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segunda-feira, 6 de março de 2017 Críticas, Filmes | 13:04

“Waiting for B.” investiga motivações e anseios de fãs que fazem qualquer coisa pelo ídolo

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Documentário acompanha fãs que acamparam durante dois meses para ver o show de Beyoncé em São Paulo e aborda questões como preconceito, empoderamento e orgulho gay

Cena do filme Waiting for B.

Cena do filme Waiting for B.

Parte integrante do projeto Sessão Vitrine Petrobras, “Waiting for B.”, em cartaz em 20 cidades brasileiras desde a última quinta-feira (02) é um documentário que acompanha a expectativa acalorada de fãs pelo show de Beyoncé em São Paulo no ano de 2013.

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Dirigido por Paulo Cesar Toledo e Abigail Spindel e figurinha carimbada em diversos festivais mundo afora, “Waiting For B.” acompanha um punhado de fãs que sem dinheiro para comprar os ingressos mais caros, acampa por dois longos meses às margens do estádio do Morumbi, local do show, para garantir um lugar próximo à estrela internacional.

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A força do filme não reside nesse monitoramento passivo da movimentação dos fãs no entorno do Morumbi, mas na busca do entendimento do que torna uma pessoa fã e mais: o que faz com que alguém se submeta a uma rotina de estresse e sufoco para poder garantir um lugar um pouco melhor para ver um show.

Novamente, o filme de Toledo e Spindel não se resolve nessa investigação e traça um paralelo ainda mais interessante ao observar as diferentes castas sociais que interagem neste universo. O preconceito em suas diferentes variantes, racial, sexual e de gênero, surgem espelhados em discussões encampadas naturalmente pelos personagens do filme. Há até mesmo a problematização sobre a loirice de Beyoncé em um dos momentos mais interessantes do filme.

Esse recorte que tange tanto desigualdade social, identidade negra, empoderamento feminino e orgulho gay oxigena o filme e lhe afere uma importância que a breve sinopse talvez não revele.

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O filme mostra pessoas como Junnior Martins, que trabalhava como cabelereiro para sustentar a família e depois encarava uma viagem de três horas para o estádio. Gabriela Electra e suas amigas, que faziam bico como cover da diva pop. Charlles Felipe, um empresário nato, que era o primeiro da fila no acampamento e mantinha a organização das barracas.

São personagens cheios de carisma que transformam “Waiting for B.” em um registro muito mais vívido e satisfatório.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 16:59

“A Loucura entre Nós” reflete sobre os limites entre loucura e normalidade

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A loucura“A Loucura entre Nós” tem um objetivo tão nobre quanto complexo. Refletir sobre as fronteiras da normalidade. Tatear as diferenças, sejam elas sutis ou abissais, entre o que é “normal” e o que é “loucura”.

O filme acompanha pessoas que tentam se reintroduzir no tecido social após experiências em hospitais psiquiátricos.

“A Loucura entre Nós” é o primeiro longa metragem da diretora Fernanda Fontes Vareille e terá sua estreia nacional nesta quinta-feira (4) em Salvador, Rio de janeiro e São Paulo, seguindo para mais dez cidades nas semanas seguintes: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Niterói, Porto Alegre, Recife e São Luís.

Leonor e Elisângela, duas mulheres de realidades sociais bem distintas, são as personagens do filme. Ao dar voz àqueles que, muitas vezes, compõem uma parcela da população negligenciada, a obra abre ao público um universo novo e cheio de contradições. O filme divide suas cenas entre as ruas da capital baiana e a realidade entre muros, salas e portões do Hospital Juliano Moreira. Neste último, uma equipe enxuta de quatro pessoas filmou em clima de imersão.

Extremamente generosas com a câmera, as personagens têm muito a dizer e despem-se completamente para o olhar do público, revelando muitas coisas que, ainda hoje, permanece como tabu quando se fala de questões envolvendo o sofrimento mental.

Ao mostrar o exato momento em que um grupo de pessoas sai do hospital para conquistar autonomia nas suas relações com suas famílias – e com a própria cidade – o filme dialoga também com questões absolutamente contemporâneas em relação à reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial no Brasil.

Confira abaixo uma entrevista com a diretora do filme

Entrevista com Fernanda Vareille from Aguas de Março Filmes on Vimeo.

 

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quarta-feira, 6 de julho de 2016 Críticas, Filmes | 18:46

“Janis: Little Girl Blue” revela conflituosa Janis Joplin por trás do ícone do rock

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Estreia nesta quinta-feira (9) nos cinemas paulistanos, o documentário “Janis: Little Girl Blue”. Com distribuição da Zeta Filmes, a produção chega Janischancelada por diversos festivais de cinema mundo afora como Veneza, Toronto e Londres. Além, é claro, do Festival do Rio, onde o filme foi uma das atrações em 2015.

A produção consumiu sete anos de Amy J. Berg, diretora e roteirista da produção. O filme aprofunda-se na breve carreira e na intimidade de Janis Joplin, por meio de imagens de arquivo – algumas das quais inéditas –, correspondências pessoais de Janis e entrevistas com ela e seus contemporâneos. Sua única passagem pelo Brasil também é mencionada no filme, que é acima de tudo repleto de trechos de performances ao vivo de suas canções mais icônicas, tanto em sua fase com a Big Brother & The Holding Company como de sua carreira solo.

“Janis: Little Girl Blue”, que empresta de uma das mais tristes canções de Janis seu título, evita conjecturas sobre o destino trágico da cantora, morta aos 27 anos vítima de uma overdose de heroína, mas expõe diversas interpretações a respeito do que poderia ter acontecido. Dessa forma, permite ao público construir sua própria narrativa – romântica ou cética – do que aconteceu com a primeira mulher a acontecer no rock.

Mas o crepúsculo de Janis Joplin, ainda que cinematograficamente cativante, não é o destaque do filme. Ele se ocupa de desnudar o ícone e revelar a mulher, cheia de inseguranças e dotada de um otimismo contrastante com seu mergulho cada vez mais definitivo no mundo das drogas.

“Janis: Little Girl Blue” é daqueles filmes que falam mais ao coração dos fãs, mas que tem muito a dizer a quem entrar no cinema por mero acaso.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016 Filmes, Notícias | 22:54

“Cinema Novo”, de Eryk Rocha, chega aos cinemas brasileiros em novembro

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Foto: divulgação

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“Cinema Novo”, que recebeu o prêmio L’Œil d’or  (Olho de Ouro) de Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016, finalmente sua estreia no Brasil confirmada. O longa chega aos cinemas em novembro.Distribuído por aqui pela Vitrine Filmes, o longa segue carreira festivais afora. A  próxima parada será em Munique.

A  revista francesa Cahiers Du Cinéma publicou recentemente uma crítica do documentário, ressaltando o caráter atual do movimento latino -americano: “O Cinema Novo é o cinema do futuro:  Eryk Rocha restitui a força criativa, a energia incandescente, o desejo e a paixão de um movimento que nunca deixou de ser contemporâneo”.

“Cinema Novo” é um ensaio poético que investiga um dos principais movimentos cinematográficos latino-americanos, através do pensamento e fragmentos de filmes dos seus principais autores. O filme mergulha na aventura da criação de uma geração de cineastas que inventou uma nova forma de fazer cinema no Brasil – a partir de uma atitude política que juntava arte e revolução – e que tinha como desejo um cinema que tomasse as ruas e fosse ao encontro do povo brasileiro.

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terça-feira, 3 de maio de 2016 Notícias | 20:24

“Queen: A Night in Bohemia” ganha exibição exclusiva em cinemas no Brasil pela rede UCI

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Foto: divulgação

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Gravado na véspera do Natal de 1975, no Hammersmith Odeon em Londres, “Queen: A Night in Bohemia” chega ao Brasil e será exibido nos complexos da UCI Cinemas nos dias 5 e 10 de maio, às 21h. Além do show histórico, o material ainda reúne um documentário exclusivo com entrevistas, imagens de arquivo e performances inéditas do grupo. Os ingressos para “Queen: A Night in Bohemia” já estão à venda e podem ser adquiridos na internet, nas bilheterias, em aplicativos de celular e nas máquinas de autoatendimento disponíveis no hall dos cinemas ao custo de R$ 40.

Além dos sucessos “Killer Queen”, “Liar”, “Keep Yourself Alive” e “Now I’m Here”, os fãs do Queen também vão se emocionar com uma entrevista inédita de Freddy Mercury e assistir à primeira entrevista da banda para televisão (1975), descoberta recentemente na Austrália.

O filme será exibido nos cinemas da rede UCI nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Curitiba, Juiz de Fora, Ribeirão Preto, Belém, Manaus, Salvador e São Luís.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015 Críticas, Filmes | 18:01

Documentário “Osvaldão” ilumina figura mítica da guerrilha do Araguaia

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Foto: divulgação

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Falar de personagens amplamente conhecidos pela história pode não ser exatamente fácil, mas certamente é mais realizável. “Osvaldão”, documentário que visa iluminar vida e trajetória de Osvaldo Orlando da Costa, o comandante negro da guerrilha do Araguaia e mais um das muitas vítimas da ditadura brasileira, é, portanto, um filme que precisa ser saudado por sua coragem e desprendimento.

O filme, rodado de maneira independente recorreu ao financiamento coletivo na internet para que o lançamento fosse viabilizado em sete cidades brasileiras neste final de semana. Incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

Não há nada no filme assinado pelos diretores Ana Petta (“Repare Bem”), André Michiles (“Através”), Fabio Bardella (“Através”) e Vandré Fernandes (“Camponeses do Araguaia”), que integram o coletivo cinematográfico Gameleira, além do interesse de entender essa figura tão incomum. Osvaldão é, de fato, um personagem mais rico do que um preconceito sugere. Ao deflagrar o passado de Osvaldo, os diretores apresentam um contundente vaticínio contra as mazelas da ditadura, muitas delas ainda enterradas pela má vontade do Estado em assumir o inglório passado.

Não se trata de um filme com um discurso em evolução, no entanto. Há um ponto de vista muito claro ali, mas os realizadores são sábios em não deixar que essa perspectiva se imponha sobre o personagem investigado. Essa generosidade resguarda o filme de críticas oriundas de um posicionamento diverso daquele verificado nas entrelinhas da produção.

Pugilista talentoso, devoto familiar e benquisto pelos amigos, o Osvaldo que surge em “Osvaldão” é muito simpático. Talvez esteja aí o grande problema do filme. O personagem não é problematizado em momento algum. Não deixa de se residir aí, também, um preconceito por parte da realização. Difícil crer que com a variedade de documentos e depoimentos que o filme dispôs, nada tenha se encontrado para instaurar um conflito sequer na pessoa de Osvaldo.

De toda forma, o filme equilibra a reconstituição do cenário político que levou à guerrilha no Araguaia, com a memória de um homem afetuoso, querido e muitíssimo bem lapidado para a atividade política, com uma experiência internacional nada desprezível.

Goste-se ou não de “Osvaldão”, e há mais razões para gostar do que desgostar, é o tipo de cinema que dá gosto de ver no Brasil. Do tipo que milita tanto pela compreensão de um contexto, como por um cinema oxigenado e fora das convenções de mercado.

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domingo, 27 de setembro de 2015 Críticas, Filmes | 17:20

Olhar estrangeiro faz elogio afetuoso da cultura sambista em “O samba”

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Foto/divulgação

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Entusiasta da música brasileira, o franco-suíço Georges Gachot volta a investigar a música brasileira em “O Samba”, em estreia neste fim de semana em cinemas selecionados nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Assim como fizera em “Maria Bethânia: música é perfume”, Gachot se permite deslumbrar-se pelo universo que retrata.

Mais do que um exercício de investigação, “O samba” é uma contemplação. Com a curadoria de Martinho da Vila, reconhecidamente um dos maiores sambistas que o país tem a oferecer, Gachot adentra a comunidade de Vila Isabel, bairro da zona norte carioca que abriga a escola do coração de Martinho, para filmar um pouco dessa paixão incandescente.

Dos diferentes sons extraídos do pandeiro ao indefectível samba no pé e sorriso no rosto de crianças carentes, passando pela exaltação do talento de Martinho como letrista, “O Samba” perfila um punhado de emoções que, embora previsíveis, são referendadas pelo que tem de genuínas.

Em alguns momentos, porém, “O samba” não consegue se esquivar de um olhar exótico para esse traço da cultura brasileira. A principal fala de Ney Matogrosso, um dos poucos nomes de expressão a ter voz no filme fora Martinho – a outra é Leci Brandão – reforça uma convicção estrangeira sobre o papel do samba no país e para o brasileiro. Trata-se de um preconceito que Cachot usa um artista local para advogar em seu filme. É um dos momentos em que “O samba” é mais vulnerável enquanto discurso.

No mais, trata-se de um filme sem grandes aspirações outras que não oferecer uma leitura bastante interessada de um dos principais gêneros da música brasileira. “É cantar as coisas sem muito sofrimento”, observa Martinho em um dado momento. “O Samba” tem o mérito de ser um filme que busca essa sinergia tão cara a um bom samba.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Notícias | 22:53

Keith Richards é tema de documentário em estreia na Netflix

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Keith 2Rolling Stones e Mick Jagger são dois dos maiores personagens do rock. Existe essa convicção e existe Keith Richards, uma figura que transcende os anais do rock para se tornar um daqueles casos emblemáticos da cultura e da contracultura. Não à toa, “Keith Richards: under the influence”, documentário sobre o mais polêmico e surrealista dos Stones, chega a todo o mundo pela Netflix no mesmo dia em que o primeiro álbum solo (“Corsseyed heart”) de Richards em 23 anos chega às lojas.  Em 18 de setembro.

O filme é dirigido Morgan Neville, diretor do doc vencedor do Oscar “A um passo do estrelato” (2014) e promete um olhar sem precedentes sobre o guitarrista dos Stones. O filme foi gravado durante a preparação de Richards para o novo trabalho solo.

“Ele sempre representou a alma da música rock”, disse à Rolling Stone americana o diretor do filme, “e eu estou orgulhoso de trazer o Keith da vida real, este que nós capturamos, a uma audiência global via Netflix”.  A produção foi adquirida pela empresa quando já estava na pós-produção.

O primeiro trailer, divulgado nesta quarta-feira (9), mostra o guitarrista falando sobre o status de sua banda (“os Stones entraram em hibernação”), revelando suas influências musicais (“música folk americana, jazz, blues, Johnny Cash, Muddy Waters“) e ratificando a lenda de ser incansável (“Você vai envelhecer quando estiver enterrado”).

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quinta-feira, 30 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 07:00

Documentário aborda irreverência do Meia Hora como fenômeno midiático

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“O Meia Hora nunca vai ter uma capa papai e mamãe”, informa um dos entrevistados de “Meia Hora e as manchetes que viram manchete”, documentário sobre o popular e irreverente tabloide que faz parte da cultura popular carioca.

O filme, que tem estreia comercial programada para o dia 6 de agosto, será exibido no próximo sábado (1º)  no Memorial da América Latina, em São Paulo, como parte do 10º Festival de Cinema Latino-Americano que começa nesta quinta (30) e segue até o dia 5 de agosto.

Dirigido por Angelo Defanti, o documentário não se restringe apenas a investigar o Meia Hora, há um questionamento do modelo de negócio do jornalismo por trás da exposição do diário politicamente incorreto. “Eu devo entregar para o cara o que ele quer ou o que ele precisa para ser um cidadão melhor?”.

A reflexão sobre o jornalismo não é algo novo no cinema, muito menos em sua vertente documental. Para ficar em um exemplo recente, Jorge Furtado apresentou “O mercado de notícias”, que discutia o papel da mídia e sua influência na democracia, em 2014. “Meia Hora e as manchetes que viram manchete” se diferencia deste por partir de um fenômeno regional para discutir a linguagem jornalística como um todo. Pensar uma estética, a partir de um espírito pró-ativo. Há poucos exemplos de diários que apostam tanto no humor como o faz o Meia Hora no Brasil. O filão “notícias populares” não é exatamente uma novidade, mas habituou-se a ser alvo de preconceito ao ser percebido como um produto de menor qualidade.

Por um contexto mais adequado e pelo fomento de uma perspectiva mais sintonizada com o atual momento da mídia impressa no País, este documentário torna-se indispensável.

Clique nas imagens para ampliá-las!

Fotos: divulgação

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terça-feira, 28 de julho de 2015 Diretores, Filmes, Notícias | 22:53

Michael Moore está de volta e com a América beligerante em sua mira

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Vencedor do Oscar e da Palma de Ouro, ferrenho crítico da era Bush, polemista por natureza e diretor de documentários controvertidos e muitíssimo bem assistidos como “Tiros em Columbine” (2002), “Fahrenheit 11 de setembro” (2004), “Sicko – $O$ Saúde” (2007) e “Capitalismo: uma história de amor” (2009), Michael Moore está de volta com um novo filme na praça.

O cineasta postou um vídeo no Periscope para falar sobre “Where to invade next?”, seu próximo filme que terá première mundial no próximo festival internacional de cinema de Toronto.

O filme vinha sendo mantido em total sigilo intencionalmente pelo diretor. “É um filme de natureza épica. É o que posso dizer agora”.

“O fato dos EUA estarem sempre em guerra é algo que me preocupa constantemente e há muito tempo. Todos nós vivemos neste mundo pós- 11 de setembro e tudo o que acontece neste país parece precisar de um inimigo. Então mantemos nossa indústria militar viva. É daí que vem a comédia”, afirma o cineasta sobre suas opções narrativas.

 

O site do festival de Toronto classificou “Where to invade next?” como o filme mais provocativo e hilário da carreira de Moore.

O festival internacional de cinema de Toronto acontece entre os dias 10 e 20 de setembro e será amplamente discutido aqui no Cineclube.

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