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Arquivo da Categoria Curiosidades

terça-feira, 24 de novembro de 2015 Curiosidades | 19:50

“O Poderoso chefão” lidera preferência de brasileiros no Pinterest

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O tempo passa, o tempo voa e “O Poderoso Chefão”, maior clássicos entre os grandes clássicos do cinema americano, continua numa boa. Pelo menos, é o que revela um levantamento feito pelo Pinterest sobre os filmes mais ‘repinados’ no Brasil nos últimos meses e que o Cineclube teve acesso.

Na lista não há nenhum filme de 2015. Com alguma boa vontade, é possível relacionar a presença de “Star Wars” como um indicativo da ansiedade cada vez maior com a estreia do sétimo filme da saga criada por George Lucas. Mas é boa vontade.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Apesar da presença de sucessos de público como “Um Sonho de Liberdade”, “Diário de uma Paixão” e “Forrest Gump – um contador de histórias”, a lista do Pinterest revela o gosto do brasileiro por filmes mais alternativos como “Vicky Cristina Barcelona”, exemplar de 2008 de Woody Allen, “Chocolate”, uma fábula romântica que combina o afã por chocolates a um Johnny Depp cigano, e “Quero ser Grande”, uma das comédias do início da carreira de Tom Hanks.

Em outra frente, a relação confirma a ascendência dos dois últimos grandes blockbusters do cinema nacional: “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite”.

O fato de esses filmes reclamarem protagonismo entre os mais mencionados por brasileiros em uma rede social é uma boa notícia. Por outro lado, a ausência de lançamentos entre os campeões de bilheteria do Pinterest no Brasil demonstra que o brasileiro não está vendo filmes novos o suficiente para emplacá-los entre os hits da plataforma.

Confira a lista completa:

“O Poderoso Chefão”

“Pulp Fiction – tempos de violência”

“Chocolate”

“Um Sonho de Liberdade”

“Grease”

“A Lista de Shindler”

“Diário de uma Paixão”

“Quero ser Grande”

“Tropa de Elite”

“A Menina que Roubava Livros”

“O Amor não tira Férias”

“Star Wars”

“O Clube da Luta”

“Forrest Gump”

“Cidade de Deus”

“Vick Cristina Barcelona”

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domingo, 1 de novembro de 2015 Curiosidades, Filmes | 07:48

Como seria o Tinder de James Bond?

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Fonte: www.stylight.com.br

Fonte: www.stylight.com.br

Uma das principais características do espião britânico que volta aos cinemas nesta quinta-feira (5) em “007 contra Spectre” é seu fraco por mulheres. As famigeradas Bond girls compõem um elemento indissociável do universo Bond e em “Spectre” ganham a forma da francesa Léa Seydoux e da italiana Monica Bellucci, que se torna a atriz mais velha a interpretar uma Bond girl.

Na era Craig, Bond pode estar até menos mulherengo, mas continua espalhando seu charme por aí. Mas como seria a interação do personagem com as mulheres que o gravitam pelo Tinder? A brincadeira recupera todas as mulheres da fase de Daniel Craig nos filmes “Cassino Royale”, “Quantum of Solace”, “Operação Skyfall” e “Spectre” e até mesmo Angelina Jolie, que se recusou a ser Bond girl – ela e Craig já haviam trabalhado juntos no primeiro “Tomb Raider” (2001). Quando ele foi, digamos assim, uma espécie de Bond Girl, ou Croft boy, para a Lara Croft de Jolie.

Para conferir toda a brincadeira, além de oportuna, bem divertida, basta clicar aqui e curtir a desventuras do sexagenário agente a serviço de sua majestade pelo app de paquera.

Chat-James-Bond

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Curiosidades, Filmes, Sem categoria | 19:24

Diretora de “Um senhor estagiário” usou o Pinterest como ferramenta para conceber visual do filme

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Uma das imagens promocionais do filme, que no original se chama "The intern", postadas no Twitter: trabalho intenso de divulgação nas redes sociais

Uma das imagens promocionais do filme, que no original se chama “The intern”, postadas no Twitter: trabalho intenso de divulgação nas redes sociais

Nancy Meyers é, sob muitos aspectos, a mulher mais bem sucedida no ofício de dirigir filmes. Ok, ela não foi a primeira mulher a vencer o Oscar, foi Kathryn Bigelow por “Guerra ao terror” (2009). Mas Meyers goza de uma liberdade única para fazer os filmes que bem entende no sistema de estúdios, um fenômeno ainda raro em uma Hollywood predominantemente machista. Meyers, que debutou na direção após uma bem-sucedida carreira como roteirista e produtora, com “Operação cupido” (1998), rapidamente se configurou em uma cineasta do feminino assinando produções como “Do que as mulheres gostam” (2000), “Alguém tem que ceder” (2003), “O amor não tira férias” (2006) e “Simplesmente complicado” (2009).

“Um senhor estagiário” (2015), embora pareça se concentrar na figura do septuagenário personagem de Robert De Niro, que volta ao mercado de trabalho como estagiário de uma empresa de moda, na verdade, é sobre a personagem de Anne Hathaway que precisa administrar o sucesso de seu blog que deu vazão a uma bem sucedida empresa.  O filme estreia nos cinemas brasileiros neste fim de semana.

Para a concepção visual do filme, Meyers criou boards no Pinterest, rede social de compartilhamento de imagens. A diretora salpicou em seu perfil diversas referências para os figurinos dos personagens e os cenários do filme. É uma experiência interessante para o expectador observar esse processo de criação que costuma passar ao largo da análise pós-fílmica.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Curiosidades, Notícias | 07:00

Mostra em São Paulo destaca a importância da montagem para o cinema

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Evento tem debates abertos ao público (Foto: divulgação)

Evento tem debates abertos ao público
(Foto: divulgação)

O grande cineasta russo Sergei Eisenstein (1898-1948) estabeleceu-se como o primeiro e mais influente teórico da montagem no cinema. Com seus primeiros filmes, “A greve” (1924), “O encouraçado Potemkin” (1925) e “Outubro” (1927) formou as bases para a sua teoria, composta por cinco tipos: métrica, rítmica, tonal, atonal e intelectual.  Eisenstein e esses preceitos são destaques da mostra Cinema de montagem, que está em cartaz em São Paulo até o dia 23/09 e depois segue para temporada no Rio de Janeiro entre os dias 6 e 18/10.

“Nos filmes agendados para exibição é possível deparar-se com vários estilos de abordagem do material bruto (importância histórica ou origem) e de montagem, com uma seleção concentrada nos objetos em si, na relevância que supomos terem em termos de contribuição artística e técnica”, observa a curadoria na apresentação exposta no site do evento.

Eisenstein é representado com “Outubro”, mas há outros filmes de irrepreensível importância histórica para o cinema e para a evolução do ofício da montagem como “O signo do caos”, de Rogério Sganzerla e editado pelo próprio em parceria com Sylvio Renoldi; “Encurralado”, de Steven Spielberg e editado por Frank Morris; e “Limite”, montado e dirigido por Mário Peixoto.

Neste fim de semana o evento disponibilizará aulas gratuitas com os montadores Paulo Sacramento (“Amarelo manga”) e Idê Lacreta (“Riocorrente”). Não é necessário se inscrever previamente para participar das aulas.

Em São Paulo, a mostra está em exibição no Cine Caixa Belas Artes, todos os dias, das 13h30 às 23h30. O preço do ingresso custa R$ 14, estudantes pagam meia (R$ 7).  Quando chegar ao Rio, a mostra será sediada nos cinemas 1 e 2 da Caixa Cultural Rio de Janeiro e o preço do ingresso barateia: R$ 4.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Análises, Bastidores, Curiosidades | 17:47

Imune a crises, cinema de ação cresce em todas as frentes enquanto outros gêneros oscilam

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Quando você ouvir que “Tubarão” (1975) é um dos três filmes mais importantes da história do cinema americano, preste atenção na pessoa que elabora este raciocínio. Ela provavelmente sabe das coisas. Pelo menos em matéria de cinema.  O filme de Steven Spielberg, que ajudou a criar o conceito de “blockbuster” é o principal signatário da ascensão do cinema de ação em Hollywood.

A supremacia dos filmes de super-heróis que testemunhamos nessa metade da segunda década do século XXI nada mais é do que a evolução de um movimento desabrochado pelo filme de Spielberg.

Antes de “Tubarão”, “007 contra o satânico Dr. No”, o primeiro filme de James Bond, foi o único exemplar estritamente do gênero ação a liderar as bilheterias em um ano. De lá para cá, foram 26 filmes de ação no topo das bilheterias em 39 anos. “Toy Story 3”, em 2010, foi o último filme não pertencente ao gênero a liderar em arrecadação em seu ano de lançamento. Os dados são do Box Office Mojo e remetem apenas às bilheterias americanas.

Spielberg em icônico registro feito no set de "Tubarão": filme que revolucionou a indústria de cinema americano

Spielberg em icônico registro feito no set de “Tubarão”: filme que revolucionou a indústria de cinema americano

A 2ª revolução? "Avatar" levou cerca de dez anos para ser produzido e é fruto da tecnologia de seu tempo

A 2ª revolução? “Avatar” levou cerca de dez anos para ser produzido e é fruto da tecnologia de seu tempo

Como essa estatística demonstra, o cinema de ação é o gênero que mais cresce. Tanto em produção como em público. A chegada do videocassete incrementou o boom no gênero, mas o constante aparato tecnológico rompe fronteiras para o gênero mais do que para qualquer outro. Em 2009, por exemplo, vimos “Avatar”, um épico de ação, superar “Titanic” como o filme de maior arrecadação da história do cinema. O filme só se viabiliza pela contemporaneidade de sua tecnologia. James Cameron levou uma década para filmá-lo e promete mais inovações em 2017, quando chega a primeira sequência.

De acordo com números do site The numbers, entre 1995 e 2015, o gênero teve 29% de share no mercado e uma arrecadação de US$ 72.000.989.990,00. A amostragem compreende 1.367 filmes lançados no período. Para se ter uma ideia do impacto do cinema de ação na audiência moderna, a comédia ficou em segundo lugar com 17% de share e U$$ 40.705.738.488 amealhados. A amostragem de filmes lançados nesta janela, porém, é muito maior: 2.147 filmes.

Um gráfico do Priceonomics, formulado a partir de dados coletados no IMDB, demonstra a oscilação dos principais gêneros ao longo das décadas em termos de popularidade. Nele, é possível perceber que, enquanto gêneros como horror e comédia apresentam altos e baixos e o drama vive sua mais longeva curva descendente, a ação mantém-se em expressa e espessa alta.

gráfico dos gêenros

Tomando como base as postagens deste Cineclube, o percentual de audiência – e de comentários – é muito maior quando o gênero ou suas principais estrelas e grifes (Marvel, Star Wars, 007, Sylvester Stallone, Bruce Willis, etc) são abordados.

Mas o que isso tudo quer dizer, afinal? Acossado pela repercussão da novela “Império”, o autor Aguinaldo Silva – que já escreveu para cinema – disse há alguns meses que é preciso dar o que o público quer. É esta linha de pensamento, preconizada pelos preceitos básicos do marketing, que norteia a produção Hollywoodiana atual. “As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas”, divagou Steve Jobs. Mas poderia ter sido Steven Spielberg.

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sexta-feira, 24 de julho de 2015 Bastidores, Curiosidades | 22:15

Atriz de “A enfermeira assassina” processa diretor por destruir sua carreira

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Cena do filme "A enfermeira assassina" (Foto: divulgação)

Cena do filme “A enfermeira assassina”
(Foto: divulgação)

Que Hollywood é uma fogueira de vaidades, a gente já sabe. Mas de quando em quando nos deparamos com uma notícia que nos lembra do quão frívola e caricata pode ser a Meca do cinema.

A atriz americana Paz de la Huerta, nascida e criada na cena indie americana, está processando seu diretor no filme “A enfermeira assassina” (2013) por ter destruído a sua carreira. De acordo com o TMZ, Huerta alega no processo que o diretor Douglas Aarniokoski e sua equipe foram negligentes em relação a um acidente de trabalho sofrido por ela durante a produção do filme.

Ela alega que fraturou a coluna e ficou com sequelas após ser atropelada no set de filmagens. O acidente fez com que diversas de suas cenas tivessem que ser dubladas e Huerta teria ficado insatisfeita com o resultado. Além da indenização, cobra que cópias futuras do filme saiam com sua voz.

O grande problema nessa história toda, e que deve pesar na decisão judicial, é que “A enfermeira assassina” foi um fracasso retumbante. A produção, orçada em US$ 10 milhões, nem sequer foi lançada nos cinemas. Disponibilizada no vídeo sob demanda no início de 2014, a fita arrecadou cerca US$ 10 mil.

A primeira vez que Huerta chamou atenção foi na série “Boardwalk Empire”, em que aparecia nua com alguma frequência. A atriz foi dispensada da série produzida por Martin Scorsese pela constância com que se via envolvida em bafos, digamos assim. Ela já foi presa por agredir uma modelo e rasgou o vestido e deu vexame em uma pós-festa do Globo de Ouro, para citar alguns exemplos.

Chega a ser irônico que alguém que estrele uma produção assumidamente trash como“A enfermeira assassina” e ostente um repertório de ocorrências midiáticas como essas, processe os realizadores por destruir sua carreira. Hollywood é mesmo uma fábrica de ilusões.

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quinta-feira, 23 de julho de 2015 Curiosidades, Fotografia | 07:00

Designer cria falsos VHS inspirado em filmes e séries atuais

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Quem já está na faixa dos 30 anos lembra bem delas. As famigeradas e não tão saudosas fitas de VHS. O vinil, que muitos criam superado, voltou com força em virtude da nostalgia de colecionadores e aficionados em boa música que têm pavor da qualidade do digital. Poucos creem em um retorno do VHS, já que DVDs, Blu-rays e, principalmente, o streaming parecem ter vingado junto ao consumidor de audiovisual.

Se depender do designer Julian Knez, a história não é bem essa. Ao menos, é o que sugere o trabalho que ele divulgou em suas contas nas redes sociais. Knez criou versões de filmes e séries atuais em VHS. Recuperando, além de todo o aspecto retrô, as chamadas datadas e a arquitetura visual das capas. Recordar é viver, mas é difícil advogar a volta do VHS em face das imensas vantagens que a era digital trouxe ao consumidor.

"Gravidade"

“Gravidade”

"Guardiões da galáxia"

“Guardiões da galáxia”

"Interestelar"

“Interestelar”

"O Grande hotel Budapeste"

“O Grande hotel Budapeste”

"O lobo de Wall Street"

“O lobo de Wall Street”

"The walking dead"

“The walking dead”

"Game of Thrones"

“Game of Thrones”

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quinta-feira, 9 de julho de 2015 Atores, Curiosidades, Listas | 09:00

Quem pode ser o jovem Han Solo no cinema?

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A Disney anunciou que o personagem imortalizado por Harrison Ford na trilogia clássica de “Star Wars” terá um filme para chamar de seu. Uma prequela, também conhecida como filme de origem, está a caminho e Solo será vivido por um ator mais jovem. Mas quem? A Disney anunciou que Christopher Miller e Phil Lord, do filme “Uma aventura Lego”, vão dirigir a produção programada para estrear em 2018. O processo de casting do jovem Han Solo está em pleno vapor e o Cineclube apresenta quem é que está na disputa.

Taron Egerton

Egerton

O jovem ator inglês seria um dos favoritos dos produtores. Egerton chamou atenção no início do ano ao estrelar o divertido “Kingsman – serviço secreto”. No filme de Matthew Vaughn, o ator provou levar jeito para ação sem descuidar do humor. Predicados indispensáveis para assumir o papel de Harrison Ford.

 

Evan Peters

Evan peters

Aos 28 anos, este americano de Missouri é apontado por parcela da crítica como um “jovem Johnny Depp”. Peters, cujo trabalho mais expressivo reside na série “American Horror Story” alia talento e carisma em uma proporção que justifica a comparação entusiasmada. Assumir o papel de Han Solo poderia testar a teoria na prática.

 

Dylan O` Brien

O brien

O jovem ator de “Maze Runner” e “Teen Wolf” já foi cotado para ser o novo Homem- Aranha e agora aparece na bolsa de apostas para viver a versão jovem de Han Solo. À Frente de uma franquia com apelo jovem, o segundo “Maze Runner” estreia no fim do ano, O` Brien poderia ser uma escolha mais segura do estúdio.

 

Garrett Hedlund

Fotos: divulgação e Details

Fotos: divulgação e Details

O americano de 30 anos é o mais viril e atlético dos candidatos aventados. De certa forma, sua persona encontra respaldo na figura de Han Solo e isso pode contar a seu favor. O ator também já estrelou um grande blockbuster da Disney, “Tron – o legado” (2010), e manda bem na hora de dramatizar como atestam suas participações em “Na estrada” (2012) e “Invencível” (2014).

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sexta-feira, 26 de junho de 2015 Curiosidades, Listas | 23:05

Revista elege os 100 melhores personagens da história do cinema

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A revista inglesa de cinema Empire, uma das mais tradicionais e pops do segmento, convocou seus leitores para uma eleição divertida. Eleger os 100 melhores personagens da história do cinema. Em listas assim, é natural a predominância de personagens pop, mas o top 10 tem pelo menos duas figuras egressas de produções cults. O cara, interpretado por Jeff Bridges, em “O grande Lebowski” e Tyler Durden, vivido por Brad Pitt, em “O clube da luta”. Outras curiosidades do top 10 são a presença de uma única personagem feminina,  de dois personagens vividos pelo ator Harrison Ford e da opção pelo “Coringa de Heath Ledger”, ao invés do personagem Coringa, já defendido por Jack Nicholson em outro filme.

Naturalmente, franquias de sucesso como Piratas do Caribe, 007 e Star Wars asseguraram seus célebres personagens na lista e muito bem posicionados.  Os 20 melhores personagens da história do cinema segundo os leitores da Empire podem ser conferidos abaixo. Para acessar a lista original basta clicar aqui. E quais são os seus personagens preferidos do cinema? Liste abaixo nos comentários.

Forrest Gump (“Forrest Gump – o contador de histórias”)

Forrest Gump (“Forrest Gump – o contador de histórias”)

Jules Winnfield (“Pulp Fiction”)

Jules Winnfield (“Pulp Fiction”)

Travis Bickle (“Taxi driver”)

Travis Bickle (“Taxi driver”)

Hans Gruber (“Duro de matar”)

Hans Gruber (“Duro de matar”)

Neo (“Matrix”)

Neo (“Matrix”)

Ferris Buller (“Curtindo a vida adoidado”)

Ferris Buller (“Curtindo a vida adoidado”)

T- 800 (“O exterminador do futuro”)

T- 800 (“O exterminador do futuro”)

Gollum (“O senhor dos anéis”)

Gollum (“O senhor dos anéis”)

John McCLane (“Duro de matar”)

John McCLane (“Duro de matar”)

James Bond (franquia 007)

James Bond (franquia 007)

Vito Corleone (“O poderoso chefão”)

Vito Corleone (“O poderoso chefão”)

Ellen Ripley (“Alien – o oitavo passageiro”)

Ellen Ripley (“Alien – o oitavo passageiro”)

Jack Sparrow (“Piratas do Caribe”)

Jack Sparrow (“Piratas do Caribe”)

The dude (“O grande Lebowski”)

The dude (“O grande Lebowski”)

– Indiana Jones ( “Os caçadores da arca perdida”)

– Indiana Jones ( “Os caçadores da arca perdida”)

Hannibal Lecter (“O silêncio dos inocentes”)

Hannibal Lecter (“O silêncio dos inocentes”)

Han solo (“Star Wars”)

Han solo (“Star Wars”)

O coringa de Heath Ledger (“Batman - O cavaleiro das trevas”)

O coringa de Heath Ledger (“Batman – O cavaleiro das trevas”)

Darth Vader (“Star Wars”)

Darth Vader (“Star Wars”)

Tyler Durden (“Clube da luta”) (Fotos: divulgação)

Tyler Durden (“Clube da luta”)
(Fotos: divulgação)

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sexta-feira, 12 de junho de 2015 Curiosidades, Filmes | 07:00

Filmes para refletir sobre a redução da maioridade penal

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Cena de "Cidade de Deus" Foto/ divulgação

Cena de “Cidade de Deus”
Foto/ divulgação

Em voga no Brasil, o debate acerca da redução da maioridade penal já se prova um dos mais polarizantes dos últimos anos. Falta base, boa vontade, maturidade e, acima de tudo, respeito aos pontos de vista alheios para se construir uma discussão séria e que tenha o país como norte.

Feita essa contextualização, o cinema pode ser um bom instrumento para a reflexão.  Poderíamos listar aqui bons filmes internacionais ajustados ao tema, mas a reflexão talvez afrouxasse ao expandir o escopo.  A brasilidade do registro se faz necessária e o cinema nacional é perfeitamente capaz de abastecer o debate por si só. Há bons filmes como o festejado “Pixote, a lei do mais fraco” (1981), de Hector Babenco, que mostra o cerco da criminalidade aos menores abandonados.  A trajetória do Pixote do filme, vivido por Fernando Ramos da Silva, resulta em poesia absurda que culmina em outra produção, de 1996, chamada “Quem matou Pixote?”, de José Joffily. Fernando experimentou muito êxito e tentou emplacar a carreira de ator após o sucesso do filme, mas acabou retornando à criminalidade por influência dos irmãos e foi morto por policiais.

Adotando uma lógica mais identificada com a esquerda, o recente “De menor” (2013) tenta problematizar a relação da Justiça com os menores infratores por um viés bastante emocional. No filme, uma jovem defensora pública que lida diariamente com a “indústria dos menores infratores” se vê fragilizada quando seu irmão vai parar no banco dos réus.

Buscando maior imparcialidade, o documentário “Juízo”, de Maria Augusta Ramos – uma peça frequente em conselhos tutelares e varas da infância e juventude – traça um painel menos ideológico e mais concreto do drama dos milhares de menores às voltas com a criminalidade.

Mais famoso, “Cidade de Deus” é uma bem-vinda adição a este grupo. Certamente o mais otimista de todos, afinal o protagonista dribla a violência com todas as suas forças, o filme oferece um contraponto à tese de que a vida do crime é inescapável para quem se vê circundado pela delinquência.

Ficção e realidade se camuflam em um painel complexo que o cinema parece tratar com mais honestidade do que as bancadas cheias de interesses secundários que discutem o tema com bravatas e desagravos no Congresso.

Abaixo os trailers dos filmes “Juízo”, “Pixote, a lei do mais fraco”, “De menor” e “Quem matou Pixote?”

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