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Posts com a Tag Cannes 2016

segunda-feira, 23 de maio de 2016 Filmes, Notícias | 19:38

Vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake” já tem distribuição garantida no Brasil

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O grande vencedor da Palma de Ouro no festival em 2016, “Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach, já tem distribuição garantida no Brasil. A Imovision vai lançar o filme no País. Competiu à empresa o lançamento das últimas duas produções do cineasta britânico por aqui: “A Parte dos Anjos” (2012) e “Jimmy´s Hall” (2014).

Fato inédito no mercado cinematográfico brasileiro, essa é a primeira vez que uma distribuidora têm em seu lineup os três filmes vencedores em sequência dos três principais festivais de cinema internacionais. “Desde Allá” dirigido por Lorenzo Vigas Castes  foi o vencedor do Leão de Ouro no último Festival de Veneza, “Fogo no Mar” do italiano Gianfranco Rosi levou o Urso de Ouro no Festival de Berlim em fevereiro, e agora, “Eu, Daniel Blake”.

Leia também: Júri toma partido de filmes repudiados pela crítica e polemiza com prêmios em Cannes

Conhecido por abordar temas sociais em seus filmes, Ken Loach já ganhou três vezes o Prêmio do Júri no Festival de Cannes com “Agenda  Secreta” (1990), “Chuva de Prata” (1993) e “Terra e Liberdade” (1995), mas sua consagração como diretor veio em 2006 com a Palma de Ouro por “Ventos da Liberdade”.

“Eu, Daniel Blake” relata a historia de um homem, que após  sofrer um ataque cardíaco e ser desaconselhado pelos médicos a retornar ao trabalho,  e busca receber os benefícios concedidos pelo governo a todos que estão nesta situação. Entretanto, ele esbarra na extrema burocracia instalada pelo sistema, amplificada pelo fato dele ser um analfabeto digital. Numa de suas várias idas a departamentos governamentais, ele conhece Katie, a mãe solteira de duas crianças, que se mudou recentemente para a cidade e também não possui condições financeiras para se manter.

A Imovision garantiu em seu catálogo outras produções que passaram por mostras paralelas de Cannes, como o novo filme do japonês Kore-eda Hirokazu, “After the Storm”.

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Análises | 18:05

Júri toma partido de filmes repudiados pela crítica e polemiza com prêmios em Cannes

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Foto: divulgação/Cannes

Foto:AFP

Divulgados neste domingo, os premiados da 69ª edição do Festival de Cinema de Cannes provocaram um inesperado anticlímax. Além de vaiado pela imprensa na coletiva que tinha como objetivo justificar suas escolhas, o júri presidido pelo cineasta australiano George Miller foi classificado como mais esquizofrênico e bizarro dos últimos anos na croisette.

Isso porque as escolhas do júri, todas francamente surpreendentes, divergiram frontalmente dos favoritos da crítica. Não é a primeira vez que isso acontece. Na realidade, acontece quase sempre.  Mas poucas vezes se viu uma percepção do que deve ser premiado tão distinta. Esse ruído, que passa pela pouca cortesia de muitos jornalistas que vaiaram a achacaram muitos filmes e artistas em competição, ganhou proporções inéditas em 2016.

Pegue o caso de Xavier Dolan. O jovem cineasta canadense, uma das crias de Cannes, é desses casos de ame ou odeie. Seu novo filme, “Juste La fin Du Monde” foi execrado pela crítica com tanta virulência que provocou um bate-boca, em pleno festival, entre Dolan e seus detratores. O cineasta questionou a função e a competência da crítica para julgar a arte. No fim das contas, o júri lhe outorgou o Grande Prêmio do Júri, espécie de segundo lugar. Ele já havia ganhado o Prêmio do Júri em 2014 como “Mommy”. Detalhe: esta foi sua segunda participação na competição oficial em Cannes.

A ausência de filmes festejados pela crítica em meio aos premiados sugere uma ruptura deliberada entre júri e crítica. Foram muitos os filmes laureados pela crítica (“Elle”, “Paterson”, Toni Erdmann”, “Aquarius”, “Loving”, “Ma Loute” e “The Handmaiden”). Nenhum deles figurou no rol dos premiados. Mesmo filmes que polarizaram opiniões, como “Julieta” de Almodóvar e “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn saíram de mãos abanando. Já filmes considerados ruins pela crítica, foram premiados como “American Honey”, “Personal Shopper”, “Ma Rosa” e o já citado filme de Dolan. Mesmo o vencedor da Palma de Ouro, o britânico Ken Loach, “I, Daniel Blake” não era apontado como um sério concorrente.

A percepção geral é de que era um filme mediano do britânico. Talhado da mesma energia e viés político, mas de arranjo muito convencional para um prêmio esteta como a Palma de Ouro. Foi o segundo triunfo de Loach em Cannes e deixou transparecer toda a sua surpresa.

Outra decepção foi ver que em um ano com forte apelo feminino na riviera francesa, com três filmes dirigidos por mulheres e alguns dos favoritos da crítica centrados em figuras femininas, houve tão pouco apreço à diversidade de gênero.

Escolhas polêmicas fazem parte do contexto de um festival de cinema e de júris tão ecléticos e heterogêneos como o são tradicionalmente nesses eventos. Mas a intensidade da seleção de 2016 talvez pedisse mais ousadia e menos corporativismo.

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terça-feira, 17 de maio de 2016 Filmes, Notícias | 19:30

Brasileiro “Aquarius” é festejado pela crítica e Sonia Braga desponta como favorita entre as atrizes

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Cena do filme "Aquarius" (Foto: divulgação)

Cena do filme “Aquarius”
(Foto: divulgação)

Exibido nesta terça-feira (17) em Cannes, o novo filme de Kleber Mendonça Filho, “Aquarius”, foi muito bem recebido pela imprensa internacional que já aponta a brasileira Sonia Braga como favorita a Palma de Ouro de melhor atriz.

A recepção entusiasmada ao filme brasileiro fez com que críticos presentes em Cannes apostassem na produção brasileira para figurar no rol dos premiados no festival deste ano.

“Braga foi presenteada com um papel denso e multifacetado, e ela mergulha nele com maestria brilhante, leonina, investindo no personagem com uma dignidade duramente conquistada”, observa o britânico The Telegraph. Que assinala, ainda, que o filme “desperta a vontade de se mudar para o Brasil”.

“Uma nova e importante voz a emergir do cinema brasileiro”, sacramentou a Variety sobre Mendonça Filho que “domina os espaços em cena e é um mestre no trabalho com sons”.

Leia mais: Presença do Brasil em Cannes, com “Aquarius”, reflete edição forte e equilibrada

iG Gente:Sonia Braga e artistas protestam contra impeachment de Dilma em Cannes: “Golpe”

“’Aquarius’ é um estudo de personagem, bem como uma reflexão perspicaz sobre a transitoriedade desnecessária de lugares da forma como os espaços físicos refletem na nossa sociedade”, escreveu o crítico da Variety. Já o The Hollywood Reporter observa que o filme “funciona melhor” do que “O Som ao Redor” ao fiar-se em sua protagonista e se mostrar mais “versátil”.

Para o inglês Guardian, o filme é um retrato do Brasil abordando temas como nepotismo, corrupção e cinismo. Como se pode observar há muito entusiasmo na crítica internacional com o novo tento cinematográfico do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho. O site americano The Wrap  define o filme como “revigorante” e crava o prêmio de melhor atriz para Sonia Braga. “Uma estrela que parece pronta para o festival de Cannes”.

Aos 65 anos, a atriz vive uma jornalista e crítica de música aposentada que vive sozinha em um edifício antigo de frente para a praia de Boa Viagem, no Recife. Alvo constante da especulação imobiliária, ela se recusa a vender seu apartamento, sofrendo pressões da construtora e dos próprios vizinhos.

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sexta-feira, 13 de maio de 2016 Bastidores, Notícias | 20:41

Filmes franceses ousados marcam primeiros dias do festival de Cannes

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Os primeiros três dias de Cannes se provaram bastante intensos. De Justin Timberlake fazendo show – para divulgar a animação “Trolls” – a piada sobre abuso sexual constrangendo Woody Allen, os primeiros dias na Riviera francesa tiveram de tudo. Até mesmo Julia Roberts confessando “limitações intelectuais” quando questionada se iria enveredar pela direção.

Justin Timberlake e Anna Kendrick fazem show em Cannes (Foto: divulgação)

Justin Timberlake e Anna Kendrick fazem show em Cannes
(Foto: divulgação)

A seguir, o Cineclube reúne alguns dos principais pontos desses primeiros dias de festival.

Bem me quer, mal me quer

Foi a oitava vez de Woody Allen em Cannes e pela oitava vez fora de competição. “Não acredito em competição na arte”, reiterou o cineasta americano de 80 anos na coletiva.  Allen teve de lidar com perguntas duras a respeito das acusações de abuso sexual que uma das filhas de Mia Farrow lhe imputou e que seu filho, Ronan, mantém em destaque na mídia.

Seu filme, “Café Society”, não produziu a mesma paixão de “Meia-Noite em Paris” (2011), o último Allen a debutar em Cannes, mas agradou.

Loach afina discurso esquerdista

O irlandês Ken Loach, que já ganhou a Palma de Ouro com “Ventos da Liberdade” (2006), exibiu “I, Daniel Blake” na competição e arrancou aplausos. O filme mostra as dificuldades de um carpinteiro de 59 anos com problemas cardíacos em acessar o sistema previdenciário. Loach, notório por um cinema ativista e mais à esquerda, causou ótima impressão na riviera francesa.

França ousada

Cena do filme "Rester Vertical" Foto: divulgação

Cena do filme “Rester Vertical”
Foto: divulgação

Os dois primeiros filmes franceses em competição foram exibidos na quinta (12) e sexta (13) e causaram grande burburinho. Em Cannes e entre cinéfilos nas redes sociais. “Rester Vertical”, novo filme de Alain Guiraudie, que assombrou Cannes há três anos com “O Estranho do Lago”, mostra um homem que precisa cuidar de seu filho recém-nascido após ele ser abandonado pela mãe. A produção tem cenas de sexo explícito e outras com potencial de choque. Comparações entusiasmadas com David Lynch pipocaram na crítica internacional.

Já “Ma Loute” é uma comédia de humor negro dirigida por Bruno Dumont e apresenta uma família com um gosto excêntrico: gosta de comer carne burguesa. De gente mesmo. Juliette Binoche é uma das estrelas da produção.

O Brasil que produz

A RT Features, produtora do brasileiro Rodrigo Teixeira com forte penetração internacional, com um catálogo com filmes como “Love”, ‘Mistress America” e “A Bruxa”, acertou a produção dos novos filmes de James Gray (“Ad Astra”) e Abbas Kiarostami (“24 Frames”). Tratam-se de duas figuras queridas de Cannes, sem filmes no festival neste ano e que, abrigados sob o guarda-chuva da RT Features, enobrecem ainda mais a boa fama que a produtora está construindo.

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segunda-feira, 9 de maio de 2016 Análises, Bastidores, Notícias | 07:00

Cannes começa nesta semana sua 69ª edição com forte presença latina

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Almodóvar, ao fundo, no set do aguardado drama "Julieta" Foto: divulgação

Almodóvar, ao fundo, no set do aguardado drama “Julieta”
Foto: divulgação

Depois de alguns anos em segundo plano, a latinidade promete ecoar forte na 69ª edição do Festival de Cannes, que acontece entre 11 e 22 de maio, na França. Brasil, Chile, Argentina e Espanha terão presença maciça no principal festival de cinema do mundo nas mostras competitiva e paralelas.
Sem dúvida, o retorno mais esperado é o do espanhol Pedro Almodóvar, com “Julieta”. A última vez do cineasta espanhol em Cannes foi em 2011 com o genial terror “A Pele que Habito”. É o quinto longa-metragem que o cineasta espanhol apresenta em competição no festival francês, onde estreou em 1999 com “Tudo Sobre Minha Mãe”, quando ganhou o prêmio ao melhor diretor.

O Brasil volta a disputar a Palma de Ouro com “Aquarius”, estrelado por Sonia Braga e dirigido por Kleber Mendonça Filho, de “O Som ao Redor”. Trata-se de uma ficção científica com pegada de filme social. A curiosidade pelo filme é imensa.

O ator Javier Bardem é outra atração do ano. Dirigido por Sean Penn e fazendo par com Charlize Theron em “The last face”, um drama sobre trabalhos humanitários na África.

Leia também: Presença do Brasil em Cannes, com “Aquarius”, reflete edição forte e equilibrada

Fora de competição, estará o espanhol Albert Sierra, com o audacioso “A morte de Luis XIV”, um dos monarcas mais icônicos da França.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

E em uma sessão especial será exibido “Hands of Stones”, sobre a vida do lendário boxeador panamenho Roberto “Mão de Pedra” Durán. A exibição do filme faz parte de uma homenagem do festival a Robert De Niro. Mas o protagonista, Edgar Ramírez, e o diretor, Jonathan Jakubowicz, são venezuelanos.

Na Quinzena dos realizadores, dois consagrados cineastas chilenos ganham destaque: Pablo Larraín e Alejandro Jodorowsk.

Larraín levará sua esperada visão de “Neruda”, onde narra um período pouco conhecido da vida do poeta chileno, quando foi perseguido pelo governo de Augusto Pinochet. Luis Gnecco, que já trabalhou com o diretor em “No”, interpreta Neruda, e o mexicano Gael García Bernal, Oscar Peluchoneau– o detetive que realizou a investigação.

Jodorowsky promete surpreender de novo com “Poesia sem fim”, filme que completa “A dança da realidade”, já exibido em Cannes, e protagonizado por Leandro Taub.

Na mesma mostra estreará o curta brasileiro “Abigail”, de Isabel Penoni e Valentina Homem.

A Argentina contará com os jovens Francisco Márquez e Andrea Cabeza na seção Um Certo Olhar, com “A longa noite de Francisco Sanctis”, uma obra dramática ambientada na Argentina do ditador Videla.

Cena do filme "Neruda" Foto: divulgação

Cena do filme “Neruda”
Foto: divulgação

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sexta-feira, 15 de abril de 2016 Análises | 22:30

Presença do Brasil em Cannes, com “Aquarius”, reflete edição forte e equilibrada

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Na última quinta-feira (14), o diretor artístico do festival de Cannes, Thierry Frémaux, anunciou o line up da edição de 2016. Trata-se da mostra competitiva mais forte dos últimos anos, a julgar pelos nomes selecionados. A presença de cineastas de prestígio e contumazes em Cannes como Pedro Almodóvar, Christian Mungiu, Ken Loach, Olivier Assayas, Nicolas Winding-Refn, Jean-Pierre e Luc Dardenne, entre outros fez com que Frémaux se sentisse instigado a fazer, perante a imprensa internacional, uma defesa do que chamou de “regulares” em Cannes. Para o curador do festival, são eles que atestam o estado da arte e tê-los em Cannes é um privilégio que não se deve abdicar. Em 2016, a fortíssima mostra competitiva terá, ainda, a presença brasileira.

Confira a lista completa dos filmes que integram o festival de Cannes 2016

Conforme amplamente divulgado pela imprensa nacional na quinta-feira (14), “Aquarius”, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, foi selecionado para a disputa da Palma de Ouro. É o retorno do Brasil à principal mostra do festival de cinema mais importante do mundo oito anos depois que ‘Linha de Passe”, de Walter Salles, concorreu e valeu a Sandra Corveloni a Palma de Ouro de melhor atriz.

Sonia Braga em cena de "Aquarius"  (Foto: Victor Jucá)

Sonia Braga em cena de “Aquarius”
(Foto: Victor Jucá)

O Brasil venceu a Palma de Ouro em 1962 com “O Pagador de Promessas”.

“Aquarius” é o segundo longa-metragem de Filho. O primeiro, “O Som ao Redor” (2012), foi a grande sensação do cinema brasileiro junto à crítica internacional desde “Cidade de Deus” (2002).

O filme tem Sonia Braga no papel principal de Clara, uma escritora e jornalista aposentada, viúva, mãe de três filhos adultos. Ela é moradora do edifício Aquarius, o último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento. Dona do seu passado, do seu presente e do seu futuro, esse conflito dará a Clara uma energia nova à sua vida.

“Poder estreá-lo em Cannes é um momento muito feliz desse processo, que teve início há três anos, com a primeira versão do roteiro, escrito por mim. Fico ainda mais feliz por toda a nossa equipe formada por gente de todo o Brasil, e especialmente por artistas e técnicos pernambucanos. Fico feliz também por Sonia Braga. Quero que esse filme seja muito bom para essa artista maravilhosa e para a pessoa incrível que ela é”, disse o cineasta em nota divulgada à imprensa. “É bom pensar que ‘Aquarius’ vai nascer em Cannes, um festival tão importante para qualquer profissional de cinema ou cinéfilo”, complementa a produtora Emilie Lesclaux.

O cineasta Kleber Mendonça Filho leva o cinema brasileiro de volta à croisette  (Foto: Victor Jucá)

O cineasta Kleber Mendonça Filho leva o cinema brasileiro de volta à croisette
(Foto: Victor Jucá)

A concorrência será pesadíssima. Além de prévios vencedores da Palma de Ouro, como os já citados Mungiu, Loach e os Dardenne, há cineastas de grife como Paul Verhoeven, Sean Penn, Jeff Nichols, Jim Jarmusch, Xavier Dolan e Park Chan-Wook.

A pujança de 2016 se verifica por outros parâmetros também. Depois de dois anos com menos de vinte filmes na competição oficial, Cannes voltou a apresentar seu número mágico. E Frémaux já avisou que ainda pode ter surpresas de última hora. São três as cineastas mulheres na competição. Nos últimos dez anos, apenas em 2011, havia mais de duas em competição; no caso eram quatro. Há, ainda, quatro diretores competindo pela primeira vez (Maren Ade, Kleber Mendonça Filho, Alain Guiraudie e Christi Puiu – esses dois últimos em mostras paralelas.

São indicadores da mostra forte que Cannes alinhou. E ainda não comentamos as mostras paralelas e os filmes fora de competição, que terão outras grifes da dimensão de Steven Spielberg e Woody Allen, com George Clooney e Julia Roberts para temperar.

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