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terça-feira, 1 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:15

Ana Paula Arósio volta ao cinema no thriller com ecos shakespearianos “A floresta que se move”

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Foto: divulgação

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Livremente inspirado em “MacBeth”, de William Shakespeare, “A floresta que se move” marca o retorno de Ana Paula Arósio ao cinema, de onde estava afastada desde o lançamento de “Como esquecer”, em 2010. O filme de Vinícius Coimbra, de “A hora e a vez de Augusto Matraga” vai ter sua premiere no próximo festival internacional de cinema do Rio de Janeiro, que acontece entre os dias 1º e 14 de outubro.

Arósio vive Clara, mulher do executivo Elias (Gabriel Braga Nunes), que recebe uma estranha previsão sobre seu futuro na empresa em que trabalha. Comovida por essa previsão, Clara instiga seu marido a tomar certas providências para assegurar este futuro. “O seu problema é que sua ambição é maior do que sua coragem”, diz a Elias em certo momento do trailer, que pode ser conferido abaixo. “Faço tudo o que um homem pode fazer. Fazer mais é desumano”, responde Elias à aflita esposa. O tom agrada e cenas de tensão e sensualidade se insinuam ao nosso olhar. Curiosamente, uma versão inglesa de “MacBeth”, estrelada por Michael Fassbender e Marion Cotillard, também será lançada em 2015.

“A floresta que se move” tem lançamento comercial programado para 5 de novembro.

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domingo, 16 de agosto de 2015 Atores, Notícias | 18:50

Bradley Cooper e o retrato da obsessão

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Bradley Cooper lança no fim do ano, “Burnt”, uma produção artisticamente mais modesta do que suas últimas incursões no cinema, mas impregnada do mesmo elemento que fez com que Cooper atingisse o Olimpo dos intérpretes americanos da atualidade.

Este elemento é a obsessão. Mais do que qualquer ator atual, Bradley Cooper se especializou em viver tipos obsessivos no cinema. O tom do registro pode mudar, mas essa verve do personagem segue lá, intacta.

O ator em cena de "Burnt" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Burnt”
(Foto: divulgação)

Em “O lado bom da vida” (2012), que lhe deu sua primeira indicado ao Oscar e marca essa guinada na carreira, ele faz um homem bipolar obcecado em reconquistar a ex-mulher que o traía antes mesmo dele surtar e ir para em uma clínica psiquiátrica. Em “Trapaça” (2013), do mesmo David O. Russell de “O lado bom da vida”, ele dá vida a um agente do FBI com sonho de grandeza que não consegue se dar por satisfeito em desbaratar um esquema de corrupção e acaba dando um passo maior do que as pernas. Já em “Sniper americano”, ele interpreta um homem desacostumado a viver em meio à paz e obstinado em superar um atirador de elite rival durante a ocupação americana no Iraque.

O fato de ter sido indicado ao Oscar pelos três trabalhos diz muito sobre as atuais preferências de Cooper ao dizer sim para um projeto. Em “Burnt”, cujo primeiro trailer pode ser conferido abaixo, ele vive Adam Jones, um chef de cozinha que após destruir sua carreira com vício em drogas e um temperamento explosivo, tenta dar a volta por cima. O filme é dirigido por John Wells (“Álbum de família”) e traz nomes como Emma Thompson, Sienna Miller, Uma Thurman e Daniel Brühl no elenco coadjuvante.

É muito cedo para dizer se “Burnt” tem chances de chegar ao próximo Oscar, a distribuição é do Midas Harvey Weinstein, mas é certo que Cooper parece decidido a investir em personagens soturnos e francamente obsessivos nesse ‘rebranding’ de carreira. Nada mais justo do que uma obsessão a alimentar outra.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:53

“Beasts of No Nation”, aposta da Netflix para o Oscar, ganha 1º trailer legendado

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O primeiro longa-metragem de ficção da Netflix ainda não estreou, mas já está causando uma sensação danada. “Beasts of no Nation”, de Cary Fukunaga ( “True Detective” e “Jane Eyre”), integra a competição oficial da 72ª edição do festival de Veneza, que acontece entre os dias 2 e 12 de setembro, e já é alvo de boicote de algumas redes de cinema que se recusam a exibir o filme, que a empresa lançará simultaneamente em cinemas selecionados dos EUA e por streaming em sua plataforma online para todo o mundo em 16 de outubro.

A ideia de colocar a produção nos cinemas se justifica pela necessidade de um filme ficar em cartaz pelo menos uma semana no ano em Los Angeles para ser elegível ao Oscar. E a Netflix está confiante de que “Beasts of no nation” tem todas as condições de ir ao Oscar. A empresa liberou o primeiro trailer da produção nesta quinta-feira. O filme mostra o treinamento cruel e incivilizatório coordenado pelo chefe de uma milícia paramilitar africana (Idris Elba) dado a um órfão. A ideia de problematizar esse cultivo de uma máquina de guerra totalmente desgrenhada de qualquer humanidade é dramaticamente poderosa. Nas mãos de um cineasta com o pé no existencialismo, como Fukunaga provou ter em seus trabalhos prévios, o material adaptado da obra de Uzodinma Iweala promete bastante.

A tendência é de que o burburinho em torno de “Beasts of no nation” aumente nas próximas semanas. Por enquanto, fique com o impactante trailer abaixo.

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Filmes, Notícias | 07:00

Documentário aborda irreverência do Meia Hora como fenômeno midiático

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“O Meia Hora nunca vai ter uma capa papai e mamãe”, informa um dos entrevistados de “Meia Hora e as manchetes que viram manchete”, documentário sobre o popular e irreverente tabloide que faz parte da cultura popular carioca.

O filme, que tem estreia comercial programada para o dia 6 de agosto, será exibido no próximo sábado (1º)  no Memorial da América Latina, em São Paulo, como parte do 10º Festival de Cinema Latino-Americano que começa nesta quinta (30) e segue até o dia 5 de agosto.

Dirigido por Angelo Defanti, o documentário não se restringe apenas a investigar o Meia Hora, há um questionamento do modelo de negócio do jornalismo por trás da exposição do diário politicamente incorreto. “Eu devo entregar para o cara o que ele quer ou o que ele precisa para ser um cidadão melhor?”.

A reflexão sobre o jornalismo não é algo novo no cinema, muito menos em sua vertente documental. Para ficar em um exemplo recente, Jorge Furtado apresentou “O mercado de notícias”, que discutia o papel da mídia e sua influência na democracia, em 2014. “Meia Hora e as manchetes que viram manchete” se diferencia deste por partir de um fenômeno regional para discutir a linguagem jornalística como um todo. Pensar uma estética, a partir de um espírito pró-ativo. Há poucos exemplos de diários que apostam tanto no humor como o faz o Meia Hora no Brasil. O filão “notícias populares” não é exatamente uma novidade, mas habituou-se a ser alvo de preconceito ao ser percebido como um produto de menor qualidade.

Por um contexto mais adequado e pelo fomento de uma perspectiva mais sintonizada com o atual momento da mídia impressa no País, este documentário torna-se indispensável.

Clique nas imagens para ampliá-las!

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quarta-feira, 29 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:04

Escândalos sexuais na política movem novos filmes de Nicolas Cage e Patrick Wilson

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Cena de "Zipper" (Foto: divulgação)

Cena de “Zipper”
(Foto: divulgação)

A bifurcação entre sexo e poder já rendeu grandes tragédias, grandes histórias e grandes filmes. Escândalos sexuais no meio político são grandes catalisadores midiáticos e dois filmes prometem capitalizar sobre o tema em um futuro próximo. Em “The Runner”, um senador começa a chamar a atenção pela rigidez com que responde ao vazamento de óleo da petrolífera BP em 2010. A simpatia da opinião pública dá vez a um questionamento cada vez mais incisivo quando o político se vê no epicentro de um escândalo sexual.

Nicolas Cage vive o protagonista no drama assinado por Austin Stark, em sua estreia em longas-metragens. Trata-se de um bem-vindo retorno de Cage aos dramas e de uma tentativa de fazer as pazes com a crítica que tem sido pouco amistosa para com ele recentemente.

O elenco é completado por Connie Nielsen, Sarah Paulson e Peter Fonda. O filme, que ainda não tem título nacional nem data de estreia no país, será lançado no dia 7 de agosto nos EUA.

Já “Zipper”, produzido pelo cineasta Darren Aronofsky, foi uma das sensações do último festival de Sundance ao retratar um executivo recém-ingresso na política que tem sua obsessão por sexo descortinada nas capas dos jornais. Estrelado por Patrick Wilson (“Pecados íntimos” e “Sobrenatural”) e dirigido por Mora Stephens, o filme já foi rotulado como “o ‘Garota exemplar’ de 2015”. A produção está programada para estrear em 28 de agosto em solo americano.

A julgar pelos trailers, “Zipper” parece mais interessado em discutir a desconstrução midiática de figuras públicas, os jogos de cena da política e os efeitos destes na vida privada. De qualquer jeito, são dois filmes que aguçam a curiosidade.

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sexta-feira, 24 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 15:58

Confira o primeiro trailer de “Condado macabro”, promissor filme de terror nacional

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Há quem reclame, com certa razão, da predominância de comédias brasileiras nas salas exibidoras do país. Mas o cinema brasileiro é muito mais diverso e multifacetado do que o circuito comercial faz crer. Muita coisa boa ou não é lançada comercialmente ou fica restrita ao chamado circuito de arte no eixo Rio/SP. Basta um rápido olhar à filmografia do ator Irandhir Santos para confirmar que há muita coisa boa sendo produzida no Brasil além de comédias rasgadas.

“Condado macabro”, primeiro longa de Marcos Britto e André de Campos Mello na direção de longa-metragens, é um filme de terror cheio de referências a clássicos oitentistas do gênero premiado no último Fantaspoa (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre) e que teve seu primeiro trailer divulgado.

Fotos: divulgação

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Condado 2

O filme ainda não tem lançamento comercial definido, mas integra a programação do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo que acontece entre os dias 30 de julho e 5 de agosto.

Na trama, um grupo de jovens vai passar o feriado em um imóvel alugado em uma cidade interiorana e acaba virando alvo de um grupo sádico. O rosto mais reconhecível do elenco é do ator Leonardo Miggiorin, de novelas como “Insensato coração” e “Viver a vida”. Mais sobre o filme em breve no Cineclube.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 20:11

Julianne Moore luta pelo direito de deixar pensão para Ellen Page no 1º trailer de “Freeheld”

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Não faz muito tempo que o mundo saudou com enorme euforia a decisão da Suprema Corte americana de reconhecer o direito de homossexuais celebrarem uma união conjugal e ter nela todas as garantias possíveis e disponíveis. Nem por isso, um filme como “Freeheld” torna-se desimportante. Dirigido por Peter Sollet, o filme inspira-se na história de Laura Hester– que já havia motivado um curta-metragem vencedor do Oscar em 2008 – mulher que após um diagnóstico de câncer trava uma batalha judicial para deixar pensão e patrimônio para sua mulher, vivida pela atriz Ellen Page. Esta última confirmou participação no filme pouco depois de assumir sua homossexualidade em fevereiro de 2014. “Freeheld”, portanto, se insere na agenda de Page de defender mais agressivamente os interesses da comunidade LGBT.

Mas o filme, que de certa forma pode lembrar o já clássico “Filadéfia” (1993) para alguns, parece ter muito fôlego além da agenda social. Com um elenco coadjuvante cheia de bons atores (Steve Carell, Michael Shannon e Josh Charles para citar alguns), “Freeheld” já cativa no trailer – liberado agora há pouco pelo Buzzfeed –  e promete ser um daqueles dramas cheios de cenas memoráveis.

A produção será lançada em outubro nos cinemas dos EUA e, embora ainda não haja confirmação oficial, deve aportar por aqui no início de 2016, época dos lançamentos de Oscar nos cinemas brasileiros.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:57

Chris Evans apresenta o trailer de “Before we go”, sua estreia na direção

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Chris Evans e Alice Eve em cena de "Before we go" (Foto: divulgação)

Chris Evans e Alice Eve em cena de “Before we go”
(Foto: divulgação)

Chris Evans, mais conhecido como o Capitão América do cinema, disse certa vez que gostaria de fazer mais comédias românticas. Para quem não sabe, ele já estrelou algumas como “Deixa rolar” (2014), “Qual seu número?” (2011) e “Diário de uma babá” (2007). O compromisso com a Marvel (seu contrato vigente lhe obriga a participar de seis filmes. Dois ainda estão por vir), no entanto, tem deixado pouco tempo em sua agenda. Mesmo assim, Evans se prepara para lançar em setembro nos EUA seu primeiro filme como diretor. Não chega a ser uma surpresa o fato de “Before we go”, ainda sem título nacional, ser um romance.

No filme, protagonizado por Evans e por Alice Eve (“Além da escuridão – Star Trek”), uma mulher é assaltada e perde o trem para Nova York, ficando desamparada na cidade. Ela rapidamente ganha a companhia de um saxofonista (Evans) que decide compartilhar seus sentimentos com ela e lhe oferecer alguma assistência antes do próximo trem partir.

“Nós estávamos destinados a nos encontrar”, descreve a voz de Eve na abertura do trailer, que pode ser conferido abaixo.  Quem assiste ao material promocional rapidamente identifica a trilogia “Antes do amanhecer”, de Richard Linklater, como uma referência vívida de Evans neste seu debute na direção.  Ao final do trailer a mesma Eve questiona “como uma das piores noites da minha vida pode ter se tornado uma das melhores?”. São pequenas pistas de que vale a pena dar uma chance para essa aventura nova-iorquina arquitetada por Evans.

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quinta-feira, 16 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 19:42

Jennifer Lawrence mira em outro Oscar no primeiro trailer de “Joy”

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Foto: EW

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David O. Russell virou um cineasta de prestígio quase que do dia para a noite. Talento ele sempre mostrou, mas desde que começou a colaboração com Jennifer Lawrence, a carreira de ambos enveredou por uma ascendente meteórica. “Joy”, o novo fruto dessa colaboração que ostenta os títulos “O lado bom da vida” (2012) e “Trapaça” (2013), é a principal aposta da Fox para o Oscar 2016. O lançamento nos cinemas americanos está marcado para o dia 25 de dezembro e o primeiro trailer, divulgado na última quarta-feira, pode ser conferido logo abaixo.

Na trama, Jennifer Lawrence interpreta Joy Mangano, criadora Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com apoio de amigos e familiares, e em pouco tempo a transformou em milionária.

Esse subgênero do “self made man” (o homem que se fez sozinho), no caso uma mulher, costuma prosperar no Oscar e observando o trailer fica bem claro que a atriz volta a se credenciar ao prêmio da academia. Para quem é supersticioso, o filme traz no elenco Robert De Niro e Bradley Cooper. Parceiros de J.Law e Russell em suas últimas incursões no Oscar.

Como curiosidade, fica o registro de que Bradley Cooper entrou para o elenco nos 45 minutos do segundo tempo. Em parte pela já muito bem estabelecida camaradagem com Russell, que à revista Entertainment Weelky alertou: “Sempre tenho um papel para Bradley”.

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segunda-feira, 13 de julho de 2015 Análises, Notícias | 21:32

A Warner jogou pesado na Comic-Con 2015, mas convenceu?

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Fotos: divulgação

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A Marvel decidiu só levar a Comic-Con, tradicional feira de cultura pop realizada no último fim de semana nos EUA, novidades sobre suas produções para a TV. A escolha, estratégica, talvez tenha sido mais acertada do que parece. Isso porque a Warner se fez valer de uma estratégia tão agressiva na divulgação dos dois filmes do selo DC programados para 2016 que ofuscaria qualquer concorrência. De acordo com um ranking elaborado pela revista americana Entertainment Weekly em parceria com o Twitter e o Youtube, o filme “Batman vs Superman – a origem da Justiça” foi o mais comentado do evento no Twitter e teve seu trailer acessado mais de 21 milhões de vezes. A segunda posição ficou com o material exibido de “Star Wars: o despertar da força” e, em terceiro, o primeiro trailer da sexta temporada da série “The walking dead”.

Depois do trailer vazado de “Esquadrão suicida”, a Warner liberou a prévia na tarde desta segunda-feira. O material apresenta o grupo e a ideia formalizada por Amanda Waller, interpretada pela sempre divina Viola Davis, de confiar a um grupo de vilões uma tarefa de segurança nacional. O Batman de Ben Affleck aparece no trailer, que tem ritmo tão solene quanto o material de “A origem da Justiça”, assim como o Coringa de Jared Leto, que surge bem no finzinho para deixar a plateia salivando.

O material sabe explorar a expectativa que o público tem pela caracterização de Leto e isso é o principal fato a se comemorar em um trailer que não provoca tanta euforia. A razão para isto talvez seja o excesso de exposição ao qual o estúdio e o diretor David Ayer estão submetendo o filme.

Esquadrão 2 Esquadrão 5

Isso posto, tanto o trailer de “Esquadrão suicida” como o de “A origem da Justiça” acertam um ponto nevrálgico. Convencem! Há, justificadamente, todo um receio de como esses filmes vão ser percebidos por público e crítica. A Warner, exceção feita a alguns filmes do Batman, até hoje não acertou com os filmes baseados nas HQs da DC Comics. O estúdio decidiu criar um universo, mas indicou que seus filmes seriam pensados individualmente e que a prioridade seria abraçar a visão de grandes cineastas em detrimento da “Fórmula Marvel”. Se isso de fato se verificará, é preciso ir além desses dois filmes para medir, mas olhando aqui de 2015, é possível ser bastante otimista com o caminho escolhido pelo estúdio.  “Batman vs Superman – a origem da Justiça” estreia em março do próximo ano; enquanto que “Esquadrão suicida” chega em agosto.

Leia também: O mal (ainda) invisível que a Marvel fez ao cinema

Leia também: A guerra entre Marvel e DC atinge nível inédito no cinema. Mas e o espectador nessa história toda? 

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