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quinta-feira, 3 de setembro de 2015 Análises, Atores, Bastidores | 17:19

O novo James Bond e a resistência a Idris Elba para o papel

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Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

Idris Elba, o favorito já muito contestado para substituir Daniel Craig (Foto: reprodução/independent)

À medida que se aproxima o lançamento de “007 contra Spectre”, novo filme do espião James Bond – o último com Daniel Craig como protagonista, mais se intensifica o bafafá em torno de quem irá substitui-lo na pele do agente secreto a serviço de sua majestade. Outro dia, Pierce Brosnan disse que já é tempo de termos um “James Bond gay ou negro”. Os pitacos quando não voluntariamente oferecidos são cobrados, como ocorreu em uma entrevista do Daily Mail com o autor do novo romance de 007 (“Trigger mortis”), o britânico Anthony Horowitz.

Questionado se Idris Elba (“Círculo de Fogo, “Mandela – a luta pela liberdade”) seria um bom James Bond, o escritor observou que falta “suavidade” ao ator. “Ele é um tanto áspero demais para o papel. Acho que ele é provavelmente muito da rua para interpretar Bond”. Depois da repercussão negativa nas redes sociais, o escritor retratou-se: “Sinto muito se ofendi as pessoas. Não foi minha intenção. Não sou um diretor de elenco. Então o que eu sei? Indelicadamente escolhi a expressão ‘da rua’ porque tinha em mente a interpretação dele do detetive John Luther (personagem vivido pelo ator em série inglesa), mas devo admitir que foi uma escolha pobre de palavras”.

Esta não foi a primeira vez que Elba se vê no centro de uma polêmica envolvendo James Bond.  Os boatos começaram em 2012 e, no ano passado, no calor do escândalo dos vazamentos de documentos da Sony Pictures, foi revelado que Elba era mesmo considerado como uma opção para assumir o personagem por ninguém menos do que a então presidente do estúdio, Amy Pascal.

No início do ano, Elba se pronunciou a respeito do rumor e disse que de tão efusivo, o boato se autodestruiu. “Se existia alguma chance de eu viver James Bond, ela se foi”. O ator, que completa 43 anos no próximo domingo, responsabilizou o atual James Bond pela onda de boatos. “Eu culpo Daniel”, observou o ator sobre uma entrevista de Craig na ocasião do lançamento de “Operação Skyfall” em que listou Elba como um potencial substituto.

É importante ter em mente que um James Bond negro é completamente distinto da concepção original de Ian

Foto: reprodução/GQ

Foto: reprodução/GQ

Fleming, mas um James Bond loiro, baixo e de beleza aberta à discussão também o era. Razão pela qual o leitor pode até não lembrar, mas o nome de Daniel Craig foi bastante contestado quando anunciado (Clive Owen era o favorito da produtora Barbara Broccoli, mas recusara).  Há tradições que precisam ser mantidas e outras que podem ser dispensadas e Idris Elba parece ser o ator mais indicado para romper velhas tradições e estabelecer novas. Bonitão, sofisticado, charmoso, viril e com aquele ar blasé que só os britânicos possuem (com as devidas desculpas aos fãs de George Lazenby), Elba é um dos poucos atores capazes de substituir Craig à altura. A essência do personagem deve preponderar à raça. Parece ser mais importante ele ser vivido por um britânico – já que atua no serviço de inteligência britânico – do que ser branco, preto ou pardo.

A discussão em torno da raça e até mesmo da orientação sexual de Bond – quem não se lembra da tensão sexual entre Bardem e Craig em “Operação skyfall” – é reflexo do avanço dos direitos civis e liberdades individuais. Bond, vale lembrar, foi concebido em uma época de forte segregação racial e total obstrução à homossexualidade.

Passa por aí a declaração de Daniel Craig, muito repercutida no início da semana, de que seu Bond é menos “sexista e misógino” do que os anteriores. Personagem longevo que é, Bond vai sofrendo ajustes com o passar do tempo.

Elba seria um ajuste bem-vindo. Além de materializar um avanço histórico necessário, sua escolha seria pedagógica e eficiente. Porque acenaria ao mundo pós-racial com um poderoso símbolo da cultura pop sem qualquer tipo de concessão em matéria de qualidade. Elba, afinal, é um baita ator. Não se trataria de uma cota a ser preenchida. Apenas de se superar uma resistência boba. James Bond já foi mais engraçado, mais mulherengo, mais violento e até mais inseguro. Já chegou a hora de ser mais preto.

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terça-feira, 25 de agosto de 2015 Atores, Bastidores | 20:10

Os bastidores da demissão de Bruce Willis do novo filme de Woody Allen

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Não faz muito tempo que Woody Allen, que lança seu novo filme (“O homem irracional”) no Brasil neste fim de semana, anunciou o elenco de seu novo projeto – a ser lançado em 2016.

Ontem surgiu a notícia de que Bruce Willis, um dos principais nomes desse projeto ainda sem título oficial, retirou-se da produção. Isso, no mesmo dia em que circularam fotos na internet dele no set gravando cenas com os atores Jesse Eisenberg e Kristen Stewart. A justificativa oficial fornecida tanto por representantes de Woody Allen como por representantes de Willis é de que o ator tinha um conflito de agendas, já que está contratado para estrelar uma adaptação da obra de Stephen King “Louca obsessão” na Broadway.

Para quem está minimamente familiarizado com a rotina de Hollywood, no entanto, essa justificativa não cola. Os atores costumam verificar possíveis conflitos de agenda antes de embarcarem em um projeto. Não obstante, “conflito de agendas” é a versão oficial para qualquer arranca-rabo nos bastidores. Para tornar tudo mais ambíguo, as fotos de Willis rodando cenas para o filme tornam pouco crível a ideia de que ele estaria a algumas horas de pular fora da produção.

Willis fotografado no set do filme de Woody Allen momentos antes de se retirar da produção (Foto: Comingsoon.net/reprodução)

Willis fotografado no set do filme de Woody Allen momentos antes de se retirar da produção
(Foto: Comingsoon.net/reprodução)

Há duas correntes que podem explicar o que aconteceu de fato. A primeira é de que Allen teria percebido a inadequação de Willis para o personagem e decidido seguir em outra direção. Embora seja uma solução extrema e rara em produções hollywoodianas envolvendo figuras do primeiro escalão, não seria a primeira vez que o cineasta faria algo do gênero. Depois de dez dias de filmagens, ele substituiu Michael Keaton por Jeff Daniels em “A rosa púrpura do Cairo” (1985).

No entanto, há a possibilidade de Allen ter demitido Willis por estar insatisfeito com o desempenho do ator. Algo ainda mais extremo e incomum em produções dessa estirpe em Hollywood. Segundo o jornalista Jeff Sneider, do The Wrap, que tem uma fonte dentro da produção, Allen optou pelo corte de Willis porque o ator estava tendo dificuldades com o roteiro e seu embaraço já começava a afetar o restante do elenco.

A participação de Bruce Willis em um filme de Woody Allen estava sendo percebida por indústria e crítica como uma nova tentativa do astro de emergir em papéis sérios e projetos mais ambiciosos artisticamente. De tempos em tempos, Willis deixa a ação de lado e investe em projetos como “O sexto sentido” (1999), “Pulp Fiction – tempos de violência” (1994), “Moonrise kingdom” (2012), entre outros.

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domingo, 16 de agosto de 2015 Atores, Notícias | 18:50

Bradley Cooper e o retrato da obsessão

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Bradley Cooper lança no fim do ano, “Burnt”, uma produção artisticamente mais modesta do que suas últimas incursões no cinema, mas impregnada do mesmo elemento que fez com que Cooper atingisse o Olimpo dos intérpretes americanos da atualidade.

Este elemento é a obsessão. Mais do que qualquer ator atual, Bradley Cooper se especializou em viver tipos obsessivos no cinema. O tom do registro pode mudar, mas essa verve do personagem segue lá, intacta.

O ator em cena de "Burnt" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Burnt”
(Foto: divulgação)

Em “O lado bom da vida” (2012), que lhe deu sua primeira indicado ao Oscar e marca essa guinada na carreira, ele faz um homem bipolar obcecado em reconquistar a ex-mulher que o traía antes mesmo dele surtar e ir para em uma clínica psiquiátrica. Em “Trapaça” (2013), do mesmo David O. Russell de “O lado bom da vida”, ele dá vida a um agente do FBI com sonho de grandeza que não consegue se dar por satisfeito em desbaratar um esquema de corrupção e acaba dando um passo maior do que as pernas. Já em “Sniper americano”, ele interpreta um homem desacostumado a viver em meio à paz e obstinado em superar um atirador de elite rival durante a ocupação americana no Iraque.

O fato de ter sido indicado ao Oscar pelos três trabalhos diz muito sobre as atuais preferências de Cooper ao dizer sim para um projeto. Em “Burnt”, cujo primeiro trailer pode ser conferido abaixo, ele vive Adam Jones, um chef de cozinha que após destruir sua carreira com vício em drogas e um temperamento explosivo, tenta dar a volta por cima. O filme é dirigido por John Wells (“Álbum de família”) e traz nomes como Emma Thompson, Sienna Miller, Uma Thurman e Daniel Brühl no elenco coadjuvante.

É muito cedo para dizer se “Burnt” tem chances de chegar ao próximo Oscar, a distribuição é do Midas Harvey Weinstein, mas é certo que Cooper parece decidido a investir em personagens soturnos e francamente obsessivos nesse ‘rebranding’ de carreira. Nada mais justo do que uma obsessão a alimentar outra.

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sábado, 15 de agosto de 2015 Atores, Bastidores | 07:00

Aos 43 anos, Ben Affleck vive momento definidor na carreira

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O ator ao lado de Jeremy Irons em cena de "Batman  vs Superman: a origem da Justiça" (Fotos: divulgação)

O ator ao lado de Jeremy Irons em cena de “Batman vs Superman: a origem da Justiça”
(Fotos: divulgação)

Ben Affleck completa 43 anos neste sábado (15) imerso em uma bolha de boatos sobre o fim do seu casamento.  Depois de 12 anos juntos – dez sob matrimônio – e com três filhos, Affleck enfrenta um rumoroso divórcio de Jennifer Garner em um momento crucial de sua carreira.

Em pouco mais de seis meses, mais precisamente em 24 de março de 2016, o ator lança “Batman vs Superman: a origem da Justiça” nos cinemas. Trata-se de um momento decisivo porque a escolha de Affleck foi muito contestada por fãs e setores da crítica. A confiança do estúdio em Affleck, porém, é gigantesca. O ator foi confirmado como o diretor do próximo filme solo do herói. Affleck e Warner, a bem da verdade, mantêm uma relação prolífera e produtiva nos moldes da que o estúdio nutre com o cineasta e ator Clint Eastwood. Os três filmes de Affleck na direção, incluindo o vencedor do Oscar “Argo”, foram produzidos pela Warner.

Em exibições privadas, executivos do estúdio teriam elogiado a interpretação do ator para Batman. Affleck disse outro dia que via o personagem como a versão americana de Hamlet, dando pistas da atmosfera trágica que deve nortear sua performance.

A relação com a Warner está tão bem azeitada que estúdio e ator concordaram sem grandes apartes em postergar o próximo filme de Affleck na direção, “Live by night”, um thriller baseado na obra de Dennis Lehane – o mesmo autor adaptado por Affleck em sua estreia na direção (“Medo da verdade”).

O momento é delicado e, a despeito de relatos das costumeiras fontes anônimas de revistas de celebridades de que Affleck esteja mergulhado em trabalho para esquecer os problemas pessoais, há muito em jogo para o ator, em termos profissionais, e para o estúdio, que programa pelo menos seis filmes com Affleck como Batman (entre produções solo e filmes da Liga da Justiça).

Desde que assumiu a faceta de cineasta, Affleck tornou-se um ator melhor. Isso é fato, mas estigmas não se superam da noite para o dia. Ser um Batman convincente, neste contexto, pode significar o alvorecer de um Affleck renovado. Mais respeitado e celebrado por público e crítica. A nova idade, portanto, promete muitos desafios e, para o bem ou para o mal, resoluções.

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quinta-feira, 23 de julho de 2015 Análises, Atores | 16:27

Em meio à crise na carreira, Adam Sandler busca abrigo na internet

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O ator em cena do filme "Esposa de mentirinha" (Fotos: divulgação)

O ator em cena do filme “Esposa de mentirinha”
(Fotos: divulgação)

Adam Sandler sempre foi um campeão de bilheteria. Desde que iniciou seu reinado em meados da década de 90 com filmes como “Um maluco no golfe” (1996), “Afinado no amor” (1998) e “O paizão” (1999), o ator deu de ombros para a crítica que sempre lhe torceu o nariz.

Nos anos 2000, em plena fase em que astros de cinema se desvalorizavam em detrimento de adaptações de outras mídias e franquias de apelo juvenil, Sandler manteve sólida sua base de fãs e dava lucro com seus filmes relativamente baratos.

Sandler, diferentemente de figuras como Johnny Depp e Robert Downey Jr. que se reinventaram para acontecer no mainstream, levava público ao cinema sendo sempre ele mesmo. As galhofas e as piadas grosseiras vez ou outras rivalizavam com alguma aparição mais séria como no drama pós-11 de setembro “Reine sobre mim” (2007).

Sandler conseguia que até mesmo filmes como “Golpe baixo” (2005), sobre futebol americano, ganhasse distribuição nos cinemas brasileiros. Um feito raro para filmes sobre esportes impopulares no país. A primeira década do milênio foi delirantemente positiva para o ator.

Estrelou filmes muitíssimo bem sucedidos como “A herança de Mr. Deeds” (2002), “Tratamento de choque” (2003), em que contracenou com a fera Jack Nicholson, “Como se fosse a primeira vez” (2004) e “Click” (2006).

Não obstante, colaborou com verdadeiras legendas da sétima arte como Paul Thomas Anderson (“Embriagado do amor”) e James L. Brooks (“Espanglês”), além de se experimentar em um tipo diferente de humor, mais amargo, em fitas como “Tá rindo do quê?”, de Judd Apatow, maior nome da comédia americana atual.

Sandler em "Pixels": crítica reprovou o filme. Como o público reagirá neste fim de semana?

Sandler em “Pixels”: crítica reprovou o filme. Como o público reagirá neste fim de semana?

A virada da década, no entanto, representou um doloroso revés para o ator. Sandler continuou operando na mesma fórmula. Comédias histriônicas (“Gente grande”, “Cada um tem a gêmea que merece” e “Esse é o meu garoto”), com incursões dramáticas pontuais (“Homens, mulheres e filhos”).

“Pixels”, principal aposta da Sony na temporada e que chega hoje aos cinemas do Brasil e nesta sexta-feira nos EUA, já é um filme em que Sandler divide o protagonismo com outros atores. Além de seu habitual parceiro Kevin James, figuras ascendentes como Josh Gad e Peter Dinklage estrelam a fita que coloca personagens de videogames contra a humanidade.

Recolocação

Os últimos filmes do ator foram fiascos de bilheteria. “Juntos e misturados” (2014), terceira colaboração com a atriz Drew Barrymore (as outras foram “Afinado no amor” e “Como se fosse a primeira vez”) já não foi lançado nos cinemas de muitos países.

A crítica continua pouco amistosa com Sandler, mas estaria o público cansado dele? A revista Forbes colocou o ator no topo da lista dos atores menos rentáveis nos últimos dois anos. A equação é simples. A taxa de retorno de Sandler anda baixíssima. Com um salário ainda inflado, o ator rendeu US$ 3,20 para cada dólar recebido. Na contramão da expectativa ensejada pela Forbes, a Netflix fechou um acordo com Sandler para produzir e distribuir seus próximos quatro filmes. O desenvolvimento será conduzido em parceria com a Happy Madison Productions, produtora do ator.

Em Cannes, Ted Sarandos, diretor de programação da Netflix,  disse que a opção por fechar um contrato com Sandler se deu baseado em levantamento feito pela empresa de que os filmes estrelados pelo ator são dos mais procurados pela base de assinantes nos mercados em que a Netflix opera.

Sandler e Barrymore em "Juntos e misturados": velhas receitas não estavam dando certo

Sandler e Barrymore em “Juntos e misturados”: velhas receitas não estavam dando certo

Ao buscar abrigo na internet, Sandler não só aponta um caminho para astros em decadência – e há uma fila cada vez maior deles – como relativiza o impacto negativo das bilheterias de seus últimos filmes. O interesse por ele teria apenas migrado de plataforma. Pode não ser o sonho de aposentadoria do outrora rei da comédia besteirol americana, mas é uma saída para lá de digna.

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segunda-feira, 20 de julho de 2015 Filmes, Notícias | 22:57

Chris Evans apresenta o trailer de “Before we go”, sua estreia na direção

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Chris Evans e Alice Eve em cena de "Before we go" (Foto: divulgação)

Chris Evans e Alice Eve em cena de “Before we go”
(Foto: divulgação)

Chris Evans, mais conhecido como o Capitão América do cinema, disse certa vez que gostaria de fazer mais comédias românticas. Para quem não sabe, ele já estrelou algumas como “Deixa rolar” (2014), “Qual seu número?” (2011) e “Diário de uma babá” (2007). O compromisso com a Marvel (seu contrato vigente lhe obriga a participar de seis filmes. Dois ainda estão por vir), no entanto, tem deixado pouco tempo em sua agenda. Mesmo assim, Evans se prepara para lançar em setembro nos EUA seu primeiro filme como diretor. Não chega a ser uma surpresa o fato de “Before we go”, ainda sem título nacional, ser um romance.

No filme, protagonizado por Evans e por Alice Eve (“Além da escuridão – Star Trek”), uma mulher é assaltada e perde o trem para Nova York, ficando desamparada na cidade. Ela rapidamente ganha a companhia de um saxofonista (Evans) que decide compartilhar seus sentimentos com ela e lhe oferecer alguma assistência antes do próximo trem partir.

“Nós estávamos destinados a nos encontrar”, descreve a voz de Eve na abertura do trailer, que pode ser conferido abaixo.  Quem assiste ao material promocional rapidamente identifica a trilogia “Antes do amanhecer”, de Richard Linklater, como uma referência vívida de Evans neste seu debute na direção.  Ao final do trailer a mesma Eve questiona “como uma das piores noites da minha vida pode ter se tornado uma das melhores?”. São pequenas pistas de que vale a pena dar uma chance para essa aventura nova-iorquina arquitetada por Evans.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015 Atores, Curiosidades, Listas | 09:00

Quem pode ser o jovem Han Solo no cinema?

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A Disney anunciou que o personagem imortalizado por Harrison Ford na trilogia clássica de “Star Wars” terá um filme para chamar de seu. Uma prequela, também conhecida como filme de origem, está a caminho e Solo será vivido por um ator mais jovem. Mas quem? A Disney anunciou que Christopher Miller e Phil Lord, do filme “Uma aventura Lego”, vão dirigir a produção programada para estrear em 2018. O processo de casting do jovem Han Solo está em pleno vapor e o Cineclube apresenta quem é que está na disputa.

Taron Egerton

Egerton

O jovem ator inglês seria um dos favoritos dos produtores. Egerton chamou atenção no início do ano ao estrelar o divertido “Kingsman – serviço secreto”. No filme de Matthew Vaughn, o ator provou levar jeito para ação sem descuidar do humor. Predicados indispensáveis para assumir o papel de Harrison Ford.

 

Evan Peters

Evan peters

Aos 28 anos, este americano de Missouri é apontado por parcela da crítica como um “jovem Johnny Depp”. Peters, cujo trabalho mais expressivo reside na série “American Horror Story” alia talento e carisma em uma proporção que justifica a comparação entusiasmada. Assumir o papel de Han Solo poderia testar a teoria na prática.

 

Dylan O` Brien

O brien

O jovem ator de “Maze Runner” e “Teen Wolf” já foi cotado para ser o novo Homem- Aranha e agora aparece na bolsa de apostas para viver a versão jovem de Han Solo. À Frente de uma franquia com apelo jovem, o segundo “Maze Runner” estreia no fim do ano, O` Brien poderia ser uma escolha mais segura do estúdio.

 

Garrett Hedlund

Fotos: divulgação e Details

Fotos: divulgação e Details

O americano de 30 anos é o mais viril e atlético dos candidatos aventados. De certa forma, sua persona encontra respaldo na figura de Han Solo e isso pode contar a seu favor. O ator também já estrelou um grande blockbuster da Disney, “Tron – o legado” (2010), e manda bem na hora de dramatizar como atestam suas participações em “Na estrada” (2012) e “Invencível” (2014).

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quinta-feira, 2 de julho de 2015 Atores, perfil | 18:50

Mais afável e cheio de energia, Arnold Schwarzenegger está de volta

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Exterminador - 1Para o bem ou para o mal, Arnold Schwarzenegger é a cara da franquia “O exterminador do Futuro”. Foi o primeiro filme que elevou o então fisiculturista austríaco que tentava emplacar carreira como ator de Hollywood ao panteão dos astros. “Conan – o bárbaro”, de John Milius, lançado em 1982, dois anos antes da obra-prima de James Cameron chegar aos cinemas, já chamava a atenção para aquele brucutu da Áustria de fala pouco compreensível e sotaque para lá de carregado.

O carisma de Schwarzenegger era tangível, mas foram os anos Reagan que lhe deram pujança e relevância em Hollywood. Rivalizando diretamente com Sylvester Stallone – que surfava no sucesso de Rocky Balboa, Schwarza – como é carinhosamente chamado pelos corredores da cinefilia – estrelou típicas produções oitentistas como “Inferno vermelho” (1988), “Comando para matar” (1985) e “O predador” (1987).

Ainda na década de 80, deu uma volta em Sly ao flertar de maneira bem sucedida com a comédia rasgada em “Irmãos Gêmeos” (1988), em que dividia a cena com Danny DeVitto.

No começo da década de 90, ninguém era tão popular como ele. Da ficção científica casca grossa “O vingador do futuro” (1990) à continuação de “O exterminador do futuro”(1991), passando pela comédia de apelo infantil “Um tira no jardim de infância” (1990), Schwarzenegger não era só implacável em suas escolhas na carreira, como era o cara certo nos filmes certos. Era difícil sair insatisfeito de um filme estrelado pelo ator.

Com escolhas duvidosas, mas financeiramente recompensadoras (“Batman & Robin”, “O último grande herói”) e outras certeiras (“True lies”, “Junior”, “O fim dos dias”), o austríaco dominou a década.

Os anos 2000, no entanto, trariam ventos de mudança para Schwarza. Depois de ganhar o primeiro cachê de U$ 30 milhões pago a um ator por um filme, no caso a segunda sequência de “O exterminador do futuro”, denominada “A rebelião das máquinas” (2003), ele assumiu o papel de “governator” e comandou o Estado da Califórnia por oito anos.

Republicano moderado e com governo elogiado por democratas convictos, Schwarzenegger se provou um sucesso eleitoral tão inesperado quanto astro de cinema de apelo mundial. Após o fim do segundo mandato e impossibilitado de mirar na presidência – a constituição americana veta a candidatura de não nascidos em território americano – o ator anunciou seu retorno ao cinema. “Os mercenários 2” (2012) – já havia feito uma ponta no primeiro – serviu de plataforma de lançamento. Solo, Schwarzenegger voltou em “O último desafio”, uma fita de ação eficiente em que o ator estendia a piada da idade que norteia a franquia “Os mercenários”.

Cheio de energia, o austríaco anunciou que retornaria aos dois papeis mais icônicos de sua carreira. O T-800 de “O exterminador do futuro” e Conan, em “A lenda de Conan”, prometido para 2017.

Schwarzenegger chora pela filha que vira zumbi em "Maggie", drama que estreou no festival de Tribeca: nova experimentação na carreira (Fotos: divulgação)

Schwarzenegger chora pela filha que vira zumbi em “Maggie”, drama que estreou no festival de Tribeca: nova experimentação na carreira
(Fotos: divulgação)

Com a aprovação de James Cameron, mas com críticas para lá de refratárias, “O exterminador do futuro: Gênesis” sela, na prática, o tão esperado retorno de Schwarzenegger. Ator que hoje se mostra mais afável em público do que outrora, faz uso ostensivo das redes sociais e parece entender melhor o jogo de celebridades.

Em um desses lances do destino, com o devido crédito ao excepcional trabalho de CGI (Imagem gerada por computador), o Schwarzenegger de hoje fica cara a cara com o Schwarzenegger de 1984.

Só o cinema para conceber retorno tão apoteótico.

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terça-feira, 23 de junho de 2015 Análises, Atores, Filmes | 22:15

Temos um Homem-Aranha; e agora?

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Foto: Joblo/reprodução

Foto: Joblo/reprodução

O inglês Tom Holland, de 19 anos, foi anunciado como o novo intérprete de Peter Parker/Homem-Aranha no novo reboot que o personagem irá receber, agora sob curadoria da Marvel. Jon Watts, do ainda inédito “Cop car”, foi confirmado como o diretor do filme, previsto para ser lançado em 28 de julho de 2017.

A dinâmica da escolha lembra muito a que se deu em 2011, quando o anglo-americano Andrew Garfield foi selecionado para ser o novo Peter Parker e o cineasta Marc Webb, então festejado no circuito indie com o sucesso de “500 dias com ela”. Tanto Webb como Watts, no momento de assumirem a direção de “Homem-Aranha”, vinham da aclamação no festival de Sundance. Um celeiro incomum para um filme super-herói.

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Estamos falando aqui do sexto filme do personagem em 15 anos e do segundo reboot em cinco. Não é um repertório desejável e a Marvel já anunciou que o próximo filme vai mostrar um Peter Parker adolescente e enfrentando a opressiva rotina colegial. Sem, pelo menos no discurso de momento, recontar a origem do herói.

Rumores ventilados na imprensa americana dão conta de que o nome de Holland era uma preferência da Sony. A Marvel tinha em Asa Butterfield, de “A invenção de Hugo Cabret”, o seu favorito. Não que Holland não tenha impressionado Kevin Feige, o todo-poderoso produtor da Marvel Studios e que supervisionou pessoalmente o processo de casting do herói aracnídeo.  Segundo fontes ouvidas pelo The Hollywood Reporter, Feige gostou da interação entre Holland, Robert Downey Jr. e Chris Evans nos testes. Vale lembrar que a primeira aparição desse novíssimo Homem-Aranha no universo Marvel será em “Capitão América: Guerra civil”, a ser lançado no próximo ano.

Watts teria sido uma escolha toda de Feige, que costuma apostar em diretores novatos e pouco experimentados – uma forma de assegurar maior controle criativo sobre os filmes. Foram apostas bem sucedidas dele Jon Favreau, no primeiro “Homem de ferro”, e James Gunn, em “Guardiões da Galáxia”. O nome de Watts teve de ser aprovado pelo novo presidente da divisão de cinema Sony, Tom Rothman. Esse típico toma lá dá cá é comum em pré-produções de blockbusters dessa magnitude, mas a Sony sabe que precisa dar mais autonomia à Marvel para evitar que o novo filme seja tão decepcionante como os dois mais recentes.

O fato de estar inserido no universo Marvel deve ajudar na aceitação do novo aracnídeo, mas um filme solo bacana e bem azeitado é crucial para que o investimento – e a parceria entre Marvel e Sony – vinguem.

A produção do filme, no entanto, deve ser cercada de especulações, atritos e coro por concessões. Circunstâncias comuns a qualquer relação, mas potencialmente desestabilizadora em uma envolvida em interesses milionários e objetivos mais inflacionados ainda.

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quarta-feira, 22 de abril de 2015 Filmes, Notícias | 23:08

Vaza lista com os cinco atores cotados para viver o novo Homem-Aranha

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Nas próximas duas ou três semanas, Marvel e Sony devem decidir quem será o intérprete do novo Homem-Aranha no cinema. O anúncio oficial deve ocorrer pouco depois disso. Já se sabia que o objetivo era um ator jovem, uma vez que o novo Aranha/Peter Parker ainda estará no colégio. Pois bem, o site The Wrap obteve a lista dos cinco atores que estão cotados para o papel. Segundo as fontes do The Wrap, nenhum dos atores foi testado ou contatado. São descritos como “fortes concorrentes” ao papel. São eles: Asa Butterfield (“A invenção de Hugo Cabret”, Ender´s game – o jogo do exterminador”), Timothee Chalamet (“Interestelar”), Tom Holland (“O impossível”), Nat Wolf (“Cidades de papel” e “A culpa é das estrelas”) e Liam James (“2012” e “O verão da minha vida”).

Butterfield (18 anos) é o mais conhecido dos cinco e já constava das apostas preliminares de novos nomes para vestir o uniforme do Aranha. A seu favor, tem o fato de já ter estrelado blockbusters como protagonista.  Tom Holland (18 anos) já provou ser bom ator e os outros só tiveram pequenas participações em filmes e séries. Nat Wolf (20 anos) deve ganhar popularidade com o vindouro “Cidades de papel”, adaptado do mesmo John Green de “A culpa é das estrelas”.

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf

Da esquerda para a direita: Liam James, Timothee Chalamet, Tom Holland, Asa Butterfield e Nat Wolf
(Foto: montagem/reprodução)

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