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domingo, 7 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 07:00

Matthew McConaughey se revolta no trailer de “Um Estado de Liberdade”

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Foto: divulgação

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Inspirado em uma história real, que remonta ao período da Guerra Civil Americana, “Um Estado de Liberdade” ganhou seu primeiro trailer internacional. Estrelado por Matthew McConaughey, Gugu Mbatha-Raw e Maherashala Ali, o drama de ação apresenta a trajetória de um desertor do Sul, Newt Knight (Matthew McConaughey), em sua extraordinária rebelião armada contra a Confederação. No primeiro trailer, é possível observar o protagonismo local de Knight e a união de seus liderados.

Sob direção de Gary Ross, de “Seabiscuit – Alma de Herói”, o longa retrata a união de Knight (Matthew McConaughey) com agricultores e escravos locais, que incitam uma revolta para se separar da Confederação e criar um Estado Livre. Ao longo dos anos, Knight continua sua luta e enfrenta muitos outros desafios, além da Guerra Civil.

O filme, que não fez boa carreira comercial nos EUA, era mais uma aposta de McConaughey para voltar ao Oscar, que ganhou em 2014 com “Clube de Compras Dallas”. O longa chega aos cinemas brasileiros em 27 de outubro com distribuição da Paris Filmes.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016 Atrizes | 18:25

Maeve Jinkings é homenageada na 9ª edição do Festival de Cinema de Triunfo

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A atriz em cena do filme "O Som ao Redor"

A atriz em cena do filme “O Som ao Redor”

Em sua nona edição, o Festival de Cinema de Triunfo ganha fôlego novo, contemplando a diversa e recente produção audiovisual pernambucana e nacional. De 8 a 13 de agosto, 33 curtas e longas-metragens em competição vão ganhar a tela do Cine Theatro Guarany, um dos mais belos equipamentos públicos e também patrimônio material do estado.

Nesta edição, o Festival prestará homenagens a atriz Maeve Jinkings que tem parceria de longa data com o cinema de Pernambuco. Sendo assim, reconhecida pela importante contribuição no desenvolvimento da produção audiovisual do Estado. “Em julho de 2009 vim a Recife filmar ‘Passageira S8’, primeiro de uma série de filmes que viria a realizar em Pernambuco”, comenta a atriz. “Naquela ocasião escutei falar de um festival de cinema que ocorreria numa linda cidade no sertão do Pajeú chamada Triunfo. A cidade permaneceu em meu imaginário desde então, por isso é uma honra e um prazer enorme ser convidada a estar no Festival para ser homenageada”, completou.

Leia entrevista da atriz ao iG em que ela fala da carreira no cinema e do sucesso alcançado na televisão

Maeve Jinkings nasceu em Brasília, mudou-se aos cinco anos para Belém do Pará, onde se formou em Comunicação Social. De lá, seguiu para São Paulo, onde estudou artes dramáticas. Em 2009, filmou um curta-metragem no Recife, o primeiro de uma série de trabalhos no Estado. Sua parceria com a produção de cinema pernambucano resultou até hoje em mais de dez longas, entre eles “Aquarius” (2016), “Açúcar” (em finalização), “Boi Neon” (2016), “Amor Plástico e Barulho”, “Boa Sorte Meu Amor” (2013), “Era Uma Vez Verônica” (2013) e “O Som ao Redor” (2013).  Sua estreia em teledramaturgia ocorreu em 2015, na novela “A Regra do Jogo”. Maeve também tem atuado como preparadora de elenco, atividade que desempenhou nos filmes “Sem Coração” e “Big Jato”.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Críticas, Filmes | 17:07

Susan Sarandon retoma o protagonismo perdido na bela surpresa “A Intrometida”

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Mãe, filha e o luto: um filme tão inteligente quanto divertido (Fotos: divulgação)

Mãe, filha e o luto: um filme tão inteligente quanto divertido
(Fotos: divulgação)

Lorene Scafaria, para todos os efeitos, segue os passos de grandes cineastas mulheres como Nora Ephron e Nancy Meyers, cujas filmografias se resolvem em torno de grandes personagens femininas em filmes muito sensíveis, inteligentes e agradáveis.

“A Intrometida” (EUA 2015), que devolve a Susan Sarandon o protagonismo que lhe falta desde “Bernard & Doris – O Mordomo e a Milionária”, uma produção da HBO de 2006, é um filme cheio de sutilezas sobre gente de verdade com problemas reais e palpáveis.

O filme é o segundo de Scafaria como diretora. O primeiro foi o excelente e surpreendente “Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo” (2012). Como naquele filme, este é movido pelas inseguranças dos personagens. Tudo retratado com muito afeto e atenção. Há certa melancolia no registro e Scafaria se mostra uma roteirista talentosa e uma diretora atenta aos pequenos detalhes. Seu filme é cheio de fragmentos que juntos tornam a experiência muito mais sensível.

Sarandon faz Marnie, uma mulher que não sabe exatamente como conviver com a ausência do marido falecido. O luto mal elaborado a aproxima da filha Lori (Rose Byrne) que, por seu turno, tenta se afastar da mãe por não saber exatamente lidar com ela sem o pai ali junto. A presença cada vez mais forçosa da mãe expõe fissuras no relacionamento das duas. A beleza de “A Intrometida” é que o espectador só se dá conta de que é um filme sobre como administrar o luto e recolocar sua vida nos trechos lá pela metade da projeção. Seria injusto, no entanto, reduzir o filme a isso. “A Intrometida” flagra duas mulheres que se descobrem vulneráveis em uma fase da vida em que não esperavam por isso. Marnie, em especial, se vê refém de sua carência afetiva e permite que sua insegurança se manifeste com mais propriedade. O que não quer dizer que esteja se abrindo para novas pessoas. A maneira como se refere à amiga de Lori, a quem ela se oferece para pagar pelo casamento, é uma ilustração clara disso.  A maneira como mãe e filha se agarram à memória de seus homens do passado e como essa condição afasta qualquer possibilidade de paz de espírito é uma sutileza do roteiro que merece aplausos.

Sensibilidade de "A Intrometida" está nos detalhes

Sensibilidade de “A Intrometida” está nos detalhes

O elenco é um espetáculo à parte. Byrne é uma das melhores atrizes da atualidade em que o grande público não presta atenção. Sua incrível capacidade de trafegar entre o humor mais histriônico e a nota dramática mais singela é puro arrebatamento. Não obstante, sua versatilidade impressiona. Ela faz terror (“Sobrenatural”), comédia rasgada (“Os Vizinhos”) e dramédias como essa sem deixar a peteca cair.

Susan Saranson apresenta aquela boa forma dramática que lhe é característica e como é bom vê-la novamente à frente de um filme com algo a dizer. J. K Simmons surge aqui como um galã maduro que entra no radar de uma Marnie sem convicção de que caminho seguir e o ator apresenta toda a qualidade que dele se espera – e quem o conhece de sua magnânima trajetória no circuito indie americano sabe que se espera muito dele.

Scafaria entrega um filme solar, doído, momentaneamente desconfortável – pois nos laça pela familiaridade – e tateia as verdades submergidas em nossa inteligência emocional com muita propriedade e generosidade. Um filme que diverte, encanta e faz um bem danado assistir.

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terça-feira, 2 de agosto de 2016 Críticas, Filmes | 16:47

“Esquadrão Suicida” é filme sem medo de ser pop

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Foto: divulgação

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E se o próximo Superman arrancar o telhado da Casa Branca e sequestrar o presidente dos EUA? Essa premissa, discutida em uma reunião com as principais autoridades da defesa dos EUA no primeiro ato de “Esquadrão Suicida”, é a base fundadora do filme de David Ayer que chega nesta quinta-feira (4) aos cinemas brasileiros e que o Cineclube já assistiu.

Amanda Waller, interpretada com fúria silenciosa por Viola Davis, propõe o seguinte ao governo dos EUA: pegar a escória entre a escória e colocá-los para ser uma linha de defesa dos EUA em face da crescente ameaça dos meta-humanos.

Leia também: Foi difícil retratar a sociopatia de minha personagem, diz Viola Davis sobre “Esquadrão Suicida”

Apesar da resistência inicial, a ideia é encampada e o “Esquadrão Suicida”, composto por Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), El Diablo (Jay Hernadez), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Magia (Cara Delevingne) e Amarra (Adam Beach), ganha forma com os reforços do coronel Rick Flag (Joel Kinnaman) e Katana (Karen Fukuhara).

Depois de um primeiro ato desenhado para apresentar os personagens, “Esquadrão Suicida” apresenta uma escalada de ação, regada a piadinhas no melhor estilo “casa das ideias”. Há uma versão do diretor submergida em uma produção destinada para as massas. “Esquadrão Suicida” é um filme que mete o pé na porta querendo muito ser pop e o é com muita música, fan service (toda a participação do Coringa, extremamente dispensável, nada mais é do que um fan service sofisticado) e essa ideia boa demais que não é explorada a contento. Esses seres, de certa forma, especiais, mas profundamente marginalizados em “um mundo de monstros e homens que voam”, como tão bem define Amanda Waller em um dado momento.

Leia mais: Pressionado, “Esquadrão Suicida” detém o futuro da DC nos cinemas

A dicotomia entre bem e mal, desses personagens que se identificam como vilões, mas são compelidos a atuar, ainda que de forma violenta, para os bonzinhos, existe somente pelo hype. Algo que pode ser percebido na caracterização do Pistoleiro de Will Smith. Esse cara mau com o ponto fraco que é a filha dele ganha a mesma coloração de outros heróis vividos pelo ator como James West (“As Loucas Aventuras de James West”), agente Jay (“MIB – Homens de Preto”) e o capitão Steven Heller (“Independence Day”).  Não há uma reflexão legítima sobre as circunstâncias que esses personagens se encontram.  Talvez seja o El Diablo, o único da trupe com superpoderes de fato e que aos poucos renuncia a uma autoimposta abstinência deles, que com seu arco enseje algum tipo de luz nesse sentido.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 16:59

“A Loucura entre Nós” reflete sobre os limites entre loucura e normalidade

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A loucura“A Loucura entre Nós” tem um objetivo tão nobre quanto complexo. Refletir sobre as fronteiras da normalidade. Tatear as diferenças, sejam elas sutis ou abissais, entre o que é “normal” e o que é “loucura”.

O filme acompanha pessoas que tentam se reintroduzir no tecido social após experiências em hospitais psiquiátricos.

“A Loucura entre Nós” é o primeiro longa metragem da diretora Fernanda Fontes Vareille e terá sua estreia nacional nesta quinta-feira (4) em Salvador, Rio de janeiro e São Paulo, seguindo para mais dez cidades nas semanas seguintes: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Niterói, Porto Alegre, Recife e São Luís.

Leonor e Elisângela, duas mulheres de realidades sociais bem distintas, são as personagens do filme. Ao dar voz àqueles que, muitas vezes, compõem uma parcela da população negligenciada, a obra abre ao público um universo novo e cheio de contradições. O filme divide suas cenas entre as ruas da capital baiana e a realidade entre muros, salas e portões do Hospital Juliano Moreira. Neste último, uma equipe enxuta de quatro pessoas filmou em clima de imersão.

Extremamente generosas com a câmera, as personagens têm muito a dizer e despem-se completamente para o olhar do público, revelando muitas coisas que, ainda hoje, permanece como tabu quando se fala de questões envolvendo o sofrimento mental.

Ao mostrar o exato momento em que um grupo de pessoas sai do hospital para conquistar autonomia nas suas relações com suas famílias – e com a própria cidade – o filme dialoga também com questões absolutamente contemporâneas em relação à reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial no Brasil.

Confira abaixo uma entrevista com a diretora do filme

Entrevista com Fernanda Vareille from Aguas de Março Filmes on Vimeo.

 

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domingo, 31 de julho de 2016 Análises, Filmes | 07:00

Pressionado, “Esquadrão Suicida” detém o futuro da DC nos cinemas

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Esquadrão (4)Não é segredo nenhum que “Esquadrão Suicida” é um dos filmes mais aguardados do ano. Na semana do lançamento do filme nos cinemas de todo o mundo, parece válido dispensar um olhar sobre o que representa, afinal, a produção milionária da Warner Bros.

A ideia de se produzir um filme sobre o Esquadrão ronda os corredores do estúdio desde 2008, quando o Coringa de Heath Ledger impressionou o mundo em “Batman – O Cavaleiro das Trevas”. Contudo, foi o cineasta David Ayer quem formalizou uma proposta para o estúdio e recebeu o sinal verde.

Ayer, que escreveu o excelente roteiro de “Dia de Treinamento” (2001), construiu uma carreira como cineasta com thrillers essencialmente urbanos como “Reis da Rua” (2008) e “Tempos de Violência” (2005). “Corações de Ferro” (2014), seu último filme antes de mergulhar de cabeça em “Esquadrão Suicida”, já sinalizava mais ambição. Mas é o filme baseado nos vilões da DC Comics que deve levar Ayer a outro patamar em Hollywood.

Leia mais: Foi difícil retratar sociopatia de minha personagem, diz Viola Davis sobre “Esquadrão Suicida”

A Warner, que não revela o orçamento do filme, também aposta alto na produção. Sob “Esquadrão Suicida” pairam as expectativas do estúdio de ter um verão lucrativo, já que “A Lenda de Tarzan” e “Invocação do Mal 2” vão bem, mas não vão maravilhosamente bem para competir com titãs como “Guerra Civil” e “Procurando Dory” e garantir alguma competitividade no ano. Há quem calcule que o filme – somado o extensivo gasto com o marketing – consumiu cerca de US$ 200 milhões do estúdio. É compreensível o investimento. A Warner não conseguiu obter os efeitos, financeiros e de prestígio, pretendidos com “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça” e sabe que o universo DC no cinema depende do sucesso de “Esquadrão Suicida”. Mais: da percepção de sucesso! “Batman Vs Superman” faturou mais de US$ 870 milhões globalmente, mas foi percebido como um fracasso. Em parte devido às críticas pouco amistosas; em parte porque teve um orçamento parrudo e não beijou a marca do US$ 1 bilhão, que virou rotina para a concorrente Marvel.

O cineasta David Ayer orienta Will Smith no set

O cineasta David Ayer orienta Will Smith no set

“Esquadrão Suicida” é, portanto, o que pode dar liga ao universo DC no cinema ou forçar a Warner a uma nova reavaliação de curso. A apresentação do estúdio na Comic-Con, no último fim de semana, fez crer que o filme faz por merecer o otimismo que desperta.

Convém lembrar, porém, que a despeito de David Ayer dizer em entrevistas que “fez o filme que queria e com plena liberdade”, a produção passou por refilmagens. Segundo boatos circulados na imprensa de entretenimento dos EUA, para inserir mais humor. A sombra da Marvel, como se pode observar, ainda é muito grande e o recente trailer de “Liga da Justiça” atesta isso mais do que qualquer outra coisa.

Mas “Esquadrão Suicida” não é um game changer, como dizem os americanos, apenas para David Ayer, a Warner e para os heróis (ou vilões) da DC Comics. Will Smith, que quando gozava do status de maior astro de Hollywood no início da década passada dizia que jamais faria outro filme baseado em HQ (ele já havia estrelado MIB e suas sequências), vê em “Esquadrão Suicida” a principal válvula de sua reengenharia de carreira.

Mais do que reencontrar o sucesso, Smith precisa recuperar sua credibilidade como astro de cinema. Por isso, dividir a responsabilidade com Jared Leto e Margot Robbie é uma estratégia acertada. O bônus, no entanto, paga tanto quanto o risco e Smith corre menos risco por não ser a grande atração do filme.

O Coringa de Leto desperta grandes expectativas (Foto: divulgação)

O Coringa de Leto desperta grandes expectativas
(Foto: divulgação)

Outro ângulo a se considerar é o fator marketing. Nenhum lançamento hollywoodiano nos últimos cinco, seis anos, contou com uma campanha tão intensa e multifacetada. “Deadpool”, um dos hits de 2016, fez um bom marketing nas redes sociais, mas nada que se compare ao desse filme. David Ayer usou muito bem o Twitter para isso. “Esquadrão Suicida” foi o carro-chefe da Warner em suas duas últimas participações na Comic-Con e os trailers sãos os melhores que o cinema pode ofertar.

A espera pelo filme foi longa. Quase três anos desde que foi anunciado. O marketing alimentou uma expectativa absurda e bem sabemos que a expectativa pode ser a mãe da decepção. “Esquadrão Suicida” chega pressionado como nenhum outro filme em 2016. É um fator que pode ser decisivo para o bem ou para o mal.

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sábado, 30 de julho de 2016 Filmes | 07:00

James McAvoy estrela novo suspense de M. Night Shyamalan; confira o 1º trailer

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Depois de recuperar a boa forma com “A Visita”, o cineasta indiano radicado nos EUA M.Night Shyamalan volta com  “Fragmentado” (Split), que tem estreia prevista para janeiro de 2017 no Brasil. Com James McAvoy (o professor Xavier da nova trilogia X-Men) como protagonista, o thriller conta a história de Kevin, um homem atormentado por suas múltiplas personalidades.

Essa primeira prévia sugere que Shyamalan mais uma vez investirá no suspense de ordem psicológica em detrimento do susto fácil. A produção apresenta a rotina de um portador de 23 personalidades distintas que se manifestam aleatoriamente. Com a capacidade de alterar sua química corporal por meio do pensamento, Kevin (James McAvoy) passa a agir de maneira incontrolável, inclusive sequestrando três meninas. As influências de Shyamalan, a julgar pelo trailer, vão desde contos de fadas a filmes de serial killer.

O filme marca a segunda colaboração do diretor com o produtor Jason Blum, de “Atividade Paranormal”. A primeira foi com o bem sucedido “A Visita”. Confira o trailer legendado abaixo.

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quinta-feira, 28 de julho de 2016 Notícias | 18:14

Estudante descoberto pelas redes sociais protagoniza filme de Danilo Gentili

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Focado no seu mais novo projeto, o filme “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, o comediante Danilo Gentili acaba de revelar um dos protagonistas do longa, que é inspirado no livro homônimo do humorista e apresentador. O estudante Bruno Munhoz, de 12 anos, encontrou com Gentili para acertar os últimos detalhes de sua participação. O elenco reúne ainda o ator Carlos Villagrán, mais conhecido como o Quico de Chaves, que será o vilão da produção que será dirigida por Fabrício Bittar. Gentili ficará responsável pela adaptação da própria obra.

As filmagens têm início em agosto e o longa tem estreia nacional agendada para 2017.

Essa será a segunda adaptação de um livro de Gentili. O próprio roteirizou “Mato Sem Cachorro” (2013), estrelado por Bruno Gagliasso e Leandra Leal. O próprio Gentili tinha uma participação no filme que marcou sua estreia no cinema.

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Filmes, Notícias | 06:00

“Meus heróis são sempre pessoas que se sentem excluídas”, diz J.K Rowling

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Em vídeo inédito de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, a escritora e roteirista do filme J.K. Rowling fala sobre a essência e construção do personagem Newt Scamander e porque ele pode ser considerado um novo herói para uma nova era. Eddie Redmayne, que interpreta Newt, também comenta sobre a história de seu personagem. “Ele se sente mais à vontade com essas criaturas do que com seres humanos”, observa o ator vencedor do Oscar por “A Teoria de Tudo”.

“Animais Fantásticos e Onde Habitam” começa em 1926, quando Newt Scamander acabara de concluir uma exploração mundial para encontrar e documentar uma extraordinária variedade de criaturas mágicas. Chegando em Nova York para uma breve escala, ele poderia ter passado por ali sem qualquer incidente… se não fosse por um Não-Maj (o nome americano para “Trouxa”) chamado Jacob, uma maleta mágica extraviada, e a fuga de alguns dos animais fantásticos de Newt, que poderiam causar problemas para os mundos dos bruxos e o dos Não-Maj.

Leia mais: “Animais Fantásticos e Onde Habitam” leva magia à Comic-Con 2016

O filme marca a estreia de J.K. Rowling como roteirista e estreia no Brasil em 17 de novembro.

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quarta-feira, 27 de julho de 2016 Análises, Bastidores, Filmes | 20:33

“O Bom Gigante Amigo” fecha um ciclo e dá início a outro na carreira de Steven Spielberg

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eeeSteven Spielberg lançou “E.T – O Extraterrestre”, um de seus filmes mais famosos, no mesmo ano da primeira publicação de “O Bom Gigante Amigo”, de Roald Dahl. É coincidência, mas não deixa de provocar certo encantamento. Não é coincidência, porém, que o cineasta volte a trabalhar com a roteirista Melissa Mathison, com quem colaborou em “E.T”, justamente na adaptação da obra de Dahl para o cinema.

“O Bom Gigante Amigo” é, sob muitos aspectos, algo novo para Spielberg. É seu primeiro filme britânico, dos atores à ambientação, passando pelas locações e pelo tom. É, também, em 50 anos de carreira, seu primeiro filme para a Disney. Não obstante, é a primeira vez que Spielberg e seu diretor de fotografia habitual, Janusz Kaminski, aderem ao digital.

Leia mais: Coração de “O Bom Gigante Amigo”, Ruby Barnhill é nova descoberta de Spielberg

“O Bom Gigante Amigo” é a segunda adaptação da obra de Dahl a ganhar os cinemas pela Disney. A primeira foi “James e o Pêssego Gigante” em 1996. É um projeto que fala ao coração do homem por trás de sucessos como “Jurassic Park”, “Tubarão”, “O Resgate do Soldado Ryan” e “Guerra dos Mundos”.  Não à toa, Spielberg perseguiu o projeto por anos a fio com a sua Dreamworks, mas direitos autorais e licenças viabilizaram essa até então inédita colaboração entre o diretor de “Hook : A Volta do Capitão Gancho” e o estúdio de Mickey Mouse.

O filme debutou em Cannes e não causou nenhuma sensação. Tratando-se de Spielberg, a recepção na Riviera francesa foi até fria. A bilheteria seguiu o norte apontado pelo festival francês.  Nos EUA, onde estreou em 21 de junho, o filme fez pouco mais de US$ 50 milhões, o que o coloca como um dos poucos, e mais escandalosos, fracassos da carreira do cineasta. Para quem foi criança nos anos 80, essa estatística pouco importa. “O Bom Gigante Amigo” é um Steven Spielberg sem medo de ser feliz e, justamente por isso, oitentista até a alma.

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