Publicidade

Posts com a Tag Atores

segunda-feira, 13 de abril de 2015 Atores, Filmes, Listas | 19:04

Os melhores filmes de atores ruins

Compartilhe: Twitter

Não há lista sem polêmica e todo apreciador de listas, e de polêmicas, sabe disso. O Cineclube eleva as apostas ao atrelar em uma mesma lista o rótulo de pior ao melhor. A lista em destaque tem como objetivo reconhecer os melhores filmes de atores ruins. Alguns atores são conhecidos do grande público, outros não. Em comum, todos têm o fato de serem constantemente questionados pela crítica. Os filmes pelos quais são lembrados aqui não só representam o ponto alto em matéria de interpretação alcançado por esses atores, como também são filmes bons em grande parte pelo trabalho deles. Um aparente paradoxo que, como toda lista, dá pano para manga.

 

“O advogado do Diabo” (EUA, 1997) – Keanu Reeves

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Keanu Reeves é um mau ator que conseguiu disfarçar suas deficiências dramáticas se refugiando na ação. Incensado a astro, tentou diversificar no cinema independente, mas jamais alcançou o êxito de outros atores desacreditados como Matthew McConaughey. No entanto, antes de “Matrix”, Reeves teve seus (bons) espasmos e o melhor deles é “O advogado do Diabo”. No filme que também é o melhor do irregular cineasta Taylor Hackford, Reeves convence como um advogado arrogante e brilhante que é assediado por ninguém menos que o Diabo. Al Pacino reclama nosso olhar para si, mas quem se predispuser a observar Reeves verá ali uma chama que infelizmente não se alastrou.

 

 “A vida é bela” (ITA, 1997) – Roberto Benigni 

A vida é bela

Roberto Benigni é um ator tão ruim que, em perspectiva, o Oscar conquistado pelo trabalho nesse belíssimo drama torna-se plenamente justificado. Emocionante e sensível, o registro de um pai que faz de tudo para maquiar os horrores da guerra para seu filho, mostra que no cinema como no futebol, todo perna de pau tem seu dia de artilheiro.

 

“Mata-me de prazer” (EUA, 2002) – Joseph Fiennes

mata-me de prazer

Não é fácil arranjar um filme bom estrelado por Joseph Fiennes, o irmão mais bonito, mas menos talentoso de Ralph Fiennes, que seja bom por causa dele. “Elizabeth”, “Círculo de fogo” e “Correndo com tesouras” são bons apesar dele. Mas esse thriller erótico que brinca com o prazer do sexo com asfixia, Fiennes faz um homem misterioso adepto da prática que vira do avesso a vida de uma mulher bem resolvida vivida por Heather Graham. Trata-se de uma boa atuação e muito do clima do filme se deve ao trabalho do ator.

 

 “Paranoia” (EUA, 2007) – Shia LaBeouf

Paranoia

Steven Spielberg certa vez disse que LaBeouf seria o próximo Tom Hanks e essa impressão veio logo depois do lançamento deste filme, um suspense despretensioso de ótima bilheteria lançado no mesmo ano do primeiro “Transformers”, que elevara LaBeouf ao status de astro. Foi, também, o primeiro filme protagonizado por ele que já vinha de pequenos papeis em “Constantine” (2005) e “Bobby” (2006). Aqui, o ator demonstra carisma e capacidade de trafegar entre os registros cômico e dramático com facilidade. Pena que o sucesso subiu à cabeça e LaBeouf jamais seria tão eficaz em cena novamente.

 

“A fúria” (EUA, 2007) – Christian Slater

A fúria

Veterano, Christian Slater esteve em ótimos filmes, mas todos eles independiam de sua presença. Em “A fúria” não é bem assim. Aqui Slater tem a chance de brilhar e o faz deixando toda a canastrice de lado. Na pele de um sujeito pacato que é ridicularizado pelos colegas de trabalho, o ator impressiona. Um belo dia seu personagem resolve levar uma arma para o trabalho para matar todo mundo, só que outra pessoa tem a mesma ideia e a põe em prática antes. Ele acaba salvando alguns colegas e passa a ser um herói. Promovido e paparicado, o sentimento de inadequação permanece. Grande filme e grande atuação.

 

 “Match point –ponto final” (INGL/ 2005) – Jonathan Rhys Meyers

match

O inglês foi uma escolha incomum de Woody Allen para essa releitura muito mais tensa e elaborada de “Crimes e pecados”, sobre um alpinista social cheio de charme que não mede esforços para vencer na vida. Depois de brilhar em “Match point”, Rhys Meyers foi descoberto por Hollywood e, afora o trabalho na série “The Tudors”, só decepcionou no cinema com atuações entre o risível e o lamentável.

 

 “Piratas do Caribe: a maldição do Perola negra” (EUA, 2003) – Orlando Bloom

Piratas do caribe

Se o galã inglês tivesse metade de talento do que tem de sorte, talvez fosse o Laurence Olivier de sua geração.  Presente em duas das mais lucrativas e influentes franquias do novo século (“Piratas do Caribe” e “O senhor dos anéis”), Bloom costuma ser o elo fraco de bons filmes como “Troia”, “Falcão negro em perigo” e “Cruzada”. Todos filmes que, entre outros objetivos, visavam impulsionar uma carreira que jamais decolou. Isso porque Bloom é ruim. Demais. Contudo, no primeiro “Piratas do Caribe”, sua química com Johnny Depp é avassaladora e ajuda a mascarar sua falta de carisma. Não é exatamente por sua atuação que esse filme é destacado, mas pelo resultado da combinação de sua atuação com a de Depp. Uma tecnicalidade que se faz necessária quando nada se salva na filmografia de um ator tão ruim como Bloom.

 

“Garota exemplar” (EUA, 2014) – Ben Affleck

Ben Affleck em "Garota exemplar": um casamento devassado

Ben Affleck em “Garota exemplar”: um casamento devassado

Ok, Ben Affleck não é exatamente ruim. Ele é mais vítima de má vontade do que exatamente ruim e está muito bem em vários filmes como “Fora de controle”, “Gênio indomável”, “Argo” e “Atração perigosa”, uma pequena amostra de quantos bons filmes ele estrelou ao longo de sua carreira. Mas essa pecha de mau ator pegou e talvez “Garota exemplar” seja Ben Affleck começando a superar este estigma. No filme de David Fincher, a inexpressividade do ator é usada para dar os contornos necessários ao marido suspeito de matar a esposa. Como o homem comum tragado para um redemoinho de sensacionalismo, o ator entrega uma atuação calibrada e cheia de insuspeitas nuanças.

 

 “127 horas” (EUA, 2010) – James Franco

127 horas

James Franco é um artista interessante. Multimidiático e disposto a expandir as fronteiras da arte, é o tipo de ator, roteirista, escritor, diretor e outras coisinhas mais que convém ficar de olho. Isso posto, como ator, Franco (ainda) deixa a desejar. Há bons momentos como em “Milk – a voz da igualdade” e “Segurando as pontas”, mas no geral o ator é inconstante e deficiente. “127 horas”, no entanto, é um filme cujo todo impacto depende exclusivamente da performance de Franco. De como o ator alcança a audiência e Franco é não menos que brilhante. Uma atuação poderosa que foi justamente distinguida com uma indicação ao Oscar e que mostra que Franco pode ainda não ter maturado, mas está no caminho certo.

 

 “Tá rindo do quê?” (EUA, 2009) – Adam Slander

tá rindo

Sempre contestado, Adam Sandler habitou-se a responder seus críticos com vultosas bilheterias. Isso já não acontece mais. Decadente, Sandler parece não cativar mais nem mesmo seu público fiel. Em “Tá rindo do quê?”, excelente comédia dramática de Judd Apatow, ele faz um comediante que descobre só ter um ano de vida e precisa lidar com a ingrata tarefa de preparar seu legado. Algo que Sandler, estranhamente e não literalmente, vivencia atualmente. Profético ou não, o filme apresenta a melhor performance do ator que permite que a metalinguagem corra solta na sua interação com o então astro em ascensão Seth Rogen. Menos dramático do que em filmes como “Reine sobre mim”, Sandler fala sério sem deixar o humor de lado.

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 Atores, perfil | 16:05

Michael Keaton exorciza Michael Keaton com “Birdman”

Compartilhe: Twitter
Michael Keaton em foto para a Esquire (Reprodução)

Michael Keaton em foto para a Esquire
(Reprodução)

Você ainda deve lembrar dele como o Batman, mas já se vão 23 anos desde que ele não veste o traje do homem-morcego. Aos 63 anos, Michael Keaton se funde ao personagem desenhado para ele por Alejandro González Iñarritu em “Birdman ou (A inesperada virtude da ignorância)” para redefinir sua persona em Hollywood. Desde meados da década de 90, o ator havia desaparecido dos holofotes. Depois de abandonar o papel de Batman, ele havia sido uma imposição de Tim Burton, que dirigiu os dois primeiros filmes, Keaton ensaiou uma guinada na carreira. Estrelou o drama choroso “Minha vida” (1993) ao lado da então estrela em ascensão Nicole Kidman e o drama jornalístico “O jornal” (1994), mas o ator simplesmente não atraia público. Ainda nos anos 90 ele foi coadjuvante para Tarantino em “Jackie Brown” (1997), tido  como o filme mais fraco do badalado cineasta, e foi o antagonista de Andy Garcia, fazendo um vilão canastrão, no bom thriller “Medidas desesperadas” (1998), também pouco visto nos cinemas. O timing parecia não favorecer Keaton que iniciou os anos 2000 estrelando produções para a TV como “Ao vivo de Bagdá” (2002) ou coadjuvando para estrelas teen como Katie Holmes em “A filha do presidente” (2004).

“Vozes do além” foi uma tentativa malfadada de surfar na onda do terror de verve sobrenatural, em voga naquele particular momento da década com o sucesso de produções como “O grito” e “O chamado”.

Mais de dez anos depois de Batman, Keaton só era lembrado pelo personagem e os papéis em Hollywood escasseavam. Mesmo pequenas participações em filmes como “Herbie, meu fusca turbinado” (2006), veículo para a então estrela Lindsay Lohan, e “Recém-formada” (2009), comédia que nem chegou a ser lançada comercialmente nos cinemas do Brasil e de outros países, exigiam negociações prolongadas e exaustivas. Keaton não tinha prestígio, não tinha poder de barganha e não tinha bons filmes que lhe precedessem. Não tinha, também, um padrinho forte. Tim Burton estava ocupado tentando tirar os próprios filmes do papel, algo que ficou relativamente mais fácil com o estrelato de Johnny Depp conquistado com “Piratas do Caribe: a maldição do Perola negra” (2003).

O ator em cena de "Batman: o retorno" (1992), seu último grande momento no cinema até a chegada de "Birdman" (Foto: divulgação)

O ator em cena de “Batman: o retorno” (1992), seu último grande momento no cinema até a chegada
de “Birdman”
(Foto: divulgação)

Keaton e Iñarritu conversam no set de "Birdman": o ator embarcou na metalinguagem proposta pelo cineasta mexicano  (Foto: divulgação)

Keaton e Iñarritu conversam no set de “Birdman”: o ator embarcou na metalinguagem proposta pelo cineasta mexicano
(Foto: divulgação)

Em 2014 tudo ia mudar. Alejandro González Iñarritu admitiu em entrevista à revista Empire que se Keaton não aceitasse o papel do protagonista de “Birdman” ele não faria o filme. Exageros à parte, o projeto parece mesmo pensado para Keaton. Ele interpreta Riggan, um ator que fez muito sucesso interpretando o super-herói Birdman no cinema, mas depois caiu no ostracismo. Ele agora tenta se reinventar e dar a volta por cima produzindo, dirigindo e estrelando uma adaptação de um conto de Raymond Carver para a Broadway. A metalinguagem pretendida por Iñarritu neste filme que versa sobre atores, ego e cinema ganha potência com Keaton como protagonista e todo mundo sabe disso. Parte do fascínio provocado pelo filme, que amealhou nove indicações para o Oscar, reside nessa intertextualidade entre Keaton e seu personagem. É como se fosse dada a Michael Keaton a oportunidade de exorcizar Michael Keaton e o Oscar, ao qual é favorito, pode ser decisivo neste processo.

O ano começou com Keaton brilhando como uma sátira de Steve Jobs no “Robocop” de José Padilha. Não é exagero dizer que ele é a melhor coisa do filme. No dispensável “Need for speed – o filme”, ele injeta adrenalina como um aficionado em corridas que patrocina o evento clandestino que move a adaptação do game homônimo

Com Oscar ou sem Oscar, mas os prognósticos são os mais favoráveis possíveis, o Michael Keaton que emerge no raiar de 2015 é um ator pronto para viver plenamente sua melhor idade.

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 13 de janeiro de 2015 Atores, Notícias | 21:36

Rodrigo Santoro deve viver Jesus Cristo em remake de “Ben-Hur”

Compartilhe: Twitter
Foto: Getty

Foto: Getty

O martelo ainda não foi batido. Mas segundo o semanário The Hollywood Reporter, o brasileiro Rodrigo Santoro é o escolhido dos estúdios MGM e Paramount para ser o Jesus Cristo da nova versão de “Ben-hur”. O filme original, vale lembrar, é um dos recordistas de vitórias no Oscar. Foram 11 estatuetas conquistadas pela produção de 1959.

O novo filme será dirigido pelo russo Timur Bekmambetov, de filmes como “O procurado” (2008), aquele mesmo estrelado por Angelina Jolie e James McAvoy, e “Abraham Lincoln: caçador de vampiros” (2012). Uma pista de que a ideia é focar mais na ação e menos no componente épico da trama do príncipe judeu que é traído e levado à escravidão. Nesse contexto, a escolha de Santoro pode ser mais do que um referência a “300” (2006). O filme deve começar a ser rodado nos próximos meses e tem lançamento previsto para fevereiro de 2016. Jack Huston, da série “Boardwalk Empire” protagonizará o filme como Ben-Hur. O elenco, ainda em formação, conta também com Morgan Freeman e Pedro Pascal, visto recentemente na série “Game of Thrones”.

Autor: Tags: , ,

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades, Listas | 05:26

Retrospectiva 2014 – As melhores atuações masculinas do ano

Compartilhe: Twitter

Jonah Hill (“O lobo de Wall Street”)

Atores - Jonah

Os olhos esbugalhados, a ansiedade extrapolada como quem está à beira de um infarto e o humor perverso de Donnie Azoff, o braço direito do lobo de Wall Street, são alguns dos cacoetes geniais bancados por Jonah Hill, ator que quando quer mata a cobra e mostra o pau (literalmente, no caso aqui). Hill recebeu sua segunda indicação ao Oscar em três anos pelo papel. Coisa que muito ator mais valorizado não tem para botar no currículo. Não é pouca coisa.

Michael Fassbender (“12 anos de escravidão”)

Atores  - Michael

Esse alemão de ascendência irlandesa é um ponto fora da curva. Astro tardio, combina carisma e talento em escalas sempre surpreendentes. Como a encarnação do mal no filme de Steve McQueen, ele tergiversa a humanidade do senhor de escravos que interpreta ao sublinhar o desespero de um homem apaixonado por sua escrava e sem saber o que fazer com o sentimento que nutre por um “objeto”.

Leonardo DiCaprio (“O lobo de Wall Sreet”)

Atores - leo

Voraz, dínamo sexual, zombeteiro, esperto, chocante e, acima de tudo isso, nauseante. Este é Leonardo Dicaprio, à imagem e semelhança do biografado nesta obra-prima moderna de Martin Scorsese que é “O lobo de Wall Street” (alguma dúvida de que o filme figurará na lista de melhores do ano da coluna?). DiCaprio atinge as notas mais altas de uma carreira cheia de grandes arranjos ao compor um homem alucinado e banhado na cobiça exacerbada de um conceito de vida que tem seus ciclos. E ele quer estar no topo de todos eles.

Joaquin Phoenix (“Ela”/ “Era uma vez em Nova York”)

Joaquin 3

Phoenix é daqueles atores que nos faz levantar os braços para os céus e agradecer a Deus, orixás ou qualquer energia e presença que deva ser agradecida por tamanho talento. Praticamente todo filme que estrela entra na lista de melhores do ano e suas atuações, bem, suas atuações são sempre revigoradas, cheias de vida, detalhes e profundamente conectadas com a verdade buscada pelo roteiro. É assim em “Ela”, misto de romance e ficção científica imaginado por Spike Jonze, e em “Era uma vez em Nova York”, saga desromantizada do sonho americano alçada por James Gray – com quem Phoenix habitualmente colabora. Trabalhos em diferentes tons e compassos, mas dotados da mesma obstinação e fervura.

Jake Gyllenhaal (“O abutre”/”O homem duplicado”)

Jake 3

Jake Gyllenhaal rejeitou a alcunha de astro para viver o cinema. Essa experiência tem sido recompensadora para ele e para o público. Em 2014, o ator estrelou dois dos filmes mais instigantes, desafiadores e reflexivos da temporada. Gyllenhaal vai se revelando ator de muitos recursos e gana. Se perdeu peso e mergulhou na sociopatia de seu personagem em “O abutre”, em “O homem duplicado” foi fundo no jogo de espelhos proposto pela obra de Saramago. Um ator sem medo de tatear o desconhecido.

Jesuíta Barbosa (“Praia do futuro”)

Atores - Jesuíta

Jesuíta Barbosa é um poço de talento e um ímã tão poderoso que o gigante Wagner Moura parece um acessório de cena em “Praia do futuro”. Esse dom natural é temperado com uma expressividade corporal e sentimental que poucos atores, brasileiros ou estrangeiros, dispõem. Barbosa tem pouco tempo em cena no filme, mas a lembrança de sua passagem é das mais perenes.

Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”/ “O lobo de Wall Street”)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

É até chato falar da reinvenção de Mathhew McConaughey e blá, blá, blá. Mas o signo de McConaughey paira sobre 2014. Na TV, o assombro que foi sua participação em “True Detective”. O Oscar, justíssimo, por “Clube de Compras Dallas” dispensa defesas sobre sua figuração nesta lista. Mas se você quer medir um grande ator o desafie a superar a participação de cinco minutos de Matthew McConaughey em “O lobo de Wall Street”. É de dar desarranjo em muito ator discípulo do método de Lee Strasberg.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

domingo, 7 de dezembro de 2014 Atores, Curiosidades | 19:16

Adam Driver é o denominador comum de dois filmes indies cativantes

Compartilhe: Twitter
Adam Sriver, o segundo da esquerda para a direita, em cena de "Sete Dias sem fim" (Foto: divulgação)

Adam Sriver, o segundo da esquerda para a direita, em cena de “Sete Dias sem fim”
(Foto: divulgação)

Ele é um dos atores mais quentes do momento. Depois de ganhar o Leão de Ouro em Veneza por “Hungry Hearts” e assegurar um dos principais papéis no novo “Star Wars”, Adam Driver vai se difundindo pela cultura pop. Ele integra o elenco de dois filmes badalados do circuito indie. Um, “Sete dias sem fim”, já estreou lá fora e deve pintar por aqui em breve. O outro, “While we´re young” está previsto para março de 2015 nos EUA.

O primeiro, de Shawn Levy (“Os estagiários” e “Gigantes de aço”), apresenta uma família judia que nunca foi muito ligada à ortodoxia da religião, mas que se reúne em face do falecimento do patriarca para a cerimônia do Shivah. O reencontro, claro, será temperado por muita lavagem de roupa suja e conflitos familiares. O elenco é de encher os olhos. Tina Fey, Jason Bateman, Jane Fonda, Rose Byrne, Corey Stoll, entre outros.

Já “While we´re young”, novo longa de Noah Baumbach, diretor dos ótimos “Frances Ha” e “A lula e a baleia”, apresenta um casal de meia -idade – interpretado por Ben Stiller e Naomi Watts – que passa a redimensionar a vida juntos a partir da convivência com um casal mais jovem (Driver e Amanda Seyfried).

Leia também: Cinco atores que merecem atenção

São dois filmes que devem elevar a estima de Driver nessa Hollywood pensativa, criativa e hippie que é o cinema independente!

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014 Atores | 18:41

Marco Ricca, homem de cinema

Compartilhe: Twitter
O ator na pré-estreia de "Os amigos" (Foto: AgNews)

O ator na pré-estreia de “Os amigos”
(Foto: AgNews)

Em recente entrevista concedida à repórter Luísa Pécora para o portal iG, o ator Marco Ricca –  que está em cartaz nos cinemas com o ótimo “Os amigos” e com o menos feliz “Trinta” – defendeu uma política mais agressiva para garantir ao cinema nacional mais autoral espaço e tempo no acirrado circuito exibidor do país.

Esse posicionamento forte e bem definido não causa nenhum estranhamento a quem acompanha a carreira de Ricca, que completou 52 anos agora no fim de novembro, no cinema.

Em “Os amigos”, o ator vive Théo. Um homem em crise existencial. Circunstância esta, deflagrada pela morte de um amigo de infância ao qual invariavelmente havia se afastado.

Não é um personagem trivial; e triviais não são os filmes que Ricca elege para trabalhar.

Em 2009, estreou na direção com “Cabeça a prêmio”. Um filme que mesclava cânones do western com um poderoso drama familiar ambientado no Mato Grosso do Sul.

Aos poucos, Ricca foi migrando de filmes com mais apelo popular como “Cristina quer casar” (2003), “O coronel e o lobisomem” e “O casamento de Romeu e Julieta” (2005) para obras como “Crime delicado” (2005), “A via Láctea” (2007) e “Verônica” (2008).

A transição pode ser lida como um contraponto ao Marco Ricca da televisão. Um ato de resistência a essa percepção de que o cinema brasileiro é uma extensão da Globo e até mesmo como um manifesto em prol de um cinema mais criativo, imaginativo e livre.

As parcerias com Beto Brant, com quem rodou além de “Crime delicado” o intenso e surpreendente “O invasor” (2001), e com Lina Chamie, sua diretora em “Os amigos” e “A via Láctea” sinalizam esse desejo de empreender cinema como um projeto de transformação pessoal, profissional, mas também cultural no âmbito social.

Seu próximo filme, “O fim e os meios”, assinado por Murilo Salles, estreita essa noção ao misturar o drama pessoal de um publicitário imerso em um casamento em frangalhos que é contratado para tratar da imagem de um senador em busca da reeleição. Ricca não faz o protagonista, mas empresta sua autoridade de homem de cinema para ajudar um filme a ir mais longe.

Autor: Tags: , ,

terça-feira, 25 de novembro de 2014 Atores, Fotografia | 05:00

As 15 fotos mais bacanas de Benedict Cumberbatch, o ator mais cool da Hollywood atual

Compartilhe: Twitter

Ele pode ser indicado ao Oscar logo no começo de 2015 e “academy award nominee actor” é um dos poucos títulos bacanas que o boa-praça Benedict Cumberbatch ainda não ostenta. Por força de ser um dos favoritos da temporada de premiações que se avizinha, Cumberbatch  será presença constante aqui no Cineclube e nada melhor para quebrar o gelo do que essa sequência de fotos que mostram que o ator é, antes de qualquer coisa, um cara para lá de gente boa.

Foto: Elle

Foto: Elle

Por uma boa causa…

Foto: reprodução/Tumblr

Foto: reprodução/Tumblr

Fazendo biquinho…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

Apavorado com a multidão a sua espera na Comic-Con 2014…

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Nem tão apavorado com os fãs no último festival de Toronto…

Foto: reprodução/Telegraph

Foto: reprodução/Telegraph

?

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Foto: reprodução/Los Angeles Times

Fazendo o galã sério…

Foto: Reprodução/Volture

Foto: Reprodução/Volture

Fugindo das ‘cumberbitches’, como suas vorazes fãs são chamadas, em ensaio para a revista Volture…

Foto: reprodução/USA Today

Foto: reprodução/USA Today

“Causando” nesta histórica photobomb no Oscar 2014…

Reprodução: tumblr

Reprodução: tumblr

Ops, vocês estão aí?

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

Brincando com sua contraparte do filme “Os pinguins de Madagascar”…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

Olhe para mim…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

E não olhe para mim, olhe para o que realmente importa…

Foto: Vanity Fair

Foto: Vanity Fair

Todo tchan no editorial da prestigiada Vanity Fair…

Foto: reprodução/twitter

Foto: reprodução/twitter

e não menos tchan dançando com Michael Fassbender no pós-festa do Oscar deste ano…

Foto: REX USA

Foto: REX USA

Supervisionando pessoalmente a produção de sua réplica de cera…

Autor: Tags: , ,

quarta-feira, 5 de novembro de 2014 Bastidores, Curiosidades | 06:00

Quem deve interpretar Steve Jobs no cinema?

Compartilhe: Twitter

David Fincher queria Christian Bale para viver o Steve Jobs do filme que estava preparando para a Sony. Fincher não foi atendido pelo estúdio e acabou, também por outras razões, se afastando da produção, como o Cineclube já destacou aqui. Danny Boyle assumiu a cadeira de direção e Leonardo DiCaprio já estava apalavrado para ser o Jobs de Boyle. Ele recuou. Christian Bale, para surpresa de quem acompanhava o imbróglio desde o início, aceitou participar do filme e interpretar o criador da Apple. Menos de duas semanas depois da confirmação, Bale declinou do convite. Sua oficialização, a bem da verdade, ficou no anúncio do roteirista Aaron Sorkin. Nenhum contrato foi assinado. Agora o estúdio abriu negociações com outro ator de prestígio e talento reconhecíveis, o alemão de ascendência irlandesa Michael Fassbender.

O ator Michael Fassbender iniciou conversas com a Sony para viver Jobs (Foto: reprodução/The wire)

O ator Michael Fassbender iniciou conversas com a Sony para viver Jobs
(Foto: reprodução/The wire)

Há quem diga que Fassbender não seria o candidato ideal por não ostentar nenhuma semelhança física com Jobs. Semelhança não é facilitadora para uma boa interpretação, como o próprio passado de Jobs no cinema demonstra. Que o diga Ashton Kutcher! Ajuda, mas não atrapalha. A produção já sinalizou, pelos atores que a rejeitaram, estar disposta a contar com um astro no papel. Talvez fosse o caso de experimentar um ator menos tarimbado, mas é compreensível a intenção do estúdio de contar com um peso-pesado à frente do elenco e um bom chamariz no cartaz.

Mas se Michael Fassebender, novo desejo do estúdio, não vingar, quem poderia ser Steve Jobs?

Um critério dominante deve ser a qualidade do ator. Nessa faixa-etária, acima dos 40 anos, duas boas apostas são Ralph Fiennes e Stanley Tucci. Enquanto o primeiro já é bem experimentado no drama (“O jardineiro fiel”, “A lista de Schindler”, “O grande hotel Budapeste”, entre outros), o segundo é mais próximo das comédias, mas quando exigido corresponde em fitas mais dramáticas como em “Um olhar do paraíso” (2008). Outra alternativa seria resgatar Liam Neeson dos filmes de ação. O ator, é bem verdade, está escalado para o novo de Martin Scorsese (“Silence”), mas seria uma adição de reconhecida envergadura dramática para um papel que exige maiores cuidados.

Stanley Tucci e Ralph Fiennes já contracenaram na comédia romântica "Encontro de amor", com Jennifer Lopez (Foto: divulgação)

Stanley Tucci (à direita) e Ralph Fiennes já contracenaram na comédia romântica “Encontro de amor”, com Jennifer Lopez
(Foto: divulgação)

Day Lewis como Jobs? Por que não?  (Foto: reprodução/Time)

Day Lewis como Jobs? Por que não?
(Foto: reprodução/Time)

O libanês Keanu Reeves talvez ganhasse pontos por uma semelhança, ainda que razoavelmente distante, com Jobs. Mas a inexpressividade dramática do ator poderia lhe ser desabonadora. Se expressividade for essencial, Daniel Day Lewis é o homem para o trabalho. Duro seria convencê-lo. Spielberg, que a princípio escalaria Liam Neeson para viver Abraham Lincoln em “Lincoln”, seu premiado filme de 2012, precisou de anos para convencer Day Lewis, oscarizado pelo personagem, a participar do filme. A Sony talvez não tenha o tempo ou a disposição.

Benedict Cumberbatch, ator tão talentoso quanto camaleônico, seria uma opção para combinar ousadia e conservadorismo. Cumberbatch, afinal, já deu vida à outra personalidade polêmica do mundo digital, o australiano Julian Assange em “O quinto poder”.

Especulações à parte, a Sony tem pressa na definição do intérprete de Steve Jobs. Até porque o filme adquire status de amaldiçoado enquanto sofre para sair do papel.

Autor: Tags: , , , , ,

domingo, 17 de agosto de 2014 Atores, Filmes, Listas | 17:00

As dez melhores atuações de Robin Williams

Compartilhe: Twitter

Ao confeccionar essa lista em homenagem a este grande talento que partiu de maneira abrupta e, para quem não seguia sua carreira de perto, surpreendente, percebe-se o quão injustiçado Robin Williams fora como ator. Alvo da fúria de Arnaldo Jabor na sua inesquecível participação na transmissão da cerimônia do Oscar em 1998, que consagrou “Titanic” com onze Oscars e Robin Williams por um papel dramático, o ator traz à lista performances dramáticas de primeira categoria, outras inclinadas ao humor e algumas que combinam apuro cômico à envergadura dramática. Para quem não conhece sua filmografia, e para quem gosta de rememorá-la, clareia-se a percepção de que se tratava de um ator muito melhor do que os rótulos que lhe atribuíam em vida eram capazes de tangenciar.

10 – “Patch Adams – o amor é contagioso” (1998)

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Depois de tentar o suicídio, Hunter Adams (Williams) tem uma epifania: resolve cursar medicina para ajudar as pessoas. Mas ele não fica só na medicina. Tempera-a com humor e carinho. Seus métodos naturalmente ganham admiradores e detratores. Williams impregna seu registro de um encantamento muito natural. Sua atuação trafega entre os tons dramático e cômico com desenvoltura. Um trabalho que se fosse feito por outro ator talvez recebesse mais destaque e louros.

9 – “Insônia” (2002)

Insônia - filme

Aqui na pele do primeiro vilão de sua carreira, Williams assombra pelo comedimento e pela capacidade de projetar um lado sombrio verdadeiramente assustador. O choque é maior para quem conhece apenas sua faceta cômica. Como um assassino que entra em um jogo de gato e rato com o policial vivido por Al Pacino, Williams apresenta, pela ousadia e robustez, um dos pontos altos de sua carreira.

8 – “Morra, Smoochy, Morra” (2002)

Smoochy

O ano de 2002 definitivamente foi o ano em que Williams impôs a si mesmo a necessidade de reinventar-se. Aqui ele faz um apresentador de um programa infantil demitido depois que seu nome foi envolvido em um escândalo midiático. Seu substituto é interpretado por Edward Norton. Enquanto se sente cada vez mais miserável, Williams volta sua ira contra seu substituto e revela um comportamento cada vez mais agressivo.

Williams nunca esteve tão maníaco-depressivo como nesta perola do humor negro dirigida por Danny DeVito. O ator convence como um homem que sucumbe à própria angustia e à egolatria.

7 – “A gaiola das loucas” (1996)

gaiola das loucas

Robin Williams faz o dono de uma boate de drag queens que vive com sua estrela, interpretada por Nathan Lane. Quando seu filho avisa que vai se casar e que o pai da noiva, um senador conservador, quer conhecer a família, uma grande confusão se arma. Williams reina na comédia física em um dos marcos do cinema queer e um dos primeiros neste compasso a atingir à família em grande escala.

6 – “Retratos de uma obsessão” (2002)

Retratos de uma obsessão

Williams vive o funcionário de uma loja de revelação de fotos em uma hora. Ele começa a desenvolver uma forte obsessão por uma família que costuma revelar suas fotografias na loja em questão. Neste soturno e surpreendente filme, Williams veste a carapuça como um sujeito que vai revelando-se mais perturbado do que intuímos à medida que a trama avança.

5 – “Uma babá quase perfeita” (1993)

Babá

Talvez este seja o filme mais famoso de Williams e seu personagem mais reconhecível. Não deixa de ser uma justa condição. Williams prova sua versatilidade cômica e talento para a improvisação neste filme em que precisa atuar travestido de mulher a maior parte do tempo. No entanto, é o sentimento que tateia como o pai que quer cercar-se da presença dos filhos que prevalece na bela composição do ator.

4 – “O pescador de ilusões” (1991)

O pescador de ilusões

Neste drama sobre infelizes coincidências da vida, Robin Williams faz um homem devastado por uma violenta tragédia que cedeu à mendicância e que vislumbra em uma improvável amizade com o personagem de Jeff Bridges a cura para a aflição que toma sua alma. Uma atuação que combina sutileza e energia com rara felicidade.

3 – “Bom dia, Vietnã” (1987)

Bom dia

Por este filme, Williams recebeu sua primeira indicação ao Oscar. Como um DJ que traça como principal meta levar alegria aos soldados americanos servindo no Vietnã, Williams projeta na tela a imagem que se perpetuaria como sua. A de um homem afável, camarada, bem intencionado, atencioso e muito divertido. Uma performance cheia de predicados que foi justamente destacada pela nomeação ao Oscar.

2 – “Gênio indomável” (1997)

gênio

Como um terapeuta que consegue dar rumo à existência de um jovem e rebelde gênio, Williams volta a brilhar intensamente. Em um papel dramático construído sobre minúcias e com um tempo totalmente diferente de suas incursões dramáticas anteriores, o ator tem momentos sublimes. Principalmente nos diálogos inspirados com Matt Damon ofertados pelo roteiro escrito por este último em parceria com Ben Affleck. Pelo trabalho, e depois de três indicações, finalmente seria agraciado com o Oscar.

1 – “Sociedade dos poetas mortos” (1989)

Sociedade dos poetas

Outro célebre personagem de uma galeria insuspeitamente repleta do seu DNA. Como um professor de literatura que não se contenta em ensinar apenas literatura, ele cativa e inspira. Em muito porque sinaliza com sua atuação devotada que acredita piamente não só no personagem, mas em suas motivações.

Autor: Tags: , , , , ,

sábado, 24 de maio de 2014 Atores | 12:00

Michael Fassbender: o ator do momento, já há algum tempo

Compartilhe: Twitter
Fotos: (Getty e Divulgação)

Fotos: (Getty e Divulgação)

Há poucos atores com agenda de trabalho mais atarefada do que este alemão de ascendência irlandesa de 37 anos. Michael Fassbender estava lá, como um dos muitos “tanquinhos” de “300”, o estilizado filme estrelado por Gerard Butler e Rodrigo Santoro em 2006.

Notado mesmo, no entanto, Fassbender, que está em cartaz nos cinemas brasileiros com “X-men: dias de um futuro esquecido”, só foi quando falou impecável alemão em um dos capítulos mais empolgantes de “Bastardos inglórios” (2009), obra-prima de Quentin Tarantino.  Daquele momento em diante, Fassbender passou a gozar de um prestígio que só aumentaria em Hollywood. O ano de 2011 foi mágico por muitas razões. “Bastardos inglórios” lhe pôs no mapa e ele rodou nada menos do que cinco produções para serem lançadas naquele ano. “Jane Eyre”, “X-men: primeira classe”, “Shame”, “Um método perigoso” e “A toda prova” não poderiam ser mais diferentes entre si.

A capacidade de trafegar com desenvoltura por diferentes gêneros chamou a atenção de diretores consagrados como Ridley Scott (“Gladiador”) e Terrence Malick (“A árvore da vida”) que logo externaram o desejo de trabalhar com o ator.

O que mais impressiona em Fassbender, além do carisma e talento, é sua capacidade de transmutação de acordo com a demanda do personagem. Em “Shame”, em que vive um viciado em sexo, é possível sentir sua agonia em uma fria e impessoal Nova York. Este permanece como sua melhor, mais revelador e complexo desempenho. Já em “12 anos de escravidão”, pelo qual foi indicado ao Oscar, personifica a maldade encarnada como um senhor de escravos. Fassbender mantém o alto nível de interesse como um robô em “Prometheus” (2012), como um advogado ganancioso em “O conselheiro do crime” (2013) ou como Carl Yung, um dos pilares da psicanálise, em “Um método perigoso” (2011).

Essa capacidade de mesmerizar lhe valeu o convite para viver Macbeth, um dos mais clássicos personagens da literatura shakespeariana.  O filme, que está em pós-produção, deve ser lançado no fim deste ano e é uma das apostas para a temporada de premiações.

A adaptação do game “Assassin´s Creed” também está em sua agenda. O filme marcará sua estreia como principal produtor de um filme. Toda a pré-produção da fita, prevista para 2015, está sendo supervisionada por ele. O ator também está envolvido nas sequências de “Prometheus” e “X-men”.

No meio tempo, se Steve McQueen – seu diretor em “Fome” (2008), “Shame” e “12 anos de escravidão”, chamar, Fassbender para tudo e atende. À revista Empire, o ator admitiu que McQueen não só é um grande amigo, como uma grande inspiração no cinema. Ainda por cima, Fassbender é generoso.

 

Confira os trailers dos filmes que apresentam os três melhores trabalhos de Fassbender no cinema

“Shame”

“Um método perigoso”

“Fome”

Autor: Tags: ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última