Publicidade

Posts com a Tag Matthew McConaughey

domingo, 7 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 07:00

Matthew McConaughey se revolta no trailer de “Um Estado de Liberdade”

Compartilhe: Twitter
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Inspirado em uma história real, que remonta ao período da Guerra Civil Americana, “Um Estado de Liberdade” ganhou seu primeiro trailer internacional. Estrelado por Matthew McConaughey, Gugu Mbatha-Raw e Maherashala Ali, o drama de ação apresenta a trajetória de um desertor do Sul, Newt Knight (Matthew McConaughey), em sua extraordinária rebelião armada contra a Confederação. No primeiro trailer, é possível observar o protagonismo local de Knight e a união de seus liderados.

Sob direção de Gary Ross, de “Seabiscuit – Alma de Herói”, o longa retrata a união de Knight (Matthew McConaughey) com agricultores e escravos locais, que incitam uma revolta para se separar da Confederação e criar um Estado Livre. Ao longo dos anos, Knight continua sua luta e enfrenta muitos outros desafios, além da Guerra Civil.

O filme, que não fez boa carreira comercial nos EUA, era mais uma aposta de McConaughey para voltar ao Oscar, que ganhou em 2014 com “Clube de Compras Dallas”. O longa chega aos cinemas brasileiros em 27 de outubro com distribuição da Paris Filmes.

Autor: Tags: , ,

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades, Listas | 05:26

Retrospectiva 2014 – As melhores atuações masculinas do ano

Compartilhe: Twitter

Jonah Hill (“O lobo de Wall Street”)

Atores - Jonah

Os olhos esbugalhados, a ansiedade extrapolada como quem está à beira de um infarto e o humor perverso de Donnie Azoff, o braço direito do lobo de Wall Street, são alguns dos cacoetes geniais bancados por Jonah Hill, ator que quando quer mata a cobra e mostra o pau (literalmente, no caso aqui). Hill recebeu sua segunda indicação ao Oscar em três anos pelo papel. Coisa que muito ator mais valorizado não tem para botar no currículo. Não é pouca coisa.

Michael Fassbender (“12 anos de escravidão”)

Atores  - Michael

Esse alemão de ascendência irlandesa é um ponto fora da curva. Astro tardio, combina carisma e talento em escalas sempre surpreendentes. Como a encarnação do mal no filme de Steve McQueen, ele tergiversa a humanidade do senhor de escravos que interpreta ao sublinhar o desespero de um homem apaixonado por sua escrava e sem saber o que fazer com o sentimento que nutre por um “objeto”.

Leonardo DiCaprio (“O lobo de Wall Sreet”)

Atores - leo

Voraz, dínamo sexual, zombeteiro, esperto, chocante e, acima de tudo isso, nauseante. Este é Leonardo Dicaprio, à imagem e semelhança do biografado nesta obra-prima moderna de Martin Scorsese que é “O lobo de Wall Street” (alguma dúvida de que o filme figurará na lista de melhores do ano da coluna?). DiCaprio atinge as notas mais altas de uma carreira cheia de grandes arranjos ao compor um homem alucinado e banhado na cobiça exacerbada de um conceito de vida que tem seus ciclos. E ele quer estar no topo de todos eles.

Joaquin Phoenix (“Ela”/ “Era uma vez em Nova York”)

Joaquin 3

Phoenix é daqueles atores que nos faz levantar os braços para os céus e agradecer a Deus, orixás ou qualquer energia e presença que deva ser agradecida por tamanho talento. Praticamente todo filme que estrela entra na lista de melhores do ano e suas atuações, bem, suas atuações são sempre revigoradas, cheias de vida, detalhes e profundamente conectadas com a verdade buscada pelo roteiro. É assim em “Ela”, misto de romance e ficção científica imaginado por Spike Jonze, e em “Era uma vez em Nova York”, saga desromantizada do sonho americano alçada por James Gray – com quem Phoenix habitualmente colabora. Trabalhos em diferentes tons e compassos, mas dotados da mesma obstinação e fervura.

Jake Gyllenhaal (“O abutre”/”O homem duplicado”)

Jake 3

Jake Gyllenhaal rejeitou a alcunha de astro para viver o cinema. Essa experiência tem sido recompensadora para ele e para o público. Em 2014, o ator estrelou dois dos filmes mais instigantes, desafiadores e reflexivos da temporada. Gyllenhaal vai se revelando ator de muitos recursos e gana. Se perdeu peso e mergulhou na sociopatia de seu personagem em “O abutre”, em “O homem duplicado” foi fundo no jogo de espelhos proposto pela obra de Saramago. Um ator sem medo de tatear o desconhecido.

Jesuíta Barbosa (“Praia do futuro”)

Atores - Jesuíta

Jesuíta Barbosa é um poço de talento e um ímã tão poderoso que o gigante Wagner Moura parece um acessório de cena em “Praia do futuro”. Esse dom natural é temperado com uma expressividade corporal e sentimental que poucos atores, brasileiros ou estrangeiros, dispõem. Barbosa tem pouco tempo em cena no filme, mas a lembrança de sua passagem é das mais perenes.

Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”/ “O lobo de Wall Street”)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

É até chato falar da reinvenção de Mathhew McConaughey e blá, blá, blá. Mas o signo de McConaughey paira sobre 2014. Na TV, o assombro que foi sua participação em “True Detective”. O Oscar, justíssimo, por “Clube de Compras Dallas” dispensa defesas sobre sua figuração nesta lista. Mas se você quer medir um grande ator o desafie a superar a participação de cinco minutos de Matthew McConaughey em “O lobo de Wall Street”. É de dar desarranjo em muito ator discípulo do método de Lee Strasberg.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 11 de novembro de 2014 Críticas, Filmes | 17:09

“Interestelar” é versão esnobe de “Armageddon”

Compartilhe: Twitter

Christopher Nolan acerta ao se referenciar em “2001: uma odisseia no espaço” (1968) na confecção de “Interestelar” (2014), sua incursão mais hardcore pela ficção científica. Mas erra gravemente ao maquiar seu filme. “Interestelar” tem um 1ºato spielberguiano, em que a ideia é estabelecer os vínculos entres os personagens e destes com o público para que quando finalmente a ação se concentrar no espaço, possa haver engajamento emocional suficiente a mover a trama. O primeiro grande problema do filme surge aí. Ora por culpa do roteiro (condescendente demais em suas artimanhas narrativas), ora pela direção fria e cerebral de Nolan, o engajamento emocional não decola junto com a nave pilotada por Cooper (Matthew McConaughey).

O 2º ato, mais kubrickano, é quando Nolan destila a ciência de “Interestelar” dando viço ao conflito central do filme. A missão busca um planeta alternativo para a existência (e sobrevivência humana) já que os recursos naturais da Terra estão se esgotando e o planeta está morrendo. O 3º ato apresenta o que chamamos de “Deus ex-machina”, uma solução improvável para “arredondar” uma história. Por mais que este ato remeta às grandes questões que permeiam o cinema de Nolan, como a relação entre o homem e seu passado, ele é construído sobre fragilidades que nem mesmo viagens gravitacionais por dimensões paralelas são capazes de disfarçar.

No limiar, “Interestelar” traz complexidade a uma trama incrivelmente simples. Nolan vende um filme difícil, e se preocupa em traduzi-lo em diálogos expositivos e em sua maioria cansativos, mas entrega um filme com o mesmo recorte de “Armageddon”, sucesso de bilheteria noventista de Michael Bay. Uma missão espacial aparentemente suicida adornada pelo sacrifício paterno.

Nolan investe em um comentário superficial sobre o poder transcendental do amor, mas ao fazê-lo sublinha justamente a incapacidade de seu filme de conectar-se com a audiência em um nível menos sofisticado e mais emocional, passional.

Nolan e seu astro, Matthew  McConaughey, contemplam o horizonte: há muitos erros ao alcance dos olhos  (Foto: divulgação)

Nolan e seu astro, Matthew McConaughey, contemplam o horizonte: há muitos erros ao alcance dos olhos
(Foto: divulgação)

“Interestelar”, ainda que tecnicamente vistoso, é prejudicado por ser lançado um ano após “Gravidade”. A fita de Alfonso Cuarón é mais impressionante visualmente e mais honesta narrativamente, a despeito das críticas pelo mote simplista.

O bom elenco, além de McConaughey, há Jessica Chastain, Michael Caine, Casey Affleck e Anne Hathaway, é desperdiçado. Os personagens não são essencialmente bons. Com exceção de um que surge mais à frente na trama e cujo intérprete foi mantido em segredo pela produção para dar mais clima.

Sem cativar pelo aspecto visual e decepcionante em sua articulação dramático/narrativa, “Interestelar” se subscreve como um subproduto de “2001” que perde na comparação com um blockbuster assinado por Michael Bay. Cenário preocupante para um cineasta que outrora ostentou a alcunha de visionário.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 24 de setembro de 2014 Filmes, Fotografia, Notícias | 22:57

Divulgadas novas imagens de “Interstelar”, novo filme de Christopher Nolan

Compartilhe: Twitter

O filme que é o maior segredo do ano estampa a capa da revista inglesa Empire, especializada em cinema, do mês de novembro. Trata-se de “Interstelar”, a aguardada ficção científica do homem que revitalizou o universo do homem-morcego nos cinemas. O próprio Chistopher Nolan ensejou as comparações com “2001: uma odisseia no Espaço”, clássico de Stanley Kubrick. O trailer não esconde o tom solene e filosófico da produção, tampouco a pretensão de discutir outros temas caros à ficção científica como viagens no tempo e dimensões paralelas. O trailer e as fotos divulgadas pela Empire podem ser conferidos logo abaixo. A estreia mundial de “Interstelar” ocorre no dia 6 de novembro.

Fotos: Empire

Fotos: Empire

Interstellar (2)

Nolan orienta o astro de seu filme, o ator Matthew McConaughey

Interstellar (3)

interstellar (4)

Interstellar (5)

Interstellar (6)

Autor: Tags: , ,

sexta-feira, 12 de setembro de 2014 Atores, Bastidores, Notícias | 22:30

Primeira imagem de Matthew McConaughey em “The sea of trees”

Compartilhe: Twitter

Matthew McConaughey ganhou um Oscar e ficou com gostinho de quero mais. O ator não dá sinais de que irá interromper a maré de trabalhos desafiadores, de grande envergadura dramática e ainda maior potencial para prêmios tão logo. Depois de enfileirar excelentes atuações nos filmes “O poder e a lei” (2011), “Killer Joe – matador de aluguel” (2011), “Obsessão” (2012), “Magic Mike” (2012), “Amor bandido” (2012), “O lobo de Wall Street” (2013), “Clube de compras Dallas” (2013) – pelo qual ganhou o Oscar de melhor ator – e na série da HBO “True detective”, McConaughey se prepara para lançar “Interstelar”, nada mais nada menos do que o primeiro filme de Christopher Nolan depois da conclusão da trilogia do cavaleiro das trevas. Muito ainda será falado sobre esse lançamento, marcado para novembro, aqui no Cineclube. Não obstante, o ator já está filmando “The sea of trees”, novo filme do aclamado Gus Van Sant (“Gênio indomável”, “Elefante” e “Milk – a voz da igualdade”).

Primeira imagem oficial do filme "The sea of trees" (Divulgação)

Primeira imagem oficial do filme “The sea of trees”
(Divulgação)

No filme, McConaughey faz um homem que flerta com a ideia de suicidar-se e viaja para um lugar conhecido como floresta do suicídio, que fica nas proximidades do Monte Fuji, no Japão. Esse lugar é visitado por pessoas desejosas de experiências existenciais. Lá ele acaba criando uma improvável amizade com o personagem de Ken Watanabe, que aparece ao fundo na foto.

As filmagens de “The sea of trees” devem acabar até o fim do ano. Há boatos de que Van Sant lance o filme no festival de Cannes de 2015 com a intenção de projetar a obra para a corrida pelo Oscar 2016. McConaughey, quem pode culpá-lo, não quer saber de largar o osso. “Tudo mundo vai sair do cinema e discutir os significados do filme e as distintas interpretações que ele enseja”, disse o ator, confiante, à revista Entertainment Weekly.

Autor: Tags: , , ,