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sábado, 23 de julho de 2016 Filmes, Notícias | 19:41

“Kong: A Ilha da Caveira” ganha primeiro trailer legendado

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Foto: divulgação

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A Warner Bros teve um dos painéis mais concorridos da Comic-Con de San Diego em 2016 e, entre muitas novidades, o estúdio apresentou em primeira mão o trailer de “Kong: A Ilha da Caveira”. O filme é uma prequela do clássico de 1933 refilmado por Peter Jackson em 2005 e tem como objetivo mostrar as origens do maior monstro do cinema, o gorila gigante Kong.

Tom Hiddleston (“Os Vingadores”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Homem de Ferro”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton: A História da N.W.A”) e John C. Reilly (“Chicago”) estão no elenco. Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, a produção chega aos cinemas nacionais em 9 de março de 2017.

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quinta-feira, 26 de maio de 2016 Atores, Bastidores | 07:00

Disputa pelo posto de Daniel Craig como James Bond está mais acirrada do que nunca

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Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel (Foto: montagem sobre reprodução)

Tom Hiddleston, Idris Elba e Tom Hardy: favoritos para o papel
(Foto: montagem sobre reprodução)

Daniel Craig já bateu o pé e disse que não volta. Recentemente, o tabloide britânico Daily Mail noticiou que o ator rejeitara uma oferta de cerca de R$ 300 milhões para voltar a viver James Bond. Entre boatos, rumores e bastidores, é muito improvável que o astro britânico de 48 anos volte a viver o agente 007 no cinema.

Craig, e isso já foi dito fartamente, realocou o status de Bond no cinema e esteve à frente da safra de filmes mais lucrativa da franquia. Por estas razões, torna-se especialmente difícil substituí-lo. A caça, no entanto, já começou.

Idris Elba, um favorito dos fãs, é um nome ventilado há algum tempo. Recentemente o ator estrelou “Bastille Day”, um filme de espionagem britânico que muitos creem ter sido a formalização de sua candidatura ao posto de 007. Outro que apresentou uma credencial e tanto foi Tom Hiddleston. Mais conhecido por ser o Loki do universo cinematográfico da Marvel, o inglês impressionou na pele de um espião acidental na minissérie “The Night Manager”, adaptação da  obra de John le Carré pela BBC em parceria com o AMC. Barbara Broccoli, uma das principais produtoras do agente 007, já havia deixado escapar em uma entrevista que “conseguia ver Hiddleston” como James Bond. O ator desconversou, mas há muito buzz em torno de seu nome.

Leia também: O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

Jamie Bell como Bond: será? (Foto: reprodução/Interview)

Jamie Bell como Bond: será?
(Foto: reprodução/Interview)

Ele, porém, não está sozinho no rol das preferências de Broccoli. Novamente segundo o Daily Mail, Broccoli estaria sondando Jamie Bell, ele mesmo, o Billy Elliot, para assumir o papel. Ela é a produtora do filme “Film Stars Don´t Die in Liverpool”, estrelado por Bell, e teria ficado impressionada com o ator. Se confirmada essa opção, Bell, aos 30 anos, seria o ator mais jovem a assumir o papel. Seria um caminho ousado demais para se seguir depois dos parâmetros estabelecidos pela fase de Craig. Justamente por isso, bastante improvável.

Eleição promovida pela versão britânica da revista GQ elegeu o novo Mad Max Tom Hardy como o preferido do público para substituir Craig. Elba foi o segundo mais votado. Hardy, assim como Craig, faz o tipo abrutalhado e poderia ser a escolha mais apropriada se a ideia fosse manter o tom dos filmes de Craig. Mas geralmente, os produtores promovem mudanças de tom de acordo com o intérprete. Sob essa leitura, as chances de Hardy seriam pequenas.

Quem já manifestou interesse em viver Bond foi o Superman Henry Cavill. O britânico, que viveu um agente da CIA no recente “O Agente da U.N.C.L.E” tem contra a sua declarada candidatura a exposição como o homem de aço.

Leia mais: “007 Contra Spectre” é retrocesso conceitual e narrativo na franquia

A mais improvável das candidatas, em um momento em que nem mesmo a saída de Craig é oficial, é a da  inglesa Gillian Anderson. Depois de um fã ter feito um pôster com ela como Jane Bond, Anderson disse que adoraria viver a primeira encarnação feminina do agente.

O sexuagenário espião a serviço de sua majestade pode não estar na iminência de uma mudança de sexo, mas está mais disputado do que nunca.

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terça-feira, 20 de outubro de 2015 Críticas, Filmes | 19:35

O amor dá vida ao horror em “A Colina Escarlate”

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Foto: divulgação

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Guillermo Del Toro tem uma visão muito particular do gênero terror. Filmes como “A espinha do Diabo” (2001) e “O labirinto do fauno” (2006) já ensejavam esse fato. “A Colina Escarlate” (2015), no entanto, sob muitos aspectos o primeiro filme genuinamente inserido no gênero assinado pelo cineasta mexicano, leva essa percepção a outro nível.

Alimentando-se da premissa de uma casa mal-assombrada, Del Toro vai afastando-se comedidamente das elaborações deste subgênero para ofertar um conto diabolicamente triste sobre “um amor monstruoso” como um personagem tão brilhantemente coloca em uma das mais memoráveis cenas de um filme que se serve do clima de suspense e horror para abastecer a história que quer contar e não o contrário.

Edith Cushing (Mia Wasikowska) é uma jovem aspirante a escritora da Nova York da virada do século XIX que se ressente da ostentação dos aristocratas. Sob muitos aspectos, ela e seu pai – um construtor – são personificações do futuro à espreita. Quando um baronete da Inglaterra vem a negócios a Nova York, Edith se flagra atraída por ele. Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) a cativa para além da corte habitual, atentando para sua expertise como escritora e seu gosto por fantasmas.

Uma combinação desestabilizadora de circunstâncias une Thomas e Edith que parte para a Inglaterra para viver com ele na mansão em ruínas que divide com sua irmã Lucille (Jessica Chastain). Os Sharp, logo percebemos, guardam terríveis segredos e a mansão que faz brotar vermelho na neve – não tão carinhosamente apelidada pelos locais de Colina escarlate – parece ser um organismo vivo a repelir esses segredos.

Del Toro habilmente estabelece todo um clima sobrenatural para adornar uma história terrivelmente humana. O amor, um sentimento tão complexo quanto incandescente, tanto move como paralisa todos os personagens do longa. O verdadeiro terror está aí. Nas possibilidades, nem sempre belas ou referendáveis, do mais nobre dos sentimentos.

Del Toro é feliz em dimensionar os conflitos à medida que eles vão sendo descortinados. Os fantasmas de “A Colina Escarlate” são metáforas de um passado que não se pode escapar.  Essa constatação, tão dolorosamente poética, é a maior das belezas de um filme visualmente soberbo e textualmente imaginativo.

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