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quinta-feira, 9 de julho de 2015 Atores, Curiosidades, Listas | 09:00

Quem pode ser o jovem Han Solo no cinema?

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A Disney anunciou que o personagem imortalizado por Harrison Ford na trilogia clássica de “Star Wars” terá um filme para chamar de seu. Uma prequela, também conhecida como filme de origem, está a caminho e Solo será vivido por um ator mais jovem. Mas quem? A Disney anunciou que Christopher Miller e Phil Lord, do filme “Uma aventura Lego”, vão dirigir a produção programada para estrear em 2018. O processo de casting do jovem Han Solo está em pleno vapor e o Cineclube apresenta quem é que está na disputa.

Taron Egerton

Egerton

O jovem ator inglês seria um dos favoritos dos produtores. Egerton chamou atenção no início do ano ao estrelar o divertido “Kingsman – serviço secreto”. No filme de Matthew Vaughn, o ator provou levar jeito para ação sem descuidar do humor. Predicados indispensáveis para assumir o papel de Harrison Ford.

 

Evan Peters

Evan peters

Aos 28 anos, este americano de Missouri é apontado por parcela da crítica como um “jovem Johnny Depp”. Peters, cujo trabalho mais expressivo reside na série “American Horror Story” alia talento e carisma em uma proporção que justifica a comparação entusiasmada. Assumir o papel de Han Solo poderia testar a teoria na prática.

 

Dylan O` Brien

O brien

O jovem ator de “Maze Runner” e “Teen Wolf” já foi cotado para ser o novo Homem- Aranha e agora aparece na bolsa de apostas para viver a versão jovem de Han Solo. À Frente de uma franquia com apelo jovem, o segundo “Maze Runner” estreia no fim do ano, O` Brien poderia ser uma escolha mais segura do estúdio.

 

Garrett Hedlund

Fotos: divulgação e Details

Fotos: divulgação e Details

O americano de 30 anos é o mais viril e atlético dos candidatos aventados. De certa forma, sua persona encontra respaldo na figura de Han Solo e isso pode contar a seu favor. O ator também já estrelou um grande blockbuster da Disney, “Tron – o legado” (2010), e manda bem na hora de dramatizar como atestam suas participações em “Na estrada” (2012) e “Invencível” (2014).

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quarta-feira, 11 de março de 2015 Críticas, Filmes | 16:29

Divertido e reverente, “Kingsman- serviço secreto” já é um dos filmes do ano

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Matthew Vaughn dispensou a direção de “X-men: dias de um futuro esquecido” para rodar “Kingsman – serviço secreto” (EUA 2015). À época, ninguém entendeu muito bem a escolha e o diretor argumentou que viria uma série de sátiras de espiões nos próximos anos no cinema e que ele queria ser o primeiro. Essa primazia certamente dificulta a vida de quem vem depois, porque “Kingsman” é brilhante enquanto cinema, matador enquanto sátira, inebriante enquanto homenagem e delirante como entretenimento.

Com mais este acerto, além de se provar infalível até seu quinto filme, Vaughn apresenta algo tão original, cinéfilo e vigoroso quanto seu primeiro filme, “Nem tudo é o que parece”, fita de gângster surpreendente que revelou Daniel Craig.

“Kingsman” é irônico, cínico, violento , reúne todas os clichês que legitimam um bom filme de espião (dos gadgets a la James Bond ao vilão megalomaníaco) e Colin Firth. O ator imortalizado como o “tipo almofadinha” surge tão esnobe quanto seu Mark Darcy de “O diário de Bridget Jones”, mas tão letal e espirituoso como James Bond. É um hype e tanto que aumenta o prazer de se assistir ao filme.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Firth vive Harry Hart, um agente secreto do grupo que empresta nome ao filme.  Uma organização secular desvinculada de qualquer governo que zela pela ordem mundial.  São duas frentes que se desenvolvem no filme. A primeira diz respeito à escolha do novo membro para integrar o grupo e a escolha de Harry é Eggsy (interpretado pelo novato Taron Egerton), que começa a flertar com a delinquência juvenil. Eggsy competirá com outros jovens durante um treinamento intensivo pela única vaga aberta. De outro lado, Harry investiga um trilhardário das telecomunicações que pode estar ligado ao desaparecimento de políticos e celebridades. Valentine (Samuel L. Jackson) quer salvar o mundo. Extremamente preocupado com a causa ambiental, ele planeja dizimar grande parcela da população mundial para resolver o problema. Samuel L. Jackson cria um tipo inesquecível. Com língua presa e um guarda-roupa todo particular, Valentine não suportar ver sangue, mas está por trás de um plano para lá de violento para “salvar o mundo”. Jackson capricha na caricatura e abraça esse vilão que bebe da fonte da linguagem dos quadrinhos e acerta no mais inimaginável dos antagonistas de Bond. Não à toa, há um diálogo no filme que sublinha essa referência tão bem urdida por texto e ator.

Vaughn demonstra incrível esmero narrativo ao combinar todos os elementos de uma sátira assumida com a gramática de um filme reverente ao universo da espionagem, sem deixar de entregar um filme de espião bruto, inteligente e profundamente conectado com o espírito de seu tempo.

Podem vir outras sátiras e outras homenagens, e o ano de 2015 tem até mesmo o inimitável James Bond, mas dificilmente um filme sobre o universo da espionagem será tão esfuziante como “Kingsman”. Aquele tipo de filme tão bom, nos detalhes e no todo, que é possível se pegar salivando por mais quando os créditos sobem.

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