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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Curiosidades, Filmes, Sem categoria | 19:24

Diretora de “Um senhor estagiário” usou o Pinterest como ferramenta para conceber visual do filme

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Uma das imagens promocionais do filme, que no original se chama "The intern", postadas no Twitter: trabalho intenso de divulgação nas redes sociais

Uma das imagens promocionais do filme, que no original se chama “The intern”, postadas no Twitter: trabalho intenso de divulgação nas redes sociais

Nancy Meyers é, sob muitos aspectos, a mulher mais bem sucedida no ofício de dirigir filmes. Ok, ela não foi a primeira mulher a vencer o Oscar, foi Kathryn Bigelow por “Guerra ao terror” (2009). Mas Meyers goza de uma liberdade única para fazer os filmes que bem entende no sistema de estúdios, um fenômeno ainda raro em uma Hollywood predominantemente machista. Meyers, que debutou na direção após uma bem-sucedida carreira como roteirista e produtora, com “Operação cupido” (1998), rapidamente se configurou em uma cineasta do feminino assinando produções como “Do que as mulheres gostam” (2000), “Alguém tem que ceder” (2003), “O amor não tira férias” (2006) e “Simplesmente complicado” (2009).

“Um senhor estagiário” (2015), embora pareça se concentrar na figura do septuagenário personagem de Robert De Niro, que volta ao mercado de trabalho como estagiário de uma empresa de moda, na verdade, é sobre a personagem de Anne Hathaway que precisa administrar o sucesso de seu blog que deu vazão a uma bem sucedida empresa.  O filme estreia nos cinemas brasileiros neste fim de semana.

Para a concepção visual do filme, Meyers criou boards no Pinterest, rede social de compartilhamento de imagens. A diretora salpicou em seu perfil diversas referências para os figurinos dos personagens e os cenários do filme. É uma experiência interessante para o expectador observar esse processo de criação que costuma passar ao largo da análise pós-fílmica.

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domingo, 20 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:19

Festival de Toronto realinha corrida pelo Oscar e destaca filme nordestino “Boi Neon”

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

O drama “Room”, sobre uma mãe que cria seu filho em um cativeiro, venceu o principal prêmio do Festival Internacional de Cinema de Toronto, encerrado neste domingo. O prêmio da audiência consagrou o filme independente estrelado por Brie Larson (“Anjos da lei”) e dirigido por Lenny Abrahamson. O segundo lugar ficou com “Spotlight”, que tem Michael Keaton e Mark Ruffalo à frente de grande elenco em drama jornalístico sobre o acobertamento de escândalos sexuais pela igreja católica em Boston (EUA).

O prêmio da audiência em Toronto costuma gerar muito buzz para o filme agraciado na temporada de premiações que terá sua largada oficial dentro de pouco mais de dois meses. Nos últimos anos, filmes como “O jogo da imitação”, “O lado bom da vida”, “12 anos de escravidão” e “O discurso do rei” triunfaram em Toronto e garantiram nomeações ao Oscar, entre outras categorias, de melhor filme. A se ponderar para a temporada 2015/2016, no entanto,  o fato de que nenhum dos filmes que triunfaram em Toronto era tão indie. De qualquer modo, parece seguro apontar Larson e seu companheiro de cena, o ator mirim Jacob Tremblay – de apenas 8 anos, como nomes respeitáveis na corrida pelo Oscar.  Pelo Twitter,  Brie Larson  vibrou com a notícia da vitória do filme em Toronto. “Pulando de alegria e me debulhando em lágrimas na minha cozinha. Obrigado Toronto, obrigado time Room”. Confira o trailer de “Room” mais abaixo.

O consenso geral em Toronto, mais do que a ascensão de grandes filmes, foi a percepção de que este é um ano muito bom para atuações. Várias despontaram com força no festival. Entre os homens, Johnny Depp (“Aliança do crime”), Eddie Redmayne (“A garota dinamarquesa”) e Tom Hiddleston (“I saw the light”) parecem os que mais se beneficiaram. Entre as mulheres, Cate Blanchett vem com força dupla com “Truth”, outro drama com fundo jornalístico, e o já notório “Carol”, sobre uma avassaladora paixão homossexual.  Emily Blunt (“Sicario”) e Charlotte Rampling (“45 years”), Sandra Bullock (“Our brand is crisis”) também geraram forte buzz.

Na mostra plataforma, uma novidade da edição de 2015, o premiado foi o documentário canadense “Hurt”, mas o brasileiro “Boi neon”, que já havia causado sensação em Veneza , tendo inclusive sendo premiado, recebeu menção honrosa do júri composto pelos cineastas Claire Denis, Jia Zhang-Ke e Agnieszka Holland.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Curiosidades, Notícias | 07:00

Mostra em São Paulo destaca a importância da montagem para o cinema

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Evento tem debates abertos ao público (Foto: divulgação)

Evento tem debates abertos ao público
(Foto: divulgação)

O grande cineasta russo Sergei Eisenstein (1898-1948) estabeleceu-se como o primeiro e mais influente teórico da montagem no cinema. Com seus primeiros filmes, “A greve” (1924), “O encouraçado Potemkin” (1925) e “Outubro” (1927) formou as bases para a sua teoria, composta por cinco tipos: métrica, rítmica, tonal, atonal e intelectual.  Eisenstein e esses preceitos são destaques da mostra Cinema de montagem, que está em cartaz em São Paulo até o dia 23/09 e depois segue para temporada no Rio de Janeiro entre os dias 6 e 18/10.

“Nos filmes agendados para exibição é possível deparar-se com vários estilos de abordagem do material bruto (importância histórica ou origem) e de montagem, com uma seleção concentrada nos objetos em si, na relevância que supomos terem em termos de contribuição artística e técnica”, observa a curadoria na apresentação exposta no site do evento.

Eisenstein é representado com “Outubro”, mas há outros filmes de irrepreensível importância histórica para o cinema e para a evolução do ofício da montagem como “O signo do caos”, de Rogério Sganzerla e editado pelo próprio em parceria com Sylvio Renoldi; “Encurralado”, de Steven Spielberg e editado por Frank Morris; e “Limite”, montado e dirigido por Mário Peixoto.

Neste fim de semana o evento disponibilizará aulas gratuitas com os montadores Paulo Sacramento (“Amarelo manga”) e Idê Lacreta (“Riocorrente”). Não é necessário se inscrever previamente para participar das aulas.

Em São Paulo, a mostra está em exibição no Cine Caixa Belas Artes, todos os dias, das 13h30 às 23h30. O preço do ingresso custa R$ 14, estudantes pagam meia (R$ 7).  Quando chegar ao Rio, a mostra será sediada nos cinemas 1 e 2 da Caixa Cultural Rio de Janeiro e o preço do ingresso barateia: R$ 4.

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terça-feira, 15 de setembro de 2015 Notícias | 22:31

“Hardcore” promete romper fronteiras entre cinema e games

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Gameplay ou cinema? Essa é a pergunta que muita gente no festival de Toronto andou fazendo após as primeiras sessões de “Hardcore”, do russo Ilya Naishuller, que estreia na direção de longa-metragens após uma bem sucedida carreira no comando de videoclipes. O filme, inteiramente filmado com câmeras GoPro,propõe a audiência algo que gamemaníacos estão acostumados: uma experiência em primeira pessoa.  A câmera tremida e em constante movimento evoca games como “Doom”, “Call of duty” e “Max Payne”. A trama mostra o super ciborgue Henry destruindo tudo o que aparece em sua frente para derrotar Akan, um supervilão albino com poderes telecinéticos e um plano de dominação mundial. O trailer abaixo mostra que Naishuller não economiza nem em violência nem em trepidações para contar sua história.

A crítica recebeu o filme com hesitação. Para grande parte dos veículos que resenharam “Hardcore”, não se trata exatamente de um filme, mas de um gameplay (guia descritivo de como um jogo pode e deve ser jogado, muito comum no YouTube). Curiosamente, foi o diretor russo Timur Bekmambetov (“O procurado” e “Abraham Lincoln: o caçador de vampiros”) quem comprou a ideia de fazer um filme a partir da sacada de Naishuller de usar a experiência em primeira pessoa em um clipe da banda Biting Elbows. Bekmambetov produz “Hardcore”.

Ainda não há previsão de estreia para o filme nos cinemas brasileiros.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:52

Filme de Stephen Frears sobre doping de Lance Armstrong ganha trailer

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Foto: divulgação

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Stephen Frears é daqueles cineastas que gostam de botar o dedo na ferida. Não exatamente para polemizar, mas para refletir sobre nossa condição humana. Destacam-se nessa corrente em sua filmografia “Philomena” (2013), que observa como a igreja católica separava mães de seus filhos sob o pretexto de ajudar o próximo, “A rainha” (2006), que remonta a tragédia íntima e no coração da monarquia inglesa com a morte da princesa Diana, e “Coisas belas e sujas” (2002), sobre a questão da imigração na Europa. “The program”, seu novo filme em premiere no festival internacional de cinema de Toronto, narra um dos episódios mais marcantes da crônica esportiva recente. O caso de doping do ciclista Lance Armstrong.

A história escrita por John Hodge (“Trainspotting – Sem Limites”) a partir do livro Seven Deadly Sins: My Pursuit Of Lance Armstrong, de David Walsh, mostra a trajetória de um jornalista imbuído de provar que o atleta usou substâncias proibidas para melhorar seu desempenho e conquistar sete títulos consecutivos na competição Tour de France. O filme, porém, a julgar pelo trailer, confronta as perspectivas do jornalista com as do próprio Armstrong. “The program” promete ser um dos filmes mais quentes de uma promissora temporada de premiações.

O filme tem o ótimo Ben Foster na pele de Lance Armstrong e um elenco de apoio poderoso com figuras como Dustin Hoffman, Lee PaceChris O’Dowd e Guillaume Canet. Ainda não há previsão de estreia confirmada para a fita no Brasil, mas é razoável supor que chegue aos nossos cinemas nos primeiros meses de 2016.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Notícias | 22:53

Keith Richards é tema de documentário em estreia na Netflix

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Keith 2Rolling Stones e Mick Jagger são dois dos maiores personagens do rock. Existe essa convicção e existe Keith Richards, uma figura que transcende os anais do rock para se tornar um daqueles casos emblemáticos da cultura e da contracultura. Não à toa, “Keith Richards: under the influence”, documentário sobre o mais polêmico e surrealista dos Stones, chega a todo o mundo pela Netflix no mesmo dia em que o primeiro álbum solo (“Corsseyed heart”) de Richards em 23 anos chega às lojas.  Em 18 de setembro.

O filme é dirigido Morgan Neville, diretor do doc vencedor do Oscar “A um passo do estrelato” (2014) e promete um olhar sem precedentes sobre o guitarrista dos Stones. O filme foi gravado durante a preparação de Richards para o novo trabalho solo.

“Ele sempre representou a alma da música rock”, disse à Rolling Stone americana o diretor do filme, “e eu estou orgulhoso de trazer o Keith da vida real, este que nós capturamos, a uma audiência global via Netflix”.  A produção foi adquirida pela empresa quando já estava na pós-produção.

O primeiro trailer, divulgado nesta quarta-feira (9), mostra o guitarrista falando sobre o status de sua banda (“os Stones entraram em hibernação”), revelando suas influências musicais (“música folk americana, jazz, blues, Johnny Cash, Muddy Waters“) e ratificando a lenda de ser incansável (“Você vai envelhecer quando estiver enterrado”).

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terça-feira, 1 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:15

Ana Paula Arósio volta ao cinema no thriller com ecos shakespearianos “A floresta que se move”

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Foto: divulgação

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Livremente inspirado em “MacBeth”, de William Shakespeare, “A floresta que se move” marca o retorno de Ana Paula Arósio ao cinema, de onde estava afastada desde o lançamento de “Como esquecer”, em 2010. O filme de Vinícius Coimbra, de “A hora e a vez de Augusto Matraga” vai ter sua premiere no próximo festival internacional de cinema do Rio de Janeiro, que acontece entre os dias 1º e 14 de outubro.

Arósio vive Clara, mulher do executivo Elias (Gabriel Braga Nunes), que recebe uma estranha previsão sobre seu futuro na empresa em que trabalha. Comovida por essa previsão, Clara instiga seu marido a tomar certas providências para assegurar este futuro. “O seu problema é que sua ambição é maior do que sua coragem”, diz a Elias em certo momento do trailer, que pode ser conferido abaixo. “Faço tudo o que um homem pode fazer. Fazer mais é desumano”, responde Elias à aflita esposa. O tom agrada e cenas de tensão e sensualidade se insinuam ao nosso olhar. Curiosamente, uma versão inglesa de “MacBeth”, estrelada por Michael Fassbender e Marion Cotillard, também será lançada em 2015.

“A floresta que se move” tem lançamento comercial programado para 5 de novembro.

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terça-feira, 25 de agosto de 2015 Atores, Bastidores | 20:10

Os bastidores da demissão de Bruce Willis do novo filme de Woody Allen

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Não faz muito tempo que Woody Allen, que lança seu novo filme (“O homem irracional”) no Brasil neste fim de semana, anunciou o elenco de seu novo projeto – a ser lançado em 2016.

Ontem surgiu a notícia de que Bruce Willis, um dos principais nomes desse projeto ainda sem título oficial, retirou-se da produção. Isso, no mesmo dia em que circularam fotos na internet dele no set gravando cenas com os atores Jesse Eisenberg e Kristen Stewart. A justificativa oficial fornecida tanto por representantes de Woody Allen como por representantes de Willis é de que o ator tinha um conflito de agendas, já que está contratado para estrelar uma adaptação da obra de Stephen King “Louca obsessão” na Broadway.

Para quem está minimamente familiarizado com a rotina de Hollywood, no entanto, essa justificativa não cola. Os atores costumam verificar possíveis conflitos de agenda antes de embarcarem em um projeto. Não obstante, “conflito de agendas” é a versão oficial para qualquer arranca-rabo nos bastidores. Para tornar tudo mais ambíguo, as fotos de Willis rodando cenas para o filme tornam pouco crível a ideia de que ele estaria a algumas horas de pular fora da produção.

Willis fotografado no set do filme de Woody Allen momentos antes de se retirar da produção (Foto: Comingsoon.net/reprodução)

Willis fotografado no set do filme de Woody Allen momentos antes de se retirar da produção
(Foto: Comingsoon.net/reprodução)

Há duas correntes que podem explicar o que aconteceu de fato. A primeira é de que Allen teria percebido a inadequação de Willis para o personagem e decidido seguir em outra direção. Embora seja uma solução extrema e rara em produções hollywoodianas envolvendo figuras do primeiro escalão, não seria a primeira vez que o cineasta faria algo do gênero. Depois de dez dias de filmagens, ele substituiu Michael Keaton por Jeff Daniels em “A rosa púrpura do Cairo” (1985).

No entanto, há a possibilidade de Allen ter demitido Willis por estar insatisfeito com o desempenho do ator. Algo ainda mais extremo e incomum em produções dessa estirpe em Hollywood. Segundo o jornalista Jeff Sneider, do The Wrap, que tem uma fonte dentro da produção, Allen optou pelo corte de Willis porque o ator estava tendo dificuldades com o roteiro e seu embaraço já começava a afetar o restante do elenco.

A participação de Bruce Willis em um filme de Woody Allen estava sendo percebida por indústria e crítica como uma nova tentativa do astro de emergir em papéis sérios e projetos mais ambiciosos artisticamente. De tempos em tempos, Willis deixa a ação de lado e investe em projetos como “O sexto sentido” (1999), “Pulp Fiction – tempos de violência” (1994), “Moonrise kingdom” (2012), entre outros.

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domingo, 16 de agosto de 2015 Atores, Notícias | 18:50

Bradley Cooper e o retrato da obsessão

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Bradley Cooper lança no fim do ano, “Burnt”, uma produção artisticamente mais modesta do que suas últimas incursões no cinema, mas impregnada do mesmo elemento que fez com que Cooper atingisse o Olimpo dos intérpretes americanos da atualidade.

Este elemento é a obsessão. Mais do que qualquer ator atual, Bradley Cooper se especializou em viver tipos obsessivos no cinema. O tom do registro pode mudar, mas essa verve do personagem segue lá, intacta.

O ator em cena de "Burnt" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Burnt”
(Foto: divulgação)

Em “O lado bom da vida” (2012), que lhe deu sua primeira indicado ao Oscar e marca essa guinada na carreira, ele faz um homem bipolar obcecado em reconquistar a ex-mulher que o traía antes mesmo dele surtar e ir para em uma clínica psiquiátrica. Em “Trapaça” (2013), do mesmo David O. Russell de “O lado bom da vida”, ele dá vida a um agente do FBI com sonho de grandeza que não consegue se dar por satisfeito em desbaratar um esquema de corrupção e acaba dando um passo maior do que as pernas. Já em “Sniper americano”, ele interpreta um homem desacostumado a viver em meio à paz e obstinado em superar um atirador de elite rival durante a ocupação americana no Iraque.

O fato de ter sido indicado ao Oscar pelos três trabalhos diz muito sobre as atuais preferências de Cooper ao dizer sim para um projeto. Em “Burnt”, cujo primeiro trailer pode ser conferido abaixo, ele vive Adam Jones, um chef de cozinha que após destruir sua carreira com vício em drogas e um temperamento explosivo, tenta dar a volta por cima. O filme é dirigido por John Wells (“Álbum de família”) e traz nomes como Emma Thompson, Sienna Miller, Uma Thurman e Daniel Brühl no elenco coadjuvante.

É muito cedo para dizer se “Burnt” tem chances de chegar ao próximo Oscar, a distribuição é do Midas Harvey Weinstein, mas é certo que Cooper parece decidido a investir em personagens soturnos e francamente obsessivos nesse ‘rebranding’ de carreira. Nada mais justo do que uma obsessão a alimentar outra.

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sábado, 15 de agosto de 2015 Notícias | 17:27

Disney revela novidades do universo Star Wars na D23

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À medida que se aproxima o lançamento do ultra-aguardado “Star Wars: o despertar da força”, a Disney intensifica a divulgação de notícias sobre o universo em expansão da saga. Na feira D23 que acontece neste fim de semana nos EUA, o painel de Star Wars foi um dos mais concorridos e, naturalmente, alguns dos boatos que rondaram a internet nos últimos dias foram confirmados. O primeiro deles é de que a direção do Episódio IX ficará sob competência de Colin Trevorrow, diretor do filme mais visto de 2015, “Jurassic World – o mundo dos dinossauros”. O episódio VIII, para quem não lembra, já tem Rian Johnson (“Looper”), confirmado na direção.

Mas não foi só. O elenco do primeiro spin-off de Star Wars, “Rogue one”, foi confirmado. Bem como a primeira imagem oficial da produção, que estreia em dezembro de 2016, divulgada.

O elenco de "Star Wars Rogue One" em destaque

O elenco de “Star Wars Rogue One” em destaque

Além de Felicity Jones, o prelúdio de “Uma nova esperança”, conta com Mads MikkelsenForest Whitaker, Alan TudykDonnie Yen e Ben Mendelsohn. A direção é de Gareth Edwards, da mais recente versão de “Godzilla”.

A Disney divulgou, ainda, um cartaz de “O despertar da força” feito especialmente para a convenção por Drew Struzan, colaborador habitual da LucasFilm e responsável por cartazes clássicos de “Star Wars” e “Indiana Jones”.

Não obstante, a empresa anunciou que construirá dois parques temáticos de “Star Wars” nos EUA. Um em Orlando, na Flórida, e outro em Anaheim, na Califórnia, sede da D23.

O pôster especial feito por Drew Struzan para "O despertar da força"

O pôster especial feito por Drew Struzan para “O despertar da força”

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