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segunda-feira, 31 de agosto de 2015 Análises, Diretores | 17:48

Artesão do horror, Wes Craven pavimentou o gênero como o conhecemos hoje

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O cineasta entremeado pelas máscaras do assassino de "Pânico"

O cineasta entremeado pelas máscaras do assassino de “Pânico”

“Era uma combinação de um esperto comentário social, sustos e diversão. Tudo embalado em um ritmo novelesco com um mistério no ar”, afirmou o cineasta Wes Craven ao lançar “Pânico 4”, em abril de 2011, quando indagado sobre o por que de “Pânico” (1996) ter sido o hit que foi. Mais tarde, ele diria que a franquia  era o “Star Wars do terror”.

“Pânico 4” foi o último filme de Wes Craven, que morreu no último domingo (30) aos 76 anos, em decorrência de um câncer no cérebro.  O cineasta foi responsável por alguns dos principais alicerces do terror americano. Sem “Aniversário macabro” (1972), não existiria “Sexta-feira 13”, “O massacre da Serra elétrica” ou “Halloween”, para citar o conjunto mais emblemático dos slasher movies, gênero que pavimentou praticamente sozinho.  No início da década de 80 daria vida a um dos maiores ícones do horror moderno, o Freddy Krueger, de “A hora do pesadelo” (1984). “Quadrilha de sádicos” e “Convite para o inferno” também estão entre seus principais cartões postais.

Craven foi muito copiado tanto na década de 80, como nos anos 90 quando refundou o gênero na esteira do sucesso de “Pânico”, para todos os efeitos, sua grande obra-prima. Uma sátira poderosa do gênero e uma inteligente homenagem ao cinema como um todo, o filme se comunicou com toda uma geração de uma maneira que nenhuma outra produção na década foi capaz.

Filmes de qualidades distintas como “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”, “Lenda urbana”, entre outros tentaram capitalizar a onda iniciada pelo filme, roteirizado por Kevin Williamson. A própria equipe criativa sucumbira aos encantos do que haviam criado e entornaram o caldo em “Pânico 3” (2000).

Mestre e visionário, Craven não era infalível.  “A sétima alma”, seu último filme fora da franquia “Pânico”, é uma equivocada mistura de filme de serial killer com filme de fantasma. Ainda que tenha uma ou outra boa ideia diluída em um rio de mesmice.  “Amaldiçoados” (2005), que o uniu a Williamson fora do esquadro das histórias de Sidney Prescott (Neve Campbell) e “A maldição dos mortos-vivos” foram tentativas de se exercitar no gênero abraçando seres sobrenaturais como zumbis e lobisomens. Mas era na psicopatia que Craven prosperava e um de seus melhores e mais subestimados filmes não é exatamente um terror, mas um suspense de primeira linha com Cillian Murphy e Rachel McAdams. “Voo noturno” é daqueles filmes extremamente satisfatórios e envolventes. Murphy ficaria para sempre com a aura de psicopata em sua volta, um mérito de Craven que soube explorar o ator como poucos souberam.

O diretor com Neve Campbell e Skeet Ulrich no set de "Pânico" Fotos: montagem/divulgação

O diretor com Neve Campbell e Skeet Ulrich no set de “Pânico”
Fotos: montagem/divulgação

Craven também impressionou fora de sua zona de conforto. Escreveu e dirigiu “Música do coração”, que rendeu indicação ao Oscar a Meryl Streep. O filme mostrava uma professora de música que batalhava para ensinar violino para as crianças quando isto não era uma prioridade para ninguém. Nem para a escola, para os pais ou para as próprias crianças. A afetuosidade do registro rendeu novos admiradores ao cinema de Craven, que àquela altura tentava se desvencilhar do estigma de diretor de um gênero só.

Ele fez do então astro Eddie Murphy, um vampiro no Brooklyn no filme homônimo que não fez lá grande sucesso quando foi exibido nos cinemas, mas virou cult quando chegou ao home vídeo. Foi esse filme, aliás, lançado em 1995, que tarimbou o cineasta para realizar “Pânico”, que se notabilizaria pela eficácia com que agrega humor aos ingredientes do terror.

Produtor contumaz, estava envolvido com a adaptação de “Pânico” para a TV. Uma série baseada no filme está sendo exibida pela MTV americana.

Cinéfilo, costumava palpitar sobre cinema em sua conta no twitter. Há dois anos, elogiou efusivamente o filme “Invocação do mal”, de James Wan. E fez um diagnóstico. “Wan tem tudo para ser um dos grandes mestres do cinema de horror”. Após dirigir “Velozes e furiosos 7”, o malaio comandará “Aquaman” e parece propenso a dar um tempo para o cinema de ação. Mas na noite de domingo prestou sua homenagem ao mestre no Twitter. “Não acredito na notícia. Meu coração se comove com a partida de Wes Craven. Verdadeiramente uma de minhas maiores inspirações”.

O homem se vai, mas deixa uma obra de grande impacto e influência no cinema e naqueles que dele se alimentam. Deixa, além das saudades, a convicção de que transformou o gênero. Um epílogo que nem todos os cineastas podem ostentar.

“Se eu tiver que fazer o resto dos meus filmes no gênero (horror), não há problemas.  Se eu serei um pássaro engaiolado, cantarei a melhor canção que eu puder”.

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quinta-feira, 16 de julho de 2015 Atores, perfil | 21:08

Jamais houve super-herói como Paul Rudd

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Você já riu com ele. Muito. Paul Rudd é daqueles atores afáveis que melhoram qualquer filme. Não à toa, entrou meio que por osmose para a trupe de comediantes reunida pelo cineasta Judd Apatow que revolucionou o humor americano no começo da década passada com filmes como “O virgem de 40 anos” (2005).

Aos 46 anos, Paul Rudd está preparado para uma radical mudança de rumo. Ele é o protagonista de “Homem-Formiga”, o mais inusitado personagem das HQs da Marvel a ganhar os cinemas. E Rudd não é a mais inusitada das escolhas para vivê-lo, embora possa parecer em um primeiro momento.

O suplemento cultural do jornal New York Times deu capa para o ator no último fim de semana e veiculou uma matéria cujo principal objetivo era explicar o que define como “Ruddness”.  Conceito que tenta capturar a peculiaridade que torna Paul Rudd único.  Para tanto, além de sair para bater papo com o ator e prestigiar eventos culturais em sua companhia, o repórter do Times  fez uma minuciosa análise da carreira do ator e a confrontou com outros nomes egressos da  comédia, como Owen Wilson, Mark Rufallo e Matthew McConaughey.

Paul Rudd em cena de "Homem-Formiga": abraçando o estrelato  (Fotos: divulgação)

Paul Rudd em cena de “Homem-Formiga”: abraçando o estrelato
(Fotos: divulgação)

Jovial, sem ser pedante, estiloso, sem ostentar, bonito, sem se esforçar e genuinamente engraçado, Rudd convence em cena com uma organicidade incomum na Hollywood atual. Daí o fato da Marvel cacifar em cima de sua persona em uma jogada que encontra paralelo na aposta  bem-sucedida em Robert Downey Jr. para “Homem de Ferro” em 2008.

À Variety, Rudd disse entender a resistência de muitos a seu nome em um filme Marvel. “Grande parte da minha carreira foi fazendo comédias, sempre fui esse tipo de ator, então entendo perfeitamente. Interpretar um personagem dos quadrinhos é diferente de tudo que eu já fiz antes, e isso foi algo ótimo para mim”.

Entre o galã e o homem moderno

Rudd logo cativou uma parte do público ao estrelar em 1995 “As patricinhas de Beverly Hills” na pele do irmão postiço e potencial interesse romântico da personagem de Alicia Silverstone. A presença em filmes como “A razão do meu afeto” (1998), “Romeu + Julieta” (1996), “200 cigarros” (1999) e “Regras da vida” (1999) ajudou a estabelecer o status cult do ator.

Com Jennifer Aniston em "A razão do meu afeto"

Com Jennifer Aniston em “A razão do meu afeto”

Com Elizabeth Banks em "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço"

Com Elizabeth Banks em “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço”

Os anos 2000 o inseriu no “frat pack”, nome dado a este grupo que reunia estrelas da comédia em diversos filmes. Além dos irmãos Luke e Owen Wilson, Rudd tinha a companhia de figuras como Ben Stiller, Will Ferrell, Jack Black, Vince Vaughn, entre outros.

Mesmo nessas comédias cheias de “bromance”, da qual “Eu te-amo, cara”, em que estrelou em 2009 ao lado de Jason Segel é emblemático, o ator achava espaço para se exercitar como galã romântico em fitas como “Nunca é tarde para amar” (2007) ou dar vazão às angústias do homem moderno de 40 anos em “Bem-vindo aos 40” (2012).

“Homem-formiga” inaugura uma nova etapa na carreira do ator que também estará em “Capitão América 3: a guerra civil”, programado para 2016. Como novo integrante do universo Marvel, Rudd passa a ter responsabilidades de astro de cinema e na mesma entrevista a Variety revelou seu modelo. “Nós queríamos ter certeza de que o filme tivesse coração e fosse engraçado mesmo com toda a ação. Para me preparar, eu basicamente não comi nada por um ano. Eu usei o método de Chris Pratt para fazer um filme de ação. Eliminar tudo de bom por um ano para depois poder interpretar um herói”. A referência ao ator que ascendeu ao panteão dos astros do cinema com “Guardiões da galáxia” em 2014 não é acidental. Aceitar fazer parte de “Homem-formiga” foi uma aposta cheia de cálculo do ator que indubitavelmente acredita ser capaz de contaminar a Marvel com sua “Ruddness”.

Paul Rudd e seu bigode em "Tudo por um furo" (2013): levando Rudness à Marvel

Paul Rudd e seu bigode em “Tudo por um furo” (2013): levando Rudness à Marvel

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quinta-feira, 2 de julho de 2015 Atores, perfil | 18:50

Mais afável e cheio de energia, Arnold Schwarzenegger está de volta

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Exterminador - 1Para o bem ou para o mal, Arnold Schwarzenegger é a cara da franquia “O exterminador do Futuro”. Foi o primeiro filme que elevou o então fisiculturista austríaco que tentava emplacar carreira como ator de Hollywood ao panteão dos astros. “Conan – o bárbaro”, de John Milius, lançado em 1982, dois anos antes da obra-prima de James Cameron chegar aos cinemas, já chamava a atenção para aquele brucutu da Áustria de fala pouco compreensível e sotaque para lá de carregado.

O carisma de Schwarzenegger era tangível, mas foram os anos Reagan que lhe deram pujança e relevância em Hollywood. Rivalizando diretamente com Sylvester Stallone – que surfava no sucesso de Rocky Balboa, Schwarza – como é carinhosamente chamado pelos corredores da cinefilia – estrelou típicas produções oitentistas como “Inferno vermelho” (1988), “Comando para matar” (1985) e “O predador” (1987).

Ainda na década de 80, deu uma volta em Sly ao flertar de maneira bem sucedida com a comédia rasgada em “Irmãos Gêmeos” (1988), em que dividia a cena com Danny DeVitto.

No começo da década de 90, ninguém era tão popular como ele. Da ficção científica casca grossa “O vingador do futuro” (1990) à continuação de “O exterminador do futuro”(1991), passando pela comédia de apelo infantil “Um tira no jardim de infância” (1990), Schwarzenegger não era só implacável em suas escolhas na carreira, como era o cara certo nos filmes certos. Era difícil sair insatisfeito de um filme estrelado pelo ator.

Com escolhas duvidosas, mas financeiramente recompensadoras (“Batman & Robin”, “O último grande herói”) e outras certeiras (“True lies”, “Junior”, “O fim dos dias”), o austríaco dominou a década.

Os anos 2000, no entanto, trariam ventos de mudança para Schwarza. Depois de ganhar o primeiro cachê de U$ 30 milhões pago a um ator por um filme, no caso a segunda sequência de “O exterminador do futuro”, denominada “A rebelião das máquinas” (2003), ele assumiu o papel de “governator” e comandou o Estado da Califórnia por oito anos.

Republicano moderado e com governo elogiado por democratas convictos, Schwarzenegger se provou um sucesso eleitoral tão inesperado quanto astro de cinema de apelo mundial. Após o fim do segundo mandato e impossibilitado de mirar na presidência – a constituição americana veta a candidatura de não nascidos em território americano – o ator anunciou seu retorno ao cinema. “Os mercenários 2” (2012) – já havia feito uma ponta no primeiro – serviu de plataforma de lançamento. Solo, Schwarzenegger voltou em “O último desafio”, uma fita de ação eficiente em que o ator estendia a piada da idade que norteia a franquia “Os mercenários”.

Cheio de energia, o austríaco anunciou que retornaria aos dois papeis mais icônicos de sua carreira. O T-800 de “O exterminador do futuro” e Conan, em “A lenda de Conan”, prometido para 2017.

Schwarzenegger chora pela filha que vira zumbi em "Maggie", drama que estreou no festival de Tribeca: nova experimentação na carreira (Fotos: divulgação)

Schwarzenegger chora pela filha que vira zumbi em “Maggie”, drama que estreou no festival de Tribeca: nova experimentação na carreira
(Fotos: divulgação)

Com a aprovação de James Cameron, mas com críticas para lá de refratárias, “O exterminador do futuro: Gênesis” sela, na prática, o tão esperado retorno de Schwarzenegger. Ator que hoje se mostra mais afável em público do que outrora, faz uso ostensivo das redes sociais e parece entender melhor o jogo de celebridades.

Em um desses lances do destino, com o devido crédito ao excepcional trabalho de CGI (Imagem gerada por computador), o Schwarzenegger de hoje fica cara a cara com o Schwarzenegger de 1984.

Só o cinema para conceber retorno tão apoteótico.

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terça-feira, 3 de março de 2015 Atrizes, perfil | 07:30

A desconstrução de Kristen Stewart

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Kristen Stewart com o prêmio "César" conquistado no fim de fevereiro (Foto: Getty)

Kristen Stewart com o prêmio “César” conquistado no fim de fevereiro
(Foto: Getty)

Existem atores que abraçam a celebridade e existem atores que a rejeitam com todas as suas forças. No primeiro time podemos listar Jennifer Lawrence e George Clooney, dois expoentes bem sucedidos de celebridades midiáticas à vontade com a exposição e com o status que gozam no cinemão. De outro, temos figuras como Matthew McConaughey e Bradley Cooper, que se esforçam para se distanciar tanto dos papeis percebidos como frívolos tanto como da rotina dos tabloides.

Kristen Stewart já sinalizava se interessar por esse segundo grupo, mas seus movimentos recentes sugerem que ela já está jogando neste time.

Atriz precoce, aos dez anos já atuava em filmes como “Os Flinstones em Viva Rock Vegas” (2000) e “Encontros do destino”. Seu primeiro papel de destaque foi como a filha de Jodie Foster em “O quarto do pânico” (2002), suspense estiloso de David Fincher.

Em 2007, depois de fazer parte de outras produções típicas de Hollywood com papeis cada vez mais destacados como no terror “Os mensageiros” (2007) e no infantil “Zathura – uma aventura espacial” (2005), Stewart foi a filha de outra estrela de Hollywood: Meg Ryan, no filme “Eu e as mulheres”. Na produção ela se interessava pelo mesmo rapaz que sua mãe.

“Na natureza selvagem”, de Sean Penn, revelava uma Kristen Stewart senhora de seu talento. Em um papel pequeno, a atriz,  então com 17 anos, cativava e impressionava pela gravidade do registro. Mas aí veio “Crepúsculo” (2008) e toda uma febre que propulsou insegurança e celebridade no mesmo compasso. Além, é claro, de uma relação amorosa com seu colega de cena, Robert Pattinson, devassada em todos os níveis possíveis e imagináveis por um estrato da mídia cioso de escândalos e deslizes de toda sorte.

A franquia “Crepúsculo” ainda estava na ativa e a atriz já ensaiava uma mudança de rumo com filmes como “Férias frustradas de verão”, um romance indie, “Corações perdidos”, um drama pungente estrelado pelo saudoso James Gandolfini, “The runaways – as garotas do rock” e “Na estrada”, filme de Walter Salles sobre a icônica obra de Jack Kerouac. Ocorre que essas incursões de Stewart pelo cinema independente foram problemáticas. A atriz cativante e segura de si de “Na natureza selvagem” havia desaparecido. Estava ali uma celebridade querendo provar-se digna de tanto rebuliço. Stewart se não estava ruim em todos esses filmes, dava margem para a discussão. Ela precisava se desconstruir ainda mais. Precisava submergir em papeis não necessariamente desafiadores, mas que desconstruíssem sua celebridade. Essa oportunidade apareceu na forma do filme “Acima das nuvens”, pelo qual a atriz se tornou a primeira americana a vencer o César, prêmio máximo do cinema francês. Na obra de Olivier Assayas, ela vive a assistente de uma atriz em decadência (Juliette Binoche), que não somente vive uma relação ambígua com a atriz, como vive a disparar perolas sobre fama e celebridade, mundo ao qual acompanha com frenesi. Trata-se de um exorcismo metalinguístico patrocinado por um dos cineastas franceses mais interessantes da atualidade. Em 2014, a atriz contracenou ainda com outra atriz que goza de unanimidade, Julianne Moore, no premiado “Para sempre Alice”.  Importante para essa recodificação não é só escolher os papéis certos, mas os colaboradores corretos. Nesse aspecto, Kristen Stewart, agora aos 24 anos, tem acertado com louvor.

Kristen, aos 12 anos, ao lado de Jodie Foster em "O quarto do pânico"  (Foto: divulgação)

Kristen, aos 12 anos, ao lado de Jodie Foster em “O quarto do pânico”
(Foto: divulgação)

A atriz contracena com James Gandolfini em "Corações perdidos", mas não consegue esconder sua celebridade (Foto: divulgação)

A atriz contracena com James Gandolfini em “Corações perdidos”, mas não consegue esconder sua celebridade
(Foto: divulgação)

Entre seus próximos trabalhos se destacam “Equals” e “Anesthesia”, ambos com lançamento para 2015. O primeiro versa sobre um mundo futurista em que as emoções foram banidas. Trata-se de uma ficção distópica com ecos de Philip K. Dick. O segundo, um filme coral de Tim Blake Nelson, trata das consequências de um ataque brutal a um professor em um campus universitário.

Não obstante, a atriz foi confirmada no elenco do novo filme da cineasta Kelly Reichardt, ainda sem nome definido. A fita consistirá em uma série de vinhetas que giram em torno da vida dos moradores de uma pequena cidade de Montana. A atriz viverá uma advogada que assume um posto de professora disposta a vencer seu bloqueio para ensinar.

São escolhas de uma atriz e não de uma celebridade. Kristen Stewart talvez nunca se desligue por completo do status conquistado com “Crepúsculo”, mas certamente pode subvertê-lo a exemplo do que fez o hoje ganhador do Oscar Matthew McConaughey e alcançar a promessa ensejada pela aquela atuação tão cândida e tocante em “Na natureza selvagem”.

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