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Posts com a Tag Bradley Cooper

domingo, 27 de dezembro de 2015 Atores, Listas | 16:17

Retrospectiva 2015: As dez melhores performances masculinas do ano

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Entre trabalhos sutis e exibicionistas, atores consagrados que há muito não exibiam seu talento, como Johnny Depp e Brad Pitt, e gente que sempre foi talentosa, mas dispunha de pouca chance para brilhar, 2015 foi generoso com os atores e o Cineclube separou as dez melhores performances masculinas que aportaram nas nossas telas de cinema no ano.

10 – Steve Carell (“Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo”)

Foto: divulgação

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Como o obtuso milionário John Du Pont, o ator mais identificado com a comédia revela um talento dramático todo lapidado. Carell é hábil em demonstrar toda a angústia e insegurança deste homem solitário sem esconder sua vocação opressora. Em uma atuação labiríntica consegue sugerir tudo o que o denso filme de Bennett Miller ambiciona nas minúcias do gestual e do olhar.

9 – Channing Tatum (“Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo”)

foto: divulgação

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Muito injustiçado na última temporada de premiações, Tatum entrega aqui uma interpretação condoída e absorvente de toda a hesitação do mundo que seu personagem habita. A fragilidade emocional de seu Mark Schultz é realçada com muita sutileza pelo ator que entrega o melhor desempenho de sua carreira.

8 – Guillermo Francella (“O Clã”)

Foto: divulgação

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Sem o reconhecimento internacional de um Ricardo Darín, Francella lidera o ótimo elenco do novo filme de Pablo Trapero. Em “O clã”, ele dá vida a um sujeito que se recusa a aceitar o fim da ditadura e incorpora com brilhantismo todo o ranço de um dos períodos mais sombrios da história argentina.

7 – Edward Norton (“Birdman”)

Foto: divulgação

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Dar a cara a tapa não é uma coisa fácil. Apenas o desprendimento de surgir em “Birdman” como um decalque de si mesmo, ou da fama que ostenta, ao menos, já deveria valer a Norton algum tipo de menção por aqui. No entanto, o que ele faz é muito mais laudatório. O ator preenche o esnobe Mike Shiner de um niilismo irresistível. O misto de arrogância e insegurança que Norton veste diante de nossos olhos é nada menos do que inebriante.

6 – Bradley Cooper (“Sniper Americano”)

Foto: divulgação

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O patriotismo cego de Chris Kyle é adornado com propriedade por Bradley Cooper, mas é na recusa do personagem em aceitar a repercussão emocional e psicológica desse patriotismo inabalável que Cooper demonstra mais uma vez o grande intérprete que é. Trata-se de um desempenho com muito mais camadas e nuanças do que o olho nu alcança.

5 – David Oyelowo (“Selma”)

Foto: divulgação

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O personagem e o texto ajudam, é verdade, mas o inglês Oyelowo agarra Martin Luther King como se sua vida dependesse disso e eleva a experiência de se assistir “Selma” a um patamar quase que espiritual. É um daqueles casos em que passa-se a associar o intérprete à figura histórica, como Ben Kingsley e Gandhi.

4 – Brad Pitt (À Beira-Mar)

Foto: divulgação

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Contracenando com sua esposa da vida real em um casamento em ruínas na ficção, Pitt dá ao escritor e marido angustiado Roland a dimensão do macho indefeso. Alcoólatra que ainda tenta timidamente alcançar a mulher, o personagem ostenta fraquezas e virtudes, todas realçadas com a devida franqueza e abnegação por Pitt em uma atuação que vai do minimalismo ao ostensivo em segundos.

3 – Johnny Depp (“Aliança do Crime”)

Foto: divulgação

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Johnny Depp emprestou a frase de Betty Davis e mau, em “Aliança do Crime”, se prova muito melhor. Fazia tempo que o ator não surgia em um filme desvinculado de seus tiques e, como um gangster implacável, provoca calafrios na plateia em uma conversa à mesa de jantar. Uma atuação tão interiorizada quanto exibicionista. Um paradoxo que apenas um intérprete tão opulento quanto Depp seria capaz de dar conta, mesmo que para isso tenha que renunciar à opulência que lhe caracteriza. A semântica não dá conta de tanto talento.

2 – J.K Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”)

Foto: divulgação

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Veterano, Simmons finalmente recebeu a atenção que há muito merecia por este filme. Não foi para menos. Ele está hiperbólico, pueril, malvadão, canastra e glorioso em “Whiplash”. Os adjetivos se impõem. Não é possível não se sentir arrebatado pela presença de seu professor de métodos terroristas que só quer louvar à boa música no mesmo compasso em que se ressente de uma sociedade conformista.

1 – Michael Keaton (“Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância”)

Foto: divulgação

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Não houve nada mais metalinguístico, inteligente e corajoso em matéria de atuação no cinema no último ano do que o trabalho de Michel Keaton em “Birdman”. Isso poderia mimetizar tudo o que há para ser dito sobre seu desempenho, mas seu Riggan Thomson é cheio de energia, arrependimento, tesão, vulnerabilidade e coração. Ator e personagem se confundem e se apartam ante os olhos encantados da audiência. Daqueles desempenhos maiores que a vida.

 

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Críticas, Filmes | 14:30

Agradável, “Pegando Fogo” não sai do lugar-comum

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Foto: divulgação

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John Wells gosta de situações dramáticas. Criador da série “E.R”, ele debutou como diretor no cinema com “A Grande Virada”, um drama estrelado por Ben Affleck e Tommy Lee Jones sobre a crise econômica que colocou a vida dos americanos de cabeça para baixo em 2008. “Álbum de família”, baseado na peça do dramaturgo Tracy Letts, sobre a lavagem de roupa suja de uma família na iminência da morte da matriarca, deu sequência à filmografia de Wells.

Agora, com “Pegando Fogo”, ele tira o pé do acelerador dramático, mas não se desvincula do gênero ou das profundas crises – sejam elas de ordem microcósmica, macrocósmica ou essencialmente pessoal.

Bradley Cooper, cada vez mais especialista em burilar tipos obsessivos, vive Adam Jones, um prestigiado chef de cozinha que sucumbiu às drogas e pôs tudo a perder. Carreira, amigos, prestígio, dignidade e a fila é tão grande quanto esse tipo de circunstância pressupõe.

Mas Jones ensaia um retorno. Em Londres, ele parte à cata dos menores resquícios de amizade que ainda lhe restam para tirar do papel sua ideia de conquistar a terceira estrela Michelin, maior honraria que pode ser concedida para um restaurante.

Com o apoio financeiro de Tony (Daniel Brühl), amigo devoto desde os tempos prósperos de Paris, Jones consegue reunir recursos para buscar seu objetivo.

Escrito por Steven Knight (de belezuras como “Senhores do Crime” e atrocidades como “O Sétimo Filho”), “Pegando Fogo” trilha o cômodo caminho da previsibilidade. O que não quer dizer que seja ruim. Não é. Apenas não avança o lugar-comum. A despeito do empenho de Bradley Cooper, como de hábito, muito bem em cena, do charme quase ostensivo de um filme ambientado no universo gastronômico e da categoria dos coadjuvantes (a sueca Alicia Vikander, o francês Omar Sy, para citar alguns), o filme não decola.

A rivalidade com um ex-amigo, papel do ainda subestimado Matthew Rhys (da série “The Americans”), e a dívida do passado com traficantes franceses pouco servem à dramaturgia do longa. A ideia de que o passado está sempre à espreita é dramaticamente melhor aproveitada em outro núcleo do filme.

Uma ou outra gordura aqui e ali, no entanto, não desmerecem “Pegando Fogo” enquanto entretenimento. É um filme agradável e como tal deve ser apreciado.

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domingo, 16 de agosto de 2015 Atores, Notícias | 18:50

Bradley Cooper e o retrato da obsessão

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Bradley Cooper lança no fim do ano, “Burnt”, uma produção artisticamente mais modesta do que suas últimas incursões no cinema, mas impregnada do mesmo elemento que fez com que Cooper atingisse o Olimpo dos intérpretes americanos da atualidade.

Este elemento é a obsessão. Mais do que qualquer ator atual, Bradley Cooper se especializou em viver tipos obsessivos no cinema. O tom do registro pode mudar, mas essa verve do personagem segue lá, intacta.

O ator em cena de "Burnt" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Burnt”
(Foto: divulgação)

Em “O lado bom da vida” (2012), que lhe deu sua primeira indicado ao Oscar e marca essa guinada na carreira, ele faz um homem bipolar obcecado em reconquistar a ex-mulher que o traía antes mesmo dele surtar e ir para em uma clínica psiquiátrica. Em “Trapaça” (2013), do mesmo David O. Russell de “O lado bom da vida”, ele dá vida a um agente do FBI com sonho de grandeza que não consegue se dar por satisfeito em desbaratar um esquema de corrupção e acaba dando um passo maior do que as pernas. Já em “Sniper americano”, ele interpreta um homem desacostumado a viver em meio à paz e obstinado em superar um atirador de elite rival durante a ocupação americana no Iraque.

O fato de ter sido indicado ao Oscar pelos três trabalhos diz muito sobre as atuais preferências de Cooper ao dizer sim para um projeto. Em “Burnt”, cujo primeiro trailer pode ser conferido abaixo, ele vive Adam Jones, um chef de cozinha que após destruir sua carreira com vício em drogas e um temperamento explosivo, tenta dar a volta por cima. O filme é dirigido por John Wells (“Álbum de família”) e traz nomes como Emma Thompson, Sienna Miller, Uma Thurman e Daniel Brühl no elenco coadjuvante.

É muito cedo para dizer se “Burnt” tem chances de chegar ao próximo Oscar, a distribuição é do Midas Harvey Weinstein, mas é certo que Cooper parece decidido a investir em personagens soturnos e francamente obsessivos nesse ‘rebranding’ de carreira. Nada mais justo do que uma obsessão a alimentar outra.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Críticas, Filmes | 16:43

Eastwood flagra América combalida por meio de herói duvidoso em “Sniper americano”

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De vez em quando surge um filme cujo rótulo “incompreendido” precisa ser empregado. Há muito tempo, no entanto, não surgia um filme capaz de provocar debate tão acirrado e dominar a agenda cultural de um país, no caso os EUA, como “Sniper americano” (EUA, 2014).

O filme de Clint Eastwood foi majoritariamente percebido como uma peça de propaganda militar, um filme urdido sob  benção de uma América autoindulgente e conservadora. Há, também, quem enxergue um grave deslocamento de causa e efeito. Percebe raízes antibelicistas na narrativa desenvolvida por Eastwood, mas julga que essa narrativa coadunada com a trajetória de Chris Kyle, considerado o atirador de elite mais letal da história dos EUA, é contraproducente. Portanto, um erro de estratégia.

Chris Kyle em ação: polarização em torno do personagem serve aos propósitos de Eastwood (Foto: divulgação)

Chris Kyle em ação: polarização em torno do personagem serve aos propósitos de Eastwood
(Foto: divulgação)

Ambas as teorias falham miseravelmente. Clint Eastwood não faz uma defesa da guerra, tampouco se levanta contra ela, ele já foi mais enfático no quesito no díptico que dirigiu sobre a segunda guerra mundial (“A conquista da honra” e “Cartas de Iwo Jima”, ambos de 2006).  O cineasta também não objetiva repisar os efeitos da guerra em um homem, algo belamente registrado pelo cinema em filmes como “Amargo regresso” (1978) e “Guerra do terror” (2009), entre outros.

O que ele oferece é um estudo muito mais interior, robusto, complexo e sensível. Por isso mesmo foge à compreensão de muitos. Eastwood radiografa, por meio desse herói enviesado, uma nação em litígio consigo mesma. Imbuído de um patriotismo de cavidade, Chris Kyle (Bradley Cooper) parece se esforçar para manter consigo uma visão de que o mundo é preto no branco, refutando o cinza tão defendido na contemporaneidade –  e que outros personagens ao longo da narrativa parecem aceitar. Kyle virou Seal (membro da elite da marinha americana) por falta de propósito, mas a visão de mundo é fruto de uma educação embrutecida do pai, um típico caubói do Texas, articula Eastwood logo no começo da projeção.

Há algo por trás da obsessão de Chris Kyle pela guerra. O espectador pode especular se tratar da rivalidade silenciosa com o atirador de elite sírio que desafia seus números, o desejo de vingar o iraquiano disposto a colaborar com as tropas americanas que foi morto pelo açougueiro ou mesmo a vaidade de reforçar sua “lenda”, como é carinhosamente chamado pelos corredores da guerra.

Mas trata-se mais de uma visão de mundo rudimentar que se apresenta verborragicamente para a audiência em uma conversa entre Klye e sua esposa (Sienna Miller) logo após a leitura de uma carta deixada por um amigo morto em combate.

São nesses respiros dramáticos que Eastwood tece pequenos comentários sobre uma América remoída e fragmentada. Há uma outra cena em que Kyle encara uma televisão e ouvimos todo tipo de explosões e tiroteios para depois descobrirmos que a TV estava desligada.

Eastwood defende com momentos como esse que a guerra é algo que se retroalimenta. A cultura expressa por Kyle, que o filme sabiamente não defende, acusa ou redime, está viva na América e toda a reação ao filme é sintomática dessa condição.

Bradley Cooper, não menos que extraordinário, ajuda a dimensionar as angústias de seu personagem (Foto: divulgação)

Bradley Cooper, não menos que extraordinário, ajuda a dimensionar as angústias de seu personagem
(Foto: divulgação)

Temos outra cena em que Kyle ensina seu filho a caçar. Ele diz “É uma coisa e tanto interromper um coração”. O diálogo, como bem lembrou Luísa Pécora em sua excelente crítica sobre o filme, remete a uma fala de “Os imperdoáveis” em que o veterano vivido por Clint Eastwood diz que “é uma coisa e tanto tirar a vida de um homem”. A diferença é que Kyle não estava cansado dessa vida e desferiu a frase com o desejo e excitação de que seu filho logo soubesse o que é esse sentimento, enquanto que o desgostoso caubói vivido por Eastwood em “Os imperdoáveis” receava que seu aprendiz tivesse que cometer tal ato em breve.

A autorreferência, sutil como ela mesma, ajuda a entender a força de “Sniper americano” uma investigação doída, profunda e eloquente de um personagem que mimetiza uma visão de mundo, tida como decadente, mas ainda muito influente.

Passa por aí a pouca atenção dada à morte de Kyle, tão absurda e inglória que talvez merecesse um comentário mais febril. Eastwood não trata o fato como desimportante, mas evita aferir-lhe propriedade para que o norte de seu filme não seja deslocado. Não contava, é claro, que desentendessem seu filme de todo jeito.

Um último adendo deve ser feito à atuação de Bradley Cooper.  O ator reveste seu Kyle de camadas insuspeitas e sublinha com comedimento e astúcia dramática os recortes pretendidos por Eastwood. Seu Chris Kyle é um homem com uma visão unilateral do mundo. Aferrado a ela. Mas essa visão também tem seu preço. O ônus familiar e emocional, tão bem encampados no filme, o tornam mais familiar e permitem a confusão de muitos ao tomá-lo por um filme sobre “os efeitos da guerra em um homem”. Não que haja demérito aí e essa camada de “Sniper americano” é suficientemente satisfatória. Mas há muito além e Bradley Cooper é, para todos os efeitos, o fiador dessa desestabilizadora experiência que é “Sniper Americano”. Um Eastwood dos grandes, enfim!

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015 Curiosidades, Fotografia | 20:12

Os melhores atores de 2014 em ensaio artístico na W

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Todo ano a revista W, prestigiada publicação cultural americana, em sua edição de fevereiro, mês em que tradicionalmente é realizada a cerimônia do Oscar, realiza um badalado ensaio fotográfico com os atores e atrizes que se destacaram no ano, muitos deles na corrida pelo Oscar. As fotos da W são um dos pontos altos da temporada de premiações do cinema pelo caráter folclórico e imaginativo que adquiriram com o tempo, mas principalmente porque são uma forma mais sutil de fazer campanha por prêmios.

O Cineclube separou algumas das fotos mais interessantes da edição que chega às bancas americanas no próximo mês.

A atriz Emma Stone, coadjuvante em "Birdman"

A atriz Emma Stone, coadjuvante em “Birdman”

Bradley Cooper, elogiado por "Sniper americano"

Bradley Cooper, elogiado por “Sniper americano”

O sempre ótimo J.K Simmons, coadjuvante no bem cotado "Whiplash: em busca da perfeição"

O sempre ótimo J.K Simmons, coadjuvante no bem cotado “Whiplash: em busca da perfeição”

Jessica Chastain, lembrada pelos filmes "Interestelar" e "Um ano mais violento"

Jessica Chastain, lembrada pelos filmes “Interestelar” e “Um ano mais violento”

Ethan Hawke, reverenciado pelo trabalho em "Boyhood"

Ethan Hawke, reverenciado pelo trabalho em “Boyhood”

Jack O´ Connell, protagonista de "Invencível"

Jack O´ Connell, protagonista de “Invencível”

Keira Knightley, em busca do ouro por "O jogo da imitação"

Keira Knightley, em busca do ouro por “O jogo da imitação”

Michael Keaton voltou aos holofotes por "Birdman"

Michael Keaton voltou aos holofotes por “Birdman”

Miles Teller, a força motora de "Whiplash: em busca da perfeição"

Miles Teller, a força motora de “Whiplash: em busca da perfeição”

Reese Whiterspoon, que deve voltar ao Oscar com "Livre"

Reese Whiterspoon, que deve voltar ao Oscar com “Livre”

Scarlett Johansson, destacada por "Sob a pele"

Scarlett Johansson, destacada por “Sob a pele”

Steve Carrel, em alta pelo trabalho em "Foxcatcher"

Steve Carrel, em alta pelo trabalho em “Foxcatcher”

Sienna Miller, coadjuvante em "Sniper americano"

Sienna Miller, coadjuvante em “Sniper americano”

Amy Adams está novamente na corrida com "Grandes olhos"

Amy Adams está novamente na corrida com “Grandes olhos”

Ralph Fiennes, celebrado pelo papel em "O Grande hotel Budapeste"

Ralph Fiennes, celebrado pelo papel em “O Grande hotel Budapeste”

Tommy Lee Jones, lembrado por "The homesman"

Tommy Lee Jones, lembrado por “The homesman”

Uma das capas da revista com Benedict Cumberbatch e Keira Knightley

Uma das capas da revista com Benedict Cumberbatch e Keira Knightley

Fotos: reprodução/W/Just Jared

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