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Posts com a Tag Para sempre Alice

sexta-feira, 10 de junho de 2016 Sem categoria | 16:30

Boas opções de filmes para assistir nos cinemas e em casa

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Mês da diversidade sexual com bons filmes

Em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBT, comemorado no dia 28 de junho, o canal Max prepara uma programação exclusiva. Os filmes “Gerontofilia”,” Ludwig Segundo”, “O Casamento Gay em Julgamento”, “Irmãos Desastre”,” Café da Manhã em Plutão”, “ O Amor É Estranho” e “Tom na Fazenda” prometem agradar aos mais diferentes gostos. São sete histórias carregadas de romance, drama e comédia.

Mais informações podem ser conferidas no site do canal (WWW.hbomax.tv)

Para Sempre Alice estreia na HBO

O filme que rendeu um merecido e adiado Oscar a Julianne Moore, “Para Sempre Alice”, finalmente estreia na TV por assinatura. O premiado drama estreia na HBO no sábado (25). Confira a crítica do Cineclube aqui.

O maior mito fashion devassado

Foto: divulgação

Foto: divulgação

O documentário “Kate Moss”, dirigido por Peter Tarshis em 1990, retrata a trajetória de vida e a carreira da supermodel inglesa Kate Moss, que teve seu rosto associado com as grandes grifes como Gucci, Calvin Klein, Cavalli, Dolce & Gabbana, Louis Vitton e YSL. Ela foi capa de grandes revistas de moda e beleza, além de ditar as principais tendências da moda. A produção mostra a inglesa aos 30 anos, já como mãe e segunda modelo mais bem paga da indústria da moda.

Bio Arte 1

Dia 12/6 às 21h

Fim de semana de romance

Para capitalizar em cima do fim de semana do dia dos namorados, a Warner Bros. Pictures programou pré-estreias pagas de “Como Eu Era Antes de Você”, em cinemas de todo o país, entre hoje e o dia 12 de junho. O longa, baseado no best-seller de Jojo Moyes, leva para as telonas uma história de amor que promete emocionar a todos.

Louisa “Lou” Clark (Emilia Clarke) vive em uma pitoresca cidade de campo inglesa. Sem direção certa em sua vida, a criativa e peculiar garota de 26 anos vai de um emprego a outro para tentar ajudar sua família com as despesas. Seu jeito alegre, no entanto, é colocado à prova quando enfrenta o novo desafio de sua carreira.

Ao aceitar um trabalho no “castelo” da cidade, ela se torna cuidadora e acompanhante de Will Traynor (Sam Claflin), um banqueiro jovem e rico que se tornou cadeirante após um acidente ocorrido dois anos antes, mudando seu mundo dramaticamente em um piscar de olhos. Não mais uma alma aventureira, mas o agora cínico Will, está prestes a desistir. Isso até Lou ficar determinada a mostrar a ele que a vida vale ser vivida. Embarcando juntos em uma série de aventuras, Lou e Will irão obter mais do que esperavam e encontrarão suas vidas — e corações — mudando de um jeito que não poderiam ter imaginado.

Mais romance no fim de semana com comédia indie

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Já está em cartaz nos cinemas de São Paulo, Santos, Barueri, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Porto Alegre,Belo Horizonte, Fortaleza, Brasilia, Salvador, Recife e João Pessoa a comédia “Casamento de Verdade”, que traz a outrora estrela em ascensão Katherine Heigl de volta à tela grande. A produção acompanha a relação dela com a personagem de Alexis Bledel e de como a decisão das duas de trocar votos e alianças afeta a família delas.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Críticas, Filmes | 18:24

“Para sempre Alice” provoca emoção com dignidade sem abdicar de fórmulas

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Como esperado e criticado por muitos, “Para sempre Alice” (Still Alice, EUA, 2014) é um filme formulaico e repleto dos clichês que fizeram a fama do subgênero “filme sobre doenças”. Contudo, é, também, um filme de honestidade rara. O aparente paradoxo só é possível porque há um cuidado muito grande por parte da realização com o que se coloca na tela. Não são os clichês que validam o filme e sim o trabalho sensível do elenco, em especial da protagonista Julianne Moore.

Em “Para sempre Alice”, Moore vive Alice Howland, doutora em linguística e referência na área que é acometida de uma precoce e rara manifestação do mal de Alzheimer. O filme de Richard Glatzer (morto pouco depois de ver Moore consagrada com o Oscar pelo papel) e Wash Westmoreland se ocupa de mostrar justamente a rotina opressiva, tanto para Alice como para sua família, que a doença impõe.

Conflitos familiares submergem ao Alzheimer em "Para sempre Alice" (Foto: divulgação)

Conflitos familiares submergem ao Alzheimer em “Para sempre Alice”
(Foto: divulgação)

Baseado no bom livro de Lisa Genova, o filme sublinha detalhes que realçam a tragédia experimentada por Alice. Primeiro por sofrer de um tipo de Alzheimer com ascendência genética e com grandes possibilidades de manifestação em seus filhos. Segundo porque por ter um intelecto avantajado, a deterioração da mente de Alice se dá de maneira mais rápida e, finalmente, a sensação de impotência é agravada por ser seu marido (Alec Baldwin) um médico pesquisador na área genética.

O grande trunfo do filme, no entanto, reside mesmo na maneira como Julianne Moore trabalha sua personagem. Seja na franqueza com que expressa seu desespero, mas também sua resiliência, em face de uma derrocada como a que se anuncia dia após dia. Seja na forma como torna física essa derrocada. Moore toma o filme sob suas asas na melhor concepção de filme de atriz e torna inquestionável o demorado Oscar que recebeu pelo trabalho.

O elenco reage à performance de Moore no mesmo compasso. Alec Baldwin merece elogios por trafegar entre a contenção e a catarse com habilidade e sutileza como parâmetros. Kristen Stewart, Hunter Parrish e Kate Bosworth, que interpretam os filhos, ajudam a dimensionar o aflitivo drama familiar.

A honestidade do registro se cristaliza nessa entrega do elenco e na candura com que a realização adorna a história de Alice. A arte de perder todos os dias, como Alice bravamente classifica em uma palestra para outras vítimas do Alzheimer, em uma das cenas capitais do filme, exige atenção às fórmulas, mas fundamentalmente requer desprendimento e disposição. Isso o filme tem de sobra e cativa justamente por isso.

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