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terça-feira, 3 de março de 2015 Atores, Notícias | 06:00

Novo projeto de Leonardo DiCaprio tem cheiro de Oscar

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Ilustração de Reagan Ray para a série "The Many Faces"

Ilustração de Reagan Ray para a série “The Many Faces”

Leonardo DiCaprio viverá 24 personagens em um mesmo filme. Não, DiCaprio não está tentando dar uma de Eddie Murphy, especialista nesse tipo de abordagem – basta lembrar de “O professor aloprado 2 – a família Klump” (2000). O ator está confirmado como o protagonista de “The crowded room”, cinebiografia de Billy Milligan, o primeiro réu a alegar distúrbio de personalidade em sua defesa em um tribunal.

Milligan, que morreu aos 59 anos em 2014, foi absolvido no final da década de 70 dos crimes de estupro de três mulheres no campus da Universidade de Ohio. Ele passou dez anos em sanatórios.

O projeto, segundo informações do The Hollywood Reporter, é caro a DiCaprio que vinha trabalhando para comprar os direitos do livro “The minds”, escrito por Daniel Keys e lançado em 1981. Por muito tempo, o projeto figurou na famigerada blacklist de Hollywood, listinha que compreende grandes projetos tidos como infilmáveis por razões diversas (caros demais, tecnologia atual insatisfatória, etc).

Os últimos dois filmes que DiCaprio batalhou arduamente para produzir foram “O aviador” (2004) e “O lobo de Wall Street” (2013), ambos também produzidos e dirigidos pelo seu parceiro artístico e amigo Martin Scorsese. Ainda não há nenhum diretor vinculado a “The crowded room”. Scorsese pode ser novamente o escolhido. Tanto DiCaprio quanto o diretor estão vinculados a “Sinatra”, projeto que tem esbarrado em interesses difusos para ganhar vida, o diretor está finalizando “Silence” que será lançado no final do ano. DiCaprio, por sua vez, está terminando “The Revenant”, novo filme do oscarizado Alejandro González Iñarritu, que também será lançado no fim deste ano. As agendas, sob essa perspectiva, podem bater e “The crowded room” se configurar como o sexto fruto da prolífica parceria.

As más línguas podem atentar para o fato de que DiCaprio vai apelar para um doente mental em sua saga pela conquista de um Oscar. Pura maldade. “The crowded room” é mais uma prova do faro apurado de DiCaprio para boas histórias e pode ser o atestado definitivo de sua versatilidade como intérprete.

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sábado, 28 de fevereiro de 2015 Análises, Notícias | 07:00

Sequências de “Alien” e “Blade Runner” geram boas perspectivas

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bladeHá quem acredite que não se deveria mais mexer na mitologia de “Alien”. Ridley Scott expandiu o universo que já rendera quatro filmes com “Prometheus” (2012), um filme que nunca atinge sua potencialidade, mas tampouco faz feio. Antes mesmo de “Prometheus”, que já tem sequência confirmada, já havia um zum zum zum em torno de um novo “Alien”. Ridley Scott estava cotado para dirigir caso a Fox aprovasse um novo filme. As coisas aconteceram meio por acaso. O cineasta sul-africano Neill Blomkamp (“Distrito 9” e “Elysium”) publicou em suas redes sociais artes conceituais que ele mesmo fizera para o caso de dirigir um filme da franquia. Poucas semanas depois, mais precisamente em 19 de fevereiro, a Fox anunciou que haveria uma nova sequência de “Alien” com Blomkamp na direção e Scott ocupando a produção executiva.

Corta para a noite da última quinta-feira (26). A Alcon Entertainment, que adquirira os direitos de “Blade Runner – o caçador de androides” (1982), em 2011, anunciou que faria uma sequência e que Harrison Ford reprisaria seu papel como Rick Deckard. A direção ficará a cargo do canadense Dennis Villeneuve, de “O homem duplicado”. Filme que certamente funcionou como a melhor das credenciais para Villeneuve.

Desde que comprou os direitos sobre “Blade Runner”, muito especulou-se que a Alcon estaria interessada em rodar uma prequela da trama do filme de 1982. Ridley Scott também atuará na produção executiva servindo como um consultor de luxo.

“Alien” e “Blade Runner” têm mais do que Ridley Scott em comum. São filmes revolucionários, na linguagem e na forma, e seminais na arquitetura de uma ficção científica mais independente e altiva.

Arte conceitual de Blomkamp para o novo filme da franquia "Alien"

Arte conceitual de Blomkamp para o novo filme da franquia “Alien”

Mais uma imagem da visão de Blomkamp para "Alien"

Mais uma imagem da visão de Blomkamp para “Alien”

Harrison Ford voltará a viver Rick Deckard, mas pode se desligar em definitivo de outro icônico personagem. Há uma onda de boatos ganhando cada vez mais força em Hollywood de que Steven Spielberg trabalha para dirigir uma nova versão de “Indiana Jones” com Chris Pratt (“Guardiões da galáxia”) como Indy.

Hollywood, como diriam as más línguas, não sabe largar o osso. Mas especificamente sobre os novos “Alien” e “Blade Runner”, as perspectivas são as melhores possíveis. Blomkamp é fã confesso dos dois primeiros filmes – o segundo foi dirigido por James Cameron – e já anunciou que seu filme deve desconsiderar os eventos das terceira e quarta produções. Blomkamp é um dos últimos nomes realmente promissores a emergir na cena da ficção científica e sua devoção à essência de “Alien” e especialmente o trabalho apresentado em “Distrito 9” são razões que fundamentam o otimismo.

Villeneuve é um dos diretores mais inventivos e inteligentes a ter pisado em Hollywood. Depois de ir ao Oscar com o drama canadense “Incêndios”, ele debutou no mainstream americano com o tenso e intenso “Os suspeitos” (2013), estrelado por Hugh Jackman como um pai à procura de sua filha sequestrada. Seu filme seguinte, “O homem duplicado”, uma adaptação de Saramago, versava sobre identidade – tema caro ao universo de “Blade Runner”.

Esses filmes não precisariam de novos desdobramentos ou capítulos, mas já que esse é um caminho inevitável no negócio do cinema, essas relíquias cinematográficas não poderiam ter sido entregues a melhores mãos.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Notícias | 22:40

Primeira imagem de Eddie Redmayne em “The danish girl”

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Eddie Redmayne está sob os holofotes e depois de ser premiado com o Oscar por uma atuação cheia de fisicalidade em “A teoria de tudo”, no qual interpretou o físico Stephen Hawking, o ator inglês de 33 anos está gravando “The danish girl”, novo filme do diretor Tom Hooper, com quem já trabalhara em “Os miseráveis” (2012).

Na produção, a fisicalidade será novamente um eixo central na composição do ator que fará um homem que se submete à uma cirurgia para mudar de sexo.

O filme mostra a vida do pintor dinamarquês Einar Wegener que, em 1931, foi uma das primeiras pessoas a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo, tornando-se uma mulher e passando a se chamar Lili Elbe.  A estreia está prevista para 2016, mas a primeira imagem de Redmayne travestido foi liberada agora na esteira de sua semana vitoriosa.

(Foto: divulgação)

(Foto: divulgação)

Como curiosidade, fica o registro de que Nicole Kidman estava envolvida com o projeto e ela seria a protagonista enquanto a produção estava sob os cuidados do cineasta sueco Thomas Alfredson (“O espião que sabia demais”). Os direitos da produção, adaptado do livro de David Ebershoff, passaram por muitas mãos em Hollywood até pararem sob a guarida de Hooper e o projeto receber sinal de verde.

O belga Matthias Schoenaerts (“Ferrugem e osso”) e a americana Amber Heard (“Fúria sobre rodas”) completam o elenco da produção.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Diretores, Filmes, Notícias | 19:38

Cinema de Jafar Panahi volta a ganhar relevo com “Táxi”

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O cineasta iraniano Jafar Panahi fez alguns bons filmes em sua carreira, o melhor e mais festejado deles, “O círculo” venceu o Leão de Ouro em Veneza no ano 2000. A fita, de uma postura política inflamada para os padrões vigentes no Oriente médio, tratava das dificuldades impostas às mulheres por um estado islâmico como o Irã. Em 2009, ele apoiou o adversário de Mahmoud Ahmadinejad nas eleições presidenciais, o que fez com que fosse alvo de perseguição do regime dos aiatolás. Em março de 2010 foi feito prisioneiro. Em novembro daquele ano, declarado culpado de incitar protestos oposicionistas e de cultivar um cinema “obsceno”. Confinado à prisão domiciliar e proibido de fazer filmes por 20 anos, Panahi não se furtou do ofício de fazer cinema.

Em 2011, lançou “Isto não é um filme”, documentário em que retrata um dia de sua rotina como prisioneiro do regime iraniano. O filme foi rodado com câmeras amadoras e celulares.

“Cortinas fechadas”, premiado no festival de Berlim de 2013 com o prêmio de melhor roteiro, mistura ficção e realidade e abusa do poder de metaforização ao mostrar um roteirista que se trancafia em uma casa com um cachorro (animal perseguido no Irã por ser considerado “imundo”) e tenta terminar de escrever o roteiro de um filme. Sons externos enunciam a instabilidade vivenciada pelo roteirista. A casa é invadida por dois jovens que alegam também eles serem vítimas de perseguição política. Em um dado momento, o próprio Panahi aparece em cena borrando as fronteiras de ficção e realidade.

Agora, o diretor retorna com “Táxi”, um documentário mais oxigenado na proposta e na investigação que alinha. Panahi oferece suas impressões de uma Teerã contemporânea através das janelas de um carro e das vozes de passageiros distintos. O filme já é sintomático do pouco de liberdade que Panahi conseguiu obter. Ele já pode sair de sua casa, mas não pode deixar o país. Seu cinema continua clandestino, mas mais vigoroso do que nunca. A reação da crítica internacional a “Táxi” foi de maravilhamento. O filme, que concorre ao Urso de Ouro em Berlim, recebeu nesta sexta-feira  (13) o prêmio da crítica no festival.

O cineasta virou atração no festival de Berlim  (Foto: reprodução/Der Spiegel)

O cineasta virou atração no festival de Berlim
(Foto: reprodução/Der Spiegel)

“Sou um cineasta. Não posso fazer outra coisa a não ser filmes. O cinema é meu modo de expressão e a razão da minha vida. Por isso, preciso continuar fazendo filmes sob qualquer circunstância”, disse Panahi em vídeo exibido quando da première de seu filme em Berlim. O Der Spiegel, um dos principais semanários da Alemanha, observou que o filme é uma maneira criativa de expor a realidade do Irã e uma elaboração política refinada por parte do cineasta. Tudo indica que “Táxi” será o grande filme da era clandestina da carreira do diretor iraniano.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Filmes, Notícias | 19:24

Liberado o trailer da comédia que promete ser a mais ultrajante e divertida de 2015

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Foto: divulgação

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Você sabe o que significa o termo “Trainwreck”, que curiosamente nomeia o novo filme do diretor de perolas como “O virgem de 40 anos” e “Ligeiramente grávidos”? É uma expressão usada para discriminar uma mulher que mantém relações sexuais sequenciais com homens distintos.

Judd Apatow, o homem que revitalizou a comédia americana e é um dos produtores da série de forte pulsão feminista e que abraça o chavão ame ou odeie (estamos falando de “Girls”), se junta à comediante apontada como a maior sensação da atualidade na cena americana (não estamos falando de Lena Dunhan, mas sim de Amy Schumer), para forjar a comédia que promete ser a mais insanamente divertida da temporada.

A trama segue uma jornalista, que trabalha em uma revista masculina, que não acredita em relacionamentos monogâmicos. Ela gosta de sua vida livre e não quer compromissos entediantes com outras pessoas, mas tudo muda quando começa a se apaixonar pelo homem que ela está perfilando para a revista.

Schumer também assina o roteiro da fita que promete escrachar certas convenções sociais e inflamar a discussão sobre as diferenças de liberdade sexual entre os gêneros.

O elenco conta ainda com o astro do basquete LeBron James, Bill Hader, Marisa Tomei, Brie Larson, Daniel Radcliffe, Tilda Swinton e Ezra Miller.

O filme, que ainda não tem título nacional, deve aportar nos cinemas brasileiros em setembro.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Curiosidades, Filmes | 06:00

“50 tons de cinza” tem recepção surpreendentemente positiva da crítica internacional

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Foto: divulgação

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Talvez soe como uma surpresa para muitos, mas as primeiras impressões da crítica internacional – em especial da americana e da inglesa, sobre a adaptação cinematográfica de “50 tons de cinza” são para lá de positivas.  O consenso é de que o filme é superior ao livro. Apesar de críticas pouco amistosas às cenas de sexo, prevalece a percepção de que o filme emula o universo do sadomasoquismo com propriedade e sofisticação.

As comparações com o cult oitentista “9 e ½ semanas de amor” deram o tom das críticas das publicações Variety e The Hollywood Reporter. No Rotten Tomatoes, site que reúne todas as críticas feitas sobre um filme, “50 tons de cinza” estreou com 73% de avaliação positiva, o que o coloca entre os vinte melhores filmes avaliados no site e estamos em plena época do Oscar.

“O crédito vai para a diretora Sam Taylor-Johnson e para a roteirista, Kelly Marcel, que limaram as maiores falhas do primeiro livro do filme, mas preservaram a essência da narrativa”, anotou a crítica Elizabeth Weitzman do Daily News. Já o inglês Guardian elogia as elegantes opções da diretora para contextualizar o nascituro da relação entre Christian Grey e Anastasia Steele. Mais ácida, mas ainda elogiosa, a crítica do New York Post vaticina: “o filme nunca finge ser o que não é. Um pornô soft para mulheres diluído em uma classificação etária mais abrangente”.

Dissonante, a IndieWire reconheceu o esforço dos realizadores, mas ao demonizar a fonte, reconhece a dificuldade de ver no filme algo realmente palatável.  A Associated Press vai além. “Johnsson tem a missão impossível de juntar Lars Von Trier (diretor de “Ninfomaníaca”) com Nancy Meyers (diretora de filmes como “Alguém tem que ceder” e “Simplesmente complicado”) e ofertar um produto de apelo para as massas.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Análises, Notícias | 15:21

Homem-Aranha na Marvel sela acordo inédito em Hollywood. Mas e agora?

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Foto: montagem sobre divulgação

Foto: montagem sobre divulgação

 

Depois de muita boataria, a confirmação. O Homem-Aranha integrará o universo Marvel no cinema. Trata-se de um acordo sem precedentes na história de Hollywood este que abaliza a migração do herói aracnídeo para o universo cinematográfico da Marvel, que tal como nos quadrinhos, é todo coeso e interligado, outro feito ímpar no cinema.

O acordo que já vinha sendo costurado há alguns meses mantém o controle total do personagem com a Sony Pictures, que adquiriu os direitos em 1999 pela bagatela de U$ 7 milhões. Na prática, com a entrada de Kevin Feige, grande cérebro da Marvel, como grande produtor do novo filme do Aranha, o controle criativo fica com a Marvel, o que é boa notícia para os fãs e para a Sony que parecia perdida com os rumos do personagem. Amy Pascal, que renunciou à presidência do estúdio há poucos dias, será coprodutora junto com Feige. É uma forma de devolver prestigio a executiva que teve sua imagem bem arranhada durante o escândalo dos vazamentos de e-mails e documentos da Sony.

A primeira aparição do aracnídeo em um filme Marvel deve ser em “Capitão América: Guerra civil”. Na série de HQs que inspira o filme, o personagem tem papel central. O primeiro filme solo do herói fruto da parceria entre Sony e Marvel será lançado em 28 de julho de 2017, o que provocará alterações em todo o calendário de lançamentos da Marvel na janela entre 2017 e 2019. Filmes como “Thor: Ragnarok” deixa a data de 28 de julho e será lançado em 3 de novembro de 2017. “Pantera negra” vai para 6 de julho de 2018; “Capitã Marvel” vai para 2 de novembro de 2018; e “Inumanos” tem o lançamento transferido para 12 de julho de 2019. “Os vingadores: guerra do infinito partes 1 e 2 permanecem previstos para maio de 2018 e 2019, respectivamente. O Homem-Aranha deve dar as caras nesses dois filmes também.

Andrew Garfield, que foi a melhor coisa dessa reimaginação do Aranha, não deve voltar. Ele e Marc Webb, o diretor responsável pela nova trilogia que jamais se concretizará, não fizeram parte deste bombástico anúncio, o que indica que não fazem parte dos planos. O que faz sentido. Casa nova, vida nova.

A Marvel não deve investir em um novo filme de origem. Afinal, ninguém aguenta mais um filme de origem do Aranha. Os planos da Sony, que já articulava um quarto filme, sem Webb na direção, uma aventura solo do Venon e uma produção reunindo o sexteto sinistro devem ser definitivamente arquivados. Eram todos reflexos de como o estúdio não tinha a menor ideia de explorar sua principal mina de ouro. A franquia, que resultou em cinco filmes ao longo de 12 anos, é a principal do portfólio do estúdio. São quase U$  4 bilhões arrecadados mundialmente nas bilheterias.

O reboot irregular, frustrante para os fãs e decepcionante para os cofres do estúdio, acabou abrindo caminho para o acordo com a Marvel. Os detalhes deste acordo ainda são desconhecidos, mas é razoável supor que a Sony terá uma porcentagem do faturamento dos filmes da Marvel em que o Aranha aparecer. Já os lucros dos filmes solo do Aranha, a despeito do envolvimento da Marvel, devem  permanecer integralmente com a Sony. Mas aí voltamos à esfera da boataria.  Acordos sobre personagens fluindo de um universo para outro poderiam ser feitos eventualmente para filmes no futuro. O mundo de possibilidades que se abre é vultoso.  E a primeira pergunta é: quem será o novo Homem-Aranha? Façam suas apostas!

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Filmes, Notícias | 20:13

Veja o primeiro teaser de “knock Knock”, terror de Eli Roth sobre infidelidade

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Knock 3

Uma das principais sensações do Festival de Sundance deste ano, “Knock Knock”, traz Keanu Reeves como um arquiteto que, enquanto sua esposa e seus filhos viajam para a praia, acaba recebendo a inesperada visita de duas jovens em busca de socorro de uma forte tempestade. A situação rapidamente evolui para o flerte, descamba para o sexo e… um filme de terror com reminiscências tecnológicas e um humor típico do cineasta de “Cabana do inferno” e “O albergue”. O filme ainda não tem previsão de estreia de lançamento no Brasil.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Notícias | 19:24

Revelado o primeiro trailer de “Ted 2” e… tirem as crianças da sala!

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Foto: divulgação

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Último grande filme essencialmente original a ser um retumbante sucesso de bilheteria, “Ted” (2012) ganha uma sequência em 2015. O filme será lançado nos cinemas brasileiros em 27 de agosto.  O primeiro trailer da produção foi divulgado nesta quinta-feira (29).  Em “Ted 2”, o ursinho de pelúcia mais desbocado da cultura pop vai subir ao altar e quer ter um filho com uma loiraça padrão coelhinha da Playboy. Mas o processo de adoção é rigoroso e resistente à ideia de conceder esse direito a um ursinho falante. Somente Seth MacFarlane para lançar mão de um mote tão insano e politicamente incorreto como este. As piadas, no trailer, são sensacionais e mostram que a produção deve manter o pique do primeiro filme.

Mark Wahlberg está de volta ao elenco que tem os acréscimos de Morgan Freeman, Amanda Seyfried e Liam Neeson.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Curiosidades, Listas | 19:11

21 inutilidades sobre Hollywood, seus filmes e estrelas que você não precisaria saber, mas não vai resistir à curiosidade

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1 – Os dementadores dos livros e filmes de “Harry Potter” são símbolos da depressão da autora J.K. Rowling

2 – “Toy Story” se chamaria “Toyz in the hood”

3 – George Lucas e Steven Spielberg são responsáveis por sete das dez maiores bilheterias da década de 80

4 – Brad Pitt se hospedou em um hospício durante um fim de semana para se preparar para seu papel em “12 macacos” (1995). Foi indicado ao Oscar pela atuação.

5 – Tobey Maguire quase ficou de fora de “Homem-aranha 3”. A Sony já tinha um pré-contrato com Jake Gyllenhaal para assumir o papel de Peter Parker. A remota semelhança entre os atores fez com que eles interpretassem irmãos em “Entre irmãos” (2009).

6- Rachel McAdams e Ryan Gosling nasceram no mesmo hospital na cidade de Ontario, no Canadá. Eles se envolveriam romanticamente durante as gravações de “Diário de uma paixão” (2004).

Cena de "Diário de uma paixão" (2004)

Cena de “Diário de uma paixão” (2004)

7 – Christopher Nolan disse que todos os filmes de sua trilogia do Batman têm um tema em particular. O primeiro seria sobre o medo. O segundo, sobre caos; e o terceiro, dor.

8 – Angelina Jolie já admitiu em uma entrevista, à época em que recebeu seu Oscar por “Garota interrompida” (1999) ter comido baratas e desejo sexual por seu irmão

9 – Johnny Depp jamais assiste aos filmes que estrela

10 –  O nome do meio de Richard Gere é Tiffany

11 – Daniel Craig, o James Bond em pessoa, tem medo de empunhar armas

12 – Bill Murray foi o primeiro ator a ter um dia dedicado só a ele no Festival Internacional de Cinema de Toronto. A honraria aconteceu em 2014

13 – O ator James Woods tem um Q.I de 180, maior do que Stephen Hawking (160) e Albert Einstein (160). Mas nunca ganhou um Oscar

14 – Tem algo da Starbucks em toda cena de “Clube da luta”

15 – O quinto filme da franquia Rambo terá o subtítulo “Last blood”. O primeiro teve o subtítulo “First blood”. Será que vai ser o último mesmo? Larga o osso, Sly!

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O 007 não gosta de armas…

16 – Tom Hiddleston, além do inglês, fala fluentemente alemão, espanhol e francês; e arranha o russo.

17 – “Frozen” foi baixado ilegalmente mais de 30 milhões de vezes em 2014. E nem mesmo foi o filme mais pirateado do ano. O troféu ficou com “O lobo de Wall Street”

18 – Emily Blunt recusou o papel de Mulher-gato em “Batman: o cavaleiro das trevas ressurge”

19 – Toda vez que John Travolta vai ao banheiro em “Pulp Fiction- tempo de violência” (1994) algo ruim acontece

20 – Chris Pratt costumava morar em uma van antes de vingar como ator

21 – O título russo de “O lado bom da vida” (2012) é “Meu namorado é um psicopata”.

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