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sábado, 10 de maio de 2014 Listas | 10:00

Dez mães inesquecíveis do cinema

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Julia Roberts em cena de "Erin Brockovich - uma mulher de talento"  (Fotos: divulgação)

Julia Roberts em cena de “Erin Brockovich – uma mulher de talento” (Fotos: divulgação)

Sophie, papel de Meryl Streep em “A escolha de Sofia” (EUA, 1982)

Papel que deu o segundo Oscar a Meryl Streep, o primeiro como protagonista. Judia polonesa é obrigada a abdicar de um de seus filhos por imposição de um sádico oficial nazista. Uma das cenas mais chocantes e tristes da história do cinema.

Sarah Connor, papel de Linda Hamilton em “O exterminador do futuro 2: o julgamento final” (EUA, 1991)

Quando uma máquina vem do futuro decidida a matar o seu filho, o que você faz? Pega na metralhadora e vai à luta! É esse o espírito de Sarah Connor, a mãe número 1 da ficção científica.

Manuela, papel de Cecilia Roth em “Tudo sobre minha mãe” (ESP, 1999)

Manuela perde seu filho de maneira súbita e trágica e resolve ir atrás do pai do menino, que não fazia parte de suas vidas, para dar a notícia. Acontece que o pai do menino passou por transformações inimagináveis e tocou outras vidas que se cruzam na jornada de Manuela. Trata-se, afinal, de um filme de Pedro Almodóvar.

Joan Crawford, papel de Faye Dunaway em “Mamãezinha querida” (EUA, 1981)

Joan Crawford foi uma das maiores atrizes da era de ouro hollywoodiana, mas esse filme que flerta com o humor negro se dedica a mostrar que ela não foi tão boa mãe quanto fez crer ao mundo.

J.C, papel de Diane Keaton em “Presente de Grego” (EUA, 1987)

Há dois clichês massivos nessa época do ano. “Mãe é vocação” e “Mão é quem cria, não quem pare”. Pois bem, essa divertida comédia estrelada por Diane Keaton capitaliza em cima dessas máximas. J.C “herda” um bebê e acaba tendo que renunciar à carreira. Mas a decisão lhe trará impensáveis bons frutos.

Eva Khatchadourian, papel de Tilda Swinton em “Precisamos falar sobre o Kevin” (ING/EUA 2011)

Deturpando o ditado da mãe anterior, Eva rejeita seu rebento com todas as suas forças. A relação complicada com Kevin é a espiral de terror desse tenso drama psicológico que versa sobre o comportamento passado e presente da mãe de um assassino.

Carol Connelly, papel de Helen Hunt em “Melhor é impossível” (EUA, 1997)

Papel que rendeu a Helen Hunt o Oscar de melhor atriz. Sua Carol é doce, mas uma leoa quando se trata de defender seu filho, vítima de uma doença rara. Ela se anula na busca de prover conforto e esperança para seu rebento.

Erin Brockovich, papel de Julia Roberts em “Erin Brockovic – uma mulher de talento” (EUA, 2000)

Outra mãe esforçada e outro Oscar, no caso o primeiro e até o momento único de Julia Roberts. Mãe solteira, ela se desdobra para cuidar dos filhos, fazer faculdade e trabalhar. Tudo sem perder a pose.

Mãe, papel de Kim Hye-ja em “Mother – a busca pela verdade” (Coréia do Sul, 2009)

A personagem desse belo drama sul-coreano jamais é nomeada. A figura materna, no entanto, é celebrada como poucas vezes se viu. Depois de seu filho, que tem problemas mentais, ser acusado de assassinato, uma mãe se engaja na caça ao verdadeiro assassino para que seja possível inocentar seu filho.

Mãe do Bambi em “Bambi” (EUA, 1942)

A mãe de todas as mães no cinema? Que fique órfão aquele que nunca se emocionou com “Bambi”, sua mãe e a cena que só de lembrar já dá vontade de chorar.

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