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domingo, 28 de agosto de 2016 Análises, Bastidores | 15:19

Marvel ajusta ponteiros para fase sem Chris Evans como Capitão América

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Já era esperado que Chris Evans deixasse de ser o Capitão América no cinema em algum momento, mas uma entrevista de Joe Russo, que ao lado do irmão Anthony dirigiu os dois últimos filmes do Capitão, ao The Huffington Post disparou o alerta em todo Marvel maníaco.

Chris Evans em ensaio para  Rolling Stone

Chris Evans em ensaio para Rolling Stone

Ele disse que a cena final de “Capitão América: Guerra Civil”, que muitos interpretaram como um afastamento de Steve Rogers de tudo aquilo, é mesmo isso: uma “aposentadoria” do personagem.  “Acho que ele deixar o escudo de lado é também deixar a sua identidade. É ele admitindo que a identidade Capitão América estava em conflito com suas escolhas pessoais”, explicou o diretor. Isso não significa que não veremos mais Chris Evans nos filmes da Marvel, pois sua participação está confirmada em “Vingadores: Guerra Infinita”, filme que deve marcar a passagem de bastão, com a introdução de um novo Capitão América. Isso pode ser traduzido de uma maneira muito prática e financeira. Evans assinou contrato para seis filmes. Já estrelou cinco. Os três “Capitão América” e os dois “Vingadores”. Já Sebastian Stan, o soldado invernal, assinou contrato para nove filmes e só estrelou os três “Capitão América”. Anthony Mackie, que interpreta o Falcão, assinou para seis filmes e só figurou em dois. Ambos os personagens já assumiram a identidade do Capitão América nos quadrinhos.

Mais: Chris Evans apresenta o trailer de “Before We Go”, sua estreia na direção

Durante muito tempo se conjecturou como a Marvel reagiria à eventual saída de Robert Downey Jr., que interpreta Tony Stark/Homem de Ferro. Esse cenário, evitado às custas de negociações milionárias, ainda não se concretizou, mas a Marvel sempre esteve calçada para a eventual saída de Evans. O que, de maneira alguma, sinaliza uma saída definitiva. É plenamente concebível que, como nos quadrinhos, Steve Rogers reassuma a identidade de Capitão América. Seria dramática e narrativamente interessante ver isso no cinema. E a Marvel sabe disso. Com Downey Jr., que já assegurou participação no novo “Homem-Aranha”, a questão é mais delicada. Por mais que Chris Evans tenha se tornado a estampa de Steve Rogers, a própria HQ dá margem de manobra à Marvel, mas todo o universo cinematográfico do estúdio se construiu na esteira da caracterização de Downey Jr. de Tony Stark.

Crítica: Superlativo e humano, “Capitão América: Guerra Civil” é o filme que a Marvel estava devendo

A Marvel já enfileira uma série de filmes com novos personagens em sua terceira fase justamente por saber que é preciso repensar o rumo dos principais personagens de seu portfólio. “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e “Inumanos” atendem essa necessidade e, em paralelo, são novas franquias em potencial. Algo decisivo para os planos da Marvel pós-Robert Downey Jr., Chris Evans e até mesmo Chris Hemsworth (o Thor).

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terça-feira, 23 de agosto de 2016 Curiosidades, Notícias | 16:32

Queremos resgatar o cinema de rua, diz sócio do Reserva Cultural que inaugura unidade no Rio de Janeiro

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A cinefilia carioca tem muitas razões para comemorar. Será inaugurada nesta quarta-feira (24), a unidade carioca do prestigiado Reserva Cultural, espaço referencial para os apreciadores do cinema de arte em São Paulo.

O Cineclube bateu um papo com Jean Thomas Bernardini, diretor da distribuidora Imovision, sócio do Reserva e um dos grandes promotores do bom cinema no país. Francês que escolheu o Brasil como nação, Jean revela entusiasmo pelo projeto de “recuperar o cinema de rua”, uma batalha que muitos já julgam perdida. Mas que ele faz questão de entrincheirar-se no lado do cinema. “Quando o Reserva abriu há doze anos foi um dos primeiros cinemas a ter restaurantes e lojas para os cinéfilos em um cinema de rua”, observa. “Depois veio esse conceito de cinema vip, um pouco exagerado, na minha opinião. Mas a filosofia foi a mesma”.

Jean Thomas Bernardini (divulgação/Imovision)

Jean Thomas Bernardini (divulgação/Imovision)

Jean conta que a ideia de levar uma unidade do Reserva Cultural para o Rio de Janeiro é antiga. Há cinco anos foi feita uma tentativa que não deu certo. Aí, de repente, surgiu esse prédio que tem a grife do arquiteto Oscar Niemayer para abrigar o cinema em Niterói. O espaço terá cinco salas de cinema, várias lojas (somando cerca de 600 m2), estacionamento de 1800 m2, além dos espaços livres que vão contemplar mesas para café na parte superior e mesas para restaurante e bar no piso inferior. O investimento para a reforma e adequação do prédio, o antigo Centro Petrobras de Cinema, custou aproximadamente R$ 12 milhões.

O novo espaço já se assegura como xodó de Jean que admite que no Rio vai sobrar o que falta em São Paulo: espaço. “A estrutura é realmente superior. Em São Paulo sofremos um pouco por causa do espaço. Conseguimos fazer algo muito positivo com o espaço que temos. No entanto, é fato que as salas no Rio serão muito mais confortáveis”.

Leia mais: Vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake” já tem distribuição garantida no Brasil

Localizado na avenida Visconde do Rio Branco, nº 880, o cinema terá a pré-estreia do aguardado “Aquarius” como estrela da noite de inauguração. “Fomos perguntando que títulos poderiam ser importantes para a abertura’, explica Jean. “O filme do Ken Loach foi aventado (o vencedor da Palma de Ouro ‘Eu, Daniel Blake’), mas a estreia do ‘Aquarius’ era próxima (o filme estreia em 1º de setembro) e o Kleber (Mendonça Filho, diretor da obra) adorou a ideia”, diz Jean sobre a escolha da produção que abre os trabalhos do Reserva Cultural carioca.

 

 

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sábado, 20 de agosto de 2016 Atrizes, Filmes, Notícias | 09:00

Roteiro foi fundamental para impacto de “Quando as Luzes se Apagam”, diz a atriz Maria Bello em entrevista exclusiva

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Em “Quando as Luzes se Apagam”, uma das principais estreias do fim de semana nos cinemas, a atriz Maria Bello vive uma “mamãe urso”, em suas próprias palavras. Sophie, uma mulher afetada por um transtorno mental, se flagra cada vez mais afastada de seus filhos, Martin (Gabriel Bateman) e Rebecca (Teresa Palmer). Tudo por causa da presença de Diane, uma figura assustadora que não desgruda de Sophie e ajuda a mergulhá-la em uma profunda depressão. A jornada da personagem é uma das coisas mais impactantes da produção assinada por David F. Sandberg.

Atriz com bom trânsito no cinema independente, Maria Bello conversou com exclusividade com o Cineclube sobre essa sua incursão pelo terror, algo que já havia experimentado em filmes como “A Casa dos Mortos” (2015) e “A Janela Secreta” (2001) e sobre projetos futuros.

Crítica: Medo do escuro faz de “Quando as Luzes se Apagam” melhor filme de terror do ano

A atriz Maria Bello em cena do filme "Quando as Luzes se Apagam"

A atriz Maria Bello em cena do filme “Quando as Luzes se Apagam”

Mãe coragem

Eu acho uma mamãe urso em toda mulher que eu encontro. Eu não costumo fazer este gênero, mas se você tirar o terror da equação, ainda é um drama familiar comovente sobre essa mãe com problemas mentais e como isso afeta sua relação com os filhos.

Complexidade da personagem

Fazer este papel foi realmente libertador porque eu estava lendo esse livro sobre transtorno bipolar e pude oferecer para as pessoas um retrato do que é estar desconectada da realidade.

Relação entre mãe e filha

Eu acho que o roteiro foi fundamental nisso. A primeira cena já é bem afiada em mostrar a história dessa relação e as fraturas que existem. Esse é o benefício de trabalhar com profissionais como James (Wan, produtor) e Lawrence (Grey, produtor) que são papas do gênero e que sabem colocar as peças certas no lugar certo.

Hype

O filme foi feito em poucas semanas e com um orçamento bem apertado em Los Angeles e é o primeiro do David. Não dá nem para notar. Eu acho que ele fez um trabalho incrível.

Alicia (Vela-Bailey), que interpreta a Diane, parece uma supermodelo… A forma como ela mexe os dedos, se movimenta no escuro. Eu acho que ela fez um excelente trabalho. As pessoas na Comic-Com vão se vestir como Diane.

Relação fraturada entre mãe e filha move "Quando As Luzes se Apagam"

Relação fraturada entre mãe e filha move “Quando As Luzes se Apagam”

Critérios para escolher um papel

Eu leio o roteiro e vejo se a história tem apelo para mim e vejo se o personagem é complexo ou se eu posso torna-lo mais complexo. Esta é minha primeira regra.

Próximos projetos

Eu estou realmente mergulhando na produção agora porque quero contar mais histórias com vozes femininas na frente e atrás das câmeras. Vai sair um filme com Viola Davis agora. Essa é minha meta agora. Fazer TV e cinema com personagens femininas fortes.

 

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 08:30

Featurette de “Quando as Luzes se Apagam” destaca como medo do escuro move a trama

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

James Wan, o homem por trás de produções como “Jogos Mortais” e “Invocação do Mal”, apresenta um novo conto macabro de terror. “Quando as Luzes se Apagam”, que estreia nos cinemas brasileiros em 18 de agosto, conta a história de uma entidade que se abriga no escuro.

Teresa Palmer vive Rebecca, que depois que seu irmão começa a dormir na escola por passar a noite em claro, se vê impelida a confrontar a mãe, com quem tem uma relação para lá de conflituosa. Há algo na casa dela que ganha vida na escuridão e é justamente esse enfrentamento que Rebecca queria evitar.

No vídeo abaixo, Wan, que é produtor do filme, o elenco e o diretor David F. Sandberg comentam sobre o filme e explicam como o mote do medo do escuro, um temor universal – principalmente na infância -, serve à trama de “Quando as Luzes se Apagam”.

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Diretores, Filmes, Notícias | 05:30

“Tungstênio” será o novo filme de Heitor Dhalia

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O cineasta Heitor Dhalia (Foto: divulgação)

O cineasta Heitor Dhalia
(Foto: divulgação)

O cineasta Heitor Dhalia se prepara para começar as filmagens de “Tungstênio”, seu novo longa-metragem. Com produção da Paranoid e coprodução da Globo Filmes, o filme é baseado no livro homônimo de história em quadrinhos de Marcello Quintanilha, publicado pela editora Veneta, o qual já foi premiado por unanimidade no Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême, na França, na categoria thriller.

“Tungstênio” trará quatro personagens para o centro da narrativa: um policial, que atua movido por seus instintos, sua esposa, que está decidida a separar-se, um pequeno traficante, cujo principal interesse é sobreviver mais um dia, além de um ex-sargento do exército, saudoso de sua vida na caserna.

Diante desse cenário, os protagonistas se verão imersos em uma trama aparentemente banal, mas cuja escalada em tensão os conduzirá à negação dos próprios sentimentos. Em uma busca desenfreada por escolher os caminhos que lhes pareçam mais corretos, os personagens inevitavelmente enfrentarão conflitos pessoais diante da impossibilidade de seguir à risca suas escolhas racionais.

As filmagens estão agendadas para novembro desse ano e as locações serão na Bahia.

O livro de Marcello Quintanilha, que é considerado um dos principais quadrinistas brasileiros, será adaptado para o cinema pelos roteiristas Marçal Aquino e Fernando Bonassi. O projeto de Heitor Dhalia conta ainda com a consultoria artística de Guel Arraes.

Diretor de filmes como “À Deriva”, “O Cheiro do Ralo” e “Serra Pelada”, paralelamente ao novo longa, Dhalia já tem outro projeto em andamento. Trata-se do filme “O Diretor”, que retratará o envolvimento de um renomado e polêmico diretor de teatro com uma jovem e bonita atriz, durante a remontagem da peça “Hamlet”, de Shakespeare. O longa trará à tona questões como abuso, assédio, difamação e, principalmente, o limite entre o desejo e a ética.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 21:36

Warner quebra a banca com nomes de peso na versão feminina de “Onze Homens e Um Segredo”

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Foto: montagem sobre reprodução

Foto: montagem sobre reprodução

“Caças-Fantasmas”, refilmagem do clássico oitentista com mulheres à frente do elenco, como já era esperado pela Sony, fracassou. O prejuízo, segundo projeções de analistas da indústria, deve ficar entre US$ 70 e US$ 100 milhões. Esses valores inviabilizam uma sequência e enquanto muitos podem se perguntar sobre a viabilidade de grandes elencos femininos à frente de blockbusters americanos, a Warner provê uma resposta, no mínimo, empoderada.

O estúdio divulgou nesta quarta-feira (10) o elenco completo de “Ocean´s Ocho”, versão feminina de “Onze Homens e um Segredo”. Sandra Bullock, Cate Blanchett e Helena Boham Carter já estão confirmadas no elenco. Nesta quarta foi vez de Anne Hathaway, Rihanna, Mindy Kaling e Awkwafina serem confirmadas.

Trata-se de um elenco com nomes fortes e que faz frente à versão masculina que tinha George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon como principais pilares. Clooney, aliás, é cotado para fazer uma ponta no filme, já que a personagem de Sandra Bullock seria sua irmã – daí o Ocean do título.

Não deixa de ser um gesto corajoso, e significativo, da Warner de anunciar o fechamento do elenco do filme que será dirigido por Gary Ross (“Jogos Vorazes”) no mesmo dia em que a notícia do balanço de “Caça-Fantasmas” ganha destaque na mídia especializada.

Com três atrizes oscarizadas e duas cantoras de sucesso, além do pedigree da franquia que já foi encabeçada por Frank Sinatra e George Clooney, a Warner entra em campo para mudar a percepção que talharam de “Caça-Fantasmas”. De que apostar em mulheres à frente de versões alternativas de blockbusters é um mau negócio.

 

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segunda-feira, 1 de agosto de 2016 Filmes, Notícias | 16:59

“A Loucura entre Nós” reflete sobre os limites entre loucura e normalidade

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A loucura“A Loucura entre Nós” tem um objetivo tão nobre quanto complexo. Refletir sobre as fronteiras da normalidade. Tatear as diferenças, sejam elas sutis ou abissais, entre o que é “normal” e o que é “loucura”.

O filme acompanha pessoas que tentam se reintroduzir no tecido social após experiências em hospitais psiquiátricos.

“A Loucura entre Nós” é o primeiro longa metragem da diretora Fernanda Fontes Vareille e terá sua estreia nacional nesta quinta-feira (4) em Salvador, Rio de janeiro e São Paulo, seguindo para mais dez cidades nas semanas seguintes: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Niterói, Porto Alegre, Recife e São Luís.

Leonor e Elisângela, duas mulheres de realidades sociais bem distintas, são as personagens do filme. Ao dar voz àqueles que, muitas vezes, compõem uma parcela da população negligenciada, a obra abre ao público um universo novo e cheio de contradições. O filme divide suas cenas entre as ruas da capital baiana e a realidade entre muros, salas e portões do Hospital Juliano Moreira. Neste último, uma equipe enxuta de quatro pessoas filmou em clima de imersão.

Extremamente generosas com a câmera, as personagens têm muito a dizer e despem-se completamente para o olhar do público, revelando muitas coisas que, ainda hoje, permanece como tabu quando se fala de questões envolvendo o sofrimento mental.

Ao mostrar o exato momento em que um grupo de pessoas sai do hospital para conquistar autonomia nas suas relações com suas famílias – e com a própria cidade – o filme dialoga também com questões absolutamente contemporâneas em relação à reforma psiquiátrica e a luta antimanicomial no Brasil.

Confira abaixo uma entrevista com a diretora do filme

Entrevista com Fernanda Vareille from Aguas de Março Filmes on Vimeo.

 

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quinta-feira, 28 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 06:00

“Meus heróis são sempre pessoas que se sentem excluídas”, diz J.K Rowling

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

Em vídeo inédito de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, a escritora e roteirista do filme J.K. Rowling fala sobre a essência e construção do personagem Newt Scamander e porque ele pode ser considerado um novo herói para uma nova era. Eddie Redmayne, que interpreta Newt, também comenta sobre a história de seu personagem. “Ele se sente mais à vontade com essas criaturas do que com seres humanos”, observa o ator vencedor do Oscar por “A Teoria de Tudo”.

“Animais Fantásticos e Onde Habitam” começa em 1926, quando Newt Scamander acabara de concluir uma exploração mundial para encontrar e documentar uma extraordinária variedade de criaturas mágicas. Chegando em Nova York para uma breve escala, ele poderia ter passado por ali sem qualquer incidente… se não fosse por um Não-Maj (o nome americano para “Trouxa”) chamado Jacob, uma maleta mágica extraviada, e a fuga de alguns dos animais fantásticos de Newt, que poderiam causar problemas para os mundos dos bruxos e o dos Não-Maj.

Leia mais: “Animais Fantásticos e Onde Habitam” leva magia à Comic-Con 2016

O filme marca a estreia de J.K. Rowling como roteirista e estreia no Brasil em 17 de novembro.

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terça-feira, 26 de julho de 2016 Notícias | 21:17

Mostra em São Paulo destaca cinema de afirmação da africanidade

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Cena do filme “O negro da senzala ao soul” , uma das atrações da mostra  (Foto: divulgação)

Cena do filme “O negro da senzala ao soul” , uma das atrações da mostra
(Foto: divulgação)

A 12ª edição da Mostra Internacional do Cinema Negro está em cartaz em São Paulo até o dia 29 de julho e destaca produções brasileiras como “O negro da senzala ao soul” (1977), “Casa Grande & Senzala” (1995), “Raça Negra” (1974), “Arte pirulitar” (2016), “Carnaval em Lá Maior” (1955), “Suzana e o presidente” (1951) e do Reino Unido, como “Abbey Community Centre, 40 years” (2016) e “A place called home…challenging perceptions and changing realities” (2015).

“O evento tem o objetivo de divulgar a dimensão pedagógica do cinema negro, contribuindo em favor da construção da imagem de afirmação positiva da africanidade”, afirma o cineasta, antropólogo e curador da Mostra, Prof. Celso Luiz Prudente, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O engenheiro brasileiro Paulo Rufino, radicado em Londres, assistiu à curadoria.
A exibição dos filmes ocorre na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso de Lima (na rua Henrique Schaumann, 777) e no Memorial da América Latina (av. Auro Soares de Moura Andrade, 664). Em todas as exibições, a entrada é gratuita.

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sábado, 23 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 19:41

“Kong: A Ilha da Caveira” ganha primeiro trailer legendado

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Foto: divulgação

Foto: divulgação

A Warner Bros teve um dos painéis mais concorridos da Comic-Con de San Diego em 2016 e, entre muitas novidades, o estúdio apresentou em primeira mão o trailer de “Kong: A Ilha da Caveira”. O filme é uma prequela do clássico de 1933 refilmado por Peter Jackson em 2005 e tem como objetivo mostrar as origens do maior monstro do cinema, o gorila gigante Kong.

Tom Hiddleston (“Os Vingadores”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Homem de Ferro”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton: A História da N.W.A”) e John C. Reilly (“Chicago”) estão no elenco. Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, a produção chega aos cinemas nacionais em 9 de março de 2017.

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