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Posts com a Tag Michael Bay

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 Bastidores, Filmes | 13:52

“13 Horas” é o filme mais sério de Michael Bay

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John Krasinski em cena do filme "13 Horas"

John Krasinski em cena do filme “13 Horas”

Michael Bay, de vez em quando, resolve dar um tempo de Michael Bay. Entre um “Transformers” e outro ele faz um filme menor. Um filme menor, mas vale ter em mente, que um filme menor nos padrões do diretor.

Depois do bem sacado e divertidíssimo “Sem dor, sem ganho” (2013), Bay apresenta “13 horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”, filme baseado no livro de não ficção “13 hours: the inside account of what really happened in Benghazi”, de Mitchell Zuckoff, que conta bastidores do ataque terrorista a uma base diplomática americana na Líbia em 2012.

iG ON: Michael Bay filma ação americana clandestina na Líbia em “13 Horas”

O filme recria as 13 horas de tensão que capturam tanto o atentado quanto a reação das forças americanas a ele.

A coluna assistiu a cerca de 25 minutos da produção que estreia no dia 18 de fevereiro de 2016.

Mesmo quando se impõe à discrição, Bay é chamativo e no caso de “13 Horas” isso não é algo desfavorável. As cenas assistidas pelo Cineclube são caprichadas na combinação tensão e patriotismo.

O cuidado de Bay em ser fidedigno aos protocolos militares, algo que já pôde ser presenciado na série “The Last Ship”, da qual é produtor executivo, salta aos olhos. Algo que foi confirmado em featurette exibido aos jornalistas com depoimentos de alguns sobreviventes da ação militar na Líbia.

Com barbudos John Krasinski e James Bagde Dale à frente do elenco, “13 Horas” promete ser tão explosivo quanto qualquer filme de ação de Bay, mas com o acréscimo de iluminar um episódio que ainda hoje é amplamente questionado por autoridades políticas e opinião pública americanas.

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sexta-feira, 27 de março de 2015 Notícias | 20:40

A moda pegou e Paramount anuncia universo “Transformers” no cinema

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Cena de "Transformers: a era da extinção"  (Foto: divulgação)

Cena de “Transformers: a era da extinção”
(Foto: divulgação)

A Paramount está observando o que a Disney anda fazendo tanto com a Marvel, com seu universo coeso e consolidado no cinema, como com a LucasFilm, que já iniciou o processo de expansão de “Star Wars” com spin-offs da franquia principal. Olhando para o seu repertório, o estúdio viu em “Transformers”, franquia que já arrecadou quase U$ 4 bilhões nas bilheterias mundiais com seus quatro filmes, o melhor candidato para construir um universo no cinema.

Segundo noticiou o Deadline, o estúdio mobilizou Steven Spielberg (produtor executivo da franquia desde o primeiro filme), Akiva Goldsman (produtor e roteirista de filmes como “Uma mente brilhante” e “O código Da Vinci”) e Lorenzo di Bonaventura (produtor dos quatros filmes) para discutir com Michael Bay (diretor dos quatro filmes) alternativas para expandir o universo. Vale lembrar que em 2014, a franquia foi reiniciada com “Transformers: a era da extinção”, protagonizado por Mark Wahlberg, que cravou a maior bilheteria mundial do ano.

Leia também: Michael Bay manda mensagem subliminar no quarto “Transformers”

A ideia é que além desta série principal, cuja sequência também deve ser protagonizada por Wahlberg e dirigida por Bay, haja spin-offs com personagens como Optimus Prime, Bumblebee, entre outros.

É cedo para medir os efeitos da ideia, mas o time reunido para cultivá-la é dos melhores e a franquia, como mostram os explosivos números de bilheteria, tem potencial para render muitos filmes. Aguardemos cenas dos próximos capítulos!

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014 Curiosidades | 23:12

E se Michael Bay dirigisse o filme “Up-altas aventuras”?

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O diretor Michael Bay em ação... (Foto: divulgação)

O diretor Michael Bay em ação… (Foto: divulgação)

Ah, a internet! O mundo de possibilidades que ela oferece! A última brincadeira cinéfila, que já foi vista por mais de 790 mil internautas em todo o mundo desde que foi postada no YouTube na última sexta-feira (15), é imaginar como seria um dos clássicos da Pixar se fosse dirigido por um dos mais explosivos diretores da Hollywood atual. Estamos falando do fofo e sensível “Up – altas aventuras”, vencedor do Oscar de melhor animação em 2010, e de Michael Bay, que se não tem Oscar na prateleira, enumera recordes de bilheterias com a série “Transformers”.

No vídeo, muitíssimo bem produzido, testemunhamos como seria a jornada de Carl Fredricksen (o ranzinza protagonista dublado pelo saudoso Chico Anysio na versão nacional) se conduzida por Bay. Longos takes, explosões em alta definição, perigo iminente e Linkin Park na trilha sonora são algumas das pistas. Quem conhece o jeito de filmar de Michael Bay e essa delícia de filme da Pixar vai curtir as referências e piadas.

A versão de Bay:

 

O trailer dublado do filme:

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014 Críticas, Filmes | 20:38

Michael Bay manda mensagem subliminar no quarto “Transformers”

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Michael Bay não queria fazer um quarto “Transformers”. Ele mesmo deu reiteradas declarações enquanto rodava o terceiro filme de que aquele seria sua despedida deste universo que, justiça seja feita, ele é responsável por 50% do sucesso. Os outros 50% podem ser creditados aos efeitos especiais, atores, Hasbro (produtora de brinquedos que criou os transformers) e ao marketing maciço e onipresente custeado pelo estúdio Paramount.

Um cachê de U$ 30 milhões e a perspectiva de dirigir um “projeto menor” (o ótimo “Sem dor, sem ganho”, lançado em 2013) e a produção do remake de “As tartarugas ninja” (2014), que será lançado ainda neste ano, convenceram Bay a voltar atrás. “Transformers: a era da extinção” é uma espécie de reboot da série. É como se tudo começasse novamente, agora com Mark Wahlberg à frente da franquia.

O elenco em pose de videoclipe em cena de "A era da extinção": filme mais divertido do que precisava ser... (Foto: divulgação)

O elenco em pose de videoclipe em cena de “A era da extinção”: filme mais divertido do que precisava ser…
(Foto: divulgação)

Optimus Prime é novamente cativado por um humano, dessa vez o pai de família e mal fadado engenheiro eletrônico vivido por Wahlberg, e os decepticons estão novamente às voltas com um plano mirabolante, pelo menos na lógica do filme, para exterminar a humanidade.

“A era da extinção”, no entanto, padece do mesmo mal dos filmes anteriores. É extremamente longo. É filme demais para história de menos. Os efeitos especiais, no entanto, nunca estiveram melhores na série. Do detalhamento dos transformers, às cenas de luta (muito mais compreensíveis), passando até pelo momento “Star Wars” que o filme apresenta nos céus de Chicago.

Os acertos da série são replicados com destreza pelo diretor. O humor está preservado, assim como a trilha sonora pop e aquela porção de takes publicitários de Bay que tão bem caracterizam a série. Por falar em publicidade, pelas horas tantas do filme uma das atrações é perceber o merchandising em cada cena da produção. Seja quando a ação se passa nos EUA ou na China. Bay, de forma irreverente, leva o clímax da ação dos EUA para a China em um pulo.

“Transformers” não precisa fazer grande sentido e o diretor sabia disso. Mas o mais genial é que ele brinca com essa sanha por novos filmes da série ao colocar como principal mote da trama, cientistas tentando achar mais ‘transfórmio’ – um material à base de metal que possibilitaria que criássemos nossos próprios transformers. É sobre isso que o filme se resolve. E é um sarro que Bay tira com todo esse esforço da Paramount, pontuado no próprio empenho em mantê-lo no controle da franquia, em conservar a série viva no cinema.

O diretor não só brinca com o próprio status, como faz o filme mais divertido da série. Agora é que eles não deixam Bay ir embora mesmo…

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