulher indicada ao Oscar como atriz e produtora pelo mesmo filme

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No próximo dia 23 de janeiro, quando serão anunciados os indicados à 90ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, Margot Robbie pode fazer história. Ela pode se tornar a primeira mulher na história indicada a melhor a atriz e produtora no mesmo ano pelo mesmo filme; no caso “Eu, Tonya”.

Margot Robbie em cena de "Eu, Tonya"

Margot Robbie em cena de “Eu, Tonya”

Não é uma estatística desprezível. É dificílimo obter mais de uma indicação pelo mesmo filme, mas é relativamente frequente que isso aconteça com diretores que também são produtores, como Steven Spielberg, ou que também sejam roteiristas, como Woody Allen. Mulheres, como Sofia Coppola e Kathryn Bigelow já conquistaram a façanha da dupla nomeação. Mas receber uma indicação como intérprete e produtor pelo mesmo filme é dificílimo. O último a ter conseguido isso foi Leonardo DiCaprio por “O Lobo de Wall Street” (2013), justamente o filme que revelou Margot Robbie.

Em um ano que filmes protagonizados e produzidos por mulheres devem roubar o holofote na temporada, “Eu, Tonya” parece ser uma escolha natural e foi um projeto que Margot Robbie tomou para junto de seu coração e investiu pesadamente. De corpo e alma. O filme se costura com uma estrutura narrativa muito parecida com a de “O Lobo de Wall Street” e faz justiça aos muitos pontos de vista de uma história tão dramática quanto trágica. Um triunfo para Robbie tanto como atriz, como produtora. A distinção do Oscar, que deve vir, é mera consequência.

 

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