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segunda-feira, 28 de julho de 2014 Curiosidades, Filmes, Listas | 22:35

A história de Hollywood em dez filmes

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O jornal inglês The Telegraph lançou um desafio inusitado. É possível contar a história de Hollywood em dez filmes? A ideia é agregar as produções que, não só influenciaram o modo de se fazer cinema dali em diante, mas que mimetizem o espírito da Meca do cinema em cada época.

Como em toda lista, há margem para discordâncias e interpretações diversas, mas a lista formulada pelo jornalista Robbie Colin paira acima das suspeitas mais superficiais. Eis ela:

 

Cena do filme "A conversação"

Cena do filme “A conversação”

“Uma semana”, de Buster Keaton (1920)

“Aconteceu naquela noite”, de Frank Capra (1934)

“No tempo das diligências”, de John Ford (1939)

“Fuga ao passado”, de Jacques Tourneur (1947)

“Sinfonia de Paris”, de Vicente Minneli (1951)

“À queima roupa”, de John Boorman (1967)

“A conversação”, de Francis Ford Coppola (1974)

“De volta para o futuro”, de Robert Zemeckis (1985)

“Pulp Fiction – tempo de violência”, de Quentin Tarantino (1994)

“Batman – o cavaleiro das trevas”, de Chistopher Nolan (2008)

 

O Cineclube, instigado por este exercício de cinefilia e história, elaborou a própria lista com o mesmo objetivo. Eis ela:

 

Cena de "A rede social"

Cena de “A rede social”

“O nascimento de uma nação”, de D.W. Griffith (1915)

“Tempos modernos”, de Charles Chaplin (1936)

“E o vento levou…”, de Victor Fleming (1939)

“Como era verde o meu vale”, de John Ford (1941)

“Sindicato de ladrões”, de Elia Kazan (1954)

“Amor sublime amor”, de Robert Wise e Jerome Robbins (1961)

“Tubarão”, de Steven Spielberg (1975)

“Taxi driver”, de Martin Scorsese (1976)

“Fargo”, de Joel e Ethan Coen (1996)

“A Rede social”, de David Fincher (2010)

 

Cena de "Sindicato de ladrões"

Cena de “Sindicato de ladrões”

Cena de "Taxi driver"

Cena de “Taxi driver” (Fotos: divulgação)

A lista se justifica nas inteirezas e nas sutilezas. “O nascimento de uma nação” aborda os eventos mais importantes da fomentação da América tudo pela ótica de duas famílias. É um dos filmes que moldaram a narrativa cinematográfica como a conhecemos. “Tempos modernos”, com sua ousada crônica da revolução industrial é um exemplo de como Hollywood sabe aproveitar talentos estrangeiros, no caso, Chaplin.

Já “E o vento levou” foi o primeiro épico hollywoodiano e, com valores atualizados pela inflação, um dos três filmes de maior bilheteria de todos os tempos.

Já “Como era verde o meu vale” é a opção mais fidedigna de narrativa hollywoodiana. O filme de John Ford prevaleceu no Oscar sobre “Cidadão Kane”, de Orson Welles, por muitos considerados um dos melhores filmes da história. A vitória deste épico familiar traduz muito da concepção de cinema em voga ainda hoje em Hollywood. “Sindicato de ladrões”, por seu turno, mostra o viés político do cinema hollywoodiano e sua veia liberal então efervescente.

“Amor sublime amor” é o triunfo do musical, esse gênero tão teatral que de quando em quando brilha no cinema. O filme é um dos maiores vencedores do Oscar e um grande sucesso de bilheteria. Além, é claro, de provar a versatilidade da shakespeariana história de Romeu e Julieta.

Steven Spielberg entra na lista com “Tubarão”, filme que inaugurou o que hoje chamamos de temporada de blockbusters (ou verão americano) e, literalmente, salvou Hollywood da bancarrota.  Os anos 70 tem dois filmes porque, depois dos anos 30, foram os mais importantes do cinema americano. Quando ele se revitalizou impulsionado por novos diretores criativos e inovadores. Martin Scorsese era um deles e “Taxi driver” um dos expoentes desse movimento.

Na lista do The Telegraph aparece “Pulp Fiction”. A opção por “Fargo” é uma provocação. O grande mérito oculto de Quentin Tarantino talvez tenha sido chamar atenção para o cinema dos Coen, hoje uma unanimidade, mas que antes de “Pulp Fiction” raramente eram notados por Hollywood. “Fargo” mudou este panorama.

“A rede social” não é apenas um filme sobre as circunstâncias da criação da maior rede social de nossos tempos. É um filme que se apresenta como síntese da linguagem de nossa era e, também, a melhor representação da chamada geração y que já começa a mandar e desmandar nos padrões de Hollywood também.

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sexta-feira, 25 de julho de 2014 Análises, Curiosidades, Filmes | 06:00

Quando o cinema pensa o jornalismo

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Está programado para estrear nos cinemas no próximo dia 7 de agosto o documentário “O mercado de notícias”, de Jorge Furtado. O filme combina a encenação da peça homônima de 1625 do dramaturgo inglês Ben Jonson com depoimentos colhidos pelo diretor de 13 jornalistas de diferentes mídias da cena noticiosa nacional.

A intenção do cineasta é discutir a reverberação do jornalismo no cotidiano, o sentido e a prática da profissão, bem como seu futuro. O filme reflete casos recentes da política brasileira e pormenoriza a atuação da imprensa. A estrutura, ainda que convencional, busca a metaforização nesse diálogo que propõe com uma peça forjada no século XVII. As circunstâncias do jornalismo, no entanto, são passíveis de mudança? A essência se metamorfoseia com o tempo ou permanece imutável? São questionamentos que norteiam o interesse de Furtado com seu filme.

Os jornalistas depoentes não são menos notórios que o diretor de “O homem que copiava” (2003) e “Saneamento básico – o filme” (2007). Bob Fernandes, Cristiana Lôbo, Fernando Rodrigues, Geneton Moraes Neto, Janio de Freitas, José Roberto de Toledo, Leandro Fortes, Luis Nassif (colunista do iG), Mauricio Dias, Mino Carta, Paulo Moreira Leite, Raimundo Pereira e Renata Lo Prete formam esse painel plural e multifacetado tateado por Furtado.

Para o diretor, seu documentário “debate critérios jornalísticos e, também, configura uma defesa da atividade jornalística, do bom jornalismo, sem o qual não há democracia”.

O jornalista Fernando Rodrigues em cena de "O mercado de notícias"

O jornalista Fernando Rodrigues em cena de “O mercado de notícias”

Em "Rede de intrigas", o âncora de um telejornal promete se suicidar no ar quando de sua demissão e vira um sucesso de audiência

Em “Rede de intrigas”, o âncora de um telejornal promete se suicidar no ar quando de sua demissão e vira um sucesso de audiência à medida que perde as papas da língua

Em "O informante", Al Pacino vive um jornalista que tenta convencer uma potencial fonte, mas se vê imerso em um jogo escuso de interesses econômicos

Em “O informante”, Al Pacino vive um jornalista que tenta convencer uma potencial fonte a entregar podres da indústria tabagista, mas se vê imerso em um jogo escuso de interesses econômicos

A ideia central do filme, no entanto, não é nova. Há, por exemplo, um documentário americano recente que aborda com propriedade o mesmo tema. Trata-se de “Page one: inside The New York Times” (2011), disponível no catálogo da Netflix.  O filme de Andrew Rossi propõe um mergulho sem precedentes na redação e na história do jornal mais importante e mais influente do mundo. Jornalistas do veículo e também de concorrentes falam sobre o jornal, as mudanças estruturais impostas pelo tempo e, na esteira desta avaliação, pelas transformações inerentes ao próprio jornalismo.

A primazia dessa reflexão do jornalismo, contudo, não é do documentário. O cinema ficcional discute o jornalismo há um bom tempo. “A montanha dos sete abutres”, de Billy Wilder (1951) é item obrigatório nas faculdades de jornalismo por oferecer uma visão arguta de como o jornalismo pode pender para o sensacionalismo em um piscar de olhos. Desse quadro indesejável para a manipulação, basta outro piscar de olhos.

Ainda nessa linha de pensar o jornalismo em toda a sua complexidade, podem ser destacados filmes como “O informante” (1999), “Quase famosos” (2000), “Nos bastidores da notícia” (1987), “Todos os homens do presidente” (1976), “A primeira página” (1974), “Boa noite e boa sorte” (2005), “Frost/Nixon” (2008), “Rede de intrigas” (1976), “O jornal” (1994), “O preço de uma verdade” (2003), “O quarto poder” (1997), “Intrigas de Estado” (2009), entre tantas outras preciosas inflexões sobre o fazer jornalístico.

Em "O quarto poder", Dustin Hoffman vive experiente jornalista que manipula um homem desesperado para conseguir o furo de sua carreira

Em “O quarto poder”, Dustin Hoffman vive experiente jornalista que manipula um homem desesperado para conseguir o furo de sua carreira

"Quase famosos" mostra a experiência de um jovem jornalista acompanhando uma banda em turnê

“Quase famosos” mostra a experiência de um jovem jornalista acompanhando uma banda de rock em turnê

Um ex-presidente em busca de redenção midiática e um apresentador de tv contestado em um embate intelectual primoroso são a matéria prima de "Frost/Nixon"

Um ex-presidente em busca de redenção midiática e um apresentador de tv contestado em um embate intelectual primoroso são a matéria prima de “Frost/Nixon”

Com diferentes inclinações, tons e conclusões, esses filmes convidam a uma reflexão fundamentalmente importante em um momento em que o País se prepara mais uma vez para ir às urnas. Reflexão esta que deve ser encampada por quem produz e, principalmente, por quem consome notícia.

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quinta-feira, 24 de julho de 2014 Notícias | 20:46

Festival de Veneza 2014 anuncia seleção oficial

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Foram anunciados nesta quinta-feira (24) os filmes que compõem a mostra competitiva da 71ª edição do festival internacional de cinema de Veneza, o mais antigo e um dos mais prestigiados do mundo. Serão exibidos no evento os novos filmes dos cineastas Fatih Akin (“Contra a Parede”), Andrew Niccol (“O Senhor das Armas”), David Gordon Green (“Joe”), Roy Anderson (“Vocês, os Vivos”) e Joshua Oppenheimer (“O Ato de Matar”).

Curiosamente, são os filmes exibidos fora de competição que mais chamam a atenção. Destacam-se os novos trabalhos do centenário realizador português Manoel de Oliveira, o retorno depois de 14 anos afastado do cinema de Peter Bogdanovich e de Barry Levinson, responsável por filmes como “Mera coincidência” (1997), “Donnie Brasco” (1997) e “Rain man” (1988). Além da nova incursão do ator James Franco pela direção, é claro.

Há predominância europeia na lista, com maior presença do cinema francês (seis títulos). Não há candidatos da América Latina, o que corrobora o ano cinematograficamente frágil apresentado pelo cinema da região.

 Confira abaixo a lista dos filmes que integram o festival

Competição

Willem Dafoe em cena de "Pasolini", de Abel Ferrara

Willem Dafoe em cena de “Pasolini”, de Abel Ferrara

“The Cut”, Fatih Akin (Alemanha, França, Itália, Rússia, Canadá, Polônia, Turquia)
“A Pigeon Sat on a Branch Reflecting on Existence”, Roy Anderson (Suécia, Alemanha, Noruega, França)
“99 Homes”, Ramin Bahrani (EUA)
“Tales”, Rakhshān Bani E’temād (Irã)
“La rançon de la gloire”, Xavier Beauvois (França, Bélgica, Suíça)
“Hungry Hearts”, Saverio Costanzo (Itália)
“Le dernier coup de marteau”, Alix Delaporte (França)
“Pasolini”, Abel Ferrara (França, Bélgica Itália)
“Manglehorn”, David Gordon Green (EUA)
“Birdman or The Unexpected Virtue of Ignorance”, Alejandro González Iñárritu (EUA)
“3 coeurs”, Benoît Jacquot (França)
“The Postman’s White Nights”, Andrei Konchalovsky (Rússia)
“Il giovane favoloso”, Mario Martone (Itália)
“Sivas”, Kaan Müjdeci (Turquia)
“Anime nere”, Francesco Munzi (Itália, França)
“Good Kill”, Andrew Niccol (EUA)
“Loin des homes”, David Oelhoffen (França)
“The Look of Silence”, Joshua Oppenheimer (Dinamarca, Finlândia, Indonésia, Noruega, Reino Unido)
“Fires on the Plain”, Shinya Tsykamoto (Japão)
“Red Amnesia”, Xiaoshuai Wang (China)

Fora de competição

Al Pacino volta a colaborar com Barry Levinson em "The humbling"

Al Pacino volta a colaborar com Barry Levinson em “The humbling”

“Words With Gods”, Guillermo Arriaga, Emir Kusturica, Amos Gitai, Mira Nair, Warwick Thornton, Hector Babenco, Bahman Ghobai, Hideo Nakata, Alex de la Iglesia (México, EUA)
“She’s Funny That Way”, Peter Bogdanovich (EUA)
“Dearest”, Peter Ho-sun Chan (Hong Kong, China)
“Olive Kitteridge”, Lisa Cholodenko (EUA)
“Burying the Ex”, Joe Dante (EUA)
“Perez”, Edoardo de Angelis (Itália)
“La zuppa del demônio”, Davide Ferrario (Itália)
“The Sound and the Fury”, James Franco (EUA)
“Tsili”, Amos Gitai (Israel, Rússia, Itália, França)
“La trattativa”, Sabina Gazzanti (Itália)
“The Golden Era”, Ann Hui (China, Hong Kong) – filme de encerramento
“Make-Up”, Im Kwon-taek (Coreia do Sul)
“The Humbling”, Barry Levinson (EUA)
“The Old Man of Belem”, Manoel de Oliveira (Portugal, França)
“Italy in a Day”, Gabriele Salvatores (Itália, Reino Unido)
“In the Basement”, Ulrich Seidl (Áustria)
“Os Boxtrolls”, Anthony Stacchi, Annable Graham (Reino Unido)
“Ninfomaníaca – Volume II” (versão do diretor), Lars von Trier (Dinamarca, Alemanha, França, Bélgica)

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segunda-feira, 21 de julho de 2014 Filmes, Notícias | 22:15

Confira o primeiro trailer de “Trash – a esperança vem do lixo”

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Foi divulgado nesta segunda-feira o trailer de “Trash – a esperança vem do lixo”, novo filme de Stephen Daldry, diretor dos filmes “Billy Elliot” (2000), “As horas” (2002) e “O leitor” (2008). A produção foi gravada no Rio de Janeiro entre 2012 e 2013 e é uma co-produção entre as britânicas Working Title e PeaPie Films e a brasileira O2 Filmes. O roteiro é de Richard Curtis, responsável pelos textos de “Cavalo de guerra” (2010) e “Simplesmente amor” (2003).

Uma mistura de drama e thriller, “Trash” acompanha três meninos, Raphael (Rickson Tevez), Gardo (Eduardo Luis ) e Rato (Gabriel Weinstein), que vivem em um lixão e que após uma descoberta misteriosa entram na mira de policiais corruptos . A trama que fala sobre poder e corrupção se destaca pelo elenco internacional com nomes como Wagner Moura, Selton Mello, Rooney Mara e Martin Sheen.

 

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quinta-feira, 17 de julho de 2014 Notícias | 06:00

Programa para cinéfilo de verdade

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Michael Haneke orienta seus atores no set de "Amor": cineasta tem seus dois últimos filmes em retrospectiva na Mostra

Michael Haneke orienta seus atores no set de “Amor”: cineasta tem seus dois últimos filmes em
retrospectiva na Mostra
(Fotos: divulgação)

A Imovision, importante distribuidora nacional que traz para o país lançamentos de arte e filmes pincelados de festivais afora, está completando 25 anos. Para comemorar a ocasião, a empresa preparou uma mostra para celebrar seu catálogo. O evento será realizado na cidade de São Paulo entre os dias 24 e 30 de julho. A Mostra Imovision 25 anos destacará sete pré-estreias e fará retrospectiva de sete filmes que compõem o catálogo de mais de 300 títulos da distribuidora. Esses sete filmes foram escolhidos a partir de uma votação realizada por críticos de cinema do país. Os títulos mais votados foram “Amor à Flor da Pele”, de Wong Kar-Wai; “A Fita Branca”, de Michael Haneke; “Vincere”, de Marco Bellocchio; “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes; “Amor”, de Michael Haneke; “Dançando no Escuro”, de Lars Von Trier; e “A Separação’, de Asghar Farhadi.

Os filmes em pré-estreia são os seguintes: ‘O samba”, de Georges Gachot; “As férias do Pequeno Nicolau”, de Laurent Tirard; “A pedra de paciência”, de Atiq Rahimi; “Bem vindo a Nova York”, de Abel Ferrara; “ O casamento de May”, de Cherien Dabis; “Paraíso”, de Mariana Chenillo; e “Geronimo”, de Tony Gatlif.

 Serviço:

MOSTRA IMOVISION 25 ANOS
De 24 a 30 de Julho
Local: Reserva Cultural – Av. Paulista, 900
Ingressos: na bilheteria do cinema

PASSAPORTES
Sessão Retrospectiva: R$ 30,00 meia / R$ 60,00 inteira
(válidos para os 7 filmes da Retrospectiva na Mostra 25 anos)

Pré-estreias: R$ 70,00 meia / R$ 140,00 inteira
(válidos para os 7 filmes em Pré-estreia na Mostra 25 anos)

INGRESSOS AVULSOS
Sessão Retrospectiva: R$ 8,00 / R$ 16,00
Pré-estreias: R$ 14,00 / R$28,00

Mais informações: www.imovision.com.br

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quarta-feira, 16 de julho de 2014 Atores, Curiosidades | 23:17

Mark Wahlberg e Transformers: cinco razões para o casamento perfeito

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

1 – Mark Wahlberg é o astro mais rentável de Hollywood hoje, de acordo com a última atualização da revista Forbes. Ele gera U$ 23 a cada dólar investido.

2 – Diferentemente de Shia LaBeouf, Wahlberg curte esses filmes gigantescos e megalomaníacos que Hollywood adora fazer e aos quais a série dirigida por Michael Bay se alinha.

3 – Ele não faz um filme ruim há muito tempo. O último foi a adaptação do game “Max Payne” em 2008

4 – Ele e Michael Bay se tornaram parceiros e amigos. Uma das condições para Bay voltar a dirigir um filme da franquia foi que Wahlberg estivesse à bordo. Juntos eles fizeram o divertido e sarcástico “Sem dor, sem ganho” (2013)

5 – Mark Wahlberg é um dos poucos caras na Hollywood atual que consegue mandar bem tanto na comédia como na ação e “Transformers” precisa de gente assim

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terça-feira, 15 de julho de 2014 Bastidores, Curiosidades | 20:48

Os mercenários ficam chiques em ensaio para a Vanity Fair

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Depois de reforçar seu elenco para a terceira aventura nos cinemas, Sylvester Stallone não poupa esforços para fazer deste terceiro capítulo da franquia mais improvável do cinema de ação um dos acontecimentos do ano nos cinemas. Depois de invadir o festival de Cannes com um tanque em maio, os mercenários posaram para um ensaio exclusivo da nova edição da prestigiada revista Vanity Fair.

Quem são todos os mercenários no terceiro filme

Nas fotos, Mel GibsonSylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Antonio Banderas, Harrison Ford, a lutadora de MMA e atriz debutante Ronda Rousey, Jason Statham, Dolph Lundgren, Kellan LutzWesley Snipes e Kelsey Grammer surgem elegantes e brincalhões. Vale tudo pela atenção da plateia e Stallone e sua trupe realmente não brincam em serviço. Após as fotos, um belo pôster animado para aguçar ainda mais a curiosidade pelo filme.

“Os mercenários 3” estreia no dia 21 de agosto nos cinemas brasileiros

Fotos: Vanity fair

Fotos: Vanity fair

Vanity fair - mercenários (2)

Stallone, Schwarzenegger e seus punhos...

Stallone, Schwarzenegger e botox?

Schwarzenegger impressionado com a barba de Mel Gibson...

Schwarzenegger impressionado com a barba de Mel Gibson…

Antonio Banderas sempre se agarrando em algo...

Antonio Banderas sempre se agarrando em algo…

Stallone e "todo mundo olhando para cá..."

Stallone e “todo mundo olhando para cá…”

Stallone e o chapa Lundgren: "mas não conta para ninguém..."

Stallone e o chapa Lundgren: mas não conta para ninguém…

Apenas relaxe...

Apenas relaxe…

E para quem estava reclamando da ausência de mulher neste filme... Ronda Rousey

E para quem estava reclamando da ausência de mulher neste filme… Ronda Rousey

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sexta-feira, 11 de julho de 2014 Filmes, Notícias | 06:00

“Amantes eternos” encerra reinado dos vampiros na cultura pop

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Filme de vampiro que é filme de arte, mas não necessariamente nesta ordem... (Foto: divulgação)

Filme de vampiro que é filme de arte, mas não necessariamente nesta ordem… (Foto: divulgação)

Desde o início da década, em pleno frisson provocado pela saga “Crepúsculo”, os vampiros reinaram na cultura pop em geral e no cinema em particular. Mas nos últimos dois anos esse reinado vem dando sinais de esgotamento. Filmes como “Abraham Lincoln: caçador de vampiros” (2012) e “Academia de vampiros – o beijo das sombras” (2014), na modéstia das bilheterias combinada à pobreza narrativa, são reveladores dessa fadiga dos vampiros conforme a década se aproxima de sua metade.

Cabe ao festejado Jim Jarmusch, diretor da cena indie americana, encerrar com chave de ouro essa fase vampírica no cinema que deve muito, em todos os sentidos possíveis e imagináveis, à fase anterior: protagonizada por belos filmes como “Drácula da Bram Stoker” (1992) e “Entrevista com o vampiro” (1994).

Em “Amantes eternos”, tradução honrosa, mas ainda acanhada do esplendido título original “Only lovers left alive” (algo como “Somente os amantes permanecem vivos”), Jarmuch reveste seus vampiros, vividos por Tom Hiddleston (o Loki de “Thor” e “Os vingadores”) e Tilda Swinton (vencedora do Oscar por “Conduta de risco”) de angústia existencial e tesão pela arte e conhecimento humanos. Adão e Eva, nomes nada acidentais, vivem há séculos e estão desencantados com o rumo da raça humana. Jarmusch usa a liberdade proposta por um filme de vampiro com tal vocação para pensar sobre conflitos essencialmente humanos. Tudo regado à arte, música e um humor perverso devidamente afiado.

O filme deve estrear nos cinemas brasileiros em 21 de agosto. Confira o trailer legendado abaixo.

 

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quinta-feira, 10 de julho de 2014 Curiosidades, Fotografia | 05:00

Olhando por trás das cortinas da magia do cinema: o antes e o depois dos efeitos especiais

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Os efeitos especiais mudaram muito ao longo dos anos e ajudaram a transformar o cinema naquilo que nós reconhecemos como cinema hoje. Do mais caro blockbuster ao filme independente, os efeitos especiais são essenciais à feitura e à narrativa de um filme. Sejam eles simples ou sofisticados. Como curiosidade, o Cineclube apresenta algumas imagens que comparam cenas de filmes pré-finalizadas (sem os efeitos especiais) e como elas foram exibidas no cinema. Fica bem claro, mesmo para os mais resistentes, que a importância dos efeitos especiais no cinema vai muito além da diversão.

"As aventuras de Pi"

“As aventuras de Pi”

"Distrito 9" (2009)

“Distrito 9” (2009)

"Gravidade"

“Gravidade”

"Planeta dos macacos: a origem"

“Planeta dos macacos: a origem”

"Alice no País das maravilhas"

“Alice no País das maravilhas”

"Amanhecer - parte 1"

“Amanhecer – parte 1”

"Batman -  o cavaleiro das trevas"

“Batman – o cavaleiro das trevas”

"Os vingadores"

“Os vingadores”

"Oz- mágico e poderoso"

“Oz- mágico e poderoso”

"O Hobbit"

“O Hobbit”

"O Grande Gatsby"

“O Grande Gatsby”

"O grande Gatsby"

“O grande Gatsby”

"Godzilla"

“Godzilla”

'O lobo de Wall Street"

‘O lobo de Wall Street”

Fontes: bussinessinsider.com, loombok.com e Hollywood Reporter

 

 

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quarta-feira, 9 de julho de 2014 Atores, Curiosidades, Notícias | 21:28

Sherlock Holmes é mais um ícone na carreira de Ian Mckellen

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Dá para dizer que, aos 75 anos de idade, Ian Mckellen é o cara. O britânico só atingiu o estrelato depois dos sessenta anos, mas antes disso já era um baita ator que mesclava os aplausos dos palcos londrinos com a efemeridade dos papeis secundários no cinema americano. Foi o trabalho com Bill Condon, que já o havia dirigido no teatro, em “Deuses e monstros” (1998), que lhe valeu indicação ao Oscar de melhor ator, que mudou o status das coisas. Mckellen passou a receber convites prazerosos e figuras icônicas da cultura pop, como vilão Magneto e o mago Gandalf, entraram em sua vida.

Profissionalmente, McKellen só se beneficiou dessa exposição. Um dos pioneiros em assumir sua homossexualidade em Hollywood, o britânico consegue amealhar admiração em qualquer frente que se observe. Agora, mais um personagem icônico marcará a carreira de Sir Ian Mckellen.  Ele dará vida à criação de Arthur Conan Doyle como um Sherlock Holmes aposentado. O trabalho marcará a retomada da colaboração com Bill Condon. “A slight trick of the mind” ainda não tem previsão de estreia, mas a primeira foto está aí para aguçar a curiosidade dos fãs do personagem e de McKellen.

A trama revela um Sherlock Holmes aposentado que é assombrado por um caso não resolvido no passado. Ele lembra apenas de fragmentos: o confronto com um marido nervoso e uma ligação secreta com sua bela e instável esposa. Longe de sua melhor forma e sem o apoio de Watson, Holmes enfrenta o caso mais difícil da sua vida.

Foto: divulgação

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