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quinta-feira, 26 de maio de 2016 Atores, Bastidores | 07:00

Disputa pelo posto de Daniel Craig como James Bond está mais acirrada do que nunca

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Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel (Foto: montagem sobre reprodução)

Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel
(Foto: montagem sobre reprodução)

Daniel Craig já bateu o pé e disse que não volta. Recentemente, o tabloide britânico Daily Mail noticiou que o ator rejeitara uma oferta de cerca de R$ 300 milhões para voltar a viver James Bond. Entre boatos, rumores e bastidores, é muito improvável que o astro britânico de 48 anos volte a viver o agente 007 no cinema.

Craig, e isso já foi dito fartamente, realocou o status de Bond no cinema e esteve à frente da safra de filmes mais lucrativa da franquia. Por estas razões, torna-se especialmente difícil substituí-lo. A caça, no entanto, já começou.

Idris Elba, um favorito dos fãs, é um nome ventilado há algum tempo. Recentemente o ator estrelou “Bastille Day”, um filme de espionagem britânico que muitos creem ter sido a formalização de sua candidatura ao posto de 007. Outro que apresentou uma credencial e tanto foi Tom Hiddleston. Mais conhecido por ser o Loki do universo cinematográfico da Marvel, o inglês impressionou na pele de um espião acidental na minissérie “The Night Manager”, adaptação da  obra de John le Carré pela BBC em parceria com o AMC. Barbara Broccoli, uma das principais produtoras do agente 007, já havia deixado escapar em uma entrevista que “conseguia ver Hiddleston” como James Bond. O ator desconversou, mas há muito buzz em torno de seu nome.

Leia também: O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

Jamie Bell como Bond: será? (Foto: reprodução/Interview)

Jamie Bell como Bond: será?
(Foto: reprodução/Interview)

Ele, porém, não está sozinho no rol das preferências de Broccoli. Novamente segundo o Daily Mail, Broccoli estaria sondando Jamie Bell, ele mesmo, o Billy Elliot, para assumir o papel. Ela é a produtora do filme “Film Stars Don´t Die in Liverpool”, estrelado por Bell, e teria ficado impressionada com o ator. Se confirmada essa opção, Bell, aos 30 anos, seria o ator mais jovem a assumir o papel. Seria um caminho ousado demais para se seguir depois dos parâmetros estabelecidos pela fase de Craig. Justamente por isso, bastante improvável.

Eleição promovida pela versão britânica da revista GQ elegeu o novo Mad Max Tom Hardy como o preferido do público para substituir Craig. Elba foi o segundo mais votado. Hardy, assim como Craig, faz o tipo abrutalhado e poderia ser a escolha mais apropriada se a ideia fosse manter o tom dos filmes de Craig. Mas geralmente, os produtores promovem mudanças de tom de acordo com o intérprete. Sob essa leitura, as chances de Hardy seriam pequenas.

Quem já manifestou interesse em viver Bond foi o Superman Henry Cavill. O britânico, que viveu um agente da CIA no recente “O Agente da U.N.C.L.E” tem contra a sua declarada candidatura a exposição como o homem de aço.

Leia mais: “007 Contra Spectre” é retrocesso conceitual e narrativo na franquia

A mais improvável das candidatas, em um momento em que nem mesmo a saída de Craig é oficial, é a da  inglesa Gillian Anderson. Depois de um fã ter feito um pôster com ela como Jane Bond, Anderson disse que adoraria viver a primeira encarnação feminina do agente.

O sexuagenário espião a serviço de sua majestade pode não estar na iminência de uma mudança de sexo, mas está mais disputado do que nunca.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2015 Análises, Atores, Bastidores | 17:19

O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

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Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

À medida que se aproxima o lançamento de “007 contra Spectre”, novo filme do espião James Bond – o último com Daniel Craig como protagonista, mais se intensifica o bafafá em torno de quem irá substitui-lo na pele do agente secreto a serviço de sua majestade. Outro dia, Pierce Brosnan disse que já é tempo de termos um “James Bond gay ou negro”. Os pitacos quando não voluntariamente oferecidos são cobrados, como ocorreu em uma entrevista do Daily Mail com o autor do novo romance de 007 (“Trigger mortis”), o britânico Anthony Horowitz.

Questionado se Idris Elba (“Círculo de Fogo, “Mandela – a luta pela liberdade”) seria um bom James Bond, o escritor observou que falta “suavidade” ao ator. “Ele é um tanto áspero demais para o papel. Acho que ele é provavelmente muito da rua para interpretar Bond”. Depois da repercussão negativa nas redes sociais, o escritor retratou-se: “Sinto muito se ofendi as pessoas. Não foi minha intenção. Não sou um diretor de elenco. Então o que eu sei? Indelicadamente escolhi a expressão ‘da rua’ porque tinha em mente a interpretação dele do detetive John Luther (personagem vivido pelo ator em série inglesa), mas devo admitir que foi uma escolha pobre de palavras”.

Esta não foi a primeira vez que Elba se vê no centro de uma polêmica envolvendo James Bond.  Os boatos começaram em 2012 e, no ano passado, no calor do escândalo dos vazamentos de documentos da Sony Pictures, foi revelado que Elba era mesmo considerado como uma opção para assumir o personagem por ninguém menos do que a então presidente do estúdio, Amy Pascal.

No início do ano, Elba se pronunciou a respeito do rumor e disse que de tão efusivo, o boato se autodestruiu. “Se existia alguma chance de eu viver James Bond, ela se foi”. O ator, que completa 43 anos no próximo domingo, responsabilizou o atual James Bond pela onda de boatos. “Eu culpo Daniel”, observou o ator sobre uma entrevista de Craig na ocasião do lançamento de “Operação Skyfall” em que listou Elba como um potencial substituto.

É importante ter em mente que um James Bond negro é completamente distinto da concepção original de Ian

Foto: reprodução/GQ

Foto: reprodução/GQ

Fleming, mas um James Bond loiro, baixo e de beleza aberta à discussão também o era. Razão pela qual o leitor pode até não lembrar, mas o nome de Daniel Craig foi bastante contestado quando anunciado (Clive Owen era o favorito da produtora Barbara Broccoli, mas recusara).  Há tradições que precisam ser mantidas e outras que podem ser dispensadas e Idris Elba parece ser o ator mais indicado para romper velhas tradições e estabelecer novas. Bonitão, sofisticado, charmoso, viril e com aquele ar blasé que só os britânicos possuem (com as devidas desculpas aos fãs de George Lazenby), Elba é um dos poucos atores capazes de substituir Craig à altura. A essência do personagem deve preponderar à raça. Parece ser mais importante ele ser vivido por um britânico – já que atua no serviço de inteligência britânico – do que ser branco, preto ou pardo.

A discussão em torno da raça e até mesmo da orientação sexual de Bond – quem não se lembra da tensão sexual entre Bardem e Craig em “Operação skyfall” – é reflexo do avanço dos direitos civis e liberdades individuais. Bond, vale lembrar, foi concebido em uma época de forte segregação racial e total obstrução à homossexualidade.

Passa por aí a declaração de Daniel Craig, muito repercutida no início da semana, de que seu Bond é menos “sexista e misógino” do que os anteriores. Personagem longevo que é, Bond vai sofrendo ajustes com o passar do tempo.

Elba seria um ajuste bem-vindo. Além de materializar um avanço histórico necessário, sua escolha seria pedagógica e eficiente. Porque acenaria ao mundo pós-racial com um poderoso símbolo da cultura pop sem qualquer tipo de concessão em matéria de qualidade. Elba, afinal, é um baita ator. Não se trataria de uma cota a ser preenchida. Apenas de se superar uma resistência boba. James Bond já foi mais engraçado, mais mulherengo, mais violento e até mais inseguro. Já chegou a hora de ser mais preto.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:53

“Beasts of No Nation”, aposta da Netflix para o Oscar, ganha 1º trailer legendado

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O primeiro longa-metragem de ficção da Netflix ainda não estreou, mas já está causando uma sensação danada. “Beasts of no Nation”, de Cary Fukunaga ( “True Detective” e “Jane Eyre”), integra a competição oficial da 72ª edição do festival de Veneza, que acontece entre os dias 2 e 12 de setembro, e já é alvo de boicote de algumas redes de cinema que se recusam a exibir o filme, que a empresa lançará simultaneamente em cinemas selecionados dos EUA e por streaming em sua plataforma online para todo o mundo em 16 de outubro.

A ideia de colocar a produção nos cinemas se justifica pela necessidade de um filme ficar em cartaz pelo menos uma semana no ano em Los Angeles para ser elegível ao Oscar. E a Netflix está confiante de que “Beasts of no nation” tem todas as condições de ir ao Oscar. A empresa liberou o primeiro trailer da produção nesta quinta-feira. O filme mostra o treinamento cruel e incivilizatório coordenado pelo chefe de uma milícia paramilitar africana (Idris Elba) dado a um órfão. A ideia de problematizar esse cultivo de uma máquina de guerra totalmente desgrenhada de qualquer humanidade é dramaticamente poderosa. Nas mãos de um cineasta com o pé no existencialismo, como Fukunaga provou ter em seus trabalhos prévios, o material adaptado da obra de Uzodinma Iweala promete bastante.

A tendência é de que o burburinho em torno de “Beasts of no nation” aumente nas próximas semanas. Por enquanto, fique com o impactante trailer abaixo.

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 Curiosidades, Filmes | 19:26

Confira o trailer de “The gunman”, primeiro candidato a filme mais macho de 2015

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Sean Penn (“21 gramas” e “A intérprete”), Javier Bardem (“O conselheiro do crime” e “Onde os fracos não têm vez”), Idris Elba (“Círculo de fogo” e “Mandela – a luta pela liberdade”) e Ray Winstone (“Os infiltrados” e “O fim da escuridão”) estrelam “The Gunman”, novo filme de Pierre Morel (“Busca implacável”).  Um espião internacional (Penn) é traído pela organização que o contratou e precisa lutar por sua sobrevivência. A sinopse é banal, mas o elenco merece o crédito. O trailer sugere que se trata de um filme casca-grossa e um dos sérios candidatos a filme mais macho de 2015. A fita chega por aqui no primeiro semestre do próximo ano.

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