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terça-feira, 12 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 17:42

Divulgado primeiro making of de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho

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Sonia Braga em cena de "Aquarius" (Foto: divulgação)

Sonia Braga em cena de “Aquarius”
(Foto: divulgação)

Acaba de ser divulgado o primeiro vídeo com imagens dos bastidores e curiosidades sobre as filmagens de “Aquarius”, segunda longa-metragem do cineasta Kleber Mendonça Filho. A produção filmou em Recife entre agosto e setembro de 2015, durante oito semanas.

Este é o primeiro de uma série de cinco vídeos, que serão divulgados até a estreia  comercial do longa, no dia 1º de setembro.  No material promocional ficamos sabendo que o filme conta com 42 personagens e que nas 12 de semanas de produção foram consumidas 850 horas de trabalho. “Aquarius” teve sua estreia mundial na França, como parte da seleção oficial competitiva do festival de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Sydney há uma semana. O longa também estará no próximo mês no Festival de Karlovy Vary (na República Tcheca), no Festival Internacional de Cinema da Nova Zelândia, e no Festival Internacional de Cinema de Melbourne; e em agosto, no Festiva de Sarajevo, na Bósnia.

O longa apresenta a história de Clara (Sonia Braga), uma escritora e jornalista aposentada, moradora do edifício Aquarius, último de estilo antigo na beira mar do bairro de Boa Viagem, no Recife. Dona de um apartamento repleto de discos e livros, ela precisa lidar com as investidas de uma construtora que pretende demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento. Também estão no elenco Maeve Jinkings (“O Som ao Redor”), Irandhir Santos (“O Som ao Redor”), Humberto CarrãoZoraide ColetoCarla Ribas (“A Casa de Alice”), Paula de RenorFernando Teixeira (“Baixio das Bestas”), Barbara ColenDaniel PorpinoJulia Bernat (“Aspirantes”), Pedro Queiroz, entre outros.

A distribuição da fita no Brasil compete à Vitrine Filmes.

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Atrizes, Notícias | 17:06

Deixe-se apaixonar por Kate McKinnon

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A atriz em cena de "Caça-Fantasmas" que estreia na próxima quinta-feira (14) (Foto: Divulgação)

A atriz em cena de “Caça-Fantasmas” que estreia na próxima quinta-feira (14)
(Foto: Divulgação)

O ano de 2016 é dela. Não importa o que já foi dito, Kate McKinnon merece que 2016 seja só dela. Quem acredita que mulher não leva jeito para o humor certamente não conhece a atriz e comediante egressa do celeiro da comédia norte-americana chamado “Saturday Night Live”.

“Se me pedirem para beijar alguém em cena, eu ficaria muito desconfortável”, disse certa vez. “Mas eu lambo qualquer parte do seu rosto”. Essa imprevisibilidade charmosa, esse postura insinuante são características que podem ser testemunhadas em sua atuação em “Caça-Fantasmas”, principal estreia desta quinta-feira (14) nos cinemas do Brasil.

McKinnon construiu uma carreira sólida na cena de comédia dos EUA. Além do SNL, já marcou presença nas comédias televisivas “The Simpsons” e “Family Guy”. No cinema, atuou em “Irmãs” e “Ted 2”. O fato de estar no radar de gente como Tina Fey, Amy Poehler e Seth MacFarlane diz muito sobre o potencial e o talento da atriz que em 2016 ainda esteve creditada nas animações “Angry Birds” e “Procurando Dory”. Isso tudo antes de “Caça-Fantasmas”.

O filme de Paul Feig tem tudo para ser a melhor das vitrines para McKinnon. Ela rouba a cena e se assevera como a melhor coisa de um filme cheio de pontos positivos. Não é qualquer um que pode roubar a cena de comediantes mais estabelecidas como Melissa McCarthy e Kristen Wiig, que inclusive dispõem de mais tempo em tela.

Dê a uma chance a você mesmo e conheça a mulher que merece- e provavelmente vai – povoar os seus sonhos. O resto é balela.

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sábado, 9 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 07:30

“Este é um épico em todos os sentidos”, diz protagonista de “Ben-Hur”

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Divulgação

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No papel de Judah BenHur, o britânico Jack Huston protagoniza a nova versão do épico “BenHur”, com estreia marcada para 18 de agosto nos cinemas brasileiros. Em vídeo divulgado pela Paramount, ele fala sobre a saga que o personagem é obrigado a enfrentar. No filme, inspirado no livro de Lew Wallace, Judah é injustamente acusado de traição e sobrevive a anos de escravidão para se vingar de seu próprio irmão Messala (Toby Kebbell), responsável por sua condenação. Ao recuperar sua liberdade, Judah se tornar um exímio competidor de corrida de bigas e encontra a chance de enfrentar seu traidor na arena.

“Este é um épico em todos sentidos que você possa imaginar”, observa Huston que se diz honrado de assumir o papel já defendido por Charlton Heston no cinema.

Dirigido por Timur Bekmambetov (de “Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros”)  o filme também traz no elenco Rodrigo Santoro (Jesus Cristo), Morgan Freeman (Sheik Ilderim), Nazanin Boniadi (Esther), Sofia Black (Tirzah), Ayelet Zurer (Naomi), Moises Arias (Gestas) e Pilou Asbæk (Pôncio Pilatos).

Santoro e Huston vem ao Brasil no início de agosto para divulgar o filme e, claro, o Cineclube vai acompanhar tudo de muito perto.

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quarta-feira, 6 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 20:32

Cinema norueguês contemporâneo ganha mostra em São Paulo com sessões gratuitas

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Cena do filme "Eu Sou Sua", um dos destaques da mostra (Foto: divulgação)

Cena do filme “Eu Sou Sua”, um dos destaques da mostra
(Foto: divulgação)

Entra em cartaz nesta quinta-feira (7) na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, uma mostra que celebra o cinema norueguês contemporâneo. Fruto de parceria entre a Cinemateca Brasileira e a embaixada da Noruega, a mostra se estende até o dia 17 de julho.

O evento propõe-se revelar a filmografia atual do país, com títulos produzidos nos últimos anos, grande parte deles ainda inéditos no circuito comercial da cidade. Entre os destaques estão “Kon-Tiki”, de Joachim Rønning e Jesper Sandberg, sucesso em festivais recentes, “Victoria”, de Torun Lian, adaptação do romance homônimo de 1898, do vencedor do Prêmio Nobel, Knut Hamsun, os dramas teens de “Beije-me, cacete!”, de Stian Kristiansen, o juvenil “Amor de verdade”, de Anne Sewitsky e os documentários “Que se ouça o grito”, de Dheeraj Akolkar, “Parentes são eternos”, de Frode Fimland e “Corações valentes”, de Kari Anne Moe.

Todas as sessões têm entrada franca. É possível obter mais informações e conferir a programação completa da mostra no site da Cinemateca.

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quinta-feira, 30 de junho de 2016 Filmes | 07:00

Clássico instantâneo, “O Diabo Veste Prada” comemora dez anos de seu lançamento no cinema

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Atriz tarimbada e premiada, Meryl Streep viveu sua primeira personagem francamente pop no filme (Fotos: Divulgação)

Atriz tarimbada e premiada, Meryl Streep viveu sua primeira personagem francamente pop no filme
(Fotos: Divulgação)

Nesta quinta-feira (30) completam dez anos do lançamento de “O Diabo Veste Prada” nos cinemas dos Estados Unidos. No Brasil, o filme dirigido por David Frankel seria lançado apenas em 22 de setembro.

Incensado imediatamente ao culto fashion, o filme deu a Meryl Streep uma das personagens mais marcantes de sua carreira, a cruel Miranda Priestly, decalcada da editora megera da Vogue Anna Wintour.

O filme, uma adaptação da obra homônima de Lauren Weisberger, arrecadou mais de US$ 320 milhões nas bilheterias garantindo-se como um dos hits do ano nos cinemas e é frequentemente escalado para a Sessão da Tarde da Globo.

Anne Hathaway, em seu primeiro protagonismo fora da série “O Diário da Princesa”, é Andy Sachs, egressa da faculdade de jornalismo com os sonhos que todo universitário – especialmente aqueles que fazem jornalismo – carregam na bagagem. Ela vai fazer um estágio com Miranda na revista de moda Runaway e aos poucos vai ganhando perspectiva na vida e na carreira.

“O Diabo Veste Prada” sobrevive ao hype e é um exercício interessante revisitá-lo neste seu aniversário de dez anos. Trata-se de um filme muito sensível sobre ritos de amadurecimento. Além de prover um minucioso retrato da oposição entre o ideário do jornalismo e à prática dele.

“O diabo Veste Prada” marcou o começo da democratização da moda (o fast fashion) na esteira das redes sociais e do reality show “Project Runaway” que começou dois anos antes. O timing também foi perfeito para as atrizes que o estrelaram. Anne Hathaway se firmou como uma estrela em ascensão a qual os estúdios poderiam apostar, Emily Blunt aconteceu e Meryl Streep voltou ao Oscar, a qual não concorria há inacreditáveis quatro anos, com sua personagem mais comercial. Aos 57 anos, Streep era um ícone pop.

Emily Blunt e Gisele Bündchen: ótimas tiradas , piadas internas e algum sarcarsmo

Emily Blunt e Gisele Bündchen: ótimas tiradas , piadas internas e algum sarcasmo

“Eu nunca imaginei que as minhas falas neste filme seriam citadas para mim todas as semanas da minha vida”, confessou Blunt em recente entrevista à Variety por ocasião dos dez anos do filme.

Para o papel de Anne Hathaway foram testadas as atrizes Rachel McAdams (“Spotlight – Segredos”) e Juliette Lewis (“Cabo do medo”). Ela acabou sendo escolhida por causa do instinto do diretor que “a via como uma boa Andy”. Hollywood tem seus caprichos e eles, as vezes, dão muito certo.

Para além dos figurinos exuberantes, da trilha sonora pop, com Lily Allen, U2, Madonna e Alanis Morissette, “O Diabo Veste Prada” pertence àquela estirpe de blockbusters com alma que Hollywood entrega de quando em quando.

Com excelentes coadjuvantes – Stanley Tucci é um deleite em cena -, boas participações especiais (como Gisele Bündchen) e sutilezas como a preocupação de Miranda com Andy e seu esforço para não se despir da carapuça de megera, o filme faz por merecer seu status na cultura pop. Vira e mexe se comenta sobre a possibilidade de uma sequência – um segundo livro foi publicado – mas a ideia nunca foi para frente. “Eu acho que esse já atingiu a nota certa”, disse Anne Hathaway em entrevista recente sobre a possibilidade de um “O Diabo Veste Prada 2”. “É melhor deixar como está”.

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terça-feira, 21 de junho de 2016 Notícias | 22:56

Público brasileiro garante maior bilheteria de abertura de “Como Eu Era Antes de Você” no mercado internacional

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Foto: divulgação

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“Como Eu Era Antes de Você” alcançou mais um recorde em seu final de semana de abertura. Além de liderar a bilheteria nacional em seu primeiro final de semana em cartaz, no Brasil o longa conquistou a maior abertura dentre todos os mercados internacionais (que exclui os Estados Unidos), arrecadando R$11,5milhões e levando cerca de 754 mil pessoas aos cinemas.

A marca alcançada pelo público brasileiro impressiona, pois “Como Eu Era Antes de Você” ficou a frente do Reino Unido, terra natal da escritora Jojo Moyes e do casal de protagonistas Emilia Clarke e Sam Claflin.

Até o momento, contando com as pré-estreias realizadas, o filme já soma R$15.336.458 milhões e levou 1,070,331 pessoas ao cinema

NervePrimeira produção nacional da Diamond Films

“Pequeno Segredo” (Little Secret, Brasil/Nova Zelândia, 2016), primeiro filme nacional da Diamond Films Brasil, chega aos cinemas de todo o País no dia 10 de novembro. Dirigido por David Schurmann (“O Mundo em Duas Voltas”), o longa metragem de ficção também tem previsão de lançamento em toda a América Latina.

O filme revela a força do amor no destino de duas famílias. Ao adotar Kat, o casal Schurmann convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção. A família é internacionalmente reconhecida por suas travessias ao redor do mundo a bordo de um veleiro.

Verdade ou desafio do mal

Com estreia marcada para 25 de agosto, “Nerve – Um Jogo Sem Regras”, traz Emma Roberts é uma estudante do ensino médio que não gosta de chamar atenção e sonha com o dia em que entrará na faculdade. Mas, cansada de ser vista como a garota que não se arrisca na vida, ela decide participar do jogo online “Nerve – Are you a Watcher or a Player?” (Você é um observador ou um jogador?). Para a surpresa de todos, ela escolhe ser jogadora, acreditando ser um jogo inofensivo, até descobrir que todos os seus passos e atos são vistos e manipulados por uma comunidade anônima de hackers.

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quinta-feira, 16 de junho de 2016 Filmes, Notícias | 17:47

Em cena inédita de “Julieta”, protagonista desiste de se mudar para Portugal para reencontrar a filha

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Anos depois de perder o marido e de ser abandonada pela filha Antía (Priscilla Delgado), Julieta (Emma Suaréz) decide seguir sua vida ao lado de Lorenzo (Dario Grandinetti). Mas, prestes a se mudar para Portugal com o novo companheiro, a personagem volta a ter esperanças ao receber novas pistas do paradeiro de Antía. Esta é a cena que a Universal Pictures, que distribui o filme no Brasil, liberou nesta quinta-feira (16).

Com a maternidade como ponto de partida, o drama aborda temas densos como destino e complexo de culpa, destaca o mistério que nos leva a abandonar quem amamos e a deletar pessoas de nossas vidas como se elas não tivessem deixado alguma lembrança. Baseada em três contos da escritora canadense Alice Munro, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2013, a produção conta com as atrizes Adriana Ugarte e Emma Suárez, que interpretam Julieta em duas fases da vida.

Vigésimo filme dirigido por Pedro Almodóvar, o longa ainda traz Michelle Jenner, Rossy de Palma, Inma Cuesta, Daniel Grao no elenco. A estreia nacional é em 7 de julho.

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quarta-feira, 15 de junho de 2016 Filmes, Notícias | 22:54

“Cinema Novo”, de Eryk Rocha, chega aos cinemas brasileiros em novembro

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“Cinema Novo”, que recebeu o prêmio L’Œil d’or  (Olho de Ouro) de Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016, finalmente sua estreia no Brasil confirmada. O longa chega aos cinemas em novembro.Distribuído por aqui pela Vitrine Filmes, o longa segue carreira festivais afora. A  próxima parada será em Munique.

A  revista francesa Cahiers Du Cinéma publicou recentemente uma crítica do documentário, ressaltando o caráter atual do movimento latino -americano: “O Cinema Novo é o cinema do futuro:  Eryk Rocha restitui a força criativa, a energia incandescente, o desejo e a paixão de um movimento que nunca deixou de ser contemporâneo”.

“Cinema Novo” é um ensaio poético que investiga um dos principais movimentos cinematográficos latino-americanos, através do pensamento e fragmentos de filmes dos seus principais autores. O filme mergulha na aventura da criação de uma geração de cineastas que inventou uma nova forma de fazer cinema no Brasil – a partir de uma atitude política que juntava arte e revolução – e que tinha como desejo um cinema que tomasse as ruas e fosse ao encontro do povo brasileiro.

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Filmes, Notícias | 22:17

“Jason Bourne” ganha cartaz nacional e featurette bombástico sobre o passado do personagem

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BourneFaltando pouco mais de um mês para a estreia de “Jason Bourne” , que marca o retorno de Matt Damon à franquia, a Universal divulgou o cartaz nacional do filme e liberou um featurette que explica como Bourne se alistou para a CIA e deixa claro toda a raiva que o agente experimenta ao descobrir que foi manipulado desde o princípio e que a agência pode estar por trás até mesmo da morte de seu pai.

Com direção de Paul Greengrass, responsável por “Supremacia Bourne” e “O Ultimato Bourne”, o longa contará novamente com a participação da atriz Julia Stiles, em um elenco que conta ainda com Tommy Lee Jones e Vincent Cassel.

A estreia está agendada para o dia 28 de julho.

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terça-feira, 14 de junho de 2016 Filmes, Notícias | 18:15

Argentino “Paulina”, que estreia nesta quinta-feira (16), expande debate sobre cultura do estupro

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Foto: divulgação

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Nesses tempos em que o debate sobre a cultura do estupro polariza a atenção da opinião pública, um filme como “Paulina”, de Santiago Mitre, é um elemento valoroso de reflexão. Protagonizado por Dolores Fonzi (“O Crítico” e “Truman”), a produção estreia no dia 16 de junho nos cinemas brasileiros com distribuição da Esfera Filmes.

A história é um remake do longa argentino “La Patota”, dirigido por Daniel Tinayre em 1961 e acompanha Paulina, uma professora violentada por um grupo de rapazes. “Não tinha assistido à versão original até que eles me disseram para trabalhar em sua adaptação. Vi o filme uma vez e decidi nunca mais assisti-lo: uma vez fora o suficiente”, explica Mitre. “Havia algo no personagem de Paulina que me deu um estalo, me colocou em apuros. No início, tentei compreendê-la, e logo percebi que era impossível, que não tinha que entender Paulina, e que justamente aí estava o que me interessava nessa história. Paulina é movida por uma força de sobrevivência que beira o irracional e essa força é o que move o filme, que nos arrasta junto com ele”.

O filme foi o vencedor do Grande Prêmio da Semana da Crítica no Festival de Cannes e da Mostra Horizontes Latinos no Festival de San Sebastián em 2015 e foi exibido na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Depois de estudar e se formar em Direito na cidade de Buenos Aires, Paulina retorna a sua cidade, Posadas, na divisa entre Argentina e Paraguai. Apesar de ter uma carreira promissora pela frente, escolhe ir atrás de suas convicções. Mas ela não imaginava o preço que teria que pagar.

A atriz Dolores Fonzi, que interpreta Paulina, tem sido elogiada por sua atuação pela crítica especializada. Para escrever a cena de violência o diretor conversou com diversas mulheres que trabalham dando assistência psicológica a mulheres vitimas de violência.

 

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