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sexta-feira, 10 de junho de 2016 Filmes | 15:57

Rede Telecine promove maratona com os 24 filmes de James Bond em junho

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Foto: divulgação

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Por conta da estreia de “007 Contra Spectre”, dia 25 de junho, às 22h, no Telecine Premium, a Rede Telecine promove uma retrospectiva com todos os 24 filmes de James Bond nos canais Telecine Action, Telecine Pipoca e Telecine Cult.

No sábado e no domingo, 11 e 12, o Telecine Cult dá a largada no aquecimento com os títulos que foram protagonizados por Sean Connery e Timothy Dalton. No dia 11 de junho, às 11h, o filme que abre a maratona é “007 Marcado para a Morte”. Em seguida, às 13h25, tem “007 – Nunca Mais Outra Vez”. Logo depois, às 15h50, vai ao ar “007 – Os Diamantes São Eternos”. Na sequência, às 18h05, é a vez de “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes”. No dia seguinte, 12 de junho, às 10h45, o filme que abre a sessão é “007 – Permissão Para Matar”. Em seguida, às 13h10, vai ao ar “007 Contra A Chantagem Atômica”. Às, 15h35, “007 Contra Goldfinger” é exibido. Logo depois, às 17h40, tem “Moscou Contra 007”. Às 19h55, “007 Contra O Satânico Dr. No” encerra a seleção.

No fim de semana seguinte será a vez de Roger Moore e George Lazenby protagonizarem o revival no Telecine Cult. Pierce Brosnan é a estrela do sábado (25) no Telecine Action e Daniel Craig vai brilhar no Telecine Pipoca no domingo (26), quando Spectre será lançado no canal encerrando o revival dos filmes de Craig no canal e a retrospectiva de James Bond na Rede Telecine.

 

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quinta-feira, 26 de maio de 2016 Atores, Bastidores | 07:00

Disputa pelo posto de Daniel Craig como James Bond está mais acirrada do que nunca

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Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel (Foto: montagem sobre reprodução)

Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel
(Foto: montagem sobre reprodução)

Daniel Craig já bateu o pé e disse que não volta. Recentemente, o tabloide britânico Daily Mail noticiou que o ator rejeitara uma oferta de cerca de R$ 300 milhões para voltar a viver James Bond. Entre boatos, rumores e bastidores, é muito improvável que o astro britânico de 48 anos volte a viver o agente 007 no cinema.

Craig, e isso já foi dito fartamente, realocou o status de Bond no cinema e esteve à frente da safra de filmes mais lucrativa da franquia. Por estas razões, torna-se especialmente difícil substituí-lo. A caça, no entanto, já começou.

Idris Elba, um favorito dos fãs, é um nome ventilado há algum tempo. Recentemente o ator estrelou “Bastille Day”, um filme de espionagem britânico que muitos creem ter sido a formalização de sua candidatura ao posto de 007. Outro que apresentou uma credencial e tanto foi Tom Hiddleston. Mais conhecido por ser o Loki do universo cinematográfico da Marvel, o inglês impressionou na pele de um espião acidental na minissérie “The Night Manager”, adaptação da  obra de John le Carré pela BBC em parceria com o AMC. Barbara Broccoli, uma das principais produtoras do agente 007, já havia deixado escapar em uma entrevista que “conseguia ver Hiddleston” como James Bond. O ator desconversou, mas há muito buzz em torno de seu nome.

Leia também: O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

Jamie Bell como Bond: será? (Foto: reprodução/Interview)

Jamie Bell como Bond: será?
(Foto: reprodução/Interview)

Ele, porém, não está sozinho no rol das preferências de Broccoli. Novamente segundo o Daily Mail, Broccoli estaria sondando Jamie Bell, ele mesmo, o Billy Elliot, para assumir o papel. Ela é a produtora do filme “Film Stars Don´t Die in Liverpool”, estrelado por Bell, e teria ficado impressionada com o ator. Se confirmada essa opção, Bell, aos 30 anos, seria o ator mais jovem a assumir o papel. Seria um caminho ousado demais para se seguir depois dos parâmetros estabelecidos pela fase de Craig. Justamente por isso, bastante improvável.

Eleição promovida pela versão britânica da revista GQ elegeu o novo Mad Max Tom Hardy como o preferido do público para substituir Craig. Elba foi o segundo mais votado. Hardy, assim como Craig, faz o tipo abrutalhado e poderia ser a escolha mais apropriada se a ideia fosse manter o tom dos filmes de Craig. Mas geralmente, os produtores promovem mudanças de tom de acordo com o intérprete. Sob essa leitura, as chances de Hardy seriam pequenas.

Quem já manifestou interesse em viver Bond foi o Superman Henry Cavill. O britânico, que viveu um agente da CIA no recente “O Agente da U.N.C.L.E” tem contra a sua declarada candidatura a exposição como o homem de aço.

Leia mais: “007 Contra Spectre” é retrocesso conceitual e narrativo na franquia

A mais improvável das candidatas, em um momento em que nem mesmo a saída de Craig é oficial, é a da  inglesa Gillian Anderson. Depois de um fã ter feito um pôster com ela como Jane Bond, Anderson disse que adoraria viver a primeira encarnação feminina do agente.

O sexuagenário espião a serviço de sua majestade pode não estar na iminência de uma mudança de sexo, mas está mais disputado do que nunca.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015 Críticas, Filmes | 13:14

“007 Contra Spectre” é retrocesso narrativo e conceitual na franquia

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Tudo parecia caminhar para outro sucesso acachapante. “007 Contra Spectre” (2015), 24º filme de James Bond, teria a mesma equipe criativa por trás do maior sucesso de público e crítica da série, “Operação Skyfall” (2012). Mas o filme que pretende se resolver como um fecho do arco protagonizado por Daniel Craig é mais presunçoso do que assertivo e menos eficiente do que aparenta.

A opção por sequenciar a trama desde os eventos iniciados em “Cassino Royale” (2006) até então vinha oferecendo um “momentum” ímpar para a franquia. Tratava-se, afinal, de um 007 em início de carreira com uma recém-adquirida licença para matar e às voltas com insegurança, arrogância e, por que não, o amor. Nesse contexto, “Operação Skyfall” ofertou uma mudança de paradigma ao descortinar o passado de Bond e redirecionar o futuro do personagem com mudanças jamais experimentadas no universo do espião britânico.

É bem verdade que Sam Mendes não facilitou para quem quer que assumisse a cadeira de diretor em “Spectre”, mas parece que o tempo curto que o cineasta dispôs para produzir um filme tão grande e ambicioso pesou.

Craig segue dominando o personagem, mas o roteiro não ajuda (Foto: divulgação)

Craig segue dominando o personagem, mas o roteiro não ajuda
(Foto: divulgação)

“007 Contra Spectre” é mal resolvido dramaticamente e inautêntico em matéria de ação. O orçamento generoso de US$ 300 milhões ajuda a disfarçar a falta de gás do filme, mas a longa duração – a maior entre os 24 filmes da franquia – compromete o que poderia funcionar como atenuante.

Nem mesmo o ótimo plano-sequência que abre o filme abrilhanta a cena pré-créditos, um indício do aglomerado de desentendidos narrativos que viria a seguir. Craig consegue, no fio da navalha, manter intacta a motivação que move Bond desde “Cassino Royale”, mas mesmo que os filmes anteriores sejam resgatados na explanação do que é, de fato, a organização criminosa Spectre, o elo pessoal entre Bond e a figura no centro da Spectre é, mais do que fraca, risível. Além de imediatamente evocar paródias famosas do agente como “Austin Powers” e “Cassino Royale” (1967), de Ken Hughes.

Christoph Waltz, que deveria inspirar medo e apreensão, não consegue nada além da mais vã indiferença com caretas e frases feitas que fazem sua participação em “O Besouro Verde” parecer um momento de grande inspiração.

Outro descompasso são as cenas de ação. Tímidas e anticlimáticas, elas não compartilham do brilhantismo criativo dos filmes recentes e apesar de espalhafatosas – grandes explosões e carros destruídos – pouco fazem para cativar a audiência.

Entre tantos erros, o mais grave talvez seja dar margem à velha queixa de misoginia a acompanhar Bond. A participação de Mônica Bellucci não é vexatória por ser breve, mas sim por estar ali apenas para servir como um casinho de Bond, algo com o qual os filmes recentes haviam rompido. Bond seguia tendo casinhos, mas eles tinham algum contexto e, principalmente, não ganharam a face de uma das mais belas e festejadas atrizes europeias.

Não obstante, a relação com Madeleine Swann (Léa Seydoux), que deveria redimir o espião, é mal elaborada dramaticamente e não ecoa na audiência.

Monica Bellucci e a misoginia: Velhos hábitos expostos em velhas fórmulas (Foto: divulgação)

Monica Bellucci e a misoginia: Velhos hábitos expostos em velhas fórmulas
(Foto: divulgação)

O mote de uma mulher envolvida com assassinos e que se vê atraída por Bond por motivos que repugna já fora trabalhado na série com mais inspiração em volumes estrelados por Brosnan e Connery.

É de se lamentar que “007 Contra Spectre” seja um filme tão mediano depois de produções tão bem azeitadas – em especial “Cassino Royale” e “Operação Skyfall”. O fato de brindar os fãs antigos com diversas referências a um Bond mais clássico – como o capanga brutamontes vivido por Dave Batista – não é uma desculpa. Seria ainda mais lamentável se “Spectre” marcasse a despedida de Craig do personagem. Para o ator, que ainda não decidiu se segue à frente da série, é uma questão de recuperar seu legado. “Spectre”, o filme, não a organização, até segunda ordem, deixa Bond em maus lençóis.

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domingo, 1 de novembro de 2015 Curiosidades, Filmes | 07:48

Como seria o Tinder de James Bond?

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Fonte: www.stylight.com.br

Fonte: www.stylight.com.br

Uma das principais características do espião britânico que volta aos cinemas nesta quinta-feira (5) em “007 contra Spectre” é seu fraco por mulheres. As famigeradas Bond girls compõem um elemento indissociável do universo Bond e em “Spectre” ganham a forma da francesa Léa Seydoux e da italiana Monica Bellucci, que se torna a atriz mais velha a interpretar uma Bond girl.

Na era Craig, Bond pode estar até menos mulherengo, mas continua espalhando seu charme por aí. Mas como seria a interação do personagem com as mulheres que o gravitam pelo Tinder? A brincadeira recupera todas as mulheres da fase de Daniel Craig nos filmes “Cassino Royale”, “Quantum of Solace”, “Operação Skyfall” e “Spectre” e até mesmo Angelina Jolie, que se recusou a ser Bond girl – ela e Craig já haviam trabalhado juntos no primeiro “Tomb Raider” (2001). Quando ele foi, digamos assim, uma espécie de Bond Girl, ou Croft boy, para a Lara Croft de Jolie.

Para conferir toda a brincadeira, além de oportuna, bem divertida, basta clicar aqui e curtir a desventuras do sexagenário agente a serviço de sua majestade pelo app de paquera.

Chat-James-Bond

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quinta-feira, 3 de setembro de 2015 Análises, Atores, Bastidores | 17:19

O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

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Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

À medida que se aproxima o lançamento de “007 contra Spectre”, novo filme do espião James Bond – o último com Daniel Craig como protagonista, mais se intensifica o bafafá em torno de quem irá substitui-lo na pele do agente secreto a serviço de sua majestade. Outro dia, Pierce Brosnan disse que já é tempo de termos um “James Bond gay ou negro”. Os pitacos quando não voluntariamente oferecidos são cobrados, como ocorreu em uma entrevista do Daily Mail com o autor do novo romance de 007 (“Trigger mortis”), o britânico Anthony Horowitz.

Questionado se Idris Elba (“Círculo de Fogo, “Mandela – a luta pela liberdade”) seria um bom James Bond, o escritor observou que falta “suavidade” ao ator. “Ele é um tanto áspero demais para o papel. Acho que ele é provavelmente muito da rua para interpretar Bond”. Depois da repercussão negativa nas redes sociais, o escritor retratou-se: “Sinto muito se ofendi as pessoas. Não foi minha intenção. Não sou um diretor de elenco. Então o que eu sei? Indelicadamente escolhi a expressão ‘da rua’ porque tinha em mente a interpretação dele do detetive John Luther (personagem vivido pelo ator em série inglesa), mas devo admitir que foi uma escolha pobre de palavras”.

Esta não foi a primeira vez que Elba se vê no centro de uma polêmica envolvendo James Bond.  Os boatos começaram em 2012 e, no ano passado, no calor do escândalo dos vazamentos de documentos da Sony Pictures, foi revelado que Elba era mesmo considerado como uma opção para assumir o personagem por ninguém menos do que a então presidente do estúdio, Amy Pascal.

No início do ano, Elba se pronunciou a respeito do rumor e disse que de tão efusivo, o boato se autodestruiu. “Se existia alguma chance de eu viver James Bond, ela se foi”. O ator, que completa 43 anos no próximo domingo, responsabilizou o atual James Bond pela onda de boatos. “Eu culpo Daniel”, observou o ator sobre uma entrevista de Craig na ocasião do lançamento de “Operação Skyfall” em que listou Elba como um potencial substituto.

É importante ter em mente que um James Bond negro é completamente distinto da concepção original de Ian

Foto: reprodução/GQ

Foto: reprodução/GQ

Fleming, mas um James Bond loiro, baixo e de beleza aberta à discussão também o era. Razão pela qual o leitor pode até não lembrar, mas o nome de Daniel Craig foi bastante contestado quando anunciado (Clive Owen era o favorito da produtora Barbara Broccoli, mas recusara).  Há tradições que precisam ser mantidas e outras que podem ser dispensadas e Idris Elba parece ser o ator mais indicado para romper velhas tradições e estabelecer novas. Bonitão, sofisticado, charmoso, viril e com aquele ar blasé que só os britânicos possuem (com as devidas desculpas aos fãs de George Lazenby), Elba é um dos poucos atores capazes de substituir Craig à altura. A essência do personagem deve preponderar à raça. Parece ser mais importante ele ser vivido por um britânico – já que atua no serviço de inteligência britânico – do que ser branco, preto ou pardo.

A discussão em torno da raça e até mesmo da orientação sexual de Bond – quem não se lembra da tensão sexual entre Bardem e Craig em “Operação skyfall” – é reflexo do avanço dos direitos civis e liberdades individuais. Bond, vale lembrar, foi concebido em uma época de forte segregação racial e total obstrução à homossexualidade.

Passa por aí a declaração de Daniel Craig, muito repercutida no início da semana, de que seu Bond é menos “sexista e misógino” do que os anteriores. Personagem longevo que é, Bond vai sofrendo ajustes com o passar do tempo.

Elba seria um ajuste bem-vindo. Além de materializar um avanço histórico necessário, sua escolha seria pedagógica e eficiente. Porque acenaria ao mundo pós-racial com um poderoso símbolo da cultura pop sem qualquer tipo de concessão em matéria de qualidade. Elba, afinal, é um baita ator. Não se trataria de uma cota a ser preenchida. Apenas de se superar uma resistência boba. James Bond já foi mais engraçado, mais mulherengo, mais violento e até mais inseguro. Já chegou a hora de ser mais preto.

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sexta-feira, 27 de março de 2015 Filmes, Notícias | 21:10

Divulgado o primeiro trailer de “007 contra Spectre”

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Uma mensagem criptografada do passado de James Bond, recuperada em Skyfall, mansão que catalisou revelações do passado de Bond no último filme, coloca o espião no encalço da misteriosa organização que dá nome ao novo filme. O primeiro trailer do 24º filme do agente secreto a serviço de sua majestade prepara o clima e pouco revela. Mas mostra que Mr. White (Jesper Christensen), visto nos dois primeiros filmes da fase com Craig, estará de volta.

Daniel Craig (James Bond), Ralph Fiennes (M), Naomie Harris (Eve Moneypenny), Rory Kinnear (Bill Tanner), Ben Whishaw (Q), Dave Bautista (Hinx), Monica Bellucci (Lucia Sciarra), Léa Seydoux (Madeleine Swann) e Christoph Waltz (Oberhauser) compõem o elenco.

Alguma tensão no ar sugere que a pegada intimista e cerebral de “Operação Skyfall” (2002) serão mantidos. O filme estreia no Brasil em 29 de outubro.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Atores, Notícias | 22:10

Christoph Waltz pode ser o vilão do próximo filme de 007

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Foto: reprodução/GQ

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Ainda não está confirmado oficialmente pelo estúdio, mas o jornal britânico “Daily Mail”, que costuma antecipar boas novas em matéria de 007, apontou que Christoph Waltz, duas vezes vencedor do Oscar (por “Bastardos inglórios” e “Django livre”) será o principal vilão no novo filme do agente secreto à serviço de sua majestade, James Bond. O 24º filme do espião britânico, que será dirigido por Sam Mendes – o mesmo de “007 – operação Skyfall” começara a ser gravado em dezembro. O lançamento está programado para outubro de 2015.

Leia também: Atriz de “Azul é a cor mais quente” entra para o elenco do novo 007 

Se confirmada, o que deve acontecer em breve, a escolha se mostrará das mais acertadas. O casting do novo 007, cujos rumores ainda apontam para a contratação de Chiwetel Ejiofor (“12 anos de escravidão”) e Dave Bautista (o Drax de “Guardiões da galáxia”), vai se revelando dos mais entusiasmantes. Além de Daniel Craig, já estão confirmados Ralph Fiennes, Naomi Harris, Ben Whishaw e Léa Seydoux.

As colaborações com Tarantino elevaram o passe de Waltz que rapidamente se consolidou como um dos atores mais sofisticados e prestigiados da Hollywood atual. Há quem diga que ele nasceu para viver um vilão de 007. Vai ser uma boa oportunidade para deixar para trás a má impressão causada por seu papel no esquecível “O besouro verde” (2011).

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014 Atrizes, Notícias | 21:14

Atriz de “Azul é a cor mais quente” entra para o elenco do novo 007

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Há muitos rumores sobre quem será a próxima Bond girl no 24º filme estrelado pelo agente britânico com licença para matar. Enquanto as filmagens não começam, nomes pipocam. A cantora Rihanna e a atriz espanhola Penelope Cruz são nomes bastante cotados, mas certa agora é a presença da francesa Léa Seydoux, que já figurou em alguns blockbusters americanos como “Missão impossível: protocolo fantasma” (2011) e “Bastardos inglórios” (2009), mas que chamou atenção mesmo ao estrelar o romance lésbico “Azul é a cor mais quente” (2013), vencedor da Palma de Ouro no festival de Cannes.

Léa era uma das estrelas pretendidas pela produção e seu nome já havia sido aventado antes. A confirmação de que a atriz integrará o elenco do filme, no entanto, só surgiu hoje na versão online do jornal britânico Daily Mail. Vale lembrar que a produção não divulgou se a francesa será a principal Bond girl do filme. Tampouco deu como encerrada a fase de contratações para o elenco. É esperado para os próximos dias o anúncio do ator que interpretará o vilão.

A atriz se juntará a Daniel Craig, Ralph Fiennes, Ben Whishaw  e Naomi Harris em novembro, quando haverá uma primeira leitura do roteiro. As filmagens estão programadas para começar em dezembro. O lançamento do 24º filme de James Bond, ainda sem nome oficial, será em novembro de 2015.

A atriz em foto para a revista Esquire...

A atriz em foto para a revista Esquire…

... e no filme "Meia-noite em Paris", de Woody Allen

… e no filme “Meia-noite em Paris”, de Woody Allen

Fotos: Esquire/Divulgação

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