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quarta-feira, 31 de outubro de 2018 Notícias | 16:32

CCXP 2018 terá Michael B. Jordan e exibição exclusiva de “Creed II”

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Michael B. Jordan e Sylvester Stallone em cena de "Creed II", que será destaque na CCXP 2018

Michael B. Jordan e Sylvester Stallone em cena de “Creed II”, que será destaque na CCXP 2018

A Warner vai trazer o ator Michael B. Jordan para o painel que será realizado no dia domingo (9) na CCXP 2018. Será a primeira vez do ator, que em 2018 brilhou em “Pantera Negra”, na Comic Con brasileira. Além do astro, o evento promovido pelo estúdio terá uma pré-estreia exclusiva de “Creed II”.

Michael B. Jordan, que reprisa seu papel como Adonis Creed e produz o novo filme, estará acompanhado no painel por sua co-estrela Florian “Big Nasty” Munteanu, que interpreta Viktor Drago. Juntos no palco, os rivais na tela falarão sobre a estreia no Brasil da esperada sequência do aclamado sucesso de 2015, “Creed – Nascido para Lutar” e o duradouro legado da saga “Rocky”.

“Creed II” está programado para estrear comercialmente no Brasil no dia 24 de janeiro de 2019.

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terça-feira, 11 de agosto de 2015 Críticas, Filmes | 20:38

“Quarteto fantástico” parece pior do que realmente é

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O noticiário de cinema tem sido implacável com o desnecessário reboot de “Quarteto fantástico” (EUA, 2015), assinado pelo diretor Josh Trank e abandonado pela Fox que não investiu na promoção do filme. Os relatos de conflitos nos bastidores inegavelmente são mais atraentes do que o filme, pensado única e exclusivamente para evitar que os direitos dos personagens regressassem à Marvel.

Leia também: Do céu ao inferno com Josh Trank 

A ideia de rejuvenescer o quarteto e abraçar a correção política na escalação do elenco acabam por tornar-se problemas menores em face de um filme com sérios problemas em desenvolver sua ideia central, com um vilão decepcionante, efeitos especiais broxantes, um clímax inexistente e um ponto de partida pouco verossímil.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

O roteiro escrito a seis mãos, além de Trank, assinam o texto Simon Kinberg e Jeremy Slater, tenta avalizar a relação entre Reed Richards (Miles Teller) e Ben Grimm (Jamie Bell), no mesmo compasso que tenta dimensionar a relação dos irmãos John (Michael B. Jordan) e Sue (Kate Mara) Storm com o pai deles (Reg  E. Cathey) e principal fiador do estudo que acaba reunindo todos os principais personagens. Ocorre que esse desenvolvimento é apenas superficial e parece ajustado apenas ao propósito de se distinguir da primeira encarnação do quarteto no cinema pela seriedade, pela gravidade.

É aí que entra a esquizofrenia narrativa do filme de Trank que, como se sabe, teve diversas cenas refilmadas e foi tesourado pelo estúdio.  O humor – inseguro por si só – parece descolado da gravidade pretendida pelo enfoque na relação de culpa e ressentimento que norteia Ben e Reed após o acidente que redefine a existência de ambos.

A falta de carisma do elenco – e há atores bem carismáticos em cena – contribui para a impaciência com que a plateia recebe o ato rebelde de um grupo de jovens gênios que culmina no nascimento do quarteto fantástico e do Dr. Destino (Toby Kebbell).

Reside na narrativa, como se percebe, os grandes problemas de “Quarteto fantástico”. Mas cenas de ação pouco convincentes e a opção por fazer do filme um prelúdio do que estar por vir, um equívoco que vai além do fato de oferecer um novo filme de origem dez anos após um filme de origem relativamente satisfatório, impregnam este novo “Quarteto fantástico” de gás carbônico. Ou seja, o filme pode até ser ruim, mas é percebido como algo bem pior do que de fato é.

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