Publicidade

Posts com a Tag bastidores

sexta-feira, 23 de março de 2018 Atores, Bastidores | 09:00

Sensação em 2018, Timothée Chalamet já está cotado para o Oscar 2019

Compartilhe: Twitter
Foto: reprodução/ET

Foto: reprodução/ET

A temporada de premiações, que teve o americano Timothée Chalamet como um dos grandes destaques, mal acabou, mas o jovem ator de 22 anos já chama atenção para a corrida pelo Oscar 2019. A começar pelo fato de que seu próximo filme, “Beautiful Boy”, pode entrar na seleção do Festival de Cannes e deflagrar a conversa em torno do já hypado Chalamet.

O filme marca a estreia do belga Felix Van Groenigngen, do elogiado “Alabama Monroe”, no cinema americano e é adaptado do livro autobiográfico de David Sheff “Beautiful Boy: A Father´s Journey Through his Son´s Addiction”. Steve Carell vive o pai David e Timothée Chalamet vive Nic, o filho que sucumbe ao vício em metanfetamina. O filme acompanha justamente essa peleja familiar. O longa está cotado para integrar a próxima seleção de Cannes e tem estreia marcada para 12 de outubro, data estratégica para lançamento de filmes de olho no Oscar.

O filme é uma produção da Amazon Studios, que tem outro filme com Chalamet, na manga. Trata-se de “A Rainy Day in new York”, mas o estúdio resolveu cancelar seu lançamento em cinemas, pelo menos até segunda ordem, em virtude de toda a polêmica em torno do diretor do longa: Woody Allen.

De toda forma, a carreira da revelação de “Me Chame pelo Seu Nome” segue de vento em polpa. Timothée Chalamet foi recentemente confirmado como o protagonista de “The King”, filme da Netflix sobre o reinado de Henrique V.

Timothée Chalamet e Steve Carell em cena de "Beautiful Boy" Foto: IMDB

Timothée Chalamet e Steve Carell em cena de “Beautiful Boy”
Foto: IMDB

Autor: Tags: , , ,

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018 Bastidores, Filmes | 13:49

Netflix e Paramount se aproximam e sinalizam nova tendência na distribuição de filmes

Compartilhe: Twitter

Já há algum tempo a Netflix enseja debates a respeito da distribuição de conteúdo audiovisual. A mudança de paradigma se deu, em um primeiro momento, na TV, que precisou rever seu sistema de distribuição e mesmo a qualidade e viabilidade de suas produções. Chegou a vez do cinema. A compra, ainda pendente de aprovação por órgãos regulatórios, da Fox pela Disney foi o primeiro sinal claro neste sentido.

Leia também: Filme Sobre o impeachment de Dilma, “O Processo”, é ovacionado no Festival de Berlim

Natalie Portman em cena de "Aniquilação" Fotos: divulgação/reprodução

Natalie Portman em cena de “Aniquilação”
Fotos: divulgação/reprodução

O mercado se movimenta e os players tentam se fortalecer para competir contra a maior gigante do pedaço e a Netflix detém a vantagem de estar estabelecida no streaming, para todos os efeitos, o game changer da distribuição de conteúdo. Passa por aí a aproximação da Paramount, estúdio que vem encolhendo pela ausência de hits nas bilheterias, com a plataforma de streaming.

Leia também: Gary Oldman é o trunfo do burocrático “O Destino de uma Nação”

Nesse contexto, o lançamento do filme “Aniquilação” demonstra ser um laboratório interessante. O filme de Alex Garland (“Ex Machina”) é uma das principais estreias deste fim de semana nos cinemas dos EUA, mas será distribuído no resto do mundo, inclusive no Brasil, pela Netflix. O longa estará disponível na plataforma a partir de 12 de março.

Orçado em U$ 40 milhões, o filme teve problemas de orçamento e prazos e gerou estremecimento entre os produtores e o estúdio. A Paramount calculava que teria que gastar cerca de U$ 60 milhões na divulgação da obra que, sendo de médio porte, daria um lucro reduzido ao estúdio. Neste cenário, um acordo de distribuição internacional com a Netflix passa a ser algo muito positivo. O estúdio distribui o filme no mercado americano, ainda o mais lucrativo e importante do planeta, e cede uma fatia dos rendimentos para a Netflix no mercado internacional. Como essa fatia se dará é algo ainda desconhecido do público, mas “Aniquilação” deve precipitar uma nova tendência.

Cena de "The Cloverfield Paradox": Filme foi lançado em uma das sacadas de marketing mais geniais da Netflix

Cena de “The Cloverfield Paradox”: Filme foi lançado em uma das sacadas de marketing mais geniais da Netflix

Filmes de médio porte estão desaparecendo dos cinemas porque eles são tão caros de promover quanto um blockbuster e ostentam um retorno consideravelmente menor. Com a Netflix atuando como distribuidora, e portanto parceira, de grandes estúdios podemos ver a ressureição dos filmes de médio porte.

O acordo envolvendo “Aniquilação” difere daquele a respeito de “The Cloverfield Paradox”, disponibilizado em fevereiro após o Super Bowl na plataforma. O filme produzido pela Bad Robot de J.J Abrams com o apoio da Paramount deixou o estúdio descontente.  O estúdio então vendeu os direitos do filme e de distribuição à Netflix. A empresa de streaming então passou a ter a propriedade do longa e lançou-o em uma sacada genial de marketing. Um filme ruim para a Netflix, afinal, tem um peso radicalmente diferente de um filme ruim lançado por um estúdio em cinema.

De todo modo, “The Cloverfield Paradox” e “Aniquilação” demonstram que Paramount e Netflix estão se entendendo em um momento crucial para ambas. Em que a Disney se vasculariza para ser o grande player na distribuição de conteúdo audiovisual tanto no cinema como no streaming. A criatividade do negócio envolvendo esses dois filmes e os resultados positivos que invariavelmente decorrerão dele apontarão um novo e saudável caminho para a indústria e para o público.

Autor: Tags: , , , , , ,

sábado, 15 de abril de 2017 Bastidores, Filmes | 10:00

Vera Fischer interpretará delegada em filme sobre tortura policial

Compartilhe: Twitter
Foto: Andrea Farias (Wikimedia Commons/Flickr)

Foto: Andrea Farias (Wikimedia Commons/Flickr)

Na madrugada de 10 de agosto de 1996, homens armados assaltaram e mataram frequentadores de uma choperia em Moema, Zona Sul de São Paulo.

Pressionada por uma forte reação da sociedade, que protestou contra a falta de segurança e criou um movimento chamado “Reage São Paulo”, a polícia civil respondeu rápido e prendeu negros e pobres da periferia e os anunciou como autores dos crimes.
A Justiça decretou a prisão preventiva desses jovens, com ampla divulgação da mídia. Todos eles eram inocentes.
Esse é o pano de fundo de “Bodega”, título provisório do longa metragem que será dirigido por Tristan Aronovich
( “Black&White”, “Alguém Qualquer”) e José Paulo Lanyi (produtor executivo de “Real- O plano por trás da história”), que também é produtor associado e assina o roteiro do novo filme, livremente baseado na história verdadeira.
No elenco, chama a atenção a presença de Vera Fischer (“Navalha na Carne”, “Quilombo”), afastada da TV e do cinema, que interpretará uma delegada de polícia, e, também, de Milhem Cortaz (“Tropa de Elite”, “Carandiru”), André Ramiro (“Tropa de Elite”, “Última parada 174”) e do ex-músico dos Titãs e ator Paulo Miklos (“O Invasor”, “É proibido fumar”).
“Bodega” está em fase de captação de recursos e será rodado em São Paulo ainda em 2017.
Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 13 de abril de 2017 Análises, Bastidores, Filmes | 13:50

Cannes 2017 terá briga entre Netflix e Amazon, autores consagrados e Nicole Kidman como rainha

Compartilhe: Twitter

Mais badalado festival de cinema do mundo chega à 70ª edição com fôlego invejável e escolhas empolgantes. Nicole Kidman estrela quatro produções em destaque no evento

Nicole Kidman tem recorde de filmes em destaque em Cannes em 2017 (foto: HHFP/divulgação)

Nicole Kidman tem recorde de filmes em destaque em Cannes em 2017
(foto: HHFP/divulgação)

O line-up da histórica e aguardada 70ª edição do Festival de Cannes foi anunciado nesta quinta-feira (13) e muitos dos filmes e autores comentados garantiram seu lugar de destaque na croisette. A edição de 2017 do mais badalado festival de cinema do mundo terá novos filmes de gente como o austríaco Michael Heneke – duas vezes vencedor do Palma de Ouro com “A Fita Branca” (2009) e “Amor” (2012) – , a inglesa Lynne Ramsey, a americana Sofia Coppola, a japonesa Naomi Kawase, os franceses François Ozon e Michel Hazanavicius e o turco Faith Akin.

Além dos 18 filmes já anunciados, a competição oficial de Cannes deve ter pelo menos mais dois filmes a serem anunciados nos próximos dias. Dois fatos saltam aos olhos em um primeiro momento. Pela primeira vez, Netflix e Amazon, duas gigantes da distribuição e produção de conteúdo audiovisual , estão na disputa pela Palma de Ouro. A primeira vem com dois filmes. O hypado “Okja”, novo de Bong Joon-Ho, e The Meyerowitz Stories, que marca a estreia do festejado indie Noah Baumbach na Riviera francesa. A segunda vem bancando o novo filme do aclamado Todd Haynes, “Wonderstruck”. A inclusão desses filmes na disputa pela Palma de Ouro ajuda a pavimentar essa mudança de paradigma que as gigantes da internet estão promovendo no negócio, e também na arte, chamada cinema.

Leia também: História de fantasma em “Personal Shopper” coloca protagonista para encontrar a si mesma

Cena de The Killing os a Sacred Deer, que marca o retorno do grego Yorgos Lanthimos, de "O Lagosta", a Cannes

Cena de The Killing os a Sacred Deer, que marca o retorno do grego Yorgos Lanthimos, de “O Lagosta”, a Cannes

O outro fato de grande relevância é que Nicole Kidman está em quatro produções de destaque em Cannes. Além de estrelar “The Beguiled”, de Sofia Coppola, e “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthinos, ela poderá ser vista em “How To Talk to Girls at Parties”, de John Cameron Mitchell, for a de competição, e na 2ª temporada da série “Top of the Lake”, de Jane Campion. Aliás, Cannes se abre de vez para a TV em 2017. Além de Jane Campion, vencedora da Palma em 1994 com “O Piano”, David Lynch, vencedor em 1990 com “Coração Selvagem”, volta ao festival para exibir os primeiros capítulos de seu revival de “Twin Peaks”.

Hollywood ainda não confirmou presença no festival. Não há, ao contrário dos últimos anos, grandes blockbusters debutando no evento francês. O filme de abertura, inclusive, será o francês “Ismael´s Ghosts”, de Arnaud Desplechin, que conta com Marion Cotillard e Charlotte Gainsbourg. A presença americana se limita ao viés mais autoral, com Coppola e Haynes como expoentes, e é a menor em pelo menos dez anos.

O prolífero François Ozon garantiu presença. Ele é o cineasta francês mais frequente em festivais de cinema. Hazanavicius oferece seu olhar do mito francês Jean-Luc Godard em “Le Redoutable”. E Cannes terá Robert Pattinson e Kristen Stewart. Sim, de novo. Ele está no elenco de “Good Time”, na competição oficial, e ela exibe sua estreia como diretora, o curta-metragem “Come Swin”.

Leia também: Perturbador e cheio de clima, “Fragmentado” é novo acerto de cineasta de “O Sexto Sentido”

Nicole Kidman, Elle Fanning e Isabelle Huppert, que está em dois filmes, prometem ser as musas de Cannes, que receberá os estranhos no ninho Bem Stiller e Adam Sandler, protagonistas do filme de Baumbach.

Elle Fanning em "The Beguiled", novo de Sofia Coppola

Elle Fanning em “The Beguiled”, novo de Sofia Coppola

Confira os filmes que integram a competição oficial

“Loveless”, de Andrey Zvyagintsev

 “Good Time”, de Benny Safdie e Josh Safdie

“You were never really Here”, de Lynne Ramsay

“L’Amant double”, de François Ozon

“Jupiter’s Moon”, de Kornél Mandruczo

“A gentle creature”, de Sergei Loznitsa

“The Killing of a sacred deer”, de Yorgos Lanthimos

“Radiance”, de Naomi Kawase

“Le jour d’après”, de Hong Sangsoo

“Le Redoutable”, de Michel Hazanavicius

“Wonderstruck”, de Todd Haynes

“Happy end”, de Michael Haneke

“Rodin”, de Jacques Doillon

“The Beguiled”, de Sofia Coppola

“120 battements par minute”, de Robin Campillo

“Okja”, de Bong Joon-Ho

“In the Fade”, de Fatih Akin

“The Meyerowitz stories”, de Noah Baumbach

 

O festival de Cannes acontece entre 17 e 28 de maio de 2017.

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 27 de dezembro de 2016 Atrizes, Bastidores | 17:45

Morte de Carrie Fisher não afeta “Episódio VIII”, mas deve alterar rumos da série principal de “Star Wars”

Compartilhe: Twitter

Produtores se apressaram em afirmar que morte da atriz não prejudica o próximo filme da série principal, mas mas no longo prazo “Star Wars” deve ter mudanças

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de "O Império Contra-ataca"

Carrie Fisher e Harrison Ford em cena de “O Império Contra-ataca”

A morte de Carrie Fisher, mais uma peça cruel desse caprichoso ano de 2016, deve impactar os planos da Disney para a continuidade da série principal de “Star Wars” no cinema. Não no curto prazo, já que o Episódio VIII, ainda sem título oficial, mas com lançamento agendado para 15 de dezembro de 2017, já está em pós-produção.  Produtores associados ao filme confirmaram esse dado a diversos veículos americanos como TMZ, Variety e The Hollywood Reporter.

Leia mais: Colegas de “Star Wars” homenageiam Carrie Fisher: “Ela era a luz mais brilhante”

No médio e longo prazo, no entanto, é inegável que Disney e LucasFilm vão precisar ajustar o curso da trama. O caminho sugerido por “O Despertar da Força” (2015) mostrava que Leia, personagem de Carrie Fisher, seria figura central de oposição à Primeira Ordem. Mais: a nova trilogia dava sinais de que iria capitalizar em cima dos irmãos Skywalker, os utilizando como muleta no caso dos novos personagens não pegarem.

Leia mais: Carrie Fisher deixa legado de uma grandeza que prescinde de prêmios

Não se sabe exatamente como o filme dirigido por Rian Johnson deixa o estado das coisas, mas não é absurdo supor que a Disney considere eventuais refilmagens para reorganizar a estrutura narrativa da série, agora sem um de seus principais vértices. Vale lembrar que a relação de Leia com Kylo Ren (Adam Driver) tinha tudo para ser um dos principais clímaces da nova trilogia.

É certamente prematuro especular sobre o futuro de “Star Wars” neste momento, mas é seguro afirmar que a morte de Carrie Fisher impacta os planos da Disney para o futuro da saga. Nada que não possa ser reestruturado. A Disney optaria por elencar uma nova atriz para interpretar a personagem, matar Leia assim como fez com Han Solo ou tomar outra providência narrativa menos radical? O tempo dirá, mas certamente se detecta um desequilíbrio na força.

Autor: Tags: , ,

sábado, 17 de dezembro de 2016 Bastidores, Filmes | 18:51

Julia Rezende termina de filmar “Como é Cruel Viver Assim”

Compartilhe: Twitter

A diretora Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”, “Ponte Aérea” e “Um Namorado Para Minha Mulher”) acabou de rodar, no Rio de Janeiro, seu quinto filme. “Como É Cruel Viver Assim” conta a história de quatro fracassados em uma narrativa ácida que mistura drama, humor e melancolia. As filmagens do longa, que tem roteiro de Fernando Ceylão, foram realizadas durante cinco semanas, em locações como Nilópolis, Marechal Hermes, Méier e um terreno abandonado no Recreio.

Os protagonistas do quinto filme de Julia Rezende

Os protagonistas do quinto filme de Julia Rezende

Os protagonistas, interpretados por Marcelo Valle, Fabiula Nascimento, Silvio Guindane e Debora Lamm, decidem fazer algo importante e  armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Mas não têm nenhuma experiência com crimes nem noção do que essa operação pode envolver. O elenco também conta com Paulo Miklos, Otávio Augusto e Milhem Cortaz, que fazem um trio de bandidos, além de uma participação especial de Marcius Melhem, no papel de um farmacêutico.

O filme será distribuído pela H2O Films e Universal e tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2017.

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 29 de setembro de 2016 Bastidores, Filmes | 19:17

Jeferson De filma “Correndo Atrás”, que tem roteiro de Helio De La Peña

Compartilhe: Twitter

Estão a todo vapor as gravações de “Correndo Atrás”, novo filme de Jeferson De (“Brodér”), que tem roteiro assinado pelo ex-casseta Helio De La Peña e Ailton Graça, que vai viver seu primeiro protagonista no cinema.

O filme é baseado no livro “Vai na Bola, Glanderson!”, de Helio de La Peña, e conta a história de Ventania, um brasileiro que quer mudar de vida e tenta de tudo para melhorar sua situação.

Leia mais: Com necrofilia e canibalismo, “Demônio de Neon” devassa fachada do mundo da moda

A comédia tem elenco quase todo formado por negros, com exceções como Tonico Pereira e Dadá Coelho. Estão no time Lázaro Ramos, Juan Paiva, Teka Romualdo, Rocco Pitanga, Juliana Alves e a dançarina Lellêzinha, do grupo Passinho, estreando no cinema. A direção e produção musical é do rapper BNegão. O lançamento está previsto para 2017, com distribuição da Europa Filmes e o Cineclube tem dois cliques exclusivos.

Na primeira imagem, Aílton Graça (Ventania) e Lázaro Ramos (Jerry) recebem instruções de Jeferson De durante as filmagens. No longa, eles são amigos de infância, mas Jerry vai tentar passar a perna em Ventania durante uma negociação. Na segunda foto, Lázaro faz pose em um intervalo das gravações.

Registro do set de filmagens de "Correndo Atrás"

Registro do set de filmagens de “Correndo Atrás”

 

Lázaro Ramos no set de "Correndo Atrás"

Lázaro Ramos no set de “Correndo Atrás”

Autor: Tags: , ,

segunda-feira, 25 de julho de 2016 Atrizes, Bastidores | 16:49

Coração de “O Bom Gigante Amigo”, Ruby Barnhill é nova descoberta de Spielberg

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Steven Spielberg tem um olhar para revelar jovens talentos. Nem sempre acerta. Jeremy Irvine, de “Cavalo de Guerra”, não vingou. Mas gente como Robert Zemeckis, Drew Barrymore, Dakota Fanning, Djimon Hounsou e Christian Bale teve seus primeiros passos no cinema guiados pelo maior Midas que Hollywood já conheceu.

A bola da vez é Ruby Barnhill, uma inglesinha de 12 anos que encanta em “O Bom Gigante Amigo”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28).

Esta é literalmente a estreia de Barnhill no cinema. Ela já havia tido algumas participações em uma série inglesa, mas jamais pisado em um set de cinema. Um debute ás ordens de Steven Spielberg não é para qualquer uma. A própria Drew Barrymore, que tinha seis anos quando rodou “E.T – O Extraterrestre” (metade da idade de Barnhill), já tinha feito filmes anteriormente.

Pode-se dizer que Barnhill nasceu para o cinema em 16 de dezembro de 2014, o dia em que Steven Spielberg e Kathleen Kennedy se decidiram por escalar a atriz como a órfã Sophie do clássico de Roald Dahl. O salário de Barnhill foi de cerca de US$ 85 mil.

Ruby e Spielberg no último festival de Cannes (Foto: Léo Laumont)

Ruby e Spielberg no último festival de Cannes
(Foto: Léo Laumont)

Incrivelmente carismática e magnética, não é difícil para quem a assiste em “O Bom Gigante Amigo” entender porque naquele dia a busca de Spielberg e da produção do filme se encerrou.

Barnhill é a primeira protagonista feminina de Spielberg desde “A Cor Púrpura” (1988). Não é pouca coisa. A responsabilidade é diretamente proporcional ao tamanho dessa estatística e à confiança que a jovem atriz despertou no cineasta. Ao assistir “O Bom Gigante Amigo”, o espectador – reiterado da maestria de Spielberg – constata que o futuro de Barnhill no cinema é próspero.

Autor: Tags: , , ,

domingo, 24 de julho de 2016 Bastidores, Filmes | 06:00

“Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, ganha novo vídeo de bastidores

Compartilhe: Twitter
Sonia Braga em cena de "Aquarius" (Foto: divulgação)

Sonia Braga em cena de “Aquarius”
(Foto: divulgação)

“Aquarius” acaba de divulgar o segundo vídeo de making of com imagens dos bastidores e curiosidades sobre as filmagens, realizadas durante oito semanas, no Recife, entre agosto e setembro de 2015. Ao todo, serão divulgados cinco vídeos até a estreia  comercial do longa, no dia 1º de setembro.  “Aquarius” foi escolhido como filme de abertura do 44º Festival de Cinema de Gramado, e Sonia Braga será homenageada com o Troféu Oscarito. O segundo longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”) teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney e no Transatlantyk Film Festival, na Polônia.

No filme, conhecemos a história de Clara (Sonia Braga), uma escritora e jornalista aposentada, moradora do edifício Aquarius, último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela precisa lidar com as investidas de uma construtora que pretende demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 16 de junho de 2016 Bastidores, Filmes, Notícias | 19:57

Começam as filmagens da comédia “Divórcio 190” no interior de São Paulo

Compartilhe: Twitter
Murilo Benício é um dos destaques do filme (Foto: Gui Maia)

Murilo Benício é um dos destaques do filme
(Foto: Gui Maia)

As filmagens de “Divórcio 190”, comédia romântica com direção de Pedro Amorim (“Mato sem cachorro”), já começaram no interior de São Paulo. Murilo Benício e Camila Morgado interpretam o casal principal.

A trama acompanha a estória de Júlio e Noeli, casal que enriquece ao criar um molho de tomate que se torna um sucesso nacional.  Com o passar dos anos e o excesso de dinheiro, os dois se distanciam. Um mal entendido provoca a separação do casal, dando início a cenas de confusão repletas de humor.

O roteiro é de Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”, “Até que a Sorte nos Separe” e “O Candidato Honesto”).

“Uma das coisas que me atraiu foi o pano de fundo ser no interior do Brasil”, afirma o diretor Pedro Amorim. “É uma história que tem como tema o agronegócio e os personagens principais são ‘Rei e Rainha’ do tomate. Isso nunca foi contado, ao menos, não de forma tão abrangente”, observa.

Para o produtor LG Tubaldini Jr, rodar o filme em Ribeirão Preto não só tem valor afetivo, já que seus primeiros curtas-metragens foram filmados na cidade, mas também representa variedade. “Trazer o filme para cá foi um sopro de novidade, oxigenar um pouco as comédias românticas que na maioria das vezes ficam no eixo Rio-São Paulo”, explica.

Além de Murilo Benício e Camila Morgado, o elenco conta com Thelmo Fernandes, Luciana Paes, André Mattos, Ângela Dip, Cynthia Falabella, Bruna Tornarelli, Gustavo Vaz, Robson Nunes, Antônio Petrin, Lu Grimaldi e Jonathan Weel, entre outros.

O diretor Pedro Amorim e a atriz e apresentadora Sabrina Sato (Foto: Gui Maia)

O diretor Pedro Amorim e a atriz e apresentadora Sabrina Sato
(Foto: Gui Maia)

“É um filme para meninos e meninas, homens e mulheres, porque fala sobre família. Também é sobre a cultura do divórcio e do casamento, sobre o que facilmente se perde por falta de comunicação e como advogados sanguinários podem tirar o foco do que é mais importante na sua vida” afirma Amorim. “É uma comédia romântica antropológica, com pitadas de ação, sobre o interior do Brasil”, completa.

“Divórcio 190” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.

 

Autor: Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última