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Posts com a Tag Capitão América: guerra civil

sexta-feira, 24 de março de 2017 Filmes, Notícias | 12:03

“Capitão América: Guerra Civil” chega em abril na Rede Telecine

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Foto: divulgação

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Para muitos o melhor filme de super-heróis que há, “Capitão América: Guerra Civil” é a grande estreia do mês de abril na Rede Telecine. A produção que levou mais de 9,5 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros chega ao canal premium no dia 29 de abril.

Depois que uma missão dos Vingadores termina com efeitos colaterais desastrosos, aumenta a pressão política para instalação de um sistema de responsabilidade, comandado por uma agência do governo, para supervisionar os super-heróis. Mas essa possibilidade divide o grupo em duas frentes: uma liderada por Steve Rogers (Chris Evans), o Capitão América, que quer manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; e a outra que segue a decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro, de apoiar as autoridades.

Leia a crítica do Cineclube.

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quarta-feira, 27 de abril de 2016 Análises, Críticas, Filmes | 15:28

Superlativo e humano, “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que a Marvel estava devendo

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Foto: divulgação

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Vamos tirar o elefante da sala. “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que os fãs de HQs merecem e que os fãs do universo cinematográfico da Marvel esperavam. O que não quer dizer que seja o melhor filme da Marvel ou mesmo a melhor produção estrelada por super-heróis. Tanto continuação de “Capitão América: Soldado Invernal”, como sequência natural de “Vingadores: A Era de Ultron”, “Guerra Civil” só funciona plenamente para quem estiver inteirado do universo cinematográfico da Marvel, afastando a ideia de experiência plenamente satisfatória que um filme deve despertar individualmente. Isso não é um problema, apenas uma contextualização para início de conversa.

“Guerra Civil” é superlativo. Se permite ser o auge deste universo em constantes evolução e expansão que é o da Marvel e seu maior trunfo é justamente o equilíbrio com que tudo acontece e é apresentado ao espectador. O acirramento político que opõe Steve Rogers (Chris Evans) e Tony Stark (Robert Downey Jr.) não se sobrepõe às angústias que mobilizam esses personagens. Os conflitos emocionais ganham surpreendente relevo em personagens com menos destaque em cena, como T´Challa (Chadwick Boseman), o Pantera Negra, que debuta aqui antes mesmo de ganhar seu filme solo, prometido para 2018.

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Joe e Anthony Russo não são competentes apenas na arquitetura visual de “Guerra Civil”, e o filme é deslumbrante das coreografias de lutas às cenas de ação mais “super”, mas na sensibilidade com que fazem deste filme cheio de arestas e personagens algo coeso e vívido. “Guerra Civil” nunca deixa de ser um filme do Capitão América, mas é, também, um produto Marvel com DNA daqueles crossovers que fan boys tanto se amarram. Todos os personagens têm momentos para chamar de seu e com atores calibrados como Robert Downey Jr.,Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Don Cheadle e Scarlett Johansson, o filme ganha nesses momentos de respiro, insuspeita humanidade.

Os Russo conseguiram nivelar, ainda, o humor típico das produções Marvel – que aqui ganha força e propulsão com a boa participação do Homem-Aranha (Tom Holland já parece veterano na pele de Peter Parker) – com o indefectível aspecto sombrio que move essa sequência.

O tom político e a discussão sobre vigilantismo talvez não alcancem o ponto dramático necessário, ou mesmo o possível, mas a primeira hora de “Guerra Civil” é das coisas mais empolgantes surgidas nas adaptações de HQ desde “O Cavaleiro das Trevas” (2008). Ali se enraíza uma discussão complexa e profunda que excede os limites do cinema de gênero. Mas o tratamento é apenas como ponto de partida para algo maior, no caso, a fase 3 da Marvel no cinema. Novamente, não há nenhum problema nisso. Trata-se de uma opção narrativa em um cenário macro, como é o universo da Marvel. Opções estas que, aliadas às restrições que a Marvel tem no cinema em relação aos personagens de seu catálogo, também respondem pelas diferenças entre a guerra civil do cinema e a da saga nas HQs.

Aqui o ponto que opõe Rogers e Stark é se os vingadores devem ou não responder a ONU. Há, sim, garantias individuais em jogo, mas não no escopo da série das HQs, em que o governo cobrava que todos os super-heróis revelassem suas identidades. De qualquer forma, o estupor político é suficientemente inflamatório para gerar grandes repercussões entre amigos que compartilham de ideais bastante similares.

No fim das contas, “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que a Marvel estava devendo desde que ascendeu ao centro da cultura pop mundial. Pode não significar nada, mas em um momento que a Warner sai a campo com os personagens da DC, significa muita coisa.

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sábado, 11 de abril de 2015 Atores, Filmes | 19:32

“Vingadores: a era de Ultron” nem estreou e Robert Downey Jr. já pensa em “Capitão América: guerra civil”

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Os tambores já rufam e enquanto surgem as primeiras impressões da crítica americana sobre “Vingadores: a era de Ultron” – e elas são bem divididas – o elenco do filme está em plena divulgação do filme que analistas da indústria especulam deve fazer mais de U$ 200 milhões só em seu primeiro fim de semana de exibição nos EUA.

Downey Jr. encara Evans: o bicho vai pegar (Foto: reprodução/twitter)

Downey Jr. encara Evans: o bicho vai pegar
(Foto: reprodução/twitter)

Robert Downey Jr., no entanto, já pensa além. Ele postou há pouco em seu twitter uma foto em que encara Chris Evans, o intérprete do Capitão América, com Chris Hemsworth, o Thor em pessoa, fazendo careta ao fundo e provoca: “Guerra civil?”. O ator se refere, é claro, ao terceiro “Capitão América” que será lançado em 2016 e terá como principal mote o confronto entre Homem de ferro e Capitão América.  O filme será uma adaptação livre da saga homônima das HQS em que Tony Stark e Steve Rogers tem, a principio, um confronto de ideias que evolui para a briga mais física possível entre os dois heróis.

Stark defende que os heróis devem revelar sua identidade secreta e atuar subordinados ao governo americano, ideia que encontra resistência em Rogers.

Leia também: Robert Downey Jr. assina para estrelar “Capitão América 3” em nova fase da Marvel no cinema

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