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quarta-feira, 18 de março de 2015 Curiosidades, Filmes | 21:01

Elenco de “Uma Linda mulher” se reúne 25 anos depois do lançamento do filme

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Existem alguns filmes que marcam época e entram para os anais do cinema. “Uma linda mulher” (EUA, 1990), uma versão urbana de Cinderela, é um desses filmes. Maior êxito da carreira do diretor Garry Marshall, “Uma linda mulher” deu a Julia Roberts, além de uma indicação ao Oscar de melhor atriz, seu status de estrela hollywoodiana. O filme devolveu a Richard Gere o status de galã perdido em meados dos anos 80.

Mais recentemente, tanto Gere quanto Roberts demonstraram exaustão com o filme. Gere chegou a dizer em uma entrevista que o filme era “o menos favorito” dos que fez. Já Roberts confessara em um programa da TV estar cansada de responder perguntas sobre o filme. No entanto, Gere e Roberts, além do diretor e dos atores Hector Elizondo e Laura San Giacomo, se reuniram nesta quarta-feira para a gravação de um especial sobre os 25 anos do filme que será exibido em um programa da TV americana na próxima terça-feira. A reunião do elenco acontece no momento em que se confirma que o filme será adaptado para um musical da Broadway.

“Uma linda mulher” é um romance que tem tudo no lugar certo. A nostalgia, imperativa, nos obriga a dizer que é o tipo de filme que não se faz mais hoje. Não é o caso, mas quando nos pegamos ouvindo “Pretty woman” não conseguimos nos desviar dessa sensação. Talvez Gere e Roberts tenham sido tomados pelo mesmo espírito nostálgico.

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Foto: reprodução/NBC

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sábado, 14 de março de 2015 Filmes, Notícias | 19:56

Documentário analisa o boxe por meio de personagens como Tyson e Holyfield

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É consensual que o MMA hoje mobiliza muito mais atenção do que o boxe. O esporte que é uma forma de arte, como certa vez cunhou o grande jornalista Norman Mailer, anda desprestigiado. Por isso, o documentário “Champs”, cujo trailer pode ser conferido abaixo, chama a atenção.

O filme foca nas carreiras dos pugilistas Mike Tyson, Evander Holyfield e Bernard Hopkins, mas oferece um painel sobre o esporte. O filme traz depoimentos de gente como Mark Wahlberg, 50 Cent, Denzel Washington e Ron Howard, que dirigiu o filme “A luta pela esperança”, além de uma série de especialistas no assunto. “É o sonho americano e o pesadelo americano. Um soco pode pôr tudo a perder”, observa Denzel, fã confesso do esporte.

O lançamento do filme nos cinemas americanos ocorre neste fim de semana.

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sexta-feira, 13 de março de 2015 Filmes, Notícias | 20:55

Martin Scorsese vai dirigir filme sobre Mike Tyson

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Da esquerda para a direita: Jamie Foxx, Mike Tyson e Martin Scorsese (Foto: divulgação)

Da esquerda para a direita: Jamie Foxx, Mike Tyson e Martin Scorsese
(Foto: divulgação)

O ator Jamie Foxx (“Miami vice” e “Ray”) divulgou nesta sexta-feira que levou à Paramount, estúdio que atualmente detém um contrato de exclusividade com Martin Scorsese, um projeto que lhe é muito caro. Uma biografia sobre Mike Tyson dirigida por Martin Scorsese. “Será o primeiro filme de boxe dirigido por Martin Scorsese desde ‘Touro indomável’”, revelou o ator ao site Uproxx. Ainda não há confirmação oficial, mas se Foxx já está anunciando o projeto como certo, tudo indica que o convite foi aceito por Scorsese e a Paramount deu sinal verde para a produção.

Foxx detém os direitos da autobiografia de Tyson, “Undisputed truth”, lançada em 2012 desde o ano passado e já corria em Hollywood o papo de que esse era o projeto dos sonhos do ator. Com Scorsese no comando, torna-se o projeto do sonho de quem quer que goste de cinema.

O ator vai interpretar Tyson, de quem é amigo pessoal. Não é claro, porém, se o filme será baseado no livro ou se será apenas um recorte deste. A pré-produção da fita deve começar ainda em 2015.

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Bastidores, Curiosidades | 19:29

As verdades por trás do documentário sobre Rihanna

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reprodução/ Harper´s Bazaar

reprodução/ Harper´s Bazaar

Peter Berg, diretor por trás de filmes bacanas como “O grande herói” (2012), “O Reino” (2007) e “Hancock” (2008) será o responsável pela direção de um documentário sobre a vida da cantora Rihanna. A ideia dos produtores é fazer um filme na linha de “Don´t look back” (1967), icônico documentário sobre uma turnê de Bob Dylan pela Inglaterra. Segundo o site Deadline, o primeiro a obter a informação de que o filme estava sendo produzido, trata-se de “um olhar sem censura sobre a vida de Rihanna e de como ela se transformou em um ícone global”. Peter Berg disse que o que o estimula na produção é “fazer um estudo de personagem”. Pois bem, seria a primeira vez que ele se ocuparia disso, já que em seus demais filmes, todos ficcionais, ele não tinha a menor preocupação em desenvolver seus personagens.

iG On: Documentário sobre a vida de Rihanna está sendo produzido e terá diretor de “Battleship” 

O projeto faz parte do portfolio inicial da Film 45, uma produtora que Berg está lançando e que terá como foco o desenvolvimento de entretenimento sem roteirização prévia para TV, cinema e outras plataformas (leia-se internet). Um filme sobre a vida de Rihanna, nesse sentido, faz mais pela promoção da produtora do que pela cantora ou pelo cinema. Apesar de seu status pop e de ser uma ótima cantora, Rihanna não tem a reverberação de um Bob Dylan, para nos atermos na referência, e documentários oportunistas sobre Justin Bieber e One Direction minaram os efeitos desse tipo de produção sobre o público médio. Difícil crer que Berg seja capaz de entregar algo como “A música segundo Tom Jobim” (2012), excepcional filme de Nelson Pereira dos Santos sobre o espírito da obra do genial compositor brasileiro.

O filme sobre Rihanna, que ainda não foi batizado, pode até beirar um “Na cama com Madonna” (1991), devido ao forte apelo sexual da musa caribenha, e dessa maneira ser um passo além no autoimposto desafio de Riri de ser a “Madonna negra”.

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Atores, Bastidores, Notícias | 07:00

Liam Neeson anuncia aposentadoria dos filmes de ação e fixa data para vácuo no reinado do gênero

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Jason Statham é um astro de ação completo e seria o número 1 do gênero se um certo irlandês, atualmente com 62 anos, não se descobrisse um astro de ação tardio. Nenhuma notícia nova até aí.  Com filme novo nos EUA neste fim de semana (“Noite sem fim”), Liam Neeson está fazendo aquela habitual maratona promocional de quem lança filme na praça.

Liam Neeson em cena de "Noite sem fim" (Foto: divulgação)

Liam Neeson em cena de “Noite sem fim”
(Foto: divulgação)

Em entrevista a um programa de TV americano, Neeson revelou que deve abandonar os filmes de ação em um futuro próximo. “Talvez mais dois anos, se Deus me poupar e eu estiver saudável. Mas depois disso, acredito que eu vou parar”. No mesmo programa, Neeson refirmou o aspecto acidental de sua insurreição como astro de ação. “Depois de filmes como ‘Busca implacável’, Hollywood parece me perceber de maneira diferente. Eu recebo muitos roteiros de filmes de ação, o que é ótimo. Não estou criticando, é algo muito lisonjeador, mas tudo tem um limite”.

Leia também: Terceiro “Busca implacável” incensa Liam Neeson ao posto de mito do gênero de ação

Leia também: Liam Neeson se rebela contra a máfia “Noite sem fim”; assista ao trailer

O ator sinaliza essa mudança de rota com os filmes “Ted 2” e “Silence”, novo drama de Martin Scorsese, mas a ênfase em uma entrevista cujo objetivo primário é promover um filme de ação que estrela, deixa transparecer uma decisão já bem consolidada.

Desde 2008, lançamento do primeiro “Busca implacável”, o ator praticamente só se dedicou ao gênero. No momento, ele não está envolvido em nenhum filme de ação e sua declaração deve provocar uma corrida entre estúdios para distribuir o “último filme de ação de Liam Neeson”.

Exageros à parte, a eventual aposentadoria do ator do gênero deixa em aberto uma posição que já foi defendida por figuras como Charles Bronson, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger e que nos primórdios do século XXI parecia confinada à disputa entre os carecas Jason Statham e Vin Diesel. Liam Neeson surgiu inesperadamente para assumir o trono e surpreendentemente se predispõe a renunciar a ele. Quem será o novo rei do gênero? No post “Todos querem ser Liam Neeson”, a coluna alertou para o fato de que tal como ocorre na série “Game of thrones”, tem muita gente de olho neste trono.

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quinta-feira, 5 de março de 2015 Bastidores, Curiosidades | 07:00

Festival de cinema premia melhores filmes com temática sexual

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"The art of spanking" (Todas as fotos são cortesia do CineKink)

“The art of spanking”
(Todas as fotos são cortesia do CineKink)

O termo “kink”, em inglês, é usado para descrever práticas sexuais incomuns. As traduções mais convencionais são “perversão” e “sacanagem”. Isso, talvez, o leitor já soubesse. O que pode ser novidade é o CineKink, festival de cinema que chegou a sua 12ª edição em 2015 e tem como principal objetivo celebrar os filmes que não têm vergonha de falar sobre sexo e de observar toda a diversidade em torno do tema.

“Tivemos poucos filmes em competição neste ano”, observou a cofundadora e diretora do evento, Lisa Vandever, à coluna. “O que não quer dizer que não houve uma competição disputada”, salientou. Ela frisa que os premiados mimetizam o que de melhor sobre sexo foi produzido pelo cinema. “Muitos desses filmes ficam restritos ao circuito de festivais e a ideia do nosso evento é dar publicidade a eles e, quem sabe, possibilitar que consigam distribuição”, observou Vandever, que também atua como curadora do festival.

“Nosso público e júri tiveram incrível dificuldade para escolher os vencedores”, contou orgulhosa. O melhor longa-metragem de ficção foi “Marriage 2.0”, escrito e dirigido por Magnus Sullivan. O filme acompanha um casal disposto a perseguir liberdade emocional e sexual, mas preservando a intimidade e honestidade da relação. “É uma corajosa percepção de um estrato dos relacionamentos modernos”, assinalou o Wall Street Journal em sua resenha do filme. O prêmio de melhor documentário ficou com “Back issues: The Hustler magazine story”, filme já comercializado em DVD e por streaming nos EUA. Ainda inédito no Brasil. A produção disseca toda a trajetória de uma das revistas masculinas mais polêmicas de todos os tempos e de seu criador, Larry Flynt, temas já visitados pela ficção no imperdível “O povo contra Larry Flynt” (1996), de Milos Forman.

O CineKink aconteceu entre os dias 24 de fevereiro e 1º de março na cidade de Nova York, nos Estados Unidos.  Vandever garante a 13ª edição em 2016 e não esconde a ambição de que o festival cresça. “Afinal, todos nós gostamos de sexo”.

 Assista aos trailers das duas produções premiadas no CineKink

Não é o Oscar: os premiados no CineKink exibem suas estatuetas

Não é o Oscar: os premiados no CineKink exibem suas estatuetas

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Curiosidades, Filmes, Fotografia | 07:00

Mundo corporativo é satirizado em fotos promocionais de nova comédia estrelada por Vince Vaughn

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Vince Vaughn pode até sempre fazer o mesmo papel no mesmo tipo de filme, mas o material promocional de “Unfinished business”, seu mais recente filme com estreia prevista para esta sexta-feira nos EUA e para setembro no Brasil, ganha pontos pela originalidade.

A Fox, estúdio responsável pela produção, se uniu a licenciadora de imagens Getty para criar fotos que o internauta pode baixar gratuitamente e que brinca justamente com a ideia do ambiente corporativo. São imagens que ressaltam o viés gozador dos personagens do filme em fotos que costumam ilustrar reportagens sobre o mercado de trabalho e que são realmente licenciadas para uso editorial pela Getty Images.

No filme, Vaughn é um empresário que só tem dois funcionários (Dave Franco – irmão de James – e Tom Wilkinson) e viaja para a Europa para fechar um contrato, mas as coisas acabam saindo do controle. O trailer e as famigeradas fotos podem ser conferidos abaixo.

Fotos:  (Getty e Fox)

Fotos: (Getty e Fox)

Unfinished (2)

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Unfinished (6)

Unfinished (7)

Unfinished (8)

Unfinished (10)

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terça-feira, 3 de março de 2015 Curiosidades, Filmes | 22:43

Vídeo reforça tese de que “Birdman” é uma cópia de “Cisne negro”. Será mesmo?

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Montagem sobre reprodução

Montagem sobre reprodução

O crítico Inácio Araújo foi o primeiro a aventar a semelhança entre “Birdman” e “Cisne negro”. O Cineclube, bem antes da estreia de “Birdman”, já havia notado forte parentesco entre o grande vencedor do Oscar 2015 e outro filme do cineasta Darren Aronofsky. O filme em questão, “O lutador” (2008), predecessor de “Cisne negro”, a exemplo de “Birdman” para Iñarritu, devolveu ao cineasta americano o prestígio junto à crítica e reconfigurou seu cinema.

A comparação entre “Birdman” e “Cisne negro”, no entanto, ganhou musculatura e até mesmo um vídeo imbuído do objetivo de ressaltar as semelhanças entre os filmes. Similaridades estas, que na ótica de Miguel Branco (responsável pela edição do vídeo), se bifurcam tanto na narrativa como na estética. Ele advoga que até mesmo alguns símbolos usados por Aronofsky no filme ambientado na mundo do balé são replicados por Iñárritu em “Birdman”.

É preciso reconhecer que na elaboração visual os filmes são mesmo compatíveis, mas os desfechos de um e outro, como preconizado pela coluna, remetem a “O lutador”.  Além, é claro, do mote de um renegado em busca de relevância e da metalinguagem fluída entre personagem e protagonista, verificada tanto em Michael Keaton  (“Birdman”) como em Mickey Rourke (“O lutador”).

Assista ao vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões:

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Atores, Notícias | 06:00

Novo projeto de Leonardo DiCaprio tem cheiro de Oscar

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Ilustração de Reagan Ray para a série "The Many Faces"

Ilustração de Reagan Ray para a série “The Many Faces”

Leonardo DiCaprio viverá 24 personagens em um mesmo filme. Não, DiCaprio não está tentando dar uma de Eddie Murphy, especialista nesse tipo de abordagem – basta lembrar de “O professor aloprado 2 – a família Klump” (2000). O ator está confirmado como o protagonista de “The crowded room”, cinebiografia de Billy Milligan, o primeiro réu a alegar distúrbio de personalidade em sua defesa em um tribunal.

Milligan, que morreu aos 59 anos em 2014, foi absolvido no final da década de 70 dos crimes de estupro de três mulheres no campus da Universidade de Ohio. Ele passou dez anos em sanatórios.

O projeto, segundo informações do The Hollywood Reporter, é caro a DiCaprio que vinha trabalhando para comprar os direitos do livro “The minds”, escrito por Daniel Keys e lançado em 1981. Por muito tempo, o projeto figurou na famigerada blacklist de Hollywood, listinha que compreende grandes projetos tidos como infilmáveis por razões diversas (caros demais, tecnologia atual insatisfatória, etc).

Os últimos dois filmes que DiCaprio batalhou arduamente para produzir foram “O aviador” (2004) e “O lobo de Wall Street” (2013), ambos também produzidos e dirigidos pelo seu parceiro artístico e amigo Martin Scorsese. Ainda não há nenhum diretor vinculado a “The crowded room”. Scorsese pode ser novamente o escolhido. Tanto DiCaprio quanto o diretor estão vinculados a “Sinatra”, projeto que tem esbarrado em interesses difusos para ganhar vida, o diretor está finalizando “Silence” que será lançado no final do ano. DiCaprio, por sua vez, está terminando “The Revenant”, novo filme do oscarizado Alejandro González Iñarritu, que também será lançado no fim deste ano. As agendas, sob essa perspectiva, podem bater e “The crowded room” se configurar como o sexto fruto da prolífica parceria.

As más línguas podem atentar para o fato de que DiCaprio vai apelar para um doente mental em sua saga pela conquista de um Oscar. Pura maldade. “The crowded room” é mais uma prova do faro apurado de DiCaprio para boas histórias e pode ser o atestado definitivo de sua versatilidade como intérprete.

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sábado, 28 de fevereiro de 2015 Análises, Notícias | 07:00

Sequências de “Alien” e “Blade Runner” geram boas perspectivas

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bladeHá quem acredite que não se deveria mais mexer na mitologia de “Alien”. Ridley Scott expandiu o universo que já rendera quatro filmes com “Prometheus” (2012), um filme que nunca atinge sua potencialidade, mas tampouco faz feio. Antes mesmo de “Prometheus”, que já tem sequência confirmada, já havia um zum zum zum em torno de um novo “Alien”. Ridley Scott estava cotado para dirigir caso a Fox aprovasse um novo filme. As coisas aconteceram meio por acaso. O cineasta sul-africano Neill Blomkamp (“Distrito 9” e “Elysium”) publicou em suas redes sociais artes conceituais que ele mesmo fizera para o caso de dirigir um filme da franquia. Poucas semanas depois, mais precisamente em 19 de fevereiro, a Fox anunciou que haveria uma nova sequência de “Alien” com Blomkamp na direção e Scott ocupando a produção executiva.

Corta para a noite da última quinta-feira (26). A Alcon Entertainment, que adquirira os direitos de “Blade Runner – o caçador de androides” (1982), em 2011, anunciou que faria uma sequência e que Harrison Ford reprisaria seu papel como Rick Deckard. A direção ficará a cargo do canadense Dennis Villeneuve, de “O homem duplicado”. Filme que certamente funcionou como a melhor das credenciais para Villeneuve.

Desde que comprou os direitos sobre “Blade Runner”, muito especulou-se que a Alcon estaria interessada em rodar uma prequela da trama do filme de 1982. Ridley Scott também atuará na produção executiva servindo como um consultor de luxo.

“Alien” e “Blade Runner” têm mais do que Ridley Scott em comum. São filmes revolucionários, na linguagem e na forma, e seminais na arquitetura de uma ficção científica mais independente e altiva.

Arte conceitual de Blomkamp para o novo filme da franquia "Alien"

Arte conceitual de Blomkamp para o novo filme da franquia “Alien”

Mais uma imagem da visão de Blomkamp para "Alien"

Mais uma imagem da visão de Blomkamp para “Alien”

Harrison Ford voltará a viver Rick Deckard, mas pode se desligar em definitivo de outro icônico personagem. Há uma onda de boatos ganhando cada vez mais força em Hollywood de que Steven Spielberg trabalha para dirigir uma nova versão de “Indiana Jones” com Chris Pratt (“Guardiões da galáxia”) como Indy.

Hollywood, como diriam as más línguas, não sabe largar o osso. Mas especificamente sobre os novos “Alien” e “Blade Runner”, as perspectivas são as melhores possíveis. Blomkamp é fã confesso dos dois primeiros filmes – o segundo foi dirigido por James Cameron – e já anunciou que seu filme deve desconsiderar os eventos das terceira e quarta produções. Blomkamp é um dos últimos nomes realmente promissores a emergir na cena da ficção científica e sua devoção à essência de “Alien” e especialmente o trabalho apresentado em “Distrito 9” são razões que fundamentam o otimismo.

Villeneuve é um dos diretores mais inventivos e inteligentes a ter pisado em Hollywood. Depois de ir ao Oscar com o drama canadense “Incêndios”, ele debutou no mainstream americano com o tenso e intenso “Os suspeitos” (2013), estrelado por Hugh Jackman como um pai à procura de sua filha sequestrada. Seu filme seguinte, “O homem duplicado”, uma adaptação de Saramago, versava sobre identidade – tema caro ao universo de “Blade Runner”.

Esses filmes não precisariam de novos desdobramentos ou capítulos, mas já que esse é um caminho inevitável no negócio do cinema, essas relíquias cinematográficas não poderiam ter sido entregues a melhores mãos.

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