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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017 Filmes, Listas | 12:22

Os 20 melhores filmes de 2017

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A última postagem do ano tradicionalmente dá conta dos melhores filmes e em 2017 não seria diferente. O Cineclube apresenta as melhores produções lançadas neste ano no País. Nos vemos em 2018!

"La La Land", Logan", "Blade Runner 2049", "Moonlight", "Dunkirk", De "Canção em Canção", "Frantz", Columbus" e "Jim & Andy" são alguns dos melhores filmes do ano

“La La Land”, Logan”, “Blade Runner 2049”, “Moonlight”, “Dunkirk”, De “Canção em Canção”, “Frantz”, Columbus” e “Jim & Andy” são alguns dos melhores filmes do ano

20 – “Um Contratempo” (ESP 2016)

Este thriller espanhol é daquele tipo de filme em que nada é o que parece ser. Um milionário empresário tenta convencer uma detetive que integra a sua defesa que ele não é o responsável pelo assassinato da amante. Os diálogos constituem um vigoroso elemento de suspense e as bem justificadas reviravoltas na trama agregam ainda mais valor aos personagens.

 

19 – “Jim & Andy: The Great Beyond” (EUA 2017)

Neste documentário que acompanha os bastidores de “O Mundo de Andy” e o inusitado processo criativo de Jim Carrey para encontrar Andy Kaufman, é possível vislumbrar a dor de um ator que se desencontrou de si mesmo para viver um personagem e que depois jamais voltou a ser o mesmo de antes. Nesse sentido, “Jim & Andy” é um filme brilhante e revelador. Mas é também um olhar aguçado para os encantos e desencantos de Hollywood.

 

Cena do filme "Eu, Olga Hepnarová"

Cena do filme “Eu, Olga Hepnarová”

18 – “Eu, Olga Hepnarová” (Rep. Theca/POL/FRA 2016)

Esta coprodução europeia filmada em preto e branco é um soco no estômago. O longa recria de forma seca e desapaixonada a triste trajetória de Olga Hepnarova, jovem homossexual  rejeitada pela família que faz algumas escolhas trágicas em sua vida. Um filme que recusa a catarse e resplandece o poder de uma boa narrativa no cinema.

 

17 – “O Estranho que Nós Amamos” (EUA 2017)

Sofia Coppola propõe um diálogo singular com uma das obras mais interessantes da filmografia de Don Siegel. Antes de ser feminista de uma maneira bastante particular, o filme de Coppola é um estudo demorado das tensões sexuais em circunstâncias específicas – como a da presença de um homem, potencialmente um inimigo, em uma casa de mulheres em meio à guerra civil americana. Com atuações inspiradas, um filme que se resolve tanto como drama histórico como fábula de horror.

 

16 – “Columbus” (EUA 2017)

A estreia do vídeo ensaísta Kogonada na direção de longa-metragens é uma dessas relíquias que precisamos escavar em um ano de muitos bons lançamentos. O filme que espelha a arquitetura como um elemento emocional a pautar e intervir na vida dos personagens coloca o protagonista vivido por John Cho em um daqueles momentos decisivos que os filmes são feitos a respeito. Mas Kogonada opta pelo minimalismo. Os diálogos são sensíveis e permeados de introspecção e luminosidade. Um filme para assistir com o coração.

Cenas de "Moonlight", "Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas", "Thelma", "Um Contratempo", "Manchester à Beira-Mar" e "Dunkirk"

Cenas de “Moonlight”, “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”, “Thelma”, “Um Contratempo”, “Manchester à Beira-Mar” e “Dunkirk”

15 – “Patti Cake$” (EUA 2017)

Filmes sobre música e pessoas tentando vencer na música congregam muitas potencialidades e “Patti Cake$” não é diferente. Estreia na direção de longas de Geremy Jasper, o filme é cheio de energia, coração e apresenta uma honestidade nauseante. A música é um elemento tão primal na produção que por vezes nos pegamos em dúvida se estamos diante de uma ficção. Impossível resistir ao charme de “Patti Cake$”.

 

14 – “Thelma” (NOR 2017)

O filme de Joachim Trier é tudo menos ordinário. É um drama sobre o alvorecer da sexualidade de uma adolescente criada sob rígida orientação religiosa, um filme gay e também um thriller cheio de suspense que parece habitar o universo dos X-Men. A maneira como Trier desvela sua trama é não só original, como bastante criativa. É sua direção que sofistica uma narrativa já pensada para ser climática e inusitada.

13 – Dunkirk (EUA 2017)

Christopher Nolan vê o cinema como um espetáculo e “Dunkirk” é, neste contexto, uma obra-prima. O filme que recria um dos episódios mais marcantes da Segunda Guerra Mundial, enquanto ela ainda estava sendo vencida pelos alemães, é um esfuziante espetáculo de som e imagem como há muito não se via no cinema. Tudo embalado em um filme que sabe ser emocional sem ser piegas. Uma obra pulsante, vigorosa e que devolve a Nolan seu brio autoral perdido após o pretensioso e problemático ‘Interestelar” (2014).

12 – “Ninguém está olhando” (ARG/BRA 2017)

O filme argentino mostra a rotina de um ator de sucesso na Argentina que vai para Nova York com o sonho de fazer um filme independente e vingar como ator de prestígio na disputada indústria cinematográfica norte-americana. Mas as coisas não são tão simples assim nesse delicado estudo sobre solidão e amadurecimento.

11 –  “mãe!” (EUA 2017)

Darren Aronofsky é um polarizador por natureza. “mãe!” é um atestado tanto de seu talento como de sua ambição. Há uma metalinguagem sedutora no filme que busca referências em um público que se engaja sem freios nessa experiência estética ousada do cineasta americano. Jennifer Lawrence nunca esteve tão vulnerável e nenhum em filme em 2017 foi tão intenso e provocador.

Cenas de "Logan", La La Land", Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas" e "mãe!"

Cenas de “Logan”, La La Land”, Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” e “mãe!”

10 – “Moonlight – Sob a Luz do Luar” (EUA 2016)

O vencedor do Oscar de melhor filme é um drama cheio de sutilezas que acompanha a trajetória de um menino pobre, negro e gay pela vida. Um filme de muitas belezas, do ponto de vista técnico, mas também narrativo e que toca a audiência de uma maneira particular e vigorosa.

 

9 – “Terra Selvagem” (EUA 2017)

Taylor Sheridan já dava pistas nos roteiros de “Sicario” e “A Qualquer Custo” de compreender intensamente a alma da América profunda e em “Terra Selvagem”, que também dirige, ele mostra que tem tudo para ser um dos grandes autores do cinema americano moderno. Nesta parábola poderosa sobre violência, colonizadores e colonizados ecoam uma tragédia ainda sem data para expirar. Um filme certeiro no ritmo, nas atuações, na cadência narrativa e nos efeitos que produz.

 

8 – “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” (EUA 2017)

O filme estreou desapercebidamente no Brasil, mas gerou algum burburinho quando da exibição no Festival de Toronto. Os canadenses estavam certos. Trata-se de um filme sensível a respeito das relações humanas e se ocupa de visitar as circunstâncias da criação da Mulher-Maravilha, uma das grandes personagens de 2017. O filme mostra como uma relação amorosa fora das convenções norteou a criação desse ícone feminista. Único filme dirigido por uma mulher presente neste top 10.

Cena de "A Criada"

Cena de “A Criada”

7 –  “Blade Runner 2049” (EUA 2017)

Se tem filme de Denis Villeneuve no ano, pode apostar que ele vai terminar nessa lista. O cineasta canadense é hoje um dos autores mais completos, originais e instigantes do cinema. Sua visão para “Blade Runner” não só complementa as inflexões ensejadas pelo clássico de Ridley Scott, como as estende. A tardia sequência é tão boa quanto o filme original e deve crescer com o tempo. Uma reflexão profunda e reverberante sobre nossa humanidade.

 

6 –  “A Criada” (Coreia do Sul 2016)

O longa de Park Chan-Wook é uma masterclass de cinema. O filme acompanha a saga de uma criada contratada para ajudar os planos nada benevolentes de um larápio a seduzir uma jovem e rica japonesa que leva uma vida isolada na Coreia do Sul sob ocupação nipônica. Um triunfo de narrativa com reviravoltas bem fundamentadas e o melhor uso do erotismo pelo cinema no ano.

Cenas de "jim & Andy", "La La Land" e "De Canção em Canção"

Cenas de “jim & Andy”, “La La Land” e “De Canção em Canção”

5 –  “Logan” (EUA 2017)

O melhor filme com super-heróis desde “O Cavaleiro das Trevas”. O uso da preposição “com” ao invés de “de” não é acidental. “Logan” não é um filme convencional de super-heróis como não o era o filme estrelado por Heath Ledger e Christian Bale. Trata-se de um western pós-apocalíptico cheio de fúria e que não faz concessões. Um grande personagem como Wolverine merecia um grande filme. Foi feita justiça.

 

4 – “La La Land – Cantando Estações” (EUA 2016)

Um musical. Um romance. Uma história sobre sonhadores. Um filme sobre Los Angeles. “La La Land” se fragmenta em muitos e molda-se a partir da experiência particular da audiência. É um filme que celebra o cinema e que ganha força e representatividade por fazê-lo de maneira tão graciosa e inteligente.

 

3 –  “Manchester à Beira-Mar” (EUA 2016)

Uma análise fervorosa do luto e suas reminiscências com a potência de um roteiro brilhante e atuações magistrais. Tudo conduzido com esmero pela direção segura de Kenneth Lonergan. “Manchester à Beira-Mar” é um filme que incomoda um bocado e apresenta uma trama frequentemente sufocante. É o cinema como agente transformador em um foro essencialmente íntimo.

 

2 –   “De Canção em Canção” (EUA 2017)

É o equivalente a “Closer –Perto Demais” da década de 2010. O filme de Terrence Malick fala das relações de afeto nessa era de super-estímulos e de como o amor é antes uma válvula de amadurecimento, uma afirmação ou um gesto de vaidade. Uma reflexão aberta e mutante sobre acertos, erros, arrependimentos e angústias. Um filme delicado sobre os outros e sobre nós mesmos.

 

1 –  “Frantz” (FRA/ALE 2016)

"Frantz" é o melhor filme de 2017 na avaliação do Cineclube

“Frantz” é o melhor filme de 2017 na avaliação do Cineclube

A exemplo de 2016, o melhor filme do ano vem da França. François Ozon vai à Alemanha do pós-primeira guerra mundial para mostrar uma história poderosa de paixão, desorientação, egoísmo e perdão. Um filme cheio de camadas que vão se revelando com cuidado e paciência e que é um elogio da arte como instrumento de redenção e compreensão.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017 Análises, Filmes | 07:30

“La La Land” é espécie de último romântico na Hollywood dos blockbusters

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Resgate dos musicais, “La La Land” é a prova definitiva do talento de Damien Chazelle e uma significativa declaração de amor a um cinema que conjuga elementos que parecem distantes na atualidade

Cena do romântico e hypado La La Land, que estreia na próxima quinta-feira (19) nos cinemas brasileiros

Cena do romântico e hypado La La Land, que estreia na próxima quinta-feira (19) nos cinemas brasileiros

Existe uma força opressora em Hollywood contra os musicais. Um gênero que, para muitos, já teve seu lugar ao sol. O cineasta Damien Chazelle, um apaixonado por cinema, queria fazer um musical ambientado em Los Angeles, mas esbarrou na má vontade dos estúdios como revelou em entrevista recente à Folha de São Paulo. Apenas seis anos depois de ter escrito “La La Land: Cantando Estações”, o cineasta pôde filma-lo.

Leia mais: “La La Land: Cantando Estações” é mesmo a maravilha que todo mundo está dizendo

“La La Land” é um filme que resgata os musicais de uma maneira muito mais orgânica do que o fizeram no início da década passada os festejados “Chicago”, vencedor do Oscar, e “Moulin Rouge – Amor em vermelho”. Isso porque o valor do filme não está intrinsecamente ao fato dele ser um musical, mas essa característica o torna mais romântico. É um senhor status quo e não é de se admirar que o filme seja o hit da temporada de premiações.

Leia mais: Globo de Ouro consagra “La La Land” e comédias sobre negros nos EUA

La La Land

Chazelle já havia se qualificado como um dos diretores mais promissores da nova Hollywood quando aos 30 anos ganhou sua primeira indicação ao Oscar de direção, em sua estreia em longas-metragens, e ver “Whiplash: Em Busca da Perfeição” faturar três estatuetas na maior premiação do cinema, mas esse seu segundo filme – que deve valer nova presença nas categorias nobres do Oscar – o atesta como um dos grandes diretores americanos do momento.

Desde o prólogo, uma cena musical rodada em um dos viadutos mais congestionados de Los Angeles, Chazelle mostra dominar seu ofício com desenvoltura. “La La Land”, no entanto, vai surpreender o espectador mais algumas vezes. É uma combinação insinuante de montagem esperta, trilha sonora cativante, roteiro inteligente, cenografia abundante e atuações carismáticas. É o que os musicais são em essência e que muitos pensaram que jamais seriam novamente.

Leia mais: “La La Land”, grande vencedor do Globo de Ouro, será exibido pela Rede Telecine

“La La Land” é um filme pulsante, mas que recebe a tristeza como válvula inexorável da vida. É um filme esperançoso, mas que demonstra consciência de que nem todos os sonhos se realizam. É uma história de amor, mas se capitaliza dramaticamente ao evitar a previsibilidade de tantos outros musicais e produções hollywoodianas, ao resolver-se de maneira poética, inesperada e, ainda assim, profundamente romântica.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017 Filmes, Notícias | 16:29

“La La Land”, grande vencedor do Globo de Ouro, será exibido pela Rede Telecine

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La la land 23

O filme nem sequer estreou nos cinemas brasileiros, algo que acontecerá na próxima semana, mas “La La Land: Cantando Estações” já é garantia no acervo da Rede Telecine. O maior vencedor do Globo de Ouro neste ano com sete estatuetas é apenas um dos filmes premiados da noite que integrarão a programação do canal. “Animais Noturnos”, premiado com Ator Coadjuvante, e “Fences”, vencedor com Atriz Coadjuvante, são outros destaques. ” Zootopia: Essa Cidade É o Bicho”, animação vencedora da 74ª edição da premiação realizada ontem na Califórnia, já está na programação e no catálogo do Telecine Play.

Análise: Globo de Ouro surpreende e tumultua temporada de premiações em 2017

Outros sucessos de crítica, indicados ao Globo de Ouro, também tiveram os direitos de exibição adquiridos pelo Telecine. São eles: “A Qualquer Custo”, “Estrelas Além do Tempo”, “Capitão Fantástico”, “Armas na Mesa”, “Rules Don’t Apply”, ” O Apartamento”, “Kubo e as Cordas Mágicas”, “Moana: Um Mar de Aventuras”, “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” e “Trolls”, além de “Deadpool”, outra produção que já pode ser conferida pelos assinantes do canal.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016 Análises | 11:34

Qual o melhor filme para Hollywood reagir à ascensão da era Trump no Oscar?

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Com o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro 2017 e com a maioria dos prêmios da crítica já entregues, inclusive o Critic´s Choice Awards, distribuídos no último domingo (11), já dá para perceber que três filmes largam na frente na corrida pelo Oscar. “La La Land – Cantando Estações” claramente é o frontrunner. Os dramas indies “Moonlight” e “Manchester à Beira-Mar” gravitam o favoritismo do musical dirigido por Damien Chazelle e, por diversas razões, podem complexar previsões à medida que o Oscar se aproxima.

Ryan Gosling e Emma Stone, os protagonistas de "La La Land" (Foto: reprodução/Premiere)

Ryan Gosling e Emma Stone, os protagonistas de “La La Land”
(Foto: reprodução/Premiere)

“Moonlight”, ainda sem data e título nacional, é um filme sobre crescimento. Na superfície, do tipo que se vê todo dia no cinema americano, mas é protagonizado por negros e conta a história de um garoto que resiste à criminalidade no mesmo compasso em que se descobre gay. Já “Manchester à Beira-Mar” é mais soturno e acompanha a jornada emocional do personagem de Casey Affleck, que retorna à cidade que deixou em seu passado, para cuidar do sobrinho após a morte repentina do irmão.

Cartaz do filme "Moonlight"

Cartaz do filme “Moonlight”

O primeiro filme é nitidamente liberal demais para os padrões que, ainda que de maneira menos convicta, vigoram na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que outorga o Oscar. No entanto, dos três mais alinhados ao ouro, seria o candidato mais lapidado para representar uma bandeira Anti-Trump. “Manchester à Beira-Mar” talvez representasse melhor o pessimismo em que grande parte do País, e do mundo, se viu mergulhado com a eleição de Donald Trump. No final dos anos Bush, filmes violentos e taciturnos como “Os infiltrados” e “Onde os Fracos Não Têm Vez” prevaleciam no Oscar. Em 2009, na esteira da eleição de Barack Obama, o solar e otimista “Quem Quer Ser um Milionário?” triunfou de maneira maiúscula no Oscar. De lá para cá, nenhum outro filme venceu de maneira tão elástica – foram oito Oscars.

Por outro lado, o romantismo de “La La Land”, sua universalidade na declaração de amor que faz ao cinema, a Los Angeles e ao sonho americano podem ser percebidos como o remédio necessário para um período tão turbulento na história dos EUA. Hollywood, afinal, naufragou junto com a candidatura Hillary Clinton.

O Globo de Ouro anunciado nesta segunda-feira afunilou, como esperado, a corrida pelo Oscar e deu a esses três filmes a condição de principais postulantes ao Oscar 2017. Agora é esperar para ver como a novela favorita dos cinéfilos vai se desenvolver.

Cena do filme "Manchester à Beira-Mar" (Foto: divulgação)

Cena do filme “Manchester à Beira-Mar”
(Foto: divulgação)

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quarta-feira, 13 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 23:01

O que esperar do novo filme de Damien Chazelle?

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Poucos cineastas deixam tão boa impressão com um primeiro longa-metragem como Damien Chazelle em “Whiplash: Em Busca da Perfeição”. A história que envolvia música, devoção à arte, obsessão e a relação complexada entre um professor e seu aluno ganhou três Oscars e muita aclamação por parte da crítica.

Crítica: Sangue, suor e música dão o tom do arrebatador “Whiplash – Em Busca da Perfeição”

Desde que foi anunciado, o novo filme do cineasta provoca muita ansiedade. “La La Land” é um musical que presta reverência ao cinema e ao gênero e está destacado para abrir o festival de Veneza, que começa em agosto.

O longa explora uma versão contemporânea do sonho de fazer sucesso em Los Angeles. Tudo a partir do romance entre uma aspirante à atriz, vivida por Emma Stone, e um pianista, interpretado por Ryan Gosling. O ator, aliás, causa certo frisson ao surgir cantando no primeiro teaser do filme revelado nesta quarta-feira (13) e que pode ser conferido logo abaixo.

A ideia de vingar na vida, de perseguir um sonho, cerne de “Whiplash”, se mostra um tema caro a Chazelle; que aqui se apropria de Los Angeles, a cidade dos anjos, para moldar com mais liberdade personagens que estão destemidamente em busca de algo.

O fato de ser um musical torna o projeto ainda mais interessante, ainda que potencialmente alienatório para fatia do público.

A estreia no Brasil está prevista para 12 de janeiro de 2017.

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