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terça-feira, 15 de setembro de 2015 Notícias | 22:31

“Hardcore” promete romper fronteiras entre cinema e games

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Gameplay ou cinema? Essa é a pergunta que muita gente no festival de Toronto andou fazendo após as primeiras sessões de “Hardcore”, do russo Ilya Naishuller, que estreia na direção de longa-metragens após uma bem sucedida carreira no comando de videoclipes. O filme, inteiramente filmado com câmeras GoPro,propõe a audiência algo que gamemaníacos estão acostumados: uma experiência em primeira pessoa.  A câmera tremida e em constante movimento evoca games como “Doom”, “Call of duty” e “Max Payne”. A trama mostra o super ciborgue Henry destruindo tudo o que aparece em sua frente para derrotar Akan, um supervilão albino com poderes telecinéticos e um plano de dominação mundial. O trailer abaixo mostra que Naishuller não economiza nem em violência nem em trepidações para contar sua história.

A crítica recebeu o filme com hesitação. Para grande parte dos veículos que resenharam “Hardcore”, não se trata exatamente de um filme, mas de um gameplay (guia descritivo de como um jogo pode e deve ser jogado, muito comum no YouTube). Curiosamente, foi o diretor russo Timur Bekmambetov (“O procurado” e “Abraham Lincoln: o caçador de vampiros”) quem comprou a ideia de fazer um filme a partir da sacada de Naishuller de usar a experiência em primeira pessoa em um clipe da banda Biting Elbows. Bekmambetov produz “Hardcore”.

Ainda não há previsão de estreia para o filme nos cinemas brasileiros.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:52

Filme de Stephen Frears sobre doping de Lance Armstrong ganha trailer

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Foto: divulgação

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Stephen Frears é daqueles cineastas que gostam de botar o dedo na ferida. Não exatamente para polemizar, mas para refletir sobre nossa condição humana. Destacam-se nessa corrente em sua filmografia “Philomena” (2013), que observa como a igreja católica separava mães de seus filhos sob o pretexto de ajudar o próximo, “A rainha” (2006), que remonta a tragédia íntima e no coração da monarquia inglesa com a morte da princesa Diana, e “Coisas belas e sujas” (2002), sobre a questão da imigração na Europa. “The program”, seu novo filme em premiere no festival internacional de cinema de Toronto, narra um dos episódios mais marcantes da crônica esportiva recente. O caso de doping do ciclista Lance Armstrong.

A história escrita por John Hodge (“Trainspotting – Sem Limites”) a partir do livro Seven Deadly Sins: My Pursuit Of Lance Armstrong, de David Walsh, mostra a trajetória de um jornalista imbuído de provar que o atleta usou substâncias proibidas para melhorar seu desempenho e conquistar sete títulos consecutivos na competição Tour de France. O filme, porém, a julgar pelo trailer, confronta as perspectivas do jornalista com as do próprio Armstrong. “The program” promete ser um dos filmes mais quentes de uma promissora temporada de premiações.

O filme tem o ótimo Ben Foster na pele de Lance Armstrong e um elenco de apoio poderoso com figuras como Dustin Hoffman, Lee PaceChris O’Dowd e Guillaume Canet. Ainda não há previsão de estreia confirmada para a fita no Brasil, mas é razoável supor que chegue aos nossos cinemas nos primeiros meses de 2016.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Notícias | 22:53

Keith Richards é tema de documentário em estreia na Netflix

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Keith 2Rolling Stones e Mick Jagger são dois dos maiores personagens do rock. Existe essa convicção e existe Keith Richards, uma figura que transcende os anais do rock para se tornar um daqueles casos emblemáticos da cultura e da contracultura. Não à toa, “Keith Richards: under the influence”, documentário sobre o mais polêmico e surrealista dos Stones, chega a todo o mundo pela Netflix no mesmo dia em que o primeiro álbum solo (“Corsseyed heart”) de Richards em 23 anos chega às lojas.  Em 18 de setembro.

O filme é dirigido Morgan Neville, diretor do doc vencedor do Oscar “A um passo do estrelato” (2014) e promete um olhar sem precedentes sobre o guitarrista dos Stones. O filme foi gravado durante a preparação de Richards para o novo trabalho solo.

“Ele sempre representou a alma da música rock”, disse à Rolling Stone americana o diretor do filme, “e eu estou orgulhoso de trazer o Keith da vida real, este que nós capturamos, a uma audiência global via Netflix”.  A produção foi adquirida pela empresa quando já estava na pós-produção.

O primeiro trailer, divulgado nesta quarta-feira (9), mostra o guitarrista falando sobre o status de sua banda (“os Stones entraram em hibernação”), revelando suas influências musicais (“música folk americana, jazz, blues, Johnny Cash, Muddy Waters“) e ratificando a lenda de ser incansável (“Você vai envelhecer quando estiver enterrado”).

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terça-feira, 1 de setembro de 2015 Filmes, Notícias | 20:15

Ana Paula Arósio volta ao cinema no thriller com ecos shakespearianos “A floresta que se move”

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Foto: divulgação

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Livremente inspirado em “MacBeth”, de William Shakespeare, “A floresta que se move” marca o retorno de Ana Paula Arósio ao cinema, de onde estava afastada desde o lançamento de “Como esquecer”, em 2010. O filme de Vinícius Coimbra, de “A hora e a vez de Augusto Matraga” vai ter sua premiere no próximo festival internacional de cinema do Rio de Janeiro, que acontece entre os dias 1º e 14 de outubro.

Arósio vive Clara, mulher do executivo Elias (Gabriel Braga Nunes), que recebe uma estranha previsão sobre seu futuro na empresa em que trabalha. Comovida por essa previsão, Clara instiga seu marido a tomar certas providências para assegurar este futuro. “O seu problema é que sua ambição é maior do que sua coragem”, diz a Elias em certo momento do trailer, que pode ser conferido abaixo. “Faço tudo o que um homem pode fazer. Fazer mais é desumano”, responde Elias à aflita esposa. O tom agrada e cenas de tensão e sensualidade se insinuam ao nosso olhar. Curiosamente, uma versão inglesa de “MacBeth”, estrelada por Michael Fassbender e Marion Cotillard, também será lançada em 2015.

“A floresta que se move” tem lançamento comercial programado para 5 de novembro.

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domingo, 16 de agosto de 2015 Atores, Notícias | 18:50

Bradley Cooper e o retrato da obsessão

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Bradley Cooper lança no fim do ano, “Burnt”, uma produção artisticamente mais modesta do que suas últimas incursões no cinema, mas impregnada do mesmo elemento que fez com que Cooper atingisse o Olimpo dos intérpretes americanos da atualidade.

Este elemento é a obsessão. Mais do que qualquer ator atual, Bradley Cooper se especializou em viver tipos obsessivos no cinema. O tom do registro pode mudar, mas essa verve do personagem segue lá, intacta.

O ator em cena de "Burnt" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Burnt”
(Foto: divulgação)

Em “O lado bom da vida” (2012), que lhe deu sua primeira indicado ao Oscar e marca essa guinada na carreira, ele faz um homem bipolar obcecado em reconquistar a ex-mulher que o traía antes mesmo dele surtar e ir para em uma clínica psiquiátrica. Em “Trapaça” (2013), do mesmo David O. Russell de “O lado bom da vida”, ele dá vida a um agente do FBI com sonho de grandeza que não consegue se dar por satisfeito em desbaratar um esquema de corrupção e acaba dando um passo maior do que as pernas. Já em “Sniper americano”, ele interpreta um homem desacostumado a viver em meio à paz e obstinado em superar um atirador de elite rival durante a ocupação americana no Iraque.

O fato de ter sido indicado ao Oscar pelos três trabalhos diz muito sobre as atuais preferências de Cooper ao dizer sim para um projeto. Em “Burnt”, cujo primeiro trailer pode ser conferido abaixo, ele vive Adam Jones, um chef de cozinha que após destruir sua carreira com vício em drogas e um temperamento explosivo, tenta dar a volta por cima. O filme é dirigido por John Wells (“Álbum de família”) e traz nomes como Emma Thompson, Sienna Miller, Uma Thurman e Daniel Brühl no elenco coadjuvante.

É muito cedo para dizer se “Burnt” tem chances de chegar ao próximo Oscar, a distribuição é do Midas Harvey Weinstein, mas é certo que Cooper parece decidido a investir em personagens soturnos e francamente obsessivos nesse ‘rebranding’ de carreira. Nada mais justo do que uma obsessão a alimentar outra.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:53

“Beasts of No Nation”, aposta da Netflix para o Oscar, ganha 1º trailer legendado

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O primeiro longa-metragem de ficção da Netflix ainda não estreou, mas já está causando uma sensação danada. “Beasts of no Nation”, de Cary Fukunaga ( “True Detective” e “Jane Eyre”), integra a competição oficial da 72ª edição do festival de Veneza, que acontece entre os dias 2 e 12 de setembro, e já é alvo de boicote de algumas redes de cinema que se recusam a exibir o filme, que a empresa lançará simultaneamente em cinemas selecionados dos EUA e por streaming em sua plataforma online para todo o mundo em 16 de outubro.

A ideia de colocar a produção nos cinemas se justifica pela necessidade de um filme ficar em cartaz pelo menos uma semana no ano em Los Angeles para ser elegível ao Oscar. E a Netflix está confiante de que “Beasts of no nation” tem todas as condições de ir ao Oscar. A empresa liberou o primeiro trailer da produção nesta quinta-feira. O filme mostra o treinamento cruel e incivilizatório coordenado pelo chefe de uma milícia paramilitar africana (Idris Elba) dado a um órfão. A ideia de problematizar esse cultivo de uma máquina de guerra totalmente desgrenhada de qualquer humanidade é dramaticamente poderosa. Nas mãos de um cineasta com o pé no existencialismo, como Fukunaga provou ter em seus trabalhos prévios, o material adaptado da obra de Uzodinma Iweala promete bastante.

A tendência é de que o burburinho em torno de “Beasts of no nation” aumente nas próximas semanas. Por enquanto, fique com o impactante trailer abaixo.

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Filmes, Notícias | 07:00

Documentário aborda irreverência do Meia Hora como fenômeno midiático

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“O Meia Hora nunca vai ter uma capa papai e mamãe”, informa um dos entrevistados de “Meia Hora e as manchetes que viram manchete”, documentário sobre o popular e irreverente tabloide que faz parte da cultura popular carioca.

O filme, que tem estreia comercial programada para o dia 6 de agosto, será exibido no próximo sábado (1º)  no Memorial da América Latina, em São Paulo, como parte do 10º Festival de Cinema Latino-Americano que começa nesta quinta (30) e segue até o dia 5 de agosto.

Dirigido por Angelo Defanti, o documentário não se restringe apenas a investigar o Meia Hora, há um questionamento do modelo de negócio do jornalismo por trás da exposição do diário politicamente incorreto. “Eu devo entregar para o cara o que ele quer ou o que ele precisa para ser um cidadão melhor?”.

A reflexão sobre o jornalismo não é algo novo no cinema, muito menos em sua vertente documental. Para ficar em um exemplo recente, Jorge Furtado apresentou “O mercado de notícias”, que discutia o papel da mídia e sua influência na democracia, em 2014. “Meia Hora e as manchetes que viram manchete” se diferencia deste por partir de um fenômeno regional para discutir a linguagem jornalística como um todo. Pensar uma estética, a partir de um espírito pró-ativo. Há poucos exemplos de diários que apostam tanto no humor como o faz o Meia Hora no Brasil. O filão “notícias populares” não é exatamente uma novidade, mas habituou-se a ser alvo de preconceito ao ser percebido como um produto de menor qualidade.

Por um contexto mais adequado e pelo fomento de uma perspectiva mais sintonizada com o atual momento da mídia impressa no País, este documentário torna-se indispensável.

Clique nas imagens para ampliá-las!

Fotos: divulgação

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quarta-feira, 29 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:04

Escândalos sexuais na política movem novos filmes de Nicolas Cage e Patrick Wilson

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Cena de "Zipper" (Foto: divulgação)

Cena de “Zipper”
(Foto: divulgação)

A bifurcação entre sexo e poder já rendeu grandes tragédias, grandes histórias e grandes filmes. Escândalos sexuais no meio político são grandes catalisadores midiáticos e dois filmes prometem capitalizar sobre o tema em um futuro próximo. Em “The Runner”, um senador começa a chamar a atenção pela rigidez com que responde ao vazamento de óleo da petrolífera BP em 2010. A simpatia da opinião pública dá vez a um questionamento cada vez mais incisivo quando o político se vê no epicentro de um escândalo sexual.

Nicolas Cage vive o protagonista no drama assinado por Austin Stark, em sua estreia em longas-metragens. Trata-se de um bem-vindo retorno de Cage aos dramas e de uma tentativa de fazer as pazes com a crítica que tem sido pouco amistosa para com ele recentemente.

O elenco é completado por Connie Nielsen, Sarah Paulson e Peter Fonda. O filme, que ainda não tem título nacional nem data de estreia no país, será lançado no dia 7 de agosto nos EUA.

Já “Zipper”, produzido pelo cineasta Darren Aronofsky, foi uma das sensações do último festival de Sundance ao retratar um executivo recém-ingresso na política que tem sua obsessão por sexo descortinada nas capas dos jornais. Estrelado por Patrick Wilson (“Pecados íntimos” e “Sobrenatural”) e dirigido por Mora Stephens, o filme já foi rotulado como “o ‘Garota exemplar’ de 2015”. A produção está programada para estrear em 28 de agosto em solo americano.

A julgar pelos trailers, “Zipper” parece mais interessado em discutir a desconstrução midiática de figuras públicas, os jogos de cena da política e os efeitos destes na vida privada. De qualquer jeito, são dois filmes que aguçam a curiosidade.

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sexta-feira, 24 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 15:58

Confira o primeiro trailer de “Condado macabro”, promissor filme de terror nacional

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Há quem reclame, com certa razão, da predominância de comédias brasileiras nas salas exibidoras do país. Mas o cinema brasileiro é muito mais diverso e multifacetado do que o circuito comercial faz crer. Muita coisa boa ou não é lançada comercialmente ou fica restrita ao chamado circuito de arte no eixo Rio/SP. Basta um rápido olhar à filmografia do ator Irandhir Santos para confirmar que há muita coisa boa sendo produzida no Brasil além de comédias rasgadas.

“Condado macabro”, primeiro longa de Marcos Britto e André de Campos Mello na direção de longa-metragens, é um filme de terror cheio de referências a clássicos oitentistas do gênero premiado no último Fantaspoa (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre) e que teve seu primeiro trailer divulgado.

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Condado 2

O filme ainda não tem lançamento comercial definido, mas integra a programação do 10º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo que acontece entre os dias 30 de julho e 5 de agosto.

Na trama, um grupo de jovens vai passar o feriado em um imóvel alugado em uma cidade interiorana e acaba virando alvo de um grupo sádico. O rosto mais reconhecível do elenco é do ator Leonardo Miggiorin, de novelas como “Insensato coração” e “Viver a vida”. Mais sobre o filme em breve no Cineclube.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 20:11

Julianne Moore luta pelo direito de deixar pensão para Ellen Page no 1º trailer de “Freeheld”

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Não faz muito tempo que o mundo saudou com enorme euforia a decisão da Suprema Corte americana de reconhecer o direito de homossexuais celebrarem uma união conjugal e ter nela todas as garantias possíveis e disponíveis. Nem por isso, um filme como “Freeheld” torna-se desimportante. Dirigido por Peter Sollet, o filme inspira-se na história de Laura Hester– que já havia motivado um curta-metragem vencedor do Oscar em 2008 – mulher que após um diagnóstico de câncer trava uma batalha judicial para deixar pensão e patrimônio para sua mulher, vivida pela atriz Ellen Page. Esta última confirmou participação no filme pouco depois de assumir sua homossexualidade em fevereiro de 2014. “Freeheld”, portanto, se insere na agenda de Page de defender mais agressivamente os interesses da comunidade LGBT.

Mas o filme, que de certa forma pode lembrar o já clássico “Filadéfia” (1993) para alguns, parece ter muito fôlego além da agenda social. Com um elenco coadjuvante cheia de bons atores (Steve Carell, Michael Shannon e Josh Charles para citar alguns), “Freeheld” já cativa no trailer – liberado agora há pouco pelo Buzzfeed –  e promete ser um daqueles dramas cheios de cenas memoráveis.

A produção será lançada em outubro nos cinemas dos EUA e, embora ainda não haja confirmação oficial, deve aportar por aqui no início de 2016, época dos lançamentos de Oscar nos cinemas brasileiros.

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