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sábado, 17 de setembro de 2016 Notícias | 19:06

Chega ao Brasil plataforma que dá ao público poder de escolher o que quer ver no cinema

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Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

O Kinorama chega ao Brasil com a ambição de mudar a relação entre distribuidores, exibidores, realizadores e expectadores de cinema. A plataforma pretende colocar nas mãos do público a prerrogativa de escolher que filme ver no cinema. Até o fim de setembro serão realizadas as primeiras sessões da única ferramenta de cinema sob demanda do Brasil. O Kinorama, oferece a possibilidade de sessões pré-agendadas e uso do crowdfunding para viabilizar os eventos. A ideia é mobilizar o público pela internet para o financiamento das sessões.

As metas principais são o incentivo a novas janelas de distribuição e a ampliação das chances de um filme alcançar o público. É comum queixas de expectadores que não têm acesso a determinados filmes que não são distribuídos fora do eixo Rio-São Paulo. No médio prazo, a plataforma pode mudar esse panorama.  No catálogo do Kinorama já há diversas produções nacionais que encontraram na distribuição o grande entrave para chegar aos espectadores. Mas a intenção é ampliar as opções e levar ao público também filmes de outros países.

A iniciativa defende o cinema como experiência coletiva e compartilhada e insere no circuito de distribuição a possibilidade do “on demand”. Com isso, filmes independentes têm mais chances de driblar os gargalos da distribuição e entrar nas salas de cinema de forma efetiva. A plataforma contribui ainda para a formação de público e a democratização do acesso à sétima arte.

Apesar de terem idealizado a iniciativa do zero, os realizadores do Kinorama descobriram, durante o processo de pesquisa para a plataforma, que há projetos semelhantes acontecendo em diversos países. Em inglês usa-se o termo Crowdticketing (que pode ser traduzido como “financiamento coletivo de ingressos). A dinâmica é a base de eventos como o Gathr e o Tugg nos Estados Unidos, o Screenly e o Youfeelm na Espanha e o Movieday na Itália.

O chamado para a primeira sessão do Kinorama já está no ar. O documentário “Epidemia de Cores” está previsto para ser exibido no dia 22 de setembro, a partir das 19h no Espaço Itaú localizado na rua Augusta, em São Paulo. Com direção de Mario Seretta, o filme narra a rotina de arte-educadores e internos do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre nas chamadas Oficinas de Criatividade. Para que a sessão aconteça é preciso alcançar 60% de venda dos ingressos.

 

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Filmes, Notícias | 17:08

Elenco de “O Bebê de Bridget Jones” especula sobre quem é, afinal, Bridget Jones

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Foto: reprodução

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Em vídeo inédito, os atores Renée Zellweger, Colin Firth e Patrick Dempsey – o triângulo amoroso de “O Bebê de Bridget Jones” – revelam como enxergam a protagonista e quem ela é para eles.

“Ela não é uma fracassada. Ela ainda é engraçada, mas também não é só uma pateta, é espirituosa”, conta Firth, que retorna ao papel de Mr. Darcy, o grande amor de Bridget Jones. Para Renée, a personalidade de Bridget a torna uma inspiração para seu dia a dia: “Seu otimismo e determinação para ser bem-sucedida, apesar dos contratempos, são inspiradores”, explica.

Renée Zellwegger volta ao cinema após seis anos e condena sexismo em Hollywood 

Dirigida por Sharon Maguire, que também assina a direção do primeiro filme da franquia, a comédia apresenta uma nova fase na vida da conturbada jornalista. Cercada de amigos e pronta para ser feliz para sempre, ela segue confiante já que sua vida está dando sinais de melhora: agora ela é produtora do noticiário em que trabalhava e se orgulha por ter uma boa relação com seu ex-namorado, o advogado Mark Darcy. Quando tudo parece estar às mil maravilhas, ela descobre que, aos 40 anos, está esperando seu primeiro filho.

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Filmes, Notícias | 16:30

Netflix lança segunda edição de prêmio que promove cinema independente nacional

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Cena do filme "Califórnia", que concorre ao prêmio Netflix Foto: divulgação

Cena do filme “Califórnia”, que concorre ao prêmio Netflix
Foto: divulgação

A Netflix lançou nesta semana a segunda edição do Prêmio Netflix, que tem como objetivo dar visibilidade à produção independente do cinema brasileiro. São dez filmes finalistas pré-selecionados, e dois desses filmes poderão ser assistidos por mais de 83 milhões de pessoas em mais de 190 países onde a Netflix está presente. Um será escolhido por voto popular e outro por um painel de jurados formado por grandes nomes do cenário cultural brasileiro composto pelos atores Alice Braga e Fabrício Boliveira, os diretores Cesar Charlone e Fernando Andrade, a cineasta Adriana Dutra e os influenciadores Hugo Gloss e Lully de Verdade.

Os filmes que disputam o seu voto, que pode ser registrado aqui, são “Ventos de Agosto”, “Califórnia”, “Obra”, “Levante”, “O Último Cine Drive-In”, “A História da Eternidade”, “Porque Temos Esperança”, “My Name is Now, Elza Soares”, “Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois” e “À Queima-Roupa”.

Os vencedores do Prêmio Netflix 2016, que serão anunciados no dia 5 de outubro,  ganharão um licenciamento global no serviço. Em 2013, o filme vencedor do Prêmio Netflix foi “Apenas o Fim”, de Matheus Souza.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016 Atores, Filmes | 05:30

Gérard Depardieu vem ao Brasil para divulgar o drama “O Vale do Amor”

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O polêmico e talentoso ator Gérard Depardieu virá ao Brasil para o lançamento nacional do filme “O Vale do Amor”. Será a primeira vez do francês no Brasil em 30 anos. Ele desembarca em 18 de setembro

Gérard Depardieu e Isabelle Huppert em cena de "O Vale do Amor" (Foto: divulgação)

Gérard Depardieu e Isabelle Huppert em cena de “O Vale do Amor”
(Foto: divulgação)

Por muito tempo Gérard Depardieu foi o rosto mais famoso do cinema francês. Surgiram Marion Cotillard, Vincent Cassel, entre outros, mas o astro francês continua exercendo um charme especial que os cariocas poderão conferir de muito perto no dia 18 de setembro. Isso porque Depardieu desembarca na cidade para prestigiar a premiere nacional de “O Vale do Amor”, filme que integrou a Semana da Crítica do Festival de Cannes 2015, e tem estreia agendada para 29 de setembro no País.

Leia mais: Verão americano de 2016 sugere ajuste de rota para estúdios de Hollywood

“O Vale do Amor” relata a historia de Isabelle, interpretada pela atriz Isabelle Huppert, e Gerard, interpretado por Gérard Depardieu, que perderam seu filho seis meses antes de os conhecermos.  Antes de morrer, ele deixa uma carta aos pais pedindo que vão ao seu encontro no “Vale da Morte”, na Califórnia. Os dois já estão separados e não se falam há mais de 35 anos, e, apesar do absurdo da situação, eles decidem cumprir o último desejo do filho.

Cinema: Diretor de “Aquarius” diz que decisão política tirou o filme do Oscar

Os atores lançando o filme em Cannes em 2015 (Foto: divulgação/Cannes)

Os atores lançando o filme em Cannes em 2015
(Foto: divulgação/Cannes)

De origem francesa e naturalizado russo, com mais de 140 filmes em seu currículo, o consagrado francês é um dos fortes nomes do cinema mundial, estreou no cinema ainda adolescente, com o curta-metragem “Le Beatnik et le Minet” (1965). Depois de atuar em pequenos papéis, popularizou-se com os filmes:  “Os Corações Loucos” (1974), “Cyrano” (1990) e “O Último Metrô” (1980) onde foi dirigido por ninguém menos que François Truffaut e contracenou com a atriz Catherine Deneuve. Por este filme ganhou seu primeiro César (o Oscar francês) de melhor ator. Além de hoje ser dono de um dos maiores títulos franceses, que é o de “Chevalier du Legion d´Honneur” (Cavaleiro da Legião da Honra), o astro é bastante reconhecido nos EUA, onde estrelou filmes como “Bem-vindo a Nova York” (2014), “Missão Babilônia” (2008) e “O Homem da Máscara de Ferro” (1998).

Nos anos 80 e 90, Depardieu se estabeleceu como um dos maiores atores de todo o mundo. Participando de filmes importantes com direção dos maiores e mais importantes diretores da época: Bernardo Bertolucci, André Téchiné, Bertrand Blier e François Truffaut.

Também é presença constante em grandes produções, como nos filme da franquia francesa “Asterix e Obelix”. Mais recentemente, o público pôde acompanhar Gérard Depardieu  na série da Netflix “Marseille”, uma versão francesa da badalada “House of Cards”.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016 Bastidores, Filmes | 19:07

Cininha de Paula estreia como diretora de cinema no filme “Duas de Mim”

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A experiente diretora de TV Cininha de Paula, cujos principais créditos correspondem a “Pé na Cova” e “Aquele Beijo”, arriscou em sua estreia como cineasta. No filme “Duas de Mim”, que ela dirige e tem coprodução do Telecine, Thalita Carauta e o cantor Latino também estão estreando como protagonistas no cinema.

 “Fiquei dois meses esperando a Thalita. Ela é a minha estrela. Tô bem cercada! A Iafa Britz (da produtora Migdal Filmes) me deu muita liberdade para montar o casting. Para fazer uma comédia você precisa ter quem sabe fazer comédia. Mais que um cantor, Latino é um comediante. É uma pessoa que nasceu vencedora. Por ter atravessado tudo o que passou e chegar onde chegou. Ele leva a vida com muito humor”, defendeu ela, sobre o longa, no qual Thalita vive Suryellen e Latino, Chicão, e com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2017.

A experiente Cininha de Paula no set de "Duas em Mim" (foto: divulgação)

A experiente Cininha de Paula no set de “Duas em Mim”
(foto: divulgação)

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016 Notícias | 08:30

73ª edição do Festival de Veneza começa com forte presença do cinema americano

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O mais antigo festival de cinema do mundo dá largada na edição de 2016 nesta quarta-feira (31). A 73ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza se estende até o dia 10 de setembro, quando os vencedores do Leão de Ouro serão conhecidos.

Natalie Portman como Jaqueline Kennedy na cinebiografia que compete em Veneza (Foto: divulgação)

Natalie Portman como Jaqueline Kennedy na cinebiografia que compete em Veneza
(Foto: divulgação)

O júri desta edição será presidido pelo cineasta britânico Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) e terá 20 filmes para analisar e julgar. O filme de abertura será o musical “La La Land”, novo do promissor e festejado diretor de “Whiplash”, Damien Chazelle.

Se não congrega a pujança de cineastas consagrados que o rival Cannes ofertou em maio, Veneza ostenta uma cota ainda assim poderosa. O francês François Ozon, o mexicano Amat Escalante, o americano Terrence Malick, o bósnio Emir Kusturica e o alemão Wim Wenders trazem seus novos filmes para a competição. Já na seara dos novos talentos, além de Chazelle, Veneza se apresenta insuspeitamente forte. Depois do aclamado “Direito de Amar”, Tom Ford volta à direção com “Nocturnal Animals”, que debuta em Veneza. Os novos de Derek Cianfrance (“Namorados para Sempre”), Denis Villenueve (“Os Suspeitos”) e Pablo Larraín também integram a competição oficial.

Atrações

Kusturica apresenta “On The Milky Road”, rodado na fronteira entre a Sérvia e a Croácia e estrelado pela italiana Monica Bellucci, o filme é preliminarmente apontado como um dos favoritos do lido. O cineasta bósnio venceu o Leão de Ouro em 1981 por “Você se Lembra de Dolly Bell?” e triunfou duas vezes no festival de Cannes. Já o alemão Wenders que rodou o impressionista documentário “Pina” em 3D, volta a usar a ferramenta novamente em um documentário com “The beautiful days of Aranjuez”.

Natalie Portman vive Jaqueline Kennedy na cinebiografia “Jackie” dirigida pelo chileno Pablo Larraín (“No”). Outras estrelas hollywoodianas são aguardadas no festival. Amy Adams, Jake Gyllenhaal, Ryan Gosling, Emma Stone, Michael Fassbender e Alicia Vikander são alguns deles.

Contando as coproduções, o cinema americano constitui maioria absoluta no lido. São oito filmes contra três italianos, a segunda cinematografia com maior representação em Veneza.

A atriz Amy Adams está em dois filmes que competem em Veneza: "Nocturnal Animals" e "Arrival" (Foto: reprodução/The Wrap)

A atriz Amy Adams está em dois filmes que competem em Veneza: “Nocturnal Animals” e “Arrival”
(Foto: reprodução/The Wrap)

Confira os filmes que integram a competição oficial

“The bad batch”, Ana Lily Amirpour (EUA)
“Une vie”, Stephan Brizé (França, Bélgica)
“La La Land”, Damien Chazelle (EUA)
“The light between oceans”, Derek Cianfrance (EUA, Austrália, Nova Zelândia)
“El ciudadano ilustre”, Mariano Cohn, Gaston Duprat (Argentina, Espanha)
“Spira Mirabilis”, Massimo D’Anolfi, Martina Parenti (Itália, Suíça)
“The woman who left”, Lav Diaz (Filipinas)
“La region salvaje”, Amat Escalante (México)
“Nocturnal animals”, Tom Ford (EUA)
“Piuma”, Roan Johnson (Itália)
“Rai”, Andrei Konchalovsky (Rússia, Alemanha)
“Brimstone”, Martin Koolhoven (Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido e Suécia)
“On the milky road”, Emir Kusturica (Sérvia, Reino Unido, EUA)
“Jackie”, Pablo Larraín (EUA, Chile)
“Voyage of time”, Terrence Malick (EUA, Alemanha)
“El Cristo ciego”, Christopher Murray (Chile, França)
“Frantz”, François Ozon (França)
“Questi giorni”, Giuseppe Piccioni (Itália)
“Arrival”, Denis Villenueve (EUA)
“The beautiful days of Aranjuez”, Wim Wenders (França, Alemanha)

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domingo, 28 de agosto de 2016 Análises, Bastidores | 15:19

Marvel ajusta ponteiros para fase sem Chris Evans como Capitão América

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Já era esperado que Chris Evans deixasse de ser o Capitão América no cinema em algum momento, mas uma entrevista de Joe Russo, que ao lado do irmão Anthony dirigiu os dois últimos filmes do Capitão, ao The Huffington Post disparou o alerta em todo Marvel maníaco.

Chris Evans em ensaio para  Rolling Stone

Chris Evans em ensaio para Rolling Stone

Ele disse que a cena final de “Capitão América: Guerra Civil”, que muitos interpretaram como um afastamento de Steve Rogers de tudo aquilo, é mesmo isso: uma “aposentadoria” do personagem.  “Acho que ele deixar o escudo de lado é também deixar a sua identidade. É ele admitindo que a identidade Capitão América estava em conflito com suas escolhas pessoais”, explicou o diretor. Isso não significa que não veremos mais Chris Evans nos filmes da Marvel, pois sua participação está confirmada em “Vingadores: Guerra Infinita”, filme que deve marcar a passagem de bastão, com a introdução de um novo Capitão América. Isso pode ser traduzido de uma maneira muito prática e financeira. Evans assinou contrato para seis filmes. Já estrelou cinco. Os três “Capitão América” e os dois “Vingadores”. Já Sebastian Stan, o soldado invernal, assinou contrato para nove filmes e só estrelou os três “Capitão América”. Anthony Mackie, que interpreta o Falcão, assinou para seis filmes e só figurou em dois. Ambos os personagens já assumiram a identidade do Capitão América nos quadrinhos.

Mais: Chris Evans apresenta o trailer de “Before We Go”, sua estreia na direção

Durante muito tempo se conjecturou como a Marvel reagiria à eventual saída de Robert Downey Jr., que interpreta Tony Stark/Homem de Ferro. Esse cenário, evitado às custas de negociações milionárias, ainda não se concretizou, mas a Marvel sempre esteve calçada para a eventual saída de Evans. O que, de maneira alguma, sinaliza uma saída definitiva. É plenamente concebível que, como nos quadrinhos, Steve Rogers reassuma a identidade de Capitão América. Seria dramática e narrativamente interessante ver isso no cinema. E a Marvel sabe disso. Com Downey Jr., que já assegurou participação no novo “Homem-Aranha”, a questão é mais delicada. Por mais que Chris Evans tenha se tornado a estampa de Steve Rogers, a própria HQ dá margem de manobra à Marvel, mas todo o universo cinematográfico do estúdio se construiu na esteira da caracterização de Downey Jr. de Tony Stark.

Crítica: Superlativo e humano, “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que a Marvel estava devendo

A Marvel já enfileira uma série de filmes com novos personagens em sua terceira fase justamente por saber que é preciso repensar o rumo dos principais personagens de seu portfólio. “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e “Inumanos” atendem essa necessidade e, em paralelo, são novas franquias em potencial. Algo decisivo para os planos da Marvel pós-Robert Downey Jr., Chris Evans e até mesmo Chris Hemsworth (o Thor).

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terça-feira, 23 de agosto de 2016 Curiosidades, Notícias | 16:32

Queremos resgatar o cinema de rua, diz sócio do Reserva Cultural que inaugura unidade no Rio de Janeiro

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A cinefilia carioca tem muitas razões para comemorar. Será inaugurada nesta quarta-feira (24), a unidade carioca do prestigiado Reserva Cultural, espaço referencial para os apreciadores do cinema de arte em São Paulo.

O Cineclube bateu um papo com Jean Thomas Bernardini, diretor da distribuidora Imovision, sócio do Reserva e um dos grandes promotores do bom cinema no país. Francês que escolheu o Brasil como nação, Jean revela entusiasmo pelo projeto de “recuperar o cinema de rua”, uma batalha que muitos já julgam perdida. Mas que ele faz questão de entrincheirar-se no lado do cinema. “Quando o Reserva abriu há doze anos foi um dos primeiros cinemas a ter restaurantes e lojas para os cinéfilos em um cinema de rua”, observa. “Depois veio esse conceito de cinema vip, um pouco exagerado, na minha opinião. Mas a filosofia foi a mesma”.

Jean Thomas Bernardini (divulgação/Imovision)

Jean Thomas Bernardini (divulgação/Imovision)

Jean conta que a ideia de levar uma unidade do Reserva Cultural para o Rio de Janeiro é antiga. Há cinco anos foi feita uma tentativa que não deu certo. Aí, de repente, surgiu esse prédio que tem a grife do arquiteto Oscar Niemayer para abrigar o cinema em Niterói. O espaço terá cinco salas de cinema, várias lojas (somando cerca de 600 m2), estacionamento de 1800 m2, além dos espaços livres que vão contemplar mesas para café na parte superior e mesas para restaurante e bar no piso inferior. O investimento para a reforma e adequação do prédio, o antigo Centro Petrobras de Cinema, custou aproximadamente R$ 12 milhões.

O novo espaço já se assegura como xodó de Jean que admite que no Rio vai sobrar o que falta em São Paulo: espaço. “A estrutura é realmente superior. Em São Paulo sofremos um pouco por causa do espaço. Conseguimos fazer algo muito positivo com o espaço que temos. No entanto, é fato que as salas no Rio serão muito mais confortáveis”.

Leia mais: Vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake” já tem distribuição garantida no Brasil

Localizado na avenida Visconde do Rio Branco, nº 880, o cinema terá a pré-estreia do aguardado “Aquarius” como estrela da noite de inauguração. “Fomos perguntando que títulos poderiam ser importantes para a abertura’, explica Jean. “O filme do Ken Loach foi aventado (o vencedor da Palma de Ouro ‘Eu, Daniel Blake’), mas a estreia do ‘Aquarius’ era próxima (o filme estreia em 1º de setembro) e o Kleber (Mendonça Filho, diretor da obra) adorou a ideia”, diz Jean sobre a escolha da produção que abre os trabalhos do Reserva Cultural carioca.

 

 

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sábado, 20 de agosto de 2016 Atrizes, Filmes, Notícias | 09:00

Roteiro foi fundamental para impacto de “Quando as Luzes se Apagam”, diz a atriz Maria Bello em entrevista exclusiva

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Em “Quando as Luzes se Apagam”, uma das principais estreias do fim de semana nos cinemas, a atriz Maria Bello vive uma “mamãe urso”, em suas próprias palavras. Sophie, uma mulher afetada por um transtorno mental, se flagra cada vez mais afastada de seus filhos, Martin (Gabriel Bateman) e Rebecca (Teresa Palmer). Tudo por causa da presença de Diane, uma figura assustadora que não desgruda de Sophie e ajuda a mergulhá-la em uma profunda depressão. A jornada da personagem é uma das coisas mais impactantes da produção assinada por David F. Sandberg.

Atriz com bom trânsito no cinema independente, Maria Bello conversou com exclusividade com o Cineclube sobre essa sua incursão pelo terror, algo que já havia experimentado em filmes como “A Casa dos Mortos” (2015) e “A Janela Secreta” (2001) e sobre projetos futuros.

Crítica: Medo do escuro faz de “Quando as Luzes se Apagam” melhor filme de terror do ano

A atriz Maria Bello em cena do filme "Quando as Luzes se Apagam"

A atriz Maria Bello em cena do filme “Quando as Luzes se Apagam”

Mãe coragem

Eu acho uma mamãe urso em toda mulher que eu encontro. Eu não costumo fazer este gênero, mas se você tirar o terror da equação, ainda é um drama familiar comovente sobre essa mãe com problemas mentais e como isso afeta sua relação com os filhos.

Complexidade da personagem

Fazer este papel foi realmente libertador porque eu estava lendo esse livro sobre transtorno bipolar e pude oferecer para as pessoas um retrato do que é estar desconectada da realidade.

Relação entre mãe e filha

Eu acho que o roteiro foi fundamental nisso. A primeira cena já é bem afiada em mostrar a história dessa relação e as fraturas que existem. Esse é o benefício de trabalhar com profissionais como James (Wan, produtor) e Lawrence (Grey, produtor) que são papas do gênero e que sabem colocar as peças certas no lugar certo.

Hype

O filme foi feito em poucas semanas e com um orçamento bem apertado em Los Angeles e é o primeiro do David. Não dá nem para notar. Eu acho que ele fez um trabalho incrível.

Alicia (Vela-Bailey), que interpreta a Diane, parece uma supermodelo… A forma como ela mexe os dedos, se movimenta no escuro. Eu acho que ela fez um excelente trabalho. As pessoas na Comic-Com vão se vestir como Diane.

Relação fraturada entre mãe e filha move "Quando As Luzes se Apagam"

Relação fraturada entre mãe e filha move “Quando As Luzes se Apagam”

Critérios para escolher um papel

Eu leio o roteiro e vejo se a história tem apelo para mim e vejo se o personagem é complexo ou se eu posso torna-lo mais complexo. Esta é minha primeira regra.

Próximos projetos

Eu estou realmente mergulhando na produção agora porque quero contar mais histórias com vozes femininas na frente e atrás das câmeras. Vai sair um filme com Viola Davis agora. Essa é minha meta agora. Fazer TV e cinema com personagens femininas fortes.

 

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 08:30

Featurette de “Quando as Luzes se Apagam” destaca como medo do escuro move a trama

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Foto: divulgação

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James Wan, o homem por trás de produções como “Jogos Mortais” e “Invocação do Mal”, apresenta um novo conto macabro de terror. “Quando as Luzes se Apagam”, que estreia nos cinemas brasileiros em 18 de agosto, conta a história de uma entidade que se abriga no escuro.

Teresa Palmer vive Rebecca, que depois que seu irmão começa a dormir na escola por passar a noite em claro, se vê impelida a confrontar a mãe, com quem tem uma relação para lá de conflituosa. Há algo na casa dela que ganha vida na escuridão e é justamente esse enfrentamento que Rebecca queria evitar.

No vídeo abaixo, Wan, que é produtor do filme, o elenco e o diretor David F. Sandberg comentam sobre o filme e explicam como o mote do medo do escuro, um temor universal – principalmente na infância -, serve à trama de “Quando as Luzes se Apagam”.

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